google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Fotos: Superformance e GM Performance Parts


Os leitores mais assíduos vão lembrar de quando falamos aqui dos novos pacotes de powertrain "ecológicos" da GM Performance Parts, chamado pelo nome de E-rod.

Pois bem, como já era esperado, a linha de motores disponível, antes restrita apenas ao V-8 de 6,2 litros do Corvette/Camaro, foi ampliada. Agora estarão disponíveis também o LS7 e o LS9, os potentes motores dos Corvettes Z06 (512 cv) e ZR1 (647 cv), respectivamente, bem como os LSX, motores derivados do LS de série, mas dedicados (e reforçados) para carros especiais, arrancada e hot rods que levam o desempenho a sério. Motores deste tipo, sobrealimentados com mais de 1.000 cv, já são razoavelmente comuns nos EUA, e a família LS parece estar fadada a se tornar o V-8 para hot rods emblemático de nosso tempo, assim como foram os Ford T, A e V-8 "cabeça plana" antes de 1955, e o Chevrolet V-8 de bloco pequeno e os vários Chrysler Hemi, depois de 1955.
A SEMA deste ano, vendo-se o Corvette GS de 1963 em réplica


Reedição de posts não é uma coisa legal. Mas enquanto fazia uma seleção de fotos de Porsches para um próximo post "Porschemania", encontrei algumas fotos que fiz da tela da TV com imagens do filme "As 24 Horas de Le Mans" (Le Mans, 1971). No início desse filme o estiloso Michael Delaney (Steve McQueen) dirige um 911S igualzinho ao que eu pude fotografar de verdade. O filme é fantástico por várias razões. Os carros, a pista, os atores, o enredo e, para mim, as imagens e a edição, que são perfeitas.

Fotos: Autor

Nas fotos que ilustram este post, vocês podem ver 30 anos de leitura automobilística.

Foram três caçambas cheias na Montana para transportar tudo do velho apartamento para o novo. Menos do que imaginei...

Sim, estou de mudança, e, portanto infelizmente ando incapaz de honrar o agradável compromisso que tenho com nosso blog. Mas aos poucos eu volto, prometo.

Mudança não é novidade para mim (foram oito nos últimos 10 anos), mas desta vez eu saí de mais uma delas com uma certeza: os americanos é que estão certos. Todo mundo devia ter um carro E uma caminhonete na garagem. Como sobrevivi todos estes anos sem uma picape? Devia ser um direito básico da humanidade! Na verdade, um sedã ou perua normal, um carro esporte e uma caminhonete deviam ser básicos, como para muitos americanos. Estamos realmente longe disso...

Outra hora falo mais deste assunto, mas por hora preciso descansar um pouco, porque estou realmente cansado de carregar caixas para cima e para baixo... Até lá!

MAO

Subimos de patamar, e dessa vez vamos comparar os hatches pequenos 0-km que encontramos nessa faixa de preço. Uma coisa que chama a atenção é a sobreposição de modelos dentro da gama de um mesmo fabricante, a VW chega a oferecer 3 modelos com preços semelhantes.

Não fui detalhista a ponto de comparar item por item, nem tive a oportunidade de analisá-los com mais calma no Salão do Automóvel a ponto de perceber diferenças de acabamento e qualidade dos materiais empregados nos veículos aqui listados. Todos são equipados com direção assistida e ar-condicionado.




No auge da marca Bugatti, na década de 1930, uma ideia de Ettore para aumentar a celebração sobre seus fantásticos carros gerou um dos aviões mais incríveis de todos os tempos.

Para realizar a façanha, o engenheiro aeronáutico Louis D. De Monge desenhou em 1937 o Bugatti Model 100, um avião para bater recordes.


Ontem de manhã fiz uma viagem bate-e-volta a Iguaba, na região dos lagos, Estado do Rio de Janeiro, e aproveitei para fazer umas medições utilizando o computador de bordo do Scénic. A ideia era ir em um ritmo por volta de 100 a 110 km/h indicados e voltar um pouco mais rápido, comparando o consumo médio nas duas situações. Mas acabou saindo de outro jeito.

