Lançamento: FIAT LINEA 2015, NOVO IMPULSO NO MODELO

Fotos: autor


O Fiat Linea foi lançado em setembro de 2008, poucos dias após a quebra do banco de investimento Lehman Brothers, que desencadearia uma grave e longa crise financeira mundial, momento nada apropriado para um lançamento. Para muitos, mau presságio. A esse fato, que é discutível, juntaram-se os de todo mundo achar que o Linea era apenas "um Punto três-volumes" e outro, pretensão da Fiat em considerar  concorrentes do Linea a dupla Civic-Corolla.

Como tal eram seus preços: básico (hoje Essence), R$ 60.900 (+ R$ 3.000 para o câmbio Dualogic); Absolute, R$ 68.640, só com Dualogic; e T-Jet, R$ 78.900 (fonte: Best Cars). Isso contribuiu para o Linea sempre ter vendido abaixo do esperado pela Fiat, que era cerca de 30 mil carros por ano, chegando a apenas 60 mil unidades em cinco anos e ultimamente, cadência de 7 mil/ano. Deve ser lembrado que no primeiro ano o motor não era o E.torQ 1,8, mas um 1,9-litro de origem argentina, 130/132 cv (gas./alc.), potências que seriam mantidas com o E.torQ. O T-Jet foi descontinuado em 2012.

Visual atualizou-se; indicador de direção dianteiro no lugar certo, na extremidade


Agora a Fiat se volta para o Linea, e para isso a primeira providência foi reposicioná-lo no mercado. O Essence custa R$ 55.850 e o Absolute, R$ 66.450  Considerando a variação do IGP-M no período, 35%, houve, de fato, um efetivo reposicionamento de preços, que ficaram bem atraentes para o que carro é e traz. A Fiat, na apresentação do carro esta semana, admitiu ter errado no posicionamento inicial. Na minha interpretação e numa comparação aproximada, o Linea seria o DKW-Vemag em questão de posição de mercado — abaixo dos grandes de época, o trio Aero-Willys, Simca Chambord e FNM 2000, e acima dos pequenos VW Fusca e Renault Dauphine/Gordini. O DKW "roubava" consumidores tanto de um grupo quanto de outro. Como agora, quando o Linea se coloca entre Corolla e Civic e carros menores como Chevrolet Onix, VW Voyage, o próprio Siena, para dar alguns exemplos, e, novamente, poderá receber consumidores de ambas as faixas.

Motor E.torQ de 1.747 cm³ empurra bem o Linea

Como um todo, este Linea praticamente nada mudou em relação ao que o Arnaldo andou "no uso" há um ano, os dotes dinâmicos e motorização permanecem inalterados. Mas evoluiu em detalhes de estilo como novos pára-choques, grade com grande friso cromado inferior e novos alojamentos para os faróis de neblina, e tampa do porta-malas, este com o mesmo e ótimo volume de 500 litros e tampa com dobradiças pantográficas e sustentação por molas a gás. A tampa recebe agora a placa de licença traseira, antes no pára-choque. Há novas rodas de 16 para e 17 polegadas (Essence, só 17 pol.).


Detalhe das dobradiças pantográficas e das molas a gás

No interior, reformulação ampla no painel, com três opções de acabamento combinando com os painéis de portas. No Absolute, revestimento dos bancos parcialmente em couro, bem como apoio de braço central para os bancos dianteiros com porta-objetos e saída de ar-condicionado no espaço traseiro, mas que podem equipar o Essence.

Interior está com novo visual (foto Divulgação Fiat)

Uma boa mudança é o quadro de instrumentos "Wolfsburg" — era um pouco confuso —, tornando a legibilidade perfeita, apesar do conta-giros na direita, e o ajuste elétrico da altura do facho dos faróis. O novo sistema de áudio vem incorporado ao painel e, segundo a Fiat, houve melhoria na distribuição sonora e integração ao Blu&Me, com informações de mídia no mostrador no quadro de instrumentos.

Quadro de instrumentos "Wolfsburg", melhorou bastante

Outras novidades no Linea são a função pisca-5 do indicador de direção; sinalização de frenagem de emergência pelas luzes direcionais quando a desaceleração for igual ou maior que 7 m/s² (0,7 G) acima de 50 km/h, desligando ao aceleração baixar para 2,5 m/s²; sensor de estacionamento traseiro com visor indicativo da distância; interruptor do travamento centralizado de portas e tampas.

