NOTÍCIA: UM FATO A RESPEITO DA MAIS RECENTE CONVOCAÇÃO DA GM NOS EUA



Como ficou o Cobalt SS de Hasaya Chansuthus (foto Automotive News)


A General Motors diz que a última fatalidade num acidente de batida frontal ligado à convocação de interruptores de ignição defeituosos ocorreu há mais de quatro anos, em dezembro de 2009. Às 2h29, madrugada, 31 de dezembro de 2009, Hasaya Chansuthus dirigia para casa em Nashville após uma festa na casa do namorado quando ela raspou num Volkswagen Golf na chuva. Seu Chevrolet Cobalt SS 2006 foi para o acostamento da direita na Interstate 24 sentido oeste e bateu numa árvore, segundo relatório da polícia a que o Automotive News teve acesso. A polícia disse à sua família que ela atingiu o volante e faleceu do trauma do impacto.

As bolsas infláveis do Cobalt não abriram. Marcas de pneus no solo até à árvore não mostraram sinais de que a estudante de enfermagem de 25 anos tenha tentado desviar antes de bater. “Fomos roubados de nossa irmã,” disse seu irmão Brennan Chansuthus numa entrevista nesta quinta-feira. “Ela não teve chance. Todos os itens de segurança que deveriam protegê-la não funcionaram.”

A família processou a GM em dezembro de 2010 e houve um acordo confidencial três meses depois, segundo registros do tribunal em Murfreesboro, Tennessee.

Um porta-voz da GM, Greg Martin, recusou-se a confirmar que Hasaya Chansuthus está entre as 12 mortes relacionadas à convocação de 1,6 milhão de carros no mundo todo. A GM disse estar ciente de uma fatalidade em dezembro de 2009 quando a bolsa inflável de um Cobalt deixou de abrir numa batida frontal, nenhuma outra desde então.

O acidente é o único entre os dados de Relatórios de Aviso Antecipado ao governo pela GM que ocorreu em dezembro de 2009 envolvendo um Cobalt convocado citando a bolsa inflável como fator.

Muitas, se não todas, das outras 11 mortes que a GM ligou aos interruptores defeituosos ocorreram antes de a fabricante sair da recuperação judicial após a falência em julho de 2009. Os termos da GM da falência protegiam-na da responsabilidade por acidentes ocorridos antes daquela data.

“O consumidor em primeiro lugar”
Enquanto isto significa que a GM não poderia enfrentar exposição legal relacionada às mortes de que tem ciência hoje, Martin havia dito antes: “Nosso princípio em todo esse processo foi colocar o consumidor em primeiro lugar e isso continuará a nos guiar.”

Em 27 de fevereiro, duas semanas depois de a GM ter anunciado a convocação do Cobalt, Daryl Chansuthus, mãe de Hasaya, entrou com uma reclamação junto à NHTSA, o órgão americano de segurança do transporte rodoviário.

“Quero ter certeza de que vocês sabiam da morte de minha filha num Cobalt no qual as bolsas infláveis não abriram, o cinto não travou e que enfaticamente sugerimos, apesar de a GM nunca ter confirmado isso, havia um defeito no interruptor de ignição,” ela escreveu na reclamação, que pode ser acessada no site da NHTSA.

Brennan Chansuthus disse que sua família encontrou relatórios na internet após o acidente indicando que outros Cobalts se acidentaram de maneira semelhante e que o interruptor de ignição poderia ter defeito. Ele disse estarem satisfeitos em saber da convocação da semana passada, mas que desejava que tivesse ocorrido a tempo de evitar a perda que tiveram.

“Não queremos que outras famílias passem pelo que passamos," disse. “Foi muito irresponsável da parte deles se sabiam disso esses anos todos. Sabíamos haver algo claramente errado com isso.”

Brennan Chansuthus, 25 anos, disse que seu pai morreu num acidente de carro 12 anos antes de sua irmã. Ele falou ao Automotive News em nome da família porque sua mãe ainda se encontra muito abalada pela emoção para falar sobre a morte de sua irmã.

Estava usando o cinto
Segundo o relatório da polícia, Hasaya estava com uma alcoolemia de 1,9 g/litro de sangue no momento do acidente, mais que o dobro da permitida (0,8) no Tennessee. Mas ao contrário de outras pessoas mortas ao a bolsa inflável dos seus Cobalt não abrir, ela estava de cinto e dirigia no limite de velocidade da rodovia, que é de 112 km/h.

Apesar de a decisão de beber possa ser a causa do acidente, disse seu irmão, isso não tem nada a ver com a falha do carro em evitar sua morte.

Disse Rob Gritton, o advogado da família: “A bolsa inflável continua a dever abrir independentemente do motivo de perder o controle do veículo.” (Automotive News)

Ae

Comentário do editor-chefe

Essa recente convocação é de 1,6 milhão de veículos de marcas da GM e está sob investigação federal pela demora em ter sido realizada, uma vez que a GM supostamente sabia do problema há dez anos.

É muita inocência achar que ao bater numa árvore com tamanha violência a bolsa inflável faça diferença. A foto do carro no inicio do post dá uma idéia da força do impacto. Esse é o grande mal da bolsa inflável na mente das pessoas, achar que por ter o equipamento se estará a salvo nos acidentes.

A moça estava completamente bêbada, verdadeiro porre, com a alcoolemia encontrada, mais que o triplo do limite do Código de Trânsito Brasileiro original, 0,6 g de álcool por litro de sangue. São essas pessoas que têm de ser tiradas do volante, não quem bebe moderadamente e cuja baixa alcoolemia não causa acidentes, tanto que nunca foi feito estudo para provar o contrário. Por isso acho que a lei seca, a 11.705/08, é uma lei totalmente boçal, uma vergonha para o Brasil e uma afronta aos brasileiros.

BS

137 comentários :

  1. Bob Sharp, simplesmente, roubou meu comentário...rs.
    Perfeito, sintetizou tudo que eu acho a respeito... e o estado alcoólico da moça já diz tudo.

    Uns anos atrás teve certo destaque o caso da Windstar do Eliakim Araújo... não lembro em que circunstâncias o airbag abriu (só sei que não foi numa batida) e o assunto repercutiu por algum tempo na mídia.

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    1. Aléssio Marinho15/03/14 12:11

      Ele bateu fundo do carro num quebra molas.

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    2. Só que no caso o carro também não travou o cinto de segurança, provávelmente o pré-tensionador falhou também. O carro não está em tão mal estado, já vi coisa muito pior e gente saindo andando. A cabine do carro ainda está bem intacta.

      Indiscutível que a moça não deveria estar dirigindo. Mas achei bastante irresponsável do Bob colocar a culpa só nela. O carro falhou gravemente e essa falha ser "comum" é algo gravíssimo. Os dispositivos de segurança estão aí para salvar vidas independentemente dos erros das pessoas e possuem obrigação de funcionar.

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    3. Anônimo 15/03/14 13:07
      Tá, a culpa foi também do carro...tem cada uma!

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    4. Sr. editor-chefe, a opinião divergente do leitor deve ser ironizada? Não concordo com essa abordagem do AE,

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    5. Você tem dúvida que também foi do carro Bob? Nem o cinto funcionou, por favor, você é um grande profissional da área e sabe o que acontece se o cinto não funciona

      Mesmo que a morte não fosse evitada, existe obrigação de ao menos o cinto funcionar e é bastante assustador que não funcione seja alta velocidade ou não, motorista bebado ou não

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    6. Anônimo15/03/14 13:07

      Bater a 110 em outro carro é um coisa, mas bater a 110 em uma árvore é outra, toda a energia do impacto vai para o carro de quem bateu, nesse caso podia ter 3 airbags na frente da moça que ela ia sair toda arrebentada.

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    7. BraulioYgor15/03/14 23:35

      Realmente, Bob foi infeliz no comentário dele. Os equipamentos estão lá para que cumpram sua função, independente de qualquer coisa.

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    8. Anônimo 15/03/14 13:07 , tem certeza que você leu em que circunstâncias o carro falhou ?

      A primeira falha começa na mentalidade de achar que uma bolsa inflável pode garantir imunidade a imprudências. A segunda falha está na motorista, alcoolizada. Só então que chegamos ao possível defeito no veículo - a falha de um componente de segurança PASSIVA - ou seja, um dispositivo com o intuito de POSSIVELMENTE diminuir danos APÓS um acidente. Malditos consumidores estúpidos. Penso que, quem fabrica, fabrica o que desejar, é o comprador que deve escolher, avaliar e se adaptar a tal produto.

      Este caso me faz lembrar da frase máxima da britânica TVR ao ser abordada sobre não equipar seus carros com "air bags" : NÂO BATA. Acabaram falindo, é uma pena, hoje fabricantes de carros que não dispuserem telas sensíveis ao toque e ao menos 14 entradas "USB" , acabam falindo mesmo... Torço com força pela sobrevivência da Lotus.

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    9. Entendo que os sistemas de segurança devem fazer o papel de proteger os ocupantes em caso de acidente. Porém, existem acidentes em que os sistemas de segurança não fariam diferença alguma. Não sei como foi todo esse caso aí, mas bater a 110 km/h num objeto fixo e indeformável é bem diferente que bater a 60 km/h numa barreira semideformável como é a do NCAP.

      Quando falam que "tal carro é xxx estrelas, então é seguro" eu só lembro desse vídeo:
      https://www.youtube.com/watch?v=VZ0b_jAshl8
      E desse:
      https://www.youtube.com/watch?v=vFYHovJEUBg

      Carros ditos como seguros nas suas épocas, mas que viraram pilha de metal retorcido. Airbag salvaria a vida de alguém nessas circunstâncias?

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    10. Rafael Ribeiro16/03/14 09:46

      Ace,

      Moro num prédio com elevador. espero que o fabricante não pense que "sou um maldito consumidor estúpido". Espero que eles não fabriquem elevadores "do jeito que desejarem", pois eu não pude avaliar e escolher o produto, foi a construtora que o fez. E apesar de eu saber que uma queda do décimo oitavo andar é fatal, que morar tão alto tem seus riscos, eu espero que o elevador me leve em segurança até o térreo por muitos anos, bastando para isso fazer a manutenção adequada.

