google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
De kart na Índia, vindo dos Estados Unidos!

"Well, I escaped Flint at an early age, owned 50-percent interest in a Cragar flathead A-bone roadster at 12, ran at El Mirage at 15, had first automotive cartoons published in Rosetta Timing Association's program in 1948. Went to Art Center College, developed sense of humor working in World's Greatest Rolling Clown Show (GM Styling Section). Then worked as fry cook, mercenary, airline pilot, art director of R&T, farmer, Wall Street broker, poet. Drove a go kart around the world, became an Alpine guide, did freelance art work and smuggled. Helped found Automobili Cyclops SpA and hold position of propaganda minister in perpetuity. Now working philantropically to solve moral situations in Southern Mediterranian waters for the U.N."


Stan refuses to talk about his CIA work, arctic exploration or his stint as a human cannon ball."



Bem, eu escapei de Flint bem cedo, fui dono de metade de um roadster Ford A  com motor flathead Cragar aos 12 anos, corri em El Mirage com 15, tive meus primeiros cartoons automotivos publicados no programa de corridas de arrancada da Rosetta Timing Association em 1948. Fui para o Art Center College, desenvolvi senso de humor trabalhando no “World’s Greatest Rolling Clown Show” – O Maior Show Ambulante de Palhaços do Mundo (Departamento de Estilo da General Motors). Aí trabalhei como cozinheiro, mercenário, piloto de linha aérea, diretor de arte da Road & Track, fazendeiro, corretor em Wall Street, poeta. Dirigi um kart ao redor do mundo, me tornei guia Alpino, fiz trabalho de arte freelance, e contrabandeei. Ajudei a fundar a Automobili Cyclops SpA onde tenho a posição de ministro perpétuo da propaganda. Agora trabalhando filantropicamente para resolver situações morais nas águas do sul do mediterrâneo para as Nações Unidas”

“Stan se recusa a falar sobre seu trabalho na CIA, exploração ártica e passagem por circos como bala de canhão humana.”

Uma pessoa que define sua vida resumidamente assim não pode deixar de ter passagens interessantes para os autoentusiastas.
Foto:24horasnews.com.br
Plantação de cana-de-açúcar, matéria-prima para combustível dos nossos carros

Que os leitores me perdoem começar o domingo com más notícias, mas é preciso ver para onde estamos indo com tanta incompetência afetando o nosso dia-a-dia — em compensação, o post de hoje do Juvenal Jorge, ao meio-dia, será um daqueles memoráveis. Tenho certeza de que gostarão.

Como se já não bastasse a vergonha e inconveniência de a gasolina brasileira ser somente 3/4 gasolina e o resto, álcool, agora os "ispertos" dos usineiros, reunidos em torno da U.N.I.C.A., a União da Indústria da Cana de Açúcar, querem que ela passe a conter 27,5% desse combustível de espiriteira. Encaminharam pedido ao Ministério da Agricultura, que está "estudando" o pedido, a ser analisado em conjunto pelos ministérios da Agricultura, das Minas e Energia e da Fazenda. Ou seja, tudo indica que áreas importantes do governo se macomunarão com essa proposta nojenta e indecente, que parte do arrazoado de "equilibrar as perdas causadas pela seca que atrasou a safra da cana-de-açúcar e aumentou seu preço." Que sem-vergonhas! 

O ministro da Agricultura, Neri Geller (será ele filho ou parente do ilusionista dos anos 1960, Uri Geller, aquele que entortava garfos com a força do pensamento?) vem e diz, na maior cara de pau, que "a medida pode viabilizar a produção de cana-de-açúcar, além de ajudar o meio ambiente com maior geração (?) de energia limpa."

Fotos: divulgação




Desde o seu lançamento, em outubro de 2011, que eu não dirigia o Duster e, apesar de na ocasião ter andado em todas as versões por bons e expressivos trechos em estrada de asfalto e de terra, incluindo aí locais quase de off-road, faltava mesmo tê-lo por uns dias em nosso velho e bom teste no uso, pegando o dia a dia urbano e uma viagem de fim de semana. Como diria eu mesmo, carro pode ser como aquela mulher que você conhece numa viagem tropical e com ela tem lá um tórrido romance emoldurado por palmeiras ao vento e águas mornas e cristalinas, mas daí, quando você a traz para morar consigo ela se revela completamente inadequada, um incômodo insuportável.


Boa na terra e boa no asfalto


Esse não é o caso do Duster, pois o Tech Road II, apresentado no final do ano passado. Com motor de 2 litros e com câmbio automático, além de ter se mostrado bom de terra, um valente companheiro de quebra-mato, mostrou-se também muito adequado no terreno civilizado. Suspensão macia, motor silencioso, trocas de marcha suaves, espaçoso, banco traseiro confortável, sendo até possível que três adultos ali viagem, bom porta-malas (475 litros), bom som, bom ar-condicionado, em suma, fornece todas as comodidades que hoje se exige de veículos de valor médio.Seu preço público sugerido é R$ 67.050 e a garantia é de três anos ou 100.000 km, prevalecendo o que vencer primeiro.

O Duster Tech Road II traz também o sistema Media Nav, com tela tátil de 7 polegadas integrada ao painel. Com mostrador colorido e ícones grandes, os menus são de fácil identificação e configuração. Em poucos toques, se tem acesso a ferramentas úteis como rádio, Bluetooth e GPS. O equipamento ainda conta com o comando satélite na coluna de direção, que possibilita o motorista acesso as funções do Media Nav. É possível o motorista trocar de música, atender e terminar chamadas telefônicas e trocar estações do rádio sem tirar as mãos do volante.



