CARROS PEQUENOS PARA QUÊ?

fotos: Autor


O mercado dos Estados Unidos da América tem centenas de modelos de carros de todos os tipos à venda. A quantidade de carros pequenos como os que temos aqui não é tão significativa quando comparada a um dos principais costumes dos americanos, que é comprar picapes.

A foto acima foi feita no finalzinho de 2010, em um semáforo na cidade de Orlando, Flórida. E não é nada raro como um alinhamento de planetas, ver três ou mais desses úteis veículos juntos.

Quando olhamos o preço da gasolina por lá, fica mais fácil entender, vejam as fotos abaixo.



Nesse posto, a gasolina mais barata custa US$ 3,04 por galão, o que dá aproximadamente, devido às variações diárias do câmbio, R$ 1,34 por litro. Vejam que é mais barato que o etanol brasileiro, até mesmo nos locais mais próximos dos centros produtores, como São Paulo.

No botão de seleção de tipo e octanagem, o aviso diz que contém menos de 10% de etanol. Seria bom se por aqui fosse assim também, não os mais de 20% que variam ao Deus-dará.

Fica difícil justificar para um povo, acostumado a atividades como cortar a grama do jardim com um pequeno carrinho motorizado, ou pintar a própria casa, arrumar o telhado ou até construir uma garagem, a ter carros pequenos para substituir pequenos caminhões. As picapes são parte integrante do modo de vida americano, como a feijoada é parte de nossa cultura.

O mais lógico na cabeça do americano não é deixar de ter sua picape, mas, sim, adicionar um carro pequeno e econômico à frota caseira, servindo para tarefas leves ou momentos de problemas econômicos ou políticos, quando o petróleo pode subir muito de preço.

Para dificultar ainda mais a tarefa dos ecologistas anti-automóvel, eles tem invernos rigorosos todos os anos, e esse 2010-2011 está se mostrando um dos mais severos em muitos anos.

Carros pequenos e sem tração nas quatro rodas são o que se menos deseja numa situação de ruas cheias de neve e/ou gelo. É muito fácil ficar imóvel com um pequeno e leve carro do que com um utilitário com boa altura livre do solo e tração integral.

Para adicionar mais um complicador à situação, a média de altura e peso das pessoas nos EUA é maior do que no Brasil. Soma-se a grande quantidade de obesos, e têm-se uma situação de ser absolutamente impossível para muita gente entrar e se sentir confortável em  um carro como um Chevrolet Aveo, por exemplo.

Qualquer família de três ou mais pessoas só admite estar confortável com carros do tamanho de um Taurus ou Charger, como os abaixo.



Dessa forma, acredito que carros grandes e utilitários de versatilidade comprovada como picapes, serão, por tempo indefinido, os preferidos dos nossos amigos americanos, que têm ruas, avenidas e estradas de altíssima qualidade de pavimento, sinalização e manutenção.

Coisas que nós brasileiros, não sabemos exigir de quem nos toma um terço do salário.

JJ

33 comentários :

  1. JJ, muito bom post. Sugiro a leitura do artigo do USA Today que fala da importância crescente dos carros pequenos nos EUA: http://usat.me?42571296

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  2. "Coisas que nós brasileiros, não sabemos exigir de quem nos toma um terço do salário." Fato!

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  3. Marcelo Augusto15/01/11 11:23

    Ao contrário do que se imagina um grande sedã tem menos espaço interno e pior acesso/saída de passageiros do que um hatch monovolume, uma minivan pequena, ou uma perua.

    E aqui no terceiro mundo que já copia idéias idiotas e não tem as próprias, a compra de carro-por-metro vem dominando o cenário, em ruas que mal cabem um Kia Picanto...

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  4. JJ, desculpe se estou sendo chato, mas seu texto é ambíguo. Dá a entender que, se tendo gasolina barata, o melhor é carro grande. O meio ambiente que se dane...
    Eu penso que cada país é um país. Lá eles podem, e mesmo assim, é por causa desse desejo de ter tudo "king size" que o mundo está nessa canoa furada, cada vez mais afundando, seja por guerras, seja por desastres. Bem o mal, nossos carros são produto de nossa realidade. Mas, me desculpe se eu entendi errado.