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    11. MonteCristo16/03/14 20:41

      "Moral Hazard" ... "Risk Compensation Theory"

      Bob, sei que gosta tanto do cinto de segurança quanto eu. Pois bem, as pesquisam mostram que quem usa cinto de segurança está mais propenso a dirigir com menos cuidado e mais rapidamente. Devemos remover os cintos de segurança dos veículos ?

      The Insurance Institute for Highway Safety released a study in 2010 that found motorcycles with ABS 37% less likely to be involved in a fatal crash than models without ABS

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    12. MonteCristo
      Sou totalmente cético quanto a pesquisas. Elas apontam o que os pesquisadores/institutos querem. Essa do cinto, só rindo.

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    13. MonteCristo16/03/14 22:37

      "A 1994 research study of people both wore and habitually did not wear seatbelts concluded that drivers were found to drive faster and less carefully when belted"
      http://en.wikipedia.org/wiki/Risk_compensation

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    14. Se a indústria lança um equipamento de segurança, cobra a mais por isso (embutido no preço do carro ou como opcional avulso) e faz propaganda que seus carros merecem ser comprados pois tem um equipamento x ou y, talvez seja lógico que deva indenizar por danos causados ou agravados no evento em que a perícia mostre que o equipamento deveria acionar e não acionou. Isto é responsabilidade objetiva. A pessoa comprou um produto que não entregou o prometido. Como um colete balístico que não resiste ao calibre preconizado, na distância especificada. No campo subjetivo podemos conjecturar o quando a bebida afetou a capacidade de dirigir, ou mesmo se árvores deveriam estar plantadas próximo da rodovia, especulando cada vez mais até beirar o absurdo hipotético: "se ela não tivesse comprado o carro não teria morrido". É preciso ater-se à causalidade objetiva. Policiais não se expõem mais aos tiros por estarem usando colete...

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    15. Anônimo 17/03/14 17:42
      Já teve a oportunidade de ver como são feitos os testes de impacto? A velocidade da batida é a 64 km/h. Ao encarar uma árvore a 100 km/h de nada adianta a proteção em forma de cintos de segurança e bolsas infláveis. É claro que se espera que a bolsa abra e ela deve abrir, mas há regras para seu funcionamento, explicadas até nos manuais de proprietário.

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    16. A questão principal, confiando ou não exageradamente nos recursos de segurança oferecidos, é que um dado produto foi vendido com um defeito grave, e que não entregou algo que deve ter sido objeto de intensa propaganda pela GM: segurança, confiabilidade mecânica e etc.

      Acho que, perdoe a minha insensibilidade, se alguém morreu por dirigir embriagado ou matou alguém por isso, não é o cerne da questão, e sim o defeito do produto em si.

      Entendo o intuito de sua opinião, que o melhor recurso de segurança é um motorista prudente e experiente, mas também acredito que há uma falha grave na relação entre esses fabricantes e seus consumidores.

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  2. Prepare-se para o "fuzilamento", Bob. Pelos mesmos que não entenderam seu post de 19/09/2011, sob o título "Se beber, dirija devagar".

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    1. O Bob e muito forte e nao se verga por coisa pouca!
      Ele estará preparado para eventuais criticas.

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    2. Mr. Car e anônimo a seguir
      Preparado...

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    3. Meus caros, concordo plenamente com o "se beber, dirija devagar", humildemente acho que o Bob está querendo criticar a sanha dos coitadinhos que querem indenização até por queimar a língua em café quente. Porém, permita Bob, que eu alerte que dessa vez você escolheu um caso em que não se aplica o raciocínio. Air bag tem que abrir, assim como freio tem que frear, mesmo que o carro caia no abismo. Acho que isto é o que querem eu e outros aqui, dizer que concordamos com a essência do que o Bob está defendendo, mas nesse caso o equipamento não amenizou o dano, mesmo que fosse insuficiente para salvar, o que nunca saberemos, não é? Abraços Douglas

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    4. De fato, o air-bag deveria abrir sempre que necessário, sempre que a situação exigisse. Mas ele pode nem sempre abrir. Eu considero absolutamente aceitável que, num carro já com uma certa idade, ele não abra, por uma falha em algum sensor, no módulo de comando ou até no circuito de disparo da bolsa. Porém, acredito tbm que num carro bem cuidado, isso deva ser pouco provável que aconteça.
      Porém, o caso em questão é que, aparentemente um grande lote desse modelo da GM, saiu com uma peça com um defeito, que era conhecido pelo fabricante, e que causava a desativação do dispositivo. Se isso for verdade, será um grande problema para a GM.

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  3. Um airbag não uma apólice de seguros que paga um prêmio à todas as vítimas que ele não salva.

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  4. Idependente de estar bebada ou não, quando se compra um carro com airbag, o mínimo que se espera é que ele funcione, assim como os pré tensionadores do cinto.
    A gm tem um descaso gigante com os clientes (aqui no brasil, pior ainda), eu não compraria nenhum carro desta marca.

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  5. porcodio
    Querer que funcione é uma coisa (eu paguei, eu paguei!, agora nem isso, é de série), achar que a bolsa vai salvar alguém numa batida como essa, é ser muito ingênuo.

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    1. jose marcelo (jmvieira)15/03/14 14:02

      somente estamos querendo que o equipamento funcione Bob. Neste questionamento e em outras matérias não li ninguem dizendo que o airbag é garantia de sobrevivência, somente você que está enaltecendo este aspecto e de certo modo está desviando o assunto do foco da questão: por que o air bag não abriu? foi pelo defeito no cilindro de ignição? A GM sabia do problema HÁ 10 ANOS? Em 1,6 milhões de veículos existe o problema? Por que a montadora não se pronunciou, e tiveram que morrer uma pessoa (ou seriam pessoas, no plural?) (sóbrias ou não), pra que este assunto viesse à tona?

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    2. jose marcelo
      A maior frustração atual do brasileiro, de todas, é a bolsa não abrir, e o maior sonho, de todos, é escapar ileso de um acidente por o carro tê-la.

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    3. Wanderson Caldas Novas15/03/14 23:11

      É Bob, esta eu acho que você perdeu, sei que você tem vários fãs, e sei que eles mesmo discordando de você vão querer defender sua tese (também sou seu fã, rsrs) mas o que alguns estão dizendo é verdade...o cara podia estar bêbado, dando cavalo de pau ou a trezentos por hora...o airbag deveria no mínimo ter inflado. Acabamos de perder um funcionário da empresa em que trabalho, ele se acidentou num Corolla da empresa, o velocímetro travou a 140 por hora,,ele morreu porque ele não usava o cinto; mas as duas bolsas infláveis se abriram. Abraços!!!

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    4. Wanderson,
      Nem se o funcionário de onde você trabalha estivesse amarrado ao banco com várias voltas de corrente teria escapado. Veja no texto que não entrei no mérito se a bolsa devia ou não abrir (é claro que deveria), mas 1) de nada adiantaria se tivesse aberto, numa batida contra objeto indeformável àquela velocidade e 2) para as pessoas não acreditarem que com a bolsa estão com a vida garantida num acidente, como o irmão da vítima acredita. E, não, não estou aqui para disputar, vencer nada ou ninguém, mas para expor idéias e trocá-las com os leitores, o que me apraz muito fazer.

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    5. Bob; se te apraz trocar ideias com seus leitores seja ao menos respeitoso com aqueles que o são com vc. O cara não te ofendeu. Se vc for ironizado como fez, vc normalmente censura o comentário e chama de idiota, imbecil e outros termos que vc usa com frequência. Tem hora que vc ( como qualquer um ) exagera demais.
      Vamos ao post: A bolsa deveria abrir. Fato. O cinto funcionar. Fato. A mulher não sobreviveria: SUPOSIÇÃO PROVÁVEL!!!. Provavelmente em 99,999% dos casos não iria sobreviver mesmo e nem bolsa nem cinto ajudariam. Mas poderia! Quem é que cai do vão central da ponte Rio-Niterói de carro e sobrevive? Ninguém, certo? Errado. Uma doidinha destas caiu, sobreviveu, nadou, foi salva e só perdeu um baço aqui no Rio. O processo da família é por dinheiro, para variar, porque lá eles processam e ganham mesmo e porque um cidadão americano é mesmo ser de outro planeta e aquilo lá é outro mundo. Quanto a bebida, a legislação aqui não pretende proteger ninguém. É mais uma falácia desta corja de corruptos para roubar o cidadão. A mais de 30 anos almoço e tomo alguns chops OU uma garrafa de vinho com a esposa e volto tranquilamente para casa. Jamais me senti alterado, corri, andei devagar ou modifiquei meu comportamento por isto. Agora loucos, bêbados, aprontando, tem que tomar cadeia mesmo. Mas eles aqui não pegam os "manos" bandidos. Estes, na maioria das vezes, não tem dinheiro NEM pagam impostos. Pegam é o cidadão de bem, este pobre coitado a mercê do estado que o trata como bandido e o rouba DESCARADAMENTE. Políticos e funcionários públicos de todas as esferas: OS CANCERES DESTE PAÍS!!!

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    6. Anônimo 17/03/14 07:46
      Não tenho sangue de barata e fico mesmo indignado com certos comentários. Poderia até barrá-los, mas procuro fazer isso o menos possível. Até hoje, pouquíssimas vezes destratei algum leitor, só o fiz quando notei má intenção, dolo. Eu quis repassar a notícia da Automotive News por considerá-la de interesse geral (haverá outra hoje, seqüência da primeira), mas achei que cabia um comentário do editor no final. Em momento algum defendo a GM ou digo que a bolsa não tinha que abrir. Naquela colisão certamente deveria ter aberto. Mas pretendi com o comentário informar as pessoas para não esperarem escapar com vida de colisões frontais (ou laterais, por extensão) sérias só porque o carro tem bolsa inflável. Também, a questão de beber e dirigir mereceu ser tocada, uma vez que a idéia sobre o assunto está totalmente distorcida na cabeça da população, seu hábito de vida de ingerir alguma bebida alcoólica indo ao encontro do que venho dizendo. De novo, a pergunta: por que nunca houve fiscalização intensa contra bêbados dirigindo, só começando depois da lei seca? Alguém terá de pagar por isso. Foram 10 anos de bêbados matando, sem que ninguém os detivesse apesar de haver lei severa a respeito.

