Crime: CONTRA A BESTIALIDADE EXACERBADA, SÓ PENA DE MORTE RESOLVE





Enquanto o Brasil não adotar a pena de morte continuaremos a assistir, atônitos e indefesos, a bestialidades como a verificada ontem, em que idiotas jogaram dois vasos sanitário de uma altura de 20 metros sobre espectadores que deixavam o Estádio do Arruda, em Recife, após partida de futebol entre o Santa Cruz e o Paraná. O ato criminoso resultou na morte instantânea de Paulo Ricardo Gomes da Silva, de 26 anos e feriu mais duas pessoas, uma gravemente.

O vídeo, obtido no YouTube, mostra o momento em as duas privadas atingem os espectadores.

Não é só privadas que matam, mas pedras atiradas de viadutos nas rodovias, como uma que matou um motorista de ônibus da Viação Cometa anos atrás na Rodovia Castello Branco, salvo engano.

Como o instinto mais forte do ser humano é o de sobrevivência, em que se faz de tudo para não morrer, só a pena de morte, à exclusão de qualquer outra medida punitiva, será capaz deter a bestialidade que está assolando o Brasil. Por quê? Quem tem orifício anal tem medo.

Que não me venham idiotas defensores dos direitos humanos se manifestar contra a pena capital.

À mãe e familiares do jovem Paulo Ricardo o AUTOentusiastas expressa as maiores condolências.

Bob Sharp
Editor-chefe
AUTOentusiastas

111 comentários :

  1. Eu discordo veementemente da pena de morte num país onde o judiciário não faz justiça. Temos outros caminhos para isso.

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    1. Verdade. Pena de morte não adianta nada em um país onde 90% dos assassinatos não tem solução, onde os crimes prescrevem pela morosidade do judiciário e a sensação de impunidade reina. Sabe o que aconteceria? Os caras entrariam com recursos, embargos infringentes, e 1000 outras saídas jurídicas para se livrarem. O que precisamos é que o judiciário funcione. As pessoas devem saber que as leis, brandas ou duras, serão cumpridas com rigor.
      E olha que nem sou contra a pena de morte. Acho que em casos de pessoas cuja própria existência, mesmo na cadeia, coloca a sociedade em risco, casos como Fernandinho Beira-mar e outros líderes de facções criminosas, seja um opção válida.

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    2. Concordo! Primeiro que isto aqui nem sequer ainda é um país! Segundo que aqui não tem justiça. terceiro que é governado por bandidos. Pergunto: alguém aí seria DOIDO de entregar o destino nas mãos desta corja? Olhem os exemplos às toneladas, esfregados na nossa cara!!! Olhem os caras da CET, os políticos, as safadesas, os juízes comprados, o funcionalismo público que não funciona!!! Bob: se os caras quisessem ou pudessem te perseguir por causa do seu Blog e se conseguissem te enquadrar, vc teria hoje segurança para dizer que não arrumariam um jeito de te matar? Sou A FAVOR da pena de morte em incontáveis casos, inclusive este que está no vídeo. Mas não confio nem um pouco em quem vai aplicá-la. Por isto e enquanto não mudarmos isto, sou obrigado a ser contra a algo que pode se voltar contra nós.

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  2. varmi
    Claro, não foi com nenhum parente ou amigo seu. Assim é fácil ser contra a pena de morte.

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    1. Não é um argumento que se sustenta. Se fosse um parente ou filho seu que tivesse cometido um crime e condenado à pena de morte, acharia uma pena bárbara.

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    2. A questão não é parente de fulano ou ciclano, e tomara que nem seu ou de nenhum leitor fora. Aliás, o que nos difere dos parentes das vítimas, né? Isso não ameniza em nada a bestialidade do ato, na verdade.

      Mas sou veementemente contra pelo simples fato da justiça neste caso poder ser falha. Casos emblemáticos sobre isso num país que aplica esta punição: OJ Simpson e o Rubin Hurricane Carter (mesmo que sua pena fora perpétua). Isso que citei só casos que envolveram pessoas famosas.

      O que questiono é que se num país que se aplicam tais punições e que se tem fama de se fazer justiça ela é falha imagine no nosso país, onde nem um julgamento do mensalão se consegue fazer (e apenar) direito. Por isso sou contra.

      Polêmicas a parte, obrigado por divulgar minha opinião e a respeitar. Discordar é parte da democracia, afinal. rsrs

      E acima de tudo parabéns pelo alto nível do AE!

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    3. Pra mim, melhor duas ou três falhas do que uma enxurrada de abusos devido à impunidade. Matou? Deve morrer. Simples e lógico. Além do que quem não concorda tem todo o direito de se mandar daqui, já fazem isso por outros motivos menos nobres, então façam por este também.

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    4. Hugo, você acha melhor "duas ou três falhas" se nenhum delas for com você ou sua família. É melhor inocentar dez culpados que matar um inocente.

      Alessandro

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    5. Pra mim é melhor matar 10 culpados e um inocente. Sobre ser eu ou não, você não sabe, não está em minha cabeça. Prefiro um pais seguro onde eu sofri com o erro mais meus filhos vivem livres do que um país onde preciso escondê-los atrás de um carro blindado e num condomínio com guardas armados.

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    6. Não concordo com seu argumento, Bob. O que vc definiu é vingança. Sou A FAVOR da vingança também e da pena de morte também. NOUTRA CONJUNTURA, não nesta. Vão virar contra a gente, vc sabe!

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  3. Apoio a pena de morte, mas mais ainda, o porte de arma.
    Já invadiram e tocaram terror na minha casa, já apontaram arma pra minha cabeça, já me assaltaram na rua algumas vezes. Nada disso teria acontecido se eu tivesse uma arma. Quem discorda da minha opinião, provavelmente nunca passou por essas situações na vida.

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    1. O Brasil não é um país sério. O povo votou não em 2005, apesar disso, na lei a posse e o porte permanecem proibidos. Teoricamente só são permitidos com raras exceções, e na prática é tudo proibido mesmo, exceto se você for amigo de um delegado federal.

      Um caso absurdo para ilustrar essa proibição ridícula: tenho um amigo que é funcionário público da Justiça Federal e sua função é cuidar do transporte e segurança das autoridades judiciárias federais, obviamente ele trabalha armado. Todavia o porte de arma funcional não permite que ele ande armado fora do horário de serviço. Ele tentou obter o porte civil na Polícia Federal e já teve dois pedidos negados, a autoridade policial federal diz que ele não tem a necessidade de andar armado (como se segurança de autoridade não fosse alvo). Ele é funcionário público federal e tem o pedido negado, imagina os que não são...

      Costumo dizer que arma de fogo é sinônimo de paz. O governo não pode garantir um policial militar em cada esquina, em cada porta. Nós temos de cuidar da nossa própria proteção.

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    2. Certa vez vi um comparativo muito coerente sobre a liberação do porte de armas de fogo: Dizer que armas não são necessárias pois existe polícia é o mesmo que dizer que extintores são dispensáveis pois existem bombeiros.

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    3. Anônimo, não pretendo fazer propaganda pois nem me sinto na liberdade de fazer isso aqui, mas recomendo que procure um curso de defesa pessoal. Eu faço e, apesar de nunca ter passado por isso, se fosse assaltado na rua, posso dizer que provavelmente conseguiria evitar o assalto e "prender" o bandido até a polícia chegar.

      Sobre porte de arma, não acho que seja estritamente necessário. As pessoas tendo armas acham que ela será o que vai salvar a vida. Garanto que um bom treinamento pra esse tipo de situação é infinitamente melhor que um porte de arma. Fora que o nível de controle para que o sujeito tenha uma arma teria que ser bem rígido.

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    4. Claro xineis, aí você bloqueia um e o amigo dele que tá na esquina de olho te dá dois tiros um no peito e um na testa e você fica lá pra servir de herói no noticiário policial.

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    5. Não é isso cara. A gente não recebe treinamento pra virar herói que nem aparece aí, mas aprende a conduzir melhor a situação. De quê adianta dar o dinheiro e não reagir se um vagabundo desses acaba de matando depois de te assaltar pra não ter testemunhas? Achar que por andar armado você tá mais protegido é pura ilusão.

      Fora que nem sempre o sujeito vem armado com uma pistola ou outra arma de fogo. Pode ser uma faca, garrafa quebrada, pedaço de pau com pregos...

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  4. Infelizmente, com a Constituição de 88 mais o juridiquês que impera a cabeça dos pseudointelectuais, será muito difícil diminuirmos a maioridade penal assim como adotar a pena de morte.

