ANIVERSÁRIO: UNO TURBO 20 ANOS



Em março de 1994 era lançado o Fiat Uno Turbo i.e., inaugurando a era do motor de ciclo Otto turboalimentado no Brasil. O pequeno Fiat, sem querer, mostrava o caminho do futuro, o binômio baixa cilindrada-superalimentação hoje popularizado sob o nome downsizing, redução de tamanho (do motor, no caso) em inglês.

O lançamento para a imprensa automobilística foi no Autódromo Internacional de Caruaru, em Pernambuco, que teria o nome mudado naquele mesmo ano para Autódromo Internacional Ayrton Senna, homenagem ao nosso segundo tricampeão, que faleceria pouco depois, no dia 1º de maio. No evento houve um exibição de tiros de bacamarte, arma-símbolo de Pernambuco cujo estampido é ensurdecedor, um belo espetáculo. Existe até uma federação de bacamarteiros no Estado.

Como é padrão nos lançamentos da Fiat em autódromos, pista total, livre, sem chicanas artificiais para reduzir velocidade, e a novidade pôde ser explorada sem restrições por todos, inclusive pelo editor-chefe do Ae, na época editor de testes e técnica da revista Autoesporte

Era um desempenho inimaginável para um carro daquele porte e aplicação, com seu motor, importado, de apenas 1.372 cm³ (80,5 x 67,4 mm), 118 cv a 5.750 rpm e 17,5 m·kgf a 3.500 rpm, taxa de compressão 7,8:1 e 0,8 bar de pressão de superalimentação (tinha até manômetro!) pelo turbo Garrett T2, com interresfriador, e injeção multiponto Bosch Jetronic L 31.

Sua velocidade máxima declarada era de 195 km/h e a aceleração 0-100 km/h, em 9,2 segundos. Pesava 975 kg e vinha corretamente dotado de pneus 185/60HR14. A altura de rodagem era 10 mm mais baixa em relação ao Uno normal.

Marcou época, foi produzido até 1996.

Ae

42 comentários :

  1. Esse carro é uma lenda! É conhecido o motivo de terem parado de fabricar ele?

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    1. Parece que ele vendeu menos de 2000 unidades em três anos, acho que por isso parou de ser fabricado em 96...

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    2. Dizem que pela fama de "mata playboy", pois o domínio da fera não é trivial, além não contar com os duendes a amparar os incautos....

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    3. diz uma lenda que seria por conta do alto índice de acidentes envolvendo o modelo, o que rendeu o apelido de mata-boy

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    4. Foram 1081 se não me engano...

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    5. A entrada do tempra turbo... Não fazia sentido (na época) terem dois esportivos 'top' (Já tinha em venda a muito tempo o 1.5R/1.6R).
      Qto ao volume ele realmente foi pouco, mas não por causa das vendas (e do preço, q era realmente caro) mas sim porque foi feito pensando em ser um carro de serie especial mesmo.
      É como o ultimo Golf VR6 lançado aqui, (acho q foi 2003), q foram feito somente 99 unidades.

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    6. Em 96 a Fiat lançou o Palio para substituir o Uno e ela tirou todas as versões deste de linha, exceto o Mille.

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    7. Faz sentido terem matado o Turbo por causa do Palio, já que as outras versões também acabaram. Pena que a Fiat não continuou e lançou um Palio Turbo...

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  2. Não sei se é nostalgia, mas que época saudosa esta. Tínhamos variações dos carros mais comuns/simples buscando a esportividade com alterações mais profundas e soluções exclusivas. Talvez o Real mais valorizado fosse o responsável por isto.
    Estas versões esportivas ou esportivadas tem, a meu ver, a importante função de promover o modelo, independente da versão.
    O Uno Turbo foi a cereja do bolo na evolução dos Unos nervosinhos. Acho difícil termos algo parecido com os R e Turbo novamente no Brasil, infelizmente. Não em termos de desempenho, mas sim no sentido dos fabricantes inventarem algo realmente interessante com base num carro comum. O que vemos é uma profusão de versões com adesivos, suspensão mais baixa e câmbio com relações mais curtas.

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    1. E nem precisa de muito para tal, coloque um eTorq 1.6 (praticamente mesma potencia do Uno Turbo) no Uno Sporting e, com devidos dimensionamentos já temos um Uninho "mitico". rsrsrs

      Mas não o fazem devido análises mercadológicas, infelizmente.

      Mendes

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    2. Nesse sentido, um Gol GTi com o motor do Golf (1.4 turbo) seria uma bela volta da VW nesse cenário...

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    3. Mesmo o 2.0 8v do Jetta já seria interessante num Gol GTi.

