google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)

Fotos: Nissan

Que o Nissan GT-R, atualmente órfão do nome Skyline é chamado de Godzilla, todos sabem.

Um carro de desempenho fortíssimo, um monstro japonês, o mundialmente apelidado Godzilla, pronunciado "Godzira", lá na terra de origem.

Se alguém não conhece a história, vale a pena. Originada do medo da radiação nuclear, algo que infelizmente os japoneses conhecem muito bem, é  um lagartão que se tornou gigante por ser exposto a esse tipo de contaminação, e invade as cidades destruindo tudo que vê pela frente.

Mais que uma ficção científica, é uma reflexão do por que as guerras são sempre fruto da imbecilidade humana.

Mas o GT-R nem é feio como o monstro que lhe empresta o nome, pelo menos para algumas pessoas ele é absolutamente lindo, e então a Nissan,  uma empresa que apenas pela linhagem Skyline já fez valer sua presença no mundo, resolve lançar o Juke, uma dos carros teoricamente mais feios já nascidos sobre quatro rodas.




No último dia 26 de novembro foram publicados os resultados mais de testes de impacto para uma lista de veículos produzidos na América Latina, pelo respeitável órgão Latin NCAP.

Quem deseja saber mais um pouco do significado e o que eles fazem, bem como os testes feitos até agora, antes de seguir adiante com a leitura, recomendo vejam este link.

Imagino que a maioria dos leitores do AE tomaram ciência dos desastrosos resultados, alguns de vocês nos escreveram pedindo comentássemos algo a respeito e foi o que decidimos fazer, não sem antes de um longo debate dentro deste grupo.

Os pontos discutidos não fogem muito do que se publicou e comentou na imprensa a respeito, que começam com uma constatação: compramos os carros compactos com níveis de proteção aos ocupantes contra impactos semelhantes aos que os compactos europeus (segmento B, lá) produziam há vinte anos.

Toyota + Subaru = Toyobaru

Eu adoro arroz, principalmente na hora do almoço, mas os japoneses adoram mais ainda. Eles comem arroz o dia inteiro: do café da manhã até o jantar, toda hora é hora para se comer arroz. O cereal é tão importante para eles que o governo japonês incentiva o plantio em qualquer lugar: o dono de um terrenão não pode simplesmente deixá-lo abandonado com mato crescendo. Ou ele ergue um prédio ou planta arroz.

É a estratégia da autossuficiência: o Japão poderia comprar arroz tailandês, vietnamita ou indiano por uma pequena fração do custo da produção interna, mas trata-se de uma respeitável cultura milenar. O país já importa uma infinidade de recursos naturais e por isso se recusa a comprar comida de outros países para alimentar seu povo. Na ponta do lápis é uma conta que não fecha, mas que se sustenta pela elevada taxação imposta ao arroz importado.

Questão de independência: acostumados a agruras históricas, o povo japonês sabe que é melhor enfrentar as vicissitudes da vida de barriga cheia. E o melhor: sem precisar depender de ninguém.


Invenção, evolução, revolução, as diversas formas de se avançar em tecnologia. A área de motores de competição é uma das que mais avança em função da necessidade de acompanhar a competitividade dos concorrentes, mesmo que os conceitos básicos sejam praticamente os mesmos ao longo de um século.

Nos anos 60, a disputa era acirrada entre diversos construtores, com vários pilotos capacitados ao título. O visionário Colin Chapman mostrava ao mundo que a leveza de seus carros era o caminho a ser seguido. Por outro lado, passava por apuros ao ser informado que a Coventry-Climax não iria produzir um motor de 3 litros para a temporada de 1966 da F-1. O título de 1965 da Lotus veio com o motor Climax 1,5-litro V-8 e as habilidosas mãos de Jim Clark.

O projeto do novo motor 3-litros para a Lotus então foi concentrado exclusivamente na empresa de Mike Costin e Keith Duckworth, a Cosworth, fundada em 1958. O acordo financeiro, envolvendo diretamente a Ford, previa um investimento alto em cima da Cosworth, onde 3/4 da verba era destinada ao desenvolvimento do V-8 para a Fórmula-1, e o 1/4 restante para o desenvolvimento de um motor de quatro cilindros voltado para Fórmula-2. Se o motor da F-2 fosse bem-sucedido, seria a base para o V-8 de F-1.


Com o aquecimento da economia brasileira e o real mais valorizado em relação ao dólar americano, um destino freqüente dos brasileiros é os Estados Unidos. Orlando, na Flórida deve ser o mais lugar mais cmum, mas a Califórnia também deve ser bem concorrida. Para comprar, comprar, compra e comprar, Orlando é melhor. Mas para passeios e aventuras em cenários naturais a Califórnia é imbatível. E na Califórnia um destino certo é Los Angeles, onde fica a famosa Hollywood.

E o bom para nós autoentusiastas é que bem próximo a Hollywood está um dos melhores museus independentes (que não pertencem a nenhuma marca) de automóveis do mundo. Ou seja, facílimo de chegar. E melhor ainda, é um museu que toda a família pode visitar sem reclamar de desvios da programação de férias. 

