NOTÍCIA: ANFAVEA INFORMA RESULTADOS DE JANEIRO

A Anfavea informou hoje os resultados do primeiro mês do ano.

Licenciamentos
Os licenciamentos de automóveis e comerciais leves novos nacionais em janeiro foi de 235.520 unidades, queda de 12,5% sobre dezembro, 269.291, mas 1,2% melhor que janeiro de 2013, quando foram licenciados 232.836  de veículos dessa categoria.

Nos importados, mesmo segmento, queda de 3,5% sobre dezembro, 64.582 contra 66.939 unidades, com ligeiro ganho sobre janeiro de 2013, 0,4%, apenas 230 veículos mais.

Considerando nacionais e importados, foram licenciados 300.102 veículos, menos 10,7% em relação a dezembro (336.230), mas com 1% mais (2.914 unidades) que em janeiro de 2013.

Os importados representaram 20,7% do mercado de automóveis e comerciais leves em janeiro, contra 19% em janeiro e 18,8% no ano passado.

Produção
Foram produzidos 221.183 automóveis e comerciais leves em janeiro, 716 veículos menos que em dezembro, 0,3% de queda. Mas a produção despencou comparando este janeiro e o último, que fora de 276.493 unidades, tombo de 20%.


Exportações
As vendas externas totalizaram US$ 886.200, queda expressiva de 26% sobre dezembro e 13,3% que o mesmo mês do ano passado, quando havia chegado a US$ 1,022 bilhão.
Em unidades montadas, foram exportadas 24.128 unidades, enquanto em dezembro esse número foi de 43.298 unidades, portanto queda forte de 40,3%. Comparando com janeiro de 2013, menos 28,9%, quando foram exportados 34.339 veículos montados.
O volume de CKD (desmontados) foi de  902 automóveis e comerciais leves, contra 1.584 em dezembro, queda de 43%. Em relação a janeiro de 2013, queda de 41,2%, quando foram embarcadas 1.536 unidades CKD.

Emprego
Em janeiro a indústria automobilística de veículos leves e pesados empregava 131.698 pessoas, praticamente o mesmo número de dezembro (131.595), 0,1% mais, mas aumentou o número de postos de trabalho na comparação com janeiro de 2013, quando era de 131.565, portanto variação também positiva de 0,1%.

Classificação




Fabricante
Autos
Com. leves
Total
%










Fiat
47235
15814
63049
21,01


VW
44853
10379
55232
18,40


GM
44039
9853
53892
17,96


Ford
21785
7593
29378
9,79
67,16
4 grandes
Renault
15785
5953
21738
7,24


Hyundai Br
13539
0
13539
4,51


Toyota
7825
5049
12874
4,29


Honda
10114
742
10856
3,62


Outras
4337
4744
9081
3,03


10º
Nissan
5333
967
6300
2,10


11º
Citroën
5952
279
6231
2,08


12º
Mitsubishi
377
4754
5131
1,71


13º
Peugeot
4610
387
4997
1,67


14°
Hyundai Imp
1264
3419
4683
1,56


15º
Mercedes
987
806
1793
0,60


16º
Audi
629
272
901
0,30


17º
Iveco
0
321
321
0,11


18º
Subaru
6
56
62
0,02


19º
Mahindra
0
39
39
0,01


20º
Agrale
0
5
5
0,00




228670
71432
300102
100,00




Fonte: Anfavea


Atualizado em 7/02/14 às 12h45, correção do número de funcionários na indústria em janeiro de 1913. 

8 comentários :

  1. Oie,

    O AUTOentusiastas poderia fazer uma lista dessas com os quinze veículos (carros e com. leves) mais vendidos.

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    1. CCN 1410
      Boa idéia, vamos cuidar disso.

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  2. Quais são os comerciaus leves da Honda e da Totota?

    Renato

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    1. Os que não são automóveis: CR-V, Hilux, RAV4 etc.

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  3. BS, eu não entendi uma coisa:

    "Em janeiro a indústria automobilística de veículos empregava 131.698 pessoas, praticamente o mesmo número de dezembro (131.595), 0,1% mais, mas aumentou o número de postos de trabalho na comparação com janeiro de 2013, quando era de 151.374, portanto variação positiva de 1,4%."

    Você não quis dizer que ouve um recuo nos postos de trabalho visto que em 2013 tinha 151mil e hoje 131mil???

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    1. não sou fão...
      O número de pessoas empregadas em janeiro de 2013 era 131.565. O número 151.374 inclui os trabalhadores da indústria de máquinas agrícolas e rodoviárias (19.809), da qual não comento por ser fora do tema do Ae. Transcrevi o dado errado, já vou corrigir e agradeço seu alerta.

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  4. Corsário Viajante07/02/14 19:01

    Quase 70% do mercado em quatro mãos... OU se preferir, pouco menos de 60% em três...
    A concorrência, pelo jeito, anda meio preguiçosa!

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    1. A concorrência que tinha a chance de entrar com preços menores para forçar a competitividade e ganhar mercado, preferiu sucumbir a ganância do mercado brasileiro e perdeu a grande chance de alavancar as vendas e reduzir os preços dos automóveis no Brasil, vide os preços abusivos da Hyundai e da dupla Honda e Toyota. Ou seja, não querem ganhar mercado, querem vender pouco e ganhar muito. Assim o quarteto fantástico continua a sair ileso dessa briga e fazer o que quiser com o mercado, e nós ou andamos de carro usado com peças e mão-de-obra de terceiro mundo ou vendemos um Rim pra comprar um carro zero!

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