PEQUENOS GRANDES PRAZERES

Fotos: autor
Uma antiga revista e um nova compra, pequenas indulgências

Adepto da filosofia que diz que é preciso saber viver e viver não é apenas existir, queria conversar com vocês sobre as possibilidades que temos de aproveitar bem a vida sem necessitar de muito para isso.

Para não parecer que é um texto de auto-ajuda, e que você está no blog errado, vamos colocar uma pitada de mundo do automóvel no contexto.

Vou começar fazendo uma paródia com o ato de escolher um carro novo (seja ele 0-km ou usado).

Para alguém que pode escolher qualquer modelo sem se preocupar com um teto-limite para o investimento, a tarefa é sem graça, basta chegar na loja da marca preferida e pedir o modelo mais caro. Sem suor, sem esforço e sem criatividade. O momento é simplificado e não ficará registrado na memória com importância.

Já para quem tem limite no orçamento o jogo é outro. Entrar todos os dias nos sites de classificados para tentar dar de cara com aquele “achado” é das tarefas mais divertidas. Descobrir quanto um conhecido pagou naquela raridade, ou pechinchar com o vendedor da concessionária que está com uma unidade muito interessante porém encalhada, passam a ser desafios e serão contados com orgulho para os amigos na mesa do bar. Amadores não tem vez nesta tacada. Adivinha quanto paguei! Basta soltar esta frase e aguardar as apostas, na esperança que sejam todas muito altas.

A conquista de um bom negócio ficará para sempre na memória, pelo simples fato de que nossa capacidade de memorizar é diretamente ligada à emoção, nos lembramos com muita facilidade daqueles fatos que tiveram grande representação emocional na nossa vida. O carro que foi comprado em um processo bacana com prazer, parcimônia, cuidado e que acabou por usar até o último centavo disponível (seja ele seu, do seu banco ou do seu cunhado) será um membro da família, não um objeto sem vida na garagem, provavelmente ganhará um nome e aparecerá nos álbuns de fotos de viagens.

Que tal nos desafiarmos a curtir o muito automobilístico por outro prisma, o carro novo que chega em casa pode e deve sim ser muito desfrutado, mesmo que ele seja simples. Tendo o pequeno e simples automóvel sido encontrado e adquirido de maneira honesta, eu vou curti-lo mesmo, p'ra valer. O sistema que me perdoe.

Certa vez estava em uma entrevista de emprego e o entrevistador perguntou-me se eu me considerava uma pessoa organizada. Obviamente disse que sim. Então ele propôs um desafio para pôr minha afirmação à prova. Perguntou-me em seguida se o carro que estava lá fora era o meu, eu confirmei e ele disparou: podemos ir verificar se o porta-malas do seu carro está limpo e organizado? Sem hesitar eu disse que sim, de uma maneira tão contundente e segura que ele sequer quis ir averiguar se era verdade.

O que ele não sabia era que o desafio era uma barbada para mim, não pelo fato de ser organizado, mas porque minha relação como o automóvel tem um quê de especial. Não me importo em ser organizado, mas acho uma grande curtição ter um carro limpo e arrumado. A experiência de guiá-lo fica mais completa assim e pronto, não precisa querer entender. Curto também a chance de encontrar um momento para deixar o carro em ordem, encaro como um prazer, não uma obrigação.

Bom, acabei desistindo do emprego, mas continuei mantendo sempre meus carros com o porta-malas organizado. Nunca perguntaram de novo.

Tem outras curtições que não custam muito e poder ser bacanas, entusiastas e prazerosas, basta querer que assim seja. Que tal tentar identificarmos algumas delas?

Não precisa ser grande para ser legal

Pode ser aquele boné superdescolado, temático, com a logo da sua marca de sonho, que muitas vezes é o mais perto que você pode chegar dela.

Ou mesmo descobrir que o seu usado teve alguma passagem histórica legal, encontrar um antigo proprietário e ele comentar sobre o carro, retornar a algum ponto onde tenha sido feita uma foto anteriormente, ou até mesmo refazer uma viagem.