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    7. Ok, Bob. Obrigado e fica tranquilo que seu texto foi claro. Penso que todos concordam que airbag ajuda mas não é anjo da guarda. Nunca fiscalizaram a lei seca porque havia tolerância de álcool e eles sabiam que 99,999% dos motoristas estariam dentro da lei e eles não faturariam. Eles não querem fiscalizar nada nem proteger ninguém. Hoje até bochechar com Listerine dá multa, apreensão da carteira, reboque do carro, etc. uma USINA DE FAZER DINHEIRO. ELES QUEREM É ROUBAR O CIDADÃO E ENCHER OS BOLSOS.

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  6. Que covardia a GM não poder responder pelo que acontece por estar em falência! Absurdo! Isso me enoja! Quer dizer que, estando falida, ela pode reduzir custos na segurança das pessoas, pode ferir a lei, pode vender latão como ouro, mentir, para reduzir custos e fazer besteira à vontade com o objetivo de se recuperar? Que vergonha! É óbvio que o airbag não é fazedor de milagres e que o cinto de segurança não tem poder divino, mas nem isso e nem o fato de ela estar alcoolizada mudam o fato de que os equipamentos de segurança do carro não funcionaram! Ou seja, mesmo que isso não seja a causa da morte (e não dá pra saber, porque é fazer previsão de passado, e previsão de passado é erro metodológico), é um absurdo, é criminoso, que eles se encontrassem nesse estado.

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    1. C Silva
      Legalmente não tinha de responder, pois uma empresa era a General Motors Corporation e a nova, General Motors Company. Mas moralmente tinha.

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    2. O senhor tem razão e acho que a lei é muito suja e dá uma proteção sacana nesse caso... só porque mudou de nome, não pode mais responder... uma covardia. É como se eu matasse alguém mudasse de documento e então não era eu mais.

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    3. Não tenho dados concretos para afirmar, mas tenho a impressão que quando a montadora não é americana (Toyota?), os órgão reguladores caem matando e forçam os recalls rapidinho. Inclusivo com inquisições ao presidente da empresa frente ao Congresso americano e bla bla bla. Onde já se viu, obrigar um recall porque a pessoa instala um tapete genérico no carro e ele escorrega (os originais têm presilhas)? Daqui a pouco mandam os japas fazer recall porque nêgo instalou xenon em carro que não é feito pra isso. Aí se vê se estão realmente se importando com o consumidor, ou se o interesse é maladro.

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  7. Aléssio Marinho15/03/14 12:28

    Certa vez, viajando à noite num trecho esburacado, bati a roda traseira direita num buraco. Estava a uns 40/50 km/h e no choque ouvi um forte barulho, como se uma martelada tivesse atingido um espesso tubo de metal.
    Imediatamente, a luz espia do AB da velha Renault Scenic acendeu e não apagou mais.
    Preocupado, no dia seguinte levei o carro a um CSS Renault, onde fui informado que modulo havia "travado" com o impacto no buraco. A central reconheceu o choque mas não confirmou a desaceleração, condição que leva ao disparo das bolsas.
    Resultado é que teria que trocar o módulo ao custo de R$ 1200,00 na época, o que não o fiz. Sem contar que em pouco mais de um ano teria que trocar as 2 bolsas pois elas possuem prazo de validade de 10 anos e deveriam ser substituídas conforme orientam os fabricantes destes equipamentos e dos veículos. Vendi esse carro um tempo depois, com o defeito do módulo e com a necessidade de substituição das bolsas devidamente informadas ao comprador, que com certeza, foi lá no quadro de instrumentos e deu um jeito de apagar a luz espia..
    Com este episódio aprendi que mesmo os equipamentos de segurança tem suas limitações de funcionamento, não são totalmente à prova de falhas como supõe o senso comum. Considero AB como um equipamento SUPLEMENTAR de segurança, para ser usado em conjunto com o cinto de segurança, de forma a diminuir os efeitos de um impacto contra partes do veículo e não um salva-vidas anjo da guarda como todos acreditam ser.
    Quando é pra morrer, até pisar numa tachinha pode ser letal.

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    1. Manutenção perfeitamente entusiasta do seu veículo. Parabéns. Realmente tem coisa bem mais importante para gastar 1200 Reais do que com um item de segurança.

      Também deveria escrever uma tese sobre as coisas não serem infalíveis. Vai vender muitos livros com essa novidade! A próxima vez que meu carro quebrar, não vou mais arrumar, só vou arrumar coisas infalíveis.

      Sobre a validade de 10 anos, isso não existe. Existe uma INSPEÇÃO a ser feita a cada 10 anos nesse sistema. A validade dele é indeterminada.

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    2. Aléssio,
      Dos males o menor, pois se a encrenca do módulo do air bag travou com o impacto na roda traseira, poderia muito bem ter disparado a bolsa sem necessidade e, pior, com o carro em movimento pela via. Faltou apenas a desaceleração para dar algo mais sério...

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    3. jose marcelo (jmvieira)15/03/14 14:09

      Tudo bem, voce está errado, mas nem é este o ponto, nem o mérito.... foi voce que, deliberadamente não quis gastar R$1200 foi lá e "arrancou o fusivel", ou "puxou o conector do chicote", ou "retirou a lampada do painel", etc.... agora imagine se voce compra um carro com o air bag disponivel (nem importa se voce pagou ou não, como opcional) mas imagine que a CITROEN tivesse feito isso que voce fez por voce, na fábrica sem voce saber, no projeto defeituoso de uma peça do carro e voce já comprasse o carro com o "fusivel do air bag arrancado", o "chicote do airbag desconectado", "sem a lampada espia do airbag no painel".... não seria diferente? os termos entre aspas são simbologias, somente para comparar as duas situações diferentes.

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    4. Retirando do post do Aléssio Marinho 15/03/14 12:28

      ... Vendi esse carro um tempo depois, com o defeito do módulo e com a necessidade de substituição das bolsas devidamente informadas ao comprador, que com certeza, foi lá no quadro de instrumentos e deu um jeito de apagar a luz espia..

      Qual parte do "Vendi" e do "devidamente informadas ao comprador" que o pessoal NÃO entendeu?

      Vamos prestar atenção no que os outros comentam antes de responder.

      Mendes

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    5. É para se saber que o equipamento está em condições operacionais que a luz do AB acende ao se dar a partida no carro e apaga-se logo em seguida. Se tu vira a chave e ela não acende no painel tem algo errado. Simples.

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    6. Você tinha o dever de informar o comprador desse defeito e colocar isso no papel, se o comprador identificar este vício ele pode te processar e nesse caso você vai ter que pagar duas centrais (uma para repor a central defeituosa e outra como forma de multa pelo juiz).
      Só porque custava R$1.200,00 isso não é desculpa.

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    7. Boa Renato Mendes Afonso.

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    8. Marcelo
      Isso que vc coloca, se não me engano, só é válido quando se compra de loja (PJ). Quando a transação comercial é feita entre pessoas físicas, isso não se aplica.

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    9. Renato Mendes Afonso, o que voce quis dizer com prestar atenção no comentário dos outros antes de responder? voce acha que é normal desligar propositalmente o airbag desde que seja avisado? o fato dele ter informado ao novo proprietário que fez a desabilitação proposital do airbag, faz da desabilitação uma atitude correta? Uma analogia: se eu cometo um delito e confesso que cometi o delito, então o delito deixa de existir?

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    10. José,
      O Aléssio não desabilitou nada, apenas não fez a manutenção do módulo. Sua analogia não faz o menor sentido. Aliás, ele tomou uma atitude louvável de alertar o comprador sobre o defeito do carro, coisa que mais de 99% dos vendedores (particulares ou não) não fazem.
      Se você quer tacar pedra em alguém, taque naquele que vende um carro com peças remendadas e cheio de "jeitinhos", porque esse sim assume o risco de matar o novo proprietário do carro.

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    11. José Marcelo Vieira

      Se eu tenho um carro batido ou com o motor fundido, antes de vendê-lo terei de arrumá-lo?? Ora, se eu informo pro comprador do estado do carro e ele concorda com o meu preço, o que há de errado com isso??? Tenha santa paciência........

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    12. José, sua analogia não é compatível com a situação debatida. Começando que desligar air-bag, ABS ou qualquer dispositivo do carro está longe de ser um delito. E outra, ele avisou para o comprador, que comprou sabendo disso e porque quis.

      De resto, os colegas acima falaram tudo.

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    13. Caro José Vieira!

      Em primeiro lugar não acredito que desabilitar o Airbag seja um delito. Especialmente em veículos fabricados antes da obrigatoriedade legal. Já em veículos fabricados de 2014
      em diante, talvez sim.

      Não sou inocente a ponto de acreditar na miraculosidade de um ou um conjunto de bolsas infláveis, o objetivo maior destes sistemas de segurança é reduzir a incidência dos ferimentos leves e médios, a responsabilidade pela proteção de ferimentos graves está é na estrutura do veículo, combinada aos cintos de segurança. Se sou a favor do airbag nos veículos? Sim, pois um item que aumente a seguranças passiva, nem que marginalmente, sempre é bem vindo. Mas melhor mesmo é não bater como foi comentado...

