FOCUS TITANIUM SEDÃ, RODANDO COM ÁLCOOL

Fotos: Paulo Keller e autor



Os leitores certamente se lembram que estive no lançamento do novo Focus, realizado em Mendoza, na Argentina, em setembro, seguido de amplo post sobre o novo Ford. Fora mudanças de estilo e incorporação de itens da alta tecnologia minuciosamente citados naquele post, o grande salto no Focus foi, sem a menor dúvida, a adoção da injeção direta de combustível num motor previsto para funcionar tanto com a gasolina alcoolizada brasileira, quanto com álcool, puros ou misturados, dentro do conceito de ser flexível em combustível. Mas por questão de logística, já que o Focus é fabricado na Argentina, os carros da apresentação eram versão de mercado "não Brasil", que além de não serem flex rodaram com gasolina de lá, no caso a Super de 95 octanas RON, sem álcool. Outro motivo para isso foi o lançamento atender a imprensa brasileira e também toda a imprensa latinoamericana, em que não lhes interessava absolutamente dirigir uma versão que nunca terão em seus países.

Linhas atuais envolvem um excelente motor

Por isso, deixei Mendoza curioso sobre como seria o funcionamento do Focus 2-litros de injeção direta com álcool, o que só veio a ocorrer nos últimos dias. A curiosidade, além de natural, tinha outro motivo, o de que vinha sendo falado de que injeção direta e o nosso álcool puro eram incompatíveis. A razão, alegava-se, era não haver tempo suficiente para completa vaporização do álcool — bem mais difícil do que a gasolina, como se sabe — no breve intervalo de tempo entre a injeção e a ignição. Isso era dito não só pela própria Ford, como num workshop organizado pela fabricante ao qual compareci, dito por um engenheiro de motores, como nas conversas com as engenharias de outros fabricantes. Seria possível a injeção direta só se o álcool contivesse 15% de gasolina, que agiria como um "catalisador" no sentido de ajudar a vaporização. Inclusive, existe exatamente o mesmo motor Duratec aplicado no Focus comercializado nos EUA numa versão flex. Só que lá o álcool é o chamado E85, expressão que significa mistura de 85% de álcool anidro (sem água) e 15% de gasolina.

Duratec 2-litros de injeção direta, brilhante

Pedi à Ford que abastecesse o Focus com álcool, era esse o combustível que me interessava avaliar no novo carro de injeção direta. Nem me preocupei em vê-lo rodar com nossa gasolina, uma vez que tal calibração é uma técnica amplamente dominada, que não representa dificuldade maior faz tempo. Só lamentei estarmos num verão particularmente quente, pois eu gostaria de observar partida a frio e fase de aquecimento sob temperaturas mais baixas.

Rodei na cidade e na estrada, numa ida ao Rio. A resposta à minha dúvida é um funcionamento irrepreensível do motor (pelo menos no calorão que fez uma semana atrás). Não deve nada ao carro que dirigi na Argentina em termos de progressividade de aceleração e nas respostas ao acelerador. As trocas para marcha superior eram a 6.700~6.750 rpm, pouco mais que as 6.500 rpm antes observado. Os 3 cv mais (178 x 175 cv, 1,7% mais) praticamente não se fazem sentir, embora em rotação bem baixa nota-se o motor mais responsivo devido ao torque 1 m­·kgf maior com álcool , 22,5 m·kgf contra 21,5 m·kgf.

Com autorização da Ford, levei o carro ao autódromo de Interlagos para ajudar o amigo Jan Balder em seu rali realizado no sábado 15/2, no sentido de antes da prova dar três voltas com os concorrentes me seguindo para mostrar ao traçado da pista aos que nunca haviam dirigido lá, que lhes serviu também como um pequeno treino. Nessas três voltas — duas séries de três, para a categoria Clássicos e Modernos — experimentei as trocas manuais do câmbio robotizado PowerShift em uso de pista, que não havia feito em Mendoza, e posso dizer que o recurso de usar a tecla na manopla da alavanca não serve para essa finalidade, mas apenas para selecionar marcha em caso de se precisar de freio-motor, como numa descida de serra. Depois de duas voltas ainda na primeira sessão deixei os duendes do câmbio trabalhar, e trabalharam mesmo bem.

Aguardando o momento de sair para dar três voltas no rali do Jan Balder (foto do autor)

Nessa viagem ao Rio, usando o controle de cruzeiro regulado para 124 km/h, o consumo médio de álcool foi de 10,3 km/l, ar-condicionado ligado o tempo todo, o que considero muito bom. Na cidade variou entre 7 e 8 km/l, dependendo do tráfego. Portanto, elogiável a injeção direta.

Tenho que parabenizar Ford pelo carro como um todo. O comportamento em curva é mesmo notável, tanto nas curvas de alta do final do retão de Lorena em diante quanto no autódromo, em que andei no seco e no molhado.

No autódromo, uma surpresa: na tela do monitor, enquanto exibindo emissora de rádio selecionada, o GPS ia informando, no canto superior direito, em que ponto do circuito o carro se encontrava!

GPS informando a curva Laranjinha (foto do autor)

BS




127 comentários :

  1. Curioso o fato de ter um aumento de 1,7% em potência, ante 4,8% em torque, usando álcool. O que temos visto em motores com injeção indireta é um aumento maior de potência, e não de torque. Teria alguma relação com a taxa de compressão ou apenas o tipo de injeção?

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    1. Marcos,
      Francamente, não sei dizer, exceto que gasolina e álcool têm comportamentos bem diferentes.