Manter os pneus do possante limpos, calibrados e com aspectos de novos, também pode ser um grande barato.

Ganhar um upgrade na locadora de veículos. (clássica mas tento sempre).

Orgulho de montar seu próprio modelo

Trocar as palhetas do limpador de pára-brisa e aguardar a próxima chuva para conferir como ficou melhor. Rodar com pneus novos. Montar seu próprio carro, mesmo que ainda não tenha conseguido colocar um motor e tratar-se apenas de um kit de modelismo.

Coisinhas de ontem, hoje e amanhã

Guardar na gaveta aquele chaveiro bacana que você ganhou e fica ali guardado esperando um carro legal chegar para poder usá-lo. Usar um arsenal de guerra, com cera, verniz e tinta para retocar aquele mínimo detalhe um risquinho na parte de baixo da porta, que ninguém percebe, mas o incomoda.


Pronto para a guerra

Dar mais uma volta no quarteirão, apenas para esperar frivolamente que aquela música preferida tocando no rádio chegue até o final.

Encontrar na caixa de correio aquela encomenda que chegou trazendo a peça que faltava para o seu antigo ficar perfeito. Rever "Bullitt" ou "American Graffiti" muitas e muitas vezes e sempre achá-los o máximo.

Abrir um livro sobre carros novinho em folha e ouvir o discreto som das folhas se separando e revelando aquela foto caprichada. Pegar uma xícara de café e passar a tarde chuvosa de sábado saboreando o texto.

Nada como um bom livro

Comprar uma miniatura e deixar ela intacta na embalagem, sem abrir, sei lá por quê.

Batmóvel para a posteridade

Passar em um sebo de livros e revistas, daqueles típicos do centro da cidade, e gastar meia-hora para encontrar uma saudosa edição pelo preço de um litro de combustível.

Achar algo solto dentro do carro, que você desconfia ser o responsável por aquele barulhinho irritante e dar uma volta no quarteirão só para curtir o novo silêncio que você estava esperando. Conseguir aquela vaga isolada no fundo do estacionamento, que deixa as portas dos carros vizinhos a pelo menos dois metros de distância da nossa.

Saudosismo guardado na gaveta

Conseguir chegar ao posto de gasolina de sua preferência ainda com o motor funcionando, mesmo que o indicador de combustível estivesse tentando convencê-lo de parar para abastecer muitos quilômetros antes.

Passar o fim de semana todinho com o carro limpo e encerado, sem que caia uma gota de chuva sequer. Acertar a baliza de primeira, ainda que tenha sido com o pouco de sorte, e ter uma testemunha do outro sexo para admirar o feito.

Trazer seu velho companheiro para casa, depois de um período ausente na oficina mecânica ou na reparação da carroceria e pintura. E de novo dar mais uma volta no quarteirão só para experimentar como ficou.

Achar no fundo de uma caixa, durante a mudança para o novo apartamento, uma lembrança retirada do antigo carro do seu velho.

Lembrança de um velho conhecido

Ter um amigo rico, lá como descrito no começo do post, que não se importa em deixar você dar uma volta no último veículo exclusivo que ele comprou. Afinal, para ele pode ser apenas mais um entre tantos que pode ter. Porém para você é o modelo dos sonhos e além de ficar muito bem na fita, desfilando na máquina exótica vai poder contar mais uma história legal na mesa do bar.

FM


40 comentários :

  1. Ah! Como eu gostaria de comprar um Subaru Impreza 2.0 sem graça.

    Agora eu vou continuar a leitura, hehehe...

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  2. Até hoje uso na porta de minha casa um chaveiro da Renault. Ele é de 2004.

    Bem que eu queria ter continuado cliente dessa marca, mas eles não quiseram...


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  3. Ficar meio irritado quando alguém que está de carona resolve mexer nos difusores do ar condicionado, do nada, num gesto rápido, como em um ataque soviético sem chances de defesa!

