MUSTANG, DIAS DE PRAZER


Tenho mais um post daqueles que enrolo para fazer. Então, ao invés de seguir com minha ideia de fazer algo mais elaborado e técnico, resolvi começá-lo sem nenhuma pretensão mais elaborada e com mais pragmatismo. 

Lá em julho de 2010 já saí do Brasil para Orlando com a intenção de alugar um Camaro e um Mustang para poder compará-los e chegar a alguma conclusão sobre minha preferência com base na avaliação dinâmica dos dois carros. Em 2008 eu já havia alugado um Mustang V-6 ano-modelo 2009 e fiquei satisfeitíssimo com o carro. Naquela época escrevi: “ Motor V-6 4-litros de 210 cv e 29 mkgf. 0-60 mph em 6,5 s. Achei o carro bem esperto e antes de consultar o site da Ford achei que tinha mais potência e torque. É claro que não deu pra fazer nenhum burnout e nem explorar o bicho como se deve. O ronco do motor é bem gostoso, muito encorpado, parecendo até um V-8. Cheguei até a pensar que tivessem me dado o carro errado. A cada partida do motor um sorriso se abria no meu rosto.”

Porém, com o lançamento do Camaro a Ford teve que se mexer e em 2009 renovou o visual do Mustang, deixando-o com linhas mais musculosas, curvas e muito atraentes. Tão atraentes que me fizeram pestanejar em relação à minha preferência pelo desenho anguloso e futurista do Camaro. Como o Camaro era a novidade maior, decidi alugá-lo primeiro.

A avaliação do Camaro pode ser lida no post: “Camaro: dias de sonho”.

Uma vez já tendo desfrutado o Camaro, parti para o Mustang, só que desta vez um conversível. Como o aluguel do Mustang era mais barato seria possível ficar mais dias com ele. O cupê, ou fastback, como era chamado nos anos 60, foi odiado pela minha filha em 2008. Seu banco traseiro é muito fundo e o vidro, muito pequeno, o que a impedia de curtir a paisagem durante nossa viagem pela Califórnia. Mas além de motivar a filhota a acompanhar o paizão, eu também sempre tive vontade de andar num conversível por um tempo mais prolongado para saber como é. Isso apesar da minha cisma com esse tipo de carroceria, que é sempre mais pesada e menos rígida.

Modelo 2010 com motor do 2009
Além de pedir um conversível, também solicitei um modelo com o novo motor e caixa manual. É óbvio que o prestativo atendente da Hertz nem sabia do que eu estava falando. E como só havia uma unidade disponível, decidi contar com a sorte na esperança de encontra um 3,7-litros sob o capô. Que nada! Aluguei um carro com carroceria totalmente nova mas com extamente o mesmo motor do carro de 2008.

Explico. A dona Ford, na ânsia de defender seu território, em 2009, ano de lançamento do Camaro, lançou o Mustang 2010 com o novo desenho da carroceria e interior melhorado. Provavelmente o novo motor não ficou pronto a tempo. Por sua vez, o Camaro foi lançado com um motorzaço V-6 de 3,6 litros e injeção direta e duplo comando de válvulas com bloco e cabeçote de alumínio que produz 308 cv a 6.500 rpm e 37,7 mkgf a 5.100 rpm. Claro que o Ford tomou pau do Chevy!

O 2010 anda bem, mas não dá para comparar com o Camaro

Mas em 2010 a Ford deu o troco e lançou o modelo 2011 com seu novo motor 3,7-litros com apenas um cv a mais que o Camaro, ou seja, potência de 309 cv a 6.500 rpm e torque de 38,7 mkgf a 4.250 rpm. Todo de alumínio, com duplo comando de válvulas no cabeçote, 24 válvulas, porém com injeção no duto. Praticamente o jogo empatou.

Agora vejam uma coisa, principalmente aqueles que acham que certas coisas só acontecem no Brasil. O modelo 2010 do Mustang, carro novo com motor velho, deve ter ficado no máximo um ano no mercado. Imaginem quem comprou o novíssimo Mustang e logo no ano seguinte teve a surpresa de lançarem um novo motor, muito melhor que antes.