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    2. TALVEZ o aumento de potencia não seja muito grande devido a injeção direta.(vou explicar a minha teoria)
      como a potencia maxima se da em rotações altas, a injeção tem q trabalhar mais rapido para acompanhar a o giro do motor. e talvez por isso o alcco não tenha tempo de se vaporizar totalmente, perdendo (levemente) eficiencia em altas rotaçoes, por isso o aumento de potencia é baixo, apesar do ganho de torque ser alto.

      eTALVEZ o aumento de pontencia em motores com injeção indireta seja porque o limitante para a potencia maxima do motor seja a quantidade de ar na mistura. onde o alcool precisa de menos ar, portanto a altas rotações a mesma quantidade de ar gera mais potencia. (isso talvez tenha a ver com as entalpias dos combustiveis tambem)]

      (ainda não terminei meu curso de engenharia)

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  2. Só um errinho que passou despecebido: consumo é em km/L, suponho, e não km/h.

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  3. Gosto muito...meu sogro tem um hatch 2.0 powershift...é um dos melhores carros na faixa de preço sem sombra de duvidas. O problema que ele já foi premiado com o furto do mesmo...e acharam. Só que para um estepe e o miolo da chave, já se vão incríveis 60 dias...e nada de peça. Claro, o carro está parado, com a bagatela de 400 km...

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    1. 911 Turbo
      Não tem jeito, fabricantes não aprendem. Chamo isso de doença, holeritite, ou seja, o que interessa é o depósito em conta do pagamento no fim do mês. O resto? Ora, o resto...

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    2. E a Ford fazendo forca para estragar o que e bom.
      Para variar!

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    3. Depois quando o povo escolhe Fiat e VW, muitos dizem que o sujeito não entende nada de carro. Mas assim fica difícil...

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    4. Para quem acha que não, Fiat também é uma bela enrolona. Bateram na porta do Siena EL de uma tia, fazem 2 meses e até agora as concessionárias não tem uma porta ainda, 2 MESES!

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    5. Estranho um motoqueiro acertou um vizinho que tem um Siena EL aqui...já foi concertado......

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    6. só se for concertado mesmo Daniel.

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    7. Daniel,

      não sei qual a sua cidade, mas aqui em Fortaleza há uma grande carência de peças nas concessionárias Fiat. Me informei melhor com meu pai e na verdade, o carro já vai no seu 3º mês esperando a porta, felizmente o amassado não impede em nada o uso do carro, senão imagina aí, 3 meses a pé [o carro extra do seguro é no maximo 1 mês, além disso tome diária].

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  4. No alcool o ponto de ignição avança...e "solta o motor". Fica muito melhor.

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  5. Bob, realmente o trem de força é espetacular nesse novo Focus!

    Pena que, em termos econômicos, o álcool esteja cada vez menos vantajoso... Fim de semana passado estive em São Paulo e paguei R$ 1,86 num posto do Extra. Em BH, encontro a R$ 1,99. De vez em quando abasteço com álcool só pra sentir o motor um pouco mais esperto.

    Quanto à troca de marchas manual, nunca dirigi carros com esse sistema, mas concordo que deve ser muito incômodo para usar além das reduções. Faltam borboletas ou um canal no próprio console da alavanca para seleções manuais.

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    1. Aqui em Brasília o álcool tá a pechincha de R$ 2,39 em quase todos os postos... meu carro fica bem mais esperto com álcool, a despeito dos míseros 2 cv a mais, mas a relação preço/consumo fica inviável.

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  6. Maravilhoso o trabalho que a Ford fez nesse motor, esperava ansioso pra saber como seria esse motor Duratec com injeção direta. Já era hora de termos tecnologia mais avançada nos nossos motores, ainda mais no segmento dos sedãs médios; ainda não tive a oportunidade de experimentar um, mas pretendo fazer isso assim que possível. Bob, uma dúvida, esse Duratec 2.0 é o mesmo do antigo Mondeo, modernizado, ou é um motor inteiramente novo?

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    1. Davi
      O que me consta é que o mesmo motor atualizado.

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  7. Obrigado por disponibilizar a foto do motor sem a cobertura. O que é bonito é para ser mostrado...

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    1. Vilchez
      O modelo não vem com cobertura. Certa a Ford nisso.

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    2. Corsário Viajante24/02/14 13:34

      ia comentar o mesmo, que beleza ver um motor exibido sem pudores! Um pequeno toque "entusiástico"...

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    3. Certa a Ford em dispensar a cobertura do motor, mas é certo também que o visual não é dos mais bem organizados, dá impressão mesmo que havia uma tampa escondendo toda a bagunça e foi retirada para a foto.

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  8. Vamos ter que esperar para ver como fica a carbonização das válvulas de admissão, comum em motores com injeção direta.

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    1. Impossível isso, só passa ar pelas válvulas de admissão. O combustível é injetado na câmara sob pressão de 250 bares.

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    2. A carbonização é provocada pelo óleo do carter que entra na admissão através da válvula PCV e pelos gases de escape sugados através da EGR.

      Nos motores sem injeção direta a mistura ar- combustível que passa pelas válvulas retira os resíduos e impede a carbonização. Nos de injeção direta, como você mesmo disse, só passa ar e os resíduos permanecem na válvula e com o tempo provocam a carbonização.

