HONDA BRANCO

Belo pôster com todos os Honda F-1

 
Sábado à tarde. Da janela da sala vejo um Honda branco estacionado do outro lado da rua. É um Fit Twist, e acaba de ser incorporado à frotinha da família. Bonitinho, competente, prático, moderno. Nosso primeiro Honda. Primeiro, e não “primeira”: as motocicletas da marca há muito freqüentam a garagem da casa. Pequenas ou nem tanto, mas todas com um ponto em comum, quase uma mania melhor dizendo. Qual? A de serem tremendamente competentes, funcionando dia após dia, ano após ano, década após década, e sempre muito bem.




Um comichão cerebral me acomete enquanto olho o Fit: Honda branco? Sim, eu já tive um! Em 1969 ou 1970 ganhei — nada mais, nada menos — o estupendo RA 273, o terceiro carro de fórmula 1 construído integralmente pela marca japonesa. O modelinho, escala 1/32 da italiana Politoys (marca que patrocinava o Williams pilotado por José Carlos Pace em seu ano de estréia na F-1) era um dos favoritos da coleção.


José Carlos Pace no Williams-Ford, um dos patrocinadores a Politoys

Meu Honda RA (minhas iniciais!) 273 deve estar em alguma gaveta, armário, caixa... sei lá! Um dia o acharei. A preguiça de procurar meu carrinho não me impediu de tascar no iPad uma googlada usando como chave de busca a sigla “RA 273”. Queria matar a saudade, ver imagens do modelinho e do carro de verdade e ler, ler e ler sobre ele. E por bem mais de uma hora me afundei no passado, em histórias e imagens dos primeiros F-1 de Mr. Soichiro Honda.


Meu Politoys RA 273, por onde andará ele?

Mesmo tendo sido um fanático pela F-1 e de ter seguido a categoria desde o final dos anos 1960 até o começo dos anos 1990, trombo com uma informação que havia desconsiderado: o primeiro carro da Honda a vencer um GP de F-1, codinome RA 272 (antecessor de meu modelinho), tinha um motor V-12 de 1.500 cm³ transversal. Sim, isso mesmo, um V-12 de 1,5 litro transversal, arranjo comum ao pioneiro dos Honda de F-1 a competir, o RA 271, e também ao raro RA 270, protótipo que nunca alinhou em um GP.

Honda RA 272, motor V-12 1,5-l transversal

A primeira vitória da Honda foi no GP do México de 1965, 10ª e última etapa da temporada de F-1 daquele ano, dominada de cabo a (quase) rabo por britânicos, carros e pilotos. Jim Clark com um Lotus 33 empurrado pelo motor Climax V-8 (também de1,5 litro) foi o campeão (pela 2ª vez, a primeira em 1963) e o vice foi seu companheiro de equipe, Graham Hill. Mas no México foi a vez do californiano Richie Ginther, que largou da segunda fila com o RA 272 para fazer história e alegrar Soichiro Honda e seus colaboradores. Ginther venceu de ponta a ponta este que seria seu único GP da carreira. Liderou todas as 65 voltas e cruzou a linha de chegada com cerca de três segundos de vantagem sobre o aguerrido Dan Gurney, quer com um Brabham-Climax não deu moleza a Ginther. À esta “primeira vez” de Ginther e da marca Honda na F-1 se sobrepôs outra primeira vez, a da Goodyear, os pneus do RA 272.

O RA 272 de Richie Ginther, vencedor do GP do México de 1965

Levanto o nariz da tela do iPad e olho de novo para fora, para o Fit. Penso nos 48 anos que se passaram desde aquela gloriosa tarde de outubro de 1965 na pista da Cidade do México. Naquela época a Honda era um fabricante japonês de motos que insistia em fazer carros exóticos, e tentava a sorte na F-1. A primeira vitória na categoria máxima coroava esforços e se somava às muitas conquistas no motociclismo daquele tempo, e tudo aquilo era apenas o princípio de um processo que levaria a empresa a se tornar um colosso mundial, que hoje faz motos, carros, motores de popa, roçadeiras, geradores, robôs e aviões. Uma empresa que é hoje a maior fabricante de motores do mundo. Uma empresa que sempre se valeu do esporte a motor e da tecnologia que dele resulta, privilegiando idéias fora do comum para alcançar seus objetivos.

Soichiro Honda tinha paixão pelos seus carros e motos de corrida

Quase cinco décadas atrás o V-12 de 1,5 litro made in Japan posicionado de maneira não convencional fez bonito no México, esbanjando seus saudáveis 230 cv a 13 mil rpm (!!!), recorde à época. Hoje, o Fit que está outro lado da rua, branco como o RA 272 e todos os outros Honda de F-1, faz bonito nos mercados de todo o planeta. Como o motor do F-1 de outrora, tem também 1,5 litro, é aspirado, faz uso extenso de liga leve mas rende a metade da potência, 115 cv. Seu alvo não é ver a bandeira quadriculada mas sim satisfazer como meio de transporte. Famoso pela confiabilidade, usa tecnologia sem miséria. Em vez de 12 cilindros em "V" tem 4 cilindros em linha, e o comando variável VTEC é uma iguaria técnica que faz jus à tradição da marca, fiel à requintada filosofia de Soichiro Honda.