O Museu Automobilístico Petersen foi fundado por Robert E. Petersen (1926–2007) em 1994 com dinheiro próprio. Robert Petersen foi o fundador de revistas de automóceis importantes, sendo as principais Hot Rod Magazine em 1948 e a Motor Trend, em 1949. Ele teve um negócio milionário no ramo de publicação de revistas. E parte dos seus ganhos foi investido no museu que não tem fins lucrativos.

Ford 1930 Hot Rod

Foto: autor



Enquanto aguardava o transporte do Aeroporto Tancredo Neves, em Confins, na Grande Belo Horizonte, para o hotel, por ocasião do lançamento do novo Palio, notei que havia táxis de cor branca e de outras cores, que logo soube, por um fiscal no local de parada de taxis, que os brancos eram os da capital e os coloridos, de municípios vizinhos. E notei que nenhum branco tinha "sacos de lixo" nos vidros.

No dia seguinte, na porta do hotel, vi alguns táxis estacionados na fila, só brancos, e perguntei aos motoristas se era proibido películas nos vidros, já que nenhum tinha. "A BHTrans não permite", respondeu um deles. "Desde que começamos a ser assaltados com mais freqüência e o marginal ficava escondido, não se pode mais escurecer os vidros, e certo", concluiu.

Em seguida fiz a foto acima, registrando o sinal de inteligência dos mineiros da capital do estado.

Fotos: Divulgação Chrysler/Pedro Bicudo


O Dodge Journey, que se originou da mininvan Caravan, foi apresentado no Salão de Frankfurt de 2007 e começou a ser comercializado no começo de 2008, para chegar ao Brasill em agosto daquele ano. Mas este foi o ano do início da grave crise financeira, com reflexos no mundo todo, deflagrada pela quebra do banco Lehman Brothers e que deixou seu fabricante, a Chrysler LLC, à beira da falência, tendo precisado recorrer ao tesouro americano e canadense para não quebrar. Mas 20% das ações da empresa foram adquiridas pela Fiat no começo de 2009 e dois anos depois, em junho último, a Fiat obtinha 53,5% das ações, passando a controlar a Chrysler, que recentemente pagou aos governos americano e canadense o último centavo dos 7,6 bilhões de dólares que devia.

Hoje o presidente executivo do Grupo Fiat, Sergio Marchionne, exerce mesma posição na Chrysler, da mesma forma que o presidente da Fiat Brasil e Mercosul, Clerdorvino Belini, lidera a fabricante americana na região da América Latina. O resultado de todos esses eventos é os ventos terem mudado e passado a soprar a favor da Chrysler, com a sinergia envolvendo as duas super-fabricantes que começou no Brasil sob a forma do Fiat Freemont (veja avaliação), em agosto, mesmo mês de lançamento do Fiat 500 fabricado na fábrica Chrysler em Toluca, México, para o mercado das Américas. Agora, poucos dias atrás, aportou ao Brasil o Dodge Journey atualizado.

Journey e Freemont são o mesmo carro, o mesmo crossover. Com emblema Fiat, vem com motor quatro-cilindros de 2, 4 litros e 172 cv com câmbio automático de quatro marchas, em versões de cinco e sete lugares. Journey, só sete lugares e um V-6 de 3,6 litros de 280 cv com câmbio automático de seis marchas. Não um V-6 qualquer, mas um da nova e moderna família Pentastar, que de uma só vez substitui nada menos que sete motores V-6 da Chrysler e Jeep em nome da eficiência e, principalmente, da racionalidade de produção da fábrica de motores da empresa em Trenton, estado de Michigan, EUA (há outra em construção no México, prevista para entrar em operação em 2012). Um desses motores que desaparece é o 2,7-litros V-6 de 185 cv que vinha no Journey até agora.


Fotos: autores e divulgação


Novo Civic melhorou
Por Arnaldo Keller


Primeiro foi o terremoto seguido de tsunami, no Japão, e isso comprometeu a importação de componentes eletrônicos para o novo Civic da Honda. Em vista dessa catástrofe, planejaram importar de fábricas localizadas na Tailândia. E outra catástrofe sobreveio, inundações por lá.
Esses inesperados acontecimentos causaram o atraso no lançamento do novo Civic por aqui, o de nona geração, pois, apesar dele ter 80% de nacionalização de seus componentes, boa parte da eletrônica vêm dessas fontes.

Imagino a aflição do pessoal da Honda por aqui, porque eles bem que já estavam sabendo que esse novo modelo deve reverter a situação de queda nas vendas.
Em meados de dezembro ele já estará nas concessionárias para test-drives e em 15 de janeiro estará à venda.

