OS CARROS EM COPENHAGUE


Em Copenhague está acontecendo mais um encontro de líderes mundiais para estabelecer metas de emissões de gases do efeito estufa, dando continuidade aos encontros anteriores na Rio Eco 92 e em Kyoto, em 1997..
Aquecimento global é um assunto espinhento, que ninguém gostaria de tratar. Porém ele tem marcado sua presença, e virou assunto para tratados internacionais.
Diferente do que se possa pensar, o assunto não é novo. As primeiras evidências surgiram há mais de 50 anos, tomou fôlego na década de 70 com a exploração de Vênus, que possui um efeito estufa infernal, e pela aceleração sensível de seus efeitos a partir do começo dos anos 80.
Para a comunidade científica, as discussões sobre o assunto podem ser divididas em três conjuntos distintos.
- O aquecimento global é real?
Para os cientistas não há mais controvérsias. O assunto deixou de ser uma teoria para ser uma realidade.
Entre 2007 e 2008 foi realizado um esforço mundial entre pesquisadores e especialistas em clima do mundo todo, integrando dados e pesquisas das mais variadas fontes. O objetivo era concluir de uma vez por todas sua existência. Críticos da teoria foram especialmente convidados a participar. As análises preliminares destes dados já convenceram até os mais céticos.
- A humanidade é a responsável pelo aquecimento global?
Embora a maioria dos cientistas acredite nesta hipótese, ela ainda não é um consenso pleno.
- Podemos reverter o aquecimento global?
Aqui simplesmente não há qualquer tendência de consenso. Porém, mesmo os mais otimistas assumem que não será possível revertê-lo totalmente.
A razão para estas dúvidas é que ainda não há concordância entre os modelos climatológicos e os resultados práticos medidos. A grande maioria das previsões feitas apontam as tendências corretamente, porém falham por apresentarem datas e valores mais conservadores que os verificados na prática.
Apesar das dúvidas que ainda pairam sobre o assunto, os cientistas estão unidos em pedir medidas que barrem a crescente emissão de carbono para a atmosfera.
Um oncologista opera imediatamente um tumor recém-descoberto e manda com urgência o material para biópsia, ao invés de ficar esperando pra ver se o tumor atinge a metástase para dizer se ele é um câncer.
Da mesma forma, os cientistas não querem correr o risco de perder tempo precioso discutindo o assunto.
Um relatório do Pentágono de 2004 aponta para conflitos internacionais importantes, basicamente motivados por água, comida e energia, no caso de uma mudança climática brusca.
Um evento colocado em destaque pelo relatório aponta para o rápido derretimento das geleiras do Himalaia. O derretimento destas geleiras alimenta rios importantes para vários países populosos, como a China, a Índia e o Paquistão. O derretimento acelerado tem causado enchentes e vários outros prejuízos, mas algumas destas geleiras já foram reduzidas à metade, e no atual ritmo, desaparecem completamente até 2050. Porém a falta de água e o fracasso da agricultura deverá ocorrer em até 20 anos.
Um quarto da população mundial com sede e fome, pertencendo a três países de cultura beligerante e donos cada um de seu próprio arsenal nuclear é um convite para o desastre.