Para nosso azar, era feriado na cidade e a Prefeitura estava fechada, e aí só conseguimos resolver metade dos nossos compromissos, o que antecipou nossa volta. E já que voltaríamos mais cedo, resolvi voltar mais devagar ainda, no melhor estilo "tacógrafo", evitando ao máximo passar dos 100 km/h indicados. Vale lembrar que num trajeto de 120 km o tempo de viagem não será tão dilatado assim andando um pouco mais devagar, aumentando o tempo de viagem em 10 a 15 minutos.





Mais um modelo de miniatura Hot Wheels muito legal, o Tyrrell P34, mais conhecido como seis-rodas.

Foi em uma loja de brinquedos que o encontrei, meio ao acaso, procurando por outro modelo. Só havia visto em fotos de sites de colecionadores.

Esse carro traz boas lembranças de quando o mundo era bem mais simples, e algumas pessoas criativas conseguiam realizar suas ideias. Uma delas é Derek Gardner, o engenheiro criador dessa solução.



Esse post praticamente não tem palavras simplesmente porque eu não tenho muito o que escrever sobre esse carro. Como? É fácil de entender. Se te colocassem uma Audi RS 6 Avant e esse 550i lado a lado qual dos dois você escolheria para dirigir?

Pois é, 580 cv, no formato perua e o azul reluzente me seduziram de um jeito que eu não conseguia nem olhar para o BMW. Mesmo com seu V-8 4,4-litros (550i?) biturbo de 407 cv. Juro que tentei. Fiquei com a consciência pesada e não entendia como eu pudera não demonstrar nenhuma atração por esse carro. Mas foi como se a Megan Fox (feche os olhos e pensem na sua preferida) estivesse ali na minha frente e me dando bola! Foi uma questão hormonal. Eu só pensava em acabar logo o trabalho, que era fazer as fotos dos dois carros, e colocar as mãos na Audi. E pior, nem tive vontade de fotografar o BMW!

Foto: bandebate.colband.blog.br

São Paulo está vivendo um trânsito-caos. Na última sexta-feira (3/12) as vias estavam com um nível de congestionamento dos mais altos. Tenho por hábito ouvir a Rádio Sulamérica Trânsito, 92,1 MHz, que presta um bom serviço de informação, embora muitas vezes não diga qual é a causa real do problema e repita  à exaustão a baboseira de “excesso de veículos” da Companhia de Engenharia (?) de Tráfego para explicar o trânsito complicado.

Mas bom foi, indiscutivelmente, a emissora ter começado há alguns dias a monitorar ela mesma o congestionamento das vias por meio do MapLink Apontador, com resultado de revoltar. Enquanto a CET informa os quilômetros de vias congestionadas, a Rádio Sulamérica tem dado um número bem maior, tipo 165 x 55 km. Ou seja, há anos recebemos informações falsas.



Todos sabemos. São Paulo já não é mais a terra da garoa, mas sim um lugar de aguaceiro.

Como já reclamamos várias vezes aqui no blog, o trânsito já caótico de São Paulo trava com a primeira gota que cai do céu. Se isso já não bastasse, ele agrava um problema que põe em risco o patrimônio e a vida dos seus cidadãos.

O paulistano sai do trabalho, fica preso num congestionamento qualquer, vem a chuva pesada e, quando ele menos espera, está cercado pela água que sobe depressa sem que ele possa defender a si mesmo e o carro que está preso no meio dos outros.


O BMW X6 já é uma figurinha carimbada no AUTOentusiastas. Sua proposta inovadora com um desenho chamativo e apreciado pela grande maioria das pessoas é uma contradição. E como o ser humano tem muita dificuldade em conviver com contradições, o X6 gera boas discussões e questionamentos, seja em posts ou em comentários dos leitores. Já falamos muitos sobre ele por aqui. Mas de fato nenhum de nós do AUTOentusiastas teve a chance de dirigir o SAC, como a BMW o chama.

