NASCE MAIS UM AUTOENTUSIASTA II

Nos comentários dos posts FOX = YARIS e NASCE MAIS UM AUTOENTUSIASTA alguns leitores mencionaram os modelos que fizeram despertar o seu entusiasmo por automóveis.

Pois então eu vou contar como aconteceu comigo.

Nasci em 1970 e desde pequeno fui incentivado a gostar de carros devido a uma grande coleção de miniaturas. Meus pais e minha avó sempre me davam muitos carrinhos. Os que eu mais gostava eram os que vinham na caixinha, os Matchbox.

Lembro-me de certa vez ter sonhado que eu coloquei toda minha coleção lado a lado no piso da casa de meus pais, que era grande. No final a coleção recobria todo o chão não sobrando nenhum espaço para andar sem pisar nos carrinhos. Acho que durante um certo tempo eu acreditava que esse sonho era possível de tão grande que eu achava que era minha coleção.

Aqui vale um adendo e uma pergunta já confirmada entre os colunistas desse blog. Não gosto de futebol. Meu pais nunca me incentivaram. E tenho uma teoria de que quem gosta muito de carros quase não gosta de futebol. Confirmam isso?

Brincadeira frequente com o meu pai quando estávamos no carro era a de procurar carros diferentes, na maioria das vezes importados, e falar seus nomes. Aprendi muito com meu pai, mesmo ele não sendo um especialista. Lembro que os modelos que eu mais gostava eram os raros Pontiacs Firebird Trans-Am, Camaros e Mustangs.

Tudo estava indo normalmente, quando numa certa manhã ensolarada de sábado, em 1979, olhei pela janela do carro do meu pai e vi um carro muito diferente de todos. Comprido, com um capô enorme. Para-lamas salientes e curvos, traseira curta. Musculoso. Uma escultura. Azul metálico e com alguns cromados que brilhavam ao sol. Um logotipo na lateral com uma palavra muito estranha, Stingray. Fiquei meio abobado, como o garoto da propaganda da SSR.

Naquele momento o entusiasmo se consolidou em mim.

Trinta anos depois, ao selecionar a foto para o logo do blog, escolhi justamente a foto de um Stingray. O curioso é que até agora eu nunca tinha ligado um fato ao outro.

Qual modelo fez você se tornar um entusiastas por automóveis?

30 comentários :

  1. tambem não sou muito de futebol....
    acho outros esportes muito mais interessantes, como o futebol americano, ou basquete por exemplo, mas como sou brasileiro, acabo não acompanhando esporte nenhum

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  2. futebol, que diabos é futebol, Paulo?
    O meu primeiro eye catcher foi um dart 69 azul abaeté, sedan 4 portas, em 1969. E o carro que me estragou definitivamente foi o meu querido Dart 76 coupe verde, que eu mandei fotos aqui no blog já.

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  3. realmente sao raros os que realmente gostam de carro (e gostam direito) e que gostam de futebol.. esse papo de que brasileiro gosta de carro e coisa de marqueteiro.

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  4. eu gosto bastante de futebol, embora menos do que de carros. e foram dois os modelos que me transformaram num entusiasta: o Lotus-Renault do Ayrton Senna, com aquela pintura dos cigarros John Player Special... e a BMW M1 que eu tinha em miniatura radiocontrolada (Pégasus, da Estrela).

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  5. Futebol? Deixei de gostar quando tinha nove anos de idade.1977.
    Lembro bem o dia de minha ruptura com o vulgo esporte bretão. Mas isso é outra história.
    As minhas primeiras Quatro Rodas e Auto Esporte, compradas com a mirrada mesada, são de 1978. (obviamente, tenho até hoje).

    Carros: um Opala Comodoro 4100 bege, de teto de vinil também bege... placa amarela DW-4100, que pertencia a um vizinho da casa de meus pais... e o que mais me deixou de cabeça virada... a primeira Porsche 911 SC Cabriolet, de 1982. Tinha um poster na parede do meu quarto por anos.