O visual do interior é arejado e agradável e o espaço traseiro é bom para duas pessoas, três fica algo apertado.

"Atrás de mim", bom espaço


Itens de série e opcionais

No Essence são de série volante revestido de couro com comandos de áudio, ajuste elétrico dos faróis, computador de bordo, faróis de neblina (não tem luz traseira de neblina, lamentavelmente), repetidoras dos indicadores de direção nos pára-lamas dianteiros, banco traseiro bipartido, luz de afastamento do carro, ar-condicionado, apóia-braço central traseiro, My Car Fiat, controle de cruzeiro, travas e retrovisores externos com acionamento elétrico, direção assistida hidráulica, acionamento elétrico de todos os vidros um-toque, ajuste de altura e distância do volante, chave-canivete com telecomando, rádio/CD com MP3 integrado ao painel e porta USB, porta-óculos no teto à esquerda, roda de alumínio de 15 pol., ponteira de escapamento cromada e kit de parafusos de roda antifurto.


Repetidoras onde devem estar, nos pára-lamas, não nos espelhos

Os opcionais são iluminação interna Night Design, sensor de estacionamento traseiro, sensores de chuva e crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, ar-condcionado automático digital, apóia-braço central com porta-objetos para os bancos dianteiros, câmbio Dualogic Plus com borboletas, saída de ar-condicionado para o banco traseiro, bolsas infláveis laterais e de cortina, rodas de alumínio de 16 ou 17 pol.

No Absolute, além do conteúdo do Essence, inclusive o que é opcional, Blue&Me mais navegador GPS integrado ao quadro de instrumentos com operação até por comando de voz e áudio de alta-fidelidade com subwoofer no porta-malas lado direito.

Há também a linha de acessórios Mopar, marca que veio junto com a Chrysler, como central multimídia com tela HD tátil de 4,3 pol. que exibe o GPS, TV digital integrada, Bluetooth, controle remoto e conexões diversas, inclusive saída de vídeo. Também, retrovisor interno com tela LCD para visualizar imagem da câmera de ré. Esses e outros produtos Mopar são desenvolvidos pela engenharia da Fiat Chrysler Automobiles e mantêm a garantia de fábrica do veículo, que é de três anos.

Com anda

Andei no Absolute, que tinha pneus Pirelli P6 205/50R17V (estepe 205/55R16H, temporário, indicação de velocidade máxima 80 km/h). Estava abastecido com gasolina e não há mudança de desempenho em relação ao que o Arnaldo já escrever no post de um ano atrás. Sem alteração de câmbio, a v/1000 5ª permanece algo alta, 32,8 km/h, o que resulta em 3.700 rpm a 120 km/h, poderia ser menos um pouco. A 5ª é 0,919:1 — bem que caberia uma tipo 0,838, não é, Alexandre "Ogro"? A v/1000 passaria a 35,9 km/h e a 120 km/h ter-se-ia 3.350 rpm, sem afetar a velocidade máxima de 192 km/h (com álcool; gasolina, 190 km/h), em que motor estará a 5.350 rpm, 100 rpm acima da rotação de pico de potência. Será que vai fazer fila da Lineas na porta do Ogro do Planalto? (Leia o post no qual o Alexandre Garcia trata desse assunto de modificar a quinta marcha)

Brincadeira à parte, o rodar do Linea é muito agradável, a calibração da suspensão cujo responsável é o engenheiro-chefe é o italinano Claudio Demaria, com empenho do experiente engenheiro de desenvolvimento Robson Cotta (brasileiro), é perfeita, conciliando os antagonistas conforto e estabilidade à perfeição. O carro vira bem e freia bem com seus quatro discos. O câmbio Dualogic Plus encontra-se em bom estágio de evolução e substitui com vantagem na operação automática em preço, um epicíclico. A trocas automática são feitas a 6.000 rpm, manualmente, a 6.200 rpm, no corte do motor. Para ficar no meu jeito só precisava subir marcha, pela alavanca, tocando-a para frente — acompanhando da relocação do conta-giro para o "lado de fora" (off-side), ou seja, esquerda. A aceleração 0-100 km/h oficial é 9,9 s com álcool e 10,3 s, com gasolina.