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    4. Mas a própria Fiat tem sua linha turbo, com Punto, Bravo e, até recentemente, Linea.
      A Renault tem o Fluence turbo. A Peugeot também tem seus turbinados, assim como a VW. A Honda até há pouco tinha o espetacular Civic Si que, dizem, voltará.
      Sem esquecer que o Punto T-Jet é muito mais acessível do que foi o Uno turbo em seu tempo.
      Sem esquecer que estas versões têm outros ajustes de suspensão, relação de marchas, etc em relação às versões mansas.
      Ao contrário do que você comentou, acho que nosso mercado nunca foi tão bem atendido.

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    5. Joao
      Nao esqueçamos: o Punto T-Jet ta aí desafiando a moçada que gosta de acelerar.
      É uma boa pedida a um preço a um preço razoável...

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    6. Esses "esportivos" novos se resumem a uma analogia... "gatos gordos"
      Felinos normalmente são esbeltos, rapidos, mas basta engordar e vc vê um desses correndo se esforçando pra fazer as curvas, as vezes até faz, mas faz todo esquisito. (Odeio gatos, mas é que realmente é o comportamento dos novos esportivos e da maioria dos carros novos, 1200 kg nas costas e um comportamento ridiculo)
      Ontem andei qse o dia todo num palio sporting, e o peso do carro faz-se sentir nas curvas, por mais firme, e por mais que se esforçaram em melhorar o conjunto.
      O resultado depois de varias curvas é uma torcicolo que esta até agora.
      Mas explicando o porque, não é só o banco... Eu acho, q o maior peso aumenta a força centripeta, e por consequencia você sente que o carro rola mais tempo nas curvas (ele fica mais tempo inclinado) e vc tenta corrigir a inclinação com a cabeça, é o natural.
      Numa serra, que foi o caso, fiquei o tempo todo com o pescoço torcido.
      Na pista, sem curvas, maravilha, mas basta angumas curvas, pra vc se cansar do carro.
      Outra coisa é que vc se sente ameaçado o tempo todo nas curvas, é algo estranho de dizer, mas da impressão q é meio assim... vc esta a 60, se acelerar vai capotar... vc acelera mais, e a sensação era mentirosa... vc então entra a 70 na proxima, a sensação é a mesma... o que conclui é q nunca vc chega proximo ao limite de aderencia, pq o carro te poe medo. É totalmente diferente do q era um uno turbo, um gol gti... vc sentia ele na mão, e a hora q ele te "avisava" era de verdade mesmo, mas era algo muito proximo do limite. Tanto é verdade que uma fiorino estava atras, e senti que o cara pensou, vamos ver se esse carro ai na frente é bom mesmo... e qto mais acelerava, mais o cara da fiorino (por sinal, derivada do uno igual o uno turbo) com aquele bausão acompanhava, ficou colado a serrinha toda... Ainda bem q o carro não era meu, foi totalmente frustante!

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    7. Shmitt
      Com um Uno 1.0 você já apavora nos ralies de regularidade, deixando carros bem mais potentes para trás... Imagino com um Turbo desses ai...
      Viraria um verdadeiro demônio!

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    8. Eu tenho um 1.6R, mas não tenho coragem de andar 1300km para participar do rali com ele. Vontade não falta! Que o Mille não me ouça...

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  3. Davi Reis27/02/14 09:30 Lenda mesmo!se vi dois deste na vida foi muito rsrsrs...mas é um carro fantástico, cheio de detalhes,me lembro do painel completo e do estepe que era de liga leve .

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    1. Speedster, já vi alguns mas não me recordo quantos, e justamente semana passada vi um estacionado na rua, todo surrado... Foi de partir o coração, o dono provavelmente não tinha noção da bela máquina que tinha em mãos! Bem lembrado daquele painel completo (acho que o mais completo de um carro da época e se bobear, até hoje) e do estepe em rodas de liga leve. Uma pena que as fabricantes não tenham muito interesse atualmente em criar obras como essa.

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  4. O painel tinha não só manometro de turbo...tinha manometro de óleo, temperatura de oleo, agua e combustivel.

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  5. Thiago A. B.27/02/14 11:02

    Esse esportivo marcou época pela introdução do motor sobrealimentado em linha de produção no Brasil! Objeto de desejo dos entusiastas de todas as idades no meio da década de 90. O problema é que a maioria caiu na mão da molecada, em que muitos se acidentaram, ou foram mal cuidados, usados com muito abuso. Tinha a questão da manutenção um pouco frequente e dispendiosa, especialmente problemas com a injeção eletrônica, que em pouco tempo já sofria da falta de peças adequadas para reposição. Quanto à turbina em si, não sei se apresentava desgaste precoce.

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  6. Grande Uno Turbo! Caprichado em todos sentidos. E parabéns à Fiat por ousar. Uno Turbo, Tempra Turbo, Marea Turbo...E sei que já tem o Bravo, mas queria ver um Palio Turbo, he, he!