O 2012 foi totalmente redesenhado. Suas linhas me pareceram inspiradas no irmão menor, o City. Ficou bonito e, principal, a coluna “A” – a que separa o para-brisa dos vidros dianteiros – afinou, e aquele pequeno triângulo formado na vigia do vidro dianteiro sumiu, o que eliminou um problema de segurança que eu considerava grave, a falta de visibilidade nessa área. Agora a visibilidade está ótima, ampla.

O estilo frontal mudou bastante

Suas novas linhas parecem lhe dar mais leveza – o carro parece mais alegre e mais chique. O pára-brisa aumentou em área e ficou mais inclinado. A nova carroceria proporciona menos 4% de arrasto. Seu Cx, agora, está em excelentes 0,25 – ou seja, igual ao do Toyota Prius, cujo projeto teve grande esmero em cima desse item para obter economia de combustível.



Uma experiência completamente nova

Impressionante! Arrepiante! Atordoante! Entorpecente! Esse carro mexeu com minha cabeça e corpo de um jeito que nunca aconteceu antes. 

Estou muito acostumado a andar como passageiro do Arnaldo, mas na grande maioria das vezes em carros antigos. E mesmo nos antigos que andam muito, principalmente nesses, por melhor que sejam, sempre existe um limite imposto seja pelo estado do carros, por serem objetos de coleção, ou por limitações do próprio carro. Então, raramente podemos explorá-los com vigor. 

Mas dessa vez o limite do carro é extremamente superior a qualquer coisa em que eu já tenha andado ou dirigido. E o primo teve muito mais espaço para explorar a máquina, uma vez que o limite desse carro está em um nível inimaginável até então. O segredo todo desse limite está no equilíbrio e na tração. O Arnaldo andou muito forte! E eu, do lado, fiquei atordoado, confuso, com uma sensação estranha, difícil de descrever. Algo como se minha razão estivesse me dizendo, ou forçando a ficar com medo, muito medo, mas o corpo e os sentidos me dissessem para ficar tranquilo. Eu podia sentir facilmente que o carro estava completamente na mão do Arnaldo, sem risco algum de uma escapada. É curioso com se "sente" as quatro rodas agarradas ao chão o tempo todo. Ao final ele me perguntou: e aí, ficou com medo? Eu disse não, medo não! 



A primeira idéia era guiar um Mustang com mais de 400 ou 500 cv e câmbio manual, para tirar a inhaca que esse monte de tecnologia que a maioria dos carros modernos andam me dando.

Tudo bem, gosto de carro rápido, mas ando sentindo uma chatice ao guiar carros com desempenho fantástico, mas cujo desempenho cada vez dependem menos de minhas providências, e isso me irrita um pouco. Não gosto que o computador fique dando opinião antes da hora. Se quero que o carro escorregue um pouco, eu quero e boa. Conto com a escorregada para me posicionar adiante, para a próxima tomada, e, se o computador age e não escorrego, me atrapalho e saio do roteiro programado.

Mas acontece que esses controles estão cada vez mais controlando melhor e a gente tem mais é que tirar o chapéu. Estão incrivelmente eficientes e, se a gente se adapta a eles, dá para nos divertirmos.



No mês de agosto recebi um convite por e-mail para participar de um evento promovido pela Audi e pela concessionária Caraigá, de São Paulo, com o apoio da empresa de blindagens GBR. O convite foi feito através da agência Rae,MP.

O contato foi feito por eu ser um dos colunistas do AUTOentusiastas. Para ser bem sincero, fiquei um tanto surpreso com o convite. 

Escrevo sobre tecnologia automobilística na internet há anos e nunca me chamaram nem para tomar um cafezinho. Mas aceitei o convite.

O evento foi remarcado algumas vezes, mas sempre foi confirmado que aconteceria. Finalmente, a data definitiva foi marcada: 19/11, sábado passado.

Fui para lá pensando no tradicional: o velho e sempre agradável "comes e bebes", algumas palestras e coisas do tipo. Eu não poderia estar mais enganado. 



Tenho certeza de que os entusiastas que foram ao Salão de Veículos Antigos neste último final de semana gostaram bastante. Para os que não puderam ir, conforme prometido aqui estão as fotos. Como são mais de 250 fotos não houve jeito de colocar legendas. Mas acho que a maioria dos leitores pode identificar facilmente todos os modelos.

O Bob Sharp esteve lá no sábado para assistir à palestra do Rex Parker, que fez uma interessante apresentação sobre gente famosa e seus carros. O Rex vive em Huntington Beach, uma cidade vizinha a Hollywood e Beverly Hills e conhece muta gente e muita história, como os 200 Cadillacs de Elvis Presley ou os vários Duesenbergs de Clark Gable. Ou os Rolls-Royces dos Beatles.

Rex Parker (à direita) na sua apresentação no II Salão de Veículos Antigos

Quem estava na platéia era ninguém menos que o vigilante rodoviário em pessoa, Carlos Miranda, um raro caso que a vida imita a arte: ter sido ator do famoso e homônimo seriado, o primeiro da televisão brasileira, iniciado em 3 de janeiro de 1962 pela TV Tupi, levou-o a se tornar um policial no mundo real, atividade que exerceu até se aposentar.

