DE CARRO POR AÍ













Coluna 5113 18.dez.2013                         rnasser@autoentusiastas.com.br          

Senhores, o novo up! Brasileiro

Primeira foto do up! brasileiro (foto Nicoabella-Autoblog Uruguay)

Sem alarde, a Volkswagen iniciou produção pré-série seu modelo up!. Menor, mais barato, mecânica avançada em seus três cilindros, demarra outro capítulo da história da VW no Brasil — o dos produtos atualizados.
Nosso up!, com pré apresentação nos primeiros dias de janeiro e vendas pós-Carnaval, difere-se do original alemão. Visualmente o teto avança mais para a traseira, encontrando a porta posterior, em chapa envolvendo o vidro — no europeu a tampa traseira é em vidro. Solução ganha alguns centímetros, criando o terceiro lugar no banco traseiro, com apoio de cabeça aos usuários. Trabalho nos bancos frontais esculpe espaço para melhor acomodação. Tanque de combustível aumentado de 35 para 50 litros, em razão de nossas distâncias continentais.
A parte decorativa também é implementada relativamente ao modelo eslovaco, vendido na Europa. É mais refinado, pois nossa clientela tem mais idade e exigências quanto a cuidados visuais, como os faróis auxiliares, friso lateral, piscas incluídos nos espelhos retrovisores externos aparentemente os do CrossFox. Há dúvida pouco esclarecida sobre a distância entre eixos ter sido aumentada em 2 cm, indo a 2,45 m. Parece pouco crível tal modificação.
Mecânica conhecida com o citado motor EA211, 1,0, três cilindros, 12 válvulas, 82 cv, em produção em São Carlos, SP, câmbio de 5 marchas. Para completar o pacote de adequação ao perfil do comprador nacional, outra exclusividade no portfólio: opção do câmbio robotizado, único 1,0 a portá-lo. Econômico. Em estrada livre, calcule 20 km/l de gasolina. A relação consumo x rendimento viabiliza o uso do álcool.
O up! será o Volkswagen de entrada, substituindo o cansado Gol G4.
Bom trabalho
Divergem dados quanto ao desenvolvimento das diferenças introduzidas no up! brasileiro. Fontes asseguram ser trabalho nacional, outras, trabalho realizado no campo de provas da VW na Alemanha, por aqui inexistente.
O bom trabalho jornalístico da apresentação pioneira — antes os carros foram vistos apenas com painéis para disfarçar as formas — é do bom sítio uruguaio Autoblog.UY, com fotos de Nico Abella, surpreendendo grupo de ups! em fotos de publicidade em Montevidéu, Uruguai.

Vista lateral (foto Nicoabella-Autloblog Uruguay)

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Roda-a-Roda
+ um – Final de janeiro a Geely, chinesa em acordo com a Nordex, montadora uruguaia, e o grupo nacional Gandini, inicia distribuir seus produtos no Brasil.
Bom negócio – Fazer automóvel no Uruguai é ótimo. País formidável para se viver, facilidades legais para mesclar peças importadas com adições locais, e tremendo mercado fronteiriço, o Brasil.
Não disse? - Nos primeiros 11 meses deste ano as exportações uruguaias de veículos chegaram a US$ 522M, representando 14.574 veículos. Brasil consumiu 9.533 unidades, US$ 136M. Importamos Cherys, Lifans, Kias Bongos. Lá a Renault faz caminhões, não enviados ao Brasil. Exportações são 95% da produção.
… 2 – Fevereiro passado dirigi em Genebra o VW XL1, capaz de 111 km/litro de diesel. Num sanduíche com colegas internacionais, boa parte deslumbrada com o resultado, disse não acreditar no produto como veículo, nem em vendas. Via-o demonstração de poder de Ferdinand Piëch, presidente do Conselho da marca, e base para outros produtos, com mais jeito de automóvel e quase tão econômicos.
E? – Fui olhado com comiseração e generosidade. Tez morena, terceiro mundista, em seletíssimo grupo mundial a dirigir o carro, era um sacrílego vindo de longe, mal informado. Um sem noção.
E? – Informo, feliz, acerto da previsão: a VW não levou adiante o XL1 mas enfiou sua tecnologia num up! e, combinando pequeno motor turbodiesel, dois cilindros, 800 cm³, de sua criação e produção, 48 cv (35 kW) com gerador e motor elétrico — de idêntica potência. Gasta mais para andar 100 km: 1,1 litro de diesel — 0,9 litro com a carroceria mais aerodinâmica do XL1.

