Estive na última sexta-feira em Betim visitando a fábrica da Fiat Automóveis, para conhecer de perto o projeto Fiat Mio (www.fiatmio.cc), um projeto super interessante cujo maior diferenciador é ter nascido sob a flexibilidade da licença creative commons, onde não existe o engessamento do termo 'todos os direitos reservados'. Um dos maiores, senão o maior exemplo do uso desse tipo de licença é o sistema operacional Linux, onde muitos colaboram e não existe um dono das ideias.
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| O quase milagroso Mach 1 - foto: fastraces.org |
A notícia de que um carro de rua pode fazer o quarto de milha, ou 402,3 metros, em menos de 10 segundos é notável. É até relativamente fácil, podemos pensar, dadas as quase infinitas possibilidades de modificações que muitos carros rápidos possuem à disposição no mercado de "venenos".
O fato diferente aqui é um grupo que se intitula F.A.S.T. (Factory Appearing Stock Tyres, Pneus Normais com Aparência de Fábrica, mas com significado mais amplo do que apenas pneus de visual original, pois envolve o carro todo na parte externa, visual, inclusive as rodas. São pessoas que valorizam aparência original nos carros, sendo avessos às maluquices normalmente encontradas em carro de pista e de arrancada.
Um dos membros desse grupo, Lane Carey, conseguiu recentemente, no final de semana passado, uma marca que entra para a história das arrancadas de quarto de milha.
Com um Mustang Mach 1 1971, motor de 429 polegadas cúbicas (7,03 litros), Carey obteve o tempo de 9,84 segundos, a uma velocidade de 223,7 km/h. Para constar, o carro tem massa de 1.699 kg, o que contribui sensivelmente para a capacidade de tração, como podemos entender melhor nesse post sobre o Nissan GT-R.
outubro 10, 2010
Foto: Autor
O motorista dessa Dodge Ram precisou ir à padaria em Moema e teve de dar um jeito. Como ela não caberia na vaga em sentindo longitudinal sem invadir a calçada ou mesmo ficar com parte da frente na rua, pois mede 6.030 mm de comprimento, estacionou-a na diagonal e com isso usou três vagas.
Veículos desse porte não estão mesmo à vontade nas grandes cidades brasileiras.
Veículos desse porte não estão mesmo à vontade nas grandes cidades brasileiras.
BS
outubro 09, 2010

A tecnologia do carbono forjado, como foi chamado o material compósito utilizado no conceito da Lamborghini Sesto Elemento, já comentado aqui, também é aplicado em outros objetos refinados, como relógios de pulso.
outubro 09, 2010
Foto: Arquivo do autor
O primeiro Fusca lá de casa. Lembro-me como se fosse hoje quando chegou, verde-claro, 1953, já de vidro traseiro oval. Era um final de tarde de maio, eu só faria 11 anos em novembro.
Na foto, na frente da nossa casa, na Gávea, atrás do Fusca está o outro carro da família, o Oldsmobile 88 1950, que já havia sido pintado, de branco (será que veio daí a minha preferência por essa cor?). A cor original era azul marinho e foi impressionante como queimou, ficou opaca.
outubro 08, 2010

Esta é a posição do carbono na tabela periódica dos elementos químicos, fonte de inspiração do nome do mais novo conceito apresentado pela Lamborghini no Salão de Paris, aberto de 30 de setembro a 17 de outubro.
Em primeira análise, não parece ser nada além de um Gallardo depenado com uns pedaços a menos de carroceria para fazer uma versão "KTM X-Bow".
outubro 08, 2010
Foto: Autor
Estive nesse três dias no 19° Congresso SAE Brasil e Exposição Internacionais de Tecnologia da Mobilidade e fiquei impressionado com duas coisas: a organização do evento, que já era esperado, e local onde foi realizado, o Expo Center Norte, em São Paulo, este uma total e agradável surpresa.
