FEIURA PROGRAMADA


Após mais uma marca de batida em uma porta de meu carro, novamente tive saudades do antigo e verdadeiro Vectra que tive. Esse carro, espetacular em todos os sentidos, é exemplo de projeto e aplicação das molduras de proteção nas portas, que as tinha na posição ideal e protegiam de verdade nos cada vez mais apertados estacionamentos:


Já alguns anos antes do nosso Vectra ano 1997 ser lançado por aqui, a Saturn, divisão da GM americana cujo futuro é absolutamente incerto hoje, tinha painéis externos das portas em plástico, resistentes às pequenas batidas que marcam o metal. Por isso, as molduras eram dispensáveis. Vejam, por exemplo, parte de um press-release do modelo L de 2001, baseado no mesmo Vectra que tivemos aqui:

The L-Series sedan and wagon feature dent- and corrosion-resistant polymer body side panels, including polymer front fenders and door panels, as well as polymer bumpers that wrap around the front and rear for additional protection. A Saturn innovation, the panels are made of a recyclable polymer. They bend and bounce back on minor impact (such as being struck by a shopping cart), and won’t rust or oxidize. That helps keep Saturns looking new for a longer period of time, contributing to strong resale values. The polymer panels used on the L-Series are manufactured by Saturn team members in Spring Hill and shipped to the Wilmington Assembly Center.

Essa variante do Vectra feito pela Saturn foi mais um dos modelos da combalida divisão GM que jamais vendeu bem, talvez por ter chegado alguns anos antes da necessidade do americano médio em economizar gasolina.

De uns poucos anos para cá, surgiu a moda estilística (imbecil) de eliminar as molduras, muito provavelmente com o apoio irrestrito dos financistas, que não conseguem entender por que o carro precisa daquele pedaço de plástico tão caro colado na lateral. Um dos primeiros modelos que me recordo, é o BMW Série 7 de 2002:


E assim, com a moda disseminada como uma epidemia, muitos modelos vão frequentando locais não-amigáveis a automóveis, e vão tendo suas portas marcadas por batidinhas que as danificam com afundados e vincos.

É certeza de ter essas marcas provocadas por pessoas descuidadas e que não são entusiastas de carros e nem das boas aparências em qualquer visita que se faça a estacionamentos, que cada vez mais amontoam carros em espaços exíguos, com o objetivo de ganhar mais dinheiro.

E nós, que gostamos de cuidar bem de nossos carros, ficamos reféns dos designers malucos, e dos bean-counters sanguinários que não querem as molduras, só restando apelar para acessórios originais ou do mercado paralelo, para manter a integridade de nossos amigos de quatro rodas.

JJ

43 comentários :

  1. Jonas Torres01/05/2009 03:18

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  3. JJ,
    tocou em um ponto importantíssimo agora, meu lindo Escort Zetec que não tem frisos laterais, esta cheio destes pequenos amassados nas portas, e eu sempre o deixava em um dos estacionamentos mais caros aqui do centro de Porto Alegre, sendo que o meu carro provavelmente éra um dos mais baratos de lá, e logo eu fico pensando, o que se passa na cabeça das pessoas? isso é uma total falta de educação! não me conformo, se não gostam de seus carros, pelo menos façam o favor de não bater na porta do carro dos outros, como eu ja havia notado as pequenas batidas antes, nem me importava em perder alguns minutos a mais procurando uma vaga mais afastada e sempre estacionava o carro bem próximo a algum pilar, e nem assim adiantou, sorte desses malditos que eu não presenciei nenhuma das pequenas batidas, pois com a raiva que eu fico, não quero nem pensar no que eu seria capaz de fazer com o carro do sujeito e o sujeito que faz isso, podia ser que assim o desgraçado iria aprender a ser cuidadoso com as coisas dos outros.

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  4. Vendo a foto do Vectra me vem novamente a perplexidade, mesmo passados quatro anos: como é possível um fabricante que se acredita ser sério encerrar a produção um modelo,fazer série para colecionador e tudo mais, e apenas seis meses depois lançar outro produto com o nome do que parou de ser fabricado? Não dá para aceitar que a GM tenha lançado um Astra com nome de Vectra. Seria a mesma coisa a BMW anunciar o fim do Série 7 e, algum tempo depois, lançá-lo num Série 5 de entre-eixos um pouco maior como "Novo Série 7".