    Alegam os mercenários e pseudojuristasintelectuais que é necessário uma nova Constituinte. É difícil, mas não impossível.

    Tempos atrás tinhamos dado um bom passo com a lei dos crimes hediondos, em que o regime de cumprimento de pena não tinha mais a progressão, que anos depois voltou a ser pior que antes: coisa de que a cada 1/6 ou coisa que o valha, já se pula do fechado para o semi-aberto (semi-aberto é rua no português claro).

    Enquanto a OAB e a comunidade jurídica entender a criminalidade apenas para elaborar teses - verdadeiras ginásticas mentais pra defender mordomia e impunidade pra criminoso - e meio de graúdos honorários, dificilmente a coisa vai melhorar.

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    1. André, para quanto acha que a maioridade penal deve ser reduzida? 16 anos? 14? 12? 10?

      A maioria dos que defendem quer que seja a partir dos 16, mas se o mesmo crime for cometido por alguém que tem 15 anos? Ou 14?

      Ao contrário do que se pensa, o menor de 18 é punido pelos seus atos, basta uma rápida lida no ECA para encontrar as várias situações em que isso acontece. Além disso, seus responsáveis são responsabilizados pelos crimes e contravenções cometidas por esses "menores". O problema é que a aplicação da lei é falha e não foram respeitadas as legislações que cuidam do tema. Quem garante que a nova, pretendida por quem defende a redução seja respeitada? Quem vai pagar a conta dos novos milhares de presidiários inseridos no sistema?

      São várias questões em debate para reduzir ou não a maioridade penal e aprovar ou não a pena de morte no Brasil.

      Quantos às alterações na lei de crimes hediondos, concordo com você. Houveram mais prejuízos que benefícios nela, mas o povo só se manifesta sobre coisas que o afeta diretamente, ao contrário disso, a própria OAB tem integrantes que se manifestaram contra e a favor das alterações na lei de crimes hediondos, justificando cada um dos pontos levantados.

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    2. Pra cumprimento de pena de crime ou "ato infracional" o "rigor" da lei é mais do que cumprido. Afinal, tem gente lucrando com isso.

      Pra começar: acabar com progressão de regime; menoridade com 14 anos; internação mínima de 5 anos pelo ECA para "atos infracionais" sem violência. Julgamento em primeira instância e grau superior com direito a um recurso sobre decisão interlocutória e apelação. Condenado, apelação sempre recluso.

      Mas isso é um sonho, o pessoal que faz "ginástica mental" viria em cima com mil teses...

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    3. A OAB e a comunidade jurídica só fazem defender os seus interesses, ou seja, garantir o pãozinho de cada dia para sua classe...

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    4. Quanto a idade para a maioridade, devia ser como é na Inglaterra. Duas crianças de 8 anos mataram impiedosamente outra de 5. Prisão perpétua. Vão passar o resto da infância, adolescência, etc. na cadeia. Para sempre.

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    5. Fiuza, é pra escolher? 10. Com 10 anos de idade uma criança já tem discernimento suficiente que que não pode matar outra pessoa.
      Agora chama aquilo que existe no ECA de penas é piada da mal gosto. Aliás, bem adequada a sigla, ECA.

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    6. Lorenzo Frigerio05/05/14 04:41

      Anônimo das 13:05, você está completamente mal informado sobre a legislação da Inglaterra. Uma pessoa de idade inferior a 10 anos não pode sequer ser acusada de nada. Acima disso, existe legislação gradual. Talvez você esteja se referindo a dois garotos que mataram um menino de 2 ou 3 anos, há mais de 20 anos. Os dois ficaram presos oito anos e tiveram suas identidades trocadas. Um deles voltou a ser preso, por violar as condições de sua condicional, mas já foi solto. Existem vários casos assim por ali. Em geral, menores assassinos ficam presos em instituições próprios, mesmo depois de completar 18 anos. A partir dos 21, vão para o sistema prisional comum.

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    7. Não precisa haver maioridade penal alguma. Cometeu um crime? Responde por ele.

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  5. Eu também gostaria que todos esses marginais morressem, de forma lenta e dolorosa, mas o papel do Estado é garantir a vida, e não eliminá-la. No Brasil, bastaria que o bandido tivesse a certeza de que, ao cometer um ato ilícito, seria preso. Isso reduziria muito a criminalidade. Para ilustrar, dois exemplos simples: quando tomba um caminhão, em segundos brotam pessoas do chão para roubar a carga, como urubus na carniça. Nunca na minha vida ouvi falar de alguém que foi preso por furto desse tipo, e desafio alguém a apontar se uma pessoa um dia foi presa. Outro exemplo é a festa do ônibus queimado. Não me recordo se algum dos moleques de 15 anos que queimaram os ônibus foram presos. O que importa não é o grau da pena, mas sim a certeza de que será cumprida. Dois anos numa cadeia brasileira deve ser mais sofrido que a morte.

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    1. Concordo plenamente, Diógenes, mas o que acontece no Brasil é que mesmo quando o MP consegue acusar o sujeito por um crime realmente cometido, a coleta de provas é feita de modo tão arcaico e ineficaz que não solidifica evidências suficientes, que possam ser usadas no processo, para condenar o criminoso.

      As coisas se perdem, são desviadas, não são registradas e a possibilidade de garantir a justiça se esvaem.

      Mesmo em casos em que o sujeito é preso, por várias vezes sua condenação foi despachada de forma errada, de modo que sua pena poderia nem existir, ser mais branda, mais severa ou até mudar de caráter (pena de multa), caso o processo fosse bem fundamentado, com segurança.

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  6. Perfeito! Mas como não haverá pena de morte, consigo entender os "grupos de justiceiros". Nem sempre lei e justiça são a mesma coisa.

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  7. Se bobear, o autor (ou mais de um) desta imbecilidade inominável ainda por cima é "di menor", e no caso, se for capturado, nem se poderá noticiar que foi preso, e sim que foi "apreendido", como reza a cartilhazinha nojenta do "politicamente correto", além de não poder ter sua fuça divulgada. Irá (se tanto) para uma dessas colônias de férias tipo "Fundação Casa" por no máximo três anos, saindo de lá com a ficha tão limpa quanto a de um recém nascido.

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    1. "Di menor" não, é adolescente em conflito com a lei! "Di menor" é pejorativo, temos que preservar a inocência das nossas crianças!

      Falar em ficha limpa de adolescentes em conflito com a lei, não sei se o pessoal aqui já sabe, mas um dos cidadãos que matou o índio Galdino queimado em Brasília em 1997 à época tinha menos de 18 anos; cumpriu medida sócio-educativa e foi liberado.

      Hoje esse cidadão quer porque quer entrar na Polícia Civil; passou em todas as provas mas foi barrado na investigação social.

      O que o cara fez? Entrou na justiça, e defendido pelo presidente da OAB/DF para abocanhar a vaga. Ainda está rolando.

      Só no Brasil mesmo é que bandido (bandido não! adolescente em conflito com a lei! bandido é pejorativo!) vira polícia.

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    2. Lorenzo Frigerio05/05/14 04:43

      José de Paula, o tal menor era filho de juiz. Brasil, País do compadrio e clientelismo.

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  8. Bob, sou leitor assíduo do site, mas não sou de comentar.

    Sinceramente, entendo a dor dos parentes (já estive nessa situação), mas, por força de experiências que tive e tenho no meu trabalho, discordo de você, principalmente na frase que abre o post "Enquanto o Brasil não adotar a pena de morte continuaremos a assistir, atônitos e indefesos, a bestialidades como a verificada ontem".

    Com ou sem pena de morte a bestialidade humana produz tais atos. Os índices de violência nos países que adotam a pena de morte não são menores por causa dela - quando o são, os motivos são outros, tais como melhores números de bem estar social, um melhor funcionamento da polícia investigativa para a coleta de provas e um judiciário competente, que tenha os meios de trabalho necessários à concretização da justiça.

    Apesar de toda a revolta e repúdio que o crime em questão gera, a partir do momento em que fosse inserida em nossa legislação a pena de morte, pelo perfil da polícia ostensiva e investigativa, do ministério público e do judiciário, seríamos tomados por um estado de insegurança jurídica constante, em que seriam executados apenas aqueles que não têm acesso a uma boa defesa, fossem eles culpados de fato ou não (algo complicadíssimo de se medir no Brasil, onde a polícia não sabe ou não tem meios de investigar e coletar provas e evidências corretamente).

