Notícia: TOYOTA REVELA DESENHO E PREÇO DE SEDÃ MOVIDO A PILHA A COMBUSTÍVEL


A Toyota Motor Corporation apresentou nesta quarta-feira, 25 de junho, o desenho externo de seu sedã movido a pilha a combustível a hidrogênio. O modelo, que foi apresentado pela primeira vez como carro-conceito no Salão de Tóquio de 2013, será lançado no primeiro semestre de 2015, no Japão. Além disso, a fabricante também já está com os preparativos em andamento para a fase de lançamento nos mercados americano e europeu.

No Japão, o sedã será vendido ao preço de cerca de 7 milhões de ienes (aproximadamente US$ 68 mil, livre de impostos). Inicialmente, as vendas serão limitadas apenas para as regiões onde a infraestrutura de abastecimento de hidrogênio está sendo desenvolvida. Os preços para os mercados dos EUA e Europa ainda não foram definidos. No futuro próximo, além do preço, a Toyota irá divulgar também informações mais detalhadas, tais como especificações e metas de vendas.

O hidrogênio é considerado como uma das alternativas de combustível mais promissoras, uma vez que pode ser produzido com uma variedade de fontes de energias primárias, como a solar e eólica. Quando comprimido, o hidrogênio apresenta densidade de energia mais elevada do que as baterias, sendo de fácil armazenagem e transporte. Além do seu potencial como combustível para uso doméstico e em automóveis, o elemento pode ser utilizado em uma vasta gama de aplicações, como a geração de energia em grande escala.

A Toyota tem desenvolvido veículos movidos a pilha a combustível há mais de 20 anos. O sistema da Toyota inclui o FC Stack, que gera eletricidade a partir da reação química entre hidrogênio e oxigênio, além de tanques de hidrogênio de alta pressão. Em 2002, a Toyota disponibilizou nos EUA e Japão, de forma limitada, o aluguel do Toyota FCHV, um suve de pilha a combustível.

Desde então, avanços significativos foram feitos ao sistema de pilha a combustível. O FCV revelado hoje pela Toyota, por exemplo, se destaca pelo seu desempenho, que se assemelha a um veículo de motor a gasolina, com autonomia de aproximadamente 700 quilômetros (de acordo com medições realizadas pela Toyota com base nos parâmetros considerados pelo Ministério Japonês de Turismo, Infraestrutura e Transportes). O gerador de energia elétrica, quando acionado, emite apenas vapor d’água produzido pela reação entre hidrogênio e oxigênio. O tempo de reabastecimento é de cerca de três minutos.

Veículos movidos a células de combustível contribuem para a diversificação de combustíveis automobilísticos, não emitem CO2 ou substâncias nocivas para o ambiente durante a operação, mantendo a mesma conveniência dos veículos movidos a gasolina quanto a autonomia. A Toyota acredita no potencial dessas fontes alternativas de combustível, por serem favoráveis ao meio ambiente e ideais para a promoção de uma sociedade com mobilidade sustentável.

As empresas do Grupo Toyota também estão envolvidas em outras iniciativas relacionadas ao uso de hidrogênio, realizando testes em residências e na produção de empilhadeiras e ônibus.(Toyota)

Ae

38 comentários :

  1. Chupa, Haddad...

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    1. Essa eu nao entendi ????
      O que o Maldad tem haver com isso

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    2. Carros tidos como "verdes", geralmente tem isenção de impostos em toda parte no mundo, seja sobre a venda, e seja sobre a propriedade.

      No caso do Maldadd, se a moda pega, a prefeitura perderia receita com o IPVA e ainda cairia por terra o discurso de só incentivar ciclovias, porque bicicletas não poulem...

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    3. Acho que ele quis dizer que, se a moda pegar, não vai ter motivos "ecológicos" para barrar os carros de andar. Portanto, não haverá motivos que não sejam dinheiro ou preguiça da CET para existir o rodízio. Mas não tenho certeza...

