NEW MARCH LANÇADO

Fotos:Divulgação e autor
Momentos antes de sair com o New March 1.6 SV. Cor é nova, azul Pacific; na foto o Fernando Calmon e o auxiliar de testes da Nissan, Luiz Arthur Peres


O Nissan March começou nesta sexta-feira sua vida nacional, produzido na recém-inaugurada fábrica em Resende (RJ) depois de dois anos e meio importado do México. Chega em três versões com motor de 1 litro e outras tantas 1,6-l. É chamado oficialmente de New March e difere do conhecido até então pela reformulação do estilo das extremidades e do painel, que o deixou mais atraente, com menos jeito de carro de entrada. As dimensões só variaram no comprimento, mais 47 mm, e a largura 10 mm maior.

As vendas começam no dia 23 p.v. e os preços públicos sugeridos são:


Versão
Preço público (R$)
1.0 Conforto
32.990,00
1.0 S
34.490,00
1.0 SV
36.990,00
1.6 S
37.490,00
1.6 SV
39.990,00
1.6 SL
42.990,00



Mecanicamente é o mesmo March que já andei e mostrei (e gostei) no Ae, tanto o 1,0 quanto o 1,6. O motor menor é o mesmo de antes e não, como seria de se supor, o do Clio atualizado em novembro de 2012 que foi alvo ampla descrição neste Ae. Para recapitular, o motor do Clio ganhou 3 cv com gasolina, passando a 77, e 6 cv com álcool, indo para 80 cv, com ínfimo aumento de torque com gasolina — de 10 para 10,1 m·kgf — porém mais com álcool, dos mesmos 10 m·kgf para 10,5 m·kgf. Uma das mudanças importantes no Clio àquela altura foi a elevação da taxa de compressão de 10:1 para 12:1.

Embora a aliança Renault-Nissan seja marcada pelo pelo sucesso (tem 15 anos), na verdade são fabricantes independentes e o mais provável é que a Renault tenha se reservado o direito de não estender o novo 1-L à aliada

De qualquer maneira, isso não deve constituir demérito para o New March (nem para o anterior, que teoricamente já poderia ter esse motor atualizado há mais de um ano), uma vez que tem bom desempenho — 0 a 100 km/h em 14,5 s (G) e em 13,8 s (A) e atinge 167 km/h (G e A) — enquanto o Clio é minimamente mais rápido no 0 a 100 km/h, 14,3 (G) e 13,7 s (A) e na velocidade máxima ao atingir 167 (G) e 168 km/h (A), portanto um empate técnico.

 Em consumo de combustível, o New March obtém na cidade 12,5 e 8,7 km/l (G e A) e na estrada, 14,8 e 10,4 km/l, segundo a metodologia atual Inmetro/Conpet, lembrando que todos os New March têm ar-condicionado de série e pela norma o consumo é medido com o equipamento ligado caso o veiculo o tenha.

Para comparação, o Renault Clio obtém 13,1 e 9,1 km/l e 14,3 e 9,6 km/l cidade/estrada/gasolina/álcool, sendo que o consumo do Renault é medido em veículo sem ar-condicionado, opcional tanto no Authentique quanto no Expression. O Cx do japonês é 0,33 e o do francês, 0,35, com áreas frontais praticamente iguais (2,04 e 2,00 m², respectivamente), embora o Renault Authentique 2-portas pese 912 kg em ordem de marcha (com tanque de 50 litros cheio) e o New March 1.0 Conforto, 956 kg, mas seu tanque é menor, 41 litros.

Desse modo foram mantidas as boas características dinâmicas anteriores no March, mas há duas diferenças importantes: os pneus são nacionais, fator de facilidade de reposição, e o espelho esquerdo também é convexo agora, plano antes, item que critiquei nos modelos vindos do México. E nada de aviso mais no espelho direito de que "os objetos estão mais perto do que parecem"...

Visual está mais atual

Como era

O atual desenho do March é recente, de agosto de 2013 no Japão, e sua produção aqui teoricamente é  igual à da fábrica em Aguascalientes, no México, mas tanto lá quanto aqui, ao contrário do fabricado no Japão não há a repetidora do indicador de direção no pára-lama dianteiro, o que é lamentável. Dá série "Morro sem entender", não me entra na cabeça como pode um fabricante suprimir um item tão importante para a segurança (mesma coisa no VW up!, lá tem e aqui não).

Mas o atrativo do New March é a dotação de itens de série. A versão de entrada 1.0 Conforto traz, entre outros equipamentos, ar-condicionado, ajuste de altura do banco do motorista, cintos de segurança com pré-tensionador e limitador de carga, cintos laterais traseiros retráteis (central subabdominal), computador de bordo que inclui relógio, conta-giros, assistência elétrica de direção indexada à velocidade, ABS Bosch 9 com EBD e auxílio à frenagem (exclusividade no segmento), espelho nos pára-sóis, iluminação no porta-malas, rodas de aço 14-pol com pneus 165/70R14, portinhola do tanque de abertura interna e volante de três raios com regulagem de altura.

Painel evoluiu

A 1.0 S, além desses, traz travas elétricas com telecomando, ajuste elétrico dos retrovisores, acionamento elétrico de todos os vidros com um-toque para a porta do motorista.

A versão 1.0 SV, todos os itens da 1.0 S, mais defletor traseiro de teto com 3ª luz de freio a LED, Bluetooth com sincronização de agenda, comando de áudio e telefone no volante, faróis de neblina, rádio/toca-CD com RDS, entrada auxiliar para MP3 e iPod, USB e quatro alto-falantes, e rodas de alumínio com pneus 185/60R15.

As versões 1.6 S e 1.6 SV diferem das de motor 1-L apenas no motor.

A versão topo 1,6 SL tem, além do conteúdo do 1,6 SV, ar-condicionado digital automático, acesso NissanConnect ao Facebook e Google, navegação GPS (tela tátil de 5,8 pol.), câmera traseira, maçanetas de porta externas cromadas, rodas de alumínio de 16 pol. com pneus 185/55R16 e rádio/toca-CD com RDS, entrada auxiliar para MP3 e iPod, USB e quatro alto-falantes com mostrador na tela tátil integrada ao painel (a mesma do GPS).

