MERCEDES-BENZ 300 D: VIDA A DIESEL



 Fotos: autor




A cena se repete nos últimos 15 anos: você estaciona em frente à bomba de diesel, em um posto de beira de estrada, e o frentista nem se mexe. Fica sentado lá longe. Depois de um tempo berra: “Aí é pra caminhão, puxa o carro pra cá”, indicando a gasolina e o álcool. Finalmente o cara chega perto do Mercedes-Benz e, quando insisto em colocar diesel, a resposta também é sempre a mesma: “Doutor, vai dar merda. Carro não anda com diesel”.

Geralmente conto uma história meio louca, que estou acostumando o Mercedes devagar a rodar com diesel, que fui misturando com gasolina e agora ele já gosta de “óleo”...Mas o frentista só sossega quando vê o motor e checa que não existem velas e lá esta a bomba injetora e os bicos bem “de caminhão”.

Motor Diesel 3-litros seis-cilindros: potência máxima a 4.600 rpm


Pois é, sou um dos poucos donos de carro a diesel no Brasil, devidamente legalizado: um Mercedes-Benz 300D, 1987, Classe E, comprado do Consulado da Alemanha no Rio de Janeiro. Aliás, esta é a única maneira de se ter um automóvel a diesel legalmente no Brasil: comprar do consulado ou embaixada que trouxe o carro e que, depois de alguns anos (acho que cinco anos), pode vender o automóvel a diesel no País. Do contrário, o jeito é aguardar a aprovação para carros a diesel no Brasil, fato que se espera há 37 anos (ficou proibido em 1976), junto com a carteira de habilitação de experiência para quem tem 16 anos. 

Quem realmente comprou a Merça dos alemães-cariocas foi meu primo Itiberê, um personagem já conhecido de quem leu meu livro “Sorvete de Graxa”, já que fui com ele ao ferro-velho americano de Ypsilanti, no Michigan, exatamente o conto que dá o título do livro. Assim como eu — acho que é uma doença familiar — o Itiberê adora coisas diferentes sobre rodas.


Escapamento ganhou abafador de caminhão e o ruído é esportivo


O Mercedes trabalhou 10 anos no consulado, sendo comprado por meu primo em 1997. Tem inclusive o porta-bandeira no pára-lama dianteiro direito, para mostrar que carregou gente importante, com bandeira da Bundesrepublik Deutschland, BRD, República Federal da Alemanha, a "boa" — a "ruim", a comunista, era a República Democrática (???) da Alemanha, Deutsche Demokratische Republik, DDR, tanto que já acabou tem mais de 20 anos — e tudo. Em minha opinião, ela começou levando o embaixador e terminou sua carreira cheio de coxinhas e empadas para recepções consulares, já que tinha um terrível cheiro de gordura no interior de couro azul.

Ele só foi licenciado no Brasil pela primeira vez em 1997, já que na década anterior rodava com placa azul de corpo diplomático. Logo depois, Itiberê voltou a morar nos Estados Unidos e eu “herdei” o Branquinho, que está comigo há mais de 15 anos. Não tenho coragem de vender, apesar da insistência de alguns amigos.

Logo que o comprei, falei com o pessoal de assistência técnica da Mercedes-Benz do Brasil, e logo me disseram: “Você está com o branquinho W124? Traz aqui para a gente continuar a manutenção” A sigla se refere ao modelo da carroceria, que foi fabricada de 1985 a 1996. A Mercedes do Brasil conhecia bem o carrinho, já que vieram apenas sete Diesel, todos de embaixadas, sendo umas três tourings, ou peruas. Apesar da oferta, ele só entra na Mercedes de São Bernardo do Campo (SP) quando me carrega para algum evento lá.


Interior em couro azul com console revestido em madeira


Sem trocadalho, alguns carros tem uma estrela (da sorte, não da Mercedes). O Branquinho é um deles. Logo depois da compra fui cobrir um Salão em Frankfurt e peguei um táxi exatamente igual ao meu 300D. Perguntei ao motorista, onde ele comprava peças e ele propôs: “preciso ir à revenda, se você quiser ir agora te dou um desconto, nós compramos peças e depois te levo para o hotel. Fala que você é taxista que a revenda melhora os preços”.

Argumentei: “Mas cara, falo pouco alemão, vou comprar as peças em inglês”. O motorista riu: “Taxista daqui também não fala alemão, são quase todos estrangeiros. Diz que trabalha no aeroporto que eles vão entender por que você só fala inglês”

A história colou na revenda e voltei com um monte de peças, principalmente detalhes de carroceria (piscas, emblemas...) ou internos. Vieram também filtros de óleo e combustível, palheta (é única) do limpador de pára-brisa... Tudo com “desconto para taxista”. De quebra, fiquei sabendo que o carro do motorista de Frankfurt já tinha mais de um milhão de quilômetros rodados — claro que sem abrir o motor.

No Brasil, fiz uma revisão geral, checando bomba injetora, trocando correia poli-V, pastilhas de freio e outros itens de desgaste. Tudo simples: os reparos da bomba (mecânica) e injetores são os mesmos dos caminhões Mercedes.

Este motor OM603 é um precursores dos Diesel atuais, de alta rotação, com comando no cabeçote, correia poli-V única para girar tudo: alternador, compressor do ar-condicionado, bomba d’água, bomba de vácuo... 

Neste Mercedes o motor é um seis-cilindros, 3 litros, aspirado, que vem de um projeto de motor modular. Cada cilindro desloca 500 cm³ e assim existiam três motores básicos, usando os mesmos pistões e bielas: quatro cilindros 2-litros, cinco cilindros 2,5-litros e seis cilindros 3-litros. Os dois últimos tinham versões turbo. Ou seja, são cinco motores Diesel diferentes vindos de um mesmo projeto e usando muitos componentes em comum.

Como um diesel não tem depressão no coletor de admissão (não tem borboleta de aceleração), existe uma bomba de vácuo para abastecer o servofreio e as travas de portas e porta-malas. Sei lá a razão, mas a Mercedes preferiu um sistema à vácuo nas portas, em lugar do tradicional elétrico (o Santana CD era assim, lembre-se). A correia poli-V foi comprada numa loja de borrachas em São Paulo (pelo comprimento e número de estrias) e as pastilhas de freio, achadas por similaridade. Ou seja, dificilmente um fabricante pede “tudo novo” ao fornecedor para um modelo que vai ser lançado. Assim, as pastilhas dianteiras são as mesmas do VW Santana e as traseiras são as do Chevette (dianteiras, claro). Hoje, estas pastilhas do Chevette (outro carro de projeto alemão) custam entre R$ 10 e R$ 20 e servem no Mercedes.

Retirei um enorme silenciador/filtro de materiais particulados do escapamento que devia pesar uns 20/25 kg e coloquei um abafador de caminhão de 3 polegadas de diâmetro. Segundo especialistas em diesel, se ganha uns 10 cv sem este trombone. O ronco ficou como o de um seis-cilindros a gasolina, nervoso e musical. Sua potência de fábrica é baixa, de 113 cv a 4.600 rpm. Já o torque é mais otimista, de 19,5 m·kgf  a 2.800 rpm. O suficiente para chegar aos 100 km/h em 12,8 segundos e a 200 km/h de máxima (201 ou 203 km/h, dependendo da fonte consultada).

O consumo de diesel é ridículo para um Classe E de 4,74 m de comprimento e peso menor do que parece: são 1410 kg.

Certa vez fui de São Paulo ao Rio de cabeça quente e mantive os 100/110 km/h, admirando paisagens e esfriando a moringa: a Merça fez 17 km/l de diesel, que continua bem mais barato que a gasolina. Rodando normalmente (130/140 km/h) faz cerca de 12,5/13 km/l. Seu câmbio manual de cinco marchas não é longo, é comprido: a 100 km/h o motor gira a apenas 2.000 rpm. Daí ser mais confortável quando se cruza um pouco mais rápido, pois nos 130/140 km/h em quinta se está exatamente no torque máximo, com o motor em 2.800 rpm, e não se perde velocidade em subidas.

Nunca cheguei à máxima pois uso pneus S, para 180 km/h. No GPS (velocidade real) ela já foi aos 190 km/h e o motor continuava enchendo. Sabendo dos limites dos pneus (que deveriam ser V, para 240 km/h), acabo aliviando o pé.


O motor está apenas amaciando, pois só tem 200 mil km...


Barulho de Diesel, aquele cra-cra-cra, só em marcha-lenta (650 rpm), principalmente com o motor frio. Afinal, a taxa de compressão é de 22:1. Acelerou um pouquinho, o motor limpa e o carro é um Mercedes, sinônimo de silêncio a bordo. Foi um dos primeiros motores “encapsulados”, com uma enorme manta de espuma plástica “casca de ovo” no capô, além de uma dupla parede de fogo: a parte frontal, próxima do motor, fecha hermeticamente com o capô, tendo uma borracha de vedação bem eficiente.


Motor encapsulado garante silêncio interno


Mesmo assim, é um modelito básico: não tem ABS (que já era opcional na época), os vidros são a manivela e o espelho elétrico é apenas do lado direito. Uma solução lógica, já que o esquerdo fica na cara do motorista e existe apenas uma alavanca na porta, para regulagem manual.