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  5. Marlos Dantas01/05/2009 10:25

    Talvez o combate às molduras seja por um visual mais “limpo”, mas, ao contrário, além destas peças não serem exatamente feias (salvo exceções), um carro sem elas perde a “limpeza” visual de qualquer forma com o passar do tempo, através dos amassados.
    Também existem casos onde a moldura é instalada em posição onde não tem nenhuma função protetora, como no Sandero onde fica muito em baixo (inútil principalmente quando a “agressora” é uma porta traseira). Talvez aquele “borrachão” tenha apelo estético, porém, seria mais útil se fosse uma moldura estreita em posição mais elevada.
    Os estacionamentos realmente têm se tornado um ambiente hostil aos carros, mais ainda os estacionamentos dos supermercados onde os agressores não são apenas as portas dos outros veículos, mas também aqueles malditos carrinhos de compras. Quando entro ou saio do veículo, tomo todo cuidado para não tocar a porta no carro ao lado, mas, infelizmente, nem todo mundo faz isso. Outro cuidado que tenho é o de rebater os retrovisores externos para nenhum pervertido os arrancar com esbarrões.
    E tem gente que retira as molduras alegando que elas acumulam sujeiras e umidade, propiciando a corrosão. Bem, ficando com a porta cheia de amassados, vão precisar de lanternagem de qualquer forma...

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  6. Marlos Dantas01/05/2009 10:30

    Bob,
    As linhas do Vectra (como o da foto), ainda hoje, são modernas. Aquele recurso dos vincos no capô culminarem, "se transformarem", nos retrovisores externos foi magnífico.

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  7. É o que sempre digo: o maior dos flagelos para os autoentusiastas é a maioria das pessoas não darem a mínima para os carros ou o ato de dirigir. Quer agressão maior do que instalar um engate na traseira, só para preservar o pára-choque? Ninguém se dá conta que, ao colocar a ridícula bolota lá atrás, são feitos furos não previstos no projeto original do monobloco, onde a chapa ficará exposta e haverá corrosão no futuro. Se todos se comportassem com um pouco mais de paixão pelo assunto automóvel, a maioria de nossos problemas estariam resolvidos...

    Sobre o "novo" Vectra nacional, sem comentários. É de dar raiva em qualquer autoentusiasta...

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  8. Caro Juvenal,

    Ótimo post, eu fico muito indignado com a falta de cuidado dos outros com os nossos automóveis, eu tenho um peugeot 206 e todos eles tem o friso na porta porém pelo desenho da porta ser arrendondado e não tão reto como o do vectra a porta fica exposta a essas batidas. Já tive um corsa 2001 e aquele sim o friso era muito útil como no vectra. Os frisos são muito importantes mas pra mim o pior ainda é a falta de educação desses descudiados que abrem de qualquer forma as suas portas danificando as nossas... Precisamos de uma campanha contra esses folgados...

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  9. agora uma coisa eu tenho que concordar com os projetistas, frisos, ainda mais se não forem pintados na cor do veiculo, ficam muito feios, fora que devem prejudicar na aerodinamica

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  10. Isso é falta de consideração e educação com as coisas dos outros, no mínimo! São pessoas de diferentes classes sociais que incorrem no mesmo erro!Eu, quando vejo que vou ter que encostar no carro ao lado, chego a colocar até minha mão entre minha porta e a lateral do veículo... A única saída, a não ser ficar escarvo do carro e não parar e ir a locais de muita aglomeração, é procurar vagas com espaços laterais maiores.

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  11. Clésio Luiz01/05/2009 13:55

    Boa parte dos carros de projeto novo estão vindo com o ridículo friso lateral na parte de baixo da porta, sendo assim totalmente inútil. O Civic é um exemplo.

    Alguns modelos amassam mais por causa do formato da carroceria e da dureza das chapas do carro.

    Carros com a lateral redonda, como o 206, Palio e Clio são vítimas fáceis de mossas na porta. O Uno, apesar de ser um ótimo projeto, pecou no formato das portas, onde a "linha do caráter" é mais externa do que o friso de plastico da lateral. Por isso é muito comum essa linha no Uno estar empestada de mossas com poucos anos de uso.

    Quanto a dureza da chapa dos carros, TODOS os modelos japoneses, sem exceção, tem a chapa muito mole, verdadeiro imã de mossas. Honda, Toyota, Mitsubishi, ninguém escapa. Entre os ocidentais, o 206 e o C3 são um verdadeiro papel. Quem tem a chapa mais dura são os modelos da GM. O Vectra sitado realmente tem o melhor dos dois mundos: tem a chapa dura (para os padrões atuais) e tem a lateral relativamente plana, o que ajuda a diminuir o tamanho das mossas provocadas por aberturas de porta. Os Ford são bem comparáveis em dureza. O resto das marcas é mais ou menos equivalente.