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    1. Lorenzo Frigerio01/02/14 16:51

      Tem coisa pior: quando você vai pegar o carro na mão do valet, e vê que eles mexeram nessas coisas - sendo que estão lá para você não ter trabalho, e estão sendo pagos para isso. Aliás, TODOS eles, sistematicamente, desligam o ar condicionado do carro.

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    2. Lorenzo
      Sabe que isso de que você não gosta não me incomoda absolutamente? Pelo contrário, é sinal de que o manobrista se preocupou em dirigir na posição correta para ele. Quanto a desligar o ar-condicionado, presumo que seja para reduzir a carga de partida e evitar problemas no estacionamento.

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    3. Me irrita muitíssimo quando um mecânico resolve ajustar o freio de mão sem eu ter pedido.

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  4. O prazer de dirigir a 70 km/h em uma estradinha boa e isolada com os quebra-ventos jogando o vento direto na nossa cara enquanto a gente põe o braço pra fora e bate na porta ao ritmo da música que está na nossa cabeça, pois o rádio está desligado para não estragar o barulho do motor, e ao olhar para o lado você vê a sua namorada com um sorriso no rosto porque ela te entende... ah, como eu sou sortudo!

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    1. Guilherme, você tem duas preciosidades para preservar. Um carro com quebra-ventos e uma namorada que entende seu prazer entusiasta. Abraço!

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  5. "Rodar com pneus novos"
    "Encontrar na caixa de correio aquela encomenda que chegou trazendo a peça que faltava"

    Isso me lembra uns 7 meses atrás, quando finalmente troquei os pneus do meu Optimus Prime, que já vinham pedindo arrego fazia tempo... a chegada dos pneus e andar com o carro depois de montados foi algo simplesmente inesquecível... parecia que o carro era zero km.

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    1. Lorenzo Frigerio01/02/14 16:54

      "Encontrar na caixa de correio aquela encomenda que chegou trazendo a peça que faltava".
      Completando a sentença: "e descobrir que, dessa vez, a alfândega resolveu não te achacar".

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  6. Se irritar com aquele caroneiro que vai descer em menos de 5 minutos e fica mexendo nas regulagens do banco do passageiro.

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    1. Pior é o mecânico que vai colocar seu carro no box de serviço, a vinte metros de distância, e mexe nas regulagens do banco do motorista.

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    2. Diego e Alexandre, também me tira do sério quando o caroneiro ou o mecânico batem a porta do carro com força suficiente para fazer ela passar para o outro lado. Irrita e doi na alma. Até mais.

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  7. Madeira
    Muito legal seu texto. De alguma forma complementa o que o Arnaldo escreveu ontem..
    Também adoro essas memorabilias automotivos..
    Nada como pequenas indulgencias automobilísticas !!!

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  8. Engraçado como pra mim lavar o carro é uma terapia. Minha mulher fica pra morrer, rsrs
    Outra coisa que dói é quando vc pega um buraco ou qualquer coisa causa um dano ao carro, minimo que seja, como aqueles "coquinhos" que caem da arvore, aquilo pra mim dói como ver uma criança apanhando de um pai na rua, ou o coco do passarinho no carro no dia seguinte ao que você lavou..

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    1. ultimamente tenho lavado carro nestas duchas com cera, o camarada é bem caprichoso; etc mas, sinto que o carro sente falta do proprio dono lava-lo; então, eu mesmo faço o serviço..aquele tal negocio de dar uma lavadinha nas frestas da grade; por baixo das portas....etc; é sempre bom e o carro "sente" esta carinho.rs. outra coisa legal é quando voce faz rodizio dos pneus; alinhamento; balanceamento e sai com o carro que ate parece "zerado"...num tem coisa melhor.....parabens pelas indulgências.....