    Digo, categoricamente, que não confio no Estado brasileiro para legislar, investigar, acusar e julgar de forma tão definitiva. O Brasil falha tanto, com tanta gente, que seria um absurdo dar tal poder ao sistema.
    Mais uma vez, entendo a dor de quem fica, pois já vivenciei tal situação, mas acho sua proposta inviável em nosso país.

    O conselho federal de psicologia tem feito trabalhos interessantes, com ideias concretas e viáveis para melhorar a segurança pública - e ganhou apoio recente da associação dos magistrados brasileiros em suas teses.

    Ah! E diferente do que muitos podem pensar, não sou um "pacifista dos teclados", como o anônimo logo acima, sou a favor do porte de arma regulamentado, para aqueles cidadãos idôneos e que tenham laudo psicológico favorável para tanto.

    Pois bem, o comentário ficou grande, expus meus argumentos apenas e tenho plena ciência de que não sou detentor da verdade universal (tampouco acredito nela).

    Um abraço e parabéns pelo trabalho desenvolvido aqui!

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    1. " Digo, categoricamente, que não confio no Estado brasileiro para legislar, investigar, acusar e julgar de forma tão definitiva. O Brasil falha tanto, com tanta gente, que seria um absurdo dar tal poder ao sistema.
      Mais uma vez, entendo a dor de quem fica, pois já vivenciei tal situação, mas acho sua proposta inviável em nosso país. "

      Este é o ponto. Podemos achar que com pena de morte os crimes mais bárbaros serão retaliados, mas de modo nenhum podemos entregar tal poder a um país tão mal legislado e com tanta incompetência no executivo. É exatamente o mesmo que dar metralhadoras para macacos. Sou a favor da pena de morte se, e apenas se todo o sistema for 100% eficiente, à prova de falhas e igual para todos. Não sendo assim, é inocência creditar tal pena. Sou completamente aversivo a crimes, injustiças e ilegalidades, entretanto entregar MAIS poder a um estado tão mal administrado, mal preparado e incompetente é sem duvida um devaneio.

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    2. Concordo com o FiuzaJg. O Estado não tem condição de ter um poder desse tamanho. Eu não confio e nem confiaria. Aliás, colocar pena de morte na mão de gente corrupta é pedir pra instaurar logo uma ditadura. Não dá pra confiar no Estado nem pra fazer uma prisão, que dirá matar um sujeito.

      Sobre o porte de arma, é como falei acima, só com controle rigoroso sobre quem pode ter. Ficha limpa, laudo psicológico imaculado e acima de tudo, cursos de tiro pelo menos anuais.

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    3. Os EUA já mataram dezenas de inocentes via pena de morte. Eles são o país rico que mais matam por pena de morte (um dos poucos que ainda tem essa modalidade de punição) e ainda são o país rico mais violento do mundo. Inócuo, portanto.

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    4. "Digo, categoricamente, que não confio no Estado brasileiro para legislar, investigar, acusar e julgar de forma tão definitiva. O Brasil falha tanto, com tanta gente, que seria um absurdo dar tal poder ao sistema."
      Concordo plenamente. Aqui é o país do avesso, onde os criminosos ficam impunes e os corretos são punidos injustamente, não há como se pensar nisso. Até para ter pena de morte um país tem de ser civilizado, algo que estamos longe ainda.

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  9. São absurdos que só acontecem nesse lixo de país... O Italiano que matou a brasileira na Itália vai pegar prisão perpétua... Aqui, se uma jornalista opina que a população está correta, em querer fazer a justiça que o estado não faz... É processada, por partidos bestas... PC do B, Psol... (estão eternamente banidos das minhas opções de voto.). Eu fico cada vez mais desiludido com essa país... O crime cada vez mais organizado e o estado cada vez mais desorganizado. Traficantes botando o terror, nas comunidades, que diziam estar pacificadas (E o Deputado Jean Willys defendendo que eles devem ser anistiados), População cega protestando por causas imbecis (marcha das vadias, marcha da maconha, ou por causa dos 20 centavos.) Carga tributária com o peso do Reino Unido... Serviços públicos com qualidade africana. Governos mais incompetente da história... Não conseguiu inaugurar uma obra pública importante. Cadê a Transposição? cadê a Ferrovia Norte-Sul? Me diz.. o que esse governo fez de marcante?... Estadios? Quero ver o que vão fazer com o milhionário Mané Garrincha em Brasília, após o final da Copa? Gastaram quantos milhões naquele elefante branco? . Outras coisas que me fazem desanimar:Governantes se elegendo a custa de um eleitorado corrupto, que não quer saber de trabalhar, só receber as bolsas-esmolas no final do mês... Aqui na cidadezinha onde moro, é possivel chegar num bar, numa segunda feira de manhã, e ver um monte de "caboclo graúdo" batendo sinuca e bebendo cerveja... Não ouse oferecê-los um trabalho, você pode apanhar.

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    1. Concordo, concordo, condordo.

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    2. Concordo, concordo, concordo.(2x)

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  10. Alexandre – BH04/05/14 02:13

    O sujeito que tem coragem de fazer isso não tem a mínima noção de convivência em sociedade. Faltou formação de caráter na infância e não é depois de adulto que vai aprender. Portanto, deve ser tirado de circulação. Mas, em vez da pena de morte, defendo a prisão perpétua com trabalho obrigatório até o último dia de vida. E toda a riqueza que o cara produzisse seria revertida para o próprio sustento (a sociedade não tem a obrigação de bancá-lo) e para a família de sua(s) vítima(s). Se até países desenvolvidos adotam a prisão perpétua, por que o Brasil se dá ao luxo de não tê-la? E mais: maioridade penal aos 15 anos, já.

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  11. Ainda que se desconsiderassem os aspectos religiosos, morais e constitucionais,a pena de morte é impraticável num país como Brasil. A mesma ineficiência que faz resolver apenas 10% dos homicídios praticados no país, aliado ao nosso sistema jurídico de inúmeros recursos, impediriam que qualquer execução estatal seja concretizada.

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  12. Entendo perfeitamente a revolta do Sr Bob e de todos as pessoas que vivem ou tentam com sacrifício agir correta e honestamente nesse nosso miserável pais,mas mesmo que utopicamente seja um dia aprovada a pena de morte ou seja diminuída a maioridade penal,de nada vai adiantar.
    Nunca fui bandido ou fiz mal a alguém,mas vivi bastante tempo em um meio um tanto "sujo"por assim dizer,e não acreditem que alguém com 17 anos vai deixar de roubar ou matar só porque ele pode ser preso como adulto,não acreditem que um indivíduo que teve a capacidade de jogar um vaso sobre a multidão não iria fazê-lo porque poderia ir para a injeção letal.
    São animais,no mais puro sentido da palavra,mas como humanos,são animais que não agem por instinto,e sim pela índole boa ou ruim,muito mais ruim agora pelo meio em que vivem,uma grande parte da população brasileira esta em um estado de degradação e desumanização total,é o que acontece quando um povo é largado e maltratado por tanto tempo,o desleixo das regras,das famílias,das escolas públicas só poderia ter dado nisso que vemos hoje em dia.
    Solução?não vejo nenhuma nem ninguém tentando dar jeito na baderna que virou o pais,talvez uma guerra civil resolvesse,de uma coisa eu tenho certeza,tem que quebrar tudo primeiro para poder consertar depois.
    E cuidem se,se a violência ainda não chegou perto de você,tenha a certeza que logo ela vai estar a sua porta.no post anterior foi falado sobre o equilíbrio,vamos sofrer muito ainda antes de atingirmos tal equilíbrio em nossa sociedade.
    Carlos.

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    1. Já que a sua experiência diz que não adianta falar nem fazer nada contra uma pessoa animalizada dessas, a única solução é tirar ele definitivamente do convívio com a sociedade. Não é?

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    2. Maximus, eu concordo com você, mas quem faria isso?
      Sabe, há algumas semanas um ator da Globo foi preso injustamente, e permaneceu assim por duas semanas, por ter sido confundido com um bandido que havia roubado uma senhora. Mesmo não estando com o furto do roubo, mesmo usando outra roupa, ele foi reconhecido pela mulher por duas vezes e mantido em cadeia por esse tempo. Quantos aqui, antes da polícia se dar conta que se tratava de um inocente, estariam clamando pela morte dele? E qual foi o crime dele? Ter passado no mesmo local onde anteriormente havia acontecido um roubo? Ou ter a mesma (falta de ) cor do meliante? E aliás, adivinha qual era a cor da pele dele? Pois bem, e se fosse você ou qualquer outra pessoa próxima? Você pode garantir que nunca ninguém parecido com você cometerá um furto, um assassinato e mesmo sem a arma do crime, mesmo com outra roupa, você ser acusado simplesmente por estar perto? Se você for negro, saiba que você pode parecer o Terry Crew, se alguém que parecer o Tião Macalé cometer algum crime perto, não pensarão duas vezes antes de apontar o dedo para você.