NissanConnect, para os novos tempos de alta conectividade

O motor Nissan de 1.598 cm³ (78 x 83,6 mm) não mudou. Seu bloco e cabeçote de alumínio por enquanto são importados do México e a Nissan planeja fundi-los na fábrica de motores em Resende, porém na sistemática de receber o alumínio já derretido, de fornecedor, transportado em caminhão-cadinho, para então efetuar a fundição propriamente dita (é assim na fábrica de Sumaré SP) da Honda). O motor é um duplo-comando acionado por corrente com cabeçote de quatro válvulas por cilindro.

Como anda

Andei no 1,6 SV e se repetiu a boa impressão. Agradável de andar, bom de curva e de freios (discos ventilados na frente), bom isolamento do piso graças ao também ao subchassi dianteiro. A v/1000 é 33,1 km/h e a 120 km/h o motor está a 3.600 rpm; à velocidade máxima de 191 km/h correspondem 5.800 rpm, pouco além do giro de potência máxima, 5.600 rpm. Marchas e diferencial não foram alterados, mas a medida dos pneus no caso do SV nacional é 185/60R15H (Bridgestone Turanza ER300), antes era 175/60R15, o que era pior, ficava tudo ligeiramente (2,1%) mais curto, mais 100 rpm a 120 km/h . A suspensão está bem calibrada para conforto e estabilidade.

O que deu para sentir foi certa  invasão de ruído do motor para o interior, apesar de a Nissan ter informado mudança no material fonoabsorvente da parede de fogo (mais denso, de 1,2 para 1,8 kg/m²) e adição de nova manta no painel. Informa também redução do ruído interno em 1,3 decibéis, mas mesmo assim achei o carro um pouco ruidoso internamente. Pode-se atribuir essa percepção ao início de produção; a ver mais para frente.

Acelera e retoma velocidade bem, com pegada convincente a 3.000 rpm. A fábrica declara para 0-a-100 km/h 9,9 s com gasolina e 9,5 s com álcool, bem ágil.

O que permanece como destaque é o diâmetro mínimo de curva de 9 metros — 8,8 metros no novo Renault Twingo, um carro de motor traseiro —  proporcionado por rodas que esterçam bastante. É por isso que a direção, apesar de rápida, dá 3,4 voltas entre batentes no volante de 370 mm de diâmetro. O entreeixos é relativamente longo, 2.450 mm para um carro de 3.827 mm de comprimento, o que realça essa capacidade de manobra, sempre bem-vinda.

Os bancos dão bom apoio lateral e o pé esquerdo tem o seu lugar de repouso. O reclinador é dentado. O punta-tacco não é "italiano" mas pode ser feito sem problema e a ré fica sob a quinta marcha, com trava de engate involuntário interno apenas. O velocímetro, de diâmetro bem maior que o conta-giros, indica 130 km/h com ponteiro vertical, também no conta-giros a 7.000 rpm (o corte limpo é a 6.800 rpm). Mais um carro sem a faixa degradê no pára-brisa (como no mexicano).

O espaço interno é adequado, inclusive para passageiros do banco traseiro, que se quiserem podem baixar seu vidro totalmente, algo que não se vê em todos os carros. O compartimento de bagagem acomoda 265 litros e rebatendo bancos chega a 1.132 litros, método de medição VDA. O estepe fica em poço dedicado no assoalho do porta-malas mas não é 100% operacional, como no carro avaliado ser de medida ser 165/70R14, de diâmetro 2,7% menor, e roda de aço.

"Sentado atrás de mim", espaço razoável


Mais adiante teremos a utilização no dia-a-dia desta versão 1,6 e conheceremos a de 1-litro. As 169 concessionárias já estão recebendo o novo March, que tem garantia de três anos e revisões (tabeladas) e troca de óleo do motor a cada 10.000 km ou 1 ano.

BS



FICHA TÉCNICA NISSAN NEW MARCH


1.0 Conforto
1.0 S
1.0 SV
1.6 S
1.6 SV
1.6 SL
MOTOR
Instalação
Dianteiro, transversal
Material do bloco/cabeçote
Ferro fundido/alumínio
Alumínio
Configuração/nº de cilindros/nº de mancais
Em linha / 4 / 5
Diâmetro x curso
69 x 66,8 mm
78 x 83,6 mm
Cilindrada
998 cm³
1.598 cm³
Taxa de compressão
10:1
10,7:1
Potência máxima
74 cv a 5.850 rpm (G/A)
111 cv a 5.600 rpm (G/A)
Torque máximo
10 m·kgf a 4/350 rpm (G/A)
15,1 m·kgf a 4.000 rpm (G/A)
Nº de válvulas por cilindro
Quatro, atuação indireta por alavanca-dedo
Nº de comandos de válvulas/ acionamento/ localização
Um/correia dentada/cabeçote
Dois, corrente/cabeçote
Formação de mistura
Injeção eletrônica no duto, acelerador eletrônico
Combustível
Gasolina comum e/ou álcool
TRANSMISSÃO
Rodas motrizes, câmbio
Dianteiras, manual
Nº de marchas
Cinco à frente + ré
Relações das marchas (:1)
1ª 4.091; 2ª 2.238; 3ª 1,393; 4ª 1.029; 5ª 0,821; ré 3,545
1ª 3,727; 2ª 2,048; 3ª 1,393; 4ª 1,029; 5ª 0,821; ré 3,545
Relaçao do diferencial (:1)
4,5
4.067
SUSPENSÃO
Dianteira
Independente, McPherson, braço triangular, mola helicoidal, amortecedor pressurizado com batente hidráulico e barra estabilizadora
Traseira
Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
Curso da suspensão diant.
146 mm
154 mm
Curso da suspensão tras.
203 mm
212 mm
DIREÇÃO
Tipo
Pinhão e cremalheira com assistência elétrica indexada à velocidade
Diâmetro mínimo de curva
9 metros
Voltas entre batentes
3,4
FREIOS
Comando
Hidráulico,  duplo circuito em diagonal, servoassistido a vácuo
Dianteiros
A disco ventilado Ø 260 mm
Traseiros
A tambor Ø 203 mm
Controle
ABS, EBD e auxílio à frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas
Aço, 5Jx14
Al,. 6Jx14
Aço, 5Jx14
Al, 6Jx15
Al. 6Jx16
Pneus
165/70R14
185/60R15
165/70R14
185/60R15
185/55R16
PESOS
Em ordem de marcha
956 kg
970 kg
964 kg
979 kg
982 kg
Carga máxima
N.D.
CONSTRUÇÃO
Tipo
Monobloco em aço, hatchback, 4 portas, 5 lugares, subchassi dianteiro
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto
0,33
Area frontal (calculada)
2,04 m²
Área fiontal corrigida
0,673 m²
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento
3.827 mm
Largura sem espelhos
1.675 mm
Altura
1.528 mm
Distância entre eixos
2.450 mm
Bitola dianteira/traseira
1.470/1.475 mm
CAPACIDADES
Porta-malas
265/1.132 litros (VDA)
Tanque de combustível
41 litros
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h
14,5 s (G), 13,8 s (A)
9,9 s (G). 9,5 s (A)
Velocidade máxima
167 km/h
191 km/h
CONSUMO (Inmetro)
Cidade
12,5 km/l (G), 8,7 km/l (A)
11,6 km/l (G), 8,1 km/l (A)
Estrada
14,8 km/l (G), 10,4 km/l (A)
13,2 km/l (G), 9,3 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/`000 em 5ª
29,1 km/h
33,1 km/h (versão SV)
rpm a 120 km/h em 5ª
4.100 rpm
3.600 rpm
rpm em veloc. máxima (5ª)
5.700 rpm
5.800 rpm