O vigilante rodiviário Carlos Mirando assiste à palestra de Rex Parker

Conforme eu havia avisado no post do dia 25, o Rex comprou recentemente, na Califórnia, um certo carro, produzido no país que ele ama, o Brasil, e revelou qual:

Willys Interlagos berilineta

Pois o Rex encontrou, nos Estados Unidos, um dos três Willys Interlagos que estão em solo americano e está feliz e orgulhoso de sua nova jóia. Não é esse da foto que fiz e que saiu numa reportagem do primo Arnaldo Keller para a Car and Driver brasileira algum tempo atrás, mas foi lendo a edição da revista que o Rex se apaixonou à primeira vista pelo belo cupê desenhado por Michelotti e saiu à procura de um nos EUA. E achou, um 1966 azul, totalmente original e em muito bom estado.

O Rex prometeu ao Bob que, ao voltar para casa, fará um post dedicado ao seu Interlagos contando todo o processo de procurar e compra e falando mais do carro.

A seguir, alguns dos vários carros expostos no Salão.

Abraço,

PK


Superkart, com dois motores
fotos: revista Motor 3 / Alex Soletto


Expedito Marazzi e Interlagos são sinônimos de corridas para mim. Eu ia bastante lá, não passava um mês sem visitar, por vários anos. Circuito antigo, de quase oito quilômetros, espetacular.

Vi Turismo 5000, Stock Car de Opala, Mil Milhas, Fórmula 1, Fórmula Ford, Fórmula 2, motos, além de corridas de categorias já desaparecidas e cujo nome nem mais me recordo.

Marazzi foi um dos que tiveram a idéia de colocar os cinco litros para correr. Numa fase ruim para os Dodges, Mavericks e Galaxies, baratos e desprezados pelo alto consumo, entusiastas foram brindados com essa categoria para acelerar os carrões no lugar correto, um autódromo.


A VW pode ter sido fundada por Adolf Hitler, e o Fusca em si pode ter sido projetado por Ferdinand Porsche, mas esta VW nazista, estatal de verdade, que produziria carros do povo distribuídos por órgãos do partido, e que seriam comprados por um esquema de poupança prévia, morreu com o fim do sonho nacional-socialista alemão ao fim da Segunda Guerra Mundial, sem ter nunca entregado nenhum carro a um civil.

Não, a VW que conhecemos em propagandas simpáticas que pregavam o bom senso sobre rodas era fruto da visão de uma outra pessoa: Heinz Nordhoff (abaixo).


Nordhoff fora contratado no pós-guerra pelo Major Ivan Hirst, do exército inglês, para administrar a fábrica da VW. Um sobrevivente daquele conflito, que antes fora executivo da Opel, Nordhoff chegou em Wolfsburg “... pobre como um rato de igreja. Tive que abandonar os resultados de 25 anos de trabalho para os russos em Berlin, e pesava 30 kg a menos que hoje.” Como todo sobrevivente de um conflito deste tipo, Nordhoff não conseguiria conceber uma sociedade perdulária e frívola como a nossa atual. Austeridade era parte integrante de sua realidade.

Sendo assim, construiria a VW num tom que atingiria o coração do mundo naqueles tempos, que construiria o maior fabricante da Europa em poucos anos, e que sedimentaria as fundações de uma empresa que hoje caminha para se tornar o maior fabricante do mundo, maior até que a GM e a Toyota. Nordhoff explicou esta filosofia em 1958:

Conta a história que a escritora inglesa Mary Shelley, em uma das suas viagens, ficou hospedada durante o verão de 1816 em uma casa perto de Genebra, na companhia de Lord Byron, entre outros convidados. A cada noite, para se entreterem, cada convidado contava uma história de terror que deveria assustar os demais o suficiente para não deixá-los dormir. A pequena história contada por Mary Shelley viria a ser a semente para sua obra-prima: Frankenstein.

Frankenstein não foi só uma das mais memoráveis obras-primas do terror, mas também é o livro que inaugura um novo gênero literário: a ficção científica. Em seu âmago, conta a história da criatura que se rebela contra seu criador.


Espera aí, o que tem isso a ver com automóvel e autontusiastas? É só prosseguir com a leitura para saber.

"Frankenstein" é uma obra tão marcante que se iguala às obras de William Shakespeare como fonte de inspiração para outras obras seguintes, e que ainda hoje faz parte do imaginário popular sobre as possíveis conseqüências da capacidade humana ser um dia capaz de imitar seu criador.

A ciência do século XX não aprendeu a criar uma criatura viva a partir de partes de cadáveres, mas criou uma nova entidade que logo seria tingida pela imagem do monstro de Mary Shelley: o computador.
Não demoraria muito, e o cinema, outra forma popular de cultura característico do século XX, iria explorar o filão do Frankenstein tecnológico. Filmes como "O Exterminador do Futuro" tiveram seu sucesso bebendo desta fonte.