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  9. caraca. Não lembrava daquele chaveirinho da chevrolet que era do alarme. Meu pai teve um chevette e um kadett que usavam esse alarme. Tinha de passar no vidro para o carro funcionar...
    Boas miniaturas hot wheels. Nos ultimos anois a mattel tem dado atenção maior para o Brasil, fabricando modelos brasileiros (SP2, Brasilia, Opala e agora o Charger brasileiro). Tb faço coleção de hot wheels, um vício bom e na medida do possivel barato.

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  10. "Guardar na gaveta aquele chaveiro bacana que você ganhou e fica ali guardado esperando um carro legal chegar para poder usá-lo."
    Pensei que só eu fizesse isso!
    Certa feita ganhei do meu irmão um chaveiro bacana, com embalagem e tudo, que foi um brinde do banco que opera o leasing de determinada montadora, e o guardei com carinho. Uns dois ou três anos depois acabei comprando um carro zero quilômetro dessa mesma marca, e ao chegar em casa de imediato me lembrei do chaveiro. Foi uma satisfação enorme colocar o chaveiro que havia ganho na chave do novo carro. Mesmo que não tenha sido comprado por leasing... Mas era um chaveiro bacana, exclusivo e daqueles emborrachados, que não batia na coluna da direção - se tem coisa que eu detesto é chave de carro com chaveiro barulhento de metal.

    Tenho em torno de 300 miniaturas, talvez umas 30 ou 40 delas cuja embalagem nunca foi aberta. Não sei explicar a razão.
    Essas miniaturas, minha coleção de revistas e algumas caixas contendo peças, que guardo desde os tempos em que trabalhei em revenda de carros, têm sido um objeto da discórdia entre minha esposa e eu.
    Enquanto ela não disser "ou as bugigangas ou eu", eu não preciso me preocupar em escolher uma das duas!!!

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  11. Lorenzo Frigerio01/02/14 16:52

    Felipe, você tinha que estar lá, no anúncio dos postos Ipiranga!

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    1. Lorenzo, não estava lá mas me idenficava neles. Valeu!

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  12. Uma que eu faço sempre, é procurar aquela vaga isolada que deixa meu carro loooooonge das portas dos carros alheios. E bota aí na sua lista de prazeres: olhar para um carro de cinco anos com a lata lisinha, he, he! Sou o único morador do meu prédio que não deixa as chaves do carro na garagem.

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    1. Mr. Car, empatamos então nesses quesitos, hehe!!!!

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  13. Pegar o carro nas mãos do valet??? Se eu não puder manobrar o carro em algum estacionamento (e levar as chaves), saio e procuro outro onde possa. Simples assim. Tem gente que larga o carro até nas patas de flanelinhas. Um sujeito desses devia ter o carro confiscado, e ser condenado a andar a pé o resto da vida, para aprender a dar valor ao que tem, he, he!

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    1. Já pensei assim. Hoje ou eu deixo o carro com os manobristas do estacionamento do prédio ou vou de ônibus. Prefiro meu conforto, meu carro serve para isso.

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  14. Essa do valet, usei a idade do carro pra escapar . Fui a um casamento no meu Corcel II 79, e o estacionamento era assim. Quando o cara pediu as chaves, eu falei que por ser um "carro velho", o cambio estava ruim, e a ré só engatava "com jeitinho", e se ele não tinha uma vaga, que eu mesmo o estacionaria.

    Dito e feito: "faz o seguinte, pára ali, ó, do lado da rampa"... disse o dono do estacionamento.

    E, mais uma, um prazer imenso foi achar a a revista de 1979, tendo na capa o próprio, num comparativo, "Corcel II 1.6 x 1.4. Saiba qual o melhor" .

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  15. Mr. Car, concordo em gênero, número e grau. Carro sempre o mais distante possível dos outros, no estacionamento e nunca deixar a chave em mão de manobrista, pelo menos é o que eu faço. Minha esposa hoje em dia compreende esse meu comportamento, mas antes era sempre uma briga.

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  16. Marco Brito02/02/14 01:40

    Graças a Deus não sou o único a sofrer de todas essas doenças, manias ou o que prefiram. É incrível, mas parece doer em mim quando pego um buraco e percebo a suspensão batendo.