EQUIPAMENTOS NISSAN NEW MARCH


1.0 Conforto
1.0 S
1.0 SV
1.6 S
1.6 SV
1.0 SL
Conforto e comodidade






Abertura interna da portinhoa de combustível
Acion. alarme pelo controle remoto
Acion. elétrico dos vidros, 1-toque mot.
Ajuste de altura do banco do motorista
Ajuste de altura do volante
Ar quente
Ar-condicionado comum
Ar-condicionado digital
Auste elétrico dos retrovisores externos
Chave com telecomando para travas
Comando de áudio e telefone no volante
Computador de bordo e relógio
Consele central com 3 porta-copos e porta-objetos
Conta-giros
Desembaçador do vidro rtraseiro
Faróis de neblina
Hodômetro total e parcial digital
Iluminaçào no porta-malas
Pára-sóis com espelho
Revest. dos bancos em tecido premium
Revestimento das portas em tecido
Revestimento dos bancos em tecido
Tomada de 12 V no console central
Travas elétricas portas e porta-malas
Aparência






Acab. prata apoio braço portas diant.
Acab. prata manopla do câmbio
Acab. prata painel central e saídas a/c
Acabameno em preto da coluna central
Acabamento preto piano  painel central
Bancos com costura dupla
Botão alavanca freio estac. cromado
Defletor de teto com 3ª luz de freio
Maçanetas ext. cor da carroceria
Maçanetas externas cromadas
Moldura inferior da grade cromada
Retrovisores externos rebatíveis

Segurança






Alarme de chave no contato
Alarme perimétrico
Apoios de cabeça (4) c/ reg, altura
Cintos diant. c/ pré-tens. e lim. de carga
Cintos tras. 3-pts (2) e subadominal
Imobilizador de motor
Limpador pára-brisa 9-vel. + ajuste de intermitência
Sistema de áudio






Bluetooth streaming c/ com. no volante
Câmera traseira
GPS integrado com NissanConnect
Preparação para áudio
Rádio/toca-CD c/ RDS, entr. aux,, MP3/iPod, USB e 4 alto-falantes
Rádio/toca-CD c/ RDS, moatrador 5,8" em cores, entr. aux,, MP3/iPod, USB e 4 alto-falantes


(Atualizado em 19/05/14 às 19h50, medida dos pneus do 1.6 SV anterior e detalhe das repetidoras de seta)


119 comentários :

  1. Rafael Ribeiro18/05/14 12:18

    Ótimo post, curto, objetivo e esclarecedor. O New March é uma opção que se tornou ainda mais interessante em segmento. Gostei em especial do interior. A versão 1,6 SV me parece a de melhor custo-benefício.

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    1. Rafael Ribeiro
      Você tem razão, isso vem acontecendo, melhor custo-benefício não ser a de topo.

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  2. Algum plano da marca para disponibilizar um cambio automático nele?

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    1. Vai saber.....

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    2. FontesL
      Nada comentado nem perguntado, mas acho pouco provável. No Japão existe um 1,2-L 3-cilindros de 80 cv com câmbio CVT.

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  3. Legal, Bob. O carrinho deve ser realmente bom, mas dificilmente eu teria um, dado ovalor e o visual, longe de me agradar.

    Porém, é um sacrilégio botar um carrinho leve como esse e bem forte como na versão 1.6, com uma quinta tão curta. Essa rotação a 120 poderia ser "derrubada" em 20% sem o menor problema!

    Abraço

    Lucas CRF

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    1. Também acho. Vendo que fica a 3.600 rpm a 120 km/h e seu torque máximo é a 4.000 rpm, deixar essa última marcha um pouco mais longa ainda faria o veículo ficar na parte ascendente da curva de torque e permitiria que se continuasse a guiar sem precisar reduzir marcha muitas vezes.

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  4. Aléssio Marinho18/05/14 12:50

    O March é um ótimo carro, muito bem construído, talvez o melhor da categoria, muito econômico e com bom desempenho (pena não conseguir andar junto com uma certa Dodge Ram V10...rsrsrsrsrs), mas essa reestilização ficou muito estranha. O antigo era muito mais harmonioso. Eu tiraria esse "dente de coelho" da grade...