Recentemente, a prefeitura de São Paulo decidiu dar prioridade total ao transporte público. Uma atitude, em um primeiro momento, simpática e benéfica a todos, pois se grande parte dos motoristas deixasse seus carros em casa e utilizasse o transporte público, o trânsito seria melhor para todos. Parece até desumano não defender uma idéia dessas. Afinal de contas, quem não quer uma cidade com um trânsito menos caótico? Pensando assim, a prefeitura de São Paulo resolveu "solucionar" o problema inundando a cidade com faixas exclusivas para ônibus, de forma a aumentar a sua velocidade e torná-los mais rápidos do que os automóveis. Esperava, assim, fazer com que o motorista paulistano desistisse de seu automóvel e passasse a usar o transporte coletivo para chegar mais rápido ao seu local de trabalho.

Porém, as coisas, como sempre, nunca são simples. Esta idéia funcionaria muito bem se São Paulo tivesse um transporte público sub-utilizado. Se os ônibus ou o metrô andassem vazios, com capacidade ociosa, enquanto automóveis se atravancam nas vias congestionadas, a saída não poderia ser mais óbvia. Só que este não é o caso de São Paulo.

O transporte público desta cidade já está saturado e não é de hoje. Eu gostaria de ver uma vez uma sandice como o “dia mundial sem carro” obtendo a colaboração de todos os motoristas de São Paulo. Eu queria ver as ruas vazias de automóveis por um dia. Mas as pessoas precisam trabalhar, o “dia mundial sem carro” não é feriado. Queria ver todos os motoristas de São Paulo procurando de uma vez só o transporte público, como deseja o prefeito. Queria ver como ficaria a situação dentro dos ônibus, trens e metrô. Se, já saturados, eles comportariam a demanda adicional dos motoristas enxotados das ruas.

Cabe mais alguém aqui dentro?





Coluna 1514  9.abril.2014                           rnasser@autoentusiastas.com.br        

Carro 0-km? Cliente da Caixa? É contigo
A indústria automobilística pegará carona com a Caixa Econômica tentando vender carros novos, mexer com o mercado — e reduzir o estoque de 50 dias de produção, hoje nos pátios dos fabricantes e seus revendedores. Não é espaço especial, mas todas as revendas aderentes. O banco estatal intenta aumentar sua participação na carteira de financiamento de veículos após ter-se envolvido e assumido o Banco Pan Americano. Na promoção, executivos da Caixa auxiliarão rápido curso, e seus clientes têm crédito pré-aprovado.
É apenas notícia, registro, evento. Em nada resolverá a conta enfrentada pela indústria automobilística e seus desdobramentos econômicos, do fabricante de arruelas ao motorista do caminhão-cegonha: produção descombinada com vendas, estoques de quase dois meses, demissões, pequenos fornecedores.
Não terá conserto rápido, e as causas são conjunturais, psicológicas, econômicas, físicas. Do medo sobre o futuro da economia, incerteza da veracidade dos dados oficiais, dúvidas quanto aos próximos meses, receio em contrair compromissos, dúvida no aplicar verbas grandes e mal administradas para fazer a Copa do Mundo. Para completar, a peneira mais fina dos bancos para conceder financiamentos a clientes já endividados por outras aquisições de consumo.
Estranho e com um primo da pesada

Até bem pouco tempo se podia comprar uma Kombi nova. Ainda deve haver algumas nas concessionárias, e vão aparecer várias à venda por aí, algumas nas mãos de investidores. Alguns anos atrás, ainda se comprava Fusca zero-quilômetro no México.  

Volkswagen todos conhecemos e estamos familiarizados, mas que tal algo quase tão antigo em conceito, mas com motor V-8?

Uma marca muito menos conhecida dos brasileiros e do mundo todo também fez até não tanto tempo assim, 1998,  um carro com suas origens em 1934, antes da Segunda Guerra Mundial, de Hitler mudar o panorama do mundo com sua raiva e com a ordem de se construir o Fusca, e com motor traseiro arrefecido a ar. É o Tatra T700, a última versão do carro da ex-Checoslováquia, atual República Checa, com origem conceitual na pena mágica de Hans Ledwinka, com o modelo T77.

A Tatra é um dos primeiros fabricantes do mundo na ativa com veículos motorizados desde 1897, com o nome de Nesselsdorfer Wagenbau-Fabriksgesellschaft. O carro era o Präsident (com trema no "A" mesmo). Mudou de nome mais uma vez depois desse, mas só em 1919 passou a ser conhecida como Tatra, claramente para atender a necessidade de um nome fácil de falar e de ser mais facilmente divulgado e lembrado em outros lugares do mundo. Poderia se chamar NWF, mas seria mais uma marca de siglas, coisa comum.  Tatra é um nome bastante mais simples e sonoro, e é a cadeia de montanhas entre a República Checa e a Eslováquia.


Capô longo, mas sem motor debaixo


Fotos não creditadas: MAO/AE

Divulgação

“I have walked through many lives,
some of them my own,
and I am not who I was,
though some principle of being abides,
from which I struggle not to stray.” - Stanley Kunitz


(Eu passei por muitas vidas,
algumas delas minhas,
e eu não sou quem eu era,
embora algum princípio de ser permaneça,
de qual me esforço para não desviar.)


Andy Warhol, e depois o Dr. House do seriado televisivo, diziam que, ao contrário do que diz o famoso ditado, o tempo não muda nada. Nós é que devemos mudar as coisas, e se deixarmos elas como estão, assim elas permanecerão. Apesar de ser uma grande verdade, pessoalmente acredito que o tempo muda tudo sim. Uma mudança não de substância, mas sim de perspectiva.

As coisas não mudam, permanecem iguais, mas somos nós que somos sempre diferentes, a cada dia que passa. Vemos as coisas de modo diferente do que víamos no passado, entendemos coisas que não entendíamos antes. Para nós, como pessoas, o tempo muda tudo.

