NOTÍCIA: FIAT LANÇA SÉRIE FINAL DO MILLE

Fotos: divulgação Fiat


A Fiat apresentou nesta semana a série especial e final do Uno, a Grazie Mille, expressão em italiano que significa "muito obrigado", para simbolizar tanto a despedida compulsória do mercado quanto agradecer aos compradores do modelo desde o lançamento em 1984. Serão 2.000 unidades Grazie Mille, numeradas, e há uma nova cor, verde Saquarema, criada especialmente para a série especial.

Plaqueta com numeração da série especial Grazie Mille

O Uno Grazie Mille tem conteúdos exclusivos, melhor acabamento interno e detalhes estéticos externos e internos: na parte interna, tecido exclusivo com bordado Grazie Mille; rádio Connect com CD/MP3, Bluetooth e entrada USB; subwoofer; novo grafismo do quadro de instrumentos; sapatas dos pedais esportivas; nova cor da caixa de ar; logotipo da série especial na soleira das portas; plaqueta com numeração do carro no centro do painel (foto acima);  apoios (2) de cabeça no banco traseiro; cobertura do triângulo de segurança e extintor; revestimento completo do porta-malas; sobretapetes em carpete; e revestimento do teto na cor preta, incluindo-o nas colunas.

Quadro de instrumentos perfeito: ponteiro do conta-giros vertical na rotação de potência máxima

Na parte externa, faróis de máscara negra; rodas de alumínio 13-pol. com pintura exclusiva (pneus 165/70R13); ponteira de escapamento esportiva; nova cor verde Saquarema (há também o prata Bari); adesivos Grazie Mille; frisos laterais; e pintura das caixas de roda.


A série especial Grazie Mille custa R$ 31.200 e já está disponível na rede de concessionárias Fiat. O preço inclui também ar-condicionado, direção assistida hidráulica, acionamento elétrico de travas e vidros, desembaçado/limpador do vidro traseiro e comando interno dos retrovisores externos.

A especificação mecânica corresponde à do Mille Fire Economy, motor Fire de 999,1 cm³, com álcool/gasolina 66/65 cv a 6.000 rpm e 9,2/9,1 m·kgf a 2.500 rpm, 153/151 km/h e 0-100 km/h em 14,7/15,1 segundos e suspensão independente nas quatro rodas. (Fiat/Redação)






42 comentários :

  1. Gostei do quadro de instrumentos.

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  2. É impressão ou debaixo do termômetro de água tem um simbolo que se parece com a luz do air bag?

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    1. De fato tem o símbolo..

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    2. Mas o que essa luz está fazendo ai?

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    3. Anônimo 22/12/13 15:18
      Uai, ela avisa quando há anomalia no air-bag.

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    4. Uai! Mas ele não tem air bag por isso está saindo de linha....

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    5. É no mínimo estranho um carro que vai sair de linha por não ter o air bag trazer essa luzinha no painel, mesmo que ela não seja funcional. Seria uma trolada da Fiat?

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    6. Bem, os últimos Mille compartilhavam o painel (com econômetro) com os Palio Economy, que contam com o air bag duplo como opcional. Este "novo" painel está parecendo o mesmo, com o conta giros no lugar do econômetro e cores diferentes. Percebo que a máscara do painel, por questões de custo, é sempre completa. O que muda é ter ou não a iluminação por trás de cada símbolo, transformando a "máscara" em luz espia, não é isso? Meu carro, por exemplo, tem símbolos de air bag lateral e controle de tração. Embora não tenha nada disso, a versão completa tem...

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    7. não é o simbolo do cinto de segurança, igual ao que tem nos outros Mille - mas num tamanho mais razoável?

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    8. Lucas dos Santos22/12/13 22:35

      Disso nós sabemos, Anônimo 22/12/13 18:39.

      O que estamos nos perguntando é o que essa luz está fazendo em um carro que NÃO TEM air-bag...

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    9. O painel "normal" é compartilhado com o Palio Fire, quem sabe ele receberá esse painel especial no futuro também.

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    10. O Bruno Hoelz deu a resposta correta.

      Certa vez eu peguei a máscara do painel de um 405 que baixou na e coloquei uma lanterna por trás... havia um gazilhão de luzes, desde ABS até pré-aquecimento do diesel, só faltavam as lâmpadas para serem funcionais.

