google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Desenho: www.autorepair.about.com

A bola da vez no segmento da reparação é a peça descrita acima como tensioner, tensionador em português. Bola da vez porque de uns tempos para cá basta o carro entrar em serviço de troca da correia dentada, que lá vem a recomendação de trocar o tensionador.

Como diz o Boris Feldman no programa de tevê dominical "Vrum", SBT, bem cedo, às 7h55, e endosso, isto é  p-i-c-a-r-e-t-a-g-e-m.


Foto: Autor

"Que se dane quem precisar passar", certamente pensa o porcalhão que tem uma postura dessas ao volante, "eu quero mais é estacionar". Pena não ter sido avistado e guinchado, só para o idiota aprender a ter mais civilidade.

A local é ao lado do prédio onde moro, em Moema.

Há coisas que só o bolso ensina, e educação no trânsito é uma delas.

BS
Fotos: Divulgação

Poucas vezes na vida andei em algo tão fantasticamente rápido: Audi RS 6 Avant. Quanto mais numa camioneta, como o Código de Trânsito Brasileiro define o veículo chamado perua entre nós - chamá-la de station wagon é meio pedante, com é também chamar utilitário esporte de SUV, jargão típico de boqueiro ou Caoa.

Deem uma olhada no motor: V-10 a 90° de 5 litros, um turbocompressor para cada fileira, a 0,7 bar, duplo comando de válvulas com variador de fase por corrente na traseira do motor, 4 válvulas por cilindro, injeção direta a 120 bars e cárter seco. É mole? O que sai disso é 580 cv de 6.250 a 6.700 rpm e 66,3 m·kgf de 1.500 a 6.250 rpm.


Apesar de morar bem perto, depois que você vai ao deserto de Salt Flats em Bonneville algumas vezes começa a pensar 3 vezes antes de ir novamente. Um amigo mandou umas fotos desse ano que teve mais  uan vez a participação do velho dragão, Ye Olde Dragon.
                      www.panteraplace.com                                   www.familycar.com

É bastante comum no Brasil confundir eixo com árvore, até em literatura de fabricante. Lê-se e ouve-se com frequência "eixo de manivelas", "eixo-comando", "eixo de transmissão",  semi-eixo", "eixo primário", "eixo piloto", "eixo da turbina", este no caso de um turbocompressor. Acho fundamental esclarecer essa questão, especialmente no caso dos autoentusiastas.

Os conceitos são bem simples de ser entendidos e a partir de agora ninguém vai mais confundir.


Um de nosso leitores, o Lúcio Amorim, nos enviou um vídeo muito bacana feito pela BMW para mostrar que tipo de relação existe entre um BMW e seus donos.

Entitulado BMW unscripetd (de improviso) o vídeo é uma narração do Sr. Murray, de 81 anos, feliz proprietário de um BMW 2800CS com caixa manual de 1969 comprado quando ele tinha 40 anos de idade - bem que dizem que a vida começa aos 40.


Tenho a mania de prestar atenção em eventos que aconteceram na história do automóvel perto do dia de hoje, data do meu aniversário (nasci em 18 de setembro de 1969). Já contei aqui que Ferry Porsche faria amanhã 101 anos, e que Ed Cole também, só que ontem, dia 17.

Apesar do convite para o VII Mopar Nationals já estar circulando no meio cibernético há um bom tempo, sempre existem os mais desatentos e esquecidos.  Então para ninguém falar que não foi avisado aí está o convite. Marquem na agenda, combinem com os amigos e familiares e, para alguns, começem a solicitar o alvará para a patroa. Melhor mesmo é ir com ela, pois o ambiente é familiar e descontraído.



Propaganda do VW Passat, década de 70. Reparem nas cores, e nas carrocerias e versões disponíveis. Por que agora é tudo cinza e sem variação???