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  6. Paulo,

    Bellissima historia. A minha e bem parecida e concordo com sua teoria. Sou engheiro,Moro nos USA e sou apaixonado por Corvette ja tive alguns e no momento estou com 2, um novo e um antigo. Temos tambem 2 BMWs mas os Corvettes sao os brinquedos favoritos. Nao sei como posso postar as fotos dos carros aqui mas verei se consigo faze-lo. Gosto muito desse site pela qualidade do material e por ser em Portugues. Ah, tambem conheco o Bob Sharp desde que eu era menino.

    Um abraco.

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  7. Eu sempre gostei de carros e nunca gostei de futebol. Meu interesse passou de genérico a específico quando meu pai trouxe para a garagem de casa e para seu uso exclusivo um belíssimo Simca Chambord 1963 azul claro com interior branco. Como era bonito esse carro! Pena que o daily driver de casa que me levava para a escola todo dia era um Dauphine... Mas me tornei viciado dependente e sem a menor chance de cura quando meu pai me levou em 1970 a Interlagos para assistir uma etapa da Copa Brasil. O primeiro carro que ví passar antes de subir as escadas da arquibancada, bem no nível do meu nariz, foi a vermelhíssima Ferrari 512S pilotada pelo Gianpiero Moretti com a quinta marcha engatada quase em velocidade final no rumo da curva 1 e ainda deixando um rastro de borracha dos enormes pneus traseiros. Eu tinha 11 anos e essa cena (imagem, barulho, cheiro e vibração do ar) continua bem nítida na minha memória. Para mim esse carro não foi um mero eye catcher. Foi um soul catcher.

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  8. Também não sou fã de futebol, mas quando vejo os carros de alguns jogadores, quase me arrependo disso...

    Como comentei em outro post, meu primeiro "eye catcher" foi um Mercedes Classe S. Achava a frente, com faróis deitados, supreendente e a "magia da estrela de três pontas" já me contagiava.

    Mas não posso deixar de mencionar os Fuscas. Comecei minhas primeiras aventuras de projeto de motorista num 1200 e, assim que meus pés alcançaram os pedais, já saí dirigindo.

    Felizmente, o mesmo carro continua na família. Acompanhado de outro 1200, só que alemão.

    Sds,

    Der Wolff

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  9. Mister Fórmula Finesse22/05/2009 08:32

    Acho futebol um dos esportes mais enjoados que já iventaram, regra de impedimento (que coisa mais mala!), o fato de uma partida terminar sem vencedores...etc, etc. E o pior é que é o esporte mais divulgado e com maior cobertura!!! no meu mundo ideal, o esporte do dia a dia com aquela penca de comentadores tagarelando seria o WRC.... Bem, quanto aos carros, acho que dentro da barriga da minha mãe eu já era entusiasta, desde muito pequeno eu desenhava os carros nas proporções corretas em relação a portas e janelas, enquanto os coleguinhas desenhavam as portas dos carrinhos tendo como modelo as portas das casa (maçaneta, riscada...etc); li seguramente milhares de testes e avaliações de carros ao longo dos anos mas escolher um que tenha iniciado a "saga" é complicado...sempre amei os carros sem nenhum tipo de preconceito ou predileção especial, talvez uma queda pelas fabulosas pickups cabine dupla dos anos 80, as cores berrantes, as cabines avançadas, o design inesperado de algumas, não sei, seria injusto escolher um único carro como marco inicial.

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  10. Mister Fórmula Finesse22/05/2009 08:34

    "iventaram" é ruim hein?