O sobressalto no capô é bacana, adiciona músculos ao desenho

Mas a boa briga entre Chevrolet e Ford, como nos velhos tempos, não parou aí. A Chevrolet aumentou a potência do Camaro no modelo 2011 dos 308 cv para 316 cv. E isso sem mexer em nada no motor. A explicação da Chevrolet é que para certificação do motor do Camaro, que é o mesmo do Cadillac CTS, foram utilizadas as medições do Caddy. Mas depois que a Ford lançou o Mustang com 309 cv, o Chevy foi recertificado utilizando-se o seu próprio sistema de admissão, inclindo dutos, caixa de ar e filtro, e sistema de escapamento.

Bem, voltando à minha experiência, saí da locadora a bordo de um Mustang conversível branco com interior preto e bancos de couro. Tive a sensação de que o interior melhorou muito em relação ao modelo 2009. Para combater o Camaro, a Ford teve que trabalhar bastante. Mas o Mustang continua um típico carro americano, com superfícies plásticas menos refinadas, comandos e acionamentos grandes, faltando requinte. Pessoalmente eu não acho isso ruim, mas o interior do Camaro é coisa fina em acabamento e a sensação dentro dele é melhor.

Interior preto com bancos de couro

Baixei a capota de lona com operação elétrica, uma operação bem fácil. Basta soltar duas travas nas laterais do topo do para-brisa e acionar o botão no painel. Saí para uma volta na redondeza e apesar da frustração pelo motor antigo comecei a desfrutar minha nova aquisição temporária. A caixa automática de quatro marchas, sem a opção de trocas manuais, que no Camaro funciona deliciosamente bem, limitou a diversão. E outro ponto negativo para o Mustang é a combinação conversível/eixo rígido na traseira. Em piso ruim, raro na Flórida, mas peguei vias de paralelepípedos, o carro parecia uma carroça.

De capota baixa é uma delícia

Ficou muito clara a superioridade do Camaro em quase tudo: motor, câmbio, direção, suspensão e interior. Mas isso de forma alguma não reduziu o prazer de estar ao volante de um ícone de 46 anos de história. E o Mustang tem uma coisa mais bacana que o Camaro: o som que sai pelo escapamento é mais encorpado e empolgante.

Rodei dois dias com a barca branca, a maior parte do tempo com a capota aberta. O horário mais gostoso para isso é depois das sete da noite, quando o escaldante sol do verão da Flórida já baixou e ainda há alguma claridade. Adorei ter um conversível. Pena que não vivo na Flórida! Além do motor antigo outra coisa me chateou um pouco. A filhota não quis nem saber do carrão, mesmo conversível. Preferiu o conforto da minivan e a companhia da amiga que nos acompanhava nessa viagem. Totalmente compreensível. Em compensação, pude desfrutar da companhia de minha esposa, isso quando ela não estava nas compras.

Final de tarde, a melhor hora para baixar a capota

Mas como sou inquieto e inconformado, após esses dois dias voltei lá na Hertz para tentar conseguir  um modelo 2010, já com o novo motor. Após alguma procura o atendente achou um carro disponível no aeroporto. Na hora eu disse: é meu! Fiz a reserva e fui lá buscar o carro enquanto o resto da minha turma se divertia com futilidades...

Beleza, outro conversível, novinho, desta vez prata com interior bege - até que a combinação ficou boa.. Abri o capô para confirmar o motor. Estava lá o 3,7-litros! De quebra uma nova caixa automática de seis marchas. E mais uma surpresa efeito-Camaro: para melhorar a rigidez da carroceria e o comportamento dinâmico, uma grande barra de amarração ligando as torres da suspensão dianteira. Nada como uma boa concorrência para fazer as empresas se mexerem!