O up! diesel/elétrico: 90,9 km/l

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Negócio – A aliança PSA/GM feita quando esta adquiriu 7% da secular empresa familiar francesa, uniram compras, logística, e desenvolvimento de projetos e motor, deu um breque: a GM venderá as ações. E projeto de dois carros sobre plataforma Peugeot e de motor pequeno foram cancelados.
Novidades – Mantida sinergia negocial, desenvolvimento de dois veículos em plataforma PSA, um multiuso sobre o 3008 e criação de SUV pequeno, sobre o 208, cujo irmão será lançado no Brasil neste ano.
Xing Ling – Aparentemente para deter prejuízos e perdas, a PSA, controladora de Peugeot e Citroën venderá sensível parte de suas ações à chinesa Dongfeng. E uma das exigências para o negócio é o afastar da GM, sócia de outra chinesa.
Reação – A Ford é a marca de veículos de maior crescimento mundial neste ano, crescendo vendas em 11,74% relativamente a 2012 e crendo superar 5M. Em 2014 lançará 23 novos produtos no mundo, dobro deste ano. Líder de vendas, o Focus, picapes da série F, e na prática alívio geral: sobrevivência da luxuosa marca Lincoln, antes em crise.
Vida nova – 23 de janeiro Mercedes apresentará o CLA, seu sedã pequeno e charmoso, aguerrido vendedor, interessado em ocupar a clientela de entrada na marca, catapultando, como informou a Coluna passada, o Classe C e seus preços para cima. O CLA custará em torno de R$ 140 mil.
Bom senso – A Presidente esvaziou o balão eleitoreiro soprado pelo ministro Guido Mantega, da Fazenda: adiar a obrigatoriedade, a partir de 1º. de janeiro, de uso do airbags e ABS. O adiamento permitiria manter VW Kombi e Fiat Mille em produção.
 ... II – Alegação irresponsável e eleitoreira partindo de São Bernardo, preservar empregos. Alguém soprou no ouvido presidencial que produção cresceu relativamente a 2012 — sem dispensas; que no processo industrial fim de produto começa muito tempo antes, desmobilizando fornecedores — não é ordem para o dia seguinte; que, houvesse desemprego, seria nos fornecedores dos tais equipamentos; que os custos gerados pelos acidentes, danos e perdas humanas são enormes ao país e à Fazenda.
Pia – Reunião em Brasília para consensuar, presentes governo federal, Anfavea, sindicato e Volkswagen teve encerramento romano: o governo lavou as mãos, passou a decisão à Volkswagen sob pressão eleitoreira do sindicato dos metalúrgicos do ABC.
007 - Aos 23 de dezembro, véspera do fim de ano, quando tudo se transforma em brinde, a população saberá se ganhou — com o fim dos carros sem ABS e airbags —, ou perdeu, com sobrevida para a velha senhora, considerada exceção. Se, será espécie de 007 automobilístico.
A dona – A Volkswagen estará em férias, a produção da Kombi ter-se-á encerrado. Taticamente informa, aí, então, considerará a possibilidade de reatar a produção, remontando o processo de compra, produção e junção de peças. Espera-se, alguém governo federal dê um basta no conceito atual, que vê o Brasil como parte da Grande São Bernardo do Campo.
Imagem – Para se preservar e dissociar sua imagem de confusão, violência e práticas antidesportivas, a Nissan, fabricante em instalação no Rio de Janeiro, cancelou seu patrocínio ao Vasco da Gama.