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  5. Fiz um test-drive ontem e gostei muito, inclusive (para padrões tupiniquins, que fique claro) dos preços. Até onde me lembre, não há nada na concorrência, que pelos mesmos valores das respectivas versões SV e SL, entregue um carro tão completo quanto. Para mim, o melhor C/B está na versão SV que já vem com tudo o que quero por R$ 3.000,00 menos que a SL, onde tirando o GPS e talvez a câmera de ré, o resto todo é perfumaria, e inclusive acho as rodas aro 15 e as maçanetas na cor do carro do SV, mais bonitas que as do SL. Estou doido para fazer uma besteira, he, he, pois apesar do meu carro ter cinco anos e meio, está muitíssimo conservado e pouco rodado. O "problema" é que quando se gosta de carros, depois deste tempo dá aquela coceira por uma novidade na garagem. Vou passar a semana matutando se troco de carro "ou não", como diria Caetano Veloso. Outra coisa: ao perguntar por promoções de desova para o SV mexicano em estoque, me ofereceram por R$ 37.000,00 com pintura metálica inclusa, mais insulfilm (que dispenso), tapetes, e protetor de cárter. Tenho impressão que se sentar mesmo para assinar o cheque, ainda posso conseguir mais alguma coisa, como IPVA ou frisos laterais e ponteira de escapamento cromada. Considerando que vem com os mesmos equipamentos de série do SV nacional, se quiser deixar o quesito beleza de lado, pode ser um bom negócio. No caso, eu apenas trocaria os pneus Maxxis por Dunlop, Michelin, ou Continental. Que acham? Estou aberto a palpites.

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    1. Corsário Viajante18/05/14 14:56

      Eu não trocaria os pneus.
      Na verdade, a menos que tenha um ótimo motivo, eu não trocaria sequer de carro... rs

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    2. Só pra acabar com essa loooonga novela, compre logo esse March (e também o Polara)!

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    3. Marcus Lahoz18/05/14 21:15

      Eu fiquei 6 meses procurando carros para comprar o meu atual. De qualquer forma se você quer e tem condições: seja feliz.

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    4. Também acho que nao deveria trocar de carro...
      Nao se deixe levar pelo fetiche do consumismo, meu caro amigo
      Porém mais vale um gosto que dinheiro no bolso
      Boa sorte Mr. Car!!
      Depois, por favor, nos posicione sobre seus próximos passos
      Estamos aqui para ajuda-lo

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    5. Meu primeiro livro na facu foi: " O Fetiche das Mercadorias" e eu fortemente recomendaria que , voce Mr. Car fizesse sua leitura
      Deixe de lado essa assanhamento burguês pela aquisição de produtos novos
      Nao se deixe levar pela sanha consumista, que nos corrói a alma e nos da tanta inquietação
      Esse tipo de desconforto que voce sente, essa vontade de ter um carro novo e fruto de propaganda das montadoras, que mantém a roda viva do consumo girando
      O pais passa por um momento difícil, Copa, protestos, escândalos... Além disso estamos em ano eleitoral
      Provavelmente nossa presidente vai ser reeleita e teremos anos negros pela frente
      A sombra da Venezuela cada vez mais nos encobrira e esse pais terá muita coisa triste por passar
      Assim, mantenha seu $$ na poupança para transcorrer os próx anos com mais conforto e tranqüilidade
      E o que penso e tenho a lhe falar

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    6. Mr.Car,
      Quem esta certo é o Anônimo18/05/14 19:22.
      Deixe de história... guarde esse dinheiro para comprar seu carro antigo/classico.
      Polara, Veraneio, Maverick 4 portas, ou outro ainda...
      Se você comprar um carro novo e nao comprar um antigo você cairá tremendamente no meu conceito! Vou achar que você, na verdade, não gosta de carro e não é um legítimo autoentusiasta.
      É muito fácil falar que é entusiasta, mas não é muito fácil praticar isso.
      Por favor.... não nos decepcione!

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    7. Compra! Compra! Compra! Se a verba tá na mão, simbora! A gente leva desta vida a vida que a gente leva....

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    8. Também estou achando, Tuhu. Ainda mais agora que não tenho "todo tempo do mundo", como quando tinha vinte aninhos, he, he!

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    9. Gozado.....
      O cara vem pedir opniao, leva uma tremenda saraivada do pessoal ... e depois fica "pianinho" e nao fala nada.
      Nao entendi essa, nao ....

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    10. Afe...até o fetiche da mercadoria foi citado aqui..... enfim, deixando de lado a sociologia de buteco, é uma boa compra, bem racional. 5 anos é um tempo bom para trocar de carro (dependendo do quanto vc roda, claro!), pois é qdo começam a vir as manutenções mais onerosas... Eu não compraria o mexicano, ficaria com o new mesmo. Além de mais bonitinho e com acabamento melhor, é nacional, a nissan vai ter estoque pra vender e provavelmente será realmente popular, facilitando sua vida no futuro.

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  6. Lorenzo Frigerio18/05/14 12:59

    "Nada é tão ruim que não possa ficar pior."
    E pelo visto, a versão 1.6 continua a sofrer do "mal do câmbio curto". Não precisava, pois 111 cv e 15,1 kgf.m para 980 kg é potência e torque de sobra.

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    1. Lorenzo Frigerio
      É a velha história, o mercado quer carros de muitas marchas mas não quer passá-las.

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    2. Lorenzo Frigerio18/05/14 18:36

      Bob, esse carro (1.6) poderia ter até 4 marchas espaçadas, com a quarta proporcionando 3000 rpm a 120 km/h... ele teria um ótimo desempenho da mesma maneira. Imagino que o comando seja variável, procede?
      A minha primeira frase (não deixei isso claro) se refere ao visual, que em minha opinião piorou.

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    3. Na versão SL com pneus 185/55R16 a 120 reais fica a 3500 rpm, e a máxima dá na pinta dos 5600 rpm. A meu ver não tem nada de "mal do câmbio curto".

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    4. Corrigindo: o valores acima são com a medida 185/60R15. 34,04 km/h a 1000 rpm. Quinta 0,821; diferencial 4,067. Com aro 16 é ainda 1,14% mais longo.