Estive nesse três dias no 19° Congresso SAE Brasil e Exposição Internacionais de Tecnologia da Mobilidade e fiquei impressionado com duas coisas: a organização do evento, que já era esperado, e local onde foi realizado, o Expo Center Norte, em São Paulo, este uma total e agradável surpresa.
outubro 07, 2010
Era uma tarde de janeiro de 1987, tempo chuvoso no Rio de Janeiro. Como meu aniversário de 18 anos se aproximava (dia 18 de setembro), já estava com aquela ansiedade característica da idade. Eu precisava de um carro, de uma forma que nunca mais precisei desde então. Na verdade, só duas coisas povoavam minha mente, e é fácil imaginar qual era a segunda... Mas enfim, estava eu naquela tarde indo ao bairro do Méier, um primo mais velho dirigindo a Marajó da minha mãe. Eu já me aventurava por toda Niterói com a Marajó (carinhosamente apelidada de Marajóia), mas para ir até o longínquo Méier sem carteira de motorista... Achei melhor pedir ajuda.
Fotos e videos: autor
Falei há poucos dias sobre rotatórias e o leitor Franklin lembro-me de comentar as minirrotatórias, a diabólica invenção da Companhia de Engenharia (?) de Tráfego de São Paulo. Diabólica porque sua construção impede que haja faixa de segurança para pedestres no prolongamento das calçadas, como deve ser, para não obrigar quem está caminhando a se afastar do cruzamento para chegar a uma eventual faixa localizada recuada rua acima ou abaixo.
outubro 06, 2010
Fotos: Autor


O Honda City, como o nome sugere, é realmente bom na cidade. O motor responde rápido, o carro é leve, ágil e tem boa visibilidade geral. A ergonomia é boa (o volante tem regulagem de altura e distância), apesar do banco ser um pouco firme demais – característica dos Honda brasileiros.
O moderno motor, com bloco e cabeçote de alumínio, é silencioso na dose certa: em baixa é quase inaudível e em alta tem o ronco de um motor nervoso. E empurra bem, acelera rápido, surpreendentemente rápido para um motor de 1,5 litro. São 116 cv a 6.000 rpm, o que dá 77 cv/litro de potência específica.
outubro 06, 2010
Fotos: Autor
Sexta-feira última precisei ir ao Cemitério do Araçá para o velório do meu concunhado, vitimado por um ataque cardíaco fulminante aos 47 anos. Estava na calçada acompanhando minha mulher, que fumava, quando vi chegar essa coisa da foto. Foi impossível não me lembrar do carro funerário C4 que vi na Argentina.
outubro 05, 2010
Praticamente todos os carros ingleses, enquanto a indústria daquele país existiu, usavam sistemas elétricos das indústrias Lucas. Faróis, botões, alternadores, baterias, e todo tipo de material elétrico era fabricado na Lucas. Não somente carros como os magníficos Jaguar XK-E na foto de abertura, mas motocicletas também.
outubro 05, 2010
Ontem, na minha surfada diária pelos meus sites preferidos, me deparei com duas iniciativas que me intrigaram. As duas estão relacionadas à educação para redução de consumo de combustível e emissões de CO2 através da "direção ecológica". Já falei um pouco sobre direção ecológica em outro post, antigo: Eco-autoentusiasta? É algo um tanto chato de se fazer e exige muito treino para pessoas como eu. Talvez eu consiga depois de alguns meses praticando ioga. Ou seja, não vai acontecer tão fácil assim.
Para me ajudar nessa prática a tecnologia pode ser uma solução. A primeira iniciativa é o "pedal de acelerador ecológico" que a Nissan, através da sua marca de luxo Infiniti, lançou no seu modelo topo de linha, o sedã sexy M.

Recentemente o assunto Bonneville recebeu grande destaque da mídia e dos aficionados por velocidade em função da reportagem do Stock Car brasileiro que ultrapassou a marca dos 340 km/h. Também muitos lembram pelo filme "Desafiando os Limites" (World's Fastest Indian) com Anthony Hopkins e sua Indian recordista.
Ano passado estivemos no Speedweek, o principal evento do deserto de sal no estado americano de Utah, próximo da divisa com Nevada. O deserto é cortado pela Interestadual 80 (ou apenas I-80 nos mapas), passando pela cidade de Wendover, considerada a "sede" do evento. Wendover é uma mini-cidade que dá para resumir como "umas dez ruas e algumas casas". Não mais que isso, mas ainda assim bem simpática.

Bonneville é um mundo à parte, esqueça qualquer coisa que já viu sobre automobilismo, não se compara com nada desde o tamanho até a atmosfera local. As cidades em volta são tomadas como base de operação das equipes, durante a semana do evento é possível afirmar que grande parte do trânsito local é apenas de pessoas relacionadas ao evento.
outubro 04, 2010
Um detalhe interessante no Delahaye 135 MS de 1947, volante de direção e botões do painel transparentes.