O V-12 1,5-l e o transeixo com o par final por último para o motor ficar o mais central possível

Ter saciado parte de minha ignorância sobre o primeiro Honda a vencer uma corrida de F-1 me faz ir adiante e aprender que o RA 272 venceu e foi para o museu, pois na temporada seguinte, a de 1966, o regulamento da F-1 mudou radicalmente: saíram de cena os motores de 1,5 l aspirados para dar lugar aos 3-litros ou aos 1,5-litro com superalimentação, solução que ninguém experimentou no começo — levaria 11 anos para aparecer o primeiro, o Renault RS01 V-6. Meu RA 273 tinha, portanto, um V-12 de 3 litros, longitudinal e não mais transversal, e exibia a respeitável potência de 360 cv, todavia não teve sucesso nas pistas, por conta de ser bem mais pesado — 200 kg!!! — que seus rivais.

RA 273 de motor longitudinal


A Honda permaneceu até 1968 na F-1, venceu mais um GP (em 1967, com John Surtees ao volante) e disse tchau à categoria máxima no ano seguinte, depois da morte de seu piloto Jo Schlesser, francês, acidentado na segunda volta do GP de seu país disputado em Rouen.

O Honda S600 na 500 Quilômetros de Nürburgring, 1964

Nesse garimpo da história dos primeiros F-1 da Honda me deparei com uma pérola, uma verdadeira efeméride digna de nota, mas que parece estar passando despercebida: em 2014 teremos o cinqüentenário da que pode ser considerada efetivamente primeira vitória de um carro Honda em uma corrida internacional. Tal fato ocorreu no dia 6 de setembro de 1964, na 500 Quilômetros de Nürburgring, 7ª etapa do Campeonato Internacional de Marcas. Portanto, uma vitória com um carro não especificamente construído para a pista, mas sim saído de uma linha de montagem. Através de Jack Brabham, que usava motores Honda nos carros de sua equipe na Fórmula 2, a divisão de competições da Honda, então chamada de RSC — Racing Service Club — enviou para a Europa um modelo S600 preparado para participar do desafio. Para pilotá-lo, Brabham escolheu um jovem e desconhecido neozelandês tentando a sorte no Velho Continente, Denny Hulme, que no ano seguinte estrearia na F-1 e em 1967 se sagraria campeão com o Brabham-Repco.

A insólita suspensão traseira do Honda S600, independente por braço arrastado e transmissão final e individual por corrente

Hulme correu a 500 Quilômetros de Nürburgring sozinho ao volante do pequeno S600 preparado em Tóquio, cujo motor de 4 cilindros em linha de exatos 606 cm³ rendia 57 cv na configuração original. Porém, consta que a versão de corrida chegava aos 77 cv, girando alegremente a 10 mil rpm, rotação que deixava os adversários boquiabertos. Quem eram eles? Os Fiat Abarth 1000, os Marcos e os Glas, da categoria Grand Touring 1000. A velocidade máxima de 190 km/h era a maior qualidade do S600, e insólita era a transmissão final. O motor dianteiro tinha arranjo tradicional, longitudinal, seguido pela caixa de marchas do qual saía o cardã, que ia se encontrar com o diferencial. Até aí, nada demais, certo? Mas nesse momento, a origem motociclística dos engenheiros da Honda à época criaram uma exoticidade: a árvore de transmissão e o diferencial eram rigidamente fixados ao chassi, e nas pontas dos semieixos havia um sistema de pinhão, corrente e coroa encapsulados em uma espécie de cárter. Tais conjuntos agiam como suspensões independentes,  tipo braço arrastado, cada uma dotada de sua mola-amortecedor. Curiosíssimo.


O Honda S600 vencedor em Nürburgring repousa no Museu Honda
   
Fabricado em versões roadster e cupê, este Honda S600 vencedor na categoria (13º na classificação geral entre quase 100 inscritos) era um roadster, ou seja um conversível, ao qual foi aplicado um teto rígido especialmente para esta corrida. Comercialmente o modelo teve relativo sucesso no Japão e também (graças a esta vitória?) em mercados ocidentais. É tido como o primeiro automóvel Honda efetivamente produzido em grande série.
O belo Honda S600 roadster

Olho de novo pela janela. O novo carro da casa é Honda, e branco como todos os Honda de F-1 inclusive o meu velho (onde estará?) RA 273, e branco como o heróico S600 de Hulme. Sem querer, sem saber, segui uma tradição neste nosso primeiro Honda. Parece um bom presságio que rendeu uma boa história. Ou não? 

