Foto: Fiat
Faltava potência no Punto HLX e Sporting. O motor GM 1,8 bloco pequeno de 114 cv a 5.500 rpm e 18,5 mkgf a 2.800 rpm (etanol) não era exatamente campeão. Andava, mas nada que empolgasse. Agora com o novo 1,8 "da casa" de 132 cv a 5.250 rpm e 18,9 mkgf a 4.500 rpm ficou na medida certa nessa cilindrada (motor E.torQ 1,6 também, com 117 cv, andaremos com um em breve).

O Sporting continua, agora com o novo 1,8, bem como o sensacional T-Jet, o turbo duplo-comando de quatro válvulas por cilindro, 1,4 litro e 152 cv.


Com um carro tão espetacular, só posso dizer:

Três quero-queros, e um que eu também quero.


JJ
Nesse verão comprei um novo carro, novo para mim apenas, pois é usado.

Tem poucos no Brasil. Quase nenhum.

Então, alguém pode adivinhar que carro é? Não só a marca, tem que ser o modelo também.

Se ninguém acertar, vou dar algumas dicas nos comentários. Se isso não ajudar, vou colocar mais fotos daqui alguns dias. E daqui a algumas semanas vou contar mais detalhes e um pouco da história do modelo.

Boa sorte.

As dicas:

Só um limpador? e de paralelogramo? E o capô abre para a frente? Seria um carro bem caro?

Um spoiler meio maluco, carro para alta velocidade?
A roda é tão larga assim?
Uma parte da estrutura, tão bem soldada, quase não dar para ver as emendas. Quem pode fazer algo tão bonito?
HJ


Um leitor lembrou da propaganda acima, e não resisti em publicá-la. Peruas esportivas são coisas normais hoje, mas na época desta propaganda, só existia uma: a Caravan SS.

A ferramenta Vista da Rua (Street View) do Google Mapas é formidável, podemos dar uma volta ao mundo de frente para a tela do computador. Numa rápida navegada, "tirei fotos" de alguns utilitários curiosos.

 Furgãozinho feito sobre versão SW de um modelo ainda em produção por aqui


Furgãozinho Citroën, provavelmente sucessor do Berlingo


Furgão maior, também Citroën, este nas ruas de Paris


Velho conhecido nossa, nas ruas de Milão, com carroceria vetrato


Esse não conheço, encontrado em Londres mas tem volante do lado esquerdo. Alguém sabe o que é?

Está marcado para dia 30 de setembro a estreia do Vista da Rua aqui do Brasil. O carro utilizado aqui foi o Stilo, vi um andando perto de casa. Engraçado imaginar os entusiastas de outros cantos do mundo nos olhando pela internet e vendo um monte de Kombis e Unos pelas ruas.

AC
Fotos: Gilberto Carvalho e autor
Volante de Celta 1-litro aliviado, fresado

Menos peso no volante, mais desempenho. Vamos ver como é essa história.

Quando postamos o Bola da vez em 21 de setembro, ocorreu que num dos mais de 200 comentários - recorde absoluto no AUTOentusiastas - falei dos meus dois Celtas para citar dois eventos de concessionária da marca querer me empurrar tensionadores novos na troca da correia dentada de cada um aos 60.000 km.

Nisso o leitor Gilberto Carvalho, de Curitiba, viu que eu tinha dois desses Chevrolets e fez contato com seu amigo e colunista do AE, o Felipe Bitu. O motivo do contato foi o Gilberto ter uma atividade de aliviar volantes de motor, Celta inclusive, e desejar que eu conhecesse um desses volantes que ele modifica.

No final de semana passado realizou-se o VII Mopar Nationals, um evento praticamente religioso, organizado pelo Chryler Clube do Brasil. Reúnem-se adoradores dos carros da Chrysler, chamados genericamente por Mopar, a marca utilizada pela empresa para as peças e acessórios originais (acrônimo de Motor Parts).