Fabricado em Lucite, um nome comercial para o polimetil metacrilato, podemos entender, sem levar a fundo a engenharia química, que se trata de um acrílico. Outro dos nomes comerciais é Plexiglas, conhecido dos entusiastas da aviação, pois é usado em cabines de aviões.
outubro 03, 2010
Foto: Autor
Esse é um cavalete da CET para uso em caso de carro guinchado, para o que o proprietário saiba que foi a autoridade que levou seu possante, não um amigo do alheio.
Como se pode ver, o cavalete da foto está sobre a calçada porque alguém fez essa boa ação. Como assim, boa ação?
outubro 03, 2010
Esta é para os engenheiros que já trabalharam com peças estampadas. Esquema de produção das portas e lateral do Fiat nuova 500 original, o de Dante Giacosa. Este esquema foi publicado em sua fantástica biografia profissional, "Meus 40 anos de desenho com a Fiat", publicado em Milão pela editora Automobilia, em 1979. Desenhado à mão livre por Giacosa, reparem no talento nato.
Com tantos Charger aparecendo no blog por esses tempos, lembrei do ponto mais baixo da carreira do famoso nome, que pode ser visto acima. Com um quatro cilindros em linha OHC de 2,2 litros e 87 cv, acredito que nunca existiu um outro Charger tão letárgico quanto este, e tão desconectado com o significado do nome... Logo apareceram versões Shelby com e sem turbocompressores, mas ainda assim, longe dos dragões cuspidores de fogo dos anos 60.
Foto: Fiat
Faltava potência no Punto HLX e Sporting. O motor GM 1,8 bloco pequeno de 114 cv a 5.500 rpm e 18,5 mkgf a 2.800 rpm (etanol) não era exatamente campeão. Andava, mas nada que empolgasse. Agora com o novo 1,8 "da casa" de 132 cv a 5.250 rpm e 18,9 mkgf a 4.500 rpm ficou na medida certa nessa cilindrada (motor E.torQ 1,6 também, com 117 cv, andaremos com um em breve).
O Sporting continua, agora com o novo 1,8, bem como o sensacional T-Jet, o turbo duplo-comando de quatro válvulas por cilindro, 1,4 litro e 152 cv.
Faltava potência no Punto HLX e Sporting. O motor GM 1,8 bloco pequeno de 114 cv a 5.500 rpm e 18,5 mkgf a 2.800 rpm (etanol) não era exatamente campeão. Andava, mas nada que empolgasse. Agora com o novo 1,8 "da casa" de 132 cv a 5.250 rpm e 18,9 mkgf a 4.500 rpm ficou na medida certa nessa cilindrada (motor E.torQ 1,6 também, com 117 cv, andaremos com um em breve).
O Sporting continua, agora com o novo 1,8, bem como o sensacional T-Jet, o turbo duplo-comando de quatro válvulas por cilindro, 1,4 litro e 152 cv.
setembro 30, 2010
Nesse verão comprei um novo carro, novo para mim apenas, pois é usado.
Tem poucos no Brasil. Quase nenhum.
Então, alguém pode adivinhar que carro é? Não só a marca, tem que ser o modelo também.
Se ninguém acertar, vou dar algumas dicas nos comentários. Se isso não ajudar, vou colocar mais fotos daqui alguns dias. E daqui a algumas semanas vou contar mais detalhes e um pouco da história do modelo.
Boa sorte.
As dicas:
Só um limpador? e de paralelogramo? E o capô abre para a frente? Seria um carro bem caro?
Um spoiler meio maluco, carro para alta velocidade?

A roda é tão larga assim?
Uma parte da estrutura, tão bem soldada, quase não dar para ver as emendas. Quem pode fazer algo tão bonito?
HJ
setembro 29, 2010
A ferramenta Vista da Rua (Street View) do Google Mapas é formidável, podemos dar uma volta ao mundo de frente para a tela do computador. Numa rápida navegada, "tirei fotos" de alguns utilitários curiosos.
Furgãozinho feito sobre versão SW de um modelo ainda em produção por aqui
Furgãozinho Citroën, provavelmente sucessor do Berlingo
Furgão maior, também Citroën, este nas ruas de Paris
Velho conhecido nossa, nas ruas de Milão, com carroceria vetrato
Esse não conheço, encontrado em Londres mas tem volante do lado esquerdo. Alguém sabe o que é?