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    11. Sim mas existem versões do Pálio que possuem air bag. Então é compreensível que nas versões que não tenham exista a máscara e seja suprimida a luz. O Mille nunca teve air bag ai que fica a questão...

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  3. Já que é uma série final, bem que a Fiat podia ter o lançado com um motor 1.3 ou 1.4, mas é só uma opinião minha...

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    1. Já pensou que sonho, um "Mille" (*não seria Mille, mas... o primeiro Uno) 1.4 T-Jet como edição de despedida?

      Peso em torno de 1t, e mais de 150cv, com os devidos reforços estruturais, claro...

      Acho que só não fazem isso, por causa do custo, obviamente, e porque como edição de despedida seria um fiasco: a versão feita pra se deixar como lembrança da versão mais respeitada do modelo, e fechar com "chave de ouro" sua produção, no futuro se sobrasse uns 10 exemplares originais, é muito...

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    2. Anônimo22/12/13 17:08 cada vez mais vejo que quem é autoentusiasta do tipo doentio que nem eu não pode esperar nada pronto das fábricas. Se o carro não têm o motor desejado, mas têm um bom conjunto, engine swap nele.

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  4. Confesso que anos atrás (talvez devido minha imaturidade), em nada me chamava a atenção o Fiat Mille. "É quadrado, antiquado e não inspira entusiasmo" seriam meus argumentos caso me perguntassem o que eu achava desse carro. Porém com o passar dos tempos comecei a criar um amadurecimento, perdendo o preconceito com o Mille (e com vários outros carros e outros tipos de veículos) e atualmente vejo como um bom popular, que consegue cumprir eficientemente com sua proposta. Algumas observações minhas (que valem para outros populares e inclusive Kombi).

    - Não é NADA difícil as fabricantes oferecerem padrões razoáveis de acabamento, segurança e conforto em qualquer carro que seja, e esse Grazie mais que provou isso (eu não imaginaria um Mille com subwoofer de fábrica).

    Sem contar a quantidade de bons itens de serie que ele traz a preço de 31.200 reais. Eu particularmente preferiria pagar 31200 nesse Mille do que pagar o mesmo no novo Uno com os mesmos itens.

    Pra mim é um popular muito bom, em termos de itens de serie: Tem praticidade da direção assistida, som de aparente qualidade, vidros e travas elétricas nas 4 portas, painel com conta-giros e ajuste interno do retrovisor (que é inacreditável que carros possam sair sem esse item de fábrica). Até dispensaria as rodas de liga leve e as duas portas traseiras (pra abater mais ainda no preço). Se tiver cintos retrateis na traseira, apoio de cabeça e uma forração boa no porta-malas dai seria excelente.

    Só acho uma pena que só em uma edição limitada para a gente ver pequenos caprichos fáceis de oferecer ao consumidor, pois se fosse oferecido exatamente desse jeito, teríamos menos pessoas reclamando dos nossos carros (o que em parte, não desmereço).

    Fica aqui meu Rest in Peace para o Millezinho.

    Mendes

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    1. Também mudei muito minha opinião sobre o Mille. Fui muito imaturo também para não ter reconhecido as qualidades dele antes. Os ótimos textos do MAO bem como de alguns passeios e uma longa viagem me ajudaram a quebrar esse pré-conceito besta e infundado.

      Eu diria a mesma coisa anos atrás. Agora repito em tom forte: este sim é um carro entusiasta!

      KzR

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  5. Porque só no final de vida o carro ganha itens assim? É como disseram aí em cima: era só colocar alguns confortinhos baratos que nao reclamaríamos tanto dos caros carros nacionais...

    Mauro

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  6. Se me tivesse sido confiada a missão de formular o Uno de despedida, ficaria bem mais caprichado, podem apostar, mas mesmo tendo ficado simplesinho, gostei. E ao contrário da Kombi, se tivesse dinheiro sobrando, compraria um. Tenho uma imensa simpatia por esse carrinho.

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  7. Pra mim, deveria se chamar "Grazie Uno" e não "Grazie Mille", pois o Uno, como nós brasileiros o conhecemos há décadas - talvez o 2º maior carro da história do automóvel no Brasil - é esse Uno, o botinha! Sem contar que, pensando assim, não seria Mille, já que o "adeus" remete desde o modelo lançado em 1984, portanto abarcando os mille, 1.3, 1.5, 1.6 e turbo...
    Na verdade, o "Novo Uno" é que nem deveria ter a alcunha Uno, é um novo carro, que deveria ter um novo nome, ora! Mas o mercado (mais ainda aqui no Brasil) não respeita muito a tradição, se der mais lucro...