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  7. Agora esse e o carro preferido do meu amigo Mr. Car
    Vou aconselha-lo a comprar nessa cor azul, que esta lindíssima
    Como ele gosta de carros luxuosos e potentes, deve ficar com a versão top
    E isso ai!

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    1. Essa novela mexicana, tem muuuuuitos capítulos ..

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  8. Quero crer que o azul esta fazendo "moda" agora
    Notei que todos os carros de teste eram azul..
    A Honda lançou um azul metálico, muito bonito, no New Fit.
    Como a Nissan , a Honda escolheu essa cor para a divulgação de fotos e carros de imprensa
    Espero que a ditadura do Preto/Prata esteja com seus dias contados
    Mas isso, esta nas maos, de nos consumidores!

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    1. Anônimo 18/05/14 13:14
      Sim, na coletiva avisaram que todos os carros de teste naquele dia seriam azuis Pacífico. É mesmo a cor da moda. Prata ainda se vê bastante, mas preto está se tornando raro, reparou?

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    2. Corsário Viajante18/05/14 14:54

      Depois do branco, a modinha agora é azul. Ou seja, quem já gostava de azul vai passar raiva.

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  9. Bob, ratifica o valor da densidade do material fono absorvente? Achei um tanto massudo.

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    1. Anônimo 18/05/14 13:16
      É a informação oficial.

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    2. Também achei meio "massudo", não seria 1,8 kg/m²?

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    3. Sharp, to com o Anônimo 18/05/14 e acho que a Nissan deslizou nesse 1,8 kg/cm². Dá uma olhada:
      Uma folha de papel tem 0,075kg/m² = 0,0000075kg/cm²
      1,8 / 0,0000075 = 240.000
      Esse material isolante serial 240 mil vezes mais denso (massa/área) que uma folha de papel.

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    4. Mas deve ser 1,8 kg por metro quadrado e não por centímetro quadrado. Do contrário o carro teria um peso absurdo só de material fonoabsorvente.

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    5. Guilherme e demais leitores
      Certamente houve engano da Nissan nessa informação. A base só pode ser mesmo m².

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    6. Densidade, todo mundo aqui sabe, é massa por volume. Informarem um valor em massa por área, sem especificar a espessura do material, pode até ser de "uso comercial", mas tecnicamente fica uma informação incompleta. Ainda se embolam com a unidade...

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  10. Ja dirigi um dos antigos com motor 1.6
    Muito bom...
    Mas nao gostei nem um pouco da falta de cuidado com a forrarão acústica, que deixa muito a desejar

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  11. Que carrinho bacana! e o preço está interessante dentro do contexto do mercado nacional. Não vejo sentido em comprar um carro sem ar-condicionado ou sem direção elétrica/hidráulica, e a Nissan acaba de demonstrar que é possível fazer isso, sem cobrar mais. Só prova ainda que existe muita "gordura a ser queimada" nas outras marcas. A versão mais interessante é a 1.6 S por 37.490. Carros com algo a mais que 1.0, mais em conta, Só o Uno 1.4 Economy, completo, na faixa dos 35.000, e o Etios 1.3 completo, na faixa dos 37.000... Não tem comparação, ambos levariam uma surra do Nissan, principalmente na estrada. Novo Palio Essence 1.6, tecnicamente muito próximo do March parte de 41.000, mesma faixa do Onix 1.4 e do Gol 1.6, 208 e C3.

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  12. Tem informações sobre as melhorias estruturais dele ? se foram utilizados aços tipo Boro nas colunas A e B, já que o anterior foi um fiasco e lançar carro inseguro hoje em dia pode não pegar bem quando tem concorrentes como Up e Etios sendo referências neste quesito.

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    1. Melhorias estruturais? Só mudaram parachoques, faróis e painel...

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    2. Anônimo 18/05/14 13:30
      Nada foi comentado a respeito.

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    3. Anônimo 18/05/14 13:44
      Está aí uma coisa para a qual não dou a menor importância. É assunto já bastante debatido aqui.

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    4. Você pode não dar, mas o mercado consumidor dá cada vez mais importância a isso. Como imagino que não escreva somente para você, senão não faria sentido escrever num blog aberto a todos na internet, seria interessante escrever sobre algo que o público cada vez mais dá importância sobre os carros atuais.

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    5. Anônimo 18/05/14 16:15
      Analiso o que considero relevante e segurança em acidente, estrelinhas e coisa e tal, para mim não é. Fui claro?

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    6. O Anônimo 18/05/14 16:15 está pagando alguma coisa ao Ae para se sentir no direito de fazer exigências??

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    7. É a histeria em torno do que se não vê - e é melhor mesmo que se não veja. Um papagaio canta qualquer coisa lá de seu quintal em um monte de macacas de auditório começam a gritar:
      Quero 20 airbags!!! Quero sopa de letrinhas, todo o alfabeto, hein!!! Que tipo de aço é a coluna A? Tem deformação programável?
      Ora, vão lá capinar um terreno, bando de tontos!

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    8. Caro Bob, respeito demais sua opinião e aprecio suas avaliações. Mas muitas pessoas se preocupam com sua segurança em caso de acidente (eu incluso). Acho que essas merecem respeito. E antes que algum baba-ovo venha me xingar por postar essa crítica, quero dizer que o jornalista tem a obrigação de analisar o produto como um todo e não somente a parte que lhe interessa. Imagina se toda a imprensa for falar só do que lhes interessa...

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    9. Caro anônimo 27/05/14 23:27
      Reescrevendo a sua frase, "Todo jornalista tem a obrigação de analisar o produto como um todo, mas não a parte que absolutamente não lhe interessa." ou então "Todo jornalista tem a obrigação de analisar o produto como um todo, mas não a parte que considera irrelevante." Você, por exemplo, nunca lerá que, de mim, "que os plásticos têm rebarbas". Por quê? Interessa a muitos, tanto que há vários jornalistas que falam a respeito disso, mas para mim é o mesmo que procurar pêlo em ovo. Analiso produto, não batida.