Está marcado para dia 30 de setembro a estreia do Vista da Rua aqui do Brasil. O carro utilizado aqui foi o Stilo, vi um andando perto de casa. Engraçado imaginar os entusiastas de outros cantos do mundo nos olhando pela internet e vendo um monte de Kombis e Unos pelas ruas.
AC
setembro 29, 2010
Fotos: Gilberto Carvalho e autor
| Volante de Celta 1-litro aliviado, fresado |
Menos peso no volante, mais desempenho. Vamos ver como é essa história.
Quando postamos o Bola da vez em 21 de setembro, ocorreu que num dos mais de 200 comentários - recorde absoluto no AUTOentusiastas - falei dos meus dois Celtas para citar dois eventos de concessionária da marca querer me empurrar tensionadores novos na troca da correia dentada de cada um aos 60.000 km.
Quando postamos o Bola da vez em 21 de setembro, ocorreu que num dos mais de 200 comentários - recorde absoluto no AUTOentusiastas - falei dos meus dois Celtas para citar dois eventos de concessionária da marca querer me empurrar tensionadores novos na troca da correia dentada de cada um aos 60.000 km.
Nisso o leitor Gilberto Carvalho, de Curitiba, viu que eu tinha dois desses Chevrolets e fez contato com seu amigo e colunista do AE, o Felipe Bitu. O motivo do contato foi o Gilberto ter uma atividade de aliviar volantes de motor, Celta inclusive, e desejar que eu conhecesse um desses volantes que ele modifica.
setembro 28, 2010
No final de semana passado realizou-se o VII Mopar Nationals, um evento praticamente religioso, organizado pelo Chryler Clube do Brasil. Reúnem-se adoradores dos carros da Chrysler, chamados genericamente por Mopar, a marca utilizada pela empresa para as peças e acessórios originais (acrônimo de Motor Parts).
setembro 28, 2010
Foto: http://www.dangerousintersection.com/
Saiu na imprensa: "Radares novos multam quem avança o sinal de madrugada em São Paulo", título da reportagem da Folha de S. Paulo deste sábado 25/11. Segundo o jornal, a Companhia de Engenharia (?) de Tráfego (CET) instalou de novembro para cá 12 câmeras com capacidade para fotos noturnas e mais 12 estão a caminho.
setembro 27, 2010
Conforme prometido aí vão as fotos do VII Mopar Nationals que começou na sexta-feira e está terminando hoje. O encontro organizado pelo Chrysler Clube do Brasil estava muito bacana e com muitos carros interessantíssimos.
Até a hora em que tive que ir embora havia pelo menos cinco Dodges Charger impecáveis de 68 a 73. Também havia alguns Challengers e um exclusivo Plymouth Duster 440 preto, além outro exclusivo Plymouth Barracuda vermelho com para-lamas alargados. Da Chrysler, o destaque foram os dois 300. Os nacionais também estavam muito bem representados com uma grande quantidade de Chargers, Darts e outros, a maioria deles em estado impecável
Este é um assunto muito falado e discutido pelos fóruns e blogs em todas as línguas, internet afora, porém todos dizem "... relação de biela maior que 0,3 é ruim, porque o motor vibra demais...". Porém o assunto nunca é mostrado em sua essência.
Sou avesso a ficar escrevendo números no blog, porque tornam qualquer assunto muito chato. Porém, este é um assunto que merece ser abordado de frente.
setembro 26, 2010

Acredito que todos os leitores conheçam muito bem as defensas metálicas, popularmente conhecidas pelo termo anglicano guard rail. Trata-se de um equipamento de proteção passiva que já salvou milhares, talvez milhões de vidas mundo afora, evitando a invasão de veículos no sentido contrário em autoestradas e quedas fatais de abismos e penhascos.
setembro 25, 2010
Em setembro de 2004 fui cobrir a Autoclásica - é assim mesmo que se escreve - para a revista Quatro Rodas Clássicos. Meses antes eu estivera em Buenos Aires e os amigos de lá, também autoentusiastas, insistiram que o evento era imperdível.