      Verifique fotos no link abaixo:

      http://www.audizine.com/forum/showthread.php/298455-Carbon-Buildup

      Este é um problema bem conhecido, mas parece que você nunca ouviu falar nele.
      Há inúmeros casos envolvendo motores com injeção direta.
      Google it.

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    3. Olá Bob. Eu pensava o mesmo até ver como ficaram as válvulas do motor THP do Peugeot 3008 desmontado pela 4R. A carbonização nesse caso não foi pelo combustível, mas provavelmente devida aos retentores das válvulas que deixavam passar óleo até sua sede.
      http://quatrorodas.abril.com.br/galerias/especiais/desmonte-peugeot-3008-allure-712392.shtml#foto12

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    4. Esse motor não tem EGR e é preciso muito vapor de óleo, típico de motores gastos, para provocar o problema. Você conhece algum trabalho técnico confiável a respeito? E lembre-se que o álcool é um ótimo agente limpador de depósitos de frações pesadas dos hidrocarbonetos. Se fosse um problema bem conhecido, como você diz, eu teria tomado conhecimento dele.

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    5. Veja link abaixo (artigo de 2011)

      http://www.edmunds.com/autoobserver-archive/2011/06/direct-injection-fouls-some-early-adopters.html

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    6. Tudo bem, mas diante dos milhares ou milhões de carros DI vendidos, não me parece nada tão endêmico ao ponto de soar o alerta vermelho. Mais ou menos como os alardeados casos de tendinite dos digitadores de computador dez anos atrás, hoje não se fala mais nisso. Correção: a pressão de injeção no Focus é 150 bares, não 250 bares como eu havia escrito.

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    7. Boa noite Bob! Esse negócio de tendinite em trabalhadores é comigo! Kkkkkk. Realmente houveram casos, mas a epidemia foi mais política que real. Tava bem liso no dia com a chuva- mas uma delícia! Gde abs!

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    8. A carbonização das válvulas de admissão e parte do duto de admissão do cabeçote tem ocorrido com certa frequência nos motores com injeção direta. Na Europa a pelo menos 2 anos vem sendo levantado esse fato. No Brasil já temos muitos casos com carbonização em motor DI. Muitos alegam que é por causa da qualidade da gasolina nacional. Mas certamente não podemos dizer o mesmo nos casos na Europa. A carbonização tem ocorrido em motores usados em trajetos urbanos em baixa rotação. O mais incrível é que mesmo os motores turbo com DI tem apresentado tal carbonização, o que por teoria não deveria. Uma vez que os atuais motores turbo já tem pressão positiva pouco acima da marcha lenta. E com pressão positiva não ocorre reversão dos gases da câmara de combustão sentido ao duto. Mesmo em motores turbinados adaptados percebemos baixa carbonização. Eu vi motor Fiasa 1.0 turbinado movido a gasolina que quando desmontado tava com duto de admissão do coletor, do cabeçote e válvulas sem nada de depósitos, Absolutamente limpo mesmo depois de muitos km percorridos. Creio que a carbonização se deve a 2 fatores.
      O primeiro pode ser pela recirculação de gases de escape quando houver ou pelos gases do cárter. O segundo é mais complicado de entender, que pode acontecer diretamente pela reversão de gases da câmara de combustão sentido admissão. Mesmo que o combustível seja injetado dentro da câmara, ele pode retornar ao duto quando o fechamento da válvula de admissão ocorrer muito atrasado em relação ao movimento do pistão em sentido ao PMS Isso acontece muito em motores preparados com comandos de grande permanência. Mas aí podem dizer que os motores modernos não usam comandos agressivos. Mas tudo tá ligado ao controle de avanço e retardo dos sistemas modernos de comandos com geometria variável. Posso estar escrevendo uma tremenda bobagem, mas acredito que muitos motores com DI são projetados para funcionar com comando de admissão fechando a válvula sempre atrasado. Isso em tese para que tenham funcionamento tal qual o próprio motor Ford Duratec 2.5 L ciclo Atkinson. Isso explicaria a carbonização nos motores com DI utilizados sempre em baixa rotação. Certamente a carbonização é menor que em outro motor com sistema de injeção no duto de admissão.
      Por isso e por outros tantos fatores o melhor sistema é o que tem injeção no duto e na câmara. Já usado por alguns fabricantes. Abraços

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    9. É sim um problema endêmico.

      Para ver basta pesquisar no Google: “direct injection carbon build up"

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    10. Apenas contribuindo: não há plural para a unidade de pressão dita "bar". Então, são 150bar.

      Att,

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    11. Anônimo 26/02/14 13:27
      Unidades de medida têm plural, por exemplo, 5 quilogramas. O símbolo, não, 5 kg. Mas o bar é unidade e símbolo ao mesmo tempo, sendo indiferente escrever no plural ou no singular.

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    12. De qualquer forma não está certo:
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Bar_(unidade)

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  9. Focus é um grande carro, sem dúvidas.

    Tomara que tenhamos mais carros com motores modernos.

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  10. Ótimas médias de consumo, com esse peso todo, cavalaria e com caixa automática, pensei que iria gastar mais. Fez o que um Santana dois litros fazia há mais de vinte anos atrás, com muito menos potência, caixa manual e massa bem menor.

    MFF

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    1. Só lembrando que a caixa é automática robotizada, e não convencional.

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    2. Caixa MECANICA automatizada.

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    3. Mecânica dupla embreagem, não confundir com mono embreagem, bem menos suave e meio que gambiarra feita usando caixa mecânica convencional.