SAC de Sports Activity Coupe, algo como veículo para atividades esportivas. Acho que esse nome não tem nada a ver! Mas seja lá como o chamam, ele é um bicho diferente. Um X5 cupê. E é bacana. Muito mais bacana do que um X5. Mas é bacana de andar?

Fotos: Autor

Dois sábados atrás (20/11), logo cedo fui até perto do autódromo de Interlagos para pegar um livro sobre Corvettes mexidos que o nosso amigo Nando, aqui conhecido como Carlos F. Scheidecker e mora nos EUA, me mandou de presente. Livro bárbaro, de babar

A foto aí em cima? É a parte do "por aí" do título, deixo-a para o fim.

A única foto onde aparece o Fusca do João

Era uma vez em Porto Velho, Rondônia.

Estava quente, como sempre, e era um feriado, com tempo para nos refrescarmos. Mas no Rio Madeira não, tem que ter algo mais seguro, sem jacaré na água.

Eu, João e, ehh, duas mulheres, saímos com o Fusca velho dele. Andava mal. Com umas explosões  no carburador às vezes.

Um dia antes tiramos o carburador  mas não encontramos nada de sujeira lá dentro. E, pelo menos, o carro andava mais ou menos.


Há todo tipo de maluco no mundo dos carros modificados, e os hot rods geralmente lideram a lista de "coisas que você nunca achou que veria em um carro". Alguns motores poderiam ficar muito bem instalados em um Ford 32, outros em um Camaro ou Chevelle, e alguns até em caminhões.

Aqui vão alguns bem diferentes que chamaram a atenção.


Apesar de nada técnico nem objetivo, o título desse pequeno texto fala ao coração. O BMW 850i é o que chamamos de um baita carrão legal.

Produzido por apenas 10 anos, o cupê grande da BMW deixou saudades em quem aprecia um carro para viagens longas.

Fotos: Divulgação Renault/Oswaldo Palermo


O Fluence chega para substituir o Mégane lançado em março de 2006 no Brasil. O novo Renault foi apresentado no Salão de Frankfurt em setembro de 2009 e as vendas começaram no começo deste ano.  Foi produziido inicialmente na Coreia do Sul, pouco depois na Turquia e agora em Córdoba, na Argentina.

Mas a perua Mégane Grand Tour permanecerá em produção em versão com motor 1,6-litro apenas e reposicionada no mercado com convidativo preço de R$ 48.000.
O Fluence é típico sedã médio europeu (M2) com enorme porta-malas de 530 litros e estepe guardado dentro, e não sob o assoalho com os franceses tanto gostam, mas que é sujeito a furto em certas regiões, especialmente aqui. O tanque tem capacidade de convenientes 60 litros.

Foto: Best Cars Web Site/Sidney Silveira

O Voyage de Xandy Negrão e Jayme Figueiredo, que se sagrariam campeões de 1984
Quando falei aqui sobre a reunião das quatro fábricas para elaborar o regulamento do Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos de 1984, ao se discutir na ocasião o item câmbio, a  concorrência votou contra a VW. Os outros três fabricantes decidiram que só poderia usar caixa de cinco marchas o carro que a tivesse  de série.

O Voyage, que o marketing da Volkswagen decidiu que seria modelo a  utilizar  no campeonato, àquela altura só tinha câmbio de quatro marchas. Notei uma certa satisfação nos chefes de competição das fábricas, que eram o Luiz Antônio Greco, pela Ford; o Yutaka Fukuda, da Fiat, e o Roberto Rocha, da General Motors.