E particularmente acredito que o tempo muda de forma definitiva a forma que vemos alguns carros. Coisas que eram desinteressantes e banais parecem agora incrivelmente legais, e coisas que eram interessantes, são esquecidas.

A prova disso é que, desde que escrevi sobre o que estava querendo comprar este ano, tudo mudou. Não poderia nem imaginar que ao invés de comprar algum daqueles carros zero-km, ia acabar vendendo o Cruze, sim, mas que ia substituí-lo por um Citroën Berlingo com 13 anos de idade. Na verdade, se em 2001 você me dissesse que um dia eu teria um Berlingo, ia rir até cair de minha cadeira. Ainda mais um Berlingo verde por fora E POR DENTRO.

Mas foi exatamente o que aconteceu. E isso não porque o Berlingo mudou nesses 13 anos, e sim porque, como disse o poeta, eu não sou mais quem eu era. Graças a Deus.

Fotos: autor


Não sei se dou sorte ou azar ao avaliar carros com posts já feitos pelo Bob anteriormente. Sobra muito pouco para contar sobre o carro. Em compensação posso me ater mais em como o carro é no uso. Se bem que nesse caso houve uma importante atualização no Freemont, que em junho do ano passado, a partir do modelo 2014, ganhou uma caixa automática de 6 marchas em substituição à de 4, que deve dar uma sobrevida um pouco maior ao modelo.

Além disso também houve uma atualização no sistema multimídia, agora o  U-Connect, de série na versão Precision (testada), com telona tátil de 8,4 polegadas, navegador Garmin, câmera de ré e DVD. Através dessa telona também se ajusta todas as funções do ar-condicionado.


 

No GP do Bahrein, Safety Car resgata emoção na F-1






Lewis Hamilton venceu com autoridade (Foto Mercedes-Benz)


Cinco equipes dominam os top 10, Hamilton e Rosberg (Mercedes) fazem nova dobradinha, Alonso vibra com o nono lugar e Massa fica em sétimo.


Safety Car ajudou a definir resultado (foto Mercedes-Benz)

Circuito no deserto, corrida à noite e Safety Car na pista: esta combinação rendeu um final marcante para o Grande Prêmio do Bahrein disputado domingo, no Bahrain, a 900ª corrida desde que a F-1 começou a ser disputada, dia 13 maio de 1950, em Silverstone  e que terminou com três Alfa Romeo ocupando as primeiras posções sob comando de Giuseppe Farina, Luigi Fagioli e Reg Parnell. Duas semanas mais tarde, nas ruas de Mônaco Juan Manuel Fangio venceu com Alfa Romeo. Curiosamente as corridas do Bahrein e do famoso principado  foram marcadas por acidentes: a deste ano na 40ª. de 56 voltas — quando Pastor Maldonado bateu no carro de Esteban Gutiérrez — e a outra logo após a largada, quando nove carros bateram na primeira curva, logo após a largada. A equipe Mercedes repetiu a dobradinha do GP da Malásia, com Hamilton e Rosberg (autor da pole position) num pódio completado pelo mexicano Sérgio Pérez (Force India-Mercedes).


Sérgio Pérez voltou ao pódio (Foto Force India Media)



Este post consiste de um artigo escrito pelo leitor Jacson Maffessoni, mas que assina os comentários com pseudônimo, que merece ser compartilhado com o leitor pela abordagem simples e de fácil entendimento da questão potência.

Boa leitura!

Bob Sharp
Editor-chefe

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POTÊNCIA? ONDE? QUANTO?

Potência máxima de um motor vira motivo de debate toda vez que um fabricante faz alteração nele ou lança um novo produto. Parte das pessoas fica na dúvida se realmente o motor tem toda aquela potência declarada em virtude do desempenho do carro. Outros chegam a achar que o motor tem mais. Isso se deve pelo fato que o consumidor não tem uma noção mais clara do que realmente significam os números fornecidos pelas fabricas em relação à potencia dos seus motores. Primeiramente devemos atentar que potência máxima é apenas uma informação de muitas que podemos ter em relação ao motor. Ela não representa todas as suas virtudes e pode até esconder seus “defeitos”. 

A informação de que o motor tem 150 cv a 6.500 rpm é um tanto vaga. Na verdade, indica que o motor em questão entrega 150 cv somente quando estiver a 6.500 rpm. Acima ou abaixo dessa rotação a potência é menor. Em alguns motores, a queda de potência que ocorre após a rotação de potência máxima é considerável a ponto de simplesmente não valer a pena fazer o motor girar mais. Em outros, a queda é suave e permite explorar mais as rotações.

Mas para o consumidor de nada adianta estas informações entregues dessa forma. Melhor que muitas palavras, algumas imagens podem levar a um melhor entendimento, de maneira simplificada. Sendo assim, criei vários gráficos de potência de motores imaginários. Ou seja, os gráficos a seguir foram criados, não têm nenhuma relação com qualquer que seja o motor; semelhanças nos dados são mera coincidência.



Em toda a minha vida sempre fiz questão de ter todas as informações sobre qualquer produto. Por que exatamente, não sei, mas o fato é quando utilizo qualquer coisa sem dispor de dados a respeito de suas características, funcionamento, acho muito estranho. Como acho muito estranho quando um carro novo é apresentado pela fabricante, nas chamadas (entrevistas) coletivas de imprensa, faltarem dados técnicos do veículo. Chega a irritar.

O mesmo noto nos salões de automóveis. O pessoal técnico nos estandes parece alienado sobre o que está ali exposto. Pergunta-se alguma coisa e quase sempre a resposta é "Não tenho essa informação no momento", "Dê-me seu cartão de visita que depois lhe escrevo" ou "A pessoa que pode lhe responder está numa reunião". Isso nos dois dias de imprensa, com número bem menor de presentes.