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    4. Para os três amigos aí em cima:
      Caixa manual robotizada; toda caixa é mecânica; a novidade é ser robotizada; a função automática é adicional; não há nada de gambiarra em robotizada de uma embreagem, é apenas questão de custo; uma robotizada de duas embreagens custa praticamente o mesmo que uma caixa automática epicíclica.

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    5. Obrigado ao 911 Turbo, ao Leonardo e ao Bob. Fiz confusão ali em cima.

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    6. Bob! Eu sempre encrenquei com esta história marqueteira de caixa "mecânica", parece até que dizer "manual" é depreciativo ao produto. Incrível! Toda concessionária e todo vendedor parece acreditar que os câmbios automáticos não têm engrenagens e quaisquer outros componentes mecânicos, e sim fazem seu trabalho como que por mágica...

      Quanto à Ford com o Focus, coragem e bravura em ser a pioneira, parabéns a eles. Espero que renda bons frutos nas vendas e satisfação dos donos, e que treinem bem o pós-venda para trabalhar com eventuais problemas. O carro ficará ainda melhor com o novo "family face" (mais feliz que o da VW) à la Fusion que vem para 2015...

      Falando no torneio de Interlagos, aqui está um ser que passou vontade de competir nesta etapa. Quem sabe na próxima!?

      Por fim, off-topic, quando vem o posto sobre a avaliação do up!? Regalei um red up!, igualzinho ao das fotos, à minha consorte, por enquanto (150km rodados, rs), tudo em cima e satisfeito com a escolha.

      Abraço

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    7. agent008
      O próxima rali do Jan será em abril. Você não viu o post do up! por ocasião do lançamento? http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2014/02/volkswagen-up-tambem-no-brasil.html. Esta semana sai a segunda avaliação, usando o carro no dia-a-dia.

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    8. Bob, sim, li este do lançamento, mas eu me referia ao post do dia-a-dia. Que venha então, vamos ver se as impressões batem com as nossas. Abraço.

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  11. Bob, legal ver este post somente com elogios sobre o carro. Minha irmã concretizou a compra de um hatch 2.0 ontem, por indicação minha. Com certeza ela vai se surpreender com o rendimento do "bichão".

    E os duendes chegaram a incomodar ou é difícil um leigo provocá-los???

    Abraços

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    1. Fabio Toledo
      Andando certo, sem exageros, os duendes ficam quietos...

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  12. Como sempre ótimo texto, mas ficou com um pouco de quero mais, parte II etc...
    Ótimo carro esse focus e o desempenho dele realmente é bom?

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    1. Esse post é complemento do primeiro, tem tudo isso lá, http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2013/09/novo-focus-vem-com-forca.html

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    2. E os vídeos, não tem mais?

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  13. Bob.
    Convença-me, nem que seja por uma única razão, a utilizar novamente álcool como combustível.
    Danifica em curto espaço de tempo a bomba de combustível, formando uma goma ao redor do pré-filtro, destrói as velas em menos da metade do prazo da troca (inclusive enferrujando as roscas), deixa o óleo do motor com espuma e, além de tudo, apresenta consumo mais elevado. Pelo menos foi essa a experiência que tive. Aliás, eu acho que são efeitos da água e não do álcool propriamente dito. Não tem como o motorista comum aferir se realmente o posto utilizado para o abastecimento não adicionou água clorada "de torneira" no combustível, prática bem mais rara, mas não inédita, em relação à gasolina.
    O preço do álcool aqui na cidade onde moro é em média de 2,40 ante 3,09 da gasolina aditivada.

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    1. Eu discordo,o Álcool é famoso justamente por preservar o óleo,já que o mesmo tem queima limpa.Velas idem,na questão da rosca,basta retirá-las a cada 10 mil KM ou pouco menos para uma limpeza,que não darão problemas na rosca,problemas de rosca enferrujada só com cabeçotes onde nunca se tirou a vela em mais de 50 mil KM,além do que,todos sabem que velas tem proteção anticorrosiva na rosca,só concordo com a goma na bomba de combustível,mas basta de vez em quando colocar um pouco de gasolina,que a mesma dissolve a goma!!!!!!!!!!

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    2. CSS
      A menos que você ache o planeta vai derreter de tanto calor causado pelo CO2, use gasolina. Vai lhe sair mais barato rodar dada a pouca diferença entre a gasolina e o álcool aí. Só empataria o custo por quilômetro se o álcool custasse 3,09 x 0,70 = 2,16. E a autonomia com gasolina é 43% maior.

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    3. Eu não entendo esse calculo. Apesar do coeficiente 0,7 ser baseado na estequiometria, o rendimento com os combustíveis não dependem também do projeto do motor? Um motor projetado para o álcool pode ter um coeficiente, digamos 0,85?

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    4. Não sei se terei problemas como o amigo relatou, mas é muito perceptível a melhora de desempenho do meu carro usando etanol puro. Tenho um onix 1.4, moro na serra gaúcha, e uso etanol quase todo o ano. Só no inverno acabo usando gasolina pois o funcionamento no frio desse motor não é muito agradável usando etanol, além de gastar mais. Mas nas outras estações eu não abro mão de ganhar aquela força a mais, no caso do meu carro, são 8 CV, que realmente deixam o carrinho mais gostoso de tocar. E a despeito da autonomia, que realmente fica prejudicada, para mim não têm tanta importância. E o consumo, aqui encontro etanol a R$2,30, e gasolina a 3,00. Numa viagem que fiz até Florianópolis, com 4 pessoas e bagagem, tive consumo de 12 Km/l usando etanol, o que achei fantástico. Na volta com uma pessoa a menos fiz 11,4 Km/l, média também boa, pois convertendo para gasolina seriam mais de 16 Km/l. Ou seja, etanol, no onix, mesmo não estando a 70% do valor da gasolina, é vantajoso.