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  13. Antonio Mattos04/05/14 07:21

    Acho pena de morte muito fácil, o cara deita lá, toma uma injeção e pronto. Sou pela prisão perpétua, mas perpétua mesmo, sem progressão, visita de dia das mães, natal, etc, etc, etc. Deixa o bicho lá, trancado, até morrer.

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  14. Bob,
    Certa vez vi a opinião de um delegado e passei a compartilhar dela:
    Não sou a favor da pena de morte. Sou a favor da pena justa.
    Se o cara pegar 23 anos, ele vai cumprir os 23 anos integralmente. Nada de redução de pena por bom comportamento. Bom comportamento é obrigação do preso.
    E mais, se destruir o presídio, as famílias que paguem os consertos. Senão vão todos dormir na chuva e sereno.
    Também seria fornecido apenas o café da manhã. A família que forneça almoço e janta.
    Caso a família não tenha condições de bancar e abandonar o preso, ele irá refletir sobre a m**** que fez e saberá que ninguém gosta de sustentar bandido.
    Compartilho dessa opinião.

    Moy

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    1. Me caro, apenas duas coisas edificam o ser humano, a educação intelectual, moral e ética... E o trabalho! Qual quer tipo de punição física ou moral apenas pioram as coisas e revoltam ainda mais uma pessoa que já tem problemas sérios.

      Eu também concordo que os encarcerados deveriam pagar pela 'estadia' com trabalho; penalizar a família também pode piorar ainda mais as coisas já que um dos poucos pontos de contato dessas pessoas que não dignificam a vida com a sociedade é justamente o seio familiar; salvo quando esta também estava envolvida nos crimes... Esse assunto é muito controverso e gera muita polêmica... Cada caso deveria ser analisado individualmente.

      Mas enquanto a maioria da população não enxergar assim... Vai ficar difícil! Pq as leis do País refletem a população como um todo. Abs

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  15. Para quem é religioso e seguidor da Bíblia, sabe que tanto no Antigo como no Novo Testamento, a pena de morte é permitida.
    Mas será que precisamos dela?
    Como citou o FiuzaJg, nada comprova que nos países em que a pena de morte existe, a criminalidade tenha diminuído por isso.
    Apoio as penas menores e efetivas. Exceto, é claro, em casos de crimes premeditados e violentos.
    Mas sempre que alguém toca no assunto pena de morte, eu penso que se alguém tivesse nascido na pior das favelas e em contato diário com os piores traficantes e criminosos que existem; se esse mesmo alguém fosse filho ou filha de mãe prostituta e pai cachaceiro, drogado e violento; se esse alguém não tivesse a menor chance de poder estudar ou mesmo de conseguir um trabalho decente, o que ele seria da vida? Um bancário, um editor, um advogado, um motorista...
    Algumas pessoas até poderão dizer que há muitos casos desses na sociedade e eu concordo. Mas será que são muitos mesmo? Quantos?
    E ainda tem mais: Na sociedade em que vivemos, será que "alguns que sentem muita raiva de "outros", não poderiam forjar acusações falsas? Lembrem que isso ocorre até nas sociedades mais desenvolvidas, como os Estados Unidos como exemplo.
    E quem pagaria por essa vida? Eu, você, ou quem?
    Quando se trata dessas coisas é preciso ter muito cuidado, porque poderá ocorrer até com alguém de nossa família.
    E para finalizar eu pergunto: - Quem nunca sofre por falsos testemunhos e falsas acusações?

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    1. Leia-se:
      Quem nunca sofreu por falsos testemunhos e falsas acusações?"

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    2. Lorenzo Frigerio05/05/14 04:56

      Lembrando que a maioria dos filhos de mãe prostituta e pai cachaceiro são pessoas sofridas mas decentes. A maldade tem a ver com genética e outros fatores ambiientais. Está cheio de casais decentes por aí com filho psicopata. Vai explicar?
      Creio que uma sociedade mais coesa, que reprove tais comportamentos, terá mais sucesso em educar aqueles que se desviam... separar o joio do trigo. Existe um grande potencial para se diminuir a criminalidade com melhor educação e oportunidades, mas isso tem que vir de baixo, e não por imposição do governo. Outros podem aprender da maneira difícil, indo para a cadeia por algum tempo. São poucos os que sobram, que não devem ser libertados nunca.
      O Brasil infelizmente nunca passou por uma guerra, capaz de formar consciência nacional. Moramos no Patropi, Deus é brasileiro, somos hexa. Qualquer trabalho da justiça e da polícia sempre será apenas paliativo.

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  16. Moy,
    Acredito que pena de 23 anos ou mais, só para crimes premeditados.
    Penas menores para crimes menores.
    No mais, concordo totalmente com você.

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  17. Pena de morte no Brasil ja tem a muito tempo
    A bandidagem usa, sem do, em cima das pessoas de bem
    Jorjao

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  18. Contra a bestialidade, que existe infelizmente ainda em grande número na nossa sociedade e em muitas outras ao redor do globo terrestre, só existe um 'remédio'... EDUCAÇÃO!!!! E trabalho!!!!

    Ficar receitando remédios milagrosos e inócuos é fácil... O difícil é realmente arregaçar as mangas e dividir o pouco que sabemos com o próximo que infelizmente ainda sabe menos que nós ética e moralmente.

    Mas isso poucos querem fazer, enquanto a maioria for acomodada e ficar receitando remédios milagrosos para problemas sociais gravíssimos ou ficar apenas protestando na internet, essa realidade ainda vai permanecer por mais tempo.

    Lamentável que um espaço tão importante seja usado para difundir ainda mais violência e barbárie do que nós já temos no nosso dia-a-dia conturbado.

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  19. Bob,

    Não creio que a pena de morte, em si, é uma solução definitiva, mas entendo sim que ela é parte da solução.
    A guerra contra a criminalidade é uma batalha de três frentes: a primeira vem na forma de educação sólida e formação CIDADÃ com extremo comprometimento, assim como a garantia de direitos sociais fundamentais a todos, com garantias formais (e não materiais, que fique bem claro) de se obter uma condição de vida digna em sociedade. É a forma de não se formar mais marginais.
    A segunda é na forma de um sistema penal adequado, que tenha potência suficiente para movimentar o sistema e aplicar as leis penais de forma indistinta, contando com um sistema penal capaz de efetivamente dar chances à recuperação daqueles presos que são efetivamente recuperáveis. São aqueles pequenos criminosos que cometem furto em lojas, que participam de briga de bar, que fazem pequeno tráfico para sustentar o seu vício e sempre aqueles que não têm uma conduta criminosa reiterada. É a forma de se recuperar aqueles marginais que são efetivamente passíveis de recuperação.
    A terceira forma, e onde se aplica a pena de morte, se encaixa para um outro tipo de marginal: aquele que o Gunther Jakobs descreve como o inimigo (aliás, pesquise sobre "direito penal do inimigo", deste mesmo autor que citei), o marginal que despreza a existência da sociedade e os direitos de terceiros de todos os níveis e formas, aqueles cuja cadeia não se presta como meio de recuperação mas mera contenção de sua conduta criminosa quando livre em sociedade; para este, prevê Jakobs, não se pode dar o mesmo tipo de garantia que se dá ao cidadão de bem, aquele que se subsume às normas convencionais e jurídicas de convívio em sociedade e que respeita, via de regra, o seu próximo e a sociedade em que vive. Ao inimigo as garantias da Lei não se aplicam.
    Por mais que todos tenham o direito a vida, seja no entendimento da Lei ou nas declarações universais de direitos, entendo que o custo da garantia do direito a vida a um marginal destes, do inimigo, não se justifica face a somatória de potenciais lesões aos direitos fundamentais de terceiros e, dentre estes, a própria vida dos inocentes que ficariam a mercê do marginal caso este esteja solto. Não se trataria de vingança penal, portanto, mas sim de uma valoração pautada em uma lógica de cunho econômico acerca do que seria, em termos de probabilidade, um risco maior aos valores protegidos pelo ordenamento jurídico.
    O que vale mais, a vida de um único indivíduo ou a garantia de incolumidade a um indeterminavelmente vasto número de cidadãos de bem? Eu fico com esta segunda opção.
    O nosso sistema de leis penais funciona muito bem em uma sociedade de valores morais sólidos, mais igualitária e com instituições fortes (sistemas policial, carcerário e judiciário), mas nas nossas atuais condições nenhum sistema efetivamente funciona. Nossas leis são cópia quase literal da normativa alemã. Lá funciona muito bem, aqui não. O problema que vivemos transcende o texto da Lei. Se por um lado exista infindável matéria a ser revisada na organização da sociedade e nas normas de convívio brasileiras, por outro é inadmissível deixar o cidadão de bem desamparado, a mercê das consequências do desparate punitivo estatal como se sua responsabilidade fosse. Entre o cidadão de bem e o marginal fico sempre com o primeiro, e se o bandido precisa morrer no meio da rua para que o cidadão de bem tenha paz, segurança e volte para casa vivo no fim do dia, então sou completamente favorável a que se limpe da marginália as ruas do Brasil.