A reunião foi na sede da Confederação Brasileiroa de Automobilismo (CBA), no Rio, no antigo e acanhado conjunto de salas na rua Álvaro Alvim, 31 sobreloja, no coração da Cinelândia, no dia 18 de dezembro de 1984. Antes que o leitor pense que minha memória é prodigiosa, é que meu segundo filho era para nascer nesse dia, de parto cesariana.  Como era crucial eu estar presente nessa reunião, ele teve de esperar um dia para vir ao mundo. Por isso me lembro da data.
De uma coisa não podemos reclamar: a variedade de carros usados ofertados em nosso mercado, se comparado há um par de décadas. Uma rápida busca no conhecido portal de anúncios Webmotors aplicando os parâmetros valor = R$ 30 mil e cidade = SP, além dos opcionais - ar-condicionado e direção assistida - retornou 137 anúncios.

Nessa estreita faixa de valor, encontramos um Calibra ano 1994, uma Hilux SW V-6 gasolina ano 1997, um Alfa Romeo 156 ano 2001, um BMW 528i ano 1997, um Audi A3 turbo 180 cv ano 2003, Ford Mustang V-6 ano 1995, e vários outros modelos, para todos os gostos. Mas, convenhamos, a variedade aumentou mas os preços ainda são bem altos, pois a maioria dos carros listados já têm mais de 10 anos de uso.



Recentemente passei um grande apuro ao perder todos os meus arquivos digitais. Simplesmente toda minha vida digital, incluindo todas as minhas fotos, ficou aprisionada num HD externo defeituoso. Até eu conseguir recuperar todos os arquivos, passei dias de tensão.

Com tudo recuperado é claro que já fiz um backup e agora aos poucos estou reorganizando tudo. Foi aí que cheguei na pasta chamada Diversas. É para essa pasta que vão algumas fotos avulsas ou pequenas séries de um mesmo tema que são interessantes para novos posts a serem feitos mais tarde. Só que esse "mais tarde" vai passando, outras prioridades aparecem e as fotos acabam não sendo usadas. 

Então, para não deixá-las no esquecimento, ou guardadas numa pasta genérica, fiz uma seleção das que poderiam ter gerados posts muito legais. E quem sabe alguns deles ainda surjam.

Cliquem na imagem acima e reparem na propaganda da Rambler para o ano de 1963, anunciando como novidade o sistema "Twin Stick" (em bom português, "duas alavancas"). Mas para que servia a alavanca adicional?

Hoje qualquer automóvel tem como padrão uma caixa de câmbio com no mínimo cinco marchas. É verdade que alguns poucos possuem uma caixa com até seis velocidades, mas considerando o grau de tecnologia empregado nos motores atuais (que foi capaz de aumentar bastante a elasticidade ou aumento de rotações úteis) eu acredito que bastam quatro velocidades para uso normal e uma sobremarcha para uso em rodovias. Mais do que isso é apenas marketing.


Foto: http://www.fuscacride.com.br/



Minhas aulas de direção foram em um Fusca vermelho, parecido com o modelo da foto. Antes disso, meu pai já tentava me ensinar, só que ele não levava o menor jeito para instrutor, era tenso demais. E colocar um garoto de 14 anos para dirigir uma Caravan no meio do trânsito, sem nenhuma experiência anterior, não foi uma ideia muito boa.

Enquanto a pista era reta (Autoestrada Lagoa-Barra, aqui no Rio), tudo bem, ia tocando o carro a uns 80 km/h sem maiores problemas. A barra pesou na descida após o túnel acústico, naquela época ainda não existia o trecho da rua Mário Ribeiro a partir da praça Sibélius, éramos obrigados a virar à direita na segunda. pista da Visconde de Abuquerque. Vindo no meio de um monte de carros, meu pai começa a dar um monte de ordens ao mesmo tempo: "Freia, reduz, olha o carro do seu lado.....cuidadooo."

Foto: Saloma do blog/foto de Dudu Leal


Na década de 1970 o piloto e empresário Antônio Carlos Avallone promoveu provas de longa duração para carros de turismo que tiveram grande sucesso. O regulamento adotado foi o da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) chamado Turismo Divisão 1. Houve provas em 1973, 1974 e 1975. Havia três classes de cilindrada: até 1.600 cm³, de 1601 a 2.500 cm ³ e acima de 2.501 cm³. Apesar do êxito, batalhei junto à CBA para que fosse adotado regulamento internacional, no caso o Grupo 1 da FIA (Federação Internacional do Automóvel), e consegui influenciar os dirigentes, em especial o Conselho Técnico Desportivo Nacional (CTDN).