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    5. Anônimo 24/02/14 17:56
      Essa relação média de 70% se baseia no poder calorífico dos dois combustíveis. Certamente um motor otimizado para álcool compensará em parte esse diferença, que o que já deveria ter sido feito há muito tempo, só não o sendo devido à "descoberta maravilhosa" que foi o motor flex. Fica difícil otimizar um motor para álcool que funcione com gasolina. Talvez pudesse, dando ao motor assim desenvolvido condição de funcionar com gasolina numa emergência, tipo "limp home", voltar mancando para casa. Mas a indústria tem dúvida se os consumidores aceitariam um motor assim.

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    6. Sim Leonardo, também moro na Serra Gaúcha e realmente qualquer motor fica mais esperto com álcool. Ainda mais considerando a nossa elevação em relação ao nível do mar, em que a perda de potência nos motores de baixa cilindrada começa a fazer diferença. Também nunca tive problemas em relação ao nosso inverno. No mais é o que já citei, por isso desisti do álcool.

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    7. Outro dia ouvi na rádio bandnews uma entrevista de um gerente de uma grande transportadora,de Curitiba, que disse ter testado a média de consumo de centenas de veículos da frota da empresa. Eram veículos "flex", de marcas e modelos diferentes, que ficaram semanas rodando só com etanol, depois só com gasolina. Posteriormente, fizeram a média e o resultado foi um consumo de alcool/gasolina na proporção de 79% e não o famoso 70%...
      Sobre as roscas das velas enferrujando: macete de mecânico antigo é pingar uma gotinha de óleo fino na rosca da vela, antes de montá-la; além de não enferrujar, facilita na hora de retirar.

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    8. Pois CSS, mas eu vou pagar para ver. Simplesmente não acredito que com mais de 30 anos de experiência no assunto, a Chevrolet ou qualquer outra fabricante envolvida com o mercado brasileiro ainda sofra com esses problemas relatados por você. Quanto à colocação do Bob, me parece que a Chevrolet vem "priorizando" o uso do etanol nesses motores de baixa cilindrada, pois a diferença de desempenho eu diria que é gritante, e o consumo de etanol não fica tão maior, equivalando no custo por Km rodado mesmo com o preço do etanol não sendo vantajoso.

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    9. Fred
      Esquea, o cara não sabe o que está dizendo.

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    10. Bob.
      O Omega 2.0 de 1992 na versão a álcool tinha essa função ou algo parecido com o volta para casa.
      A própria GM em cursos afirmava que o motor poderia funcionar com gasolina. Lembrando que o motor era desenvolvido para usar apenas álcool, tinha taxa de compressão de 12 ou 12,6 : 1, me falha a memória agora. Este motor tinha um sistema de injeção com muito mais capacidade de fazer contas e memorizar dados. Anos mais tarde eu testei um Omega Suprema 2.0 álcool que por sinal estava em perfeitas condições. Lembrei do caso de poder usar gasolina em modo de emergência e resolvi fazer o teste. Secamos o tanque que tinha álcool e colocamos gasolina. Ao ligar o motor ele entrou em funcionamento normal pois ainda tinha um pouco de álcool na linha de combustível, mas logo que a gasolina chegou aos bicos ele deu uma embaralhada. Deixei em marcha lenta alguns segundo, depois aumentei a rotação. Parti para teste de rodagem. O motor funcionou perfeitamente. Mas é claro que teve queda de rendimento acentuada. Em momento alguns deu sinal de problema de curva de avanço. A central deu conta do recado. Ou seja, num eventual abastecimento de emergência o motor ia ter rendimento satisfatório. Depois colocamos álcool no tanque e o motor voltou a funcionar perfeitamente. Para quem não lembra esse motor 2.0 entregava 136 cv já em 1992. O 2.0 flex do último Vectra entregava 140cv. Acho que este motor foi o percursor dos motores flex. Abraços.

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    11. Real Power
      Real Power
      Exatamente! Fiz esse teste oficialmente na revista Autoesporte. Esperei parar sem álcool e coloquei gasolina levada num camburão. Fiz questão de fazer o teste em Bertioga, nível do mar. Funcionou perfeitamente. Já pedi ao amigo Calmon para localizar a matéria na Autoesporte (ele tem todas) e depois vou ver se transcrevo num post. Me lembro até de ter medido o desempenho. Esse motor 2-L desenvolvia 130 cv a 5.400 rpm e 18,5 m·kgf a 4.000 rpm com 12:1 de taxa. Era sensacional. O 2,2-L gasolina era 116 cv/5.200 rpm e 20,1 m·kgf/2.600 rpm, com taxa de 9,2:1. Bem lembrado!

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    12. Excelente post, Bob. Mas como assim o 2.2 só entrega 116 cv/5.200 rpm, e mesmo assim na gasolina? E quais as famílias (gerações) de um para outro?

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  14. Bob, uma dúvida: o sistema de partida a frio desse motor é o Bosch que pulveriza o etanol?