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    10. Na última remodelação de um carro nacional, certo redator comentou que era praticamente o mesmo do mesmo, porque até o espelho que fica no quebra-sol do motorista era o mesmo e blá,blá, blá...
      Eu, por exemplo, nunca usei esse tal de espelhinho.
      Meu pai sempre dizia: "pêlo em sapo", hehehe...

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    11. Ok Bob, entendi seu ponto.
      Abs.

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  13. New March, New Fiesta, New Civic. Por acaso não há palavra em português que substitua "new"?
    Quanta macaquice, my God!

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    1. Anônimo 18/05/14 13:35
      Concordo plenamente, acho sem sentido chamar um carro de "New-alguma-coisa". Nem pelo termo em inglês, mas por ficar cômico o próximo carro. Seria New New-algo? Veja o rolo do novo New Beetle...

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    2. Realmente não vejo porque tanto "new", para ainda por cima você ir em um site de venda de carros por exemplo, buscar o carro X e se lembrar que agora ele não começa mais com a letra de antes, e sim com "N"...

      Que é novo todo mundo já sabe.

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    3. Corsário Viajante18/05/14 14:53

      Apoiado, tbm acho desnecessário, cafona, além de induzir aos erros e dilemas apontados.
      Mas o povão gosta, pq "é xique".

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    4. ô xiqueza..... ¬¬

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    5. Bom mesmo era na época do Gordini e do Corcel...

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    6. Para o Sentra usaram "Novo". Por que não para o March? Ainda sim digo que também sou totalmente contra "Novo", "New" ou o que for. E os próximos modelos serão o que? "Novo Novo"? "New New"? Vai acontecer o que aconteceu com o Civic, que um dia já foi "New" que com o passar do tempo ficou "Old" e que agora é simplesmente Civic.

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    7. País colonizado é isso aí.

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  14. O carrinho ficou mais atraente assim, não me agrada também, mas pelo menos está mais atual, o visual antigo parecia desatualizado(menos vincos?). Deixando visual de lado, ele é uma opção bem racional.

    E é ótimo que já venha com um monte de acessórios(como o ar-condicionado). Isso faz um peso sobre as outras fabricantes também terem, e com a produção em massa o custo dele é bem reduzido.

    Pena retirarem os repetidores laterais, o Clio sofreu o mesmo há alguns anos. Ficou 10 anos em produção com eles lá quietinhos e funcionais, e do nada inventaram de o trocar por uma tampinha com o nome do carro(quanto será que custa a tampinha vs indicador?) para algum tempo depois fazerem o para-lamas já sem este corte.

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    1. No caso do Clio até que era bem fácil fazer o para-lama com repetidor, uma vez que os mesmos são de plástico. Logo, sequer haveria um buraco de chapa para a água infiltrar e corroer por dentro, uma vez que não havia metal na jogada.
      No caso de outros carros poderei até entender a preferência por repetidores nos retrovisores em vez de no para-lama, uma vez que já se usa um único buraco de chapa (o do retrovisor) para agregar uma série de funções, evitando assim que se abra outros buracos que possam gerar infiltração de água (uma vez que infiltração de água pelo buraco do retrovisor é bem visível e passível de conserto rápido).

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    2. Novo Clio os paralamas são de metal.

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    3. Ainda que seja muito fácil de fazer, o que ressalto é que já era algo existente há muitos anos e que não creio comprometer tanto o valor, e é algo bem interessante para a visualização tanto lateral, quanto se a lâmpada frontal queimar(o que não tem hora para acontecer, pode ser quando você está na rua) ainda resta ela como uma pequena redundância.

      Considerando o desenvolvimento da tampa e depois do outro para-lamas sem o corte, são dois custos extras que não haveriam(pensando pelo argumento custo, que é a desculpa universal para remover itens), por isso que não vejo lógica, se fosse realmente um corte direto e previsto, poderia até tentar ver que os centavos de custo para a fábrica farão diferença.

      Concordo com o que diz da facilidade de o repetidor estar no retrovisor, mas pessoalmente prefiro no para-lamas mesmo, por ser uma área menos suscetível a impacto (já vi muitos desses de retrovisor em que uma "motoboyzada" ou encostão que o carro levou, muitas vezes manobra do carro do lado, quebrou a lente), e uma coisa que estranhei é o custo dela para o consumidor ser bem mais alto do que quanto é este pequeno soquete integrado que vai no para-lama. Para a fábrica deve ser igual ou muito próximo, mas no mercado de reposição eu olhei alguns preços e achei sem explicação o custo tão maior(praticamente o dobro).

      Não quero ser chato nem apegar a coisa tão pequena, mas acho que as fabricantes deviam sim nos oferecer o que há de melhor, por mais que não estejamos em um dos países mais ricos, isso não é nenhum luxo.

      Abraços

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  15. Corsário Viajante18/05/14 14:52

    Ficou interessante. Não apaixonante, mas interessante.
    Gostei muito dos pacotes, bem bolados e equipados. E o March ,que já era bem competitivo, agora está ainda mais. Ser fabricado aqui tbm é excelente. Se precisasse comprar um carro provavelmente seria um dos mais cotados.
    Porém, não gostei do seguinte:
    1) Porque não usar o mesmo motor 1,0 do CLio se este é melhor e está disponível?
    2) Porque não oferecer o sistema de partida sem tanquinho? Quase todos os lançamentos já oferecem...
    3) VOlante horrível.
    4) O "new" era totalmente dispensável. Podiam ter evitado esta cafonice.

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  16. Por R$ 3.000 de diferença, eu jamais iria de 1,0. Mesmo que o carro servisse apenas para pegar pão na padaria da esquina.
    E. U.

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  17. Bob, há um erro na tabela. A última coluna faz referência ao modelo 1.6 SL, e não 1.0.

    O carro é bem interessante mesmo, especialmente na versão 1.6. Tenho vontade de fazer um 'test-drive' um dia.

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    1. xineis
      De fato, já corrigi lá, obrigado pelo aviso.

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  18. Bob, é impressão minha ou a Nissan adotou vedação dupla nas portas do March?

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    1. Anônimo 18/05.14 18:32
      Francamente, nem notei. Vamos receber um carro amanhã ou terça e verifico, mas não me pareceu haver nada nesse sentido.