Geleira Gangotri, que alimenta o rio Ganges, e seus limites em mais de 200 anos.
E este é só um entre vários outros problemas previstos.
Não são só os cientistas e militares que estão pressionando. Quem paga as contas do aquecimento global também.
Pressiona o agricultor que perdeu safras em secas prolongadas regulares que antes não aconteciam, e pressiona a companhia de seguros que assegurou as safras do agricultor.
Pressiona o empresário que tem prejuízos regulares com enchentes cada vez maiores.
Pressiona a cidade turística baseada no esqui, e que vê as temporadas de neve cada vez mais curtas e a camada de neve cada vez mais fina.
Pressionam os cidadãos que tiveram perdas de bens e de familiares em catástrofes climáticas que vem se tornando mais fortes ano após ano.
Por fim, os próprios governos se mobilizam, forçados a destinar uma parcela cada vez maior dos seus orçamentos para reparar estragos que o aquecimento global trás agora e que não aconteciam há 20 anos.
Foi assim que o aquecimento global virou assunto de gabinete presidencial.
O assunto é indigesto, pois afeta diretamente nosso modo de vida.
Tecnologias precisam ser trocadas por outras mais “verdes”, o consumo deixa de ser desenfreado e passa a ser mais responsável, aumento da reciclagem de materiais, reduzindo o descarte de lixo para a natureza e posterior exploração de alguma jazida para fornecer material novo etc.
Não só é difícil de implementar todas estas transformações de uma hora para outra, como isso esbarra em muitos interesses há muito estabelecidos.
Assumir uma cota de emissões hoje é o mesmo que impor um limite ao crescimento econômico do país.
Copenhague, assim como outras reuniões anteriores, se tornou uma praça de guerra onde deveria ser um local de concórdia. Cada grupo de países defende uma menor obrigação para si e joga o resto da responsabilidade para os outros.
E o evento já caminha para terminar sem um tratado técnico de obrigações, mas sim para um documento de intenções meramente político. Um escandaloso desastre político internacional.
Ao lado do fórum principal, dentre os fóruns paralelos, um dos que mais chama a atenção é o referente aos automóveis. E lá há um consenso mais amplo e profundo que no fórum principal.
Por mais que os automóveis recebam dispositivos anti-poluentes, a emissão de carbono está associada à geração de energia nos motores a combustão, e não há forma de eliminá-la. No máximo, onde há um motor a combustão o que se pode fazer é otimizar seu funcionamento e seu perfil de uso.
Como isto está aquém das expectativas, há várias discussões sobre mudanças da plataforma tecnológica e fontes alternativas e renováveis de energia, como os biocombustíveis.
Na Europa, as emissões de muitos poluentes vem caindo substancialmente desde o começo dos anos 90, melhorando a qualidade do ar na região.
No entanto, desde 1997, os índices de poluentes particulados em suspensão e ozônio não tem mostrado melhoras, apesar da redução das emissões. Uma parcela significativa da população urbana européia vive exposta a níveis que ultrapassam os permitidos pela Comunidade Européia para proteção da saúde pública.
Estes poluentes estão em grande parte associados ao uso do automóvel, e geram discussões sobre que novas medidas restritivas deverão ser impostas a eles.
Como as intervenções técnicas nos automóveis não vem surtindo efeito, medidas restritivas de outra ordem deverão ser tomadas a curto prazo. As medidas mais discutidas são as de restrição ao uso urbano do automóvel.
Ao dificultar a circulação de veículos particulares em determinadas áreas das cidades, não só se alcança a redução dos índices de poluentes locais altamente nocivos, como reduz as emissões de gases do aquecimento global.
Pode-se esperar daí mais medidas como rodízios e pedágios urbanos em troca de mais transportes públicos pelas principais cidades do velho mundo.
Só nos Estados Unidos, os automóveis e veículos comerciais leves emitem 333 milhões de toneladas de CO2 ao ano, a quinta parte das emissões totais do país.
Comparado ao resto do mundo, as emissões de carros americanos são desproporcionalmente altas. Num país que tem 5% da população e 30% da frota mundiais, as emissões automotivas americanas representam 48% das emissões globais do setor.
Vários esforços vem sendo feitos nos Estados Unidos para lutar contra o aquecimento global, incluindo o corte de emissões dos automóveis.
Entre as medidas tomadas estão:
- Criar uma pressão de opinião pública sobre os fabricantes de automóveis para aderirem a uma política nacional contra o aquecimento global;
- Educar proprietários e motoristas sobre o que eles podem fazer para reduzir as emissões de seus carros;
- Explorar todos os meios para que todos alcancem uma maior eficiência do combustível, cortando a emissão de gases do efeito estufa.
Tal esforço já mostra resultados.
O presidente Obama prometeu no começo deste ano “colocar um milhão de carros híbridos com recarga de tomada até 2015”. Ele pressiona a indústria para produzir uma frota que ofereça um consumo de pelo menos 35,5 milhas por galão (15, 1 km/l) em 2016.
Dando continuidade a esta política, ele deve anunciar um acordo recente de cooperação com a China para o desenvolvimento de pesquisas e padrões para a produção de carros elétricos e híbridos.
A China pretende atingir o estado-da-arte nesta tecnologia, e o acordo com os Estados Unidos garantiria vantagens técnicas e comerciais neste caminho.
A indústria, sentindo a pressão pública e política, já conta com elétricos e híbridos como parte de seu futuro.
Em uma apresentação recente, o presidente executivo da Renault, Carlos Ghosn, disse esperar que os carros elétricos representem 10% do mercado mundial em 2020.
Mas o elétrico de autonomia estendida por motogerador Volt, da GM, e o elétrico Leaf, da Nissan, deverão estar nas concessionárias americanas entre 2010 e 2011, enquanto a Renault investe na construção de uma linha de montagem para oferecer dois modelos elétricos já em 2012.

GM Volt

Nissan Leaf

Há uma abundância de carros elétricos e híbridos sendo demonstrados em Copenhague.
Os ônibus convencionais que levam o público para a área da conferência são todos elétricos.

Ônibus público elétrico que serve o local da conferência.
Os delegados da conferência tem à disposição 60 Citroën C1 elétricos.
Estes carros são montados pela empresa inglesa ECC (Electric Car Corporation), e espera-se que 1.000 deles sejam vendidos na Dinamarca em 2010.

Citröen C1 Elétrico
A Honda também disponibilizou uma frota do modelo Insight para atender delegados, VIP's e jornalistas . O FCX Clarity com célula a combustível também está disponível.