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    Respostas
    1. Cassiano,
      A estratégia de partida a frio foi explicada no post do lançamento, que tem link logo no começo deste. Essa parte é:
      A injeção é a 150 bar de pressão, produzida por bomba rotativa mecânica acionada por um dos comandos de válvulas, havendo uma bomba elétrica para trazer combustível do tanque de 55 litros até ela. Para a partida a frio estando com álcool no tanque, nem aquecimento do álcool como no motor do New Fiesta (sistema Easy Start) existe. Em vez disso, há a estratégia de nas primeiras voltas do virabrequim o motor girar a seco, sem injeção, com isso aquecendo as câmaras de combustão pelo efeito da compressão do ar, para só então começar a injeção de altíssima pressão que favorece a vaporização do álcool. Com a estratégia, o motor pega em temperaturas de até 10 °C negativos.

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  15. Bob, quando você diz que a troca manual de marchas não é adequada quando feita pelo botão, isso significa que não é facilitada pela posição do mesmo ou não é tecnicamente indicada?

    LAR

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    1. LAR
      Selecionar marchas numa tecla está longe de ser o melhor e mais lógico e em certos momentos subia marcha logo após ter passado passado uma, como se o sistema dissesse "não fui feito para isso".

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  16. Bob, boa tarde.
    Por favor, me tire uma dúvida. Na avaliação do carro no BCWS eles escreveram que as trocas ocorrem aos 6300 rpm, portanto 200 rpm abaixo do ponto de maior potência. Eu realmente achei estranho não aproveitar todo o potencial do motor.
    Lendo seu texto observei que você menciona as trocas em torno de 6700 rpm. Procede?

    Abraço,

    Robinson.

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    1. Robinson
      Como eu disse, os pontos de troca de marcha foram diferentes entre o Focus que dirigi na Argentina e aqui.

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  17. Sou dono de um Focus hatch GLX 2.0, manual, modelo anterior. É realmente um ótimo carro. Mas, curiosamente, eu me sinto mais atraído por um Golf highline que por um Focus 2.0 Powershift. Até porque para ter um carro com os mesmos itens de conveniência do meu, teria que optar por um SE Plus, que é muito caro.
    E a Ford mataria a pau mesmo se trouxesse o Ecoboost 1.6 turbo.

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    1. o golf é mais carro que o focus. em motor, cambio e comportamento.

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    2. Marcelo Schwan24/02/14 18:22

      Concordo.

      Tenho os dois em casa, um Focus hatch 2.0 manual 2012 e um Golf DSG Elegance. O Golf é muito mais carro mecanicamente, em acabamento, montagem, comportamento e etc..

      Não significa que o Focus seja ruim, muito pelo contrário. Em termos de suspensão acho-o até melhor que o Golf porque é tão competente quanto em estabilidade, mas é mais confortável.

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    3. Marcelo Schwan,

      E no quesito motor o Focus perde feio?

      Porque se ele é tão competente quanto o Golf em estabilidade e ainda ser mais confortável...

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    4. Na verdade, é injusto comparar o Golf com uma geração anterior do Focus.

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    5. disse bobagem... o Focus é da geração atual, só não tem o ecoboost disponível no Brasil... Agora joga na minha mão um desse de 178 cv e vê se vc se cria de Golf! rs

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  18. Tudo bem que números frios não são nada, mas me parece que o desempenho deste modelo não é tão melhor que o Focus mk 1,5 com motor Duratec, como vi em alguns testes. Mesmo assim, Bob, a sensação ao volante pelo maior torque é diferente?

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  19. Belo carro, embora oferecer o mesmo com um cambio manual de 6 marchas não fosse trazer prejuízo nenhum para a Ford.

    Adoro o topo do motor exposto, porém acho que aquele corrugado passando por cima do cabeçote tirou um pouco do brilho que é ter um DOHC exposto. E imagino ser um dos motivos para as fábricas adotarem capas plásticas no motor: Esconder a "bagunça". O Zetec 1.8 16V me agrada muito mais aos olhos nesse quesito.

    Um Hatch 2.0 com um câmbio manual de 6 marchas cairia bem para mim (se eu tivesse dinheiro), mas de qualquer forma, o Focus não deixa de ser um ótimo carro.

    Mendes

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  20. Saiu no iarrú!!, será que esse modelo vai cair de preço para o outro ser lançado?

    Lucas Sant'Ana

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    1. baixou 1100 reais... Dna Ford! Dna Ford...

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  21. O Focus me pareceu muito pesado para esse motor. Já um Fiesta 2.0 estaria de bom tamanho, nem precisava ser turbo.

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    1. Boa Perneta!

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    2. Muito pesado ? queria o que um Focus V6 ?

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  22. O Focus é bom mesmo. Apenas o cambio que judia, estes botões na alavanca são mais como corretores de cambio, muito longe de ser um bom trocador de marchas manuais. Mas não deixa de ser um carro muito bom.

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  23. Infelizmente não pude ir no Torneio de Regularidade, mas meu amigo que foi, mandou mensagem dizendo que as 3 primeiras voltas seriam atrás no Bob num Focus... Aí que eu fiquei com mais raiva de não ter ido!

    Sobre o Focus: CARRÃO, que todos nós amamos em suas 3 gerações. Essa frente ficou meio esquisitinha, mas diante do ótimo conjunto até dá pra engolir. Entretanto, o que me brochou, quando fui conhecer o carro, foi o espaço para as pernas no banco traseiro. Meu Civic de 10 anos é mais espaçoso!