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    4. Mas aí o Malddad vai enfiar o imposto eletricidade em cima dos proprietários de carros elétricos
      Vai deixar todo mundo em choque!!!!
      Ha ha ha !

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    5. Mas esse carro da Toyota não é abastecido com eletricidade, mas sim com hidrogênio líquido H2.

      O motor do carro é elétrico, mas ele não depende de tomadas elétricas para recarregar suas baterias. Ele possui uma célula de hidrogênio, que faz a recombinação do hidrogênio líquido H2 com oxigênio do ar e produz eletricidade para recarregar as baterias, que podem ser bem menores que as de um carro puramente elétrico, que seja recarregável em tomada

      O carro a hidrogênio tem uma bateria bem pequena em comparação com elétricos puros, pois ela é continuamente recarregada pela célula de hidrogênio.

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    6. Prefeitos não têm poderes para criar impostos sobre eletricidade. Eles são criados apenas pelos governos estaduais (ICMS) e pelos governo federal (IPI, PIS, Cofins). Veja em sua conta de luz.

      As prefeituras tem o poder de criar apenas uma taxa de iluminação pública, para custear os pontos de iluminação pública.

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  2. q cara feia esse carro!! Jesuis...

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    1. Cara feia para mim e fome!
      He he he

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  3. Quero ver quando esses carros movidos a hidrogênio começarem a acidentar-se... Se seus projetos não forem o estado da arte em engenharia, vamos ver muitas explosões épicas por aí...

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    1. Da mesma maneira que seria uma explosão com Gasolina/Etanol ou tanque de GNV....

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    2. Quantas explsões de carros movidos a gnv você já viu?

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    3. GNV não é tão volátil nem tão fácil de incendiar quanto o hidrogênio, logo é muito mais seguro. E ocorrem diversos incêndios de carros com os mais diversos combustíveis por aí, é só juntar acidente, falta de manutenção e talvez um ou outro descuido no projeto e pronto, está feita a fogueira.

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  4. Permita-me uma observação.
    O título deste post está: "Notícia: TOYOTA REVELA DESENHO E PREÇO DE SEDÃ MOVIDO A PILHA A COMBUSTÍVEL". O correto não seria algo do tipo: Notícia: TOYOTA REVELA DESENHO E PREÇO DE SEDÃ MOVIDO À PILHA DE COMBUSTÍVEL A HIDROGÊNIO.
    Abraço

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    1. Anônimo 25/06/14 17:39
      Até poderia ser, mas ficaria um título longo demais. De qualquer maneira, a informação completa é encontrada logo na segunda linha. Agradeço a colaboração.

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    2. O primeiro "a" não tem crase.

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    3. "Pilha a combustível a hidrogênio " não faz o menor sentido, bem melhor seria pilha de hidrogênio, ou bateria de hidrogênio, ou célula de hidrogênio.

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    4. Anônimo 26/06/14 08:54
      Faz todo o sentido, aprenda. O que não faz é justamente o que você acha que faria.

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  5. Me veio na cabeça a lenda que corre pela internet que as petrolíferas trabalham para que nunca paremos de depender delas, especificamente não tenhamos uma fonte gratuita ou quase isso, sendo direto, que sempre tenhamos que ir ao posto, tanto para comprar gasolina, álcool de alguma nova geração, hidrogenio e afins.
    A energia solar e eólica sempre serão relegadas, pessoalmente penso isso.
    Carlos - Arapongas/PR

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    1. Penso da mesma maneira.
      Células de combustível são a única maneira de existir um dono para a produção e distribuição do combustivel e por este motivo nunca vai se lançar um carro elétrico de grande autonomia e barato.

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  6. E depois ainda dizem que o Etios é feio...

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    1. Ah vá
      Tabem nao exagera!!