Honda Insight


Honda FCX Clarity

A Renault também disponibilizou três modelos elétricos que os participantes poderão experimentar ao volante e avaliar o procedimento de recarga num posto especialmente construído.
Há também outros carros, elétricos e híbridos em demonstração da Peugeot, Mercedes-Benz, BMW, Volvo e Think.
Um comboio de carros elétricos de várias marcas e modelos partiu de Londres em direção a Copenhague para demonstrar publicamente a viabilidade da tecnologia atual.
Todos os fabricantes enfatizam a ideia de que o futuro não muito distante do automóvel está apoiado cada vez menos no petróleo e mais na eletricidade. E estão apostando alto nessa opção.
A conferência principal de Copenhague, ao que tudo indica, fracassará.
Mas lá governos e fabricantes demonstraram forte compromisso em modificar políticas e tecnologias para a redução da emissão de gases que causem o aquecimento global e que afetará os automóveis a curto, médio e longo prazos.

34 comentários :

  1. Chocólatra11/12/09 02:43

    andré se esqueceu de citar o fabricante de chocolates Copenhagen, com o aquecimento global os chocolates vão derreter!!!

    ResponderExcluir
  2. Juargenu Simbetlink11/12/09 03:57

    Podemos rodar com nossos carros sem culpa, basta parar de comer carne!

    A carne pode ser medida em emissões de CO2: ingerir um quilo de carne bovina equivale a viajar 250 quilômetros de carro.

    A FAO - Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação - alertava em 2006 que o setor pecuarista emite mais gases de efeito estufa - 18%, medido em relação ao equivalente em dióxido de carbono - que o setor dos transportes. Dessa porcentagem, uma parte importante corresponde ao metano, um gás que tem um potencial de acumular 23 vezes mais calor do que o CO2. O sistema digestivo dos ruminantes, especialmente o das vacas, faz com que esses animais emitam metano através de arrotos e eliminação de gases intestinais.

    Além disso, grandes extensões de terra, sobretudo na América Latina, têm sido desmatadas para se transformarem em pastos e produzir forragem para alimentar o gado. O esterco gera óxido nitroso, com um potencial 296 vezes maior de aquecimento global que o CO2.

    ResponderExcluir
  3. Esquecendo dos bovinos e indo para o lado dos carros elétricos. Para mim, os problemas da técnologia dos elétricos são:
    - Baterias: Ainda são grandes e pesadas e tem vida útil, e são o principal limitante no tocante autonomia;
    - Geração de energia: Energia não se cria, se transforma. Toda a energia consumida pelos automóveis deverá ser fornecida por combustíveis fósseis ou hidroelétricas. No caso das termoelétricas sem ciclo combinado, o rendimento global é menor que o de um automóvel e pela natureza dda combustão se emite muito mais NOx.

    Resumindo, para mim, a melhor solução, mas não mais barata, seria a partir das células combustíveis baseadas em Gás natural. A técnologia ainda está distante, mas, é a melhor solução do meu ponto de vista.

    Sds,

    Cristiano.

    ResponderExcluir
  4. Mister Fórmula Finesse11/12/09 08:32

    Um caminho terá que ser tomado, não há como escapar, ou a tão propagada era de aquário acabará em uma nova idade das trevas apadrinhada pela fome e anabolizada pela energia nuclear.

    O negócio é sério, deixem que os presidentes batam as suas fotos protocolares do festivo "encontro", daqui há cinquenta anos quem estiver aqui - ah, como é conveniente o comodismo do "não estarei mais aqui" - verá até que ponto chegamos...pelo bem ou pelo mal.

    ResponderExcluir
  5. Vou até vender meu carro para passar a andar de ônibus.
    Só vou levar 1h a mais para chegar em qualquer lugar(horários irregulares), pagar R$2,00 por passagem (vou pegar 3 ônibus mas aqui em aracaju tem terminais de integração) e andar num ônibus de 15 anos de uso, que produz uma média de 95dB, em pé (aqui só tem 35 lugares em cada=cabe mais em pé!), com trancos e freadas exageradas por causa do câmbio e habilidade dos motoristas.
    E com sorte posso ser assaltado dentro dele também, mas o mais comum é ter que ver propaganda dentro dele (pedintes pedindo ajuda e loucos falando sozinho dentro dele).

    1º Mundo aprendam com o Brasil, os ônibus urbanos daqui são os mais ecológicos, sempre vão na capacidade máxima(120 pessoas) pra economizar dióxido de carbono.

    ResponderExcluir
  6. Essa conversa de parar de comer carne é coisa de gente ignorante. Se toda a humanidade transferisse sua fonte de alimento de carne para vegetais, não haveria mais espaço no mundo para o plantio. É impossível. Criar gado e comer carne é mandatório para a sobrevivência do homem.

    Carro elétrico é mais eficiente que a gasosa. Mas a eletricidade precisa ser gerada em algum lugar. Sempre haverá uma fonte poluidora. E as baterias desses carros se transformarão no grande vilão da ecologia do próximo século. Deviam prever nesse encontro de Copenhague criar um Lixão na lua ou Marte.

    O homem já saturou há tempos esse planeta. A mãe natureza, sábia como só ela, vai tratar de eliminar os humanos menos aptos até reestabelecer o equilíbrio.

    Mundo melhor = menos humanos.