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    1. citação: "Essa frente ficou meio esquisitinha"
      Olá, o que acha do novo "novo" focus então, com a frente estilo maserati?
      http://revista.webmotors.com.br/yahoo/saloes/eis-o-novo-ford-focus/1333467581852?source=yahoo

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    2. Carros do Portuga, pois eu dei uma tremenda de uma sorte. Fui de carona no Focus pilotado com maestria pelo Bob Sharp, que não perdeu a verve da tocada precisa, que eu só conhecia de fora, assistindo-o desde os anos 70. Quanto ao espaço traseiro achei-o confortável (tenho 1,75m), porém quando na terceira volta o Bob pisou prá valer, mais uma vez amaldiçoei os bancos de couro, que, se não tivesse devidamente com o cinto, iria parar no colo do colega do lado. Ah..eu que percebi o detalhe do GPS informando em que ponto do circuito estávamos. Obrigado ao Mestre Bob Sharp pelo presente!

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    3. Quer dizer que o Bob mandou ver com o carro lotado? Fantástico!

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    4. Carros do Portuga
      Não andei tão rápido, estava servindo de guia para o pessoal que não conhecia o traçado...

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    5. Carros do Portuga
      Vou dar uma corrigida aqui. O Bob diz "não andei tão rápido", porém imagine que eu um cara "citadino", que anda quase o dia todo em baixa velocidade no trânsito infernal de São Paulo, entusiasmei-me dizendo "pisou prá valer", pois não costumo andar próximo ao limite de aderência de um carro cotidianamente, e a sensação de velocidade foi grande, principalmente nas curvas do Pinheirinho e Bico de Pato.Fiquei igual a pinto no lixo. Abraço.

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  24. Eu se estivesse nesse ralie nao iria me contentar a andar atras desse Focus
    Iria pegar o vácuo na reta dos boxes, por de lado e passar no S do Senna
    Depois abriria 2 seg por volta e administraria a diferença até o fim da prova.
    Meu Golzinho tem um "caracol" bem nervoso e esperto

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    1. Ah vá
      Passar o Bob?
      Voce só pode estar de brincadeira!
      Além do mais o carro Madrinha estava comboiando para ensinar ais participantes o traçado correto. Assim ninguém deprecia passar o Focus
      Outra coisa que a priva e um rali de regularidade e nao AE trata de uma prova de velocidade como os track-days

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    2. Corsário Viajante25/02/14 10:32

      Gente, o cara "zuando" na cara dura e vocês caindo??

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  25. Releia o post, pois vão não entendeu nada. E se ultrapassasse o Focus seria eliminado da prova na hora, numa bela maneira de perder dinheiro (da inscrição).

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  26. Bob, você que tem contato com o pessoal da Ford, sabe dizer se eles têm algum plano de lançar esse motor atrelado a câmbio manual? Tenho um Focus 2.0 do modelo anterior, manual, e achei uma bola fora lançarem esse motor novo só automático.

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    1. An 24/02/14 20:19
      Vou procurar saber, mas 99,9% de chance que não farão isso, mais por razões mercadológicas do que qualquer outra. Câmbio automático (ou o que seja) no Brasil dá status e aplicar um manual no Focus 2-litros seria rebaixar o produto. Infelizmente é a nossa triste realidade.

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  27. Gostaria de entender o motivo de programar o piloto automático em 124km/h. Obrigado.

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    1. Eduardo
      Boa velocidade para o trecho de 110 de limite, de Taubaté em diante. Lembre-se que velocidade é irrelevante, o que manda é a referência visual e nessa velocidade estava perfeito. E como leitor do Ae, evite o erro de chamar controlador automático de velocidade de "piloto automático", pois este, nos aviões, mantém rumo e altitude.

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  28. Carro maravilhoso. Mas, como foi comentado, o ideal seria termos carros exclusivamente a álcool - e, é claro, a gasolina. E a diesel também, ora.

    Flex é gambiarra...

    PS. Nunca tive problemas como esse relatado pelo CSS. Meus carros a etanol duraram bastante, sem nenhum dos sintomas citados.

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  29. Bob,
    Me desculpe se a pergunta parecer absurda (nunca dirigi nenhum Focus), mas existe muita diferença na sensação de estabilidade e sensação de resposta (em baixa, média e alta) do motor de novo Focus em relação aos Civic 1.8 (2006-hoje)?

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    1. Guilherme
      Sim, o Focus é nitidamente superior nos pontos citados.

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  30. Duas lamentáveis adesões: rodas pretas e cambio somente automático. Dispenso totalmente.

    Lucas CRF

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  31. Bob, off topic (mas é rápido): troquei de carro ontem (é o meu 3º) e, como o 1º, dessa vez não coloquei película. Que diferença!

    Ricardo2

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    1. Ricardo2
      E de repente, como num passe de mágica, o mundo fica mais bonito! (senti isso ao remover as películas do JAC J3 de teste). E você passa a ter noção precisa do tráfego à sua volta. Parabéns pela sábia decisão!

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    2. Off topic também, hehehe,,,

      Eu noto muita distração das mães que transportam suas crianças, sem o acompanhamento de outro adulto, perder muito de sua atenção ao olhar no retrovisor ou mesmo virar a cabeça para trás para verificar como estão seus filhos.

      Será que a lei que obriga o transporte das crianças no banco de trás é correta? Não seria melhor colocar a cadeirinha no banco do caroneiro ao lado para facilitar e evitar essas distrações?

      Recentemente ao fazer uma pequena viagem de caminhão como caroneiro, pude observar o que não conseguimos fazer de carro, devido a sua altura, que quase a totalidade dos motoristas de caminhões não fazem uso do cinto de segurança. Não é para menos que vemos com frequência motoristas serem jogados para fora em caso de acidentes.