Informações quase sempre difíceis nos salões (foto cars.uk.msn.com)
Fotos: autor


O Fiat Linea foi lançado em setembro de 2008, poucos dias após a quebra do banco de investimento Lehman Brothers, que desencadearia uma grave e longa crise financeira mundial, momento nada apropriado para um lançamento. Para muitos, mau presságio. A esse fato, que é discutível, juntaram-se os de todo mundo achar que o Linea era apenas "um Punto três-volumes" e outro, pretensão da Fiat em considerar  concorrentes do Linea a dupla Civic-Corolla.

Como tal eram seus preços: básico (hoje Essence), R$ 60.900 (+ R$ 3.000 para o câmbio Dualogic); Absolute, R$ 68.640, só com Dualogic; e T-Jet, R$ 78.900 (fonte: Best Cars). Isso contribuiu para o Linea sempre ter vendido abaixo do esperado pela Fiat, que era cerca de 30 mil carros por ano, chegando a apenas 60 mil unidades em cinco anos e ultimamente, cadência de 7 mil/ano. Deve ser lembrado que no primeiro ano o motor não era o E.torQ 1,8, mas um 1,9-litro de origem argentina, 130/132 cv (gas./alc.), potências que seriam mantidas com o E.torQ. O T-Jet foi descontinuado em 2012.

Visual atualizou-se; indicador de direção dianteiro no lugar certo, na extremidade



 
A Honda divulgou ontem à noite, às 20 horas, notícia sobre o novo Fit, de terceira geração e já como ano-modelo 2015, que chega ao mercado no final deste mês. Coincide com o anúncio da 500.000ª unidade produzida na fábrica em Sumaré, interior de São Paulo. É comercializado em quatro versões — DX, LX, EX e EXL —, e sua motorização é 1,5-litro i-VTec Flex One, com opção de câmbio manual e um novo automático de relações continuamente variáveis (CVT), que está de volta ao modelo, porém uma unidade de nova geração com conversor de torque em vez de embreagem automática e maior faixa de relações.. Houve pequenas alterações de estilo e os bancos dianteiros passam a ser totalmente reclináveis. 

O motor continua o 1,5-l i-VTec FlexOne de 116 cv de potência a 6.000 rpm e 15,3 m·kgf a 4.800 rpm quando com álcool. Foi otimizado com o aumento da taxa de compressão, comando de válvulas redesenhado, e atrito e peso reduzidos, o que aumentou a potência em baixas rotações, diz a Honda. O sistema FlexOne dispensa gasolina para partidas em baixas temperaturas quando o tanque contiver somente álcool. A direção tem assistência elétrica de acionamento no pinhão da caixa. A ficha técnica completa ainda não foi divulgada.

A Anfavea, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, divulgou nesta sexta-feira, 4, os resultados da indústria automobilística em março. Os dados apontam que o licenciamento de autoveículos registrou retração de 15,2%, fechando o terceiro mês do ano com 240,8 mil unidades contra 259,3 mil em fevereiro, queda de 7,1%, e 283,9 mil comercializadas em março do ano passado.
 
No acumulado do primeiro trimestre do ano o recuo foi mais ameno: 2,1% quando confrontadas as 812,8 mil unidades deste ano com as 830,5 mil nos primeiros três meses de 2013.

As vendas menores refletem diretamente no estoque nas concessionárias, que aumentou de 37 dias em fevereiro para 48 em março, volume que começa a preocupar o setor.

Para Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, três fatores pesaram no resultado de março: “Precisamos lembrar que no ano passado passamos por um momento de expectativa de aumento de IPI em março, que acabou sendo adiado no fim daquele mês. Além disso, tivemos neste ano aumento de preço em razão da elevação do IPI e da introdução de airbag e ABS nos veículos leves e, por último, tivemos ainda dois dias úteis a menos em função do feriado do Carnaval”.



No dia 26 de abril, sábado, haverá mais um evento de Regularidade em Interlagos organizado pelo Jan Balder.

Como nos eventos anteriores, a prova é aberta a duas categorias de veículos:

Clássicos – aqueles produzidos até 1989
Modernos – aqueles produzidos após 1989

Nota: picapes, cavalos-mecânicos e caminhões, bem como monospostos, não são admitidos

Cada bateria terá duração de 50 minutos.

Horários

Clássicos
Briefing às 10h00  (o briefing é obrigatório)
Prova às 11h00

Modernos
Briefing às 15h00 (o briefing é obrigatório)
Prova às 16h15

Fotos: autor


Como o Marco Aurélio Strassen já escreveu aqui, muitos dos nossos fabricantes acham que quinta longa é erro. Um troço que me incomoda é andar com o motor em giro acima do necessário numa estrada em que sou obrigado a andar numa velocidade mais baixa.

No Bravo, o que não faz tchkloink, encontrei a quinta 0,945:1 (37/35 dentes) que, junto com o diferencial 3,555:1,  me oferecia 105 km/h a 3.000 rpm. Ficava bem claro que podia estar girando menos para andar o mesmo. No geral as quatro primeiras marchas são bem adequadas, mas a quinta era curta, irritantemente curta.

Outro carro que uso aqui é um Marea 2,4, que tem um diferencial mais longo que o do Bravo, no caso 3,353:1 com uma quinta 0,919 (37/34), não chegava a 40 km/h por 1000 rpm, ainda que tendo muito mais torque disponivel que o Bravo, por conta do maior curso do virabrequim, acabava ficando mais longo, mas ainda sim aquém do que poderia ou deveria ser no meu ponto de vista. Ou seja, repetia, guardadas as devidas proporções, o Bravo. As quatro primeiras, ótimas, talvez até um pouquinho de nada mais longas que o ideal, mas quinta curta. Menos irritante do que a do Bravo, mas definitivamente mais curta que precisava.