fora - Elementos de sua torcida se meteram em atos de selvageria contra o Atlético Paranaense em Joinville, e a empresa considerou inaceitável violência, incompatível com sua postura de patrocinar o esporte. Prejú de R$ 21 milhões até 2017. Dias mais difíceis virão.
Lei – Diário Oficial de 13/12 traz Resolução 465/2013 do Contran regulamentando bicicletas elétricas, limitando assistência — ajuda externa — seja apenas por pedal. A Dafra, fabricante universal em Manaus, comemora: seus produtos estão enquadrados.
Lei, 2 – Alguns postos já tem e todos terão a partir de 2014 a nova gasolina S-50. S de sulphur, enxofre, e 50 o número de partículas, agora reduzido dos atuais 800 para 50 partes/milhão. Toda a gasolina é refinada pela Petrobrás.
Melhor - O enxofre é retirado por reação química, utilizado para outros produtos, e a gasolina menos poluente amplia a operação do motor por atacar menos o óleo lubrificante. Maior ganho, por menos sacrifício químico, aos motores com injeção direta, caminho irreversível. Não se fala em aumento de custos — se os há —, em ano eleitoral.
Mobilidade – Bicicletas elétricas se transformam em opção ao uso do carro. Na Bélgica empresas incentivam a troca, pagando equivalente R$ 0,70/km compensados por incentivo fiscal do governo.
Gente – Luiz Carlos Moraes, 54, economista, 35 anos de Mercedes, trabalho em dobro. OOOO Acumulará diretoria de relacionamento corporativo, com relações públicas e imprensa. OOOO
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Quase outra história
A Fiat está no Brasil há mais de século e industrialmente tentou vir pioneiramente na década de 1950, quando seus modelos 1400 e 1900 eram montados pela Varam Motores em São Bernardo do Campo, SP. Não deu certo, mas não abandonou a ideia de ter um pé no país, tentando vir pela metade, com sua associada francesa Simca no Governo JK.
O projeto, chamado Vedette, segunda geração deste automóvel Simca, e nele da Fiat teria o planejamento da fábrica — a mais moderna então – e o motor, um 2,0, V-8, vencedor ao tracionar o Fiat Otto Vu, esportivo em 114 unidades produzidas. Da combinação surgiria o Simca brasileiro.
O motor sugeria muito. Afinal, era exceção nos rótulos aplicáveis aos carros iniciando nossa indústria: ou eram fracassados, ou estavam em fim de vida. Ao contrário, projeto recente, em alumínio, 2 litros, 8 cilindros em V a 70 graus, duas válvulas por cilindro, comando no bloco, projeto de Dante Giacosa, mago criador do Cisitalia, dava muita potência de fábrica: chegou a 127 cv em versão Siata.
Poupar recursos para os primeiros passos para o mercado comum europeu e a decisão de implantar a marca na França, concorrendo com a associada, mudaram o projeto. A Fiat saiu do negócio; a Simca veio com o Vedette III, o Chambord, e motor antigo, na origem o Ford 60 hp.
Fosse com o Otto Vu, 8V, — assim chamado porquanto a Fiat imaginava ser a expressão V-8 de registro pela Ford —, por sua atualidade e bons resultados, com certeza o panorama dos motores de então e das competições teria sido inteiramente outro.