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  7. Você teria coragem de comprar um carro movido a energia nuclear? pois acredito que bombas de hidrogênio e bombas nucleares, são coisas com alto poder destrutivo. Pensa no carro ideal para Al-Qaeda... Não precisa de explosivos, só de um detonador - Jesus do Nascimento

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    1. Jesus, o combustível que você usa em seu carro agora tem poder explosivo cinco (se for álcool) ou seis (gasolina) vezes maior que o trinitrotolueno usado para abrir minas e demolir casas (e como arma mesmo, até a segunda guerra!). Depende apenas do uso, não do poder de explosão.
      O hidrogênio tem um certo poder explosivo (creio que maior que o da gasolina, já que a energia liberada na queima é bem maior e normalmente esses dados crescem junto).
      Mas não é botando fogo em hidrogênio que se faz a temida bomba (que, aliás, só EUA, Rússia e China possuem...), é por meio da fusão nuclear do hidrogênio, num processo semelhante ao do Sol. Para começar esse processo, é necessária uma explosão simétrica de pelo menos quatro bombas nucleares tradicionais. Só saber isso e saber que o poder de destruição advindo da fusão "compensa" o uso de um detonador desses já dá noção do tipo de arma do qual estamos falando. Não é coisa de terrorista. É coisa para o dia em que você acorda pensando que existem repúblicas bálticas demais nesse mundo...
      Então, a menos que você saiba de um bom motivo para que um dos três países queira ver toda sua macroregião vaporizada, pode ficar bastante tranquilo quando a esse aspecto do uso das células de hidrogênio!

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    2. Anônimo25/06/14 19:20: acho que você confundiu o elemento hidrogênio com a bomba de hidrogênio (dois prótons) -- são coisas distintas... Na bomba de hidrogênio usa-se um isótopo muito raro, com o objetivo de uma fusão, transformar o hidrogênio em hélio (na verdade, "hélio-4). O "estopim" de uma bomba de hidrogênio é uma bomba de fissão (urânio ou plutônio enriquecidos).

      Fusão: juntar dois núcleos e gerar outro elemento químico.
      Fissão: pegar um núcleo pesado e dividi-lo em dois outros.

      Tudo isto em linguagem bem elementar, já que o fórum não tem este objetivo. Mas o suficiente para que se entenda que o carro da Toyota só explodirá se o mesmo levar uma bomba nuclear do tipo "fissão" (urânio/plutônio) como "catalisador". rsrsrsrs

      PS 1: hidrogênio "queima" com o oxigênio formando uma molécula de água, nada de poluição ambiental.

      PS 2: apesar de bem explorada e até promissora, não acredito que isto tenha serventia prática -- o carro é só um demonstrador de tecnologia, como os elétricos (geração de energia elétrica é mais cara do que se pensa e apregoa por aí).

      PS 3: as montadoras precisam mostrar aos seus consumidores que estão procurando soluções "verdes", mesmo que não convincentes aos especialistas de fato. É preciso tentar, ou vendas convencionais se perderão. ;-)

      []'s

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    3. Confundiu pilha de combustível a hidrogênio com fusão nuclear de hidrogêncio. Desse jeito jabuticaba vira rabo de cabra!

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    4. A energia nuclear é a segunda energia mais limpa e mais segura do mundo, perdendo apenas para a eólica, por uma diferença mísera. Não polui, gera pouquíssimo resíduo e pode ser armazenada em diminutos volumes. O empecilho é que ainda hoje, o único meio de aproveitamento para a energia nuclear é através do aquecimento de água, gerando vapor para movimentar turbinas, algo ainda inviável para veículos pequenos. Inviável por causa de jogos de politicagem, é óbvio.

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    5. vá dizer isso em chernobill e fukushima. Pode-se até dizer que foram falhas de segurança, humanas, mas quando acontecem, o problema dura séculos

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  8. Eu acredito mais nessa tecnologia do que na de carros elétricos.

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  9. Mas que desenho MEDONHO!!! Perderama noção do ridículo...