Coluna 1414    2.abril.2014                          rnasser@autoentusiastas.com.br          

Atualização. O novo motor dos Volkswagen

Outro passo evolutivo nos motores Volkswagen no Brasil, o novo 1,6 dito MSI, da família EA211. É a mesma do carismático 1,0, equipamento do recém-lançado up!, e sua caracterização maior é adequar-se aos novos tempos de menores peso — no caso 15 kg, uns 15%, adelgaçado de 105 para 90 kg —, consumo e emissões.

Se rotulado mix tecnológico entre o 1,6 da família EA111, bloco de ferro fundido, e as conquistas praticadas no tricilíndrico EA211 do up!, com toda a unidade em alumínio, impõe-se resumir a similaridade ao volume, 1.598 cm³, e às medidas de diâmetro e curso — 76,5 x 88,9 mm. E só. É outro bicho mecânico.

Mais
Motores são construídos em famílias para padronizar e resumir ao mínimo a variedade de máquinas aplicadas em seu fabrico. Assim, a filosofia mecânica do 3-cilindros foi replicada no quadricilíndrico: mesma distância entre centros dos cilindros, virabrequim com metade dos contrapesos, mancais de apoio mais finos para reduzir material, bielas mais leves, duplo comando, 4 válvulas por cilindro, válvulas com diâmetro idêntico.  Curiosidade, epicurismo termodinâmico, duas temperaturas no motor: uma para o bloco, maior, para afinar o óleo lubrificante e reduzir o arrasto das peças móveis, outra para o cabeçote.



Uma chaleira com apito a vapor. Indica que a água está fervendo. Minha mulher comprou-a para mim há cerca de um ano e meio. Por quê? E por que para mim? Simples: habitualmente faço café, bebida que adoro — e filtrado, nada de expresso (quando viajo ao exterior, a primeira coisa que faço ao chegar em casa é fazer o nosso café, do Brasil).

Como sou eu a fazer o café mais do que ninguém, normalmente coloco a água para ferver e volto para o computador. Dou um tempo e faço o café — água fervendo na térmica primeiro (aprendi isso com o copeiro que nos servia na Embraer), depois voltar a aquecer mais a água (ela sempre perde calor na garrafa térmica) antes de finalmente colocá-la sobre o pó no filtro dentro do funil.

Dou um tempo, não: é freqüente eu, absorvido no trabalho, esquecer da água e a leiteira secar, vindo o cheiro de plástico queimando, o da alça...

(foto: www.sodthenet.com)


Gosto de viajar à noite, sozinho no carro e estrada vazia. O mundo e eu. Ninguém falando, o som desligado; nada para me tirar da imersão em meus pensamentos, ninguém me solicitando, nada para atrapalhar a conclusão a que quero chegar comigo, só eu e eu. E o carro é bom pra isso; um aconchegante casulo móvel. Pra mim, ao menos, é. Momentos assim, noite, carro e a solidão da estrada vazia também são bons para chegarmos aos benditos momentos em que conseguimos ficar sem pensar em nada, que é quando nem nós mesmos nos solicitamos pra nada, uma delícia nirvanesca.

Atualmente temos o telefone celular, que tocando pode vir a quebrar esse raro estado de coisas, porém, não muito tempo atrás nem celular tínhamos e a coisa seguia assim, as pessoas sem saber onde estávamos e nós sem saber onde estavam as pessoas; o que, se por um lado é ruim, por outro é bem bom. 

Prefiro as luzes do painel desligadas, coisa que infelizmente os carros atuais não permitem. Os mais antigos, sim, muitos permitiam. Hoje, no mínimo fica uma chata luzinha —, oras, como se eu precisasse olhar para o velocímetro para saber a que velocidade estou. Com elas desligadas, basta volta e meia clarear os mostradores e dar uma checada geral. Tudo em ordem, velocidade do carro, rotação do motor, temperatura da água, nível de combustível, e o carro me sossega em meu sossego, me dizendo que está tudo bem com ele e que é para eu seguir tocando, que se pintar algo estranho ele me advertirá acendendo uma luz correspondente. Agradeço-lhe e sigo na boa. 
Fotos:G1/arquivo pessoal de Guilherme Giannoulakis)



A notícia saiu no portal G1 pela RBS, do Rio Grande do Sul. O fato aconteceu na cidade gaúcha de Lajeado.

Criador de minicarro elétrico, o inventor aposentado, cujo nome não foi revelado e tampouco há detalhes do carro, estacionou dentro da área demarcada para tanto, porém perpendicularmente ao meio-fio em vez de paralelamente. Resultado, multa, infração média, 5 pontos na CNH e R$ 85,13. Poderia até ser guinchado, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, mas não foi.

Depois de alertado pelos fiscais, o inventor, cujas iniciais de seu nome são JAD, reposicionou o carro para ficar "legal".

Estacionado "corretamente"...



A corrida de resistência mais esperada do ano está cada vez mais próxima. A 24 Horas de Le Mans, prevista para os dias 14 e 15 de junho, terá muitas novidades nesta edição de 2014. Novos carros, novo regulamento, mas o desafio continua sempre o mesmo: vencer a Audi, que já tem doze vitórias desde o ano 2000.

Assim como no novo regulamento da F-1, este ano os modelos híbridos cada vez mais indicam o caminho do futuro. A economia de combustível é mandatória e a forma de se limitar o desempenho dos carros foi limitar o quanto de combustível ele pode consumir. Bem simples.