MAO
Que existem fanáticos por relógios de pulso luxuosos, de marcas mais exclusivas que Rolex, que eu nem sei o nome, eu já sabia. O que eu não podia imaginar é que esses fanáticos compram aparelhos específicos para das corda nos seus relógios automáticos que não são usados com frequência. O relógios automáticos não funcionam com baterias e tem um mecanismo interno que dá corda conforme o movimento do braço do usuário.

Existe uma empresa que só faz aparelhos para "chacoalhar" os relógios, a Origintimes. E ela acaba de lançar um dispositivo de corda para 16 relógios. Só que esse dispositivo é montado em um bloco de motor do Veyron, que acomoda um relógio em cada um dos 16 cilindros. Só o aparelho, sem os relógios, custa ao redor de 100.000,00 dólares! Tem muito dinheiro sobrando nesse mundo...

Conheço o psicólogo Salomão Rabinovich faz bastante tempo e sei de sua atividade à frente da Organização Não Governamental (ONG) que ele criou e dirige, a Avitran - Associação das vítimas de trânsito. Merece ser conhecida e divulgada. Tem tudo a ver com o autoentusiasmo.

Um dia nós mesmos ou alguém que conhecemos poderá precisar do que Avitran oferece gratuitamente.

Hoje me chegou um vídeo sobre a Avitran,  merecedor de todo crédito, que fala de sua atividade e da necessidade de um pouco de ajuda de cada um para que possa continuar.

BS
O dia em que o Arnaldo Keller andou no 911 Turbo realmente não foi muito feliz para fotos. Mal tivemos tempo para andar no carro e fazer o filme. Uma pena. Abaixo as poucas fotos, principalmente de detalhes, que fiz um pouco antes de sairmos com o carro.



Qual foi o primeiro carro moderno a usar sistema de tração nas quatro rodas permanente, de forma que o carro pudesse ser usado no asfalto? Para a maioria das pessoas o Audi Quattro de primeira geração é a primeira resposta que vem à cabeça, mas na verdade o primeiro é o carro que vocês podem ver nas fotos que ilustram este post: o AMC Eagle.


No post Tampa Bay Museum – Parte 1 contamos a história dos primórdios dos carros com motor dianteiro e tração dianteira viabilizados pelo desenvolvimento de juntas de velocidade constante (homocinéticas). Destacamos dois modelos representativos e bem interessantes, o Ruxton 1939 e o Tracta A 1929, que provou sua confiabilidade nas pistas.

Mas a coleção desse museu ainda tem outros carros muito interessantes com tração e motor dianteiros.


Assistindo o programa Globo Esporte neste domingo para ver a reportagem do Stock Car em Bonneville, me deparei com um fato pra lá de curioso. Ano passado estivemos no Speedweek que acontece no mês de agosto neste mágico local, chamado de "meca da velocidade". Alias, estou devendo um post sobre isso até hoje...

Por Arnaldo Keller


Semana passada fizemos uma enquete entre os leitores autoentusiastas. Foi dada uma lista de sete carros que a loja Só Veículos colocou à nossa disposição e dentre eles o leitor daria seu voto, escolhendo qual carro desejaria que experimentássemos. Ganhou a picape Ford F150 V-8 Raptor SVT. Em segundo veio o Porsche Turbo.

Como a picape, recém-importada, está ainda acertando a documentação, tratamos logo de andar no Porsche enquanto esperamos a liberação da Raptor, que em breve estará nas mãos dos autoentusiastas.

Foto: Autor

CET é a sigla de Companhia de Engenharia de Tráfego, a organização para cuidar do trânsito da capital paulista criada em 1976. A sigla é essa mesmo? Eu e muitos temos dúvidas. Já ouvi Companhia de Engarrafamento de Tráfego, variando o "E" de Engenharia a Erros, Entupimento, Estupidez, Encrenqueiros e por aí vai. O fato é que tenho impressão de que a CET é tudo menos engenharia de tráfego. Vou dizer por quê.
Foto: clubelexus.com

Voltava agora à noite de um município da Grande São Paulo quando um imbecil - não há adjetivo mas apropriado - me seguiu por um tempo com os faróis de neblina ligados (não é o da foto, que é só exemplo). Como se não bastasse, levantados (como os da foto) para iluminar bem adiante, pois com a regulagem padrão o alcance é mínimo, em favor de grande campo à frente que ilumina as margens da via quando há neblina. É para isso que esses faróis servem.