    ResponderExcluir
  7. Clésio Luiz11/12/09 10:38

    Que efeitos estão ocorrendo, disso não se pode duvidar. Aqui no Brasil, diversos locais no litoral estão vendo o mar avançar a passos largos. No meu estado, a Paraíba, tem vários lugares onde o mar avançou mais de 50, 100 metros em poucas décadas.

    Fechar os olhos e ouvidos e dizer para os outros "eu não acredito em aquecimento global" não vai resolver o problema.

    A solução é dolorosa, pois teremos que abrir mão de coisas que estamos acostumados, como a carne de origem animal e transportes a combustão interna. Porém, a escolha é muito simples: ou ficamos agarrados a estes prazeres e veremos nossas futuras gerações vivendo num mundo muito pior que o nosso atual (que já está feio) ou podemos tomar uma atitude e garantir um futuro menos sombrio para nossos filhos e netos.

    ResponderExcluir
  8. Tudo se resume a energia, gerar, armazenar e processar. E infelizmente as bases energéticas da nossa civilização são hidrocarbonetos fósseis, carbono aprisionado por centenas de milhões de anos.
    Não adianta trocar nossos carros por modelos elétricos se a tomada onde o plugamos o ligar até uma termelétrica. Aqui no Brasil não é nem tanto o caso, mas nos principais poluidores é; carro elétrico lá só serve para afastar o problema dos olhos do cidadão comum.
    Dito isso, acho uma pena que a humanidade tenha que economizar energia tendo um reator de fusão nuclear à disposição - o Sol. Temos muito potencial na energia solar a explorar. Os desafios de engenharia ainda são grandes, mas é a solução ideal. Mesmo que não tenhamos carros solares, usinas de geração de energia seriam ótimas em um país como o nosso...

    ResponderExcluir
  9. Luiz Fernando,

    Você botou o dedo na ferida. Mundo melhor = menos humanos. Os chineses entenderam isso ainda que na marra, nos tempos de Mao (não o nosso - o Zedong, vulgo Tse-Tung). O problema é que a maioria dos governos não gosta de falar nisso para não comprar briga com a religião institucionalizada, nem ser acusado de ingerência na vida privada das pessoas. E assim, mesmo dispondo de todo o conhecimento e de todos os meios para controlar a natalidade, a humanidade caminha alegremente rumo ao buraco.

    ResponderExcluir
  10. O buraco é mais embaixo, a Terra tem condições de sustabilidade para 2 bilhões, isto é, todos vivendo em padrões razoáveis de consumo de energia, alimentos, abrigo etc...estamos indo para 7 bilhões. Como a coisa pode funcionar com um desequilíbrio desses? Simples, uns tem e outros ficam sem. Uns tem aquecimento, outros passam frio, uns andam de carro e outros andam a pé, uns comem e outros passam fome, mas o sistema se acerta. Injusto, mas verdadeiro.
    Evidentemente, o discurso de desenvolvimento do terceiro mundo feito pelo primeiro mundo é uma absoluta mentira.
    Se a Africa for colocada no nível do Paraguai seria necessário outro planeta.
    A menos que os do andar de cima abram mão de alguma coisa, o que certamente não irá acontecer.
    Como fazer para que a América abra mão de consumir mais de 33% da energia gerada no mundo?
    O protocolo de Kyoto procurou encarar esses problemas com compensações dos créditos de carbono, a coisa está indo, mas ainda devagar.

    ResponderExcluir
  11. Na natureza, a regra geral é a extinção, não a sobrevivencia. Estamos apenas temporariamente nesse planeta, no futuro, estaremos em outro ou outros. Mas não com nossa parca tecnologia, e sim, com nosso espírito.

    ResponderExcluir
  12. Mais um detalhe: se o aquecimento derreter todo chocolate do mundo, será ótimo.

    ResponderExcluir
  13. Bah, tem tanta coisa relativamente simples que dá pra fazer pra ajudar a combater não só o aquecimento mas a poluição.
    Por exemplo, eu tenho o costume de usar mochila. Quando vou no mercado comprar poucas coisas coloco nela. Pra compras mensais meu pai usa uma caixa plástica com algumas divisões e leva dentro do carrinho.
    Já em casa não temos lâmpadas incandescentes, a geladeira é "A", os sacos de lixo biodegradáveis entre outras coisas.
    Eu vejo sempre falarem em poluição provocada por veículos mas não há tanta conscientização quanto a evitar desperdícios em geral.

    ResponderExcluir
  14. Aqui no sul tem acontecido temporais que só se via em filmes americanos, arvores arrancadas pela raiz, cidades inteiras sem energia elétrica, embaixo d´agua, um verdadeiro caos.
    Culpa do aquecimento global?