Foto: http://www.dangerousintersection.com/

Saiu na imprensa: "Radares novos multam quem avança o sinal de madrugada em São Paulo", título da reportagem da Folha de S. Paulo deste sábado 25/11. Segundo o jornal, a Companhia de Engenharia (?) de Tráfego (CET) instalou de novembro para cá 12 câmeras com capacidade para fotos noturnas e mais 12 estão a caminho.

Cores vibrantes, faixas decorativas, detalhes ricos e formas instigantes são elementos sempre presentes nos Mopar. Nessa segunda parte das fotos do evento há uma seleção de detalhes.


Conforme prometido aí vão as fotos do VII Mopar Nationals que começou na sexta-feira e está terminando hoje. O encontro organizado pelo Chrysler Clube do Brasil estava muito bacana e com muitos carros interessantíssimos.

Até a hora em que tive que ir embora havia pelo menos cinco Dodges Charger impecáveis de 68 a 73. Também havia alguns Challengers e um exclusivo Plymouth Duster 440 preto, além outro exclusivo Plymouth Barracuda vermelho com para-lamas alargados. Da Chrysler, o destaque foram os dois 300. Os nacionais também estavam muito bem representados com uma grande quantidade de Chargers, Darts e outros, a maioria deles em estado impecável

Este é um assunto muito falado e discutido pelos fóruns e blogs em todas as línguas, internet afora, porém todos dizem "... relação de biela maior que 0,3 é ruim, porque o motor vibra demais...". Porém o assunto nunca é mostrado em sua essência.

Sou avesso a ficar escrevendo números no blog, porque tornam qualquer assunto muito chato. Porém, este é um assunto que merece ser abordado de frente.



Não é novidade alguma que as autoridades de trânsito cada vez mais tomam ações sem raciocinar direito. Por algum motivo que não consigo entender, mudaram o sentido e os acessos de algumas ruas por onde circulo todos os dias.


Acredito que todos os leitores conheçam muito bem as defensas metálicas, popularmente conhecidas pelo termo anglicano guard rail. Trata-se de um equipamento de proteção passiva que já salvou milhares, talvez milhões de vidas mundo afora, evitando a invasão de veículos no sentido contrário em autoestradas e quedas fatais de abismos e penhascos.



Em setembro de 2004 fui cobrir a Autoclásica - é assim mesmo que se escreve - para a revista Quatro Rodas Clássicos. Meses antes eu estivera em Buenos Aires e os amigos de lá, também autoentusiastas, insistiram que o evento era imperdível.

Meus amigos me "garantiram que fariam" o tempo ser bom, então fui, e constatei que a exposição é imperdível mesmo.



A pequena maravilha que vocês podem ver acima é o Amilcar C6 de 1927. O nome Amilcar é um anagrama dos nomes dos dois sócios, Akar e Lamy, e era uma empresa francesa que se especializou em carros esporte minúsculos, alcançando grande fama e prestígio antes da Segunda Guerra Mundial. Suas carrocerias eram pequenos "torpedos" de dois lugares apenas, tão estreitas que o passageiro ficava um pouco atrás do motorista, para que pudesse caber. Os carros eram extremamente equilibrados, levíssimos e bons de andar à moda, apesar dos pequenos motores.

Foto: Autor
As superfícies catadióptricas, popularmente olhos de gato, são muito úteis quando se trata de aproveitar as luz dos faróis para balizar uma pista ou um veículo que esteja com as luzes traseiras desligadas.

A foto não mostra com clareza, mas as faixas de rolamento estão intercaladas com olhos de gato, como neste caso da Av. 23 de Maio, uma via de trânsito rápido na capital paulista, sentido sul, passando o Obelisco.



Em São Paulo estamos até acostumados a ver alguns carros abandonados pelas ruas, terrenos e estacionamentos. Geralmente são carros velhos, em mau estado de conservação.

No estacionamento do Conjunto Nacional na Avenida Paulista, entretanto, o caso é um pouco diferente. Um BMW Série 3 está aparentemente abandonado há um bom tempo. A foto é de baixa qualidade, tirada com o celular no escuro, mas há uma camada de pó de pelo menos alguns bons meses.