A Fiat não informou o consumo, indesculpável, e ainda não há o dado na página do Conpet/Inmetro. Na rodovia dos Imigrantes, a 120 km/h reais, ar-condicionado em uso, o computador de bordo acusou 10,9 km/h, era de esperar estar na faixa 12~12,5 km/l. Mas o carro estava com apenas 150 km rodados, com 5.000 km deve melhorar.

O Linea constitui mais uma boa opção para quem quer se servir de um sedã eficiente e confortável. A disputa pelo consumidor está mesmo mais acirrada do que nunca.


.



 BS



FICHA TÉCNICA FIAT LINEA ABSOLUTE 2015


MOTOR
Tipo
4-cilindros em linha, transversal, flex
Construção
Comando no cabeçote, corrente, 4 válvulas por cilindro, atuação indireta por alavanca
Material do bloco / cabeçote
Ferro fundido / alumínio
Cilindrada
1747 cm³
Diâmetro x curso
80,5 x 85,8 mm
Taxa de compressão
11,2:1
Potência
130 cv (G), 132 (A), a 5.250 rpm
Torque
18,4 m·kgf (G), 18,9 m·kgf (A), a 4.500 rpm
Formação de mistura
Injeção Marelli seqüencial no duto
TRANSMISSÃO
Tipo
Transeixo manual robotizado de 5 marchas à frente e uma à ré, tração dianteira
Relações das marchas
1ª 3,909:1; 2ª 2,238:1; 3ª 1,520;1; 4ª 1,156:1; 5ª 0,919:1; ré 3,909:1
Relação do diferencial
3,867:1
Embreagem
Monodisco a seco, automática
SUSPENSÃO
Dianteira
Independente, McPherson, braço triangular, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira
Eixo de torção, mola helicoidal, amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo
Pinhão e cremalheira assistência hidráulica indexada à rotação
Voltas entre batentes
2,65
Diâmetro mínimo de curva
10,9 metros
FREIOS
Dianteiros
A disco ventilado de Ø 284 mm
Traseiros
A disco de Ø 251 mm
Atuação
Duplo-circuito em diagonal, ABS com distribuição eletrônica das forças de frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas
Alumínio, 6,5Jx17
Pneus
205/50R17V
CARROCERIA
Tipo
Monobloco em aço, 3-volumes, 4 portas, 5 lugares
DIMENSÕES
Comprimento
4.578 mm
Largura
1.730 mm
Altura
1.505 mm
Distância entrei eixos
2.603 mm
Bitola dianteira/traseira
1.476/1.482 mm
Altura mínima do solo
139 mm
CAPACIDADES
Porta-malas
500 litros
Tanque de combustível
60 litros
PESOS
Em ordem de marcha
1340 kg
Carga útil
400 kg
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h
10,3 s (G), 9,9 s (A)
Velocidade máxima
190 km/h (G), 192 km/h (A)
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL, NBR 7024 (ANTIGO!)
Cidade
11,8 km/l (G), 7,8 km/l (A)
Estrada
15,9 km/l (G), 10,6 km/l (A)
CALCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª
32,7 km/h
Rotação do motor a 120 km/h
3.700 rpm
Rotação à vel. máxima, 5ª
5.890 rpm


58 comentários :

  1. É como aquela propaganda da Nissan : "Eu sou um carro velho, carro velho, carro velho . . . . eu sou um carro novo, carro novo... ".

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  2. Bob, onde você menciona a relação 0.838:1, bem que você poderia colocar um link direcionando para o post do Alexandre, pois quem chega aqui apenas por acaso poderá entender melhor a sua menção.

    Grato pela atenção.

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    1. Renato Mendes Afonso
      Boa idéia, pedido atendido!

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  3. Caro bob, sempre tive uma duvida.

    A v/1000 RPM sempre é testada em velocidade real?? Ou a máxima velocidade do carro é a real ou do velocímetro. Nunca sei se os profissionais usam as informações do painel do carro ou um outro aparelho.

    Por exemplo meu carro, torquei pneus 185/60r14 por 195/70r14, isso me deu um alongamento de 8,8%.

    Mas no velocímetro e conta giro nada mudou nos números mostrados. Continua marcando a mesma coisa, por exemplo 4000 rpm a 140 km/h.

    A diferença que percebi é que a velocidade agora é a real no GPS.