    Da minha observação, os principais culpados em criar mossas em estacionamento são as mulheres. É uma minoria insignificante entre elas as que se preocupam com o carro do lado na hora de abrir as portas. A maioria dos homens que eu observo tem algum cuidado nessas horas.

    OBS: eu sou técnico em DSP.

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  12. Ah malditas mossas!
    Eu sempre tento parar perto de colunas em supermercado e shopping para ter uma porta a menos exposta. E tenho um Mille, o desenho da porta é horrivel, sempre amassa no vinco superior. As vezes deixo o carro na rua ao invés do estacionamento pois pelo menos ninguém pára do lado... Mas estou curado e decidi não esquentar mais a cabeça com isso. Quase arrumei briga no estacionamento de uma clínica pois vi a mulher batendo a porta do seu Fit no meu uno. Só não o fiz pois seria covarde de minha parte pois eu iria aproveitar da fraqueza feminina para tirar satisfação (se fosse num negão de 2,0m eu iria ficar piano). Deixei pra lá e decidi não me extressar mais. Carro para uso diário é assim mesmo, o dia que eu tiver meu carro de coleção (que seja um V8, obviamente) daí eu me preocupo com isso.

    Quanto ao Vectra, realmente Bob, tenho o mesmo sentimento que você. A GM deu uma mancada forte. Mas ainda não consigo perder minha admiração pela marca. Sinceramente, morro de vontade de vender meu Uninho e pegar um Corsa EconoFlex 1.4. Ainda mais depois do seu relato no BCWS onde você deixou ele baixar para 1500RPM em quinta, afundou o pé no acelerador e o carro retomou sem reclamar.

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  13. JJ and All,

    Se preocupar com batidinhas nas portas é viver uma vida inteira nervoso à toa.

    Meus carros estão cheios delas, e eu não estou nem aí...

    É só um dos fatos da vida; get used to it.

    MAO

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  14. Ah, e outra coisa:

    Apesar de ter passado alguns anos tranbalhando numa firma que projetava e vendia as tais molduras a rodo, sempre achei uma peça totalmente inútil e dispensável.

    Sorry, JJ, carro sem amassadinhos nas portas é carro que nunca foi usado. Para mim são como pequenas cicatrizes; fazem parte da sua história e de quem vc é.

    MAO

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  15. MAO

    Sorry, se marca de uso fosse bom, não desvalorizaria carro.

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  16. cadê o Jovenau?

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  17. Ah, MAO, não dá. Ver a lateral do carro salpicada de amassados por FDPs tira qualquer um do sério. Me desculpem se peguei pesado no termo, mas quem danifica seu bem por pura desídia merece tal qualificação. Tive um tempra turbo e uma alfa 155 (ambos sem frisos e lindos, em minha opinião) e me dava vontade de matar quando via um novo amassado em suas enormes chapas laterais. Evito ao máximo estacionamentos paralelos e, quando não tem mesmo jeito mesmo, paro em uma vaga isolada ou colada em pilastras ou paredes.


    Abraços


    Lucas

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  18. Jonas Torres01/05/2009 19:06

    Xi, tinha feito um post bem no início e foi apagado....

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  19. eu tambem, postei lá no inicio e o Juvenal me sabotou, tive que escrever tudo denovo, hehehe

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  20. Anderson,
    não sabotei ninguém não. O que acontece é que muitas vezes, o comentário não entra, dependendo de vários fatores que desconheço no mundo informático. Comigo já aconteceu também.

    Agradeço os comentários que seguem a minha linha de raciocínio, e como sempre, não poderia deixar de admirar o amigo Marco Antonio Oliveira, um super entusiasta que gosta das batidas nas portas. Muito engraçado mesmo.

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  21. All,

    Como disse a escolha é de vcs. Viver nervoso com uma coisa que vai com certeza acontecer mais dia menos dia, ou desencanar e ser feliz dirigindo, e não checando tenso a lateral do carro toda hora...

    E Belli, meu amigo, isto vale quando se compra carro também. Realmente ninguém quer carro cheio de amassadinhos, mas como eu não ligo, posso arrumar umas pechinchas como no famoso caso do Maxima...

    MAO

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  22. os amassadinhos saem fácil com um martelinho de ouro, mas o problema não é o amassadinho em si, e sim a falta de respeito das pessoas

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  23. é uma coisa estúpida que poderia ser evitada com o minimo de cuidado, isso que não entra na minha cabeça, povinho mal educado

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  24. Lucas,

    Querer matar alguém por uma amassadinho na porta? Será que vale a pena mesmo, amigo?

    Gente, reflitam um pouco. Já existe tanta coisa séria na vida para se preocupar...

    Lighten up, fellas!