Motor 8V: 2-litros e potência igual à do Opala 4,1 dos anos 1980


RN


A coluna "De carro por aí" é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.

32 comentários :

  1. Como já vai chegar com ABS e Airbag e sem o alto índice de roubo de VWs em geral, que faz o preço do seguro aumentar, pode até ser que seja uma boa opção, se vier com um preço razoável.. Razoável, porque, como sabemos, não existe preço justo no Brasil.

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  2. Há carros que a gente acaba se esquecendo.
    Nasser bem relembrou o Fiat 8V.
    Que belo estilo tinha este carro!

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  3. GM e PSA: Separadas lá fora, unidas por cá:

    AutoLatina 2?

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  4. Ah, esse Up! com um motorzinho 1.4! Daria um "caldo"?

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    1. Mr. Car
      Nao inventa moda.
      Ta bom esse modernismo 1.0 nesse carrinho
      Ja entrou para a sua lista de compráveis?

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    2. Se já está bom, ficaria melhor ainda.

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    3. Então coloca o motor 1.4 da Kombi no Up. Vai ficar supimpa!

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    4. Deixem de ser ansiosos vocês dois
      Esperem o AE testar o UP com esse motor 3cil de 1,0 litro
      Acho que ficara bem razoável ... Para não dizer muito bom
      O Bob testou um Fox com esse motor e teceu comentários maravilhosos.
      Imaginemos o que não fará num carro muito mais leve!
      Depois disso acho que vocês poderiam especular sobre um 1.4 no up!
      Mas por enquanto aguardem ...
      Por favor não insistam!

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  5. Bob,

    Quando é que vem o site do AE?

    Fiz vários comentários neste post e perdi tudo.

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  6. Apenas quero citar que a Renault Trucks pertence a Volvo Trucks, que tem como seu maior acionista, a Renault.

    Mr. Car,

    Seria ótimo um motorzinho 1,4 no Up!, assim como no Celta.

    Mas a Ford vem com tudo com o seu KA 1,5... E aí quem sabe?

    A única modificação brasileira no Up! que eu gostei, foi o aumento da capacidade do tanque. De resto, deram uma estragada no carrinho.

    Como teria sido bom se a Vemag tivesse sido adquirida pela Fiat e não pela VW.

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  7. O VW Up! fica interessante com 4 portas, mas não deveria deixar de existir a versão duas portas, será que esta vem futuramente?
    A solução de "avançar o teto para acomodar uma terceira pessoa" era a solução adotada no 1º Corsa 4 portas, que aliás possuía carrocerias diferenciadas para 2 e 4 portas.

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    1. Corsário Viajante20/12/13 12:59

      Sim, no meio / fim de 2014 vem o duas portas.

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  8. Certamente o duas portas virá com acabamento inferior como no Celta e não será vantajoso.

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  9. Up, Fox, Gol.......vcs não acham muito "fogo amigo"?

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    1. Nao pois cada um vai ter o seu posicionamento de mercado
      Nao podemos subestimar a forca de venda da VW

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  10. "Tanque de combustível aumentado de 35 para 50 litros, em razão de nossas distâncias continentais."

    Uma montadora de automóveis se preocupou com o consumidor? Preocupou-se em adequar um produto à nossa realidade? Teve o ímpeto de fazer alguma coisa pelo bem dos compradores?

    Nem tudo está perdido. Milagres acontecem.

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    1. Eu já acho que o aumento do tanque foi pensado para quando abastecido com álcool, a autonomia ia ser pífia com somente 35 L.

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    2. HM, na mosca!

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  11. Acho que eles aumentaram a quantidade do tanque pra não ficar mal pra própria vw em ter um carro beberrão. O consumidor acharia um absurdo o carro dele fazer meros 250km com um tanque, mas 350km seria normal. Independente do valor gasto com combustível. Foi pensando na própria imagem, e não no consumidor.

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  12. A Resolução 315 do Contran, que pretendeu equiparar as bicicletas elétricas aos ciclomotores, não vale absolutamente nada. Isto porque existe uma lei federal - o Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/97, Anexo I) - que define "ciclomotor" como "veículo de duas ou três rodas, dotado de motor de combustão interna (...)".
    Ora, uma lei só pode ser modificada por outra, e não por meio de resolução. A resolução - assim como a portaria, o decreto, a ordem de serviço e qualquer outra espécie de regulamento - é ato administrativo, subordinado à lei, que traduz o entendimento da Administração Pública sobre como a lei deve ser cumprida. O regulamento explica a lei, mas não pode alterá-la.
    Resumindo: as bicicletas elétricas são apenas bicicletas, pouco importando se o motor funciona sozinho ou auxiliando o pedal.

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  13. Fui olhado com comiseração e generosidade. Tez morena, terceiro mundista, em seletíssimo grupo mundial a dirigir o carro, era um sacrílego vindo de longe, mal informado. Um sem noção.

    Isto é um assalto! Acabou de roubar-me um sorriso.

    Nasser, realmente era o alvo a colocar na mira - a não produção. Com todas as peculiaridades de desenho e projeto, era tiro certo. Aí está apresentado algo mais condizente com a proposta do baixo consumo: o Up!
    Terá sido culpa dos drinques? Parece que o que o carro não conseguiu beber, a mesa o fez em homenagem - tem cara de pão embolorado...