De equipamentos, o 300 D ganhou, além do escape esportivo, um volante Nardi italiano de madeira, que me acompanha há mais de 20 anos em vários carros. Como já disse, este Mercedes é um carro de sorte. Queria rodas de liga, claro, originais. Antes do ano 2000, já se falava de R$ 4 a 6 mil por um jogo de rodas destes e assim rodei um bom tempo com as rodas de aço e calotas.

Certa vez, subindo para a Bahia com uma picape S10, parei em Guarapari (ES) para usar um caixa automático de banco. Do outro lado da rua, um borracheiro, onde estavam quatro rodas que pareciam de Mercedes, exatamente o que o Branquinho pedia. Atravessei a rua e perguntei. O borracheiro: “Acho que são de Mercedes, mas estavam em um Omega de um amigo, que vendeu o carro”. As rodas eram aro 15, absolutamente novas, com todas as inscrições da fábrica alemã e saíram por dois chequinhos pré de R$ 250. Faltavam só os distintivos centrais com a estrela de três pontas. Claro que o Classe A usa distintivos iguais e se acha em lojas de pneus, nas “boas casas do ramo”. Coloquei também um filtro auxiliar de diesel, em série (para poupar o original), que inclusive tem separador de água. De tempos em tempos, se abre uma válvula na base e sempre escorre a água que foi separada do combustível.

Volante Nardi italiano: companheiro há mais de 20 anos


Acabei colocando filmes bem claros (ou "sacos de lixo") nos vidros, por insistência dos amigos: “Você é louco, rodar de Mercedes sem blindagem”. Minha resposta sempre foi: “Mas é uma Merça velha”, ao que todos argumentavam: “Ladrão não conhece ano, reconhece a estrela e acha que você cheio de grana”. Realmente, mesmo com os filmes light continuo não gostando muito de rodar em São Paulo. Quando se está parado no trânsito, sempre tem alguém te olhando, achando que tens cara de alvo de assalto.

Por isso, os 70 mil km que acrescentei ao hodômetro (comprei com 150 e agora está próximo de 220 mil km) foram quase todos de estrada, onde não há medo, nem de reabastecer. O diesel é quase sempre de qualidade (dentro da falta de qualidade do diesel brasileiro), basta parar num posto onde caminhoneiros abastecem, e às vezes ainda se ganha um brinde, até uma refeição exclusiva para os “irmãos de estrada”. É só encher o tanque de 70 litros, com o qual se roda mais de 1.000 km. Por recomendação da Mercedes Brasil, sempre coloco meio-litro de óleo 2-tempos junto com o diesel, pois as guias e sedes de válvulas são o ponto fraco de um motor não adaptado para o Brasil. E nosso combustível dos infernos (onde também existe muito enxofre) ataca este componentes de cabeçote.

A manutenção

Para quem ainda tem saco para continuar lendo a saga de um Mercedes Diesel perdido no Brasil, continuo escrevendo, agora sobre manutenção que, ao contrário do que se espera, sempre foi tranqüila.

Depois da revisão inicial, só trouxe dos Estados Unidos, amortecedores (Gabriel, a gás, uns US$ 30/40 cada), bóia do tanque destruída pelo nosso diesel (via eBay, custou menos de US$ 50) e filtros de ar e de combustível para reposição.

Logo de início, começou um barulho no esticador da correia poli-V. Retirei o infeliz e fui para uma loja de peças perto de casa. Coloquei o esticador no balcão e nada falei. Se você diz que é de um Mercedes Diesel o cara sempre diz que não tem. Se perguntarem, digo que um amigo pediu para comprar e não sei de que carro veio. O balconista olhou para o esticador, pensou e mandou: “É do Omega?” “Claro”, respondi, e lá veio um esticador novinho por uns R$ 80. Depois de uns tempos, começou um barulho de tucho (hidráulico) batendo. O Renato Gaeta, de Tatuí, retirou o comando (único no cabeçote), olhou para o tucho e sentenciou: “Carrinho de sorte, o tucho é igual do VW AP”. Por precaução, e preço baixo, trocamos os 12 tuchos.

Nunca me amolou na estrada, apenas uma vez deu uma ameaça. Voltava de Brasília, da casa do Nasser, no meio da noite surgiu um barulho alto de peças atritando. A luz do alternador acendeu no painel. Desliguei as luzes, grudei na traseira de um caminhão e passei por uma placa anunciando Araguari 50 km. O alternador dava uns estalos e fiquei com medo dele travar e, devido à correia única, pararem de funcionar vários componentes, inclusive bomba d’água. Entrei em Araguari, que só conhecia de uma piada infame contada por mineiros: “As quatro melhores cidades de Minas começam com B: Belzonte, Beraba, Berlândia e a Bosta de Araguari”. Discordei da gozação assim que entrei na cidade e vi um auto-elétrico 24-horas, bem montado e cheio de peças e ferramentas de qualidade. Um rapaz me atendeu, abriu o capô e disse: “Vou chamar meu pai. Mercedes eu tenho medo”. O pai chegou, desenhou o percurso da correia poli-V num papel sem que eu sugerisse (super-necessário, já que é bastante complicado de remontar corretamente). Tirou o alternador, pegou uns óculos de leitura e um paquímetro. Assim que vi o paquímetro pensei “Estamos salvos”, pedi pizzas para serem devoradas na bancada da oficina, devidamente coberta por toalhas de papel, pela minha família faminta e os dois eletricistas. No meio da pizza, o eletricista-pai sentenciou: “É tudo Bosch, igual ao VW Santana. O único problema é que seu alternador é de 70 ampères e para o Santana só tenho peças até 65 A. Você vai perder 5 A de carga máxima”.

Num motor diesel, que funciona sem eletricidade, isto não faria diferença. O que ocorreu foi devido a um rolamento (original), que se desgastou e soltou as esferas. Foi um strike interno: as bolinhas soltas destruíram tudo, rotor, bobinas de campo, escovas e suportes... Aproveitou-se a carcaça, tampas e polia. O resto, tudo Santana e ainda por cima, peças remanufaturadas. Gastei, em dinheiro de hoje, uns R$150/180, fora as pizzas. Quando contei isso para o pessoal da Mercedes, eles bem germanicamente queriam buscar o carro na minha casa, para “restaurar a originalidade com peças alemãs”. Não deixei e prometi que, assim que surgisse algum problema no alternador, o carro iria para São Bernardo. Lá se vão sete ou oito anos e alternador “made in Araguari” continua firme.

Recentemente surgiu um ruído na roda dianteira direita. O Renato suspendeu o Branquinho e logo sentenciou rindo: “Terminal de direção e vai ficar caro.” Ele mediu a convergência de rodas com uma “antena” graduada (para não perder o alinhamento), retirou o terminal e gastei R$ 15. Era igual ao do Brasília. Como já disse, alemão não gasta dinheiro projetando peças que já estão para pronta entrega no fornecedor. E o Branquinho tem várias estrelas, uma delas de muita sorte.


Acabou a moleza na embaixada e o 300 D ganhou placa paisana


JS























175 comentários :

  1. Senhor automóvel, isso é carro pra vida inteira.
    Belo volante, combinou com o painel do carro. O modelo é próprio para MB?

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    1. Anonimo.
      O volante é genérico e os Nardi são a primeira linha dos volantes italianos, mais caros que os Momo. Para colocar no MB basta comprar o cubo e transplantar o emblema, que veio do volante original.

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    2. Bela Merça. Vejo muitas Mercedes antiguinhas e baratas, e pensei que era por causa da manutenção cara. Será isso ou estão muito acabadas? Volante bom dura mesmo, tenho um
      Momo de 1997, que também já passou por vários carros e agora está no meu Fusca.

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    3. Em todos os meus carros eu substituí o volante original por um Momo clássico, com aro bem fino. Porém, não pude instalar no meu último carro por causa do airbag. Eu acho o aro do volante dos carros atuais demasiadamente grossos... Vocês não acham isso?

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    4. A referência em volante no mercado nacional é da linha Honda.

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    5. Poxa, meu Galant tem volante Nardi original de fábrica!!! Que honra ter uma peça dessa em nossas mãos!

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    6. Anonimo
      Vc tem razão. Os carros atuais tem volantes muito espessos e, além de ruim de empunhadura, dá uma sensação estranha de que vc está apoiando onde não deve.

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    7. Corsário Viajante05/12/13 11:59

      O que me irrita nos volantes atuais é justamente o "almofadão" do airbag, nossa que negócio feio aquele volante estufado e gordo. Mas fazer o que, melhor assim.

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    8. Boa tarde colegas,

      Estou procurando o tensionador da correia poliv da Mercedes 300 e a gasolina cujo ano é 1990. Herdei esta joia rara e estou fazendo um up grade na bruta...alguém pode indicar o local em que compro tal peça....moro em Fortaleza Ceará.

      A minha está com pouco mais de 60 mil km e está no mesmo estado que esta apresentada na foto acima, sendo inclusive da mesma cor....linda.

      Agradeço imensamente a ajuda.

      adrianomachado2007@gmail.com 85 87156743

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    9. Ola colegas entusiastas,

      Estou procurando o tensionador da correia poli v da Mercedes 300 e ano 1990...alguem pode indicar onde encontro tal peça....agradeço....adrianomachado2007@gmail.com

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  2. Só esse interior azul já é motivo para não de desfazer nunca desse Mercedes. E tenho dito. Quando é que os fabricantes nacionais vão se tocar, e nos oferecer opções de interiores monocromáticos em bege, azul, caramelo, cinza bem clarinho, ou vinho, até mesmo para carros mais populares, como já tivemos aqui no Brasil em vários modelos de vários fabricantes? Nem que seja como opcional, pombas!!! EU PAGO!