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  5. Salvo engano, só nas distribuidoras do Brasil o combustível é taxado em quase 51%, fora os 18% que os postos supostamente pagam, já que ninguém nunca pede cupom fiscal, mais o custo do frete, mais a ganância das distribuidoras e dos donos de carteis, principalmente aqui no DF.... Enfim.. Brasileiro é muito rico né! Norte Americano não pode arcar com um custo de combustível tão alto quanto o nosso!!

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  6. Clésio Luiz15/01/11 13:47

    faltou falar que nos EUA, os estacionamentos, mesmo nas ruas são grandes. E as ruas em si são beeeeem mais largas do que no Brasil. Até as calçadas costumam ser maiores.

    Eu tive pouco contato com veículos americanos, mas os poucos que tive contato não me passaram a impressão de serem espaçosos não. Um Taurus 1995/6 (o oval), por exemplo, eu achei mais apertado que nosso Omega nacional. As S-10/Blazer e Ranger são apertadas também. Já o Crown Victoria, que eu vi de fora e não pude entrar, não me pareceu ser nada "full size" internamente.

    Quanto a neve, não adianta de nada seu veículo ser 4x4 se você não usa pneus para neve. E a julgar pelas centenas de vídeos de acidentes nesse último inverno, pouca gente os utiliza por lá. O que eu ví foi vários vídeos de Subarus desatolando carros americanos, até mesmo picapes grandes.

    Mas mudar a cultura é muito difícil. Dirigir um pequeno hatch por lá, ou um compacto (para eles) Civic ou Focus, deve ser intimidador perto de tantos SUVs e picapes. Fora a sensação de se sentir um alienígena com um carro tão diferente dos outros.

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  7. jopamacedo,

    tem lógica o que você disse, e eu também enxergo muito desperdício por lá. Mas um fato chama muito a atenção sobre poluição. Em 18 dias em Orlando e redondezas, vi apenas uma vez fumaça preta de caminhão, e nada que fosse assustador como o que temos aqui, aos montes.
    Além disso, quando se olha o horizonte, com céu limpo e azul, nunca está com aquela camada amarelada que se vê em São Paulo, onde eu moro.

    O ar lá, mesmo com a grande quantidade de motores grandes, é muito mais limpo.

    Não conheço cidades industriais nos EUA, portanto, minha observação se refere apenas a Orlando, bem claro.

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  8. O preço da gasolina "alcoolizada" nacional é mesmo revoltante.

    Odeio essa mania que vcs tem de achar que todo mundo tem que ser obrigado a dirigir minicarros, de preferencia elétricos ou hibridos.
    Brinquedos de mulher passear no shopping!! Enquanto se puder guiar automóveis DE VERDADE vou resistir a essas mudanças. Espero não estar mais vivo qdo for obrigatório dirigir esses brinquedos eletricos.

    Carro pra mim é no minimo do tamanho de um Omega, de preferencia motor dois litros pra cima, com tração traseira se possivel. E que se danem os Smarts da vida!

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  9. Algumas considerações:

    * Não é o desperdício norte-americano, nosso combustível que é absurdamente sobretaxado e mais de 1/3 são impostos em cascata;

    * Nos EUA, quanto mais antigo vai ficando seu veículo, seja automóvel ou utilitário leve-pesado e até ônibus, maior são os encargos para liberar sua documentação - é como se o IPVA e Dpvat deles fica mais caro a cada ano para desestimular principalmente continuar usando veículos com pouca eficácia antipoluição - uma pick up hoje pode ser muito, muito mais limpa que muitos pequenos com pouco tempo de vida;

    * Dói saber que o que temos aqui, como Chevy Malibu e Ford Fusion, são carros de pouca importância lá, considerados pejorativamente como "carros de locadora" e aqui são Top de Linha, e pior ainda: o que se paga nos EUA por um Chevy Malibu completo daria apenas para comprar aqui no Brasil um Prisma básicão.

    * Não precisa ir muito longe para ver que este país é uma esculhambação institucionalizada: o Bob Sharp já postou várias vezes o preço dos combustíveis na vizinha combalida Argentia e dá uma revolta sem fim.