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    1. Nao achei feio... Apenas diferente
      Acho que exageraram na agressividade da frente
      Bonito mesmo e o GT86!

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    2. Me parece um tanto óbvio que os coletores de ar na frente do carro são funcionais e não estéticos...

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  10. Bom, o termo da manchete soa um tanto estranho, já que o sedã é, a rigor, elétrico. O que muda é que, ao invés de ter baterias (grandes, caras, pesadas, de recarga lenta e autonomia relativamente baixa), ele usa células de hidrogênio para gerar sua própria energia. Se houvesse outro modo de gerar essa mesma eletriidade (digamos, uma mini-central termonuclear), a propulsão seria mantida, apenas a geração de energia seria diferenciada.
    O que me assusta um pouco nesse lançamento é justamente a geração do hidrogênio. Como ela será feita? A partir do metano, gerando o CO2 que as pessoas queriam evitar? Destruindo água? Reagindo ácidos com metais alcalinos, que são caros e não muito abundantes?. Escolhido o processo, ainda cabe lembrar que o hidrogênio é um dos poucos gases que não possuem massa suficiente para ficarem presos na atmosfera terrestre. Mesmo perdas insignificantes, quando levadas a uma escala industrial e repetidas ao longo dos anos, podem levar ao esgotamento do recurso. Se o petróleo acabasse, seria muito ruim. Se o hidrogênio do planeta for embora, morremos. A diferença é bastante notável!
    Mas, tirando o fator "vamos todos morrer por causa desse negócio", até que é bem mais interessante que um elétrico ou híbrido: O sistema de geração de energia é compacto, relativamente livre de manutenção e de recarga mais rápida que o elétrico. Só não é tão prático quanto o combustível líquido, por conta das altas pressões, mas pelo menos economiza o ar-condicionado (e parar sem combustível longe de um posto é um problema cada vez menos comum, de qualquer forma). Que tenha sucesso mediano!

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    1. "Destruindo água?"

      Que é "construída" de novo pela "pilha"....

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    2. Brauliostafora
      Claro que em última análise é um carro elétrico, mas note que o que está escrito na parede é FCV = fuel cell vehicle = veículo a pilha a combustível. A "pilha a combustível" é uma unidade chamada membrana trocadora de prótons (PEM, a sigla da expressão em inglês) que converte o oxigênio e hidrogênio em corrente elétrica e água. Aqui no Ae já publicamos em março de 2009 post sobre um VW Tiguan elétrico com energia produzida a partir do hidrogênio, leia em http://migre.me/k6O6u. O maior problema dessa PEM é seu preço, mas pelo jeito ele começa a cair. Claro, há problema da distribuição do hidrogênio, postos e instalações são caros, mas aos poucos isso vai sendo implantado, até mesmo por caminhões com o gás estacionados em pontos estratégicos nas estradas, como se pensa em fazer na Califórnia. Esse problema é muito parecido com o do GNV no começo aqui, poucos postos, filas longas para reabastecer, hoje totalmente solucionado..

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    3. Quando se fala em carro a hidrogênio, muita gente ainda pensa que o hidrogênio vai tomar o lugar da gasolina e ser queimando no interior do motor, como é feito nos motores de combustão interna.

      Na verdade é um carro elétrico, que inclusive conta com uma bateria de lítio, só que bem menor, que é continuamente recarregada pela eletricidade produzida pela célula de hidrogênio.

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  11. Tem grande apelo no Japão, já que o país possui enormes reservas de metano no fundo do Mar do Japão, esse metano podendo ser convertido em hidrogênio. Lembrando que tais reservas de metano ventilam-se naturalmente para a atmosfera, sendo potencialmente muito mais danoso ao planeta que o CO2 que viria a ser emitido com o seu processamento.

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  12. O problema com o hidrogênio é que a energia gasta pra separá-lo da água é maior do que a energia resultante da queima ou transformação da pilha.

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