Já falamos anteriormente sobre o regulamento deste ano aqui no Ae. O que queremos mesmo é ver como ficaram os novos carros. A grande novidade é a volta da Porsche para a categoria principal, a LMP1, com um protótipo híbrido que nasceu para vencer os Audis. A Toyota também reformulou seu carro para ser compatível com o regulamento.

Interessante é ver que cada uma das marcas adotou uma estratégia de conceito do carro. Há diversas formas de se utilizar a motorização elétrica, bem como qual é seu funcionamento e características de armazenamento de energia.
 
Novo Audi R18 nas cores da sua apresentação
Foi o leitor que assina os comentários como Luiz CJ que avisou. Ele assistiu hoje na EPTV, em Ribeirão Preto (SP), reportagem do G1 (TV Globo) sobre estepes temporários. A matéria é boa, fala de um aspecto que nem todos conhecem, muito menos o efeito sobre a dinâmica do carro. Inclusive, o engenheiro Celso Urnhani, que atua no programa dominical "Auto Esporte" da emissora, fornece informações corretas sobre o uso do estepe temporário, o que altera no veículo, bastante útil.

Aliás, no vídeo (link no final) gostei de como dirige a jornalista Helen Sacconi, da EPTV, com distância do volante e posicionamento de mãos corretos.

A EPTV (Empresas Pioneiras de Televisão S.A.) é sediada em Campinas (SP) e retransmite na sua região de cobertura a programação da Rede Globo.
Fotos: autor


Picapes estão em alta, assim como os SUV. Entre as picapes médias — na qual se enquadra a nova versão da Ranger, a Sport 2.5 — o segmento praticamente dobrou de tamanho entre 2008 e 2013. Enquanto a venda anual de 2008 foi de 92 mil unidades, no ano passado este número pulou para 181 mil.

Também as picapinhas derivadas de automóveis batem recordes. Em março deste ano, a Fiat Strada fez história simplesmente batendo o Gol como veículo mais vendido do Brasil nas três primeiras semanas de março. Dois fatores ajudaram num mês fraco de vendas. Primeiro, a VW tirou de linha o Gol G4 (que segurava muito as vendas totais do carrinho) ficando apenas o G5. Depois, a Fiat fez uma brilhante jogada dando um tapa visual na Strada e acrescentando uma porta na cabine dupla. Resultado, com a picapinha três-portas e a VW tentando emplacar o up!, a velha Strada abocanhou o pódio do tradicional campeão de vendas, o Gol.

Com acessórios e decoração jovem ressurge a Ranger Sport

        Calor e tensão em Sepang 










Hamilton fez barba-cabelo e bigode na Malásia (Foto Mercedes Bens Media)


Hamilton domina GP da Malásia, Massa revive trauma e novatos voltam a pontuar. Combustível pode ser uma das causas dos problemas na Red Bull e Lotus


Disputa entre Massa e Bottas pode criar cisão na Williams (foto Williams Media)

O inglês Lewis Hamilton não demonstrou maiores dificuldades para dominar o Grande Prêmio da Malásia — segunda etapa do Campeonato Mundial de F-1 de 2014 —, disputado domingo no circuito de Sepang. Conquistou a pole position sob chuva, liderou praticamente de ponta a ponta e fez a melhor volta da prova, o conhecido barba-cabelo-e-bigode. Em um box não muito distante do ocupado pela equipe Mercedes — que conseguiu sua primeira dobradinha desde o GP da Itália de 1955, com Juan Manuel Fangio e Piero Taruffi —, teve gente que colocou as barbas de molho após Felipe Massa não respeitar “sugestões” da equipe para facilitar a vida de Valtteri Bottas. 

Hamilton, Lowe, Wolf e Rosberg: dobradinha Mercedes após quase 60 anos (foto Mercedes-Benz Media)

Novo Jeep Cherokee, no terreno que a maioria deles irá trafegar

"Se você tomar um grupo demográfico de jovens, ricos, com curso superior completo, repare no relógio que usam e saberá se dirigem uma minivan ou um Jeep. Se for um Timex, minivan, se um Rolex, Jeep. Eles estão mais preocupados com as aparências do que com praticidade".
R. S. Miller Jr. - Ex-executivo da Chrysler 


Num belo domingo ensolarado de março, o Bill Egan, que já escreveu aqui no Ae, me convidou para encontrá-lo na Cinemateca Brasileira, onde corria um encontro de antigos. Entre vários notáveis, nos deparamos com um Cadillac Eldorado conversível 1956, um dos maiores expoentes da era dos rabos-de- peixe, que atingia o seu apogeu.

Cadillac conversível, como o que vimos na Cinemateca Brasileira

Aqueles mais de seis metros de comprimento, num amarelo canário claro, interior branco, capota branca, teve e tem vários significados na sua época. A praticidade passou longe dali. "Ninguém precisa de seis metros para acanhados seis lugares, tampouco duas toneladas, dois metros de capô e dois metros de porta-malas, menos ainda daqueles imensos rabos-de-peixe, as coberturas de pára-lamas dianteiros, que tampam as rodas, impedem-nas de esterçar o suficiente para contornar uma rotatória de Moema," disse-me o Bill. Mas esse Cadillac 1956 mexeu com o imaginário de milhões de americanos, era muito mais que um objeto de desejo e símbolo de status.
A Aliança Renault-Nissan está comemorando 15 anos hoje, logo após o grupo automobilístico mundial ter anunciado uma importante ação de integração. Renault e Nissan se uniram em 1999, quando a Renault investiu 643 bilhões de ienes (aproximadamente € 5 bilhões ou US$ 5,4 bilhões, na época) para ingressar no capital da Nissan, que na ocasião estava à beira da falência. Desde então, as duas empresas se tornaram um dos maiores grupos automobilísticos mundiais e atingiram a venda 8,3 milhões de automóveis em 2013 — em 1999, 4,8 milhões de unidades haviam sido vendidas. Hoje, a Renault tem 43,4% de participação na Nissan enquanto que a Nissan tem 15% de participação na Renault.
 