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    2. Sempre foi assim.

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  19. Achei que o desenho do Old March é muito mais original e bonito.Porque nunca conseguem aprimorar um desenho?

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  20. A primeira marcha dá aquela "cantada" do modelo anterior ou não deu pra notar?

    Esses pneus do aro 16 (185/55) da DUNLOP são nacionais também?

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    1. André
      O ruído da primeira diminuiu muito, algo como 70%. Quanto aos pneus Dunlop, não sei dizer, vou verificar.

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    2. André
      Esses Dunlop são importados, mas disponíveis nas concessionárias, segundo a Nissan acabou de me informar.

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  21. Corsário Viajante,

    1) questão comercial, quem desenvolve tem o direito de lucrar nas vendas iniciais.

    2) custo/benefício; para oferecer outros recursos, mormente mais cativantes ao cliente, é preciso economizar em outra parte.

    3) questão de gosto e este não deve ser discutido (*).

    4) O "New" está sendo muito repetido aqui, apesar de também não gostar, saiba que o desenvolvedor do produto faz pesquisas antes de sobre certos modismos. A rigor este "New" é nome de fantasia, em geral não vão para o documento do carro (pelo menos entre aqueles que conheço).


    (*) Autoentusiasta é um "título" que cada um dá a si, ou seja, não provém de instituições, agremiações, sindicatos, ou seja lá o que for. Assim sendo, a prática mostra que um indivíduo que se autointitula autoentusiasta nem sempre tem o conhecimento de mercado necessário e suficiente para compreender certas mudanças nos automóveis.

    Em geral, as pessoas demoram para absorver uma mudança, profunda ou não, sempre optando pelo conservadorismo, alegando que o anterior ou o atual é mais belo que o lançamento recente/futuro. Não demora muito para mudar de ideia; alguns até se apaixonam tempos depois.

    Aliás, aqueles que se sentem atraídos por um novo lançamento é mais ou menos autoentusiasta? Ser um ser entusiasmado por automóveis é permitir-se apaixonar por tudo aquilo que diz respeito os veículos em geral, não apenas sobre performance, desempenho, comportamento dinâmico, etc. Autoentusiasta é um termo tão genérico e abrangente que ignorar outros tipos é o mesmo que discriminar. Até onde eu sei este fórum é para todos e não apenas para um nicho específico.

    Assim sendo, que se critique falhas conceituais ou dinâmicas, mas nunca questões onde o gosto pessoal poderá divergir de pessoa para pessoa -- o que um não gosta ou outro poderá adorar. Não gostou mesmo? Que não compre! Mas criticar algo de caráter subjetivo é ofender todo aquele que pensa diferente.

    Obs.: não tenho o carro deste post, nada do que eu disse se aplica ao mesmo; foi um comentário genérico. ;-)

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    1. Caramba .....

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    2. Pedantismo tem limite.

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    3. Gerador de lero-lero detected!

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    4. Esse cara deve estar de mal com a vida.

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  22. Antonio Amaral18/05/14 20:16

    Porque o curso de suspensão da versão 1.6 SL é maior que das outras versões? Teria algum motivo especial? E a distância do solo, nessa versão também é maior?

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    1. Antonio Amaral
      Segundo a Nissan, foi preciso dar mais curso devido às rodas aro 16.

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  23. Bob, você que dirigiu ambos, comparado ao New Fiesta (1.5 diga-se) como o March se sai? São categorias um pouco diferentes (no papel) mas na prática me parecem carros muito próximos, me deixa na dúvida, sobretudo porque japoneses costumam ter melhor qualidade construtiva.

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    1. Anônimo 18/05/14 21:46
      Não é possível dar opinião pessoal sobre produto, é antiético. Para isso há os textos e o leitor pode tirar suas conclusões.

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  24. Bob, apenas duas correções...
    O March mexicano com rodas aro 15 não vinha com pneus 185/65, e sim com pneus 175/60. A informação está no seu post no teste do modelo antigo, assim como no site da marca hoje, que ainda não tem o modelo novo. Assim, diâmetro seria menor que o adotado hoje, 185/60. E o modelo mexicano também não tem repetidores laterais, é o Micra europeu (de desenho idêntico, salvo as lanternas com LEDs) que tem esse item. Do nosso pro mexicano, a maior diferença é o volante, que o deles mantém o antigo.

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    1. Adriano Vieira
      Correto, 185/60R15 é no Versa. Corrigida essa informação e a das repetidoras, só no japonês. Mesmo assim é inconcebível que México e Brasil não as coloquem. Agradeço sua atenção.

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  25. Bob o pneu do March era 175/60 15".
    Legal que deram uma alargadinha.

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    1. Será que precisava??

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  26. Caro Bob,
    parabéns pelo trabalho. Gosto muito do AE.
    aguardo ansiosamente um vídeo do seu teste.
    por gentileza, se não for problema, você poderia avaliar a qualidade construtiva do carro? Observar as mangueiras do motor, ou verificar se há algum pequeno deslize de montagem, algo do tipo.. se houver, acho até compreensível pelo fato da fábrica ser nova.
    Curioso para saber se o padrão da Nissan foi mantido quando nacionalizou o March.
    Eu tenho um Sentra em casa, já com 5 anos e meio, o carro foi muito bem construído.
    Tenho lá minhas suspeitas que o Sentra poderia tornar-se "nacional".
    abraços,
    Lindercy.

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    1. Anônimo 19/05/14 00:21
      Nada errado com a produção e montagem numa primeira análise. O Sentra deve continuar importado.

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  27. Pessoalmente não gostei da nova frente mas é possível que vendo o carro ao vivo eu me acostume mais com ela...mas o azul ficou muito bonito e a Nissan disponibilizou umas rodas aro 16 que encorparam bastante o visual do carro como um todo.
    Quem sabe se essa cor azul emplaca?

    Tem uma versão do March com rodas de ferro (vejo sempre um prata desses perto da casa da mãe da minha filha)... essa versão ainda continua em linha com a renovação?

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    1. Mãe da sua filha?
      Nao seria sua esposa?