RA 

Mais fotos e desenhos:


Richie Ginther: o que estará ele olhando?


Arte


RA 271


Raio-x do Honda RA 272



RA 273, motor V-12 3-l longitudinal; note o escapamento saindo do meio do "V"



Arte II


Folheto promocional do S600 quando foi lançado


Honda S800, sucessor de S600


Chassi rolante do Honda S600


Chassi do S600


24 comentários :

  1. Uma ótima história que me lembrou do melhor filme já feito sobre corridas: Grand Prix
    Abrax !

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  2. Parabéns pelo Fit, mas se fosse meu, pode apostar que não seria branco, he, he! Estou de saco cheio da trinca branco/prata (e suas variações de tonalidade)/preto. Cheio meeeeesmo. Sou "veterano" o bastante para me lembrar do trânsito multicolorido especialmente dos anos 70, e adoraria ver essa variedade de opções voltar. Agora mesmo estou planejando trocar de carro, e uma das mais fortes opções é o Nissan March. A se confirmar minha escolha por este modelo, vou de "Azul Egeu", uma cor bem viva totalmente fora da mesmice que impera atualmente, e que acho que cai muito bem em carros pequenos. Caso fosse comprar um Fit Twist como o seu, ficaria com o "Azul Denim" ou o "Vermelho Rally".

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    1. Saudades dos carros coloridos nos anos 70.
      Eu estou entrando nos 50 e me lembro bem dessa época....
      Muito sem graça esse matiz preto/prata que nos é, na verdade, imposto pelas próprias montadoras.
      Meu HB-20 escolhi no marrom metálico , mas tem muita gente que torce o nariz e diz que vão desvalorizar meu carro numa eventual troca... Não estou nem ligando para isso..
      Esse azul do March me lembra o azul Rally dos Subarus de competicao WRC!

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    2. É bem essa tonalidade do Subaru mesmo. Outra coisa difícil de engolir é o "pretinho básico" do interior da quase totalidade dos carros. Isso em um país tropical. O que mais me irrita é visitar os sites das mesmas marcas fora do Brasil, e ver que muitos dos carros que aqui só temos com esse interior, possuem opção de interior claro. Inclusive o March que citei e o Logan que tenho. Ficam infinitamente mais bonitos, fora a sensação de amplidão.

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    3. O "pretinho básico" do interior é pedido dos consumidores... pra não evidenciar a sujeira.

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    4. Se a Honda quiser ser legal, que disponibilize na nova geração do Fit, a ser lançada aqui em breve e com fabricação transferida para Itirapina em 2015, com cores mais ousadas. Adoraria um Fit "civil" que tivesse o mesmo azul escandaloso do Twist, mas a Honda acha que Fit normal só pode ter cor de terno (e isso sem ter ao menos um azul marinho disponível).

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  3. marcus lahoz20/03/14 14:33

    Tirando os esportivos, não consigo gostar dos carro da honda.

    Na f1 moderna, tirando a mclaren a honda só fez fiasco. Vamos esperar que venha para melhorar ano que vem, mas acho que vão preciso de algum bom tempo para chegar no nível do motor mercedes.

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    1. Foram campeões com a Williams em 87.

      Fontes L93

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    2. Não esqueça que em 2009 o carro campeão era Honda, apenas a equipe foi vendida por causa da crise e corria com o nome Brawn. Em 2005 e 2006 eles também foram muito bem no campeonato, nada de fiasco. O que causou essa impressão foram os péssimos anos de 2007 e 2008, onde os carros estavam entre os piores do grid

      Com a crise, a Honda decidiu se retirar. Talvez não sabia que o carro projetado e já construído para 2009 seria tão bom e preferiram evitar mais gastos e mais má imagem. Com a Toyota foi uma saída parecida, mas com a grande diferença que eles sempre quiseram um campeonato e nunca conseguiram sequer uma vitória. Essa sim pode-se dizer um fiasco. Em 2010 decidiram sair também pela crise, mas dizem que se tivessem conseguido uma única vitória em 2009 (passaram perto) a fabricante teria continuado na categoria. O carro de 2010 também estava pronto e também existe a suspeita que teria sido um carro para lutar pelo campeonato

      Fica parecendo que a Honda saiu na hora errada (óbvio) e a Toyota na hora certa, porque por melhor que fosse o carro seria difícil que conseguisse ser ainda melhor que os Red Bull em 2010

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  4. Sem querer ser chato, a vista de vários ângulos não é do S600 é do S800.

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  5. Olha, até que o Fit Twist na cor branca não ficou ruim não... não curto essa versão do Fit mas branco ele é bem palatável.