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  11. Belgas gostam de futebol tanto quanto brazucas de beisebol. Belgas adoram corridas, longas e movidas a vitórias de carros europeus, e principalmente cultuam Ayrton Senna. Isso é cultural no meu povo. O carro mais espetacular jamais construido é brazuca: Puma GT Malzoni, ñ deixa nada a desejar às Ferraris 330 P3 e P4.
    Saudações belgo-monarquistas
    carlo paolucci

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  12. Pode parecer estranho, ainda mais numa família que consumia VW (Variant, Kombi, Zé do Caixão) e Chevrolet (Opala na época do milagre e Chevette), mas a primeira paixão foi um 147. Ninguém da família teve um, mas o fato de ser moderno e de ser a novidade naquele ano (1976) me fez ter interesse no carro. Na escola desenhava no caderno carros no estilo "dobradura de papel" do mestre Giugiaro sem me dar conta que esse era o estilo dele. O fim da infância e a adolescência passei a acompanhar o embate entre os Pocket-Rocket's Gol GT (depois GTS e GTi), Escort XR3, Monza SR (aposentado pelo Kadet GSi) e Uno 1.5 e 1.6R. Assistia à seriados (chamados de enlatados americanos na época pela chamada 'opinião pública' que exigia programas e músicas nacionais, agora temos Ratinho, Faustão, Gugu, Kalipso e duplas sertanejas cantando cover de música latina brega e sobrevivemos ao furacão É o Tcham...) em que policiais dirigiam Corvettes reluzentes, Trans Am com inteligência artificial que até falava e até um Lamborghini Countach virtual, isso na década de 80. Jogava com meus amigos que tinham o privilégio de ter um Atari jogos de corrida. Comecei assistir a Fórmula 1 com meus amigos que tinham TV colorida (que era cara na época e meu pai preferia comprar uma furadeira nova a trocar de aparelho)e vi as primeiras vitórias e grande derrotas do nosso mais querido campeão: Airton Senna. O JPS preto com filetes dourados era o carro mais bonito que tinha no grid. Mas o sonho acabou no dia 1º de maio no muro da curva Tamburelo. E quando o Collor disse que nossos carros eram umas carroças e passamos importar carruagens mais sofisticadas. E quando os nossos esportivos deram lugar a vans, sedãs compactos e fuscas restaurados como realidades possíveis e racionais. Crescer é isso: você descobre que do futuro os carros não vão voar mais, vão ser abastecidos na tomada, que os governos planejam carros inteligentes que dirigem por si próprios para evitar acidentes e que recomendam às agências de marketing que não façam apologia ao perigoso prazer de dirigir...

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  13. Engraçado também, mas meu entusiasmo começou com um 147... Era verde escuro e tinha umas rodas diferentes, de liga leve... Eu tinha uns 7 anos para 8 anos. Lembro que vi o carro passando na rua e comecei a correr pela calçada acompanhando o tal do carrinho verde, acenando... E bati a cabeça vergonhosamente em um poste! KKKKK... Posso dizer que nunca mais fui o mesmo!

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  14. Paulo,
    Também não tenho o menor interesse por futebol. Há coisas que me irritam neste esporte, como um jogador dar uma sarrafada em outro e levantar os braços como que dizendo "eu não fiz nada!" e como que supondo que o juiz vai acreditar e deixar de dar a falta. Isso e o jogador que fez um gol sair correndo como um maluco, gastando uma energia que deveria ser aproveitada no jogo. Já pensou se a cada ultrapassagem em corrida o piloto comemorasse igual?
    Quanto ao carro que me virou a cabeça, o Porsche 356, eu não tinha 10 anos. Foi numa corrida em volta do Estádio do Maracanã e até hoje me lembro de um espectador dizer "Olha lá o Auto Union!". Era um 356 de 1.086 cm³ do paulistano Oswaldo Fanucchi. Começou aí.

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  15. Uma Berlineta dourada de um vizinho... Ali começou a "saudável doença"!

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  16. Sua teoria está comfirmada, na minha opinião. Também não gosto de futebol.
    Não por coincidencia, eu também tinha uma coleção de matchbox considerável.
    Hoje sou mais apreciador dos carros europeus mas o que despertou minha paixão infantil foi um Mustang Mach 1. Verde limão com a palavra "Boss" na lateral que na época me soava tão estranho quanto "Stingray".
    Ficava sentado na calçada esperando aquela garagem se abrir para ouvir aquele ronco maravilhoso rua acima.
    Este som e as imagens guardo até hoje.