    Sérgio

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  10. Kantinho,
    Pelo que sei o ICMS dos postos já é recolhido por substituição tributária na distribuidora.
    O imposto sobre a venda já é recolhido quando eles compram o combustível. Isso se a distribuidora emitiu a nota, claro.

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  11. Brasileiro só sabe reclamar nas rodas de amigos, mas na hora de estudar o político e votar, todos falam que não gostam de política, ou votam no mais simpático.

    A cultura é diferente, estamos fadados a se ferrar.

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  12. Pedro Navalha15/01/11 15:44

    Que besteira esse negócio de ficar comparando o Brasil com os Estados Unidos. Seja para o bem, seja para o mal, são dois países completamente distintos, habitados por pessoas diferentes, com governantes diferentes, automóveis diferentes e por aí vai...

    Há brasileiros sim, que arrumam o próprio telhado, pintam sua casa, cortam a própria grama e às vezes até hasteiam a bandeira nacional no próprio telhado, do mesmo modo que há norte americanos vagabundos, acomodados, alienados politicamente e nem um pouco entusiastas por automóvel.

    Aliás, os EUA seriam o último lugar do mundo que eu escolheria para viver. Gosto muito mais de meu país, mesmo repleto de defeitos, do que um lugar onde o povo também é manipulado da forma mais descarada possível, policiado e vigiado 24 horas por dia, onde as armas são liberadas e fáceis de comprar como um simples sanduíche. Um país que assim como o nosso, também varre a sujeira para debaixo do tapete e convoca seus jovens menos favorecidos para lutar e morrer em guerras mais que suspeitas nos lugares mais inóspitos do mundo, só para garantir seu petróleo barato e seu domínio mundial.

    Apesar que eu até fiquei tentado em visitar esse mundo encantado chamado Disney. Deve ser até melhor que passar as férias aqui, rodeado de realidade por todos os lados...

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  13. Raul Seixas15/01/11 21:53

    Tenho uma vontade féla da puta de ser americano

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  14. Eu queria o Charger azul (sigh).

    McQueen

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  15. Kevin de La Noya15/01/11 23:38

    Charger 4 portas????

    Esse carro é bizarro. Não é a toa que s Chrysler atualmente está com o chapéu na mão...

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  16. Alexandre Freitas16/01/11 00:16

    Gostei do Charger, e esquisito e interessante ao mesmo tempo. Lembra o Maverick 4 portas que existiu por aqui.

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  17. JJ post apropriado, muita gente critica os EUA, acham que so pensam em guerras (quando a maioria nao sabe nem com quem estao lutando) mas esquecem que a vida que eles tem e todas as oportunidades vem da cultura que eles enraizaram, de crescimento e prosperidade, e todos os outros povos invejam, como o oriente medio, de paises malditos onde o dinheiro eh concentrado na mao de meia duzia.
    E viva as picapes full-size

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  18. É claro que os norte americanos não pensam só em guerra. Quando sobra um tempinho entre uma guerre e outra eles também gostam de se entupir com comidas gordurosas, andar de pick-ups full size e treinar tiro ao alvo em estudantes de escolas de ensino médio...

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  19. Viva o estilo americano de viver, carros baratos, eletrônicos baratos, liberdade e respeito às Leis, oportunidade de crescimento etc,. Quanto às armas que se compram como se compram sanduiches, bem, é melhor do que aqui em que se dificulta o acesso as mesmas por parte dos cidadãos e policiais enquanto os bandidos as tem aos montes. Trabalho na área de segurança pública e só vi os crimes aumentarem a cada ano, independente do malfadado "Estatuto do Desarmamento", tento comprar Glock para uso pessoal e o exército não me permite, me empurram Taurus e Imbel. Participei de um projeto em minha instituição para compra de HK's e, novamente, não nos permitiram. Brasil, um país de tolos.