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    1. Mr. Car
      A Fiat oferece o Punto Turbo, um "belo" esportivo. Muito bem acertado dinamicamente e com acabamento e visual caprichado. O Palio turbo ficaria num patamar próximo de preco do Punto, o que nao viabilizaria. Lembre-se estamos falando de nicho de mercado e vendas em volumes pequenos
      Alias vale considerar o Punto T-Jet na sua lista de futuros compráveis.
      Eu gosto dele naquela cor azul Maserati.

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  7. Fato é que nunca mais teremos um carro como esse no Brasil... as fábricas não querem, as seguradoras não deixam e o público não gosta.

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    1. Brito.
      Temos sim... e da própria Fiat.
      Puto T-Jet e se preferir um carro de maior porte o Bravo T-Jet.
      Sao dois senhores esportivos e daqui à 20 anos o pessoal vai falar com saudosismo deles também.

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    2. Eu gosto !
      Se pudesse teria um Punto Turbo na boa, só me falta bala...

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  8. Qual seria a diferença de preço entre Uno Turbo e Tipo 16v? Quem queria esportivo de verdade, acabou migrando p/ os importados, tanto assim que a década de 90 foi mortal p/ várias outras "lendas": os Gol GTS e GTI, os esportivos da GM, Corsa GSI, Kadett GSI, o Vectra GSI, Ford Escort XR3 - todos ficaram caros demais (ou mancos d+) p/ competir c/ importados cheios de bloco de al., 16v, eletrônica embarcada, etc.

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    1. No primeiro curso que fiz pela Peugeot, em meados de 94, tínhamos a disposição vários carros para teste... e justamente a "vedete" do curso, o 306 S16, estava com placa azul, ou seja, andar nele só na carona do piloto.

      Uma volta, uma mísera volta de uns 5, 6 km... e já foi o suficiente pra deixar bem claro: os esportivos nacionais estavam fu... nicados dali em diante.

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    2. Essa sua pergunta nao e facil de ser respondida.
      Uma ideia e procurar no portifólio eletronico da 4patas!

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  9. Carrinho perfeito, acho que hoje é possível melhorar a taxa de 7.8:1 tendo em vista nossa alcoolina, em 1994, se não me engano, o percentual de alcool eram de apenas 12%, portanto era melhor ser prudente com a taxa. Minha única bronca é com o sistema de injeção bosch L Jetronic, alardeado na época como revolução, mas que, na verdade, era coisa da década de 70 na Europa... Tal sistema, que equipou os primeiros automóveis nacionais que dispensaram carburador (Gol GTI, Santana Executivo/GLSi 2.0, Pointer GTI 93/4, Kadet GSI, Escort XR3 2.0i 93/4, Versalhes 2.0i 92/4, Uno 1.6Rmpi, Uno Turbo..) tem a dificuldade de não permitir rastreamento via scaner, até mesmo porque na época em foi desenvolvido, não existiam tais aparelhinhos...(possui códigos de piscadas, mas são pouco conclusivos)...Isso dificulta o diagnósticos de alguns fantasmas e piripaques típicos desta encrenca eletrônica. O desengonçado medidor de fluxo de ar, com paletas, é uma peça bem problemática, e duvido alguém encontrar um novo, hoje. E por falar em L Jetronic. é errôneo afirmar que se trata de um sistema de injeção analógico. Qualquer ECU não "entende" sinais analógicos dos sensores e atuadores, e possuem conversores A/D... isso é igual para o L-Jetronic e quaisquer outros sistemas considerados "digitais" Não existe processamento de dados analógico, por favor!... O rótulo indevido de analógico se deve apenas a impossibilidade de scaneamento, mais nada! Os únicos sensores que que geram sinais digitais para os sistemas da década de 90 e 2000, é o de rotação e alguns MAPs, como no caso do EEC IV/V que possui um processador integrado... A história muda apenas nos sistemas multiplexados, modernidade introduzida pelo 206, e hoje está presente na maioria dos automóveis, inclusive populares... Ainda estou estudando os multiplexados, mas sei que não existe sinais analógicos na rede CAN... Há três modulos. o imobilizador, a ECU, e módulo de carroceria (a famosa BSI da linha PSA), interligados através de uma rede digital... Mas mesmo nesses sistemas, existem que emitem sinais analógicos, especialmente os resistivos, como o TPS, e sensores de temperatura do Ar e do arrefecimento... E a sonda lambda, que é um sinal senoidal...

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    1. Mecânico Anônimo27/02/14 17:31

      Para quem conserta carro com ajuda de osciloscópios e outros instrumentos adequados, além de conhecimento, é claro, a ausência de porta para scanner não acarreta dificuldade extra alguma.

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    2. Pelo visto, você não conhece a LE - Jetronic... volte a consertar suas televisões...