Assim, a partir de 1976 o regulamento passou a ser o do "livro amarelo", o FIA Yearbook, que trazia o regulamehto do Grupo 1 e todos os outros. Não havia mais dúvida ou favorecimento de qualquer espécie, pois a regra vinha lá de fora. "Como no futebol", dizia meu irmão. "Já pensou se no Brasil se praticasse futebol com outras regras?", argumentava com toda razão.
 
Fotos: Autor

A Terceira Noite Renault, ontem (30/11/2010)  no sambódromo de São Paulo, teve como objetivo homenagear os 11 pilotos que, de 27 de outubro a 17 de novembro de 1964, pilotaram um Gordini escolhido aleatoriamente da linha de produção e levaram a marca a estabelecer 25 recordes entre distância e duração, tudo sob controle da Federação Internacional do Automóvel (FIA).

A iniciativa da fabricante francesa estabelecida com subsidiária em São José dos Pinhais, PR desde 1998 merece todo o aplauso deste blog e da comunidade automobilística.

Foto: Autor


Em Puerto Iguazú, Argentina, no dia 10 de novembro, tabela de preços de combustíveis num posto YPF. As contas do preço por litro foram feitas  pelo câmbio oficial do Banco Central. Entre parênteses, preços médios no Brasil, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis:.

Gasolina Fangio, 98 RON, equivalente à nossa premium                          2,03  (2,80)
Gasolina Super, 95 RON,equivalente à nossa comum                              1,77  (2,58)
Gasolina normal, 91 RON, não tem aqui                                                 1,56   ---
Diesel Euro, para motores modernos, 50 ppm de enxofre, não tem aqui   1,80   ---
Diesel comum, o que mais tem aqui                                                      1,45  (1,98)

E a gasolina é sem etanol, a chamada E0 (etanol-zero) e por isso mesmo não sofre a influência da variação ganaciosa e irresponsável dos preços do etanol.

Depois vem o Jorge Ben Jor cantar que o patropi é abençoado por Deus...Imagine-se se não fosse!

BS

Que me atire o primeiro gadget aquele que nunca foi obrigado a encostar um aparelho eletrônico por obsolescência, porque, a contragosto de muitos, deixo avisado a todos para tomarem cuidado com os mimos eletrônicos nos carros.

Com o rápido desenvolvimento da eletrônica e da informática, os produtos e padrões eletrônicos atingem limites práticos de utilização, bem antes que os aparelhos sofram danos de funcionamento, obrigando os donos destes produtos a descartá-los antes do fim da sua vida útil.

Fotos: Divulgação


Ouço muito dizer, há anos, que Mercedes-Benz é carro de velho, que não têm nada de excepcional mais, que os rivais conterrâneos BMW e Audi são superiores. Pois sempre fui contrário a essa opinião. A excelência de engenharia dos Mercedes é o próprio DNA da marca. Essa excelência  é que assegura um imensurável prazer de dirigir conjugado com desempenho e robustez, esta a certeza de uma durabilidade ímpar.


O Cartest é um programa muito bacana para quem tem curiosidade de simular os números de desempenho do próprio carro, além de consultar os números de um extenso banco de dados de vários carros legais, simular provas de quarto-de-milha entre dois ou mais carros e muito mais. A imagem acima é da versão 2000, que custa aproximadamente 40 dólares para download, mas existe a opção gratuita da versão 4.5 (baixe aqui) que roda até a versão XP do Windows. Tentei rodar no Vista, chegou a abrir mas não seguiu em frente.