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  20. É o preço que se paga para viver num país socialista. Se prefere a gasolina barata eu recomendo que se mude. Porque toda america latina, menos o Chile, segue para a esquerda. Esse fácil acesso a bens de consumo não será encontrado por aqui, esqueçam

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  21. JJ, ótimo post. Muito importante lembrar o fator tamanho da população. Com 1,83m e 105kg, simplesmente não consigo me sentir confortável dentro de boa parte dos líderes de mercado no Brasil. Gol, Celta, Classic e Prisma são um tormento para mim. Sinto-me mais confortável num velho Uno Mille EP que em qualquer dos Palio (espero que a próxima geração tenha um espaço interno melhor que o atual). Como meu peso, para uma considerável parcela da população norte-americana, está abaixo do esperado, fico imaginando eles nesses compactos que querem empurrar goela abaixo como o Fiesta SE. Entrei num no Salão e me espantei com a falta de espaço no banco traseiro. lá, vai ser carro de adolescente que acabou de tirar a carta e ainda não conseguiu comprar seu Camaro dos anos 70 ou sua própria F-150.
    Quanto aos que criticaram a facilidade de comprar armas, por favor, comprem uma passagem só de ida para a Ilha de Fidel. Lá, além da polícia ser mais eficiente que a nossa, o CIDADÃO tem o DIREITO de se DEFENDER dos marginais. Chega de hipocrisia pseudo socialista, por favor.

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  22. Clésio Luiz disse uma coisa interessante: o fato de os carros americanos até serem maiores por fora, mas por dentro poderem não ser assim tão mais espaçosos que modelos europeus grandes (que por lá seriam chamados de médios). Sobre o Taurus, a primeira geração conseguia ser mais apertada por dentro que um Scorpio. O detalhe: o Taurus sempre teve tração dianteira e o Scorpio, sempre traseira.
    O problema dos carros americanos é que as possibilidades de aproveitar o espaço interno tendem a ser mal aproveitadas. Certa vez vi em uma exposição de antigos um Pontiac Le Mans (não confundir com o homônimo importado da Coreia do Sul que nada mais era que nosso Kadett E com outras alegorias e adereços). Eis que seu dono abre o porta-malas e o que vejo se não um calombo na área do eixo traseiro (provavelmente para dar espaço para a subida e a descida do mesmo) e um estepe imediatamente acima? Impressionante, mas o porta-malas daquela barca pagava comédia sossegado para um Corolla (460 l) e no máximo empatava com os (igualmente ridículos) 340 l de um Civic de oitava geração.

    E novamente temos a necessidade sendo mãe da invenção. Sentem seis pessoas naquele Le Mans (irmão de plataforma do Chevelle) e depois as sentem em um Opala de banco inteiriço (leia-se aí carroceria de projeto alemão e, portanto, pensada para levar gente tão ou mais alta que americanos). Estranharão de início o fato de que se senta mais reto no Opala, enquanto o Le Mans será mais esparramado e rente ao chão (aqui escola americana mesmo). Porém, notarão que o Opala (com seus 4,57 m aos 4,67 m dos últimos) consegue ser mais espaçoso que um americano bem maior que ele. E se alguém falar de gente gorda e grande, que se pergunte se um Opala e suas dimensões racionalmente europeias não acomodam bem gente de layout mais americanizado.
    E como o Clesio, também odeio andar de S10, Blazer ou Ranger. Certa vez viajei no centro do banco traseiro de uma Blazer durante uns 300 km. Além de ser apertada para cinco pessoas, aquele centro de banco traseiro é tão desconfortável quanto o de um Chevette (no qual também tive o desprazer de viajar no centro do banco traseiro).

    Portanto, se os europeus eram capazes de fazer carros de tração traseira menores, mas mais espaçosos que americanos maiores e que usavam layouts iguais, imagine-se aí o que eles poderiam fazer se lhes dessem dimensões típicas de veículos americanos. Em tempos: se um Opala (leia-se carroceria do Rekord C e dimensões que nos EUA seriam inclusive abaixo das de um Nova) consegue ser mais espaçoso que um médio americano contemporâneo, imaginem o quão mais espaçoso deve ser um Admiral/Diplomat A (tamanho pouca coisa maior que o de um médio americano contemporâneo) se compararmos com um full-size da época. E talvez possa ser covardia se usarmos o Admiral/Diplomat B nessa conta.
    Uma pena que os europeus, que sempre primaram pela racionalidade, resolveram seguir o caminho do "carro por metro". Vide modelos excessivamente grandes para sua categoria, como Passat V, Mondeos Mk2 e Mk3, Opel Insignia e outros que estão tão grandes quanto médios americanos, a ponto de poderem ser transplantados sem maiores problemas (vide o novo Buick Regal, que nada mais é do que um Insignia com pequenas mudanças).