      Em segundo lugar, o vendedor (Aléssio) fechou uma transação comercial com o comprador, o qual devidamente informado, provavelmente precificou esse defeito no valor pago ao vendedor. Não há delito e nem desinformação, pelo contrário, o comportamento do Aléssio foi elogiável e MUITO, mas MUITO diferente do brasileiro médio que antes de vender carro com motor arrebentado, "fumando", troca o óleo por um de alta viscosidade para esconder o defeito. É incrível, mas aqui em Banânia, o certo é errado e o errado é certo. O Aléssio, que ao vender seu carro com uma falha, foi honesto e a tornou conhecida ao comprador que aceitou o produto, no estado em que se encontrava, é errado. Melhor teria sido então que tivesse mentido!? Um absurdo...!
      O ponto que o Aléssio queria mostrar, acredito eu, é que mesmo que os airbags não salvem ninguém em acidentes fortíssimos como foi o caso da moça americana, deveriam funcionar, e se não funcionam o consumidor foi lesado pois comprou acreditando que funcionam, estava lá na ficha de equipamentos oficial. A GM foi transparente? Não! O Aléssio foi? Sim!

      Na minha modesta opinião, a GM deve pagar por ter lesado o consumidor vendendo um produto que não funcionou corretamente. Somente. Fato é que pericialmente pode ser demonstrado se o airbag teria ou não salvado a condutora (acredito que não) - no decorrer da ação a GM deve ter mostrado isso para a família e esta, inteligentemente, aceitou o acordo ao perceber que a culpa pela morte foi da motorista e persistir no processo seria em vão.

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    14. Renato, Anônimos e congêneres: MAS O FOCO é a GM ter feito isso e não voces, com o airbags e similares... o fato de voces venderem o carro com vícios não retira os vícios do carro. Voces podem avisar dos problemas, mas os problemas não desaparecem. E voces PODEM vender seus carros do jeito que quiserem, em ordem ou não, não são obrigados a arrumar. Porém, eu não compraria os carros de voces, acho razoável eu me recusar, com motor fundido, air bag sem funcionar.... não, muito obrigado...

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    15. Então simplesmente recuse, ao invés de achar que nós temos que vender o carro do jeito que você quer. Pronto.

      A matéria fala da GM (concordo que os itens deveriam ter funcionado e é legítima a investigação) porém o comentário que estamos debatendo é justamente de um defeito que não foi sanado pelo dono e vendeu o carro, que por sinal, de acordo com as respostas, deram a entender que o colega "sabotou" o carro quando apenas achou caro e preferiu repassar o carro para frente.

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  8. Se eu compro um carro com air bag é presumível que ele funcione sim, afinal é um equipamento de segurança feito para proteger os ocupantes, da mesma maneira que voce espera que o freio pare o carro ao pisar nele, se tudo estiver funcionando a contento. O air bag, diferente do freio não precisa de manutenção regular, bastando atentar se acende a luz espia ao ligar o carro e se a mesma não permanece ligada indicando problemas, se não houver esse aviso subentende-se que o sistema está funcionando devidamente.
    Se o airbag estivesse funcionado poderia ter salvo ou não a moça, isso nunca ninguém saberá com certeza.
    O juiz decidiu com base nos argumentos apresentados, tanto que depois houve um recall, provando que algo não estava totalmente confiável, que havia dúvida em seu funcionamento e a fábrica não conseguiu provar que não havia.
    Não acho que isso seja uma ameaça pras fábricas, e se for, o que é mais importante, as fábricas fazerem de modo não seguro, contabilizando eventuais ações ( vide caso Ford Pinto nos EUA) ou a vida das pessoas ?
    Eu sou usuário e consumidor de automóveis, não sou dono de fábrica pra me preocupar ou defender elas, entendo que os dois lados devem tomar suas atitudes, mas são casos diferentes.
    E se este caso fosse com um filho ou filha sua ? Temos também que se por no lugar dessa familia, conforme eles disseram, isso não vai trazer de volta essa vida, mas se isso fizer com que os carros sejam mais confiáveis e os fabricantes reconheçam quando erraram já é válido, na minha opinião.
    No meu entender um autoentusiasta deve defender a segurança em primeiro lugar, a começar de suas atitudes ao volante, mas devemos também, como ultimo recurso em caso de desatre, contar com os equipamentos de segurança passivos que temos nos nossos automóveis. Se vamos sobreviver ou não, não sabemos, mas se eles não funcionarem como deveriam algo está errado e alguém tem culpa nisso.

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    1. XRacer
      De madrugada, pista molhada e motorista bêbada, "enchendo" uma árvore, que é uma barreira fixa indeformável, a cerca de 100 km/h, nem com dezenas de bolsas de ar no interior do carro tinha jeito. Mas a família foi "isperta"...Meu intuito foi fazer ver que ninguém deve contar a com a "mão salvadora" da bolsa inflável, há algo bem mais importante que isso, que é o dirigir correta e sobriamente, dos limites legais do CTB original, e que se beber, como escrevi num post, que vá bem devagar pelo canto direito da via.

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    2. Bob,
      Com todo respeito que tenho pelas suas opiniões. E mesmo concordando com o comentário ao fim da matéria. Mas, objetiva e tecnicamente falando, o air bag não deveria ter sido acionado por ter sido um impacto frontal? Nem sequer foi de quina, foi frontal mesmo.

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    3. Bob,
      Se o acidente tivesse acontecido exatamente do mesmo modo, porém a moça não estivesse bêbada, a família ainda seria "isperta"?

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    4. André
      Evidente que sim. A moça errou e bateu por estar bêbada e morreu pela violência da batida. A "isperteza" foi justamente se valer do fato de a bolsa não abrir para faturar algum em cima da GM. pois a vida da moça não volta.

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    5. Bob, tenho muito respeito por você e por suas opiniões, mas respeitar não significa dizer que concordo em 100%. Neste caso, concordo com a questão de que muito provavelmente a GM não é a culpada pela morte da senhorita. Ela mesma conjugou um coquetel de riscos altíssimos, quais sejam, alcoolemia, direção em rodovia movimentada, à noite, com chuva, e em alta velocidade. Mas quanto ao "se beber, dirija devagar", permita-me discordar. Não que seja a favor da burra Lei Seca atual, mas uma opinião como esta, vinda de uma pessoa respeitada como você, pode ser mal interpretada pelas pessoas como justificativa para andarem por aí alcoolizadas. Até porque uma taça de vinho ou uma cerveja, no almoço ou na janta, pode não trazer riscos para uma pessoa ao volante, e para outra pode trazer. Eu mesmo evito, por mais que goste de jantar fora e com um bom vinho, sou um tanto fraco para o álcool -- dependendo o vinho basta a primeira taça para que já fique com os reflexos mais lentos. Provavelmente devido ao meu biotipo, estatura baixa e baixo peso, uma taça já leve a um nível alcoólico considerável no sangue. Estou certo que existem outros por aí com essa mesma condição.
      Então, concordo com sua opinião a respeito do limite antigo, certamente foi baseado em estudos e naquilo que se aplica em outros países, e estaria de bom tamanho. O problema é que a idéia do "se beber dirija devagar" pode ser interpretado como "se estiver bêbado, dirija devagar"... não chega a ser uma diferença sutil para quem entende e quer entender o bom Português, mas concorda que reside aí um risco? Abraço

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  9. Mais uma vez: i ítem de segurança mais importante de qualquer carro é aquele sentado no banco dianteiro junto ao volante de direção. Quando esse equipamento - presente em absolutamente todos os carros - falha, o resto não garante mais nada.
    E acreditar que o air-bag salvaria essa jovem de uma batida dessas, contra uma árvore, a cerca de 100 km/h, apesar do cinto de segurança, é muita ingenuidade. Isso me cheira mais a oportunismo, diante do que o sistema jurídico dos EUA costuma fazer em casos assim.

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    1. Grande oportunismo. Ninguém jamais saiu vivo de um acidente a 100 por hora e equipamentos de segurança são feitos para falhar, o usuário compra para ser de enfeite

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    2. Anônimo 15/03/14 13:06
      Sentiu o cheiro certo: oportunismo numa sociedade de litígio como a americana.

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    3. Aff como tem gente burra.... Sim, já houve gente saindo vivo de acidente a mais de 100 km/h, equipamentos não são feitos para falharem mas falham e ninguém os compra para serem enfeite, mas acreditar que com eles estando alí pode-se deixar de lado a responsabilidade e achar que se estará a salvo em qualquer situação, como se classifica isso???
      Agora, que os judiciário americano propicia o aparecimento de oportunistas assim, isso já é mais do que sabido.

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    4. MonteCristo16/03/14 20:51

      Se o carros estivesse funcionando normalmente (vejam recall) ninguem estaria processando a GM

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  10. Rafael Ribeiro15/03/14 13:07

    Acho legítimo que a família processe a GM pelo mau funcionamento dos equipamentos de segurança. Não que eles fossem garantia de evitar a morte da motorista, mas deveriam ao menos dar uma chance para que isso acontecesse. Muitas vidas já foram salvas usando-se cinto de segurança e airbags em conjunto, mesmo em altas velocidades, alguém duvida disso? Um cinto que não trava e um airbag que não abre, SIMULTANEAMENTE, em caso de colisão é um crime, esteja a motorista alcoolizada ou não. A jovem cometeu o grande erro de beber e dirigir, mas as falhas do carro agravaram os riscos, então a GM é no mínimo co-responsável, não pode ser isenta de culpa, isso levando em conta que é verdade que a motorista usava o cinto de segurança, como consta na ocorrência policial.

    É possível, por exemplo, que alguém morra ao saltar de paraquedas, seja por colidir num obstáculo, ter um infarto pela emoção ou tocar o solo de mau jeito, faz parte dos riscos da atividade, por isso se assina um temo de responsabilidade antes do salto... Mas o mínimo que se espera de um paraquedas é que ele abra! Vocês não processariam o fabricante do paraquedas nesse caso?

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    1. Vc processaria o laboratório fabricante do anticoncepcional da sua esposa se ele falhasse, mesmo sendo sabido que ele não é 100% confiável??