    ResponderExcluir
  15. Carro elétrico não tem graça. :D

    ResponderExcluir
  16. Tudo besteira, tem gente ganhando muita gtana com isso e tem muito bobo acreditando. Mentira repetida mil vezes vira verdade, mas só por um tempo. O que não falam é que o aquecimento é culpa da atividade solar e nada que venhamos a fazer, exceto arrumar um grande guardasol espacial para cobrir o planeta todo vai fazer nenhuma diferença. Esses idiotas verdes vão querer o que? que se pare de comer carne e se coma capim que energeticamente émenos eficiente ou que venhamos a instalar catalisadores no @ dos bovinos? Tudo isso é ridiculo, mas o Al Gore ama porque enche os bolsos de dinheiro e ainda ajuda aos paises ditos desenvolvidos a colocarem mais e mais amarras nos subdesenvolvidos. E além de ninguém se opor ou falar nada ainda tem gente que apoia. E esses carros hibridos, é só o petroleo baixar um pouquinho ou não ter nenhum subsidio ou apoio governamental para eles existerem que todos somem. E o melhor, nem deixam saudades ou lembranças.

    ResponderExcluir
  17. Chocólatra, incrivelmente, todos os verões os bombons da Ferrero Roche paravam de ser vendidos por aqui para não derreterem. Este ano ele está em destaque num mercado perto de casa.

    Juargenu Simbetlink, Paul McCartney fez exatamente essa proposta recentemente e descobriu que pimenta nos olhos dos outros é refresco.
    Aconteceu algo parecido há não muito tempo em Portugal. Lá as autoridades começaram a fazer uma campanha de informação sobre a extinção do bacalhau pela pesca predatória, e logo em seguida fez uma pesquisa pra saber se a população aceitaria uma lei de proteção ao bacalhau. A imensa maioria aprovou.
    Quando o povo descobriu que a lei previa a proibição da pesca por 10 anos para recomposição dos cardumes, choveu reclamações nos gabinetes dos parlamentares lusitanos. Lá ninguém quer ficar sem o bacalhau no prato de todo dia, e que se dane a natureza.

    Cristiano, carros elétricos tem todo um conjunto de problemas a serem resolvidos. Os híbridos são uma transição entre o carro atual e o carro totalmente elétrico para contornar essas dificuldades.
    Repare que o carro com célula de combustível não deixa de ser o elétrico.
    Existe um processo chamado de "reforma", onde o combustível armazenado é a base de carbono (gás natural, gasolina, éter, álcool, etc.), de onde se retira o hidrogênio pra alimentar a célula de combustível. Embora seja um processo bacana, ele é muito ineficiente, e mais nenhum grande fabricante tem se envolvido com ele.


    Mister Fórmula Finesse, algo precisa ser feito, mas acho que ficar esperando reuniões de cúpula decidirem o que vamos fazer é muito comodismo. Eu faço a minha parte aqui em casa.
    Aqui, as contas de água e de luz são muito baixas. Pra água eu tenho um esquema de reuso, e para a luz, uso as coisas com racionalidade. Vivo confortável mas sem desperdícios, meu bolso agradece e o planeta também.
    Estão ainda nos meus planos painéis solares para aquecimento e geração de energia elétrica.
    Se cada um fizer a sua parte, o problema melhora muito.

    Anônimo, o sistema de transporte coletivo péssimo que temos aqui é uma das principais motivações pra classe mais pobre pensar em comprar um carro. Mas no caso de São Paulo, também não dá pra dizer que é uma solução pro problema.
    Aqui, segundo dados da prefeitura, o motorista perde em média 3 horas por dia no trânsito.
    Em vários lugares onde tenho que ir, posso ir em meia hora, mas se pegar o pico do fim da tarde, só consigo voltar depois de duas horas ou mais. Eu não tenho mais paciência com o trânsito daqui.
    Então, habitualmente eu dirijo até o shopping, deixo o carro lá, pego o metrô. Gosto de caminhar, então não me incomodo de andar um pouco pra chegar no meu destino. Se ficar longe, vou até uma estação com terminal integrado e pego um ônibus que geralmente segue por um corredor exclusivo.
    Pode ser uma viagem desconfortável, mas isso me faz economizar pelo menos 1 hora de viagem na volta.
    A conclusão é que o ideal é saber tirar o máximo proveito de todas as opções disponíveis.

    ResponderExcluir
  18. Luis Fernando, basta uma balançada no clima, e nossa agricultura deixa de produzir alimentos e a gente se mata. A natureza só dá o empurrão inicial. Nós fazemos o serviço de nos extinguirmos por ela.

    E vc está certo. A quantidade de gente no planeta já ultrapassou o limite da sustentabilidade.

    Clesio, já vi muita gente dizer que não acredita no aquecimento global. Alegam teorias conspiratórias de todos os tipos pra dizer que é enganação e ponto.
    As civilizações Maia e Anasazi caíram por desafios climáticos menores do que os que estamos medindo hoje. Nem por precaução essas pessoas vão mexer um dedo. Sem eles, fica mais difícil qualquer solução.

    Rafael Ruivo, os desafios da energia é maior e diferente do que vc imagina. Se vc diz que tem combustível pra fazer um carro covencional funcionar, então vc tem energia pra fazer dois ou até três carros elétricos fazerem o mesmo. Criar uma termoelétrica que queima o combustível que iria pra carros convencionais é bastante vantajosa. Além disso, é mais fácil controlar a poluição de uma termoelétrica do que de 10.000 carros convencionais que ela substituiu por elétricos.
    Complicado é que a cada dia temos novas cargas elétricas nas nossas tomadas, e o sistema elétrico tem de dar conta sozinho de fornecer energia pra elas. Esse já é um quadro complicado, e o carro elétrico complica isso de vez.
    Os maiores problemas estão na distribuição e nas baterias principalmente.