Eu só queria entender qual é a graça ou a lógica de ligar os farois de neblina sem que seja necessário para a visibilidade. Será que o motorista acha mesmo que o carro fica lindão? Será pobre de espírito assim? Ou será que acha que enxerga melhor? - uma enorme besteira, pois acima de 40 km/h o carro corre mais que a iluminação desses faróis auxiliaires.

Esse é um assunto que merece ser regulamentado pelo Contran. Só assim acaba essa péssima mania. Todos, especialmente os brasileiros, só aprendem pelo bolso.

BS
Foto: mecanicaonline.com.br

Muito vem se falando de motores elétricos nos automóveis, praticamente todos os fabricantes estão às voltas com o desenvolvimento de pelo menos um modelo com esse tipo de propulsão ou já o oferecem no mercado, caso do roadster Tesla. Mas fato é que motores elétricos estão por toda parte no carro nosso de cada dia e muitas vezes nem nos damos conta disso.

Fotos: Autor e divulgação


Andei recentemente com um smart fortwo da frota de imprensa da fábrica, carro que eu tinha curiosidade de dirigir por dois motivos. Um, é a foto acima, experimentar pela primeira vez na vida a suspensão traseira De Dion, creio caso único no mundo hoje. Outro, ver/ouvir/sentir o motor 999-cm³ de três cilindros com turbocompressor.


O Marco Antônio Oliveira falou ontem sobre minha sugestão para diminuir um pouco a quantidade de papéis na biblioteca, problema sempre importante para quem adora juntar fontes de referência, como eu, ele e muitos autoentusiastas.

Nessa atividade, encontrei esse folheto, que aparece aqui escaneado, mostrando o conceito de um dos carros mais inacreditáveis jamais criados, e que não deu certo quando foi desenvolvido para produção, o Pontiac Aztek.


Conversando com o JJ este fim de semana sobre maneiras de reduzir o espaço ocupado por nossas bibliotecas sempre em expansão, o amigo me fez uma sugestão muito boa: escanear algumas antigas propagandas e folhetos publicitários. Já comecei a fazer isso, e resolvi postar algo que nem lembrava que tinha guardado: um folheto da linha Willys de 1967.

Detroit dragway, 1959, NHRA nationals. Aparece para a vistoria antes da competição um carro pra lá de estranho. Os vistoriadores e os outros competidores não conseguem disfarçar as risadas e as piadinhas; aquele cupê Plymouth 49 parecia mais uma daquelas camicletas fabricadas por caipiras de 15 anos em algum alambique ilegal no meio do mato, depois de vários goles de uísque caseiro de milho. Alto, escapamentos com cara de cornetas saindo pelos para-lamas recortados, admissão estranha com captador de ar mais alto que o teto... O carro parecia uma caricatura, uma irrelevância divertida e ridícula. Ninguém, mas ninguém mesmo, esperou nada dele.

Até que ligaram o motor. De acordo com membro da equipe: “Foi muito engraçado quando ligamos o carro pela primeira vez. Todo mundo parece que de repente ficou quieto, e olhou para o nosso lado. Em alguns segundos, tínhamos uma plateia. Ele tinha um som que era só dele...” Outro se lembra do som assim: “...como um DC-7 sem esteróides – bem profundo e grave. Nada soava como ele. Era alto como os dragsters”.