Os leitores conhecem mais alguns carros diferentes abandonados por aí?

MB
Se você tem mais de 30 anos, provavelmente se lembra do brinquedo acima: as miniaturas Matchbox originais, pesadas, com metal e rebites fortes o bastante para aguentar anos e anos de abusos infantis, com uma pintura igualmente resistente.

Aguentavam com grande facilidade quilômetros e mais quilômetros rodados sobre asfalto, cimento, terra, pedras, lama e não costumavam enferrujar, nem mesmo na água salgada. Sobreviviam com facilidade a um pisão ou a um lançamento a distância e a pintura custava a descascar.

Revirando meus arquivos mentais, lembro que nunca foi um brinquedo muito acessível, podendo ser encontrado apenas em lojinhas de modelismo ou em grandes lojas de departamentos. Ganhei muitos deles na infância e cheguei a comprar meu último Matchbox legítimo no "Jumbo Eletro" há exatos 20 anos: era um BMW M1 preto, que custou o equivalente a uma ou duas mesadas.

Hoje os carrinhos custam em média R$ 5,00 e podem ser encontrados praticamente em qualquer lugar. São muito mais acessíveis, mas a qualidade deixa muito a desejar em relação aos originais Made in England.

FB

Foto: www.odiario.com
Chamo o dia 22 de setembro de "Dia Mundial da Palhaçada". Simplesmente não reconheço o "Dia Mundial Sem Carro". Como autoentusiasta, tenho todo o direito de assim chamar esse movimento que muitos apreciam, mas que para mim é apenas brincadeirinha de quem não tem o que fazer, alguém ou alguns quererendo sobressair.

Não sei de quem foi a ideia exatamente, mas provavelmente partiu de um desses ecochatos que acham que a vida se resume em andar de bicicleta - de preferência todo paramentado, inclusive com aquele capacete estranho e comprido que deixa o indivíduo com crânio dolicocéfalo, longo - o oposto do curto, braquicéfalo, como o do presidente da República.


Desenho: www.autorepair.about.com

A bola da vez no segmento da reparação é a peça descrita acima como tensioner, tensionador em português. Bola da vez porque de uns tempos para cá basta o carro entrar em serviço de troca da correia dentada, que lá vem a recomendação de trocar o tensionador.

Como diz o Boris Feldman no programa de tevê dominical "Vrum", SBT, bem cedo, às 7h55, e endosso, isto é  p-i-c-a-r-e-t-a-g-e-m.


Foto: Autor

"Que se dane quem precisar passar", certamente pensa o porcalhão que tem uma postura dessas ao volante, "eu quero mais é estacionar". Pena não ter sido avistado e guinchado, só para o idiota aprender a ter mais civilidade.

A local é ao lado do prédio onde moro, em Moema.

Há coisas que só o bolso ensina, e educação no trânsito é uma delas.

BS
Fotos: Divulgação

Poucas vezes na vida andei em algo tão fantasticamente rápido: Audi RS 6 Avant. Quanto mais numa camioneta, como o Código de Trânsito Brasileiro define o veículo chamado perua entre nós - chamá-la de station wagon é meio pedante, com é também chamar utilitário esporte de SUV, jargão típico de boqueiro ou Caoa.

Deem uma olhada no motor: V-10 a 90° de 5 litros, um turbocompressor para cada fileira, a 0,7 bar, duplo comando de válvulas com variador de fase por corrente na traseira do motor, 4 válvulas por cilindro, injeção direta a 120 bars e cárter seco. É mole? O que sai disso é 580 cv de 6.250 a 6.700 rpm e 66,3 m·kgf de 1.500 a 6.250 rpm.