    ResponderExcluir
  19. AD,
    Está claro que a temperatura média do planeta está subindo.
    Mas não foi provado (e nem será) que isto se deve a atividade humana. É perfeitamente possível que isso se deva unicamente à atividade solar, e portanto, a nossa futura existência ou não não depende tanto assim do que fazemos hoje.
    Concordo plenamente que, utilizando um arsenal enorme de equipamentos elétricos, seria possível triplicar a eficiência dos carros. Mas o custo disso é totalmente proibitivo não apenas agora como nos próximos 40 anos ou mais.
    No final das contas, infelizmente tudo recai na velha questão de custos. Hoje os derivados de petróleo são a forma mais conveniente de se distribuir e armazenar grandes quantidades de energia. No futuro será a fusão nuclear, e não a captação solar como alguém disse (pois neste caso acabaríamos tendo que viver numa enorme sombra produzida pelos painéis solares).
    Dado que sabemos muito bem que o único problema é superpopulação, qualquer discussão sobre energia é perda de tempo. Portanto, é claro que essa reunião, seja lá onde for (Rio, Tokyo, Copenhagen, etc...), será totalmente inútil.

    ResponderExcluir
  20. Parem de peidar! Polui o planeta e gera aquecimento!

    ResponderExcluir
  21. Senhor dos Links12/12/09 14:52

    André, você que é um cara que gosta de ler e eu te respeito pra caramba, vou colocar alguns links aqui:
    http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=periodo-resfriamento-global&id=010125090910
    http://www.midiasemmascara.org/artigos/ambientalismo/8999-direto-de-1560.html
    http://www.metsul.com/blog/
    obs.: notícia ao final da página por Eugenio Hackbart;
    http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=691894
    http://www.olavodecarvalho.org/convidados/bernardin2.htm
    http://www.crichton-official.com/essay-stateoffear-whypoliticizedscienceisdangerous.html
    Pra fechar com chave de ouro (esse é muito bom): http://www.midiasemmascara.org/arquivos/4371-a-visao-dos-ungidos.html

    ResponderExcluir
  22. Bussoranga, a questão do Sol ser a fonte do aquecimento global está praticamente descartada.

    A atividade solar é ditada pelo ciclo de manchas solares, que é de 11 anos.
    A cada 11 anos o Sol está em baixa atividade e não tem manchas solares visíveis. Progressivamente, as manchas vão surgindo, aumentando, se multiplicando até o ápice da atividade.
    No ápice, formam-se as chamadas plumas, que são gases ejetados do Sol presos a campos magnéticos potentes associados às manchas solares.
    Quando isso acontece, a Terra é assolada por uma tempestade magnética e de partículas. Dependendo da intensidade, a tempestade magnética pode calar as estações de rádio e TV e até desligar linhas de transmissão de energia.
    Este é o ciclo normal, que é observado desde que Galileu observou a primeiras manhcas solares.

    No século XVII, o planeta esfriou por algumas décadas, e ficou frio o suficiente pra ser chamado de "A Pequena Era do Gelo". Em conjunção, os astrônomos observaram que o Sol não apresentou manchas nesse período, quebrando o ciclo de 11 anos.
    Hoje a relação téorica entre manchas solares e atividade solar está bem estabelecida.

    Se o Sol fosse a fonte do aquecimento global, seria fácil verificar.
    Assim como primeiro aumentamos o fogo de um fogão só pra então ver a temperatura da água subir, pro Sol ser a fonte do aquecimento global, ele precisaria estar muito ativo há alguns anos.
    Isto significaria que ele deveria estar num estado com um número excessivo de manchas, e despejando plumas constantemente.
    O resultado disso não passaria despercebido nem por nós.

    Sobre os carros elétricos, eles não vão substituir os atuais do dia pra noite. Veja o que diz o CEO da Renault, que espera que eles tomem 10% do mrcado em 2020.

    Os elétricos vão começar de forma tímida no começo, e os fabricantes sabem disso.
    E até 2020 tem muito tempo pra algumas tecnologias surgirem e amadurecerem.

    ResponderExcluir
  23. Dr. MacCoy12/12/09 14:57

    "Um oncologista opera imediatamente um tumor recém-descoberto e manda com urgência o material para biópsia, ao invés de ficar esperando pra ver se o tumor atinge a metástase para dizer se ele é um câncer."
    O problema é que este tumor está no meio do encéfalo, bem atrás da hipófise! Não tem como operar sem destruir metade do cérebro do indivíduo...

    ResponderExcluir
  24. O que fazer com as baterias, depois que sua vida útil terminar? Se hoje não dão conta nem de pilha AA e bateria de celular/notebook, imagina o lixo tóxico gerado por essas baterias.