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    2. Rafael Ribeiro15/03/14 15:54

      Anônimo15/03/14 15:10

      Você deve se recordar do Airbus da Air France que caiu anos atrás entre Rio e Paris. Todos sabem que um avião pode falhar e cair. Mas se o fabricante sabia que determinadas peças deveriam ter sido trocadas (as tais sondas pitot) e não foram, e em decorrência disso o avião se acidentou, houve NEGLIGÊNCIA e as famílias das vítimas serão indenizadas por isso. Se alguém de sua família estivesse neste avião, ou ainda naquele outro da TAM que "passou reto" em Congonhas, porque o reverso estava desligado, você não acha que os responsáveis deveriam ser punidos, ou os passageiros deveriam saber que essas coisas as vezes falham também e paciência...?

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    3. As possíveis falhas do carro não agravaram os riscos de maneira nenhuma. As possíveis falhas ocorreram após o acidente ter sido consumado.

      Antes de mais nada, qual seria o órgão fiscalizador de cintos de segurança e "air bags" ? Há esta regulamentação ? Leis de trânsito existem, e no caso, foram quebradas. Qual é a legislação para poder fabricar e por um automóvel à venda ? Há um índice mínimo de acionamentos corretos / falhas, uma tolerância ? Se há, é possível que um automóvel seja comercializado sem este tipo de aprovação ? O automóvel foi taxado, pagou os impostos devidos e está a venda. Ok. No meu mundo ideal, a responsabilidade do fabricante acaba aí, quem quiser comprar um carro e se aventurar no mundo da condução de veículos, que vá se informar sobre as características do produto e arque com as consequências de sua decisão.

      Vejam só, existem até armas de fogo sendo fabricadas e comercializadas, é como dar um tiro em alguém, matar e processar o fabricante da arma pela morte... Entretanto, a mesma arma pode falhar no momento em que for preciso realizar um disparo, ora, é um conjunto mecânico, e nenhum conjunto mecânico, elétrico, eletrônico, hidráulico, pneumático biológico, químico... é a prova de falhas. Cabe ao usuário decidir se vai utilizar tal recurso ou não.

      É esperado que um equipamento funcione ? Sim. É sabido que o equipamento pode não funcionar ? Absolutamente sim. Exceto pelos Rolls Royce, estes sempre funcionam. :)

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  11. Com todo o respeito pela família da estudante, mas o estopim da morte dela foi o elevado nível de álcool no sangue, tanto é que não existiam indícios de que ela sequer tenha tentado desviar o carro da árvore. E tem-se que ser razoável nessa situação: o carro atingiu uma árvore (barreira praticamente indeformável e com relativamente pequena área frontal) a uma velocidade próxima a 100 km/h. Carro nenhum, até hoje, é projetado para suportar e proteger impacto dessa magnitude. Mas, como a encrenca do air bag não funcionou, a conta ficou toda para a GM. Da mesma forma que a estudante acertou a árvore, poderia muito bem ter acertado outro carro e levado mais gente consigo.

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    1. Rafael Ribeiro15/03/14 14:42

      Não foi apenas o airbag que não funcionou, o cinto também não.

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    2. Responsabilidade, legalmente, é para todos. A jovem foi irresponsável e morreu. A GM falhou com seu produto e paga a multa, simples assim. Cada qual com seu cada qual e sua consequência. E acho que devo ver muitos fantasmas, pois conheço diversos sobreviventes de acidentes a mais de 100 KM/h

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    3. Rafael Ribeiro
      Quem disse que o cinto não funcionou foi o irmão da vítima, na reclamação à NHTSA. Nada na análise do caso pela Automotive News sugere isso. E, cá entre nós, um cinto, item existente há mais de 40 anos, sistema de travamento totalmente mecânico, não travar, é como ganhar na Mega Sena três vezes consecutivas.

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    4. Rafael Ribeiro15/03/14 16:40

      Bob, a análise feita pela Automotive News não está no Post, não me guiei por ela, apenas pelo que li aqui. Também acho muito difícil um cinto não travar, mas não é raro ter problemas ao contrário, às vezes travam mesmo com o carro estacionado em piso plano, precisando ser tensionados e soltos seguidamente para liberar o mecanismo. Relógios suíços, máquinas totalmente mecânicas consideradas perfeitas, as melhores do mundo há séculos e não há apenas 40 anos, também podem apresentar defeitos, apesar de raros.

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    5. Bob Sharp, vai ver a vítima estava tão bêbada, que não deu conta nem de travar o cinto.

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    6. Anônimo 15/03/14 18:04

      É uma possibilidade.

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    7. O cinto não funcionar e o airbag também não, em um único caso.

      Gente: É muito improvável.

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    8. Realmente, Raphael, é improvável e mesmo que tenha ocorrido, também é minha opinião que a GM deve pagar por esta falha, no sentido de que vendeu e não entregou, ou seja, lesou o consumidor - responsabilidade cível; mas não pela morte da jovem (responsabilidade criminal). Com ou sem cinto, com ou sem airbag, a jovem acertou uma árvore, a 100km/h. Vi alguns aí comentando que conhecem inúmeros sobreviventes de acidentes a 100km/h, pergunto: algum deles atingiu uma árvore? Aqui em minha pequena e pacata cidade, há uns anos, três rapazes em um VW Bora atingiram uma árvore a aproximadamente 80km/h. Um morreu na hora, dois foram hospitalizados em estado grave, dos quais um faleceu no hospital. O sobrevivente (motorista) ficou muito tempo hospitalizado e passou por inúmeras cirurgias.
      Por fim, você falou em probabilidade de nem o cinto, nem o airbag funcionarem na mesma ocasião: pense no seguinte - e se o pré-tensionador do cinto (proteção pirotécnica) e o airbag forem comandados pela mesma central e esta esteja defeituosa?
      Estou certo que se tivesse sido a 100km/h, o acidente teria dizimado a todos na hora.

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  12. jose marcelo (jmvieira)15/03/14 13:54

    Discordo veementemente da nota infeliz do editor Bob Sharp no concernente ao questinamento sobre o airbag. As matérias (não somente aqui no blog) mencionam que a GM teria se omitido por 10 anos em 1,6milhões de veículos, e pra mim é uma decepção ler um texto destes de um veterano conhecido e formador de opinião. Mesmo que o airbag não salve a vida do ocupante por mais irresponsável e incosequente que o ocupante seja, o air bag tem que abrir e cumprir seu procedimento. Isso é ínquestionável. Nada substitui a inteligencia e a perícia do motorista, mas o miolo da ignição e os airbags não tem o mérito de escolherem funcionar e/ou abrirem-se somente para os motoristas sóbrios, responsáveis. Este é o ponto. Neste processo da GM não está em discussão se o motorista é responsável ou não, está em discussão se houve a atuação dos itens de segurança, ou não, por um defeito de uma peça que se confirmado, deveria ter sido trocada e não foi.

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    1. jose marcelo
      E se esse acidente tivesse acontecido em 1960, a morte da jovem teria sido culpa do carro? É preciso que você e quem acredita piamente nas bolsas infláveis leiam ou releiam este post, http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2014/01/como-takata-atravessou-ponte-perigosa.html

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    2. Bob, um airbag que não atua é muito mais limitado do que um que atue. Mas voce está enfatizando demais essa limitação tecnológica inerente ao airbag como se ele tivesse funcionado, e na matéria o que é dito é que o airbag não funcinonou. E eu repito pela 3ª ou 4ª vez que não estou questionando as limitações de um airbag que funcione, estou questionando o NÃO FUNCIONAMENTO do airbag.

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    3. jmvieira, acredito que a questão seja a seguinte: até que ponto pode se culpar a GM diretamente pelas mortes? Somente com perícia para determinar a probabilidade/causabilidade de a falha ter concorrido como fator para causar as mortes.
      Do contrário, não é que a GM seja inocente. Mas onde for comprovado que não há causalidade concorrente para as mortes, ela deve pagar por ter omitido o erro / ludibriado o consumidor, e também por um grau de risco aumentado ao qual expôs todos os clientes que compraram estes veículos, mas não por eles terem morrido. É uma linha tênue, mas importante.

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    4. sim, aí uma investigação dos eventos como eles aconteceram para se descobrir. Existem pessoas que morreriam de qualquer modo pelas limitações da tecnologia, e outras poderia ter sobrevivido. e assim abre-se um precedente perigoso quando na realidade quem deveria ter aberto era o airbag....

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  13. Zé das Couves15/03/14 14:01

    Na minha opinião, acabaram com os carros quando começaram a enfiar "módulos" dentro deles.
    Os antigos que tenho aqui na garagem são do tempo que "módulo", só o lunar mesmo...
    Quanto à GM, prefiro nem comentar. Se eles agem assim nos USA, imaginem aqui.

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    1. Perfeito o nome, Zé das Couves, para a opinião groselha sobre os módulos. Qual a diferença de um módulo e de qualquer outro sistema de um carro?

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    2. Acho que ele quis dizer módulos eletrônicos, que realmente os carros mais antigos não possuem.
      Como não existem, também não são causadores de panes e defeitos como no caso desse Cobalt americano.

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  14. Bob, sua máxima " melhor que abs é saber frear e melhor que air bag é não bater " já resume bem o tema. Nunca se pode esperar que a máquina faça as coisas para você.

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    1. De acordo. Mas também é bom saber que pode se contar com a proteção destes sistemas quando outro erra e lhe envolve em um acidente. Concorda?

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  15. Quem aqui tem carro antigo, com 10 ou 20 anos de uso?? Tudo nele sempre funcionou a contento?? Nada nunca precisou ser arrumado?? Claro q não, né. Imagina um carro dos anos 90, por exemplo (não é o caso do Cobalt em questão), se o AB não abrir por qualquer motivo que seja, vão culpar o fabricante?? Ah mas tem que ter manutenção a cada 10 anos. Certo. Mas então digamos que aconteça no limiar de completar 10 anos. Quantos equipamentos que a gente compra por aí que dão problemas em garantia e requeremos a troca....
    Logicamente eu acho que a culpa maior e principal é da motorista bêbada mas, se o fabricante sabia previamente que havia um vício oculto em seus produtos, ele deve ser responsabilizado.
    Porém, as pessoas precisam ter em mente que nada, nenhum equipamento, em lugar nenhum é infalível. Acreditar que o AB ou qualquer outro equipamento não falhará jamais, por qualquer motivo que seja, é um equivoco. Como dizem "o homem seguro morreu de velho".