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    3. Bela explicação, Rogério. Vejo que muitos usam o termo analógico de forma superficial sem entender bem o real significado. Eu não entendia bem essa história de ser "analógica". Cheguei até a pensar que poderia ter amplificadores operacionais realizando as operações... kkkkkkkkk
      E sensores, na definição da palavra, são medidores de grandezas analógicas e transdutores, que convertem essa grandeza em outra quantificável, como tensão e corrente elétrica. Os sinais contínuos são amostrados pelo conversor A/D e então processados.

      Fiquei agora pensando como deveria ser trabalhoso corrigir erros e problemas nos sistemas de injeção destes carros da era 90-00 antes do sistema compatível com CAN. Teria que ver a provável causa do problema e utilizar bastante o multímetro.

      O scanner hoje dá excelentes dicas, mas infelizmente, muitos mecânicos confiam cegamente nele e deixam de usar o multímetro que é bem mais confiável no diagnóstico.

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  10. Tive 2 deles, um 1994 com teto e um 1996 com A/C e teto.Ambos pretos. Fiz uma preparação caseira, com um amigo que sabia muito desses motores na italia. Enganamos o sensor de pressão de turbo,Injeção burra, sem sonda, aumentamos para 1 bar, escape de 3 polegadas, gasolina mesmo. Coitados dos A3 e GTI da epoca....ganhei muito 0 a 180 km/h versus esses carros...ainda vou ter outro, para guardar.Usava cambio do Tipo,, freio de Tempra...mas fazia tudo com uma enorme competência o carrinho. Uma 325 penou para me passar a 220 km/h...porque o cambio do Uno acabou...

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    1. 911 Turbo
      Belo carro , deve ter deixado saudades
      Muito difícil achar um exemplar desse Uno hoje em dia.
      Há que se procurar com lupa.
      Boa sorte

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    2. O cambio original era do tempra mesmo. (A não ser q o tipo usou igual, mas o cambio não era de 1.6 era de 2.0, vi nos manuais tecnicos da fiat)

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    3. Por volta de 12, 14 mil se encontra um em bom estado a venda na net. Devem haver preços melhores menos divulgados. Bom será se você conseguir um Uno Turbo da série GKU, pintado na cor amarelo modena - raríssimo!

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  11. Engraçado essas coisas...
    Aqui, o carro é só elogios. Mesmo que ninguém o tenha tido na garagem, pois tão poucos foram fabricados...

    Me lembro de ter lido na Classic&Sportscar, inglesa, mais ou menos na época que ele era produzido por aqui, qualquer coisa como:
    "O pior carro em produçào. Extrememente frágil, quebra o tempo todo, a manutenção/conserto custa uma fortuna. E o comportamento dinâmico está longe de ser essas coisas...".
    Em suma, muito dinheiro por pouco carro.

    Vai saber? Também nunca tive um para emitir opinião embasada.

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    1. Sonhar e imaginar como deve ser este carro, baseado na opinião de terceiros, é uma meia verdade que nos dá crédito para debater, nunca para ter opinião absoluta.

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  12. Boa a idéia de um Gol GTi com o motor 1.4 turbo, mas acho que essa versão iria canibalizar o Golf. Talvez pudessem lançá-lo como um produto de nicho, um esportivo com foco puramente em desempenho, com o essencial: o ótimo motor da versão de entrada do Golf, suspensão mais firme, bancos Recaro e boas relações de transmissão. Todo o resto, como ar-condicionado, direção hidráulica e etc poderiam ser opcionais. Controles de tração e estabilidade não precisariam aparecer nem como opcionais.
    Outra opção seria um Up! esportivo, com uma turbina nesse motorzinho 1.0 de três cilindros.
    Antônio do Sul

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  13. Não sei, mas se apimentassem o Palio e Uno Sporting com o moto 1.4 do T-jet e colocassem um 1.8 turbo no Punto e no Bravo e também criassem um Gol GTI 1.4 sei lá... teriamos carros realmente legais de se ver. Eu só curto hoje o Punto, o Bravo e o Fluence GT por que o resto é tudo pasteurizado.
    Não vejo nada legal na indústria automotiva... me lembro de um Tempra Turbo preto e outro vermelho que tinha na minha cidade... gente, uma vez eu vi o cara do Tempra Turbo Preto puxando umas arrancadas na avenida. Quando o cara saia do contorno patinando meio de lado ainda e alinhava puxando a 2° e fazia o "tchi" do turbo com o barulho do Tempra patinando em alto giro eu pirava demais. Eu ainda sem idade para dirigir sonhava que tava pilotando aquele Tempra... nossa, aquele carro marcou a década de 90 na minha cabeça. Tinha outro Uno Turbo Preto com teto que também achava o máximo... mas nunca vi acelerar forte.

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    1. Ah vá!
      Conta outra pra gente!

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