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    1. Esta muito certo o que escreveu,e o grande problema é que se por um milagre começasse a parte da educação hoje,colheríamos os primeiros frutos daqui a duas décadas,mas como a educação no Brasil vai piorar mais um pouco ainda...

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  20. Corsário Viajante04/05/14 09:59

    Achar que pena de morte resolve o crime é como achar que "lei-seca" acaba com acidentes de trânsito.
    E para bom entendedor basta.

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    1. Disse pouco mas disse tudo.

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    2. Corsário Viajante05/05/14 09:06

      Obrigado,

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  21. Marco R. A.04/05/14 10:17

    Pena de morte lenta e dolorida.

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  22. Daniel S Araujo04/05/14 10:30

    O desarmamento civil é extremamente conveniente em países como o Brasil onde a politica não é seria. Já pensou se a população armada se rebela contra os governantes?

    Desarmamento civil é tipico de sociedades como a Alemanha nazista e Regimes Comunistas.

    Bandido bom, que matou, estuprou, fez todas as atrocidades possiveis e imagináveis é incinerado! Nem ocupar espaço de cemitério deve ocupar.

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  23. Em tempo: àqueles que são contra a pena de morte temerosos de supostas injustiças por conta de erros jurídicos, é bom lembrar que não é possível que um sujeito com quatro, cinco, seis, ou até mais condenações, tenha sido vítima de erros em todas elas. E só baseado neste critério (extensão da ficha criminal), já daria para fazer uma bela limpa no número de vermes que estão comendo às custas do dinheiro dos impostos do cidadão de bem.

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    1. Aí sim eu concordaria. O sujeito que matou uma pessoa, pode até ter redenção e mudar de vida. Agora, um que comete um crime dito hediondo e o repete, deste temos que nos livrar.

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  24. A todos que se manifestaram contra a pena de morte até agora: então quer dizer que como está, está bom, que continue a bestialidade como essa das privadas no estádio e tantas outras, como atear fogo em pessoas, não há nada que se possa fazer. Fantástico, vocês estão de parabéns!

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    1. Bob, o de Petrópolis04/05/14 12:45

      Bob, discordo de você: bandido não tem medo de morrer, bandido tem medo é de trabalho. Não seria mais interessante que ao invés de um a injeção letal, fuzilamento ou cadeira elétrica, o sujeito fosse preso perpétuo? E com detalhe, trabalhos forçados durante toda a pena, durante todos os dias, de sol a sol, com vistas a ressarcir economicamente a família da vítima. Não pode ter nenhum privilégio, nenhum tipo de abrandamento da pena ou visita íntima. Somente poderia comer o que produzisse. Sem eletricidade nas celas, televisão, Seria a morte em vida. Se for mal comportado, botar fogo em colchão, vai dormir no chão. Jogou fora a comida, morre de fome.
      Segundo, em caso de penas menores, o bandido, deveria ressarcir a vítima com o valor roubado e mais 100% a título de compensação, além de todos os "privilégios" que citei acima.
      Só então creio que eles, os bandidos, teriam medo da prisão.

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    2. Bob, quero apenas recordar o caso do "assassino da cruz". Um maluco, perto dos 20 anos, que mata por achar legar e deixa as vítimas com os braços abertos em formato de cruz. O cara foi "recuperado no Paraguai" (fizeram uma operação para prender o assassino com o oficiais paraguaios e brasileiros). O cara está preso no Mato Grosso, se não me engano. E continua preso pois um delegado disse que não abre a porta da cela e um juiz compra a maior briga para manter o assassino preso irregularmente. Há laudos e laudos de especialistas que comprovam que o assassino não tem qualquer problema, e que pode aguardar o julgamento em liberdade...
      Quem nos protege do Estado? Tem como ter pena de morte para quem não compre com as funções do Estado?
      O fato é que estamos perdidos!

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    3. Bob,
      É claro que do jeito que está, não está nada bom. Também fiquei revoltado com esse acontecimento, assim como outros vários que acontecem todos os dias.

      Já passei por coisas com minha família, que deu vontade de descer bala em vagabundo. Meu pai morreu doente, trabalhando tentando manter um negócio que começou a falir, por culpa da ação de vagabundos. Mas matar um vagabundo não me tornaria tão bestial quanto ele?

      Essa é a principal dúvida, e é isso que eu não quero pra mim. Como já disseram, se a lei fosse cumprida com rigor, talvez não estivéssemos cogitando isso. Pra mim, vagabundo tem que quebrar pedra, asfaltar a Transamazônica, ficar sem visita íntima por toda a pena, e não ficar na moleza. Mas o cumprimento da lei é frouxa, porque muitos dos que a fazem também são bandidos, então já viu...

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    4. Anônimo 4/05/14 13:08
      Vagabundo tem que quebrar pedra, besta humana tem que deixar o mundo, não tem direito a a viver nele. Simples.

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    5. Bob, não cheguei a me expressar mas o farei agora.

      Acho que o que grande parte dos colegas quis dizer é que de nada adianta criar-se algum tipo de lei, independente da severidade, se o Estado não tem a capacidade de aplica-la. Nosso estado não é competente para fazer muita coisa em favor da nação, logo dar um poder desses ao mesmo, como falaram acima, é como dar uma metralhadora a um macaco.

      Não sou contra e nem a favor a pena de morte (na verdade não tenho uma opinião totalmente formada) porém uma coisa você terá de concordar: Se houvesse maior eficiência e seriedade da justiça e a certeza (da população em geral) dessa eficiência, não teríamos tantas pessoas agindo contra a ética, moral ou o próprio coletivo.

      Acho que antes da pena de morte, deveríamos ter, no mínimo, a aplicação (severa e rigorosa, de preferência) da lei penal (delegacias, judiciário, ...). Depois disso, avaliar os resultados e dai sim ver se realmente seria necessário.

      Mas uma coisa nós todos concordamos: Um sujeito desses não está a altura de conviver em sociedade e deve ser retirado de circulação.

      O sujeito que cometeu tal atrocidade deva pagar proporcionalmente e rigorosamente com o ato que cometeu. Prisão por muitos anos e enquanto preso, trabalhar para abater seus próprios gastos seria uma ótima solução, pelo menos no meu ponto de vista.

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    6. Sr. Bob,
      Concordo inteiramente com a sua posição e com posições análogas. Esse tipo de gente deve ser erradicada da sociedade, como uma gangrena social. Não há que se falar em recuperação.

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    7. Bob,
      Não Bob, não está bom... Mas a pena de morte não irá resolver os problemas do país.Já está comprovado que não resolve e como alguém já disse, bandido não tem medo de morrer e que seu medo é o de trabalhar.
      Eu creio que prisão perpétua no caso de crimes hediondos e/ou premeditados é o suficiente.
      E tem mais: A vida de um só inocente não justifica a morte de milhares de bandidos.
      E acredite que ninguém quer que as coisas continuem da maneira que estão.
      Você lembra do que ocorreu na Alemanha nazista onde muitas pessoas condenavam seus vizinhos por falso testemunho?
      Eu sei que você não irá mudar de opinião, mas ela é muito perigosa.

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    8. Bob, concordo contigo. Tem muito mimimi e pouca atitude. Essa história de: não tenho posição definida, não acho certo, seríamos como eles, etc., é bobagem. Por falta de atitude, pulso firme, é que a coisa está como está. Digo mais, não quero pagar prisão perpétua de assassino estuprador, ou o povo esquece que prisão se mantém com dinheiro dos impostos? Um criminoso custa mais caro para manter preso que educação para uma criança. Existem inúmeros casos em que a barbárie foi capturada em vídeo, ou seja, não existe dúvida do crime cometido. Nesses casos, não existe injustiça. Chega de impunidade! Digo mais: político corrupto, que recebe propina, que rouba, é BANDIDO.