O 2011, checando se o motor é mesmo o 3,7-litros

Com a posse do prata mais potente, minha felicidade subiu bastante. E quando dirigi o carro notei que  havia melhorado em tudo. Assim meu prazer também aumentou muito. Além do vigoroso motor e do novo câmbio, direção com assistência elétrica, recalibração da suspensão (molas e amortecedores), melhor isolamento acústico e escapamento duplo. O escapamento duplo foi afinado para manter o som encorpado e emocionante. Ou seja, ficou um carro muito mais refinado, mais gostoso de guiar e mais próximo do Camaro. Pude constatar isso claramente.

Surpresa! Uma bem-vinda barra tensora entre as torres da suspensão

A combinação de bege com preto do interior é mais requintada e minha impressão mudou em relação ao modelo anterior. Agora gostei desse interior que, além de bonito, esquenta bem menos. Minha inquietude passou.

Interior bege bem claro, melhora muito a impressão

Jogo de números de potência à parte (309 contra 316 cv, que era de 308 cv), os motores dos dois carros têm mais de 300 cv de potência e quase 40 mkgf de torque e usam modernos câmbios de seis marchas, no caso dos modelos avaliados, automáticos. Sem medições mais criteriosas fica impossível de dizer qual é melhor. Ambos os motores são muito suaves mas diferentes na impressão.

No caso do Camaro, as acelerações parecem mais precisas e eficientes, difícil de colocar em palavras, mas é algo como se todas as folgas no caminho entre o pé do motorista e os anéis dos pistões fossem inexistentes. No Mustang, apesar da suavidade, dá para sentir uma herança genética dos muscle cars. O Mustang é americano, o Camaro é miscigenado, tem engenharia alemã e australiana, além se ser fabricado no Canadá. De certa forma isso dá para ser sentido. O Camaro mais preciso e o Mustang, mais bruto, pronto. Mas ambos são fontes de muito prazer.

Um ponto importante que sempre é objeto de muita discussão é a suspensão traseira do Mustang, que continuou por eixo rígido com molas helicoidais no modelo 2011. É impossível negar as vantagens de uma suspensão traseira independente como a do Camaro. Mas numa avaliação dinâmica os resultados de testes envolvem uma interação entre todos os componentes incluindo pneus, molas, amortecedores, barras estabilizadoras e rigudez torcional da carroceria e pode levar a um comportamento geral melhor para carros com eixo rígido. Discutível? Pode ser.

Suspensão traseira ainda com eixo rígido, que só nos tapetões da Flórida é aceitável
Mas isso vale para a condição de teste, geralmente piso plano e sem irregularidades. No mundo real, considerando o uso diverso e não num ambiente controlado, pensando nas ruas do Brasil, não dá para dizer que um eixo rígido seja aceitável. Minha ideia não é gerar uma grande polêmica, mesmo porque quem gosta de muscle cars não está nem aí para a suspensão. O ponto principal é ter um grande motor grande para acelerar; e só!

Mas o fato é que o Mustang ficou tão bom que em vários comparativos de revistas e sites renomados, como Car and Driver e Edmunds, ele superou o Camaro. Ganhou em números. No teste do site Edmunds o Camaro perdeu no skidpad (círculo de derrapagem padrão de 61 m de diâmetro) e em frenagem e o fator principal para sua derrota não foi a suspensão, e sim a combinação largura e diâmetro dos pneus dianteiros. Nos modelos testados eram 245/45 R20 no Camaro contra 255/40 R19 no Mustang. Isso comprova que rodão nem sempre é melhor. A combinação de todo o conjunto é que manda. Aliás, acerto de suspensão e direção, por mais que se possa medir ou se basear na teoria, é empírico e depende do artista que ao dirigir o carro na fase de testes específicos determina os ajustes e mudanças necessários.

Um carro desejável, uma delícia admirá-lo enquanto se caminha em sua direção com a chave no bolso

Mas na minha visão de entusiasta números não dizem tudo. O desejo por um carro vai muito além do resultado de testes de desempenho e avaliações subjetivas. Isso serve para nos ajudar a escolher. Mas cada um de nós usa uma combinação de fatores que orientam nossas escolhas, sendo muitos deles emocionais.