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    1. Anônimo15/03/14 16:00
      Boa argumentação, vício oculto e conhecido, cabe responsabilizar a fabricante. Mas pelo quê? Na minha opinião, por ter enganado o consumidor e ter sujeitado ele a um risco de grau aumentado (mesmo que pouco) em relação ao que ele, consumidor, suporia estar sujeito. Mas responsabilizada pelas mortes? Só onde esteja claro que o airbag teria sido o fator que diferenciaria entre o óbito e a sobrevivência...

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  16. Mesmo se fosse um Volvo, ela iria morrer de qualquer jeito.
    Uma triste, mas eficaz, lição para aqueles que confiam demais nos sistemas de segurança ativos e passivos dos automóveis modernos e ao mesmo tempo fazem maluquices como encher a cara e dirigir muito acima da velocidade que os outros estão seguindo.
    O mais seguro sempre foi dirigir com precaução.
    Tá chovendo? Diminua a velocidade.
    Tá atrasado? Ande na velocidade que os outros estão andando, melhor chegar atrasado do que morrer cedo.
    Particularmente não vejo a menor graça em bebida alcoólica, apenas enxergo como uma grande perda de tempo. Eu bebia umas cinco ou seis garrafas de cerveja e não modificava em nada o meu humor, continuava o mesmo ranzinza de sempre.

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    1. Marcelo,
      Essa de andar rápido quando se está atrasado é efeito puramente psicológico, nada prático, por conta de um detalhe simples: semáforos. Alguns segundos que pensa-se que ganhou andando rápido, com a faca nos dentes, perde-se totalmente ao parar em um semáforo.

      Por isso que eu, estando atrasado ou não, vou sempre na mesma balada, seguindo o fluxo de tráfego, pois pelo menos não fico estressado desnecessariamente tentando andar rápido.

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    2. Cara: como vc sabe que iria morrer? Tem acidente pior que as pessoas sobrevivem. Se vc disser que ela teria uma chance em um milhão, ok. Mas afirmar é muito forte! e 100 km/h em um carro com todos os aparatos de segurança de hoje, nem de longe tem o mesmo efeito se comparados a um carro de 30, 40 anos atrás. Existia sim uma chance, mínima que fosse. E se o airbag não ajudaria, minimizaria ao menos. E quem sabe este mínimo poderia salva-la? vai saber.....

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  17. Ok, então o fato de ela estar bêbada significa que o air bag não deveria abrir e deixar ela morrer? Por favor, né? Outra, está comprovado que Air Bags podem sim ser a diferença entre viver e morrer, o que inclui aí as bolsas laterais e de cortina. As de joelho são mais para evitar maiores lesões. A cabine do carro não está tão acabada assim, o que parece é que o cinto não segurou o corpo tanto que o banco está todo para frente.

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    1. Tu acredita mesmo que ela morreu porque o air-bag não abriu?? Tá, tudo bem que aparentemente as condições do acidente eram para q o air-bag abrisse, mas qto tempo de uso tinha esse carro?? Tava tudo OK nele?? Esses sistemas eletrônicos são uma coisa complicada..... quem garante que, depois de anos de uso, o carro sendo submetido a sabe-se lá que tipo condições, algum desses sensores desses dispositivos não travem, deixem de responder e daí descambe nisso aí... O módulo até identifica os sensores como operacionais, mas na hr do "vamo vê", nada.

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    2. Rafael Ribeiro15/03/14 22:31

      Anônimo15/03/14 19:31

      O carro era 2006 e o fato ocorreu em 2009, conforme o texto. Quanto às condições de uso, não podemos afirmar, mas levando em conta a qualidade média das vias nos EUA, certamente melhores do que no Brasil...

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  18. Sempre fui contra o air-bag. Sempre. A maior parte dos países, chamados de sérios, não os tem por obrigação, mas opcional do consumidor.

    Pessoalmente não gosto daquilo, ainda acho que é melhor investir em sistemas melhores de cintos de segurança, zonas de deformação mais eficientes, bancos etc.

    Sempre tive dificuldade em encontrar modelos que gosto sem as bolsas infláveis, por vezes apenas encomendando, mas agora, por forte lobby dos fabricantes (certamente lobby petista), todos os carros as tem. Acho que vou parar de comprar carros pós 2014.

    Abç!

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    1. Leo - RJ
      Quando comprar o próximo carro, que deverá ter as bolsas, serão retiradas e guardadas para remontagem quando chegar a hora de vendê-lo. Não quero perder uma ou as duas vistas, pois uso óculos escuros para dirigir desde a adolescência. Ou então aplicar a velha máxima do carro importado, "Compre antes que vire flex" às bolsas infláveis...

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    2. Bob; Vc deveria poder fazer isto. Assim como eu, motociclista, deveria poder não usar capacete pois a vida é minha. Assim é nos USA. Mas aqui a legislação te impede e em caso de acidente o seguro vai vir contra vc e se vc não sofrer nada e algum ocupante sofrer, vc vai responder juridicamente por isto. Lembre-se; vc é um cidadão de bem e paga imposto! Portanto vc é a vítima predileta, preferida, esperada ansiosamente pelo estado, políticos, juízes e outros animais travestidos de humanos que infestam este país. Cuidado.

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    3. Anônimo 18/03/14 15:34

      De fato, é essa a inversão de lógica que vc cita que impera neste pseudo-país.

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  19. Se as pessoas se preocupam tanto com a segurança, todos os carros deveriam ter cintos de quatro pontos no mínimo, mesmo que não seja o tipo de cinto mais confortável ou prático no dia a dia, além de que este tipo de cinto não necessita do auxilio de uma Bolsa Inflável.

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  20. Houve extrema imprudência por parte da motorista ao dirigir embriagada a uma velocidade incompatível com seu estado físico. Inquestionável.
    Por outro lado, se nesse mesmo carro estivesse uma pessoa a 80km/h, sóbria e consciente, numa pista simples, e algum imbecil a 60km/h fizesse uma ultrapassagem proibida colidindo frontalmente com o dito veículo, o motorista do mesmo também morreria, apesar de não estar bêbado e nem ter cometido nenhuma imprudência. Resumindo, de acordo com meu ponto de vista:

    1) Imprudência sempre é o fator primordial. Já que nenhum sistema é 100% confiável, é melhor evitar situações em que necessitemos deles, Obviamente existem fatalidades em que o motorista simplesmente é vítima de outros. Nesses casos, um sistema que não seja 100% confiável é melhor do que nenhum sistema.

    2) No caso em questão houve erros de ambas as partes. A vítima pagou com a vida, e a GM com o bolso.

    3) Airbags não salvam vidas, apenas aumentam o limite de sobrevivência. As leis da física são implacáveis. Traçando um paralelo, em dias de chuva vejo muitos motoristas abusando do veículo por confiarem demais nos pneus. O que digo é que até F1 roda em pista molhada, apenas o limite de aderência destes é mais alto, porém tal limite continua existindo...

    4) Atualmente creio que existe um processo de "infantilização" dos motoristas, que a cada dia que passa procuram mais e mais eximirem-se de suas responsabilidades; o carro não freiou a tempo? Culpa do ABS. Você fechou o motorista e ele bateu na sua porta? Culpa dele, pois "eu dei seta". O carro rodou na curva? Culpa do controle de tração ou do DER. E por aí vai...

    Responsabilidade, educação e consciência são a chave de tudo. Coisa que infelizmente é cada vez mais rara. No Brasil, vivemos exaltando tudo que é europeu, americano, dizendo: "Nossa, como o trânsito na Alemanha é bom, também pudera, os motoristas são tão educados!". Verdade. Porém, ao acabarmos de dizer isso e pegarmos nossos carros, não hesitaremos em roubar a vaga do outro no shopping, não devolver o troco a mais que nos foi dado por engano, vamos estacionar nas vagas para deficientes (é só um minutinho), vamos subornar o policial, vamos passar a perna no colega de trabalho....

    Obviamente que existem exceções, mas infelizmente são mais raras do que mosca branca com olho verde.

    É uma pena...

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    1. Ainda bem que citou as exceções. Como a que lhe fala. Me orgulho imensamente de nunca ter feito essas e outras trapaças, embora de vez em quando até seja reprovado por agir corretamente, como quando não grudo no carro da frente em uma via engarrafada com o sinal ainda aberto para mim em um cruzamento, pois sei que se ele fechar, estarei atrapalhando a via para quem vem do lado que o sinal vai abrir. Espero sempre que o da frente ande um pouco, para poder cruzar posicionando meu carro de modo que não atrapalhe o fluxo. Mas o retardado atrás acha que eu tenho que grudar no da frente, mesmo que isso signifique fechar o cruzamento, E dá-lhe buzinada e farol piscando. Não estou nem aí: pode enfiar a mão na buzina até ela explodir, se quiser. Ligo o f*da-se para o imbecil.

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    2. ArkAngel

      Nota 1000 pro teu comentário.

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    3. Mr. Car, fico feliz que ainda existam pessoas conscientes que consigam enxergar algo além do próprio umbigo. Infelizmente, aqui no Brasil ainda existem resquícios de uma sociedade escravocrata, na qual aquele que obedece é julgado inferior àqueles para os quais a Lei parece não atingir. Em resumo, aquele que obedece e respeita é o "otário".

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    4. ArkAngel
      Comentário lúcido e perfeito, parabéns!

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    5. ArkAngel
      Liquidou o assunto!

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  21. A GM está errada sim, não porque a moça morreu (iria morrer mesmo), mas porque eles venderam um carro dizendo que o airbag iria funcionar e não funcionou. A GM vendeu um produto com defeito e deve ser punida por isso. É a mesma coisa de eu comprar um CD do Naldo e ele não tocar: não é porque o silêncio é preferível a "música" desse sujeito que a fábrica pode vender CDs estragados por aí.