    MAO

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  25. matar não, ai tambem é exagero da sua parte, apenas chutar a porta de quem fez isso e dar umas pancadinhas de leve com a chave de roda na cabeça do infeliz... apenas isso, hehehehehehehe

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  26. Não, MAO, é força da expressão. "Matar" no sentido figurado, sem qualquer agressão física ou verbal. Escrevi a palavra num sentido coloquial, corriqueiro, quase que conversa de boteco. Mas ainda não atingi o estado Zen de ignorar um amassado na porta totalmente evitável.

    Abraço


    Lucas

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  27. Lucas,

    Eu sei que foi força de expressão, lógico.

    Não é ser zen não, é apenas conformar-se com o inevitável.

    Esperar que todas as pessoas do mundo evitem bater na porta de seu carro é igualzinho imaginar que atingiremos a "paz mundial". Inútil.

    Pessoas são diferentes, e o que é lógico e claro para vc não é para seu vizinho.

    E mais: acidentes acontecem. Quem aqui já não acertou a porta vizinha por acidente?

    MAO

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  28. eu nunca acertei a porta de ninguem por acidente, abro a minha porta igual "gente" e sou cuidadoso, mais até com as coisas dos outros do que com as minhas, pois foi essa a educação que tive

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  29. Anderson,

    OK, acidentes não acontecem para quem tem educação.

    Como são fáceis de resolver os problemas do mundo!

    MAO

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  30. calma MAO, sem exaltações, nunca aconteceu, o que não quer dizer que nunca vai acontecer, mas o problema não é os eventuais acidentes, e sim as pessoas que abrem a porta do automovel como se estivessem saindo de um alçapão

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  31. Anderson,

    OK, entendido.

    Quem tira crianças e idosos regularmente do carro em vagas apertadas sabe que, por mais que tomemos cuidado, acidentes acontecem as vezes.

    MAO

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  32. Jonas Torres03/05/2009 02:05

    A maioria dos amassados são sempre acima da moldura, ela só serve para evitar de arranhar a "quina da porta" numa garagem apertada e parede rústica. Mas aí estraga a moldura, não tem solução.

    Carro pra mim só com equipamentos originais, coisas extras para "proteger", como moldura de parachoque (em New Civic está cheio), moldura não original, capa de volante e sobretapetes, não é coisa de entusiasta.

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  33. Eu tomo cuidado, mas vai tentar explicar isso para crianças com 5 e 7 anos. Eles entendem, só que esquecem 2 minutos depois. Levam bronca toda vez, tento ficar atento a isso, já que meu prédio tem vagas um pouco apertadas, mas não tem jeito, volta e meia dá uma encostada. Shit happens, fui dar uma volta com meu Uno Turbo, passei por uma rua onde desmontavam barracas de feira, e aí uma barra de ferro caiu bem em cima do carro na exata hora que eu passava. Arranhão (felizmente bem fininho) de ponta a ponta no teto, num carro preto ? Matar a feirante ? Me matar ? Entrei no carro danado e fui pra casa. Depois resolvo o que fazer.

    Ah, JJ, prefiro carros sem frisos/borrachões, ficam muito mais bonitos, com raras exceções. O Vastra é um, o friso é feio pacas. Painel de porta de plástico, a exemplo dos paralamas do Clio, pode ser uma boa saída.

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  34. criança comigo é na avaina de pau!
    eu entendo a opinião de todos, mas é por deixar as coisas por isso mesmo que o mundo e principalmente o Brasil está do jeito que está, se você carrega crianças e etc... minhas portas não tem nada a ver com isso

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  35. Anônimo,

    As velhinhas também? Vc desceria o sarrafo nelas?

    Minha mãe, coitadinha, dá na porta vizinha todo dia. Fica chateada toda vez, mas não tem mais a coordenação motora necessária.

    E eu mesmo, em dias de inferno total, com pressa, filhos, telefone...Achar que não pode ocorrer um acidente é ridículo.

    Ah, mas seu carro é mais importante! Um amassadinho na porta dele é inaceitável! Pena de morte já!

    Se concentrem em dirigir aí, ora bolas...Carro perfeito só é útil pro vizinho olhar.

    MAO

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  36. Dificil ver alguém que não fique nem um pouco chateado ao encontrar seu carro com essas marcas do desleixo alheio. Pior ainda quando você vê o desleixado em pleno crime, como já aconteceu comigo. Uma patricinha em um C3 (muito mal estacionado por sinal) abriu a porta e acertou a minha em cheio, não contente, foi pegar alguma coisa dentro do carro e ficou ali inclinada na porta tentando pegar algo no banco do passageiro e a porta só esfregando na minha... E eu só assistindo...
    Quando ela saiu, não tive dúvidas, vi o estrago na minha porta, fiz questão de entrar no carro, abrir a porta com tudo pra acertar o dela, entrei e fechei, fiz que achei que tinha deixado algo cair antes de entrar no carro, abri e bati a porta com bastante gosto e vontade de novo (fez um amassado fashion, a patricinha deve ter gostado quando viu)e fui embora já com a cabeça um pouco mais fria...