Não há carros nacionais cadastrados, mas é possível inserir carros. Com a ficha técnica do seu carro, dá para preencher quase tudo. Nem sempre temos a informação no manual do Cx (coeficiente de arrasto aerodinâmico), mas podemos tentar colocando um número aproximado e simulando. Uma vez que tenha salvo seu carro, faça uma simulação e veja se os números estão próximos do que julgamos reais. A partir daí, brinque de mexer nas relações da caixa de marchas, experimente aumentar a potência do motor para ver o ganho em aceleração e velocidade máxima, coloque seu carro lado-a-lado com um carro do banco de dados e simule uma prova de 0-400 m.

Estou à disposição para ajudar a preencher os dados no programa, para quem tiver dúvidas. Bom divertimento!

AC

Algumas características técnicas no mundo dos automóveis são como marcas de um fabricante. Os BMW usam tração traseira, os 911 com seus motores boxer traseiros e o Lamborghini, com suas portas abrindo para cima. Justamente a Lamborghini, um dos maiores fabricantes de esportivos de todos os tempos e de certa forma ainda tradicional, não se prendeu muito em uma característica, a posição da transmissão.

Nos primeiros carros da fábrica do touro de Bolonha, o motor era montado na dianteira, de forma longitudinal, com a transmissão em seguida, o cardã e o diferencial no eixo traseiro, o famoso Sistema Panhard.



Quarenta anos de AMG
Foto: benzinsider.com

Bastante interessante o anúncio sobre uma cooperação técnica entre a AMG, divisão esportiva da Mercedes-Benz e a Ducati, conhecida como Ferrari de duas rodas.

Ao longo do tempo, sempre houve um trabalho conjunto entre Ducati e Ferrari, Bologna e Modena, vermelho e vermelho.


Uma das coisas mais legais de um blog é o espaço para comentários, que proporciona duas vias na comunicação, sempre acrescentando e enriquecendo o que nós escrevemos diariamente aqui. Quem aqui não é de uma época anterior à internet, onde só encontrávamos informações sobre automóveis em revistas? E quem não ficou com vontade de, ao final de um artigo, poder conversar com quem o escreveu, debater mais o assunto? Agora é possível, em nossos dias de bits e bytes.
Foto: Autor

Apenas uma estrada, uma simples estrada. Porém com sinalização horizontal correta e, principalmente, de piso decente, absolutamente liso. Por isso fiz a foto. Estava dirigindo o Peugeot 3008 no percurso programado pela fabricante, no lado argentino de Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú. O Calmon, que estava comigo, também ficou impressionado.

Foto: Autor

Foto tirada domingo passado na Av. Angélica.

Descoberta nova forma de dirigir que em breve deverá ser imitada no resto do mundo, tornando o Brasil um exemplo de nação avançada: dirigir por instrumentos, com visibilidade nula. Perto desse havia outro "voo cego".

Aí vêm as autoridades fazer campanhas de segurança no trânsito...Há ou não qualquer coisa errada com a cabeça dos brasileiros?

BS
Foto: Divulgação
Estive ontem no lançamento do Fiat Bravo, aqui no Rio de Janeiro, no Autódromo Internacional Nélson Piquet, em Jacarepaguá, convidado pelo Bob. Andamos juntos na versão T-Jet no circuito (ou no que restou dele) e na versão Essence em percurso urbano, pelos arredores do autódromo. Ora o Bob dirigia, ora era eu que estava ao volante.


Fotos: Divulgação



Sai o Stilo, lançado em 2002 e após 100.000 unidades produzidas, entra o Bravo, hatchback que passa a ser o topo de linha da Fiat brasileira. São duas versões 1,8-litro aspirado, a Essence e a Absolute e a 1,4-litro turbo T-Jet. Quem está comigo aqui  no Autódromo Internacional Nélson Piquet, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro, palco de lançamento do novo Fiat, é o Alexandre Cruvinel, do AUTOentusiastas. Pedi autorização à Fiat para chamá-lo, no que fui prontamente atendido. Amanhâ pela manhã haverá post dele sobre o que viu e sentiu no lançamento.

Considerando os comentários no post Ruas de Nagoya, resolvi fazer uma repescagem nas fotos e encontrei mais algumas de outros carros e da cidade que complementam o primeiro post.