Fotos: do site do encarroçador
Um leitor, que preferiu ficar no anonimato, fez um comentário às 19h35 passando-nos o url do site  do encarroçador argentino autor desse e de outros C4 funerários, que os leitores poderão visitar. O AE agradece a esse leitor.
Indiscutivelmente, uma bela execução
BS
Foto: autor
Na recente viagem a Buenos Aires, na saída para Los Cardales pela rodovia Panamericana, nos deparamos com um cortejo fúnebre no qual um detalhe nos saltou à vista: o carro funerário era uma perua Citroën C4. Como não existe este modelo  na linha C4, provavelmente trata-se de alguma execução especial, que pode ser de algum encarroçador europeu ou argentino. Vou procurar saber e depois conto.

O fato é que é um belíssimo carro funerário no país vizinho, capaz de dar inveja ao que temos em quantidade aqui, como as muitas Caravans cujo estado está longe de ser dos melhores, isso quando não é uma Quantum também passada.

Para quem vai dentro não importa muito, mas que para familiares e amigos representa certo reconforto ver o ente querido transportado com elegância à última morada, não há dúvida.

BS
O Automóvel Clube do Brasil tem o prazer em convidar aos amigos colecionadores e admiradores do antigomobilismo a participarem do primeiro “ Salão Internacional de Veículos Antigos” da cidade de São Paulo, em parceria com a Reed Alcântara Machado, Prefeitura Municipal de São Paulo e SP Turismo; Trata-se do São Paulo Fashion Car 2010, que será realizado de 10 a 12 de setembro no Pavilhão do Parque de Exposições do Anhembi.
O “São Paulo Fashion Car” será um evento cultural onde teremos o resgate histórico automobilístico através dos automóveis clássicos antigos, da moda, da música e de palestras técnicas sobre o tema Designer. O evento foi inserido no calendário oficial da cidade e será realizado todos os anos na Semana da Pátria.
Veículos clássicos com mais de 30 anos e em impecável estado de conservação poderão participar da exposição, do leilão e concorrer a um dos prêmios que será oferecido aos melhores de cada categoria e ao prêmio máximo, “São Paulo Fashion Car”; participe da Pré seleção.
Para mais informações acesse o nosso site www.automovelclubedobrasil.org.br e veja toda a programação.


Este é o folheto de divulgação do evento que se realizará neste próximo fim de semana no Anhembi, organizado pelo Automóvel Clube do Brasil. Será uma bela exposição de carros clássicos no mesmo local onde se realiza o Salão Internacional do Automóvel.

Uma boa dica de programa para o fim de semana paulista.

MB

Sonho?!

Ter um Camaro sempre esteve entre os meus melhores sonhos. Não sei muito bem quando e como isso começou, mas deve ter sido lá na década de 70. Lembro-me que nas raras vezes que eu via Corvettes, Camaros e Firebirds eu sentia algo diferente. Mais tarde, já adulto, escolhi o Camaro como o meu carro favorito. Nem sei muito bem por que, pois não há nenhum motivo racional para isso, simplesmente escolhi. Hoje já acho muito difícil eleger apenas um carro favorito. Mas o Camaro continua ocupando um lugar de destaque, principalmente o novo Camaro.

Depois de ler o post de hoje do Alexandre Garcia, no qual ele conta o que aconteceu com o Porsche 944 de um amigo e a solução para o motor original que se quebrou, fiquei pensando como já se trocou motor na históriia do automóvel.

Na foto acima vemos um Escort 1994, que cinco anos antes recebeu motor Volkswagen AP 1800 no lugar do motor Ford CHT 1,6, que na verdade era Renault na produção brasileira do modelo - na Inglaterra tinha motor da marca, Ford legítimo.


Prezados leitores,

Eu ainda estou vivo e bem atarefado, por isso o sumiço. Mas como não existe bem que para sempre dure e nem mal que nunca se acabe, voltei.

Antes de contar o que me traz aqui de novo, umas historinhas.