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  37. homônimo do Anônimo03/05/2009 17:50

    boa!
    essa ai nunca mais amassa a porta de ninguem!

    MAO,
    sua mãe não tem mais cordenação motora nem para abrir a porta e ainda dirige? trânsito não é brincadeira amigo

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  38. JJ, saudades eu tenho do meu primeiro Vectra, aquele lançado em 93 como modelo 94, com peças belgas e alemãs. Um motor fantástico, carro excepcional de curva, frenagem absoluta, design agradável e sóbrio, econômico para um motor 2.0 e que só tinha o porém da velocidade final estar limitada pelo câmbio em 195km/h.

    Ficamos com o carro desde zero km até 2000/2001, o entregamos com 84 mil km muito bem rodados e cuidados, com economia, bons momentos em família eano gratificantes elogios quanto ao estado de conservação sempre que parávamos em um posto para abastecer. Pegamos um modelo 2.2 ano 98 de um amigo da família, razoavelmente bem cuidado e já com 65 mil km, vendemos cerca e 15 mil km depois, foi a maior insatisfação. Consumo exagerado, acabamento de pior qualidade e uma deficiência em curvas de matar.

    Hoje vejo a posição da GM como uma atitude desesperada, relançar um veículo foi jogada complicada mas que no fim das contas "deu certo". Poderiam fazer isso com o Opala ou nacionalizar o Omega e vendêlo a 100 mil reais. Ia ser bacana voltar a ter um modelo sedan de tração traseira nacional.

    Grande abraço,

    Eduardo Zanetti.

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  39. Fernando Chinelli05/05/2009 01:35

    Anônimo, acidentes acontecem. Sou sempre muito cuidadoso com isso, não gosto de ver marcas novas no meu carro, mas pra conseguir manter a sanidade mental prefiro não me estressar muito com isso. Mas semana passada eu tive a capacidade de deixar a porta de um carro de um amigo "escapar" da minha mão num estacionamento de supermercado inclinado e acabou fazendo uma baita marca na porta do MEU carro, que estava estacionado ao lado. Ainda bem que não tinha prometido matar quem marcasse meu carro...

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  40. Eu concordo com o MAO.

    Eu tinha um Santana CLi 1996 que era meu verdadeiro xodó. Uma vez levei ele no "Martelinho de Ouro" (próximo da FEI) e mandei tirar todos os catadinhos, amassadinhos, mossas e afins.

    O carro ficou ainda melhor, mas era sempre aquela paranóia na hora de usar o carro. Emprestar o carro para a mãe ou namorada então, fora de questão.

    Cheguei ao cúmulo de fabricar uma proteção no pára-choque dianteiro por causa da minha irmã que chegava em casa e sempre batia o para-choque dela contra o meu.

    Isso só para falar da lataria. E as rodas de liga leve então? Uma vez vi um motorista de valet ralar a minha roda na minha frente. O sangue ferveu, mas não fiz escândalo, pois era o primeiro encontro com uma bela moça e não queria passar a imagem de lunático.

    Foi aí que eu vi que estava levando esse negócio muito a sério. Carro de uso diário não é bibelô, é instrumento necessário ao nosso bem estar, mas se vocês levarem isso a sério demais ficarão doidos como eu quase fiquei.

    Hoje meu carro tem um ralado pequeno na roda dianteira esquerda e alguns amassadinhos. Vão ficar lá por tempo indeterminado, como o MAO disse, faz parte da pátina do tempo, cada detalhe tem uma história.

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  41. bah, sei lá, arranhão na roda de liga leve é outra coisa que me deixa maluco, as minhas antigas rodas de liga eu troquei e peguei outras novinhas, estão intactas, certa vez fui estacionar em frente a uma loja, e algum engraçadinho colocou um paralepipedo para ninguem estacionar por ali, eu não havia visto e quase ralei a roda, apesar de o pneus nem ter encostado na pedra, por que eu logo vi a pedra, fiquei com muita raiva!!!
    mais tarde, quando as lojas estavam fechadas, passei lá na frente, peguei a pedra e atirei contra a porta da loja, o alarme disparou, corri para dentro do carro e sai cantando pneus, hehehehe, que molecagem

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