“Juntas, Renault e Nissan aumentaram significativamente sua presença mundial e geraram economias de escala muito superiores ao que cada uma poderia ter obtido separadamente”, comentou Carlos Ghosn, Presidente do Conselho de Administração e presidente executivo da Aliança Renault-Nissan. “A Renault e a Nissan trilharam uma trajetória única nestes 15 anos, maximizando sinergias e desenvolvendo a marca e a cultura corporativa de cada uma das empresas.”
 
A Renault-Nissan é a parceria intercultural mais longa e produtiva da indústria automobilística — um modelo de negócio que fez história em um segmento que é conhecido pelas freqüentes dissoluções.

Ae


Carro de sonho, materializado


Um carro que pode ser categorizado como eterna tentativa é o Vector. Muita publicidade e barulho para praticamente nada. Much ado about nothing, muito barulho por nada como dizemos em português e como o atemporal William Shakespeare tornou público em 1599 na peça assim intitulada.

Gerald “Jerry” Wiegert é, antes de tudo, insistente, e a história do Vector prova isso. Já são mais de quatro décadas de tentativas sobre o ideal de fazer o supercarro definitivo nos Estados Unidos, com todos os componentes feitos lá. Idéia, já que até hoje ele mantém, como pode ser visto no site de sua empresa, que já teve várias designações e hoje se chama Vector Motors.

Nascido em Detroit e tendo trabalhado brevemente nas três marcas americanas que lá se situam, já em 1971 Wiegert queria fazer o The Vector (o vetor). Para isso, fundou junto com o amigo Lee Brown a Vehicle Design Force. Deve ter se traumatizado com as operações matemáticas com vetores, como eu fiquei, e decidiu resolver sua vida com algo chamado vetor como vingança.


Foto:onibusdob.blogspot.com


Mais uma vez peço desculpas aos leitores que não são de São Paulo por tratar de um assunto local, mas determinadas burrices em questão de gerenciamento de trânsito, misturadas com abuso de autoridade, têm que ser divulgadas, pois elas têm o poder de infectar as mentes de tantos quantos cuidam do assunto e podem, como numa epidemia, se alastrar para outros municípios. O interesse neste caso não é local somente.

Olhe bem esta foto da Av. N. S. de Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro. Duas faixas de ônibus, duas para "o resto". Mas ônibus precisam parar nos pontos, junto à calçada, e como nesta salada carioca eles podem ultrapassar uns aos outros nas faixas "deles", é um frenético e incessante ultrapassa-e-volta, numa balbúrdia completa. É assim há pelo menos duas décadas naquela importante avenida. Mas, se táxis e qualquer veículo de passageiros precisam parar para embarque/desembarque, onde podem fazê-lo? Acertou, na última faixa da esquerda! Isto significa que nesses instantes não tão breves resta apenas uma faixa de rolamento para o tráfego que não é constituído de ônibus. Acho que nem preciso dizer o resultado.

Eu não teria visto a notícia desta quarta-feira não fosse os leitores André Stutz e Gabriel Sartório gentilmente me mandarem links da reportagem no portal do jornal O Estado de S. Paulo falando sobre plano da Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo que, na prática, significa "importar" o esquema carioca da segunda faixa para São Paulo, com uma sutil mudança. Este post se baseia nesta reportagem.


O livro "Eu Amo Fusca II" (2004, Ripress Gráfica e Editora), de Alexander Gromow, esgotado, agora está disponível na Amazon (www.amazon.com) em formato de e-book Kindle, por apenas R$ 12,00. O livro é uma coletânea de "causos" — são 64 — de felizes proprietários de Fusca (e de Kombi), num texto leve e divertido. O prefácio é de Bob Sharp, hoje editor-chefe do AUTOentusiastas, que também escreveu um dos causos, "Feijoada em Quitandinha", evento em 1953 que reuniu proprietários de Fusca e com suas famílias no majestoso hotel de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro.

O livro, depois de baixado gratuitamente o aplicativo Kindle em http://goo.gl/L0Kdir, pode ser lido em PCs, notebooks, tablets ou smartphones, em qualquer sistema operacional. 

"O trabalho com os causos isolados já foi muito interessante, mas a leitura do livro pronto foi realmente emocionante para mim dado o contexto global de como os causos foram acontecendo e espero que leitor tenha esta mesma impressão," diz o autor Alexander Gromow. Ele acrescenta que quem tiver algo a contar neste tema, a ser utilizado no próximo livro do gênero, pode enviar o material, com eventuais fotos, para a.gromow@hotmail.com

Alexander está traduzindo o livro para o inglês de forma a alcançar leitores que não os dos países de língua portuguesa apenas.

Para acessar diretamente a página da Amazon, http://goo.gl/Dea3bH.

Ae


A Volvo acaba de lançar no Brasil a versão aventureira (não gosto muito desse termo, mas não tem outro melhor) do seu hatch médio, o V40 Cross Country.

Mas antes de falar de carro acho que cabe umas pinceladas sobre a Volvo. Quando falamos em Volvo a primeira palavra que nos vem a cabeça é segurança. Também todo mundo sabe que a marca é sueca. Nos Estados Unidos costuma-se dizer que é uma marca de pessoas intelectuais. A Volvo é uma marca premium, que junto com Lexus e Land Rover, fica num nível de volume de vendas bem abaixo do trio germânico. E considerando sua rival tanto em origem quanto em imagem de segurança, a Saab, está tendo um desempenho muito bom. Uma pena que a GM tenha deixado a Saab acabar. 