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  17. Eu sou torcedor do Democrata Futebol Clube, de Sete Lagoas (MG), e que foi recentemente rebaixado à terceira divisão do campeonato mineiro. Acho que isso demonstra o tanto que eu não gosto de futebol né? :P

    Acho que o carro do qual eu tenho a lembrança forte mais antiga talvez seja o MG B travestido de Ferrari 250 GT California SWB do Curtindo A Vida Adoidado. Também tenho lembrança de um Alfa Spider do filme "Admiradora Secreta", outro que fez parte da minha infância regada a Sessão da Tarde.

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  18. o futebol realmente tem coisas que me fazem perder o interesse, sem contar que muitas vezes um árbitro mais "desatento" pode colocar toda uma bela campanha de um time por agua abaixo, e até hoje, mesmo ficando evidente que o juiz errou feio, nunca vi anularem uma partida de futebol;
    se bem que a Formula 1 as vezes quer inventar umas regras bem malucas tambem

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  19. Carlos Galto22/05/2009 13:47

    Galera, eu sou uma exceção.
    Gosto muito de futebol, sou flamenguista de coração e sou apaixonado por carros!
    Minha história é beeem parecida com a do PK:
    Garoto tinha vários Matchbox e um amigo mais endinheirado vários Maísto 1:18 importados, cheios de detalhes, portas abrindo, etc, que me fascinavam.
    Nessa época morava na Barra da Tijuca e estudava em Botafogo no antigo Colégio Andrews (hoje da rede PH) e ia de carona com a mãe de um colega que também estudava lá. Nessas viagens íamos "pedindo" carros, "peço Alfetta", "peço Camaro", "peço Puma GTB S1"... E como na Zona Sul do Rio era a moradia dos magnatas, existiam vários carros importados. Depois apareceu o jogo Super Trunfo onde eu era virtualmente imbatível, Revell, desenhava qualquer carro, descobrí o automobilismo nas Auto Esporte dos anos 70, vários catálogos e revistas importados...
    Meu pai tinha uma Brasilia onde ele fazia tudo e eu sempre de olho, ajudando onde me era permitido. Com 8 anos ia sentado ao lado dele "dirigindo" o meu carro com chinelos virados pra cima no piso do carro fazendo as vezes de pedais e uma indefectível tampa de panela como volante. As marchas eram trocadas na manivela do elevador do vidro e fiz o meu pai colocar um retrovisor do lado direito, algo raríssimo nos idos dos anos 70 e início dos 80. E SEMPRE andava com o cinto de segurança, motivo de chacota do meu pai. Com 13 anos dirigia, 16 pegava o carro do meu pai escondido (reprovo totalmente e não quero ensinar o meu filho a dirigir muito cedo pois ele já é, com 6 anos, um pequeno entusiasta...) e com 18 anos e uma semana tirei a minha CNH. O meu pai me mostrou o paraíso quando chegou em casa com um Passat Pointer 84 (eu ainda tinha 16 para 17). Nesse carro, que era uma verdadeira bomba de mecânica mas andava como o catiço quando estava bom, foi onde perdia (pra mim nunca "perdi") tardes de sábado limpando, regulando carburador e fuçando tudo onde eu pudesse. Depois tive mais dois Passat, inclusive outro Pointer 89 (terei outro!!), Gol GTI, Santana, Monza, XR3, Quantum, Blazer, 206 e hoje tenho o meu Tempra.
    Sou viciadasso em automóveis, me lamenta a falta de tempo pra fuçar e estudar mais mecânica.
    Sonho com uma BMW M5 E34 de 95 e, claro, ao lado de um Passat Pointer 89 vermelho com teto solar.