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  14. Andei quase 4 mil km com um Up na Europa.
    Bom, mas não espetacular. Motor áspero, pede quarta marcha quase o tempo todo. Anda-se mais em quarta do que em quinta.
    Mas tem excelente espaço interno, e fez entre 21 e 22 km por litro,com o ar ligado, a maior parte em rodovias.
    Eu compraria.

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    1. Nao entendi essa história de motor áspero??
      Quanto ao cambio, europeu prefere carro com relac de marchas longas. Isso ajudou muito nos números de km/k que vc conseguiu alcançar

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  15. Não consigo ler os posts do Roberto Nasser, o português está abaixo de sofrível, ele não sabe a diferença de vírgula, ponto, espaço, de nada! Sem falar na parte gramatical relativa à regência e concordância -- comentar isso seria covardia. Os textos do Nasser carecem de um revisor, já que o conteúdo não é de se jogar fora.

    Sem abraço,

    Xamanian



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    1. Xamanian
      Insista que você começará a entender e apreciar texto do Nasser. Não falta revisor e nem revisão, tarefa que me compete (faço-o em todos os posts). Embora eu revise, faço questão de manter o estilo dele, que acho muito bom e único. E não só o estilo, a formatação também é conservada, note que que a fonte da coluna dele é diferente de todos os posts e não há espaço entre parágrafos.

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    2. Fi, se morre ou volta pra escola!
      Cada uma, credo!

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    3. Xamanian
      Eu sugeriria você retornar ao supletivo ou similar para estudar um pouco mais.
      Os textos do Sr. Nasser são ótimos e sofisticados.
      Fico imaginando o que você não sofreria para ler um livro de Machado de Assis...
      Seu comentário é uma prova cabal, do quão raso e deficiente e lamentável é o ensino brasileiro atual....

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    4. Bob, obrigado pelas palavras, mas não concordo; todo o estilo dos textos do Nasser é deplorável, no sentido de não se aplicar à formatação eletrônica (leia-se Internet). Mas entendo e muito respeito a sua opinião; prometo repensar sim (temos que saber ceder e compreender).

      Anônimo (22/12/2013 10:26): se você soubesse que eu sou, o quanto estudei e os títulos acadêmicos que tenho, simplesmente não falaria tais sandices. Não é de bom tom usar o anonimato da Internet (em maiúsculo, pois poucos sabem que é nome próprio) para atacar com virulência.

      Observe que não estou dando "carteirada", pois não disse quem sou, o que faço, o tenho e qual o grau conquistado (arduamente). Mas se você soubesse, de joelhos se desculparia. ;)

      Saudações cordiais!

      Xamanian


      PS: Bob, gostaria de não postar como Anônimo, mas ainda preciso aprender como fazer. Não gostaria de logar através de contas externas; tem uma forma de cadastro direto? Se preferir, lhe envio um email para não poluir o tópico. ;)

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    5. Anônimo/Xamanian
      Ao responder, você pode escolher como quê quer fazê-lo e uma das opções é Nome/URL. Escolha-a e em seguida coloque seu nome, clicando depois em Continuar, escrevendo seu comentário.
      Quanto à internet ser grafada com inicial maiúscula ou minúscula, deixou de ser nome próprio do mesmo modo que rádio, televisão, radar (que era um acrônimo, radio detection and ranging) etc. Leia mais em http://en.wikipedia.org/wiki/Capitalization_of_%22Internet%22.

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    6. Bob,

      1) obrigado pela dica, farei assim daqui por diante.

      2) ainda não tinha notícias sobre a "capitalização", muitíssimo obrigado pela atualização (terei mais cuidados).


      Abraços grandes,

      Xamanian

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  16. Nasser, aqui tens minha solidariedade, no que diz respeito ao trato com o vernáculo. Nessa sociedade massificada e 'burrificada', todo mundo fala e escreve 'foca', em vez de 'focaliza', 'manero', 'parada' e tem, como dizia antigamente a meus alunos, uma verdadeira 'incipiência lexical'.

    Substantivamente, vamos aos carros. Achei esse Up! um tremendo 'Down' estilístico. O Uno botinha era bem mais bonito. Aguardemos.

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  17. Não obrigado, prefiro o ka.

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