Eu gostaria de ter uma conclusão definitiva sobre minha escolha entre esses dois carros. Gostei do refino do Camaro, mas o Mustang tem uma "pegada" diferente, mais direta. O visual do Camaro é moderno e avançado, o do Mustang remete mais ao passado e se acomoda melhor aos padrões mais básicos de beleza. Os dois são ícones e despertam nossa paixão e entusiasmo. Portanto eu simplesmente não consigo escolher um dos dois. Isso me fez lembrar de um livro que li recentemente, "Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas - Uma Investigaçao Sobre os Valores", Robert M. Pirsig (Editora WMF Martins Fontes).



Mustang ou Camaro? Mu

Me desculpem por tratar de maneira filosófica uma questão que é muito prática para a maioria das pessoas. Mas no meu caso concluo que a resposta para a pergunta sobre qual é melhor, ou qual eu escolheria, é Mu. Veja abaixo o trecho do livro que explica a natureza dessa resposta.

Armadilhas relacionadas à verdade, armadilha da lógica do sim e do não.

Sim e não...isto ou aquilo...um ou zero. Todo conhecimento humano se constrói com base nesse discernimento elementar entre duas coisas. A demonstração desse fato é a memória dos computadores que guarda todo seu conhecimento na forma de informações binárias. Contém zeros e uns, mais nada.

Por não estarmos acostumados com isso, geralmente não percebemos que existe um terceiro termo lógico possível, equivalente ao sim e ao não. que pode expandir nosso entendimento numa direção não reconhecida. Como não temos nenhuma palavra para designar isso que estou falando, vou ter de usar a palavra japonesa mu. Mu significa "coisa nenhuma".

Mu diz simplesmente "nenhuma classe; nem um nem zero, nem sim nem não". Afirma que o contexto da questão é tal que qualquer resposta "sim" ou "não" estaria errada e, portanto, não deve ser dada. "Desfaça a pergunta" - isso é o que ela diz.

Mu vem ao caso quando o contexto da questão se torna pequeno demais para a verdade da resposta. Quando perguntaram a Joshu, monge zen, se um cachorro tinha a natureza de Buda, ele respondeu "Mu", querendo dizer que, se respondesse "sim"ou "não", estaria dando a resposta errada. A natureza de Buda não pode ser capturada por perguntas que exigem uma resposta "sim" ou "não".

Mais adiante no texto:

A resposta mu é importante. Ela disse ao cientista que o contexto da sua pergunta é pequeno demais para a resposta da natureza, e que ele deve, portanto, ampliar o contexto da pergunta. Trata-se de uma resposta muito importante!. O entendimento que o cientista tem da natureza aumenta muito, e era esse o objetivo do primeiro experimento.

Pode-se defender com grande plausibilidade a ideia de que a ciência cresce mais pelas respostas mu do que pelas respostas "sim"ou "não". O sim e o não confirmam ou negam uma hipótese. Mu é o fenômeno que dá a inspiração primeira da investigação científica! Não há nada de esotérico ou misterioso em mu. O único problema é que nossa cultura nos predispôs a fazer mau juízo disso.

Não jogue fora as respostas mu! Elas são tão vitais quanto as respostas "sim" ou "não". São mais vitais. São as que o fazem crescer!

PK

Notas: Minha filhota está aqui ao lado e eu comentei com ela que estava relembrando de nossa viagem através desse post. Dei uma cutucada nela dizendo que nem com o conversível ela quis andar comigo. Então ela muito brava reclamou dizendo: Mas eu até dirigi o Mustang! É verdade. Para aumentar a motivação dela em relação ao Mustang, num final de tarde de domingo muito calmo fomos para um estacionamento enorme e completamente vazio, sem o menor risco de acidente. No meu colo ela dirigiu o Mustang. Deixei ela, inclusive, sentir o acelerador. Com 10 anos já dirigiu um carro de mais de 300 cv. Nada como ser filha de entusiasta! E nem preciso dizer que essa prática não é recomendável.