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    1. VW oferece

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    2. Mr. Car, a Chevrolet oferecia para o Diplomata e Monza Classic, no longínquo ano de 1988, 8 cores de interior, inclusive azul e vinho (este raríssimo). Uma pena que o comportamento do consumidor brasileiro acabou com a diversidade.

      Zé do Galo

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    3. Zé do Galo, se me lembro disto! Meu pai mesmo teve um Monza SL/E (anterior aos Classic) com interior em um tom de bege, mas mesmo antes, e até carros mais baratos, tiveram interiores claros. Só não me fio muito nessa desculpa, nesta alegação das fábricas, de que há uma absoluta preferência (baseada em supostas pesquisas) do consumidor por interiores pretos. Muita gente gosta dos claros. Para mim, é economia de escala, ou de alguma forma facilita o processo de montagem, controle de estoque, sei lá, qualquer coisa do gênero.

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    4. A Ford, no lançamento do Escort, oferecia cores diferentes até para os vidros, que podiam combinar com a cor da carroceria. Eram, se não me falha a memória, 5 cores: verde, azul, transparente, bronze e fumé. Isso lá em '82 ...
      AAM

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    5. Victor Gomes05/12/13 12:07

      Eu penso em futuramente trocar meu carro usado por um modelo da geração seguinte. O meu atual tem interior cinza claro, a outra geração, tem interior preto e claustrofóbico. Detestei!

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  3. Corsário Viajante04/12/13 12:26

    MUito legal o post, mas oque mais me chamou a atenção foi o interesse da Mercedes em acolher e ajudar a manter rodando um carro desses. Será que com outros antigos é assim tbm ou este é "xodó" por ser diesel e raro?

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    1. Corsário.
      Gosto de carros diferentes, não importa se movido a diesel, gasolina ou álcool. Este "xodó" é antigo, frequentemente me traz danos bancários consideráveis, mas por outro lado me traz uma enorme alegria. Em toda minha família tem malucos assim e considero este "defeito". hereditário.

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    2. Josias, o que o Corsário quis dizer, é que se esse interesse da MB em ajudar a manter o carro original é por que ele é um Mercedes a diesel no Brasil, ou se o carinho se estende a todos os MB antigos no Brasil.

      Daniel Libardi

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    3. Daniel.
      O interesse da assistência técnica da MB/Brasil se deve a dois fatos: primeiro é um dos poucos diesel no por aqui e tbém pelo fato de eu ser jornalista. Isto está respondido em algum lugar do post, mas parece que caiu em lugar errado. Na Alemanha, a MB tem todo um departamento, o Classic Center, para cuidar dos antigos da marca. Por aqui ainda não há este interesse "oficial".

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  4. Muita boa a história, obrigado por compartilhar. Teve a sorte de encontrar pelo caminho gente que conhecia de outras peças similares e identificou a compatibilidade. Eu temo por comprar um carro mais antigo, importado, mesmo sabendo que ele possui peças similares e mais baratas nacionais, porque não conheço um bom mecânico.

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  5. KKKKKKKKKKK Esses carros alemães...

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    1. Mais respeito com os alemães meu chapa. Se não sabe, foram os mesmos que inventaram o automóvel.

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  6. E o melhor é sempre escutar os "entendidos" falarem de falta de peças e problemas de manutenção.
    Meu pai tem um Daewoo Espero DLX 94/95, retirado novo na concessionária. Esse coreano é basicamente uma mistura de Vectra A com Monza e Kadett (não, não é tudo a mesma coisa) envolto por uma carroceria de desenho Bertone. E mesmo sendo senso comum que ele é um GM, ainda hoje encontro gente que diz que é uma bomba por não ter peças e a manutenção ser complicada.
    É incrível como achismos são tão fáceis de se propagar...

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    1. Belo carro o seu! Estou a procura de um Super Saloon, mas não encontrei nenhum em condições aceitáveis de uso.

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    2. Marcos, peças de mecânica tudo bem serem fáceis, mas o problema são as peças de acabamento.

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  7. No bairro em que o meu pai morava aqui em Londrina, um vizinho tinha uma W114 modelo 300D, azul escuro. Mas o cidadão erra arredio, nunca consegui falar com ele, pior ainda sobre o carro. Um ladrão tentou entrar na casa dele (será que foi por causa da Mercedes?) e ele o espantou a tiros.

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  8. Belo post!

    Mas posts como esse me causam uma certa revolta: Somos privados de termos carros rodando em ciclo diesel no Brasil. Um absurdo!

    Com os modernos diesels atuais, fazer 20km/L num carro leve é facil facil. E com potencia próxima dos melhores motores de ciclo Otto.

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  9. JS,

    Sensacional a história! Gostei muito de montão!

    E muito legal o seu carro...

    MAO

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    1. Brigado Marcão. abraço

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    2. Maravilha de carro e história!

      Uma vez voltando de Águas de Lindóia(não era época do encontro) e Serra Negra(nesta sim ocorria um encontro de antigos quando passei) voltei na estrada acompanhando uma MB 300D também, porém era uma azul. Detalhe é que não sei se pelo escapamento que ela tinha, mas mesmo rodando dava para ouvir o barulho bem encorpado e com um leve "passo" que denunciava ser a Diesel, mas com certeza para a maioria passava despercebido. Parei em um posto e restaurante(tem bastante lojinhas de queijo por ali também) e a dona dela estava voltando na estrada e parou por lá também, e aí sim vi que na marcha lenta era mais perceptível. Foi uma cena que não esqueço, e então era uma destas 4 sedan, que não a sua.

      fcm

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  10. Josias, enquanto lia este post, me esqueci do mundo, de tão interessante e bem escrito. Adoro carros alemães e adoro que se fale deles.

    Renan Veronezzi

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  11. Legal! Acho que em Montevideo tem uns quantos taxis desse modelo.

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  12. Os motores AP deu uma bela força na hora que mais precisava em? Belíssimo carro e com acabamento digno de um carro "germânico" ;)

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  13. Parabéns pelo carro, Josias!

    Me deu vontade de ter um desses. Mas, a touring. E, ainda falando em peruas, quando é que o sr fará um post sobre a Volvo 850???

    Um abraço!

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    1. Marcelo. Qq hora eu apresento a Volvo 850T. O texto até saí rápido, difícil é fazer fotos. Ando meio vagabundo para fotografar.

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  14. Extremamente interessante esse 300D, ainda mais sobrevivendo bem aqui no Brasil. Provavelmente o Josias não vai mais precisar usar óleo 2T com a popularização das especificações S10 e S50 de diesel.
    Talvez o autor já tenha dado uma olhada das boas no catálogo da Mercedes brasileira, mas não custa lembrar que uma evolução desse motor usando cinco cilindros foi usada no cofre do Accelo 715 e deslocando 2,7 l, usando basicamente as mesmas peças do 2.1 da Sprinter, o que significa que há uma série de peças novas, nacionais e provavelmente mais resistentes que as originais do W124.

    Já que o dono do carro usa muitas peças de prateleira e o diesel brasileiro ataca as guias e sedes de válvulas, pergunto se não há alguma peça original (que pode até mesmo ser de algum Mercedes mais novo) que sirva para esses propósitos. Já que os tuchos de válvula são iguais aos do motor VW AP, talvez possa haver guias e sedes de válvulas que sirvam perfeitamente e resistam ao diesel. Será que peças da Kombi Diesel ou do motor VW 1.9 SDI servem no seu veículo? Outra sugestão que deixo é a de olhar para o mercado de preparação, pois pode haver peças que sirvam perfeitamente, custem menos menos que as originais Mercedes e que sejam mais resistentes que elas. Porém, pode ser que o diesel S10 ou S50 resolva a situação e dispense o meio litro de óleo 2T recomendado pela Mercedes (uma conversa com eles pode solucionar essa dúvida, isso se você já não a teve).
    Achei interessante a história das marchas longuíssimas que jogam a rotação para baixo e deixam o veículo na maioria das vezes abaixo da rotação de torque máximo. É mais uma daquelas provas de que o encurtamento de marchas rotineiro dos fabricantes aqui instalados é de uma besteira sem limites que acaba se manifestando na hora em que você está subindo a serra, vê a rotação despencando e a velocidade reduzindo acentuadamente, o ruído disparando na cabine e por vezes nem a redução de marchas dar muito certo, pois fica-se em uma que pode ser curta demais para a situação, não sem antes ver-se sendo ultrapassado por veículos que podem até ter menos torque, mas transmissões mais bem escalonadas e que permitem manter velocidade em subida sem reduzir marcha.

    Gostaria de saber como ficou o som do veículo com esse abafador de caminhão. Imaginando que o Josias seja alguém de bom gosto, não deve ter ficado aquela cacofonia que vemos em caminhão com pente na turbina e escape diretão. Se ele puder postar um vídeo, agradeceríamos. Outra coisa que é interessante notar é o fato de o ruído do motor limpar quando fora da marcha-lenta, o que muito lembra o comportamento de pick-ups a diesel com sistema common-rail, que são bem silenciosas em velocidade.
    Por fim, é uma pena que os alemães de hoje estejam perdendo essa história de não criarem peças diferentes das que já existam no mercado. Vejamos um BMW de hoje e no máximo teremos a transmissão de oito marchas igual à da Amarok, com o resto ficando bem particular. Na própria Mercedes vemos um pouco disso acontecendo. O resultado é que temos veículos de alta complexidade e manutenção cara, quando os japoneses atingem níveis tecnológicos iguais ou mais avançados que os dos alemães sem que seus veículos demandem mais do bolso de seus donos do que demandaria um veículo mais antigo e simples.