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  8. Uma pena que a s fábricas de automóveis daqui resolvem dar uma caprichada no carro somente quando o modelo está se despedindo do mercado. Essa série Grazie Mille ficou muito bacana, um carro de entrada com conteúdo decente.

    A Ford fez a mesma coisa com o Ka. Todos os modelos saem de fábrica com ar condicionado, mesmo que na versão básica da básica (sem vidros elétricos e limpador e desembaçador traseiro...) Minha noiva trocou o novo Ka dela por um 2013, com ar condicionado, direção hidráulica e outros mimos, por preço mais do que razoável (em se tratando de Brasil, claro...) É incrível como o carro melhorou em todos os aspectos, quando comparado ao modelo 2009 que ela tinha, em especial a suspensão, que deixou o rodar menos áspero.

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    1. Aliás, todos esse carros pequenos - preferidos das mulheres - deveriam sair de fábrica com DH. Dirigi um Palio 2006 de uma mulher e é incrível como a direção é pesada. Mais pesada que o Escort XR3 85 que meu pai tinha.

      João Paulo

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  9. Podiam também ter baixado a suspensão pra sua configuração original.

    E falando em segurança, quantos carros em produção hoje têm suspensão independente nas quatro rodas?

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    1. Marcos Alvarenga
      Nacionais, só um: Kombi. Até pouco tempo, a Peugeot Hoggar.

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    2. Bob, o Mille também...

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    3. Carros de entrada, nenhum... mesmo em alguns medios, até o jetta chegou a sair com eixo de torção...
      é porque a maioria dos compradores de hoje mal sabe o que é um cilindro ou quantas porcas tem na roda do proprio carro, só lê siglas... 17" (ou maior), ABS, EBD, Airbag, Bluetooth, Dualogic/imotion, multimidia e por ultimo os adesivos! Se tiver "adesivos e faixas esportivas" o carro automaticamente vira esportivo.
      Os carros estão se "nerdtizando" onde logo ouviremos alguem dizer... mas esse carro não vem o com o app x? Essa versão do S.O. desse carro não é compativel com o meu aparelho y.... e por ultimo, o que já ouvimos muito dos "nerds de carros" é "obsoleto"...
      São pessoas que não se atentam na essencia do veiculo.

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  10. Olá amigos. Tenho um Mille Fire Flex com Kit Way e gosto bastante. Meu uno ideal de seria um "Mille" Way com motor 1.6 16v(por isso as aspas no mille), cambio de seis marchas 5+E, discos de freio ventilados na dianteira. Sem direção hidráulica(não vejo necessidade no mille), ar condicionado, vidros elétricos, bancos dianteiros mais baixos e este painel de instrumentos do Grazie Mille com mais um computador de bordo. Vou sentir saudade do Mille mas a vida segue em frente. Abraços!!!

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    1. Kiko
      A direção hidráulica não tanto pelo esforço menor, mas pela relação de direção mais baixa (direção mais rápida).

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    2. Na minha opinião, o Uno ideal seria uma mistura da versão ELX (meados dos anos 90) com motor 1.5 carburado. A carroceria 94~2003 é a mais bem feita, e com mais peças disponíveis no mercado a baixo custo; sendo a versão ELX, teria ao menos acabamento interno de bom gosto e 4 portas. Já o motor, o FIASA 1.0 não gostaria, por ser fraco demais, e o Fire por já ter manutenção cara (é pra ser Uno!), optaria então pelo antigo FIASA 1.5, com um carburador duplo bem regulado, sem frescuras. Simples, sem precisar ser horroroso, e eficiente, como foi pensado o Uno. Minha opinião...

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  11. Achei que essa série ficou a dever. Na verdade tirando o conta giros e o Subwoofer, em nada difere do Mille Top completo. Merecia alguns equipamentos à mais e uma caprichada maior. Coisas simples, como por exemplo, o relógio digital já utilizado em versões desse carro, assim como os acabamentos em plástico das colunas e parte superior da porta, que tampam as chapas, e que era usadas nas verões mais caras do então Uno. Essa carro merecia mais na sua versão de despedida.