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    2. Anônimo 19/05/14 08:37, sabe de nada, inocente!! hihihihi

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    3. Ou ex-esposa...

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    4. Anônimo, pode ser ex-esposa, ou ex-mulher, o que é bem comum atualmente.

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    5. Pode ser como a Porcina da novela. Foi sem nunca ter sido.

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    6. Eduardo Silva19/05/14 11:45

      Isso, inclusive ele chama a casa dele de "casa da mãe da filha".

      Ê falta de raciocínio. Se esforce, talvez você entenda o que quer dizer.

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    7. Hahahahahaha, o João Guilherme deu a definição certa!
      Não houve casamento, então eu sempre uso o termo "mãe da minha filha."

      De toda forma, peço desculpas ao Anônimo das 08:37 pela confusão... e acredite, você não é o único a se embaralhar com isso.

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    8. Pode ter sido um acidente de percurso, e a dita cuja não ser nada além de mãe da filha (sem ter sido esposa). Atualizem-se, o mundo hj é outro e as configurações familiares também.

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    9. anonimo 1:23
      Verdade. Se até uma coordenadora pedagógica de uma escola pública de São Paulo chega a declarar que a família tradicional não existe mais... inventaram agora um troço chamado de "dia de quem cuida de mim". Essa turma pirou de vez.

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  28. A Nissan precisa agora dar um upgrade na Livina.

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    1. verdade, tá precisando. Alíás já nasceu precisando, hehe

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  29. Eu nao gostei do desenho...
    É a Nissan seguindo o jeito de desenhar da SsangYong..
    Aff !

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  30. pelo que pude observar, salvo engano o preço de tabela de preços do new march foi mantida em relação ao modelo anterior importado. fica a duvida: importar um carro custa o mesmo preço de construí-lo aqui no Brasil? não era pro nacional custar mais barato? não consigo entender a lógica do mercado automobilístico nacional. tem muito imposto sim, mas as montadores não abrem mão de nenhum centavo do seu lucro.

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    1. charles
      Carros mexicanos podem ser importados sem recolher imposto de importação por força de acordo comercial Brasil-México. Quanto à questão de lucro, você abriria mão do lucro se tivesse um negócio qualquer ou negócio seria beneficente?

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    2. Acho que a pergunta correta seria: "Se tem quem pague, por que diminuir meu lucro exorbitante?". Carro exportado daqui para países vizinhos são mais baratos que aqui, então não tem nada de "negocio beneficente".

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    3. Nem sempre. Produzir fora pode ser bem mais barato, isso vale para um carro ou até brinquedo xingling do camelô... Mas quem define o preço é o mercado, não necessariamente o custo de produção.

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  31. Nossa, este fds quase comprei um Hb20 1.6 Confort, por R$41.450. E agora esse March por R$37.000? Aiai.....
    Qual é melhor negócio?

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    1. HB-20 com certeza
      Vale essa pequena diferença de preco.
      O HYunday e bem melhor..
      Ja tive March e HB-20 , sei o que falo

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    2. Me conte mais como é ter um carro que ainda nem tinha sido lançado...
      Também fiquei curioso para saber exatamente em que o "HYunday" é melhor, assim acho que vai ajudar melhor o colega a decidir qual carro pegar.

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    3. Ué, o March só lançou agora? Que eu saiba já tem um bom tempo que ele roda por aqui. Esse novo com dente de coelho não agrega nada de relevante em relação ao mexicano. Portanto o comentário procede.

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    4. Anônimo 21/05/14 15:14
      Está tudo devidamente contado no texto. Esse foi o lançamento do March fabricado no Brasil. O carro chegou aqui, trazido do México, há dois anos e meio.

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    5. Eu sei Bob, eu estava respondendo ao Unknown, 10:07. Ele tentou fazer uma graça com o anonimo das 8:41 e caiu em erro.

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    6. Anônimo 21/05/14 16:58
      Aqui não existe essa informação (até por que não foi passada para eles), mas outros sites noticiaram que o carro teve mudanças estruturais, acho que nada formidável justamente por não terem enfatizado esse aspecto, de qualquer forma antes de depreciar o carro é melhor esperar um novo crash test.

      Frederico Araripe

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    7. Sinceramente, eu risquei o hb20 da minha lista por causa da suspensão traseira. Viajar em 4 pessoas, andando um pouco mais rápido... é complicado. A suspensão é mto ruim. Inclusive conversei com proprietários do hb20 que confirmaram essa informação.
      O new fiesta dá de 10 em termos de suspensão, inclusive o pessoal aqui do AE fala da suspensão no vídeo de avaliação do new fiesta (se não me engano foi o A. Keller), dá uma olhada.

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  32. Como vou vender meu ultra economico Old Fit, melhor ir de March não? Pois o Hb20 não tem nada de econômico!

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    1. Infelizmente o Fit piorou o consumo com o motor flex, mas acho que você vai estar caindo de categoria.. Estudaria bem a possibilidade de comprar um Fit (usado) o mais novo que couber no orçamento.

      Frederico Araripe

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    2. Eu estou para trocar meu focus 2008 e estou entre o fit e o new fiesta. Sinceramente, esse interior do fit na versão LX me decepcionou e custa 54k na versão manual...
      Estou mais para pegar um carro com menos espaço e completasso (49k no fieste 1.6) pois somos só eu e minha esposa (que tem carro inclusive).
      Vou dar uma olhada no novo sandero, que talvez fique legal, mas sei que será um degrau abaixo comparado com o que estou acostumado em termos de conforto.

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  33. Tenho um march 1.6 (mexicano) e adoro o dito cujo. Surpreende-me a cada dia. Tem tudo de bom, mesmo. Acho apenas que na tabela de consumo divulgada tem algo errado. Ele NUNCA faz 14 km/l. Ele faz 16 km/l a gasolina, estrada, duas pessoas e ar ligado, velocidade de 110-120 km/h. É bom mesmo. Na cidade cravo 12 km/l. Carro é uma questão " psicológica" (rsrsrs). Gosto muito do march e acho que vai ser o carro que a molecada vai usar pros "rachas" (mas, sou contra).....

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