Entretanto, o cinema possui dois expoentes significativos que seguem por esta linha, e em muitos sentidos vem se mostrando proféticos em algumas de suas previsões: “Metrópolis”, de Fritz Lang e “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, de Stanley Kubrick e Arthur C. Clarke.


Quem gosta de antigos por aí?

Se você é um desses uma boa dica para o próximo final de semana é o II Salão Internacional de Veículos Antigos, que vai até o próximo domingo, dia 27 de novembro. 

A convite do Ricardo Oppi (que já apareceu aqui no blog) eu e o primo Arnaldo estivemos lá na abertura para prestigiar o evento. Tive a impressão de estar em um encontro de antigos de Águas de Lindóia, só que feito no coração da cidade de São Paulo. Quem não tem o hábito de viajar todo ano para o evento do interior paulista vai se deleitar com esse salão.

Sergio Scaglietti (1920–2011)


Neste final de semana o mundo automobilístico perdeu um dos seus maiores artistas, Sergio Scaglietti, fundador da Carrozzeria Scaglietti em 1951, vizinho de frente da fábrica de Maranello da Ferrari. Sergio era sempre presente nos eventos da marca italiana e figura ativa e das mais respeitadas até hoje no ramo.

Suas criações e modelos mais marcantes são os Ferrari, não há o que discutir. Alguns deles, como o lendário 250 GTO e o 250GT California foram construídos pela Scaglietti mas com desenho de outras pessoas.

Cada uma de suas criações merece um post exclusivo, mas lembrando o grande mestre do design, vemos alguns deles abaixo.



Alfa Romeo Sprint Veloce, criação única de 1957





Esta pergunta não valeria para muitos de nós deste grupo, tampouco para muitos dos leitores que se identificam com o perfil autoentusiasta deste blog, mas valeria, sim, para uma boa parcela de compradores de automóveis novos que eventualmente fazem parte de nosso grupo social e/ou familiar: quantos colocam o design como item prioritário na compra de um automóvel? Ou qual o peso do design na escolha?


Menos de dois meses após seu lançamento na Europa e nos EUA, o mais novo Range Rover, o Evoque, vem colhendo elogios das revistas especializadas desses mercados, não somente por seu design, que particularmente apreciei bastante, como também por suas off-road capabilities, que se destacam comparativamente a seus concorrentes diretos, i.e, Audi Q5, BMW X3, MB GLK, Volvo XC60 ou os SUVs compactos do segmento premium.


Por que começar pelo motor? Porque o projeto começou assim, comprei o motor sem ter o carro. Encontro o AG no banco e ele me fala: "Xará, consegui um motor barato, um 350 encamisado mas inteiro, virabrequim bom, e ainda vem com coletor de admissão e um carburador quádruplo. Oitocentos dólares". Nessa época (olhem o ano do catálogo) o dólar estava pouco acima de 1 real, achei bem razoável e paguei o motor. Já poderíamos começar.

A internet ainda estava engatinhando e o que ainda funcionava bem eram os catálogos, e o da PAW era do porte de uma lista telefônica das boas. Já folheei esse catálogo incontáveis vezes, é impressionante a variedade de material de performance que os americanos têm à disposição para os motores mais tradicionais deles. O AG, nessa época, já contava ter feito uns 100 motores V-8, e a orientação era de um carro forte, mas sem exageros, até porque o Opala é um carro bem mais leve do que as barcas americanas.




Repare bem na foto acima: É a foto de uma rodovia do Distrito Federal chamada EPTG – Estrada Parque Taguatinga (Seria "Estrada Parque" uma tradução ao pé da letra de "Parkway", um dos termos usados nos EUA para vias expressas?).

Recentemente ampliada, ela conta com 4 largas faixas de tráfego, asfalto bem liso e bom escoamento de água para os dias chuvosos. Conta ainda com uma pista marginal de duas faixas para acesso aos bairros que ficam às suas margens, de forma que suas entradas e saídas são todas oblíquas, para que os carros tenham um bom espaço para aceleração e desaceleração. Seu limite de velocidade é 80 km/h, que considero baixo para uma via com estas características, pois 100 km/h seria perfeitamente seguro ali, talvez até 110 km/h pudesse ser adotado com total segurança.

O ponto onde a foto foi tirada (15º49'36"S, 48º1'47"O) é o início de uma descida. Esta descida se estende por 1,6 km, com uma declividade média de 5%. A curva que pode-se ver ao fundo está a 2,2 km adiante de onde a foto foi tirada. Como se nota, tirei a foto a partir do acostamento, por segurança.


Prezados leitores, um textinho entusiasta não automobilístico.

E, não, apesar do título, eu não sou um gerontófilo. E esta também não é uma historinha de fazer criança dormir.

Numa época em que o novo apenas dura poucos segundos e vivemos na época das celebridades instantâneas, sempre penso em grandes criações, inventos e máquinas que superam muito qualquer expectativa de vida útil razoável de seus criadores.