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  12. Ainda acho que merecia muito um volante melhor, só para marcar mais e justificar o preço da versão de despedida. Achei também o quadro um pouco poluído com esses detalhes desnecessários. No mais, está um pacote interessante para um carrinho bem especial que marcou muita gente.

    Eu mesmo pude comprovar que o Mille (ou Uno) mudou muito ao longo de sua história. O câmbio em particular ficou com um cambiar muito macio e mais fácil de efetuar. Estranhei isso já que quando fiz autoescola, andava num Mille com a velha alavanca.

    KzR

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  13. Não fico com tanta saudade assim. Êta carrinho pra desalinhar! Especialmente a traseira... E deveria ser muito mais baratinho. Mas cumpriu muito bem seu papel, foi revolucionário em sua época. RIP.

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    1. Tuhu
      A suspensão traseira é simples e robusta, não há motivo para desalinhar. O problema é que para medição e alinhamento o carro tem que estar lastreado e isso praticamente ninguém faz. São 70 kg em cada lugar (4) e 40 kg no porta-malas, total 320 kg. Se feito sem lastro fica tudo errado.

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    2. Acho que nem na concessionária devem proceder dessa forma. Porquê não criaram um procedimento mais simples, para ser feito com o carro vazio? Assim, "em qualquer lugar" se conseguiria o alinhamento correto...

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    3. Bob, por que razão as montadoras insistem em determinar parâmetros de geometria com o veículo lastreado? Ninguém faz isso e na maioria das oficinas de alinhamento nem sabem desse procedimento. Quanto à suspensão traseira do Mille, andei 145.000 km com um Fire 2002 e nunca precisou alinhar. Também nunca carreguei nada no porta-malas.
      Quanto ao Uno em si, a Fiat já começou errado quando não produziu aqui o modelo italiano reestilizado no início dos anos 90. Com desenho similar ao do Tipo, era muito mais feliz nesse quesito. Tenho certeza absoluta que teria feito um sucesso incrível.
      Ao Freed: Uno ELX é para masoquistas. Além de ter consumo de V6, não existe ajuste que o deixe funcionando a contento.
      A respeito dessa série especial: pelo valor, poderia ser algo mais exclusivo e atraente. O quadro de instrumentos é bonito, mas não tem sequer o relógio digital que antigamente vinha no centro do painel! Podia também ter um console emoldurando a alavanca de câmbio como na antiga linha CS. E o sistema de reclinação dos bancos dianteiros poderia ser giratório igual ao Palio, pois esse sistema de alavanca é horrível. Continuando: custava que os revestimentos das portas fossem mais parecidos com o dos bancos? Caramba, parece o revestimento do Mille de 1990!
      Pelo menos traz uma coisa que todo carro deveria ter: prendedores de tapetes no assoalho. E o protetor de soleira que aparece na última foto já está descolando.

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    4. Taí, não sabia desse detalhe do lastro. Mas o gozado é que tive dois Prêmios que não apresentavam esse sintoma tão frequentemente. Abs, Feliz Natal.

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  14. Duas coisas do Grazie que - previsão minha - serão disputadas a tapa num futuro próximo pela galera desejosa em personalizar seus Milles: faróis e painel... não demora muito e aparece um com esses itens.

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  15. O problema do Mille é o dito modo "Economy" que anestesiou as reações do motor, fazendo um carro leve, que devieria ser esperto, se tornar um carro lento e sem resposta. Existem outros 1.0 no mercado com reações melhores (que digam os VHC da Chevrolet). Fora isso, um carro muito honesto. Que a Fiat possa fabricar um substituto a altura. Requiescate in pacce Mille.

    Daniel Libardi

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  16. Pôxa, até o meu saudoso EP 96 vinha com console na alavanca de câmbio e revestimento interno na coluna C. jurássico, o carro, mas deixa MUITA SAUDADE !

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  17. Acho um insulto vir tacometro só agora. Tão bem-vindo sempre... Ainda mais por ser 1.0

    Automovel sem contagiros pra mim não é carro.

    Só agora? Lamentável.

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  18. Bem que a Fiat poderia ter investido um pouquinho mais e feito esse acabamento e painel há mais tempo.
    Preferiram deixar o carro cada vez mais pelado.
    Tallwang

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