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    1. Anonimo. Vou tentar gravar o som e colocar aqui num próximo post meu.

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    2. Anonimo.
      Faltou um pedaço. Brigado pela dica do Accelo, mas eu já sabia disto. Qto ao cabeçote, ele está indo bem. Se um dia der algum problema, verei os componentes do Accelo.

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    3. Caso não ache componentes do Accelo 715, é só olhar os da Sprinter, pois é o mesmo motor com um cilindro a menos.

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  15. A autonomia desse negócio é absurda!
    Se competir nas 24 horas de interlagos é capaz de conseguir uma boa posição só por causa disso.

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  16. Muito legal!

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  17. Pneu S ainda existe? Acho que S apenas remold ou marca duvidosa. Junto com os terminais de Brasilia, feitos pra um carro com metade do peso, deve dar uma combinaçao muito boa e entusiasta.

    A estrela da sorte parece que num brilhou tanto assim pra esse Mercedes. Pena, é um carro muito bacana e entusiasta. Ser entusiasta no Brasil, ainda mais com carro antigo, parece mesmo impossível. Além das dificuldades parece que mais importa ter de qualquer jeito que ter de um jeito entusiasta.

    Por isso sou contra o preconceito com os chineses, perfeitos ao Brasil, usam tudo qualquer coisa e tudo bem baratinho. Somos longe de ser um país entusiasta ou de que qualquer coisa mais séria funcione.

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    1. Terminal de direção não sustenta peso, portanto não importa o peso do carro. É cada um...

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    2. Anonimo.
      Acho que vc não leu o texto com atenção. Não houve adaptação alguma: o terminal é o mesmo. Mesmas dimensões, roscas... tudo. Até a numeração do fabricante do terminal. Não brinco com segurança, entendo de carro. O que existe são similaridades, carros diferentes usando o mesmo componente.

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    3. Josias, sem querer você acabou ajudando um bom tanto de gente aqui no Brasil que tem W124 e pode estar com problemas de direção, pois tudo indica que o terminal de Brasília sirva em todos os outros exemplares sem tirar nem pôr.

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    4. Esse não perdi os videos do mineiro gordo...

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    5. KKKKK, o anonimo sabichão acha que entende mais de carro que o Josias.

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  18. Fantástica trajetória! Me fez sentir possível a compra de uma Mercedes em algum momento de minha vida...

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    1. Marcelo04/12/13 13:23 Realmente é muito inspirador essa força de vontade do Josias e do Portuga Tavares também ,acho um lindo trabalho num pais que não valoriza a passado .

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  19. Bela história! Encontrar um eletricista que usa paquímetro foi o cúmulo da sorte!
    E seria legal um post sobre peças de um carro que podem servir em outros, com mais adições nos comentários isso ficaria legal para compartilhar com o pessoal.

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  20. Josias,

    Li o post pelo celular, onde não mostra o autor, e logo na parte "Geralmente conto uma história meio louca..." eu já pensei "é do Josias isso" e tive a certeza quando você falou do livro...

    Também tenho uma Mercedes antiga, mas a gasolina. Mesmo com toda a possibilidade de adaptação, tem importadores que vendem peças a preços bastante convidativos, como por exemplo a ponteira de direção Lemförder (fabricante da original) a R$54 quando uma "genérica" de Fuscão e Opala custa R$38... Pelo menos pra mim, até hoje, tá valendo a pena.

    Todo mundo acha que custa uma fortuna pra mantê-los, mas respondo que sabendo onde comprar as peças e com um mecânico de confiança (que é algo quase impossível...) você consegue fazer tudo. Caro mesmo são os acabamentos, mas com um carro bem cuidado você não tem problemas quanto a isso. Se quiser contato de importadores, me avise que mando no seu e-mail do AE.

    Reforçando o que foi dito, são carros para a vida toda. Pelo menos não pretendo me desfazer da minha nunca, já que foi a primeira Mercedes que andei e meu primeiro antigo também, aí já viu...

    Abraços e felicidades com a branquinha!

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    1. A favor do acabamento desse Mercedes está esse revestimento, que me parece ser MB-Tex e, portanto, melhor que couro original e muito superior ao couro sintético que vemos na maioria dos carros adaptados (ou mesmo com revestimento original de fábrica).

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    2. Anonimo.
      Não é MBTex, já tive um MB com esta forração. É couro mesmo.

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    3. Eurico Jr.05/12/13 11:20

      Josias, mas que combinação inusitada: vidros de manivela e estofamento em couro legítimo. Vai saber quantas cervejas o diplomata alemão tinha bebeu antes de encomendar esse carro... hahaha!

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    4. Nesse aspecto é até racional que as janelas sejam de manivela, considerando que não seriam abertas tão frequentemente em função do uso do ar condicionado.

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  21. Olá, também tenho um W 124 a gasolina, ano 93, vc indica alguma loja de peças, ou site, ou mecânico pra estes carros, no Sul? Abraço!

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    1. Anonimo.
      Hoje a melhor loja de peças é a Internet. Pegue o numero da peça (não a numeração do fabricante do carro) e Google nele. Infelizmente não conheço mecânicos no Sul pra te indicar.

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    2. Aqui em Curitiba, tem uma oficina especializada em MB desde a época em que estes carros só entravam aqui através de representações diplomáticas: VRK Klassen, tel (41)3278-7127.

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  22. Fantástico, eu tenho uma prima que morava ali na Carlos Taylor e sempre que eu passava por lá ficava admirando os Mercedes do Consulado.Legal vocês compraram um deles.

    Só quem já dirigiu um diesel sabe o que é, embora minha experiência se resuma há umas 5 semanas e dois períodos de férias.

    Abraço,

    Barba

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  23. Gamei nos detalhes do interior, pirei no volante adaptado - ficou muito doido. E que carrão, parece um pedaço de mármore feito para durar vários donos.

    Parabéns pela máquina, adoraria ter um desses.

    MFF

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  24. Placa começando com L. Era originalmente do Rio.

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    1. Reflect.
      Com eu disse, o MB era do Consulado Alemão no Rio e o primeiro emplacamento teve de ser feito lá.

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  25. Josias, sou seu leitor desde meus 15 anos, quando trabalhava na oficina do meu avo e todo mes, quando recebia dele o pagamanto, passava na banca e comprava a Oficina Mecânica. Seu texto me lembrou a expectativa de chegar em casa e ler a revista do mês. Tenho todas dos anos de 91, 92, 93 e 94 bem guardadas, fora umas de sebo. Um abraço deste fã antigo.
    Iverson - Juzi de Fora - Minas gerais.

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  26. História e narrativa pra lá de boas! Parabéns pelo carro!

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  27. Mercedes sensacional, sem mais!
    Sonho com uma 280s dos anos 80 pra fazer companhia com o Monza 88 já faz algum tempo. (sim, gosto de sedãs quadradões... passear devagar e macio faz mais meu estilo do que correr, embora eles tb andem muito bem. rs)
    Perdi uma de consulado por menos de 20 mil justamente por ficar com o pé atrás no quesito manutenção. Ela é relativamente tranquila de manter como a 300D?

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    1. Anonimo.
      Além de dar pouca manutenção, como vc vê pelo texto, é tudo muito fácil de fazer.

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    2. Ótimo saber! Possivelmente vou mudar para um lugar com garagem maior, e logo que acontecer, vou atrás de uma! Provavelmente serei expulso de casa por "arranjar outra barca velha" mas tudo bem rs.

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  28. A melhor coisa que nosso des-governo fez pela nossa saúde foi proibir automoveis a Diesel, já não basta termos que engolir essa fumaça podre dos caminhões, mas deixo claro que o problema não são os veículos, mas o brasileiro que é relapso com a manutenção. Imaginem os donos de carro alterando a regulagem da bomba e colocando uma boca de escape enorme, como os caminhoneiros.

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    1. http://www.benzparts.com.br/quem-somos/

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  29. "Se perguntarem, digo que um amigo pediu para comprar e não sei de que carro veio. "
    Muito boa essa, valeu! Vou começar a fazer isso quando buscar peças p/ meu 325 manual, pq tô cansado de ouvir "bmw? esquece..."

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    1. Isso quando o cara não ouve que é "de Mercedes" e triplica o preço da peça de Omega ou quintuplica o da peça de Brasília... Brasil, sil, sil...

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  30. A MB 3.0 DIESEL que tive era 5 cilindros ...

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    1. Benjamin.
      Se era cinco cilindros, era uma 2.5 litros, uma 250D. Tbém um ótimo motor, inclusive usado no jipão MB, o Gellandewagen ou Classe G. Já andei com um G na Alemanha.

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    2. As antigas W115 e W123 chegaram a usar um motor 3.0L de 5 cilindros, o OM617, que é basicamente uma versão com um cilindro a mais do OM616 de 2.4L usado nas 240D e nas primeiras versões do furgão MB180-D, que depois passou a usar uma versão do OM601 ampliada para 2.3L.