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  20. Futebol, não obrigado. Não vejo graça nisso e olha que se dependesse dos meus pais seria jogador, começando pelo nome: Carlos Alberto Torres.
    Adoro carros e o que mais gosto são os Mustangs, principalmente os Boss do fim dos anos 60 e ínício dos 70.

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  21. Muito legais os relatos. Interessante que para despertar o entusiasmo o carro não precisa se raro ou muito diferente.

    Abraço a todos.

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  22. Marlos Dantas22/05/2009 20:34

    Sou vascaíno e gosto de futebol, mas bem pouco. Não sou daqueles fanáticos que deixam de ir a compromissos importantes para assistir futebol... Quando mais novo, de 11 a 14 anos, tentei jogar futebol com a turma da escola depois da aula, mas, depois de tanto tentar, desisti, eu era muito perna-de-pau. Aliás, moro no RJ e nunca assisti a uma partida de futebol no Maracanã!
    Ainda bem pequeno eu já gostava de carros. Carrinhos eram meus brinquedos favoritos, porém, não gostava dos modelos eletrônicos, mas dos “manuais” ou miniaturas de ferro a fricção, pois, eu costumava dizer (aos 5 – 6 anos de idade) que nos brinquedos eletrônicos é “a pilha quem brinca”.
    Meu entusiasmo se manifestou sem nenhuma influência familiar, meus pais não dirigem e não ligam muito para carro. Mesmo observando atentamente os carros na rua e brincando (sozinho, pois sou filho único) de falar os nomes dos carros, nenhum modelo tinha realmente me impactado até então. Foi quando, no finzinho de 1991 aos 5 anos, vi um Escort XR3 (MK4) conversível bege nevada (“branco pérola”) parado num sinal. O carro estava com a capota fechada e, de repente, aquele “teto dobrável” (era minha definição para aquele tipo de capota) começou a ser abrir, revelando um homem e uma mulher loira, ambos de óculos de sol. Fiquei anestesiado tanto pela beleza do carro quanto pela “mágica” abertura da capota. Imaginei: “Como o teto se dobrou sem que ninguém pusesse a mão?!”. Aquela cena nunca saiu da minha cabeça, então eu comecei a chatear meu pai para comprar um “carro de teto dobrável”, sendo que ele não pôde me atender, pois era um modelo muito caro. A partir daí, passei a olhar os carros com outros olhos e, já mais entendido, passei a gostar de modelos um pouco mais antigos como o Monza S/R e Passat GTS Pointer e esportivos então contemporâneos como Gol GTi e Uno 1.6R (eu adorava a 3ª porta em tom escuro).
    Até hoje, às vezes, sonho estar dirigindo um XR3 Conversível “branco pérola”, um sonho quase real, o vento, o cheiro do prado ao lado da pista, o som do motor, o apoio lombar do Recaro nas minhas costas, a música do Elvis Presley no toca-fitas... Espero, em breve, realizar o desejo que tenho desde criança de possuir um modelo desses. Enquanto isso não acontece, ele continuará habitando meus sonhos...

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  23. Eu creio que eu me tornei um entusiasta quando, aos 5 anos de idade, meu tio-avô me levou para dar uma volta no 356/B Cabriolet que ele tinha na época. Paixão total até hoje, quando eu vejo um desses Porsches clássicos eu paro e sorrio.

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  25. Eu não me recordo ao certo de um único modelo que tenha despertado minha paixão autoentusiasta. Meus pais e familiares sempre disseram que, desde os 4 anos de idade, já era capaz de reconhecer todos os modelos mais comuns rodando no Brasil, mesmo importados. Já devo ter nascido com gasolina no sangue...

    É mais ou menos dessa época que tenho algo em mente a respeito de um Dodge Dart vermelho, 2 portas, que era de um namorado de minha tia. O que ficou gravado na memória era a falta da coluna central. E quando tinha uns 8 anos, meu pai comprou seu primeiro Opala, modelo SS4 de 1976. Novamente, outro modelo cupê "sem coluna". Desse não tenho dúvidas, foi o que despertou minha paixão pelos Opala/Caravan até os dias de hoje. Gosto muito também dos modelos cupê sem coluna e traseira do tipo fastback.