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    9. Que ridículo! Você acha que as pessoas não tem direito de ter opiniões diferentes da suas.
      Se não gosta que pessoas comente aqui com ideias contrárias às suas, feche o espaço de comentários de blog. Só que você ficará também sem os comentários dos seus leais seguidores sempre a lhe bater palmas.

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    10. Não, Bob. Do jeito que está, está péssimo. Volto a dizer que entendo a dor de quem é próximo, mas a história, números e estudos mostram que a pena de morte não é a solução.

      O Código de Hamurabi e sua lei do "olho por olho, dente por dente" já foi - corretamente - revogado há anos.

      Fico decepcionado é com sua resposta leviana, uma vez que a maioria dos leitores que se posicionou contra seu ponto de vista, apresentou argumentos distantes da política, religião e qualquer outro meio que pudesse deslegitimá-los.

      De qualquer modo, baseado em quê você garante que a pena de morte vai melhorar a violência no Brasil?

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    11. Fiuza.Jg
      Você e quem foi, ou é, contra minha opinião sobre pena de morte, não quer resolver o problema da bestialidade no Brasil, fazer o quê? Estão satisfeitos com esse cenário, é mais do que óbvio. Você parece achar que se existisse pena de morte os idiotas que atiraram as privadas o fariam do mesmo jeito. Só o volume de informação instantânea que circula hoje em todos os meios de comunicação, dando conhecimento da nova punição com pena capital, assustaria quem pratica a bestialidade. Esses idiotas pensariam duas vezes antes de cometer atos contra a vida dessa ordem. Se você não se sensibilizou com a morte do rapaz que foi apenas assistir a uma partida de futebol, eu e muitos se sensibilizaram, tenha certeza disso.

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    12. Anônimo 04/05/14 20:53
      Não nada de ridículo eu ficar contrariado por pessoas serem contra a pena de morte. É questão de opinião, ora. Afinal, que é contra a eliminação de bestas humanas está agindo contra si próprio. Eu não tenho o menor receio de ser condenado à morte. Você tem? E os comentários continuarão abertos sempre!

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    13. Bob, a questão é que do jeito que você coloca, uma eventual proposta que fosse apresentada para quem não concordou com você só poderia ser no seguinte molde "Ou temos pena de morte, ou deixemos tudo como está". "Será que não poderia ser "Ou temos pena de morte, ou reformaremos o judiciário, faremos a lei ser cumprida e se tornar pior sem ranços esquerdistas de que bandidos são vítimas da sociedade, cuidaremos para que nossa polícia seja bem renumerada e equipada, aumentando também a fiscalização sobre a mesma". O que você está fazendo é ser maniqueísta. Quem não concorda com você é a favor de deixar como está. E francamente, se eu quiser que um juiz que liberte um criminoso seja acusado pelo mesmo crime que ele cometer, estarei querendo que as coisas fiquem como estão, mesmo sendo contra pena de morte? E detalhe: Nem sou contra pena de morte. Mas para você ter uma idéia, se dependesse de mim, eu aplicaria na Richtofen, e não nos Nardoni, que deixaria mofar para sempre na cadeia.

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  25. Bob, já tive parentes que sofreram grave acidente pois foram atacados por bloco de concreto jogado de viaduto aí em São Paulo. Uma vez indo para São Paulo de ônibus, perto daquela curva na 116 conhecida por bandidos jogarem óleo na pista para provocar acidentes, o motorista levou uma pedrada na cabeça. Por sorte não perdeu os sentidos, e assim não houve um acidente.
    Há ainda outras situações estarrecedoras que ocorrem por obra de brasileiros que se aproveitam de nosso Estado nulo. Uma pizzaria da frente da minha casa virou boate. Ou seja, todos os dias de 2.a a Domingo bagunça até as 6 da manhã. Inúmeras reclamações (policia, prefeitura, etc) e qual o resultado até agora, depois de 1 ano e meio? O dono da boate processa um vizinho que perdeu a cabeça e o xingou! Ele impede o sono a 1 ano e meio de centenas de pessoas trabalhadoras pagadoras de impostos e é isso que acontece! Seis meses depois que a zorra começou passei a ter de tomar remédio contra pressão alta, que um sintoma claro da perturbação do sono / barulho noturno.
    Não vou entrar no mérito da pena de morte em si, mas a podridão que do Estado, que é inerte, nada faz.
    A grande massa que são os trouxas trabalhadores como nós que ralam para viver (incluo aqui empresários, funcionários públicos de toda espécie, enfim, todos os que vivem de seu trabalho) e que sustentam um Estado parasita, que não dá qualquer tipo de suporte à vida do brasileiro.
    Cada vez que viajo e volto meu nojo aumenta, somos humilhados, expropriados, abandonados, abusados pelo Estado.
    A bestialidade de situações como a do menino que foi assassinado no interior do Rio Grande do Sul, veja o papel do Estado...
    Concluo com o profundo, o mais profundo arrependimento de não ter saído deste país quando era jovem. Pensei que isso aqui um dia seria um pais funcional, mas, só vi piorar, piorar. O único período de esperança que tive foi na época em que FHC como presidente organizou a economia e colocou um norte de reestruturação que, se tivesse sido seguido, talvez hoje poderia hoje nos deixar perto de uma situação de, senão 1.o mundo, talvez 1/3 de primeiro mundo, e não 1/100 de primeiro mundo.
    Agora, se for para ter pena de morte tem de ser no estilo chinês. Braço direito do presidente roubou, manda a conta da execução para a família.
    Mas, longe disso. E tempos piores virão. A ressaca da Copa do Mundo vai nos engolir após as eleições. Vamos continuar sem escola, sem estrada, sem porto, sem energia elétrica, talvez sem gasolina.
    "Nunca antes nesse país", apesar de "eu não saber de nada", desgastou-se tanto uma sociedade. Que venham as manifestações.

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    1. Anônimo 04/05/14 12:52

      Quanto ao seu problema com a barulheira da pizzaria, já pensou em usar protetores de ouvido? Pelo menos para que consiga dormir em paz. Recomendo que vc faça um teste com os protetores Nexcare da 3M. São muito eficientes e confortáveis, mais do que qualquer outro do mercado. Custam por volta de 4 a 5 reais e comigo um par dura de 2 semanas a 1 mês.

      http://www.nexcare.com.br/wps/portal/3M/pt_BR/LANexcare/Nexcare/ProductCat/~/Protetor-Auditivo?N=4326+3294529163+3294176862&rt=rud

      Já passei por problema similar ao seu em uma época que tinha vizinhos barulhentos - que graças a Deus se mudaram. Esses protetores de ouvido foram o que me impediu de acabar tendo algum problema de saúde mais grave por não conseguir dormir ou estudar por conta do barulho. Outros tampões de ouvido nem de longe eram tão eficazes, nem confortáveis. O Nexcare é muito eficaz, dependendo da distância e nível do barulho, ele elimina completamente os sons ou os transforma em grilos bem distantes. Embora não precise mais deles, eu mantenho um "estoque" caso surja necessidade e sempre levo um par em viagens.

      Claro que isso não resolve totalmente o seu problema, até porque temos o direito ao silêncio e ao sossego o tempo todo e não só quando dormimos, mas pelo menos vc conseguirá dormir ou ler um livro em paz. Sei que há pessoas que não gostam e não se adaptam a nenhum protetor de ouvido, mas tenho certeza que ao menos o desconforto será menos pior do que o barulho...

      Por sinal, à época esse produto também me foi recomendado pelo comentário de uma pessoa em um blog, em resposta a um comentário meu onde eu desabafava sobre meu problema.

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    2. Adriano
      É uma solução, mas, convenhamos, é o fim da picada alguém se privar da audição por causa de baderneiros. Estamos mesmo ferrados.

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    3. Bob,

      Concordo totalmente que seja o fim da picada, por isso mesmo nem diria que é uma "solução", é apenas um "colete salva-vidas" para ajudar a pessoa a preservar um mínimo da sua saúde física e mental enquanto a situação não se resolve de uma maneira ou de outra...