    O carro elétrico não polui diretamente, mas sua produção polui, a produção da energia elétrica polui e o lixo que ele gera depois polui mais ainda.

    Os animais poluem também, seja em rebanhos controlados ou livres na natureza! O homem primitivo já poluia... a verdade é que, querendo ou não, tem gente demais no mundo, concentrada em alguns pontos (vide grandes centros urbanos), o planejamento das cidades é muito fraco assim todos tem que se deslocar demais durante o dia e vai continuar assim até a natureza dar uma limpada geral ou surgir outra grande guerra, a natureza irá se equilibrar, querendo ou não o homem.

    ResponderExcluir
  25. Mais um link, André:
    http://angueth.blogspot.com/2009/12/richard-lindzen-e-o-aquecimento-global.html

    ResponderExcluir
  26. Sr. dos Links, sinceramente, fiquei surpreso com a qualidade do material que vc me passou.

    Em geral me mandam links com comentãrios cheios de raiva, escrito por pessoas que não entendem do assunto. Esses normalmente eu descarto.

    Estes seus artigos estão em tom bem moderado. Dá para comentá-los sob meu ponto de vista.
    Infelizmente, tentei enviar, mas minha resposta não abe aqui.

    Mas há algumas coisas que não podem ser esquecidas quando se procura a verdade.

    Primeiro, é preciso despir a mente de preconceitos, se ater aos fatos, e só no final concluir para si mesmo qual a verdade sobre o assunto.

    Se existem 200 cientistas apoiando uma teoria, e apenas um apoiando outra, contrária à primeira, não devemos aceitar o que a maioria diz pela comodidade, nem escolher a voz isolada porque ela diz algo que soa bem aos nossos ouvidos.
    Devemos ouvir ambos os lados com a mesma atenção, observar os dados que eles fornecem, verificar o quanto a teoria de cada um prediz os fatos para só então decidir quem está com a razão.

    Vivemos num Universo onde o extraordinário e o violento são os padrões de todo instante.
    Vimos um pequeno cometa despedaçado de apenas 20 km de diâmetro, feito de gelo sujo pouco consistente, bater em Júpiter e criar fornalhas nucleares potentes o bastante para carbonizarem mais de 20 planetas como o nosso.
    Se tal fenômeno pode ocorrer, então algo tão menos intenso quanto o aquecimento global não pode ser descartado como impossível.

    A ciência sempre foi uma fonte de lições de humildade para a humanidade.
    Já pensamos que éramos o centro do Universo. Depois pensamos que o Universo girava em torno da Terra e depois do Sol. Hoje sabemos que vivemos em algo menor que um grão de areia, perdido na vastidão do espaço, sem privilégio algum, exceto estarmos vivos.
    Ela já nos deu tantas lições de humildade, que é bom não sermos pretensiosos de achar que a Terra é grande demais para que possamos usá-la e abusá-la sem que isso represente qualquer dano para ela.
    Temos que manter a mente aberta para esta possibilidade.

    Por último, para que uma teoria científica possa substituir outra, ela tem de provar que descreve melhor os fatos do que a teoria anterior.
    Uma teoria que não comprove os fatos não pode ser aceita.
    Se uma teoria bem firmada estiver sob ataque de várias candidatas ao mesmo tempo, se as teorias candidatas não convergirem e forem coerentes entre si, elas acabam lutando isoladas contra a teoria estabelecida.
    Uma teoria consistente é aquela onde novas teorias e novos dados aderem a ela com naturalidade, mesmo depois da teoria ter sido estabelecida.

    ResponderExcluir
  27. Dr MacCoy, como entusiasta vc deve estar lembrado de Paul Newmann e seu fim após uma longa luta contra o câncer.
    Ele, que tantas vezes interpretou bravos na tela, foi um bravo ainda maior frente à doença.
    Lutou até além das esperanças, e só parou com a medicação quando ela nem servia mais para aliviar a dor.

    Se o tumor está onde não pode ser operado, aquele que luta e não desiste sabe que ainda pode contar com a quimioterapia e a radioterapia.
    A única opção que não é admissível é desistir e esperar mansamente a morte.

    ResponderExcluir
  28. Anonimo, as baterias para funcionarem precisam ser feitas de materiais ou ligas de alta pureza.

    Para o fabricante, é muito mais viável reciclar uma bateria velha do que minerar e processar o material para fazer uma inteiramente nova.

    Então, desde que disponível o posto de coleta, a reciclagem de qualquer pilha ou bateria é perfeitamente viável.

    Veja que não há tantos motivos para preocupação com as baterias de elétricos por enquanto. Os carros elétricos tomarão o mercado lentamente, e o lítio é menos prejudicial ao ambiente que o chumbo e o ácido sulfúrico das baterias dos carros atuais.