Mais algumas fotos



































Mustang 2011  e sua origem, o conceito Mustang 1 de 1962

28 comentários :

  1. Paulo, conversa com o Arnaldo e com o pessoal do AE e aranja uma avaliação coletiva, no estilo da Raptor, com um Shelby GT 500 (se for um KR ou Super Snake melhor ainda).

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Joao Paulo, eu ia falar isso! Testem um monstrao daquele!!
    Nao compreendo e nem aceito esses super sports 6 cilindros!!

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  4. Paulo, o texto está excelente, mas essas fotos, CARAMBA!, são de tirar o fôlego.

    Renan Veronezzi

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  5. Muito legal a avaliação PK e um belo texto como de costume!

    Agora diz aí: nos EUA entre o Camaro e o Mustang vc escolhe o Mu... e no Brasil, com a suspensão independente o Camaro não acaba virando uma escolha melhor?

    Bom, única certeza nas fotos é que entre Wendy's e McDonnalds... o Wendy's e seu Old Fashined Hamburgers é MUITO melhor! :D

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  6. PK, sobre a foto do Camaro no MacDonalds e o Mustang no Wendy's foi intencional colocar o Camaro no MacDonalds por ser mais moderno e o mustang no wendy's por ser clássico? hehe

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  7. Pk, gostaria de fazer apenas uma pergunta:

    Porque faz isso conosco? :/

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  8. Muito bom, PK. Texto e fotos muito legais.

    Abraço

    Lucas crf

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  9. Eduardo Martins24/01/11 00:37

    PK,

    Parabéns pelo texto.....realmente um autoentusiasta.

    Sendo eu também "do clube", após alguns anos economizando, terei o prazer de ir p/ os EUA em Abril e vou alugar uma máquina dessas p/ curtir umas férias sem os buracos, o rodízio e os agentes do CETs da nossa querida (e alagada) SP.

    abs

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  10. João Paulo,
    Excelente ideia! Vamos tenter isso.
    Abraço,
    PK

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  11. Thiago, Claro que prefiro um V-8 também, mas esses 6-cilindros tem mais de 300 cv e são "usáveis" no dia-a-dia.Andes eles do que nenhum.
    PK

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  12. Renan, Obrigado e um abraço. PK

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  13. Fla3d,
    Esse é um aspecto técnico, onde o Camaro seria melhor. Mas minha resposta tem um sentido mais amplo, incluindo não só a escolha entre os modelos atuais mas também todo o histórico deles.
    Tem uma outra resposta possível: os dois!
    Abraço, PK

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  14. Caio Ferrari, sei lá! Para vocês manterem o autoentusiasmo sempre aceso! Abraço, PK

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  15. Eduardo Martins,

    Que bacana! Espero que aproveite muito e viva dias de sonho e dias de prazer. Um abraço, PK

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  16. Camaro ou Mustang? Fotos primorosas ou texto inspirado....qual o melhor?

    Entre os carros, fico com o Camaro que parece mais "sanguíneo".

    Quanto ao post, imagens maravilhosas de moldura para uma baita escrita; fico com os dois!

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  17. Vitor, raramente eu faço fotos intencionais. Encostei alí, ví que ficou legal, cliquei.
    Tem vezes que prefiro o Mc e outras o Wendy's. Nessas viagens, geralmente o Mc pela velocidade.
    PK

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  18. PK. onde vc diz: "Para combater o Mustang, a Ford teve que trabalhar bastante. "

    deveria ser "para combater o camaro".


    Outra, acredita em inveja boa?
    Porque eu na minha adolescencia, aprendi a dirigir num Lada Niva. :/

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  19. Caio,

    Obrigado pela correção! Essa passou batido. Já acertei o texto.

    Claro que acredito em inveja boa. Ela serve para motivar as pessoas.

    Abraço.