      Eu diria que antes de discutir a pena de morte o Brasil tem muitos outros problemas mais urgentes a tratar, e um deles é justamente a maneira leviana como as autoridades e a legislação tratam o problema do barulho - especialmente o barulho que perturba o sossego de moradores causado por outros moradores e comércios vizinhos. Barulho desnecessário e provocado intencionalmente, na minha opinião deveria ser tratado como invasão a domicílio seguida de agressão ao morador da casa. Muitas vidas já se perderam por conta disso, tanto as mortes causadas pelo stress, quanto os assassinatos cometidos por pessoas que decidiram resolver o problema pelas próprias mãos devido a ausência e inoperância do Estado. Levar o caso à justiça as vezes resolve, mas é demorado e geralmente as vítimas precisam de uma solução de curto prazo para apaziguar seu tormento.

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  26. Bob, o maior medo destes caras chama-se TRABALHO. Têm mais medo do trabalho do que da morte. Arrume trabalho duro por 30 anos não remunerado pra esse pessoal, servindo à sociedade, com horários, metas e tudo mais. Já ajudava bastante.

    Mas como em geral brasileiro não é muito chegado em trabalho sério, duro e contínuo... acho ainda mais improvável que pena de morte.

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    1. piolho
      O maior medo do ser humano é morrer, acredite.

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  27. A Constituição de 1988 dá aos presos o direito de escolherem não trabalhar. Está escrito no artigo V da Constituição:
    Não haverá penas:

    a) DE MORTE EM TEMPO DE PAZ; - a pena de morte fica restrita aos casos de traição à pátria, como no caso de deserção ou venda de segredos militares, nos tempos de guerra

    b) DE CARÁTER PERPÉTUO; - após o cumprimento da pena (que jamais excede 30 anos), o sujeito sai com a ficha limpa da cadeia.

    c) DE TRABALHOS FORÇADOS; - se quiser passar o dia vadiando na cadeia comendo comida boa e com a família recebendo auxílio, pode. Alguns juízes, tentando recuperar a dignificação que o trabalho traz ao homem, estabelecem benefícios aos presos que escolhem trabalhar, mas isso está longe de ser o padrão;

    d) DE BANIMENTO; - o sujeito, após cumprir a pena, recupera todos os seus direitos como cidadão, podendo inclusive votar;

    e) CRUEIS; - texto deixado vago de propósito. O que seria um tratamento cruel? Tomar paulada após bater em um agente? Dormir no chão após atear fogo no próprio colchão? Ficar sem comer carne? Por essa ótica, podemos dizer que a população brasileira (não só os presos mas também os "livres") vive em condições crueis (barracos apelidados de lar, infraestrutura precária - até o gado recebe tratamento melhor, insegurança física e financeira perene, etc.).

    Para mudar, tem de substituir a Constituição por outra, já que isso é cláusula pétrea, ou seja, não pode ser mexida na presente ordem constitucional.

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    1. Anônimo 4/05/14 18:30
      O exemplo perfeito de Constituição porca. Ate polícia municipal foi barrada e cidades enormes têm que se valer da polícia estadual (militar).

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    2. Mas ainda há abertura para muitas punições. A pergunta ainda é uma só: Ainda que a pena por assassinar a golpes de privada roubada (cara, realmente isso é muito surreal!) fosse uma multa de $50, apareceu alguém para ser punido? Se essa pessoa aparecesse, ela seria realmente punida, ou teria como enrolar o sistema judiciário?
      Menos do que o medo de morrer, o medo de receber qualquer tipo de punição não existe, por que reina uma sensação de impunidade baseada em fatos como esse!

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  28. O que vai acontecer com os torcedores do país que nos desclassificará na Copa? Vão ser espancados e/ou mortos?

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    1. Pergunta perfeita, diante da bestialidade que se acentua cada vez mais.

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    2. Antonio Mattos05/05/14 09:54

      Com tantos intere$$es político$, em ano eleitoral, alguém acha que o Brasil perde a copa?

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  29. Sou funcionário público, justamente da área de segurança pública, e posso afirmar veementemente que os bandidos têm, sim, medo de morrer. Eles, como quase todos, acham que isso não acontecerá com eles, mas na iminência de acontecer, ou quando a morte chega próximo a eles, ficam muito impressionados e amedrontados.

    A pena de morte tem um caráter que, para mim, é fundamental: impede aquele cara de matar de novo. E isso é incontestável.

    De forma secundária, gera um medo coletivo, sim. Experimentem juntar 5 bandidos em uma cela, dizer que vai matar um por dia. Retirar um deles e dizer que vai matá-lo. Coloque este em outro pavilhão (mas não o mate). Os outros 4 que sobraram ficam num estado de medo que chegam a urinar nas calças. No dia seguinte, até saberem que o companheiro não morreu, ficam dóceis e amedrontados, suplicando para não serem o próximo...

    Expanda isso, e com a pena de morte, a médio prazo, coisa de 5 ou 6 anos, depois de aplicada, quando vários bandidos terão recebido esta punição, incute-se um medo coletivo na cabeça da bandidagem que eles podem sim morrer pela pena de morte. Funciona. É só eles começarem a perder seus amigos de crime, e que tais. Sabem que podem ser os próximos. O medo coletivo da pena de morte funciona assim.

    Impedir que a mesma pessoa mate novamente não tem preço. Mesmo porque, muitos não tem o menor arrependimento e voltariam a matar novamente. Tome-se como exemplo aquele torcedor do Vasco, que usou uma barra de ferro na cabeça do torcedor de outro time, com o nítido fim de matar:

    http://extra.globo.com/esporte/vasco/torcedor-do-vasco-que-usou-barra-de-ferro-em-briga-curte-liberdade-em-rede-social-se-arrepender-jamais-12358516.html

    Para esse, só a pena de morte mesmo.
    Leo-RJ

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  30. Bruno Brasil04/05/14 23:52

    Nesse momento 2 frentes tem q ser atacadas de imediato, segurança com toleranzia zero para o curto prazo e educação para o longo prazo.

    Não acho q pena de morte resolva, mas acabar com essa palhaçada de tentar justificar o injustificável, que é lembrar depois que o bandido faz a bosta dos direitos dele e a mídia ficar querendo a "justiça" perfeita, além é claro da palhaçada dos direitos humanos.

    O Brasil ja perdeu o direito de aprender com o amor, agora tem q ser na dor...

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  31. Bob,depois desse episódio,agora sim que a esquerdalha vai ficar mais contra ainda à iniciativa privada rsrsrsrs..........

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  32. Lorenzo Frigerio05/05/14 05:12

    O grande problema do Brasil é a certeza da impunidade, por diversas razões, de investigativas a legais (estas, intencionalmente engendradas por suas nobres excelências em benefício próprio... começou com a "Lei Fleury" nos anos 70). Construir cadeia não dá voto. Os governantes preferem fazer um túnel, uma ponte, um metrô que quebra por sobrecarga no dia da inauguração.
    No sistema parlamentar do Reino Unido, a oposição tem o seu "governo paralelo", com ministros e tudo, encarregados de permanentemente formular as políticas do partido junto à população enquanto não está no poder. Aqui,fazem-se promessas impossíveis logo em cima da eleição. Ninguém está a fim de resolver problema algum, só de chegar ao poder para usufruir de suas benesses, enganando o eleitor. República da Banana, mesmo.

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  33. Só quem já passou por imensa violência entende o porquê da pena de morte ser necessária, o resto é palpiteiro, pois é como diz a velha máxima "pimenta no ... dos outros é refresco".

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  34. Sr. Bob,
    Não queria voltar a um tema tão grotesco, mas percebe-se que há pessoas que escrevem apenas para tumultuar, talvez por ingenuidade, ou quem sabe lucrem com a indústria do crime...
    O Estado somos nós - o estado age ou se omite, porque assim o fazemos, ou referendamos as ações e as omissões.
    Alguns participantes deste blog parecem não conseguir ponderar acerca da "gravidade maior ou menor" de delitos - e priorizam o combate a infrações menores, ao combate ao assassinato frio e imotivado.
    Tolerância zero sim - mas começando com o ataque direto e contundente às ações mais graves. Se o cidadão tem qualidades e antecedentes que o justifiquem, não há porque retirar ou dificultar ao mesmo o direito ao porte de armas. Não vejo motivo para se alegar que "segundo estatísticas" a pena de morte não trouxe diminuição da criminalidade. Claro que trouxe: pelo menos aquele miserável eventualmente executado, não terá chance de repetir o(s) crimes. Há dificuldades imensas na implementação de quaisquer mudanças - principalmente aquelas derivadas da nossa covardia coletiva para assumir posições desagradáveis, duras - mas que representam talvez a última possibilidade de continuidade da vida em sociedade. Enquanto isso, há notícias de que as "irmandades" de bandidos estão mais fortes e coesas...