As coisas são assim, umas nos atraem e nos causam alegrias, outras nem tanto. Por exemplo: eu gosto de cães. Não de qualquer cão, mas de alguns. O que não me impede de ser legal e tratar aos outros cães, mesmo de raças que não curto muito, bem. Bem até demais. Então, no meu coração de ogro, tem lugar para os meus amados Huskies, para os meus queridos pastores alemães, mas eu não consigo deixar de fora um vira-latas doentinho que me pede ajuda. Claro, sempre tem um amigo veterinário que me ajuda a remendar os coitadinhos quando eles (e eu, claro) estamos desamparados. Assim entre idas e vindas, acabei com uns amiguinhos a mais que me alegram nos meus momentos de lazer aqui no meu pântano seco do cerrado.

Outra coisa muito importante na vida são os amigos. Os cachorros são excelentes amigos, claro, mas temos amigos de verdade, pessoas bacanas que sempre fazem nossa vida ser mais legal. Uma vez eu li que amigos são a família que Deus nos permite escolher, assim, devem ser sempre prestigiados e tratados com carinho e amizade infinitos.

Há uns tempos, em uma de minhas viagens pelo país, encontrei com um amigo meu, e ele estava muito feliz. Ele tinha acabado de realizar um sonho antigo, de comprar e ter um supercarro, algo fora do lugar-comum, algo que ele realmente sentisse prazer em ter. Esse amigo comprou um Porsche 1984. Impecável, muito legal, muito bacana. E numa terça jantamos juntos em sampa, e ele foi ao jantar com o Porsche. Como estava um trânsito brabo, acabei por apenas dar uma olhada. Para facilitar, como eu sou Alexandre, com A, vamos chamar meu amigo de B.

Mesmo com o tempo horrível de ontem resolvi acordar cedo e fazer umas fotos no encontro mensal de antigos na Estação da Luz em São Paulo.

Fotografei alguns Ford A e detalhes de outros carros com destaque para o maravilhoso Lincoln Continental com seu desenho limpo e portas traseiras invertidas. Entre esses outros estão: Fusca, Kombi, SP2, Puma, Chevelle perua, Mercedes 190E 2.3, Impala, Ford Thunderbird, Cadillac, Rural e até um Fiat 147 picape.

Chevrolet small block para 2011 - sem o carburador no topo

Em fevereiro de 2011, após a abertura da temporada em Daytona, provavelmente já na segunda corrida, em Phoenix, Arizona, a Nascar estará inaugurando a era da injeção eletrônica de combustível para seus carros.

Antes de pensar o que isso significa para o esporte, precisamos saber que a pressão de combustível no sistema será sete vezes maior do que hoje, comandada por bombas elétricas como as da quase totalidade dos carros atuais de rua.

A Nascar sempre teve uma certa aversão por bombas elétricas, pelo risco que podem representar em um acidente, continuando a trabalhar após uma batida.

Arte: Divulgação Ford
A Ford usou seu Encontro Nacional de Peças e Serviço - ao contrário, Serviço e Peças me parece mais próprio, mas, tudo bem -, esta semana em Florianópolis, para anunciar a implantação do sistema de agendamento de serviço pela internet, uma medida louvável. Evidencia-se uma vez mais o alcance e o papel da internet nas nossas vidas e a preocupação da fabricante com a assistência técnica.

Foto: Autor
Como venho dizendo aqui no AUTOentusiastas, está faltando engenharia de tráfego no Brasil. O que está à frente do meu carro é uma junção de ruas, isto é, a pela qual eu vinha  - rua do Rocio - morre em outra  - rua Ramos Batista -, a primeira perpendicular à segunda. O bairro é a Vila Olímpia, em São Paulo. 

É evidente que ali não é um cruzamento. Entretanto, abaixo dos dois semáforos está escrito (ficou um pouco longe) "Nunca feche o cruzamento".


A enquete sobre qual carro da Só Veículos o AUTOentusiastas vai avaliar chegou ao fim. Foram 379 votos e a escolha de 42% dos leitores foi pela picape F150 Raptor, que no último dia abriu uma vantagem maior sobre o Porsche 911, um carro muito mais autoentusiasta. No entanto, dirigir o Raptor como no vídeo mais abaixo gera uma boa dose de adrenalina em qualquer um! 