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  31. Este carro está com a pessoa certa. Realmente é um veículo de sorte. Vai durar a vida todo e mais 6 meses.

    A reposição de peças é ótima! Bem objetiva!

    Parabéns pelo carro! Ótima história

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  32. A propósito, são inúmeras as peças intercambiáveis...

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  33. Gostei muito da matéria ! Ano passado quase adotei uma 520i 1992 azul que também havia sido de uma embaixada em brasilia , também usava calotas e o interior era azul . Queria pedir pro blog pra ver se consegue um Honda Accord v6 , essa nova linha bmw com a 320i flex e o 316i para nos passar as vossas impressões

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  34. Adorei o texto!

    Me lembrei do meu Pai. Tínhamos um Dodge Dart Gran Sedan Luxo 4 portas e certa vez fomos para uma revenda Chrysler comprar um gicleur e uma bóia para o carburador. Pediu as peças para o Dodge Dart e o preço informado era bem salgado. Meu pai então pediu as mesmas peças para o caminhão Dodge, que usava o mesmo motor. As peças somavam um preço bem mais em conta... Surpreso, o atendente do balcão foi pesquisar e descobriu que eram as mesmas peças e ficou sem saber a razão da diferença de preços... Meu Pai sabia e me disse depois...

    Desde então adoro comprar peças e tenho um hobby há tempos: "relações de similaridade" e "tabelas de intercambialidade".

    Aqui no Brasil ainda se compra pneus para um determinado carro e não por medidas e/ou desenho...

    Parabéns ao escritor!

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    1. Quando eu tinha o Monza, só comprava para ele os discos da pick-up Corsa. Explicação: É a mesmíssima peça, mas a da pick-up tinha tributação reduzida por ser peça para utilitário.

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    2. Pelo que já li, em Portugal as oficinas têm um programa de computador que já dá a similaridade só de você digitar o código original do fabricante do carro. Isso permite descobrir, por exemplo, que a sonda lambda de uma Ferrari 550 Maranello é a mesma de... um Fiesta 1.1 Kent, o que significa que você economiza uma fábula, ainda mais quando falamos de euros.

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  35. Deus pode não ser brasileiro, mas os brasileiros são deuses (e não deutchs...) Sómente quem tem um carro antigo pode saborear uma história como a do Josias. Vá em frente, Josias, até chegar ao km milhão ou mil milhoes de milhas rodadas do Volvo americano, você tem estrada...
    Skank tem Mandrake e os cubanos, que também trambicam seus american dreans, são mesmo
    mandrakes. Claudio

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  36. Realmente não é todo dia que se vê um mercedes desse a diesel e com vidro manual.
    Chamou muita atenção a foto em que aparece a manivela do vidro.
    Parabéns Josias, belíssimo carro!!

    O Observador

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  37. Prezado Josias, embora o enfado de algums por aqui que acham que autoentusiasmo é obrigatóriamente sinônimo de chips, borboletas, rodas enormes com gaxetas de borracha ao invés de pneus e módulos variados de ultima geração ( que são descontinuados a cada seis meses! ) Li com um entusiasmo ímpar teu texto, em reverência a uma velha 280 S de 1973 que nunca me deixou na mão por falta de recursos ou ferramentas... Nada como a racionalidade e eficiência quando falamos de máquinas para o dia a dia... Deutschland über alles!

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    1. Tens razão. O autoentusiasmo pode ser difundido por inúmeras formas. Achar que só câmbio manual, roda tal, motor e marca tal que prestam para alimentar o nosso pelos automóveis é de um reducionismo sem lógica.

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  38. Como disse o "Anônimo04/12/13 12:23" isso é carro para a vida inteira.
    Parabéns pelo bela jóia.

    Maurílio.

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  39. Demais esse post, ainda terei meu carro a diesel, e de preferência será um Mercedes, não importando o ano, mas tem que ser a diesel.

    Leopala

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    1. O negócio é ficar amigo de gente que trabalhe em consulados europeus, só para saber quando eles renovarão suas frotas.

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  40. Curioso esse interesse da MB do Brasil em se interessar pela manutenção do seu carro.
    Em geral o que acontece é exatamente o oposto, quando o carro fica velho ou deixa de ser produzido, o fabricante e sua rede assistencial querem mais é que o cliente desapareça definitivamente de suas dependências. Pelo menos foi essa a experiência que tive com a Citroën.
    Que além de desconhecer completamente o Xantia, ainda por cima só encomendava peças depois de muita insistência e pagamento totalmente adiantado.
    Comprar peças para ele até não era impossível, mas significava ter que aceitar ser atendido como se a revenda estivesse me fazendo um ato de caridade.
    Mas enfim, creio que os Mercedes com motor Diesel não sejam, ou em algum momento não foram, tão raros assim aqui no Brasil. Pelo menos aqui na cidade onde moro, no interior do RS, sei da existência de 5: um 1974 que não sei o modelo, um 1980 (creio ser W116), um 1987 como o seu, uma Wagon 240D (creio ser W123 1988, num "azulzinho" claro de péssimo gosto) e um 190 W201 1990, com placas originalmente da Bahia. Mais curioso, é que com todos eles seus proprietários rodam diariamente, pelo que creio terem uma mecânica bem resistente.

    Mas que volante interessante! Nunca tinha visto e combinou muito bem com o interior. Ele lembra o do Alfa 155. Parabéns pela raridade.

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    1. CSS
      Claro que a Mercedes é mais cuidadosa com seus carros, uma vez que eles são a vitrine da marca por aqui. Mas, o cuidado especial com meu vem do fato de eu ser jornalista e ter um contato maior com a fábrica, claro.

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  41. Lorenzo Frigerio04/12/13 15:17

    Lembro-me que, na Semana Santa de 1980, com apenas dois meses de carteira, fiz uma viagem pelo Sul com um colega. Em Foz do Iguaçu, ficamos pagando um mico para uma Mercedes 300D de um playboy paraguaio, completo com bigodinho e boné de lã. Era azul metálica e, se não me engano, o interior também era azul, achei bem luxuosa. Naturalmente, nunca tínhamos visto um automóvel a diesel e enchemos o cara de perguntas. Era um modelo 1978.
    Lembro-me de já ter visto por aí peruas 300TD, parece ser um modelo bem comum na Alemanha.
    Em relação à afirmação "Como já disse, alemão não gasta dinheiro projetando peças que já estão para pronta entrega no fornecedor", essa lei é uma prática da engenharia em geral, mas quem a criou foi a Natureza. A maioria dos organismos vivos têm grande parte de suas genéticas em comum, e adaptações bem sucedidas se mantêm nas espécies que vêm depois.

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  42. Que linda estrela!
    Tenho uma destas coupé, gasolina(300CE-24), 90. Estes carros passam uma impressão de robustez incrível! Multilink atrás...6 "canecos" em linha e 24 válvulas(M104)...tamanho exato. A minha ainda tem injeção mecânica, (Ke-Jetronic), algo parecido com os diesel. Olhando a foto do motor noto que a disposição da maioria dos componentes é a mesma, devem compartilhar muitas peças.
    Concordo com a manutenção, é uma grata surpresa dada a ausência de eletrônica (faz-se a "leitura" do carro por código lampejante, algo que com o mínimo de técnica e uma legenda de eventuais avarias se resolve. No entanto eu optei por peças exclusivamente originais, dá trabalho pesquisar, importar ou comprar aqui mesmo, mas se consegue preços ótimos com pesquisa e, considerando a delícia que é guiar esta carroceria, vale cada centavo. ParaBENZ!

    Alexandre.

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  43. Que bela história, carro pra vida inteira. Fiquei curioso de como seu faz para comprar um carro do consulado.

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  44. Josias, rachei de rir com a parte do esticador da correia.
    Quando compro peças para meus carros, nunca digo de que modelo é. Já cheguei ao extremo de comprar palhetas de limpador pedindo só pela medida. Porque se disse que é para o "carro tal", nunca tem, ou a preguiça de procurar sempre impera.

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  45. O Branquinho tem uma coisa que sempre me atraiu nos Mercedes-Benz: imponência.
    Mesmo sendo um carro de 1997 ele tem uma aura imponente, de carro de CEO... desde que acabaram com o Faróis Redondos que eu não vejo mais isso nos carros da marca.
    Anyway, o Branquinho é lindo por demais, fosse meu só confeccionaria um daqueles adesivos ovais com o "D" de Alemanha pra colar na traseira e fazia, só de sacanagem, uma bandeira com um brasão fictício pra colocar no paralama..

    Quando vi "300D" na chamada da matéria me veio a mente o carro de TV favorito da minha mãe: a perua W123 bege do Casal 20.
    E eu ri alto duas vezes: uma com o caso do esticador ("é de Omega?") e a piada dos mineiros.

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    1. Rafael Ribeiro04/12/13 20:51

      Dez anos a mais, o carro é 1987.

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    2. Nossa, pode crer... viajei legal.
      1987.

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  46. Muito legal, Josias !!! E também sou "um dos poucos donos de carro a diesel no Brasil, devidamente legalizado", no meu caso, bem mais humilde: uma saveiro 88 cabinada. grande abraço

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  47. Sensacional o bom humor, deu pra rir um bocado.
    E com toda esta receita do bolo de manutenção prontinha, lamento que só há 7 ops, 6 destas escondidas por aí.
    Mas se um de seus donos ler esta reportagem, o pessoal lá da assistência, na Mercedes SBC vai perder o cliente...