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  35. Carro blindado

    Meu pai blindou o carro depois de meu pai sofrer 3 assaltos de carro na favela do Heliópolis (SP), sendo que um deles não só eu presenciei sem poder fazer nada e com medo de que acontecesse o pior, como também escapei por pouco depois de dar ré no meio das Av. Juntas Provisórias (SP) quando vi que os bandidos iriam me roubar também (depois de terem assaltado meu pai e outro carro que estava na frente). Depois de blindado, foram mais 3 tentativas de assalto, 2 no mesmo local e 1 na zona sul de SP, sendo esta última uma tentativa de sequestro relâmpago, onde os bandidos que estavam em um carro ao lado tentaram tirá-lo do carro com revolver apontado, não conseguiram e depois emparelharam e bateram em seu carro, tentando pará-lo, só que rodaram na pista devido ao peso do carro blindado que foi lançado contra eles na fuga. Resultado: lateral direita do carro toda amassada e arranhada.
    Além disto, eu também já quase fui assaltado por mais 2 vezes no Heliópolis, sendo que consegui fugir após os meliantes abordarem o carro da frente nos dois casos.
    Na impossibilidade de fazer qualquer outra coisa ou esperar a contrapartida do Estado para os impostos que pago, comprei também um carro blindado, usado e em boas condições. Além da diferença que tive que colocar para comprar o carro, como já esperava, estou vendo os meus gastos com combustível aumentar, o que deve acontecer com a manutenção e tenho que andar de vidros fechados, eu que gostava de andar com os vidros abertos, principalmente aos finais de semana. Além do mais, estou evitando restaurantes de rua, por conta dos inúmeros arrastões. É o preço do sossego.
    E antes que alguém diga que estou exagerando, todos os meus vizinhos no meu prédio já foram assaltados e um deles inclusive levou um tiro e não morreu por pouco.
    O que me revolta, além de tudo, é que quando procurei a polícia para relatar o assalto do meu pai que presenciei, eles disseram: "é, ali é perigoso, tem bastante assalto mesmo".

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    1. Só por curiosidade, qual eram os modelos de carros, seu e do seu pai (com todo o respeito, nem precisa entrar em muitos detalhes por motivos de segurança)?

      Eram carros um pouco mais caros que o comum, ou modelos comuns, e a bandidagem não está poupando ninguém mesmo?

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    2. Um deles era caro, o Captiva, de meu pai. eu estava com uma Ecosport.

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  36. Bob, entendo a raiva que sente, mas vejo dois problemas no post:
    - chamar de idiota todos que não concordam com sua opinião é algo pouco inteligente, não é moderado, não é civilizado, independente do tema
    - faltou explicar a fonte do "contra a bestialidade, só a pena de morte resolve." É achismo? Ou tem alguma base objetiva?

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    1. Quando que ele chamou de idiota? Só vi ele sendo sarcástico, o que é bastante justificável: se as pessoas não conseguem se revoltar diante do ocorrido a ponto de querer eliminar esse marginal da sociedade, então só resta rir para não chorar.
      Qual a sua proposta então? De acordo com a sua opinião, que tratamento o assassino desse caso deve receber?

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  37. Estamos no terceiro mundo e mesmo contrariados, conviveremos por muito tempo com isto. Somos tão "bons" quanto a Índia, Africa do Sul, dentre outros BRICS. Nesses países, ao qual estamos incluídos, existem ilhas de desenvolvimento econômico em meio às pessoas que agem conforme os próprios instintos (e impunes) causando todo tipo de barbárie. Não vislumbro a médio prazo qualquer indício de evolução nestes termos para o Brasil. Evolução social sem educação ou mesmo a conscientização de cidadania de nada serve para nós. Cada um por si em seus condomínios e carros blindados. Eduardo - SC

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  38. Não gostaria que fosse assim mas também acho que na conjuntura atual só pena de morte mesmo.

    E essa copa do mundo aqui então vai ser um fiasco daqueles...

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  39. Gostaria de destacar aqui um outro aspecto dessa discussão que me chamou atenção: O nível ponderado e argumentativo das opiniões. Costumo ler os comentários em blogs e outros sítios pois entendo que nos comentários conseguimos ter uma ideia clara de como pensa o brasileiro hoje. As opiniões aqui postadas demonstram o alto nível dos leitores desse blog. Parabéns a todos.

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  40. Paulo Ferreira05/05/14 15:51

    Grande comentário, de acordo!

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  41. Somente medidas firmes e deifinitivas em certos casos resolverão algo.

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  42. Bandido bom é bandido morto!

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  43. Não sou contra a pena de morte, mas acho que no Brasil ela não resolve o problema - a bandidagem iria matar do mesmo jeito já que nem 10% é pega. Mas se fizessem um plebiscito eu votaria a favor.

    O que eu gostaria de ver mesmo são presídios nos cafundós de Roraima ou Acre. Levem todos os bandidos para o fim do mundo e os façam plantar para comer - isolados da sociedade - sem mordomias da vida moderna, sem radio, TV, celular, SEM LUZ ELETRICA, sem visitas intimas.

    Façam um cercado e joguem eles lá dentro, no melhor estilo campo de concentração, colocou o nariz para fora leva bala.

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  44. Com ou sem pena de morte, os meliantes e bárbaros continuam acreditando na impunidade. E mesmo em países que tem este sistema, o processo se arrasta por anos. Pena de morte estamos sujeitos nós com todo esse perigo à espreita nas ruas.

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  45. Após ler o texto "A inteligência das máquinas - quinta parte" com o tão mencionado Yin-Yang e reler esta matéria deste post e rever os comentários, lembrei de um pensamento que diz algo do tipo : com que autoridade o estado aplica uma pena se não colabora para a formação do indivíduo ?

    Pois bem, estamos muito longe do equilíbrio social, e um caso destes, o da morte causada pelo homem que atirou a privada, seria talvez, algo como um comportamento emergente, de acordo com a ilustre série de matérias do André Dantas. A indagação que levanto é se a adoção da pena de morte seria suficiente para trazer o esperado equilíbrio à sociedade. Qualquer pessoa com o mínimo de discernimento e capaz de refletir e ponderar sobre suas ideias logicamente sabe que não. A pena de morte pode surtir algum efeito contra os crimes ? Sim, apenas como retaliação, um possível exemplo para a não prática de crimes violentos, mas jamais terá um efeito positivo como formadora de uma sociedade e de bons costumes. O desequilíbrio social se cria em camadas muito, mas muito anteriores ao ponto da condenação criminal, ou em outras palavras, se não formarmos NENHUM cidadão de bem, teremos que punir com morte TODOS os cidadãos de uma sociedade.

    "Ah mas eu sou um cidadão de bem e ninguém me acompanhou" parabéns, você é um bom exemplo, entretanto a vida não oferece condições iguais para todos, e isto nos remete novamente ao pensamento : com que autoridade o estado aplica uma pena se não colabora para a formação do indivíduo ?

    Não sou PTralha e não sou de esquerda, apenas penso assim e estou sempre revendo aquilo que penso, para tentar chegar a uma opinião cada vez mais refinada. Não que ela sirva para alguma coisa ... ;-)

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    1. Ace, o próprio indivíduo não colabora para sua formação. É muito comum em uma mesma comunidade, muitas vezes em uma mesma família, pessoas que seguem o "bom caminho" e pessoas que desvirtuam e apelam para a vida de crimes, drogas, etc. Ou seja, não é desculpa para agir dessa forma.
      No nível de educação que o povo está, somente uma força coercitiva trará o controle inicial para a aplicação de medidas civilizadas de longo prazo. A pena de morte traria uma punição palpável, uma que foge ao "jeito brasileiro" do "não dá nada". Ela em si não traria o equilíbrio.
      Como o episódio da privada não foi algo que um humano faria, me permito a comparação: você não treina um bicho sem antes domá-lo.

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  46. Apenas para reflexão.

    Mulher linchada no Guarujá (SP) carregava Bíblia com fotos das filhas
    Leia mais em: http://zip.net/bknjtc

    E. U.

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  47. Ao invés de pena de morte, eu queria que o futebol fosse apenas um esporte, e não objetivo de vida de gente sem cultura, criatividade, curiosidade e com falta do que fazer,
    Melhor uma prisão perpétua sem direito a banho de Sol, visita íntima e celular.

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