Apesar de morar bem perto, depois que você vai ao deserto de Salt Flats em Bonneville algumas vezes começa a pensar 3 vezes antes de ir novamente. Um amigo mandou umas fotos desse ano que teve mais  uan vez a participação do velho dragão, Ye Olde Dragon.
                      www.panteraplace.com                                   www.familycar.com

É bastante comum no Brasil confundir eixo com árvore, até em literatura de fabricante. Lê-se e ouve-se com frequência "eixo de manivelas", "eixo-comando", "eixo de transmissão",  semi-eixo", "eixo primário", "eixo piloto", "eixo da turbina", este no caso de um turbocompressor. Acho fundamental esclarecer essa questão, especialmente no caso dos autoentusiastas.

Os conceitos são bem simples de ser entendidos e a partir de agora ninguém vai mais confundir.


Um de nosso leitores, o Lúcio Amorim, nos enviou um vídeo muito bacana feito pela BMW para mostrar que tipo de relação existe entre um BMW e seus donos.

Entitulado BMW unscripetd (de improviso) o vídeo é uma narração do Sr. Murray, de 81 anos, feliz proprietário de um BMW 2800CS com caixa manual de 1969 comprado quando ele tinha 40 anos de idade - bem que dizem que a vida começa aos 40.


Tenho a mania de prestar atenção em eventos que aconteceram na história do automóvel perto do dia de hoje, data do meu aniversário (nasci em 18 de setembro de 1969). Já contei aqui que Ferry Porsche faria amanhã 101 anos, e que Ed Cole também, só que ontem, dia 17.

Apesar do convite para o VII Mopar Nationals já estar circulando no meio cibernético há um bom tempo, sempre existem os mais desatentos e esquecidos.  Então para ninguém falar que não foi avisado aí está o convite. Marquem na agenda, combinem com os amigos e familiares e, para alguns, começem a solicitar o alvará para a patroa. Melhor mesmo é ir com ela, pois o ambiente é familiar e descontraído.



Propaganda do VW Passat, década de 70. Reparem nas cores, e nas carrocerias e versões disponíveis. Por que agora é tudo cinza e sem variação???

MAO
Que existem fanáticos por relógios de pulso luxuosos, de marcas mais exclusivas que Rolex, que eu nem sei o nome, eu já sabia. O que eu não podia imaginar é que esses fanáticos compram aparelhos específicos para das corda nos seus relógios automáticos que não são usados com frequência. O relógios automáticos não funcionam com baterias e tem um mecanismo interno que dá corda conforme o movimento do braço do usuário.

Existe uma empresa que só faz aparelhos para "chacoalhar" os relógios, a Origintimes. E ela acaba de lançar um dispositivo de corda para 16 relógios. Só que esse dispositivo é montado em um bloco de motor do Veyron, que acomoda um relógio em cada um dos 16 cilindros. Só o aparelho, sem os relógios, custa ao redor de 100.000,00 dólares! Tem muito dinheiro sobrando nesse mundo...

Conheço o psicólogo Salomão Rabinovich faz bastante tempo e sei de sua atividade à frente da Organização Não Governamental (ONG) que ele criou e dirige, a Avitran - Associação das vítimas de trânsito. Merece ser conhecida e divulgada. Tem tudo a ver com o autoentusiasmo.

Um dia nós mesmos ou alguém que conhecemos poderá precisar do que Avitran oferece gratuitamente.

Hoje me chegou um vídeo sobre a Avitran,  merecedor de todo crédito, que fala de sua atividade e da necessidade de um pouco de ajuda de cada um para que possa continuar.

BS
video
O dia em que o Arnaldo Keller andou no 911 Turbo realmente não foi muito feliz para fotos. Mal tivemos tempo para andar no carro e fazer o filme. Uma pena. Abaixo as poucas fotos, principalmente de detalhes, que fiz um pouco antes de sairmos com o carro.



Qual foi o primeiro carro moderno a usar sistema de tração nas quatro rodas permanente, de forma que o carro pudesse ser usado no asfalto? Para a maioria das pessoas o Audi Quattro de primeira geração é a primeira resposta que vem à cabeça, mas na verdade o primeiro é o carro que vocês podem ver nas fotos que ilustram este post: o AMC Eagle.