Caros leitores,

Estamos encerrando a pesquisa que iniciamos no dia 22 de março. Tivemos um total de 447 respondentes sendo que nosso objetivo era ter no mínimo 200. Sucesso total!

Gostaríamos de agradecer o seu tempo e prometemos compartilhar aqui os principais resultados.

E já antecipando um pouco para matar a curiosidade da maioria, fizemos uma tabulação parcial da primeira pergunta. Veja abaixo as principais respostas dos leitores.




Daí podemos ver que o Ae é um espaço de informação com prazer!

Veja também algumas respostas muito bacanas para a pergunta "O que é o AUTOentusiastas para você?":

  • Zelo com a mobilidade automotiva
  • Viajar sem sair de casa
  • Um excelente ponto de encontro
  • Revela em imagens a paixão pelo automóvel
  • O blog que partilha dos mesmos interesses e valores que eu
  • Oásis em meio à futilidade
  • A razão pela qual eu sou um motorista melhor hoje em dia
  • Carros comuns como heróis
  • Este site é uma jóia da internet
  • Identifica as contribuições humanas para a evolução do automóvel
  • Lugar de histórias engraçadas, tristes, sérias e cativantes, percebe-se que são posts escritos por pessoas
  • Leitura madura sobre carros
  • Um oráculo
  • Referência na família quando o assunto é carro
  • Zelo com a mobilidade automotiva
  • Luta por melhores condições no país
  • Luta pela melhor forma de dirigir
  • Ler histórias e lembranças pessoais dos participantes e comentaristas.
Valeu muito!

Um abraço e bom final de semana.
A equipe de editores AUTOentusiastas
Imponência em forma de carro

Algumas coisas demoramos a entender.

Apreciar carros enormes é algo que foge da preferência da maior parte dos autoentusiastas, já que “grande” significa quase sempre uma regra geral para “pesado”, e muita massa significa movimentos de carroceria pouco agradáveis na maioria das vezes. Como a maioria de meus amigos da área são quase que viciados em desempenho e agilidade extremos, o carro grandalhão acaba sendo desprezado. Não por mim.

O mundo tem muita variedade, que é algo que prezo bastante, e consigo lhes dizer que as ditas barcas sempre me atraíram. Desde muito pequeno, carros que me pareciam grandes como caminhões me fascinavam. Assim foi com um Buick da década de 1950 (não sei o modelo, mas pode ser o Roadmaster) que meu pai pegava emprestado de seu chefe, com um Galaxie 500 que ele usou por um final de semana para ver como era, com um Dodge Charger R/T que fiquei horas namorando em uma pousada de praia durante um final de semana, os  mesmos Chargers que me faziam sentar na frente de casa para esperá-los passar, o Landau a álcool que além de sua sublime suspensão foi o carro mais veloz do Brasil por muitos anos, a D-20 que me capturou pela sua versatilidade e foi meu carro de uso diário por quase três anos e que só foi vendida porque não cabia na garagem do edifício para onde me mudei, até os monstros de todas marcas e anos que sempre me atraíram e continuam fazendo-o.

Depois de muitos anos de vida adulta, a análise dos fatos históricos me fez chegar a uma conclusão fácil de entender. Meu avô paterno, espanhol de nascimento, teve sua carteira de identidade falsificada aos 16 anos para poder se habilitar em caminhões e ajudar na renda da família. Já que parte de meu DNA veio dele, não estranho nem um pouco minha preferência pelo torque pleno e potência em rotações civilizadas, ou seja, baixas e silenciosas. Poucas coisas são mais desagradáveis no mundo do automóvel do que viajar a 120 km/h com um motor girando perto dos 4.000 rpm. Definitivamente, rotações de corrida são para pistas, ou na melhor das hipóteses, para alguns poucos momentos, não para todo dia.

Elegância inata



                                                          
Coluna 1314 26.mar.2014                    rnasser@autoentusiatas.com.br        
Volkswagen fará carros de baixo preço
Em seu projeto de liderar a produção mundial de automóveis até 2018, a Volkswagen terá uma família de veículos menos elaborados e com preço menor. Atualmente a empresa encontra-se numa furca, ante duas opções: transformar a Seat, sua espanhola sempre em dificuldades em manter-se e crescer, ou criar nova marca, a 13ª de seu portfólio, a ser identificada como de baixo custo.
Para países nascendo para a interação entre consumidor e automóvel. O ponteiro da bússola aponta para as peculiaridades da Índia, amplo, plano e mercado de carros simples ou antigos, porém mandatoriamente de baixo custo. Junto com a China fazem a dupla da expectativa para vendas em volume. Os outros membros dos BRICS — Brasil, Rússia, África do Sul, além de leste europeu, também com espaço para o mercado de entrada estão na mira.
Nada cria, a Renault assim o faz com a romena Dacia; a Nissan exumou a marca Datsun; a Toyota opera com Daihatsu há décadas.
Hoje a proposta é referida internamente como BB – Budget Brand , na realidade do balcão, para quem tem orçamento contado, e anda na corda bamba. Questão básica é responder se o carro será low cost e low price, o que usualmente não ocorre. O Projeto BB baliza preço ao máximo de US$ 8 mil –— R$ 20 mil.
A mesa diretora da VWAG deverá bater o martelo pouco antes das férias de verão, no meio do ano.
Fórmula e produção simples, exercício de conhecimento e criatividade para montar carro novo a partir do resgate de componentes e grupos mecânicos já existentes, amortizados, sem custos. Hipotética produção em 2016 ou 2017.
Ciclo interessante. A volta à essência da marca antes identificada Carro do Povo, muito se afastou deste conceito