    ResponderExcluir
  29. AD,
    Concordo com seus argumentos. Assim como voce, gosto e sempre busco explicações lógicas para tudo. Porém, não podemos ignorar o fato de que nosso conhecimento ainda é muito limitado. Sempre existirão fenômenos físicos e químicos para os quais não teremos explicação.
    O que o faz crer que o CO2 (ou o excesso dele) é a causa do aquecimento global? Eu já li alguns textos, mas absolutamente nenhum deles me convenceu. Leia-se: nenhum deles apresentou uma prova física irrefutável de acordo com o conhecimento atualmente disponível. Há uma série de suposições que, na prática, são totalmente discutíveis.
    Eu não descartaria da possibilidade de estar ocorrendo algum fenômeno físico no Sol ou em alguma outra fonte de radiação que esteja produzindo o aquecimento lento e gradual da Terra, sem a nossa interferência.
    Vou citar um exemplo similar: a camada de ozônio. Ela está se afinando, certo? Certo, isso pode ser medido. O que está causando isso? Acusaram o triclorofluormetano, que era o nosso tradicional eficientíssimo "gás de geladeira", também usado em sprays aerossóis.
    Bem, essa foi a maior balela da história mundial (já foi provado, mas por algum "mistério" não foi amplamente divulgado). Felizmente dessa vez eu lembro resumidamente:
    1. Gás de geladeira não sai da geladeira, ele fica muito bem aprisionado, cumprindo sua função termodinâmica
    2. No caso dos aerossóis, triclorofluormetano é BEM mais pesado do que o ar (isto é, tem densidade mais alta), o que faz com que ele caia, e não suba como se diz por aí.
    Portanto, não há como associar uma coisa a outra. O coitado do freon-12 (nome comercial) não é nem nunca foi o responsável pela destruição da camada de ozônio. Porém, hoje, se alguém disser isso, será taxado de louco ou de ignorante. Ou seja, para a maioria da população mundial, infelizmente uma mentira dita 1e6 vezes se torna uma verdade.

    ResponderExcluir
  30. Continuando:
    Mas então qual é o verdadeiro motivo de terem difamado o freon-12? Ora, o motivo é puramente comercial. Com a troca do freon-12 pelo SUVA (R-134a) alguém ganhou muito, mas muito, mas MUITO dinheiro. O SUVA foi criado e patenteado pela Dupont, e apontado durante muito tempo como o único gás termodinamicamente eficiente para uso em todos os tipos de sistemas de refrigeração. E assim foi feito. Foi um negócio astronomicamente bom para a Dupont, e ruim para muita gente, pois, comparado com o bom e velho freon-12 (R-12), o R-134a é bem menos eficiente. Mas todo mundo comprou a idéia (literalmente).
    Analogamente é possível que o tal efeito estufa e sua associação com o CO2 seja igualmente falaciosa, a não ser que me provem o contrário. As provas que já encontrei eram furadas. Mas como o aquecimento infelizmente é fato, a causa ainda precisa ser buscada. Como nosso conhecimento sobre o Sol ainda é mínimo, talvez este possa ser o responsável.
    Posso citar outros exemplos de mentiras mundialmente difundidas, mas que felizmente foram desmarcaradas: "Amazônica pulmão do mundo". Como se o O2 ou o CO2 produzido lá fosse se espalhar pelo mundo. Bullshit!
    O CO2 que nós produzimos aqui vai parar lá nas calotas polares? Não, já foi provado que isto não ocorre. A enorme poluição lá na China vem nos afetar aqui? Também não.
    Quando um navio petroleiro derrama seu conteúdo de petróleo no mar aqui em costa brasileira, a costa chilena é afetada? Também não.
    Mas então, porque há o aquecimento global e o derretimento gradual das calotas polares? Ora, não mencionei a lenta destruição da camada de ozônio, seja lá qual for o motivo?
    O que a camada de ozônio faz? Reflete certos tipos de UV. A não reflexão deles nos traz o que? Princípio da radiação do corpo negro: conversão de luz em calor. É isso um dos efeitos que temos hoje, e que realmente produz aquecimento global. Nada impede que existam outros.
    O que não se pode fazer é aceitar estatísticas manipuladas. Se temos duas grandezes X e Y medidas mas cujas causas são desconhecidas, o fato de as colocarmos num gráfico e o mesmo apresentar uma correlação não nos permite fazer uma regressão linear e dizer que há uma relação entre elas. Este é um dos motivos que deixa claro que as conclusões obtidas até hoje entre CO2 e aquecimento global são totalmente infundadas (há outros dos quais não me lembro agora).

    ResponderExcluir
  31. Bombardeiro16/12/09 20:36

    E se enviássemos uma bomba nuclear em direção ao sol e explodissemos uma parte dele?

    ResponderExcluir
  32. Vamos todos acabar virando seiferos

    ResponderExcluir
  33. O Eng.º Guy Nègre desenvolveu um motor de combustão que queima AR comprimido e o resultado da queima é um AR mais puro que o inicialmente comprimido!
    O financeador da pesquisa é o conhecido Ratan Tata e não se fala nisso porquê?
    Por ser demasiado simples, ou por receio do cartel dos petro dólares?

    ResponderExcluir

Pedimos desculpas mas os comentários deste site estão desativados.
Por favor consulte www.autoentusiastas.com.br ou clique na aba contato da barra superior deste site.
Atenciosamente, Autoentusiastas.

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.