Vemos a GM fazendo 100 anos em uma época dificil para sua própria sobrevivência, onde o sucesso de hoje tem em parte a ver com o infortúnio direto de alguns concorrentes devido a desastres naturais. Isso depois de uma quase falência e de um socorro estatal.

Penso no Charles Emil Sorensen, o cast iron Charlie, o mago da fundição, funcionário de ouro dos primeiros anos da Ford Motor Company, o cara que fez o Ford flathead V-8 se tornar realidade, um motor tão importante que se tornou maior que o carro que movimentava.


Ao pesquisar para meu post de anteontem sobre o 300 SEL 6.3, me lembrei que tinha os manuais do proprietário do modelo, tanto em alemão quanto em inglês. De onde vieram? Do lixo da Mercedes-Benz do Brasil, na época que assim se chamava.



Como sempre, resolvi compartilhá-los com meus queridos leitores. Posso até ser persuadido a escaneá-lo todo, ou até doar um deles, se você for o dono de um Mercedes desses... Me contate pelos comentários se for este o caso.

Selecionei algumas partes interessantes para compartilhar com vocês hoje. Primeiro, uma imagem do carro inteiro com a localização dos números de identificação:

Fotos: autor




Para a cidade ela é ótima. Sua boa visibilidade para todos os lados, sua estreiteza em relação às outras minivans, seu bom acerto de suspensão, e sua leveza e ligeireza a fazem uma boa e espaçosa minivan urbana.

Outra coisa que nos agrada é que mesmo ela sendo um tanto alta, nossa posição de guiada chega perto de estarmos num sedã, ou seja, não nos sentamos tão eretos como numa Scénic, por exemplo, na qual parece que estamos guiando uma Kombi.

A ergonomia é boa – fato comum aos carros da marca –, o banco é bem anatômico, tem também regulagem de altura e o volante varia altura e distância, então logo achamos uma boa posição para guiar. Se o volante pudesse chegar ainda mais perto de nós, seria bom. 


Bancos confortáveis e boa posição de guiar, mas apesar de o volante ser ajustável também em distância, poderia ficar mais perto do motorista


Os anos 60 foram os anos dos grandes V-8. Naquela época em que os motores já tinham uma construção relativamente moderna, mas as taxas de compressão ainda eram baixas, os V-8 de grande cilindrada reinavam absolutos. Os americanos foram os maiores especialistas nisso, e seus V-8 de bloco grande eram realmente enormes, coisas inacreditáveis hoje em tamanho físico. Comparados aos mais comuns V-8 que tivemos aqui em Mavericks e Dodges (chamados de “Small Block”, bloco pequeno) deslocando coisa de cinco litros, os Big-Block, apesar de deslocar coisa de 25 a 30% a mais, eram fisicamente muito maiores, a olho nu parecendo algo em escala 2:1.

Mas o mais estranho é que o maior desses enormes V-8 dos anos 60 não era americano. Falo aqui maior em tamanho e peso mesmo, não maior em cilindrada, algo que muitas vezes confunde-se. O maior e mais pesado V-8 dos anos 60 foi o impossivelmente grande V-8 “M100” da Mercedes-Benz.

No fim de semana que passou me inscrevi na 8ª etapa do Campeonato de Arrancada da Federação de Automobilismo do Estado do Rio de Janeiro (Faerj), na categoria desafio (DES), onde entra qualquer carro que ande acima de 15 segundos no quarto de milha. Capaz desse Opalinha vinho aí em cima andar abaixo dos 15 segundos, mas como o carro estava há muito tempo parado, levamos assim mesmo.

Infelizmente o carro cortava em 4 mil rpm nas duas primeiras marchas, em terceira e quarta ele conseguia subir mais a rotação se o pé não fosse no fundo. Ou seja, fui de teimoso mesmo, porque o carro estava bem aquém do ideal.

Mesmo assim não foi dos piores, consegui fazer na melhor passagem 16,3 segundos, o carro cruzando a linha a 5.000 rpm em 4ª, o que corresponde a mais ou menos 165 km/h. Tenho certeza que com o motor funcionando liso e podendo encher 1ª e 2ª como se deve, sem perda de tempo, e subindo de rotação nas outras marchas sem falhas, deve dar para passar lá com uns 500 rpm mais.

Agora só ano que vem, mas podem ter certeza que estarei na primeira etapa do ano com o carro funcionando direito, e aí vamos ter uma idéia do que o Opaloito é capaz.

AC
Foto:germanoribeiro.wordpress.com


Como digo sempre, viajando é que se vê soluções de trânsito bem simples, facilmente aplicáveis aqui. Foi o que vi em Portugal na semana passada.

A primeira é representada por um sinal luminoso (o da foto é meramente ilustrativo). A idéia é a seguinte. Você vem por uma via onde o limite é, digamos, 60 km/h.  Mas você vem acima disso, mesmo que por pouco. O que acontece? Nada de multa, não "senhoire": o sinal adiante fecha e você tem que parar.  Se não parar, vem a multa pelo correio, como em qualquer avanço de sinal.