    Ultimamente ando às voltas com um tal de projeto para instalar um chevy 350 em meu Caravan. Isso está me tirando o sono... É explicável, já que minhas primeiras memórias marcantes tenham sido de um modelo V8 e outro Opala que, ao longo do tempo, veio se somar minha predileção por peruas. Sem dúvidas, a primeira impressão é a que fica...

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  26. RR,

    Procura o Paulo da America escapamentos, fica numa travessa que liga a marginal a avenida são paulo, aí mesmo em sorocaba. Ele pode te ajudar e se for o caso, vou mandando uns pitacos virtuais ou telefonicos. Ele é um amigão, gente muito fina e um mopar man da hora!

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  27. Grande Garcia, só tem um probleminha, fazem 7 anos que eu estou morando em São Paulo Capital, na Móoca. Pertinho do Fusca Clube do Brasil, que é outra das minhas paixões automotivas, e inclusive desde 2005 eu estou 'cuidando' (na minha cabeça o carro sempre vai ser dele) de um Fusca 1974 1500 Amarelo-Safari, que meu avô me deixou.

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  28. Em tempo, eu ainda não esqueci aquela idéia do Sr. me fazer uma Caravan bege-e-bordô com um V8 big block viu...

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  29. Rubinho Carvalho11/06/2009 11:34

    Parabéns! Este é um dos raros blogs que adicionam algo em nossas vidas! Gente séria e já um pouco imortal! Só podemos ser gratos por vocês compartilharem os conhecimentos e entusiasmo conosco, simples mortais!

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  30. Acho que eu já nasci autoentusiasta, pois desde que me entendo por gente (e pelos relatos dos meus familiares) gosto muito do universo automotivo. Era daqueles pirralhos que ficavam no muro de casa, na ponta dos pés, só observando o movimento da rua, vendo aqueles carros passarem. Ah, sem falar nas conversas familiares: por ter vários motoristas na família (avô, pai e tios), o tema automóvel sempre esteve presente em minha casa. Volta e meia, para o desespero de minha mãe, falávamos horas e mais horas sobre um assunto relacionado aos automóveis.

    Lembro-me de outra passagem, lá pelos cinco/seis anos, quando achei uma chave, já enferrujada, esquecida em alguma gaveta, e saí pela casa, todo orgulhoso, mostrando para todos "a chave do meu Landau". Já nasci com o "vírus automobilista", hehe.

    Mas a lembrança mais forte é a de um Chevette DL 1992 cinza austin, comprado pelo meu Avô em 1995. Certamente foi o carro que mais me comoveu na infância, por assim dizer. Ainda me lembro de algumas viagens para praia, meu avô guiando macio, mas firme, o sedanzinho pelas curvas da BR-101, trocando marchas no tempo mais que correto, dando-me, mesmo sem querer, aulas de direção.

    Claro, o Chevette tem suas próprias limitações, mas aos meus olhos era um automóvel muito correto, confiável e divertido. Nunca nos deixou na mão. Era um excelente carro, e meu avô ficou com ele até falecer, lá em 2007.

    Com o passar do tempo eu fui conhecendo outros carros, alguns muito mais luxuosos e empolgantes, tanto que concentrei meus esforços nos Chrysler nacionais. Mas aquele Chevette é inesquecível - e devo ao carro (e principalmente ao meu saudoso Avô) o fato de ser um automobilista.

    Em tempo: também não sou fã do futebol, nunca me interessei pelo assunto. Mas, quando pequeno, fui matriculado, meio a contragosto, numa escolinha de futebol. Mas não durou muito tempo: após fazer quatro gols (três "contra" e um invalidado), fui gentilmente convidado pelos técnicos da escolinha a procurar outro esporte...

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