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  17. Só um detalhe, cuidado ao trocar as palhetas e aguardar a chuva para testá-las. Peça para alguém jogar água com a mangueira e teste antes de sair a chuva.

    P500<<

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  18. Corsário Viajante02/02/14 13:31

    "Guardar na gaveta aquele chaveiro bacana que você ganhou e fica ali guardado esperando um carro legal chegar para poder usá-lo."
    Tenho um aqui na gaveta, aguardando o carro certo chegar.

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  19. Poder lavar o proprio carro esta em extincao nos dias de hoje, as vezes quando chove desco e uso a agua da chuva pra lavar do meu jeito. Tambem tenho algumas manias esquisitas de autoentusiastas, alem de uma colecao de miniaturas com algumas fechadas tambem.

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  20. Tirar um sábado ou domingo pra lavar, passar massa polidora e encerar a moto, sem pressa, ouvindo Lynyrd Skynyrd e tomando uma Heineken. No fim do processo ver que ela brilha tanto que se o sol bater muito forte causará cegueira nos outros motoristas. Dar uma voltinha no quarteirão com ela reluzindo, de preferência num local onde haja aquelas portas de vidro escuras, pra você ver o reflexo e os cromados todos perfeitos...

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    1. Danilo, curto muito o reflexo nos vidros. As vezes penso como ficaria legal um espelho gigante na parede da garagem.

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  21. Muito bom! Adoro esse tipo de post!

    Também tenho essas manias de entusiastas... costumo discutir, tentar explicar, defender com pessoas "normais" em vão. Nunca nos entenderão.

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    1. Bibira, valeu pelo seu comentário! Continue lendo AUTOentusiastas que encontrará bastantes A-normais para entender nossas manias.

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  22. Muito legal... Galera... "viver não é apenas existir" Meu carro tem nome e sobrenome... feminino é claro... lava-la é uma terapia... procurei o modelo e a cor por meses nos sites, achei que nunca encontraria uma em bom estado... economizei cada centavo durante 4 anos para compra-la... a satisfação em ter o modelo dos meus sonhos na garagem, é inexplicável... Sabe uma coisa que eu faço também, que ninguém comentou.... Sempre quando paro o carro, dou alguns passos a frete, e em seguida, olho para ver como ficou... não resisto em pensar... que coisa linda, maravilhosa... fica paradinha ai que já já eu volto... Abraços...

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  23. FM,
    ótimo mesmo !!!!
    Tô dentro. Cada um com suas manias. A melhor delas é estacionar nas melhores vagas, onde ninguém te dá portada nem esfrega os rebites da calça jeans, ou as fivelas de bolsas.

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  24. Gostei do post Felipe, me fez lembrar de alguns dos meus:
    - Comprar óleo, filtros, velas, etc e depois fazer eu mesmo a troca em casa. Da uma trabalheira mas eu gosto.
    - Lavar o carro ou a moto em casa, depois sair para dar aquela secada básica no vento e completar a secagem calmamente com pano.
    -Dar aquele rolé por aí com o carro impecavelmente limpo.
    -Ir até uma autorizada fazer test drive de um lançamento.
    -Falar ou escrever sobre carros e motos.
    -Ir a encontros ou esposições de carros antigos.
    A lista seria longa mas vou parando por aqui.

    ABRAÇOS.

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    1. Sergio, legal seu comentário, obrigado. Eu gostava muito de ir até os concessionários autorizados, mas tem ficado chato agora que pedem todos os seus dados para cadastro e ficam no seu pé, grudados como vendedor de sapatos. Na semana passada uma vendedora me perguntou para quando era a minha previsão de compra, entetiado eu respondi: "depois do natal".

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    2. kkk...É verdade, mas isso não me incomoda muito. Também não tenho feito ultimamente, mas é porque não tenho arrumado tempo.

      GRANDE ABRAÇO.

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