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    1. Anônimo 15/03/14 17:42
      Em algum ponto do post eu disse que a GM estava certa? Leia-o de novo, por favor.

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  22. Engana-se quem pensa que é o fim do mundo o air-bag não abrir. Isso é tão passível de acontecer, que há até uma estatística do NHTSA sobre o índice de acidentes onde ele não infla.

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  23. Lorenzo Frigerio15/03/14 19:28

    Bob, o fato da vítima estar alcoolizada não exime a GM das falhas no veículo. É óbvio que se houver defeito na chave de ignição (o texto não explica bem que natureza de falha), a direção irá TRAVAR, o que significa perda do controle do veículo, com consequências fatais. A falha no airbag chega a ser secundária, nesse caso. Acho que a maioria dos colegas não entendeu o texto e está debatendo a falha do airbag, pois para mim só faz sentido mesmo da forma que coloquei.

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  24. Sinceramente não acho que o Bob tenha que escrever textos que agrade os leitores do AE.

    Então antes de escrever isso eu li a seguinte pagina do AE:
    http://autoentusiastas.blogspot.com.br/p/quem-somos.html

    E destaco o seguinte trecho da pagina acima:

    “A busca pela credibilidade e seriedade com uma abordagem mais emocional trouxe uma base de leitores selecionada e assídua. Os leitores do AUTOentusiastas, que são o principal motivo da existência do blog, costumam fazer comentários enriquecedores com debates sérios e de alto nível. Todos os colunistas se esforçam ao máximo para responder os comentários e participar das discussões. Respeito pelo leitor é um de nossos valores: “Os comentários dos leitores, algumas vezes com contrapontos muito bem colocados, enriquecem a troca de conhecimento entre todos. Respeitamos pontos de vistas diferentes e sabemos que podemos aprender com eles”, exulta o editor Juvenal Jorge.
    Guiado por valores como paixão, qualidade, credibilidade, seriedade, diversidade e respeito aos leitores, o AUTOentusiastas pretende evoluir e se consolidar definitivamente como um dos melhores blogs sobre carros do Brasil.”

    Eu realmente acredito que o AE é o melhor blog sobre carros do Brasil, como um carro precisa de um motorista um blog precisa dos seus leitores, sei que não tenho direito algum de exigir algo, mas apos ler o trecho em destaque, ficou claro que eu deveria dar a minha opinião como leitor do AE.

    Certas coisas no blog estão me deixando tristes. Comecei a ler o texto de hoje pensando que ele falaria sobre algo e ele acabou falando sobre outra coisa, e pior muitos leitores não se deram conta disso e desceram a metralhadora nos comentarios, os poucos que se deram conta disso foram humilhados e ridicularizados atravez da ironia nos comentarios.

    Eu me considero um analfabeto funcional, não que eu me orgulhe disso, mas é a verdade. Mas sou homem e posso entender o comportamento de outros homens, mesmo que não os posso explicar em palavras.

    Há algum tempo tenho notado que um dos autores do AE não perde a oportunidade de colocar criticas pessoais em seus textos. Criticas que não somam nada ao texto, e quando alguem discorda das criticas ele encontra um meio atravez das palavras de ridicularizar a pessoa, e ele é reverenciado nos comentarios. Esse mesmo autor que discordou quando eu disse uma vez nos comentarios que não via problema das pessoas acharem carros no Brasil caro. Ele disse que esse tipo de comentario nao acrescentava nada ao texto a discussão.
    Sempre achei esse negocio de dois pesos duas medidas do blog errado, mas sempre leveria em consideração a minha diferença de idade pro pessoa do AE pra explicar isso. Mas não posso concordar que o Bob fale em suspender direitos constitucionais em textos do AE e nao permita um comentario contextualizado sobre os preços dos carros no Brasil.

    Comecei a ler o texto pensando que ele falaria do descaso das fabricantes com o consumidor, que pra elas o custo de algumas mortes e mais barato do que um custo de um recall. O comentario do editor chefe não acrescentou nada ao texto em si, foi só mais uma maneira encontrada por ele pra criticar a nossa leia seca (não estou dizendo que concordo ou discordo dela), muitos não perceberam isso e estão falando nos comentarios sobre o fato da menina ter bebido.

    O tema do texto é claro “convocação da GM nos EUA”, a GM não esta fazendo isso pq a menina bebeu, e é sobre isso que deveriamos falar, pq sim quando a gente compra um carro nós acreditamos que a fabricante se importa com nosso segurança, que se ele tomar conhecimento que existe algum erro que posso nos levar a morte (no caso) ela faria de tudo pra conserta o problema.
    Que acordos como esse não deveriam ser permitidos no tribunal, que a vida dos consumidores é mais importante que um acordo financeiro pra uma unica familia.
    Estamos deixando de falar de carro pra nos torna um blog politico, estamos deixando de ser entusiastas pra satisfazer as criticas pessoais do Bob. Que está faltando seriedade e respeito da parte do Bob com os leitores.

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  25. Vou contar um caso que ocorreu com a irmã de uma amiga: num sábado a noite, ela bebeu com amigos e na madrugada ao fim do encontro pegou o pobre Focus GLX 2.0 da mãe para voltar pra casa. Era uma menina recém-habilitada, inconsequente e bêbada andando a todo por ruas de um bairro do subúrbio do Rio. Obviamente, não usava cinto.
    Ela não viu o quebra-molas, o carro voou em alta velocidade e se acabou num poste. A frente do carro desintegrou, pois o impacto foi muito forte. Como ela teve escoriações causadas pelo acionamento do air bag, lembrando que estava sem cinto, a família ainda cogitou a hipótese de acionar a Ford na justiça. Em vários outros carros, ela poderia ter morrido.
    Por fim, o bom senso prevaleceu e nada fizeram. Quer dizer, mais ou menos. Agora, a menina pega o novo carro da mãe, já que o anterior sofreu PT.

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    1. Rafael Ribeiro15/03/14 22:20

      Deixa ver se eu entendi: o carro voou em alta velocidade e bateu contra um poste, desintegrando a frente do mesmo. A jovem motorista estava sem cinto e o Airbag foi acionado. Ela sobreviveu, apesar do ferimentos, e já está dirigindo novamente. Tem que dar um prêmio para a Ford, e não um processo. E está provado que o airbag não garante a sobrevivência, mas pode ajudar em caso de colisão frontal...

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    2. Exatamente, Rafael. Era para dar um prêmio e a família ainda pensou na possibilidade de processar a Ford devido a leves escoriações sofridas pela motorista. No dia seguinte, ela estava vivendo a vida como se nada tivesse acontecido.
      Claro, se a família continuasse com essa ideia e conseguisse arrumar algum advogado pilantra e burro que topasse seguir o processo, ia tomar uma bela lavada da Ford.

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    3. Pois eu vi um caso em que um pai de família, com sua família inteira dentro de um Mille (esposa e três filhos, cinco pessoas portanto dentro do carro), resolveu fazer uma ultrapassagem em local proibido e deu de frente com uma carreta Volvo NL10. O cara ficou preso nas ferragens mas o restante da família nada sofreu. Ele sofreu alguns ferimentos mas ficou bem depois. Vamos dar um prêmio para a Fiat tbm, afinal, mesmo sem air-bag o carro salvou essa família...........

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  26. João Carlos15/03/14 22:04

    Senhor Bob Sharp, responda objetivamente:
    - O air bag não deveria ter se inflado na colisão?
    - O cinto de segurança não deveria ter-se mantido íntegro na colisão?
    - A GM estava correta ao saber o defeito, e ter-se calado?

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    1. João Carlos
      Sim-sim-não.
      Mas parece que você, como alguns (poucos) leitores, não entenderam o ponto da questão. Recomendo aproveitar a calma do domingo e ler de novo todo o post.

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  27. Bob, permita-me:

    eu também não entendi propriamente a relação entre"interruptores de ignição defeituosos" e a suposta falha do airbag. Não procurei a notícia nas fontes internacionais, mas está muito vago. Pelo que entendi, a única coisa que se confirma foi o não acionamento do airbag, que pode ser causado por diversos fatores. Quanto ao cinto de segurança, também tenho minhas dúvidas se a condutora o estava utilizando, quanto mais utilizando-o corretamente, haja vista os valores de alcoolemia apresentados (que se fosse comigo, eu iria estar tão tonto que acho que entraria no carro pensando estar entrando em um elevador...).

    É fato que existe essa tendência, principalmente entre os jovens, de achar que estarão seguros e protegidos em carros com airbag, ABS, controles de tração e estabilidade, etc. Isso faz com que as pessoas não se dêem conta do risco real, assim como alguns jovens americanos que não se preocupam com AIDS, por exemplo, por acharem que praticamente já tem cura. Daí vem a cultura dos que exigem carros com ABS e airbag a qualquer custo, julgando estarem protegidos por isso. O Aléssio Marinho lembrou bem: as bolsas infláveis têm validade. Mas nem precisa ir tão longe. Tenho certeza que alguns ingênuos comprarão o carro hoje, e daqui a alguns anos, estarão rodando com pneus remoldados (ou carecas ou danificados), e nunca terão trocado o fluido de freio, por exemplo... "Ah! Mas o carro tem ABS!"
    Os caras não pensam em verificar o estado dos cintos de segurança, que é o componente responsável pela retenção do corpo em uma colisão. O cinto está desfiado? Tudo bem, tem airbag!

    Não se pode transferir a responsabilidade pela sua segurança ao automóvel, a não ser que a autonomia e o controle fossem também transferidos. Aí, sim, aqueles que pensam que o carro é responsável por mantê-los seguros a qualquer custo (coisa que nem um tanque de guerra faz), serão ótimos proprietários dos carros que andam sozinhos e conduzem ao destino, como víamos em filmes de ficção.