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  48. Rapaz! Isto é um post autoentusiasta de marca maior. Muito bom.

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  49. Parabéns pelo carro, muito interessante a história. Pra aparência do motor ficar rejuvenescida, só trocar o reservatório de água do para-brisa e o reservatório de expansão da água do motor. Vai dar um visual bacaba, clean no cofre do motor. Deixar tudo branquinho, tal como o carro....

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    1. Anonimo.
      Nem precisa trocar o reservatório, é mesmo falta de tempo. Basta um bom detergente e um jato d'agua de alta pressão que dá pra resolver.

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    2. Tem um mineiro gordo que adora trocar essas peças.

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  50. É ridícula a proibição do uso de diesel nos carros leves. Na maioria dos casos somos forçados a comprar grandes SUV´s somente para poder ter um veículo à diesel, pois nem mesmo uma pickup leve, que atenderia 90% dos casos, é aceita pela legislação. Será que somente o Brasil está certo proibindo carros à diesel, até mesmo nos táxis? Isso realmente torna os preços mais competitivos? Ou é imposição de alguma grande distribuidora para vender mais gasolina? Enquanto não tomamos nenhuma atitude, agindo passivamente, vamos sonhando com o Golf bluemotion 1.6 TDi, que faz 34 km/l, e chega aos 200 km/h.

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    1. Algumas usinas de biodiesel estão paradas, e não é por falta de matéria-prima. O problema se dá pela ANP que não libera a venda de B100 diretamente ao consumidor final no varejo e serve apenas para manter o monopólio da Petrobras. Não tem desculpa para manter as proibições ao Diesel em veículos leves no mercado brasileiro.

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  51. Rafael Ribeiro04/12/13 15:41

    Josias,

    Post sensacional, desmistificando a manutenção não apenas dos Mercedes Diesel, mas, de certa forma, de outros importados que sofrem, na verdade, da ignorância de proprietários leigos, mecânicos mal formados e até mesmo imprensa especializada. Todos adoram aterrorizar os candidatos a comprar um carro que fuja um pouquinho do padrão "carro-popular-1.0-nacional-prata-ou-preto", tudo é "bicho de sete cabeças", as peças inexistem ou custarão uma fortuna se achadas, e por ai vai... É claro que não se trata de Fusca, Gol & companhia, mas não é tão complicado quanto "pintam".

    Só no AE mesmo para lermos algo do gênero!

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  52. Parabéns Josias!
    O senhor realmente é dono de uma jóia pra ficar para sempre sob os seus cuidados e da sua família!
    Indiferente ao que um xiita aí comentou (sempre anônimos esses) você é sim um autoentusiasta de sangue!
    Um insulfilm legalizado de graduação baixa entrega algum conforto sem prejudicar em nada a visibilidade! (como o senhor já deve ter percebido)
    Cuide bem da sua estrela
    Abs
    Felipe

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  53. Ótimo texto.
    Mercedes é o carro, sou fã da marca.
    Durabilidade imbatível e, quem não connhece, aprende mesmo o que é Mercedes quando pega uma na estrada.
    Bruno Rezende

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  54. A embaixada, o consulado ou uma representação de organismo internacional pode vender um veículo para qualquer pessoa, sem que tenha que recolher os vários impostos incidentes na importação, depois de três anos. Conforme Regulamento Aduaneiro, decreto 6759, artigos 124 e 136.

    Algum embaixador por aí quer ser meu amigo?

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    1. De fato existe a possibilidade de se adquirir modelos extremamente interessantes.
      Em Brasília já vi muitos modelos pra lá de curiosos, entre eles um Opel Corsa GSi 1984, um Maybach, um Peugeot 1007, Toyota Yaris e Chevrolet HHR. O problema é que só sendo mesmo bem conhecido do pessoal das embaixadas...

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    2. Marco.
      Brigado pela informação. Estava em dúvida se eram três ou cinco anos para o Consulado pode vender sem pagar imposto. Vc com certeza tem razão.

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    3. Eurico Jr.05/12/13 10:32

      Esse Maybach pertence à embaixada de Guiné-Bissau, um dos países mais pobres do mundo. Triste ironia...

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  55. Fernando Furini04/12/13 15:49

    Bela história com o carro! E parabéns pela atitude em mantê-lo em ordem.

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  56. Oliveirajc04/12/13 16:01

    Muito bom o texto!

    Pena no Brasil no máximo um SUV a diesel. Se o senhor conseguir dar uma volta num Korando, escreva aqui!

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    1. Acho que a Ssangyong não tem frota pra mídia, não sei.

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  57. Josias, Parabéns pelo Branquinho, acho esse modelo muito maneiro.
    Tenho em minha garagem um compartilhador de peças com o seu, VW Quantum 89, no qual estou restaurando.
    Parabéns mais uma vez.

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  58. Muito legal!!!...invejo sua disposição e coragem!
    Por mais de 10 anos morei na Rua Pres. Carlos de Campos, em frente ao Consulado Alemão, no RJ...ficava namorando essas Mercedes da janela de minha casa...provavelmente já sequei muita essa dai.
    Tinham uma ou duas dessas, umas BMWs E30 vermelhas e uma Porsche 911 q era meu sonho de infância...além de umas duas Kombis brancas.
    Na época, meu pai tinha uns Opalas, e no final comprou um Monza SL/E 87, nunca imaginei q tinha mais luxo no monzinha do q nas 300s do Consulado.
    Obrigado pelo post!

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  59. Josias
    Fantástico post!
    Já usei carros diesel em viagens pela Europa, desde Kia Picanto até Megane último tipo (que aqui só chegou o cupê turbo para demonstração) e Nissan Qashqai (que nunca entendi por que a Nissan não dá um jeito de vender aqui), passando por Clio de diversas gerações, Kia Carens (outro modelo mal compreendido em nosso mercado) e até mesmo Peugeot 304 e 404 (do tempo em que a Peugeot ainda fazia carros que prestavam).
    Não me conformo com a proibição de termos carros diesel aqui e como é muito raro conseguir um carro de consulado como o teu, me vingo usando picapes. Um verdadeiro contra-senso: o motorista que quer um carro diesel é obrigado a usar uma absurda picape, pesada, cara, desajeitada na cidade, mesmo não tendo necessidade dela para seu uso pessoal. Bem, são as regras e temos que conviver com elas, já que não conseguimos alterá-las.
    Me interessou a ideia de usar óleo 2T para garantir a lubrificação dos injetores. Minha picape atual é uma Hilux 2011 que teve, segundo a concessionária, os bicos e a bombas trocados na revisão dos 10.000km por estar, ainda segundo a concessionária, com dois injetores travados. Nunca me convenci com a história, pois não notei nenhuma alteração no funcionamento do motor após o "serviço" - se é que foi feito. De nada adiantou dizer que a outra picape da família, uma Silverado diesel Maxion de 1988 é abastecida no mesmo posto que a Hilux e nunca apresentou qualquer problema. A Toyota, consultada, deu aquela clássica resposta de central de atendimento, tipo "vamos estar analisando", acrescentando que o serviço foi coberto pela garantia.
    Por via das dúvidas, desde então passei a utilizar o diesel S10, embora meu carro tenha sido produzido antes da vigência da legislação que obriga o seu uso. Pergunto: será que a dica do uso do óleo 2T é válida também para motores que usam o S10 e têm injeção common-rail?
    Grato
    RMC

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    1. Anonimo.
      Em principio, motores tropicalizados resistem melhor o diesel nacional. No entanto, num motor que já queima "óleo", um 2T, se não ajudar, não causa problema algum. E quantidade é muito pequena: meio litro de 2T pra 70 litros de diesel.

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    2. Falando em diesel, coloco um fato na discussão e que merece ser exposto.

      A grande duvida (e que em se tratando de Brasil é provável que tenham deixado esse problema sem solução) é quanto ao diesel S10/S50: Apesar do numero de cetanos maior, ele tem um menor poder de lubrificação se comparado ao antigo S500.

      Isso não representa problemas para motores eletronicos modernos (qualquer um deles) muito menos para os dotados de bomba injetora em linha (que possui lubrificação separada, com espaço para a colocação de lubrificante). Mas é um veneno em se tratando de bombas injetoras rotativas como as que estão presente em inumeros dos motores diesel veiculares.

      Ai a dica do óleo 2T no tanque acho que é bastante válida e relevante. O unico incomodo pode ser em cidades que apresentem inspeção veicular como São Paulo...

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  60. Muito legal !parabéns pelo texto e pelo "jogo de cintura".Incrível essa compatibilidade de peças da VW com a Mercedes,o volante também lembra o do Gol bola, e frentista é quase uma figura folclórica ,abraço.

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    1. Vou usar o espaço do Josias para contar um "causo" que me aconteceu envolvendo frentista.
      Estava eu viajando, numa época em que as pessoas não eram tão desconfiadas pois a desonestidade não era tão onipresente assim. Por conseguinte, os postos costumavam aceitar cheques para pagamento sem maiores problemas. Outros tempos.
      Parei num posto à beira da estrada, numa cidade do interior aqui do estado do RS, peço para colocar um tanto de gasolina, não sem antes perguntar ao frentista se aceitavam cheques, o que foi confirmado sem problema algum. Saquei o talão e pedi a ele uma caneta para preencher o dito cujo. Ao que o frentista dispara (sic): "impossíver, as caneta tão tudo atada lá dentro no barcão!