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  23. BDF,

    Pelo menos as Taurus são decentes, já as Imbel... nem adianta muito correr atrás de Glock, já que para civis só são permitidas porcarias com menos de 400 J na saída do cano. (Ou 420, nem lembro direito).

    As "brilhantes" mentes por trás da lei brasileira nunca ouviram falar em stopping power.

    Mas o melhor detalhe da lei anti armas do Brasil é que o cidadão só pode comprar coletes à prova de balas que resistam somente aos calibres permitidos. Ou seja, tomou acima de 380, tá ferrado. Parece piada.

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  24. O comentário acima foi escrito por mim.

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  25. Kevin de La Noya16/01/11 17:21

    O fato de se vender armas nos EUA na mesma proporção de hambúrgueres não tem nada a ver com a segurança individual dos cidadãos. A polícia, que lá é eficiente e equipada, serve exatamente para isso. Deixo para os especialistas em venda de armas e tiro ao alvo a verdadeira explicação sobre esse excesso...
    Porque na Inglaterra e Japão, países onde existe lei, e a venda de armas é mais controlada inclusive que aqui no Brasil, conseguiu-se reduzir drasticamente a violência então???

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  26. Clésio Luiz16/01/11 19:09

    Kevin, na Suíça, quase todo mundo tem arma em casa. E não é pistola não, é fuzil mesmo. E lá a taxa de crimes é baixa. Boa parte da população faz parte do exército Suíço e guardam suas armas em casa.

    Ou seja, crime e violência não tem ligação direta com o cidadão armado. As causas são outras.

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  27. Moro numa cidade tipicamente americana então...

    São aproximadamente 300 mil caminhonetes aki.

    E ela fica bem no centro do Brasil.

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  28. Boa Clésio! É isso mesmo, armas são para nossa proteção. Os bandidos pensariam 2x antes de entrar em casas se souberem do risco de encontrarem o dono com uma Glock debaixo do travesseiro.

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  29. Pedro Navalha,

    os EUA variam do sublime ao ridículo, em vários fatores.
    Mas tem muito mais coisas sublimes do que ridículas.
    Aqui é justamente o contrário. Pense nisso.

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  30. Osama,

    não é só coisa ruim por lá, pode ter certeza.
    Comida gordurosa tem aqui também, e a maioria as adora. Por exemplo, feijoada e carne vermelha.
    Como disse ao Pedro Navalha, há muito mais problemas no Brasil do que lá. O maior é a cultura do povão.

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  31. Talvez esse seja o motivo de o brasileiro não saber apreciar pick-ups maravilhosas como as Dodge Dakotas fabricadas no Paraná, cujo modelo RT de 5.2 litros, em ótimas condições, pode ser encontrado pela metade do valor de uma Fiat Estada cabine dupla zero. Bom pra mim, que me tornei o feliz proprietário de uma RT vermelha, linda e maravilhosa, no final de 2010.

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  32. Não precisa ser alto e/ou obeso para se gostar de carros grandes. Tenho 1,65m de altura e os unicos carros onde me sentí absolutamente confortavel foram nos Impalas e LTDs que tive.
    Carros grandes são deliciosos de se guiar a qualquer velocidade. Já carros pequenos são tediosos e irritantes.

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  33. "* Nos EUA, quanto mais antigo vai ficando seu veículo, seja automóvel ou utilitário leve-pesado e até ônibus, maior são os encargos para liberar sua documentação - é como se o IPVA e Dpvat deles fica mais caro a cada ano para desestimular principalmente continuar usando veículos com pouca eficácia antipoluição - uma pick up hoje pode ser muito, muito mais limpa que muitos pequenos com pouco tempo de vida;"

    Ja pensou um negócio desses no Brasil?!? Sem condições! Talvez diminuindo os impostos dos carros novos, mas aumentar o dos antigos não tem como, pagar MAIS imposto do que ja pagamos.

    Fora que as montadoras iriam se aproveitar mais ainda, produzindo veiculos novos mais caros e com menos qualidade do que os que ja temos.

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