    E não comprem mais carros da GM! Também não comprem mais Toyotas, pois o acelerador do Corolla matou tanta gente! Não comprem VW, pois o FOX decepou dedos! As Kombi pegavam fogo! Os cubos de roda traseiros do Stilo se soltaram, então Fiat nem pensar, né? Aliás, a princesa Diana morreu dentro de um Mercedes Classe S (W140). Essa marca também não presta!!!!

    PS: peço desculpas aos amigos que participam do blog e que discordam da minha opinião. A minha crítica não é contra os equipamentos, mas contra a ingenuidade de achar que isso garante a segurança suprema e absoluta. E não estou dizendo que todos que têm carro com ABS e airbag não cuidam do carro. Mas que terá muita gente assim, terá!

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    1. Rodrigo MG
      Você me fez levantar da cadeira para aplaudir com se deve seu comentário. Parabéns!

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    2. MonteCristo16/03/14 20:17

      Um erro não justifica outro pelo Amor de Deus !
      É óbvio que esta sensação de "SUPER PROTEÇÃO" existe... Se chama de Risk compensation... e já é levada em consideração....Dirigir sem cinto de segurança causa o mesmo efeito, e não é por isso que vamos dirigir sem cinto...

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    3. MonteCristo16/03/14 21:17

      Rodrigo MG...Ninguém disse que ABS e AB são os definidores de vida/morte !!!
      o próprio SRS...já diz, é suplementar

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  28. Lorenzo Frigerio15/03/14 23:47

    Caros, volto a chamar a atenção para o "DEFEITO NA CHAVE DE IGNIÇÃO". E como todos sabem, o contato contém o mecanismo da trava da direção. A direção deve ter travado, levando ao sinistro. É possível, inclusive, que a colisão com o Golf já seja decorrente do travamento da direção. O processo da família da falecida contra a GM provavelmente se centra nisso. O fato de que o ABS "poderia" ter salvo sua vida se não tivesse falhado é apenas um detalhe.

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  29. Marco R. A.16/03/14 09:18

    Equipamentos são feitos para funcionarem. Isso não se discute.

    Mas a ideia central aqui é: Equipamentos de segurança não transformam ninguém em piloto e nem alteram as leis da física. Isso deveria ser um fato altamente ensinado nas aulas de direção, repetido pelos vendedores de carros e afixado no pára-sol (igual ao aviso da Ecosport dizendo, mais ou menos, que você vai capotar se correr).

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  30. Admiro muito este blog e o Bob, mas as pessoas formadoras de opinião deveriam tomar cuidado ao falar sobre a importância da segurança dos carros. Isso só ajuda a muitos a acreditar que toda essa evolução não importa. Se todos pensassem assim, a Fórmula 1 ainda seria com capacete de couro. E num blog as opiniões diversas precisam ser respeitadas, senão o formato perde sua razão de ser.

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  31. Eu conheço situações e situações... Eu não bebo... para mim, bebida é o capeta engarrafado, destroi famílias, e só causa desgraça. (não sou evangélico... ) se eu beber, mesmo moderadamente, sou capaz de perder o rumo de casa, a pé, quanto mais dirigindo. tenho um colega que após duas latas de cerveja, eu digo 2(duas) latas. foi incapaz de contornar uma rotatória, e seguiu pela via lateral, já tenho outro, que após garrafas e garrafas, é capaz de dirigir tranquilamente, sem fazer nenhuma barbeiragem... Acho que depende de organismo para organismo! Então nesse caso, a experiência de um, não se aplica a outro... E como fazer nesse caso? A lei tem que ser para todos! E outra dificilmente uma pessoa embriagada tem o discernimento de admitir que não tem condições de dirigir

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  32. Rogério Ferreira
    Seu amigo, mesmo sem tomar cerveja certamente, é um perigo ao volante (está cheio disso por aí). Mas, responda, se já havia um limite para se beber, por que nunca se fizeram blitze, só depois da lei boçal começaram a fazê-la?

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    1. alguém alí pra cima ou em outro post disse que antes não dava lucro, pois a maioria acabaria não sendo multada. Pode até ser que era esse o pensamento que vigorava. Mas, precisa dar lucro?? Onde que o Estado precisa ter lucro?? Ah, mas os amiguinhos do governo precisam......

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  33. Post mais "triste" este.

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  34. "Nos EUA, se eu der um soco na ponta de uma faca, consigo processar o fabricante desta para que me indenize", diz um jocoso amigo. Entendo a decepção da família na perda e também entendo a frustração pelo não funcionamento do item de segurança, mas me parece mais um acidente tolo facilmente evitável.

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  35. Moral da história: execram o Uno, Kombi e outros carros por não terem essa bugiganas e agora ficam fazendo mea culpa, dizendo que é "relativo", "não é bem por aí..."
    Sei...

    João Paulo

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  36. O "recall" atrasado da GM americana se deve a defeito no cilindro de ignição, que voluntariamente desliga o carro se estiver com um chaveiro muito pesado ou for atingido pelo joelho do motorista.
    Ao desligar o motor, se perde a direção hidráulica, o servo freio (capacidade reduzida de frenagem e correção de rota) e todo o sistema elétrico, inclusive sistemas de segurança como o airbag.
    Motorista vira passageiro.
    Quem vem atrás do carro com defeito, não vê luzes de freio acessas.

    “Nosso princípio em todo esse processo foi colocar o consumidor em primeiro lugar e isso continuará a nos guiar."

    Isso é uma piada!
    Os próprios funcionários da GM, cientes do problema, propuseram modificações mas a fábrica americana rejeitou.

    O que nos importa:

    O Chevrolet Cobalt americano é basicamente o mesmo Vectra do Brasil (plataforma Delta)!

    http://en.wikipedia.org/wiki/Chevrolet_Cobalt#First_generation_.282004.E2.80.932010.29

    Os fornecedores de peças são outros, mas seguem o mesmo projeto da GM mundial, com algumas "tropicalizações", inclusive suspensão e motor.

    A GMB tem filosofia (teórica!) diferente da GM americana?

    Por que a GMB não vem a público e declara que o Vectra brasileiro é (ou não) motivo de preocupação?
    E que inclua nessa declaração a Zafira e os outros que usam o mesmo cilindro de ignição.
    Fica por conta do consumidor descobrir? Mesmo que com a própria vida?

    Na reportagem abaixo, tem a foto de outro Cobalt, o qual subitamente mudou de rumo e encontrou uma carreta. Está sob suspeita o defeito no cilindro de ignição.

    http://www.nytimes.com/2014/03/13/business/questions-linger-over-crashes-involving-gm-cars.html?ref=automobiles&_r=0

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  37. Bob, me desculpe, você foi ridículo quanto a seu comentário. Sofri acidentr semelhante com um Ford Focus MK1,5 e derrubei um poste de iluminacão pública. O carro contava com air bags. Eu sai andando normalmente. Peguei um taxi e fui embora para casa. Peguei outro carro e voltei ao local do acidente para recolher pertences e resolver os problemas q causei. Dois anos depois bati de novo outro carro no poste, por motivo diferente só q eu estava a baixa velocidade ao contrario do outro acidente, mas o carro não tinha air bag. Fui parar no hospital, bem machucado. Não acreditei que fiquei realmente naquele estado.

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    1. Rapaz, esse negócio de ser speedy não está te ajudando não, melhor ficar só "boy" (isso também é passageiro, infelizmente).

      Eduardo Trevisan.

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    2. Mas qual era o "outro carro"?

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    3. É Speed Boy, acho q vc não tem tanto braço assim pra querer ser "speed". Melhor ser só Boy.
      Agora, acho um grande equívoco vc creditar tanto assim a sua saída incólume do primeiro acidente ao air-bag. A quanto vc bateu (derrubou um poste, presumo que não foi devagar)?? Como bateu?? Perfeitamente de frente ou meio de lado, rodopiando, voando?? Conforme o Bob disse abaixo, o fato do poste ter caído te ajudou, não só o air-bag. E o outro carro qual era?? Tão seguro quando o Focus?? Como foi a dinâmica desse segundo acidente??
      Veja como há uma infinidade de variáveis envolvidas. Por isso é um grande equívoco dar tanto credito ao air-bag ou a qualquer outro ítem isoladamente sem uma análise mais aprofundada da situação como um todo.
      Assim como há acidentes aparentemente não tão sérios em que pessoas morrem em carros tidos como seguros, há outros acidentes seríssimos com carros "menos seguros" em que nada ou pouco ocorre com os seus ocupantes. Como eu disse mais acima, em resposta a outro comentário, o Fiat Mille bateu de frente contra uma carreta, numa rodovia movimentadissima, uma família inteira a bordo, o rodado dianteiro da carreta arrancado pela violência da colisão, a porta do motorista do carro jogada mais de 50 metros longe, e o motorista, consciente e lúcido o tempo todo, se muito teve uma perna quebrada e uns arranhões. O resto da família nada sofreu.
      Então não é assim "ah, o air-bag me salvou", "se não tivesse eu teria morrido". Cada caso é um caso.
      Ah, então é bobagem ter air-bag, abs e tudo o mais?? Claro q não. O que é preciso é ter clareza que cada situação é uma situação, os dispositivos poderão ajudar na hora da emergência, mas a segurança maior na condução de um carro quem faz é o motorista.

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  38. Speed boy
    Ainda bem que o seu carro derrubou o poste e a batida não foi a cerca de 100 km/h contra uma árvore, ou o Ae teria hoje n -1 leitores. Que lesões teve no segundo acidente, pode nos contar?

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  39. E o que dizer da menina que bateu e caiu da ponte Rio> Niteroi no mês passado?
    50 metros de altura (água vira pedra).
    Estava presa no cinto, airbag funcionou, ficou consciente 100% do tempo. Saiu do carro e aguardou 20 minutos (boiando) pelo resgate.
    Será que sobreviveria?
    Dispositivos de segurança passivos ou ativos não garantem sobrevivência, apenas aumentam a chance de sobreviver ou ficar inválido.

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