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  32. joao celidonio25/02/14 10:02

    poderia ter a opção manual, esse powershift não me desce... já tive péssimas experiências com o ecosport + powershift chegando ao ridículo de não conseguir subir a pedra grande, depois de 6 tentativas bem, digamos, compromissadas.

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  33. Bob,

    Dias atrás meu velho comprou um Civic EXR e, dirigindo-o, considerei um dos motores mais "lisos" em altas rotações que já guiei. O Focus tem esse comportamento? Muito me interessa, pois de vez em quando é interessante andar com o motor sempre 'cheio'.

    A propósito, como sempre, belíssimo post. Rico em detalhes.

    Parabéns à você e ao Ae. A melhor fonte do gênero, para mim.

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    1. Boni
      Sim, motor bem liso, no nível dos melhores, pode "ardê-lo" à vontade. Bom que tenha apreciado o post.

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  34. Será que não teremos um Focus Hatch 2.0 manual? Abaixaria uns 6 mil no valor

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  35. Ótimo carro realmente ! Mas depois da chegada do Golf TSi sem "tropicalização" o Focus III "tropicalizado" perdeu a oportunidade de brigar de igual em preço e tecnologia.

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  36. Pergunta: A rotação de 6700/6750 rpm nas trocas para marchas superiores não seria desnecessariamente alta numa condução normal?

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  37. Claro que seria. Estamos falando de aceleração máxima, pé no fundo. No uso normal chega a trocar a 2.000 rpm.

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  38. Engraçado! O duratec é girador mas o meu parece amarrado a partir de 3mil rpm..

    Thiago

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    1. Thiago, o seu duratec deve ser o mesmo que o meu... não tem VVT, não tem injeção direta e nem 12:1 de taxa.

      Neste quesito acredito que o VVT faz toda a diferença.

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    2. O meu é um 2012 (sem comando de válvulas variável) mas é a partir das 3000 rpm que o danado fica bom. Mande atualizarem a ECU do seu carro.

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    3. Anônimo, o meu é 2013 não requer atualização e não é "questão do uso", colo nos 220 com o meu, mas não dá pra comparar com o novo, muito mais liso, mais potente (30cv), mais torcudo (3mkgf!)

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  39. Sou um feiz proprietário de um Focus sedan, modelo S, mais simples, e digo que o comportamento do carro é irrepreensível. Venho de um i30, e o Focus é nitidamente superior em todos os aspectos. Após teste drive no Golf, gostei do carro, todavia por motivos pessoais como design e logicamente, o lado financeiro, preferi o Focus. A! O seguro ficou em R$2300. Como efeito de comparação, o Golf ficaria em 6100 e o i30 pagava 4300. 22 anos, solteiro, Rio de Janeiro Capital. Belíssimo texto Bob, como sempre o faz.

    Abs.

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  40. Bob,

    Só para confirmar, o comando de válvulas do motor deste Focus é acionado por corrente, certo?
    Verifiquei na ficha técnica do post de setembro que agora aparece "corrente", mas nada foi comentado.

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    1. Sergio S.
      Desculpe a demora em responder, quando se está no exterior (Genebra) não é tão fácil acompanhar a moderação. Sim, o acionamento dos comandos é por corrente. Se você olhar nos comentários no post de setembro, eu havia escrito inicialmente que era por correia dentada, conforme eu havia sido informado pela engenharia da Ford lá em Mendoza, mas um leitor questionou e achei bom verificar o assunto com a Ford, tendo-me sido retificada a informação, é corrente. Esse é o mesmo motor do Focus flex vendido nos EUA, que, claro, é corrente também.

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  41. alguem sabe o q acontece se for utilizado etanol anidro ou mesmo a diferença entre se utilizar E85 e hidratado?

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  42. Bob qual você achou mais gostoso de dirigir Golf ou focus?

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    1. Welyton cividini
      Opiniões pessoais ferem a ética. Tudo o que se pode falar está no posts. Acho que você vai entender.

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  43. Bob Sharp: peço seu auxílio, vou trocar de carro e estou entre três opções Honda Civic EXR 2.0 branco por R$ 79.500,00 ou Focus Sedan Titanium PLUS branco por R$ 85.650,00 ou Toyota Corolla XEI branco por R$ 82.700,00? Já andei nos três e já fui proprietário de um Toyota Corolla XEI 2009. Em termos de recursos tecnológicos o Focus Sedan Titanium PLUS é o mais completo. E o Toyota Corolla XEI estão pedindo valores superiores ao sugerido que é R$ 79.900,00. Estou na região metropolitana de Porto Alegre.

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  44. Emerson Tyrone Mattje
    Opiniões pessoais ferem a ética. Espero que entenda.

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  45. Eu não iria no Titanium super mega blaster plus... com a versão de entrada (mesmo motor) por 68900 e também é uma nave!!! Mas brasileiro adora a versão top, "pra causar uma invejinha no vizinho né!" Dps ainda toma um nabo do outro com a versão S na estrada... kkkkkkkkkkkkkkk... Típico!
    Se vc tá podendo... Compra logo um Fusion! 2.0 Ecoboost com 240cv!

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  46. Bob, você sentiu alguma diferença entre a suspensão desse novo Focus e irrepreensível suspensão do modelo anterior? Em relação a direção elétrica, ela está com a mesma precisão da eletrohidráulica adotada no modelo antigo?

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