CARROS

Daihatsu Naked, o dispositivo embaixo do carro é a trava do estacionamento.
Para tirar o carro tem que pagar num caixa automático.

Fotos: Divulgação Peugeot


Estava ansioso para ver como seria o Peugeot 3008. É a primeira incursão da marca de Lyon no segmento iniciado dez anos antes nos Estados Unidos, a que os americanos deram o nome de crossover. A palavra significa cruzamento da raças em inglês e foi instituída para definir veículos que juntam características dos utilitários esporte com os bons dotes dinâmicos das station wagons, ou peruas, de mesma altura dos automóveis. As vantagens são óbvias, une-se o melhor de dois mundos.

Foto: Divulgação VW

Mais uma edição do Gol com ares aventureiros, o Gol Rallye. A primeira foi em 2004 e a segunda, em 2007, executada na gerações anteriores. O nome da versão é grafada em francês devido à grafia inglesa ser registrada pela Fiat brasileira. Mas rali (em português) e aventura nada têm em comum. Um é competição automobilística, outro é o sair por aí rumo a locais inóspitos, aventura no sentido exato.

A versão Rally do Fiat 147 não tinha nenhuma conotação aventureira, e sim competição. Tinha desempenho e comportamento próprio para se andar rápido.

Fotos: Divulgação

Depois de tanto ver produtos de fora meramente transpostos para o Brasil, é alentador ver uma subsidiária projetar algo aqui. É o caso do Citroën Aircross, criação da engenharia da PSA Peugeot Citroën na sua unidade de manufatura em Porto Real, próximo a Resende, no Estado do Rio de Janeiro.

Como a Ford, que engenhosamente criou um utilitário esporte a partir do Fiesta, o Ecosport, a Citroën desenvolveu o Aircross tendo o C3 como base, embora a mudança tenha sido menos radical no caso do franco-brasileiro. O entre-eixos aumentou, de 2.460 para 2.540 mm, para lhe conferir um visual maior. Deu ao novo modelo o ar aventureiro tão em moda hoje, que particularmente não aprecio, mas que tem um universo amplo de seguidores. E como aventura parece ser sinônimo de estepe fixado externamente, o Aircross não foge à regra, tendo-o na traseira e deslocado para a esquerda.


Poucos sabem, mas não sou fotógrafo de formação, e sim de coração. Sempre gostei de fotografia mas foi apenas em 2003, quando comprei minha primeira câmera digital, que descobri o prazer que essa atividade pode proporcionar. Naquela época eu viajava muito, e sempre que podia saía a pé para fotografar os lugares onde eu estava e assim dividir minha experiência com a família e amigos, principalmente com os autoentusiastas. Dessa maneira aprendi a observar mais o mundo ao meu redor, dar valor a pequenas coisas, acalmar a minha alma, além de dar um propósito à minha existência nos momentos em que não tenho nada de prático para fazer ou resolver. Com o tempo acabei juntando essas duas paixões, carros e fotografia.


Na foto acima está o Bendix Woods, um parque público localizado em New Carlisle, Indiana. Fica bem próximo a South Bend, cidade-sede da Studebaker, ex-fabricante de carruagens fundado em 1850 que obteve grande sucesso na transição da tração animal para a propulsão motorizada.

Construído em 1926, ostenta a primazia de ter sido o primeiro campo de provas construído e mantido por um fabricante de automoveis. Em uma original campanha de marketing, em 1937 a Studebaker plantou 5.000 mudas de pinheiro (!!!) de modo a formar a palavra "STUDEBAKER" quando vistas do céu. Prestem atenção no canto superior direito da pista.

O campo de provas permaneceu sob o comando da Studebaker até 1963, quando foi adquirido pela Bendix Corporation. Posteriormente o espaço foi doado ao condado de St. Joseph para a criação do parque, que hoje leva seu nome.