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  6. Esta postagem está excelente para aqueles que gostam de soluções que saiam do feijão com arroz que os fabricantes vêm usando nos últimos tempos.
    Quando olho a solução que usaram para o motor V12 transversal dos RA 272/273, presto atenção principalmente à transmissão e fico pensando nessas transmissões que vemos nos veículos atuais de motor transversal, que estão na mesma linha do motor, com o diferencial atrás de tudo, e fico pensando se não estaria na hora de ganhar espaço no cofre dos motores fazendo esse reposicionamento dos componentes da transmissão para imediatamente atrás do motor e deixando em um conjunto compacto que inclua o diferencial. Para uma solução dessas sequer seria preciso que a saída de força fosse no meio do bloco como é nesse V12 da Honda, mas sim poderia ser uma solução elegante como a das motos BMW com motor de cilindros em linha transversal, em que a tomada de força é na ponta do bloco e uma engrenagem transfere a força do motor para uma transmissão imediatamente atrás de tudo. Olhando para o RA 272, vê-se também o quão mais concentradas em um eixo central longitudinal ficam as massas do carro.

    Imaginando uma solução dessas em um veículo de série, a primeira coisa que daria para imaginar é, além do tal lance do peso mais centralizado, um ganho de espaço no cofre sem maior comprometimento do espaço interno. Com isso, a vida dos mecânicos ficaria facilitada (imagine trocar uma correia sem ter de "esquartejar" o carro e já temos uma boa ideia).
    Já a suspensão traseira do S600 é uma doideira interessante. É praticamente como se fosse uma suspensão monoamortecida de moto para cada lado e daria para ser feita usando componentes de prateleira. Daria para imaginar fazer algo parecido com motorização americana usando-se um eixo rígido Dana 44 preso à carroceria com o uso de duas correntes tão pré-esticadas quanto aquela que um Oldsmobile Toronado usava para transferir às rodas dianteiras a força do motor. Tudo bem que hoje em dia esse arranjo não faz tanto sentido de existir, uma vez que juntas homocinéticas se popularizaram o suficiente para que até um carro de tração traseira possa ser vendido com suspensão independente convencional sem custar uma fábula, mas ainda assim é daquelas coisas que faz qualquer um pensar um pouco, em que pese também imaginar se, a exemplo de uma moto, você teria de pedir dois kits de relação em caso de desgaste.

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  7. Sei que qualquer patrulhamento deve ser rechaçado e o que vou dizer ta longe disso, sei que escolhas são também emocionais. Agora fiquei curioso pra saber quanto mais caro é o Twist em relação a versão civil, isso porque por essas bandas o que mais vemos (e eu concordo) são fortes criticas aos aventureiros de araque.

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    1. www.honda.com.br
      Entra lá que você vai cair de costas, e não só pelo preço desse Twist, mas de toda a linha.

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    2. R$57990,00 (MT) e R$61990,00 (AT). Pintura metálica, + R$990,00.
      Super barato.

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  8. João Carlos20/03/14 20:54

    Esse motor 1,5 berra gostoso na alta. Pena não ter vindo com o comando de válvulas 16V full time com 120 cv a 6600 cv. Vamos esperar se o novo também vai ser depenado nessa parte.

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    1. MonteCristo21/03/14 13:36

      João Carlos, eu gostaria de entender esta diferença nos comandos... Sei que na Argentina ele vem com 120 cv...Poderia explicar por favor ?

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    2. Creio que no Brasil é um Vtec pela metade, ou seja das duas válvulas de admissão por cilindro apenas uma delas é que sofre a variação. A outra é fixa, sempre a mesma abertura, independentemente do regime de rotação. A conferir.

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  9. Esse S800 é o mesmo que aparece no filme Karate Kid 2 e o S660 roadster aparece no 007 "You only live twice".

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  10. O ronco do S600 é um dos mais lindos que já ouvi. É um daqueles carros que a 80km/h parece que estamos a uns 160km/h. Era diversão pura em baixas velocidades, filosofia que deveria ser mais adotada em nossos carros hoje.

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  11. Motos Honda: comentário perfeito. A percepção de que todos os detalhes de projeto foram bem cuidados é nítida.

    Motor V12 1,5l !! V12 !! PQP que pena que não podemos comprar V8 ou V12 de pequenas proporções. Um V8 1,6l seria fantástico.

    Como de hábito, belo texto!

    _______
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  12. Gostei desse Honda Fit branco .Na minha opinião o significado de algumas cores comuns: prata ; carro invisível ,preto; carro sombrio ,cinza carro triste.

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  13. cabe lembrar que foi num desses Hondas - não sei bem qual, a imagem está pequena e não fiz uma pesquisa para identificar - que Jo Schlesser morreu em Rouen-Les-Essarts.

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