Assim que você pára, o sinal muda para verde. Ou seja, não adianta tentar ir mais rápido, porque os sinais adiante vão fechar sempre. O jeito é seguir dentro do limite. Bastante simples, não? Um sinal moderador.

A segunda idéia é mais simples ainda. Nos estacionamentos tipo shopping, cada vaga tem uma luzinha dependurada do teto com uma lâmpada verde e outra vermelha. Você não precisa ficar rodando excessivamente devagar procurando uma vaga, vai direto onde numa a luz está verde. Bem simples também, não achou? Não vi como é o detalhe do interrutptor, mas imagino que seja no solo. As rodas de um eixo passaram em cima, luz vermelha; passou de novo, ao sair, verde. Perfeito!

Alguém me disse que no Shopping Iguatemi, em São Paulo, jã existe esse sistema. Se for fato, ótimo!

O que não faz uma cabeça que pensa...

BS


Moro ao lado de um estacionamento onde "dormem" automóveis de todos os tipos: veículos de passeio de uso diário, utilitários da vizinhança (caminhõezinhos, carros de entrega, vans escolares etc.) e alguns carros antigos. Nada do outro mundo: um Passat 1983, Fuscas tratados a pão de ló, um Fiat 147 e uns dois Jeeps bem-cuidados. Mas o que me levou a escrever este post foi um Dodginho.

Da janela do meu escritório, tal qual uma velha fofoqueira, passei a reparar que, semana sim semana não, dois rapazes chegam a bordo de um Dodge Dart com um cabo de chupeta, plugam a bateria do Dart na do Dodginho e fazem o motorzinho de 4 cilindros funcionar por uns 15 ou 20 minutos. Ficam com o rádio ligado, batendo papo, conversando amenidades. Depois que o motor do Dodginho esquenta, desligam, entram no Dart e vão embora. O Dodginho pode até ter saído para rodar alguma vez, mas eu mesmo nunca vi.



Se por um lado estou trabalhando feito um camelo, apesar dos camelos não reclamarem, decidi que a preguiça não vai me impedir de aproveitar algumas oportunidades para eu fazer o que mais gosto: pegar um carro (de preferência bacana) e sair em viagem meio sem destino, descobrindo o mundo, carregando minha câmera. Idealmente sozinho, mas se a companhia estiver disposta a não me atrapalhar ou tiver predisposição acrescentar algo nessa experiência, também é bem-vinda — o primo AK é um exemplo de parceiro bom pra isso, estar com ele é sempre uma troca. Se for para reclamar ou não entrar em sintonia completa, prefiro que se manque. 

Acabei de pensar que meu prazer estaria uma combinação de entusiasta com fotógrafo da National Geographic. Um bom plano B para minha aposentadoria. 

Então, caiu no meu colo uma viagem para Los Angeles, dois dias e meio com programação intensa e sem tempo para nada além de fazer reuniões e relatórios. Isso vindo de duas semanas insanas e sem tempo para sonhar ou preparar essa viagem com mais calma. 



Todo mundo, pelo menos uma vez, já se viu pego de surpresa na hora de experimentar comidas diferentes. É comum, às vezes inventamos de colocar algum ingrediente na comida que não costumamos usar para "ver se fica bom".

Pratos com nomes impronunciáveis em restaurantes metidos a besta são campeões nisso. Arroz com massa e abacaxi, frutos do mar com feijão e beringela. São coisas que não combinam, não tem cara de que vai dar certo, pois são componentes muito sem relação.

O BMW 130i, por sua vez, é uma mistura de diversas características, mas que o resultado não poderia dar errado.



Para ir de ponto a ponto na região de Orlando, e visitar os eventos que mostramos anteriormente, aluguei um carro, obviamente o modo mais fácil e simples de se deslocar no país do automóvel. É um processo sempre interessante este de escolher um carro que não é seu.

Você chega no balcão da locadora de segunda linha, com preços promocionais, apresenta o número da reserva, a carteira de motorista brasileira, o cartão de crédito, assina o contrato, vai para o estacionamento, lê a placa "full-size" sobre uma fila de carros, olha todas as opções, pondera os percalços das viagens com a família, e chega ao Impala.

Analisa brevemente por fora, depois por dentro e pensa: será que não tem outro carro para eu alugar? Olha de novo a fila toda, e não tem jeito. Ou o porta-malas é pequeno, ou o carro é muito feio, ou já conhecemos.

Pior ainda, na fila em frente formada pelos carros de outra locadora, olhava para mim, abanando a cauda, um modelo que atenderia bem minha necessidade, não tanto quanto o Impala, mas de uma marca que aprecio bastante.

Alterações extensas no estilo, novo em cima


Resolvi visitar o sítio da Fiat, mais precisamente a seção com informações do 500, mas dei de cara com o novo Palio na página inicial. Observei que já está disponível o botão "monte o seu" e, momentaneamente, esqueci do pequeno 500.