Tá certo que a foto do Raptor pode ter influenciado. Mas a foto foi colocada para que todos pudessem ver que não se trata de uma picape comum além de ser uma novidade. O fato da picape ser V-8 também ajuda. E isso despertou a curiosidade de muitos. Nós achamos que apesar de haver um 911 entre os carros disponíveis a escolha pudesse não ser tão direta assim.


Parece brincadeira, mas não é: o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) decidiu alterar a lei da cadeirinha para carros antigos, que só possuem cintos de dois pontos (ou subabdominais) no banco traseiro. Segundo o Inmetro, não existe no mercado nenhuma cadeirinha que seja adequada a esse tipo de cinto.

O que não dá para desculpar é o terrorismo feito em cima dos pais que sequer sabiam dessa particularidade. Não duvido que muitos chegaram a comprar as cadeirinhas para só depois descobrir que não funcionariam corretamente.

Motor BMW V-12

A revista americana Automobile, que assino, fez uma levantamento interessante comparando os dados de motores atuais e antigos de alguns modelos com pelo menos 15 anos de diferença.

Com um representante americano, um alemão e um japonês, o resultado mostra que os motores de entrada das versões básicas de cada modelo atual superam as versões equipadas com os motores mais potentes no passado. Graças à tecnologia, os motores menores de hoje superam os maiores e antigos em potência e igualam-nos em torque. Controles eletrônicos em vários sistemas, sofisticados mecanismos de acionamento de válvulas e indução de ar forçada ajudaram muito a aumentar a potência de carros como o Mustang, o BMW série 7 e o Honda Accord.

E potência é o que nós gostamos! Mesmo nesse mundo cheio de restrições ao prazer.

Quando Gordon Murray criou o McLaren F1, criou o que seria o ápice do carro esporte até ali. Eu sinceramente não acreditei que nada mais perfeito teoricamente poderia ser feito para o motorista entusiasta, escrevi longas odes a ele, e coloquei seu criador num pedestal.

O que Murray fez foi pegar tudo que então se acreditava ser ideal e juntar tudo num carro só. Este conceito do carro ideal na verdade apareceu logo depois da Segunda Guerra Mundial e, personificado no grande Colin Chapman, ganhou aceitação completa, foi perseguido por todos, mas só conseguiu chegar a seu ideal perfeito, ao limite de onde poderia chegar, pelas mãos de Murray e Ron Dennis no F1.
Brasinca 4200 GT, um dos brasileiros que está no museu.

Está circulando a notícia de que o Museu do Automóvel de Brasília corre o risco de ser fechado até o final do mês. O Ministério dos Transportes, dono do local onde o museu está instalado, solicitou o imóvel para ser usado como arquivo geral de documentos.

O problema é que os carros do Roberto Nasser, antigomobilista pioneiro e curador do museu, não têm para onde ir. Os antigomobilistas e autoentusiastas de Brasília estão se mobilizando para fazer um apelo ao Ministério dos Transportes pela preservação do museu. 

Caminhões na avenida dos Bandeirantes: a farra acabou hoje
Foto: Júlia Chequer/R7

Acaba hoje a farra que durante alguns meses perturbou a vida dos paulistanos: o boicote dos caminhoneiros ao Rodoanel.

A partir desta quinta-feira os caminhões que trafegarem pelas avenidas Roberto Marinho, Bandeirantes e Afonso D'Escragnole Taunay, além da marginal do Pinheiros, das 5h às 21h, de segunda a sexta (e das 10h às 14h, aos sábados) serão devidamente autuados. Os motoristas recalcitrantes receberão quatro pontos na carteira de habilitação, além de multa média no valor de R$ 85,12

Nada mais justo para quem mora ou trabalha em São Paulo. Mas para quem não mora no estado fica a grande dúvida: se os paulistanos esperaram décadas pelo Rodoanel, como pode uma obra tão importante ser boicotada?