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  20. LuizMSampayo24/01/11 11:26

    MustangversusCamaro - títítí instigante desde os 60, felizmente revitaminado na atual geração, com enfase ao apelo retro, oq gratifica mt a nós da velha guarda. Sr Paulo, bela experiencia no berço da dupla. Parabéns pelo coment, mas qt a parte filosófica, se me permite, a balança do Mu com certeza pende para o peso Camaro. Concluí isso tbm por experiencia propria com tres unidades de cada, fabricados nos 6070, sendo alguns de uso diário, e optei por manter uptonow um mt confiável da GM. Ab

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  21. Este comentário foi removido pelo autor.

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  22. Excelente relato, PK. Belíssimo carro, o meu seria branco com interior bege...
    Mas, me esclareça algumas dúvidas:

    Existe muita vibração e deslocamento horizontal do painel com o carro em marcha?
    Como é o acabamento da capota? O material é bom? É disponibilizado noutra cor que não preto?
    Foi feito um bom trabalho no isolamento acústico e térmico na capota? Quais suas impressões ao rodar com a capota fechada?

    Em tempo, a foto do carro sob o arco-íris ficou belíssima, a técnica se aliou muito bem à natureza!

    Abraço, PK!

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  23. Enquanto isso, no Brasil....
    temos comparativo de Agile com Palio, com Gol, new Fiesta, Logan... MOnstrana e Corrier, Saveiro.....

    2. Enquanto isso, no Brasil parte 2: porque a GM daqui faz carros tão horríveis e defazados, além de fazer tanta força para perder seus clientes? poderia se reciclar com a Matriz, ou a Holden.

    3. Quem diria...o Camaro surgiu em resposta ao Stang... agora a Ford teve de se mexer para tentar equilibrar o jogo...

    4. Prefiro os V8, mas pouca gente tem percebido que estamos falando de potências na faixa de 315 HP em motores 6 cilindros aspirado... inimaginável a pouco tempo atrás.... além de atender toda frescura de emissão de poluentes...

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  24. Marlos,

    Tudo bem? Andou sumido.

    O último carro que me lembro ter um painel "flutuante" de tanto que se movia foi um Monza. No Mustang é tudo sólido.

    O material da capota é excelente, tanto a lona como a armação metálica. Eu não ví capotas de outras cores.

    O isolamento é excelente, tanto térmico como acústico. Confesso que superou minhas expectativas ao rodar com a capota fechada.

    Abraço,
    PK

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  25. Sergio, compartilho com o seu ponto 4. V-6 ou V-8, se tem mais de 300 cv já é um canhão. Nem temos onde aproveitar o V-8 por aqui. A GM deveria trazer esse V-6 a um preço mais atraente. Deixaria muito mais fãs da marca felizes.
    Mas o ponto não é deixar ninguém feliz, e sim fazer barulho com publicidade.
    PK

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  26. PK,
    Até tenho acessado o AE com frequência, mas tenho ficado apenas na leitura...

    Bom que a Ford tenha feito um bom trabalho na capota do Mustang. Não há coisa pior que "cozinhar" num conversível com capota (sobretudo de cor escura) fechada.

    Te mandei um email, depois dá uma olhada...
    Abraço!

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  27. PK, antes de tudo, sem querer "chover no molhado", que maravilha de texto e avaliação! Passou muito bem as impressões! Fora as fotos né, aí sim "choveria no molhado"... hehehe

    Minha opinião é "Mu... Stang"!
    Apesar da Ford ser a campeã em "Fu" o consumidor, como relatado no início do texto, por exemplo.
    A minha decisão é totalmente baseada na estética, nunca tive a oportunidade de dirigir nenhum dos dois e apesar desta precisão passada pelo Camaro, que você citou, ser um aspecto de grande peso quando avalio um carro (por isso sou fã incondicional da escola alemã), em relação ao design, a Ford foi muuuito mais feliz, dosou bem a questão do Retro vs moderno, já o Camaro só remete ao filme Transformers, pô! Até uma versão com este nome eles fizeram! Eu diria broxante! (IMHO)

    Fora a questão da suspensão, que em piso bom, teve números melhores.
    Para não deixar o Mustangão sem críticas, achei péssima a escolha da cor de fundo dos instrumentos (linha C2 da autometer, nada mais xunadão que isso... arrrrgh)

    Valeu! abs

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