Meus amigos me "garantiram que fariam" o tempo ser bom, então fui, e constatei que a exposição é imperdível mesmo.
setembro 24, 2010
A pequena maravilha que vocês podem ver acima é o Amilcar C6 de 1927. O nome Amilcar é um anagrama dos nomes dos dois sócios, Akar e Lamy, e era uma empresa francesa que se especializou em carros esporte minúsculos, alcançando grande fama e prestígio antes da Segunda Guerra Mundial. Suas carrocerias eram pequenos "torpedos" de dois lugares apenas, tão estreitas que o passageiro ficava um pouco atrás do motorista, para que pudesse caber. Os carros eram extremamente equilibrados, levíssimos e bons de andar à moda, apesar dos pequenos motores.
Foto: Autor
A foto não mostra com clareza, mas as faixas de rolamento estão intercaladas com olhos de gato, como neste caso da Av. 23 de Maio, uma via de trânsito rápido na capital paulista, sentido sul, passando o Obelisco.
As superfícies catadióptricas, popularmente olhos de gato, são muito úteis quando se trata de aproveitar as luz dos faróis para balizar uma pista ou um veículo que esteja com as luzes traseiras desligadas.
A foto não mostra com clareza, mas as faixas de rolamento estão intercaladas com olhos de gato, como neste caso da Av. 23 de Maio, uma via de trânsito rápido na capital paulista, sentido sul, passando o Obelisco.
setembro 23, 2010

Em São Paulo estamos até acostumados a ver alguns carros abandonados pelas ruas, terrenos e estacionamentos. Geralmente são carros velhos, em mau estado de conservação.
No estacionamento do Conjunto Nacional na Avenida Paulista, entretanto, o caso é um pouco diferente. Um BMW Série 3 está aparentemente abandonado há um bom tempo. A foto é de baixa qualidade, tirada com o celular no escuro, mas há uma camada de pó de pelo menos alguns bons meses.
Os leitores conhecem mais alguns carros diferentes abandonados por aí?
MB
No estacionamento do Conjunto Nacional na Avenida Paulista, entretanto, o caso é um pouco diferente. Um BMW Série 3 está aparentemente abandonado há um bom tempo. A foto é de baixa qualidade, tirada com o celular no escuro, mas há uma camada de pó de pelo menos alguns bons meses.
Os leitores conhecem mais alguns carros diferentes abandonados por aí?
MB
setembro 23, 2010
Se você tem mais de 30 anos, provavelmente se lembra do brinquedo acima: as miniaturas Matchbox originais, pesadas, com metal e rebites fortes o bastante para aguentar anos e anos de abusos infantis, com uma pintura igualmente resistente.Aguentavam com grande facilidade quilômetros e mais quilômetros rodados sobre asfalto, cimento, terra, pedras, lama e não costumavam enferrujar, nem mesmo na água salgada. Sobreviviam com facilidade a um pisão ou a um lançamento a distância e a pintura custava a descascar.
Revirando meus arquivos mentais, lembro que nunca foi um brinquedo muito acessível, podendo ser encontrado apenas em lojinhas de modelismo ou em grandes lojas de departamentos. Ganhei muitos deles na infância e cheguei a comprar meu último Matchbox legítimo no "Jumbo Eletro" há exatos 20 anos: era um BMW M1 preto, que custou o equivalente a uma ou duas mesadas.
Hoje os carrinhos custam em média R$ 5,00 e podem ser encontrados praticamente em qualquer lugar. São muito mais acessíveis, mas a qualidade deixa muito a desejar em relação aos originais Made in England.
FB
setembro 22, 2010
Foto: www.odiario.com
Chamo o dia 22 de setembro de "Dia Mundial da Palhaçada". Simplesmente não reconheço o "Dia Mundial Sem Carro". Como autoentusiasta, tenho todo o direito de assim chamar esse movimento que muitos apreciam, mas que para mim é apenas brincadeirinha de quem não tem o que fazer, alguém ou alguns quererendo sobressair.
Não sei de quem foi a ideia exatamente, mas provavelmente partiu de um desses ecochatos que acham que a vida se resume em andar de bicicleta - de preferência todo paramentado, inclusive com aquele capacete estranho e comprido que deixa o indivíduo com crânio dolicocéfalo, longo - o oposto do curto, braquicéfalo, como o do presidente da República.
setembro 22, 2010



