O visual do carro já não é mais novidade, as projeções divulgadas na internet já mostravam algo muito parecido com o que estamos vendo agora. O desenho é bom, mas não chega a empolgar, de todo modo representa um grande salto em relação ao atual, que já vinha sofrendo o peso dos anos.




No início da década de 1990, a Fiat tomou uma decisão: Lançaria 2 carros pequenos: Punto e Palio. O primeiro seria destinado aos mercados "desenvolvidos" (Europa, basicamente), enquanto que o segundo seria feito para o terceiro mundo e seria desenvolvido na maior fábrica da Fiat fora da Itália, situada em Betim, MG. Sendo assim, o Palio foi projetado pensando diretamente nas condições brasileiras, com toda a sua buraqueira. Deu certo, desnecessário descrever a robustez do carrinho, um dos fatores de sua boa fama no mercado que determinou seu sucesso de vendas, podendo ser facilmente constatado ao se olhar a quantidade de Palio e seus derivados rodando pelas ruas brasileiras.

A GM fez a sua parte, ao lançar aqui o Corsa Sedã em fins dos anos 90, versão que nunca existiu na Europa. Simplesmente não existiu por lá porque o Corsa foi concebido para ser um carro urbano ("citycar"), feito para ser pequeno e estreito, com o objetivo de andar com desenvoltura nas apertadas ruas das milenares cidades do velho mundo, construídas numa época em que nem se sonhava que um dia poderiam existir veículos que se movessem sozinhos (auto-móveis). Para um citycar, um porta-malas saliente não serve para nada, apenas atrapalha para estacionar nas exígüas vagas.


Depois de visitar Lakeland para uma empolgante exposição de antigos, mostrada na semana passada, fui novamente em Old Town, Kissimmee, para o evento de sábado, o Saturday Night Cruise, já velho conhecido.

Aqui, um link de post anterior sobre esse lugar bem bacana, com fotos do Paulo Keller.

São encontros às quartas, sextas e sábados, dependendo do tipo e ano dos carros. Sábado é o mais interessante.

Incrível constatar a quantidade de exemplares de qualidade em dois eventos uma distância de pouco mais de 50 km um do outro.  Imaginei que a concentração de carros e pessoas em Lakeland esvaziaria muito Old Town, no mesmo dia, mas não foi o que vi.

Afinal,  estávamos na grande nação motorizada do planeta, eu não deveria me surpreender.

 Fotos: Divulgação Fiat


O Palio sempre foi bem aceito desde o lançamento em 1996. Mesmo tendo vendido mais de 2.5 milhões de unidades em 15 anos, precisava mudar. Sua última evolução, em 2008, não produziu o resultado esperado e as vendas caíam cada vez mais, nas palavras da própria Fiat. O Palio que vende – e que continuará em produção junto com o novo – é o Fire, duas gerações atrás, o de 2004, o que teve os traços acertados por Giorgetto Giugiaro,

O novo, apresentado à imprensa nesta sexta-feira (4/11) mudou bem e ficou bem superior ao anterior tanto no rodar quanto em dimensões. Cresceu em todas as direções: 28 mm no comprimento, 31 mm na largura, 60 mm na altura e, muito importante, 47,3 mm no entreeixos. O resultado é mais espaço interno, embora o porta-malas tenha diminuído 10 litros, passando para 280 litros. O novo Palio só existe como quatro-portas.


Attractive 1,0 agrada. Rodas de alumínio são opcionais


A notícia (aqui) já tem alguns meses, mas ainda não comentamos por aqui, o Detran-RJ finalmente cedeu ao bom senso e liberou os carros novos da vistoria anual no ano seguinte à aquisição. Agora, quem comprou carro em 2011 só irá a um posto de vistoria em 2013.

Afinal, qual o percentual de carros de passeio que, depois de 12 meses de uso (em média), apresentará algum defeito grave ou desgaste de pneus acentuado? A medida é benéfica até para quem não tem carro novo, pois dessa forma, provavelmente os postos de vistoria não ficarão tão congestionados como observamos em 2011.

Vamos torcer para que outras medidas onde o bom senso prevaleça sejam tomadas. E boca no trombone contra os absurdos!

AC
Fotos: internet, ultimatecarpage



Carros de filme de agente secreto sempre são interessantes. Os mais famosos são os da série do agente britânico 007, atualmente de volta às origens com a Aston Martin. Os carros são equipados com engenhocas especiais para combater o crime de todas as formas possíveis e impossíveis.

Recentemente, entretanto, um novo filme de agente secreto estreiou no circuito nacional. Bem, não exatamente o conhecido James Bond, mas o também britânico Johnny English, uma sátira comandada por Rowan Atkinson, o inesquecível Mr. Bean.

Os carros especiais dos filmes de Hollywood geralmente são modificações e camuflagens de modelos convencionais adaptados para serem visualmente idênticos aos grandes modelos, como Ferraris e Lamborghinis. Para filmanges de close e cenas estáticas, os modelos originais são usados, mas em cenas de ação, os fakes entram em cena.