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  61. A quem possa interessar:

    http://carro.mercadolivre.com.br/MLB-523633601-mercedes-190-d-_JM

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  62. Fiquei curioso para saber como ficou o som do escape.

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  63. Muito legal a história e o carro, que tá firme e forte até hoje. Carrinho maneiro, motor diesel, muita história, que não fica guardado em uma garagem mofando e tá rodando por aí, se desgastando e se renovando como tem que ser. Parabéns. :)

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  64. Que grande máquina, pensei que fosse bem mais difícil manter um carro assim... Faltou a cereja em cima do bolo, um videozinho com o ronco.

    Penso que nenhum Mercedes w124 trazia retrovisor elétrico do lado do condutor e o sistema a vácuo deve estar lá por ser mais leve e fiável que o elétrico. Aliás, esse sistema controla muita coisa para além do fecho de portas.

    Uma questão. Esse carro não hesita/soluça com movimentos bruscos do acelerador ou embreagem?

    Parabéns pelo artigo e pelo Mercedes.

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    1. FL
      Não soluça não. O motor é bem liso em acelerações. Além disso, o volante do motor é duplo, bem pesado e com uma camada de borracha entre os dois discos. Isto tbém ajuda.

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  65. Fantástico. Relembrei da matéria dessa Merça na Oficina Mecânica, mas não sabia que o carro era seu Josias. Lembro também de contar sobre o escape de "chupar gato na esquina" e do casalzinho no estacionamento do shopping, ao ver a Mercedes passar, o rapaz dispara: "bela merça, pena que o motor já era", ao ouvir o "crá-crá-crá" do motor, sem imaginar que era a Diesel.

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    1. Vilchez.
      Nem lembrava que, anos atrás, meu MB tinha aparecido na Oficina Mecânica. Eu até ia citar a cena do casal no shopping, mas o texto já estava grande demais. Obrigado pela lembrança.

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  66. Pensei em eu ser doido em gostar de "carros" tão difíceis, mas sinto-me em casa ao ler texto tão prazerosos. Mto bom.

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  67. Josias,
    Legal demais. Principalmente os "transplantes" de peças de carros mais, digamos, plebeus.

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  68. Parabéns pela raridade, o maior susto foi ver a quanta compatibilidade de peças.

    Muita sorte, desse dia em diante para voce seria Beraba, Berlandia e a Bela Araguari.

    O que não me entra na cabeça é que vários carros são fabricados aqui a diesel e vendidos para los hermanos.

    Uma vez encontrei na Orvel de Nanuque - MG um motor 1.9 turbo diesel para vende, ainda na caixa, por 6 mil. Fiquei tentado em fazer minha Parati na época rodar a diesel sem ninguém saber.

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    1. Algum tempo atrás a VW do Brasil leiloou uma série de peças e componentes de veiculos entre eles vários AP1.9 diesel usados nos Gols voltados para exportação.

      Tem muito AP Diesel por ai que tem essa procedência.

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  69. Taí um carro que eu realmente posso dizer: sonho de consumo, ou melhor, projeto de vida!
    A propósito, esses Mercedes antigos que rodam aqui no Brasil, possuem manutenção tranquila em relação a preço?

    João Paulo

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    1. A manutenção é relativamente tranqüila sim. Tenho um há já quase 3 anos, e não me deu manutenção ainda, exceto por velas, troca de óleo, pastilhas, lonas, discos e pneus. De freios gastei aproximados R$ 850,00, originais da Alemanha. O orçamento para similar nacional chegava a R$ 1.600,00. Porém os amortecedores são caros. Por curiosidade solicitei orçamento para substituição de molas, amortecedores e batentes cujo valor foi de R$ 15 mil. Mas ainda estou com os originais de fábrica, além do extintor. E o carro já está com quase 150 mil rodados. E firme de curva.

      Mas é preciso identificar um fornecedor oficial de peças originais, que é o meu caso, e então vc não passa por apuros.

      Recomendo. Ótimo carro, potente e econômico.

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  70. Josias, uma dúvida: sendo o motor a diesel, mas pensado para automóveis, que lubrificante você usa nele? Um Ursa ou Rimula da vida ou algum óleo que também serve para motor a gasolina?

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    1. Anonimo.
      Uso um "Ursa ou Rimula" da vida, geralmente com aditivo a base de teflon. Lubrificante para motores a gasolina não são recomendáveis para motores a diesel. Compro o lub pra diesel em baldes de 20 litros, que dá pra umas três trocas.

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  71. Anonimo.
    Vc deve ser de Araguari. Mas, realmente eu não tinha nada contra Araguari. Simplesmente lembrava da cidade devida a piada mineira. E, como vc disse, virei fã da cidade depois deste incidente feliz.

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  72. Quem disse que Diesel não anda está correto, Diesel voa!!!!!!!!! (Best sound)
    Nota: ecochatos por favor não assistam!!!!!!!!

    Black smoke Forever!!!!!!
    mercedes turbo diesel :http://www.youtube.com/watch?v=IvcDiFgDEU0

    Legendary Diesel Mercedes W123 + SCANIA turbine:http://www.youtube.com/watch?v=24afjVqm2Uw

    Mercedes-Benz w123 rally car:http://www.youtube.com/watch?v=Kb8Qxuslorg

    Mercedes W123 Diesel 232WHP:http://www.youtube.com/watch?v=Uf0nK70R0iY

    OM603 KKK Turbo + Superpump :http://www.youtube.com/watch?v=oVWMuoVn1s4

    Mercedes Benz W124 OM606:http://www.youtube.com/watch?v=LI0a5LfDQkQ

    om606 in w124 is running:http://www.youtube.com/watch?v=SdUeRgrKgxM

    Black Smoke Racing - Startup 2011 :http://www.youtube.com/watch?v=KRhl182UAGY

    Benz 1995 E300D W124 OM606 :http://www.youtube.com/watch?v=tY0LEf6ih2E

    Black smoke Racing! :http://www.youtube.com/watch?v=7oLMLTZn56I

    Unique w203 diesel drifter - first trackday:http://www.youtube.com/watch?v=KwzHW6zYE9U

    Black Smoke Racing w203 Dyno run:http://www.youtube.com/watch?v=TgQpc3Jvl8M

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  73. História excelente, e sobretudo bastante informativa.

    Eu, particularmente, quando acho uma peça muito barata fico com medo de não prestar. Mas estou aprendendo que a qualidade é das últimas características que incidem sobre o preço, nesse mundo cheio de mitos, historinhas, e pessoas querendo ganhar dinheiro com produtos "de marca" e/ou "originais", fazendo o consumidor de bobo.

    O eletricista-filho chamando o pai pra mexer no Mercedes foi demais. Essa coisa de respeito e consideração com os mais velhos é muito presente aqui em Minas.

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  74. Josias,

    Venho acompanhando o autoentusiastas há algumas semanas mas me ''cadastrei'' apenas para comentar o texto. As MBs são a minha diversão.

    Como é bom o chassi W124, não? Sua dinâmica me agrada mais que muitos nacionais atuais. Para ficar perfeito falta voltar os piscas dianteiros para os laranja originais. E um abafador/ponteira mais discretos. Eu uso um Magnaflow excelente.

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    1. Rodrigo.
      Realmente esta plataforma do W124 é excelente, com torção praticamente nula. A "pisada" do carro na pista o define com um Mercedes nos primeiros 100 metros rodados. Qto aos piscas, eles são originais , comprados na revenda MB em Frankfurt. Existem em laranja e branco, depende do mercado que o carro se destina. Pessoalmente prefiro os brancos (com lampadas laranja) pois formam um conjunto único com os faróis. E com certeza um escape Magnaflow seria melhor. Em qq carro sempre é possível melhorar um pouquinho mais...

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    2. Josias,

      É verdade. Quanto aos piscas, a mudança não acontecia por causa dos mercados aos quais eram destinados. Ocorreu no terceiro e último facelift que esta plataforma sofreu. Junto com algumas outras coisas, dentre elas, a lanterna traseira fumê. Inclusive, nem sabia que os originais encaixam no lugar do primeiro modelo, achei que fosse algum ''aftermarket''.

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    3. Rodrigo.
      Acho que vc tem razão. Os piscas brancos são das W124 mais recentes, mas encaixam perfeitamente. O mesmo ocorre com as lanternas traseiras fumê, que só não comprei pois a moda do fumê está passando.

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  75. Infelizmente dificil ver um carro com essa durabilidade e tao poucos problemas hoje em dia. Mecanica diesel eletronica e turbinada nao e assim tao resistente e confiavel. Meu sonho era um ter um polinho TDI igual a que vi no youtube um dia, com 500 mil km e rodando macio. abracos

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  76. Quando lí que o tucho era igual a do AP, lembrei que li neste blog que, o motor AP começou a ser projetado na Mercedes, pelo Dr. Krauss.

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  77. Excelente matéria. Tenho um modelo 1988, que comprei em 2009. É branco também, com interior azul, só que é movido a gasolina e tem transmissão automática. É um carrão. O que me assustou (e ainda assusta) é o custo da manutenção. Já gastei muito com reparos não tão complexos.