Para visualizar o enorme letreiro vegetal, basta procurar por  41 40'03.87N 86 29'26.31W no Google Earth. Ou visualizar pelo Wikimapia através deste link.

FB

Graças a uma iniciativa da imprensa, ABNT corrige norma que obrigava proprietários de veículos a uma despesa desnecessária na hora de substituir a correia dentada do comando de válvulas.

Há dois  meses, no dia 21 de setembro, publiquei o post "Bola da vez", que falava da troca indevida do tensionador da correia dentada, que gerou quase 300 comentários, contando os dos leitores e os meus em resposta, pela polêmica que gerou.

A foto foi enviada pelo meu amigo Thomas Phetteplace, de Orlando, Flórida. E é ele que conta a história:

"Esse é o Mini Cooper 1963 que meu pai James Phetteplace usava em competições. Na foto ele ainda era azul claro, mas terminou sua carreira pintado em azul escuro, como a picape (uma Dodge 1966) . Essa foto foi tirada em algum dia entre 1969 a 1972, não me lembro ao certo.


Texto de Arnaldo Keller

Fotos: Autor

Outro dia guiei bastante um Alfa Giulia GT Sprint Veloce ano 1967; guiei-o por mais de 150 km em estrada boa e sinuosa. Postei até um filminho de uma voltinha que nele demos, o Carlão e eu. Esse Giulia está muito bem acertado de chão. Está justinho.

O dono é piloto dos bons, é um alfista antigo e sabe quando um Alfa está mostrando seu potencial. Merece o carro que tem. Digo isso porque tem gente que tem carro esporte antigo e não sabe quando o carro está acertado ou não, já que não manja nada e comprou o carro só por boniteza.

Por sinal, abrindo um parênteses, há coisa de dois meses fui à loja da Aston Martin, que estão espetaculares. Fucei até que encontrei um com câmbio manual. Ufa! Seis marchas. Sentei e estava tudo no lugar certo. Uau!


Para quem mora na Baixada Santista ou no ABC paulista, a Via Anchieta é um dos principais corredores de acesso à capital, rodovia que sempre teve como limite de velocidade para veículos leves a boa marca de 110 km/h, tanto na via expressa quanto na marginal.

Em julho de 2008 a concessionária Ecovias reduziu o limite das pistas laterais para 90 km/h, alegando questões de segurança, já que o trecho de planalto funciona como uma avenida para os moradores de São Bernardo do Campo, com grandes congestionamentos nos acessos da rodovia.

História para boi dormir: já no dia seguinte os radares móveis estavam instalados em vários trechos da rodovia, estrategicamente posicionados para flagrar os incautos que nada sabiam sobre a redução do limite, só noticiada dias depois.


A foto abaixo nos foi enviada pelo leitor autoapelidado de Maniqueu! Ele achou que a imagem reflete a cara do AUTOentusiastas. Nós concordamos! Seja novo ou antigo, caro ou barato, bonito ou feio, o que vale não é o carro, mas sim o espírito que nos conecta a ele. 

Agradecemos ao Maniqueu e a todos os leitores que compartilham o autoentusiasmo aqui no blog.

"Os autoentusiastas"


Nota: Não conseguimos descobrir o autor da foto e por isso não demos o devido crédito.
Foto: flickr.com

A história da mundialmente conhecida canção-hino "America the Beautiful" está intimamente ligada a Pikes Peak, pois foi lá que foi escrita, num caderno, no verão (do hemisfério norte) de 1893. 

A autora da letra-poema, Katherine Lee Bates (1859-1929) era professora de literatura inglesa na Faculdade Colorado, em Colorado Springs, nos EUA. Ela conta: "Um dia eu e outros professores resolvemos fazer uma viagem a Pikes Peak, a uma altitude de 4.270 metros. Para isso alugamos um carroção. Próximo do topo tivemos que desembarcar e seguir o resto da viagem em mulas. Eu estava muito cansada, mas quando olhei a vista, senti uma imensa alegria. Toda a maravilha da América parecia exibida ali, numa imensidão que parecia um mar."