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    1. Anonimo.
      Para diminuir o custo de manutenção é preciso pesquisar peças e ter bons mecânicos e de confiança que não se intimidem com um carro um pouco diferente. Qto as peças, de uma pesquisada no eBay americano só para passar raiva. Nos Estados Unidos o custo de componentes de Mercedes as vezes são mais baratos que de carros populares por aqui. Um exemplo são os amortecedores Gabriel, de excelente qualidade.

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  78. Que relato bacana, não fazia ideia que os consulados podiam trazer carros a diesel mesmo com a proibição. Proibição essa que já poderia ter acabado com as novas normas emissões que entraram em vigor ano passado. Sonho em ter um carro a diesel, espero que quando isso for possível no Brasil o preço não seja assustador.

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    1. A proibição não tem nada a ver com emissões, e sim com o fato de que o diesel era subsidiado pelo governo.

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    2. A muito tempo o diesel não é mais subsidiado !!!!!!!!!!!!!! Os produtos brasileiros são dependentes de diesel (transportes), ai o governo não libera. Entraram alguns carros de luxo a diesel no pais que não tenho ideia como conseguira homologar pois nem 4x4 com reduzida tinham.

      E a população se acostumou a não exigir.

      A entrada dos carros flex foi uma lastima, alem de matar bons motores a alcool (economico).

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    3. O que levou à proibição dos carros a diesel em 1976 foi o efeito devastador da crise do petróleo de 1973 que fez quadruplicar o preço do barril de petróleo em apenas dois meses, e como o Brasil importava 80% do petróleo que necessitava, aliado ao fato de que o nosso combustível-chefe era (e ainda é) o diesel, a saída foi evitar que o país gastasse ainda mais divisas estrangeiras com a compra de petróleo.

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    4. Na europa e sua "onda verde" os carros diesel são preferidos. Essa de autoridades dizerm que carro diesel polui bem mais por km rodado não cola.

      No Brasil hoje já podem liberar carros diesel para todo mundo. Inclusive as montadoras nacionais produzem carros a diesel aqui para los hermanos. Vide Strada 1.3 turbo diesel, Fox 1.4 3 cilindros turbo diesel etc.

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  79. Que relato delicioso de ler, Josias.

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  80. Josias,
    que carro legal, e que trabalho bacana esse de descobrir as peças iguais fáceis de comprar e de preço ótimo.
    Esses posts são sempre deliciosos de se ler para quem gosta de mexer no próprio carro, e nos dos amigos.

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  81. Josias, para os que possuem a W124 a gasolina, podem ser utilizadas as velas do Palio Fire nos seis cilindros. São as mesmas.

    Na concessionária, ou oficina autorizada da fábrica, o jogo original Mercedes, quando em estoque, sai por aproximados R$ 950. Em qualquer oficina, as do Palio Fire, dois jogos de quatro, custam por volta de R$ 160,00.

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    1. Logo, seis donos de W124 (uma meia dúzia não tão difícil assim de se achar e que pode de repente ser obtida juntando-se donos dos primeiros Classe E W201 e W201 de C280 para cima) acabam conseguindo trocar todas as velas de seus carros a preços ridiculamente baixos. Mais um ponto para o velho Mercedes e que poderia fazer alguns cogitarem um W124 como carro de uso diário.

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  82. Só para mostrar o quanto que um W124 é indestrutível, segue este teste do Fifth Gear levando em conta situações para as quais o veículo inclusive não havia sido pensado em sua época de projeto e produção e outras que destroem de fato qualquer veículo:

    http://www.youtube.com/watch?v=WQSLwcUrPXM

    http://www.youtube.com/watch?v=08KeYJE00Lk

    http://www.youtube.com/watch?v=6aInYsA4bcg

    http://www.youtube.com/watch?v=TJeKEjk3M0U

    Resta ver se a Mercedes aprenderá com o passado.

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  83. Amigo Josias, caso queira um companheiro para seu carro, encontrei isto aqui:

    http://www.webmotors.com.br/comprar/mercedes-benz/300-td/3-0-6-cilindros-gasolina-4p-automatico/4-portas/1981/4397052

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  84. Parabéns Josias!!!!!

    Aqui no blog, para saber se um post agrada basta ler a quantidade de comentários !!!!

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  85. Alexei Silveira05/12/13 21:03

    Josias,

    Excelente matéria, excelente estórias, excelente carro,
    Curiosidade, " Brimo " : escape é da D40?

    Sobre a similaridade das peças, vou contar uma que descobri dia desses : Linha VW Audi Turbo ou 6 cilindros, embreagem hidráulica, em vez de trocar o acionador, basta trocar o reparo . sem tirar nem por, é o mesmo conjunto de peças do burrinho de freio MB 608D.

    Abraço,

    Alexei Silveira

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    1. Brimo Silveira.
      Esqueci de comentar no post, mas o cilindro secundário da embreagem hidráulica do Branquinho pifou uns dois anos atrás. O reparo do cilindro da roda traseira da Kombi serviu perfeitamente. Como sempre, basta conferir as medidas e se acha uma peça igual, geralmente de carro de origem alemã.

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    2. Brimo. Pra variar, faltou pedaço. O abafador é genérico de caminhões, assim como o "JK" é para carros. É só um abafador de três polegadas de diâmetro e bem longo, deve ter um 60/70 cm de comprimento. Não seria especifico pra D40, mas pode servir.

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  86. Ola Josias - Foi com um grande prazer q tomei conhecimento de vc por um amigo de BH - Flavio, e hoje aprendi muita coisa sobre MB diesel , pois tenho uma 1981 300D , automatica com 88mil/Km , muito nova , super cuidada e conservada. Como estou em viagem ,sou breve , em outra oportunidade nos falamos mais . Abraço - Fernando / São Lourenço MG

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  87. Para mostrar o poder do Diesel, podemos mencionar o Kurtis Kraft Cummins Diesel Special #28 pilotado por Fred Agabashian, que conseguiu a Pole Position na Indy 500 de 1952.
    Um feito desses com certeza merece uma matéria por aqui.

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  88. Que carro maravilhoso! Parabéns pelo carro, pelo texto e por sempre procurar alternativas ao conserto/manutenção...
    Se algum dia tiver algum surto e resolver vendê-lo, ESTOU NA FILA!!!

    Abraço.

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    1. FAF
      Sem querer, a fila já existe. Não surtei, mas tenho excesso de carros e projetos andando. E não sou imune a uma oferta justa. Se realmente interessar, clique em Fale Conosco e me mande um mail no meu end pessoal.

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  89. Que belo post, nunca imaginava uma dessa rodando por aqui, e muito legal saber da compatibilidade das peças.
    Parabéns pelo merça

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  90. Caro Josias, tenho de dizer que bateu aquela inveja branca autoentusiasta de seu belo achado diesel porque você foi um dos poucos sortudos a rodar com um automóvel a diesel neste país um pouco intolerante a diversidade (apesar de tê-la em abundância, quanta ironia!). Ainda mais um Mercedes onde se consegue usar partes de direção de VW Brasília e de motor AP. Um incrível achado, sem dúvidas.

    Rodo com uma caminhonete a diesel em minha cidade e fico espantado ao constatar que mesmo pesando bem mais que o carro a gasolina (de uns 1000 Kg), ela é mais potente e econômica. O único incômodo é o tamanho dela e a emissão de poluentes. Muitos motoristas não sabem o que estão perdendo com o uso desse combustível.

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  91. Parabéns por mais um belo e delicioso relato. Como agradecimento, motivei-me a comprar o seu livro, "Sorvete de Graxa", para me presentear no fim deste ano. A história do Subaru e daquele Charade não me saiu da cabeça.

    Josias, obrigado pelo presente!

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    1. KzR
      Brigado pela escolha do meu livro com seu presente de final de ano. Aliás, o livro está em promoção pela Editora Europa (www.europanet.com.br/livraria/literatura/sorvete-de-graxa).

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  92. Se eu tivesse a possibilidade de comprar uma Mercedes a diesel, me daria por satisfeito até com uma de 4 cilindros. De vez em quando vejo algumas aqui em Porto Alegre, a maioria com placa do Uruguai mas recentemente vi uma W123 200D com placas brasileiras. A propósito: eu provavelmente encararia umas experiências com o uso de óleos vegetais brutos (tanto óleos virgens de plantas não-alimentícias como a mamona e o pinhão-manso quanto óleo de fritura saturado) se pegasse uma Mercedes antiga a diesel...

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  93. cara adorei seu post, lindo carro, muito bem cuidado apesar das peças de outras marcas, eu sou de boituva, pelo que vi voce deve ser de tatui pela placa, frequentemente vou até tatui, qualquer dia quero dar a sorte de encontrar ela passando pela rua!

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  94. Bela materia e nao me canso de ler ela novamente. Hoje, por incrivel que pareca, vi um Cadillac Seville a Diesel, em um posto na regiao onde moro, estava indo para Sorocaba, em um evento por la. Incrivel! O dono disse que aquele carro era do avo dele e que era para ser exportado para a Alemanha, na epoca. Sera que ha mais formas de ter carro a Diesel aqui no Brasil alem de adquirir de consulados? Tambem li uma historia de um Voyage a Diesel acabou ficando por aqui no Brasil (era para exportar para Argentina), adquirido pela Arquidiocese de Santos. Abracos!

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