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    1. Não é teste, ela é calculada, é baseada somente nas relações de marcha, diferencial, e na circunferencia total do pneu. Ou seja, se todos parâmetros estiverem corretos (as relações informadas forem mesmo as que o carro usa) ela não é passível de erro, ela é a velocidade real naquela determinada rotação.

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    2. A. 5/04/14 12:32
      A v/1000 é calculada; a velocidade máxima é prevista pelo fabricante e depois confirmada em condição real – se bem que atualmente esse cálculo por computador é incrivelmente preciso.
      Quanto à velocidade e rotação terem ficado iguais, a v/1000 do seu carro passou de 35 km/h para 38,1 km/h e às mesmas 4.000 rpm o carro está 152,4 km/h, mas o velocímetro passou a indicar 8,8% menos, daí tudo ter ficado igual. O GPS mostra a velocidade verdadeira a 4.000 rpm.

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    3. Você precisa recalibrar o velocímetro, senão nada muda, mesmo que colocasse hipoteticamente pneus que deixassem a relação 2x mais longa.

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  4. Continuará um figurante no mercado. Bom carro, até hoje uma das melhores posições de dirigir que já vi em carros abaixo de 80mil (para meu tamanho), mas que nunca se destacou em nada. E continuará com problemas com o excessivo tamanho externo face o pouco espaço interno. Talvez o Viaggio seja a redenção da marca no segmento, vamos aguardar.

    Quanto à reestilização, uma observação: por que raios a Fiat usou uma prótese plástica para esconder o antigo vão da placa no pára-choque? Além de ter ficado com uma horrível cara de improviso, em nada tem a ver com a proposta do carro, seja a de "Adventure", seja a de "esportivo com extrator de ar traseiro".

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    1. PLR, concordo com você. Para mim, claro aproveitamento do para-choque antigo. Aposto que o nicho da placa está lá escondido. Economia porca num carro tão jeitoso... Ficou a la Classic, que também usa prótese sobre a tampa do "finado" Corsa Sedan. Na frente... mais apliques! Na roda... aplique!

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  5. Por R$ 3.390,00 na caixa automatizada , mais o volante com comandos, perto dos R$ 4.500,00 do dupla embreagem do New Fiesta, acredito que o consumidor não reclamaria em pagar mais se a Fiat trouxesse a sua caixa desta configuração.

    Coisa estranha na linha Punto/Linea são os limpadores muito acima da base do para-brisa, bem visíveis internamente.

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  6. A solução do para-choques traseiro ficou muito gambiarrado. A Fiat deveria ter desenhado um novo, ao invés de preencher o espaço da placa.

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  7. Agora falando sobre o carro: Me estranha além da quinta marcha um bocado curta, o estepe temporário mesmo com essas dimensões. Acho que nessa medida dava para colocar um pneu de uso normal.

    De resto, gostei do interior do modelo testado, disco nas 4 rodas, dobradiças pantográficas e do som com subwoofer.

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  8. Um belo carro, agora com ótimo preço. Entrou na minha lista de garagem. Só poderia ter seis marchas e ser menos mal visto pelo mercado. Infelizmente, tem baixo valor de revenda. Lamentável.

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  9. Bob,

    Vc poderia explicar por que vc prefere os repetidores laterais no para-lamas do que nos retrovisores?

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    1. Eduardo Chikui
      Questão de visibilidade, olha-se mais para o carro como um todo do que para o espelho.

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    2. Bob, parabéns por levantar essa questão! Acho uma irracionalidade tremenda desenhar um farol com pisca "para dentro", e ainda usar os repetidores nos retrovisores, ou nem ter mais como o Classic 2014 por ex... Uma coisa tão lógica, visibilidade da sinalização é algo mais que necessário e devia ser obrigatório...

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    3. Bob, concordo contigo. Eu vejo que os repetidores laterais tem a vantagem de "mostrar" a largura do automóvel para os outros motoristas. Da mesma forma que prefiro carros com as lanternas dianteiras nas extremidades do automóvel.

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    4. Tarcísio Cerqueira
      Lembre-se que comentei esse aspecto do pisca para dentro na última foto do post do up!, que são assim. Tem que ser nas extremidades. Quanto às repetidoras, foi mesmo uma pena o Contran na última resolução sobre equipamentos de sinalização e iluminação, em 2007, tê-las deixado facultativas em vez de obrigatórias.

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    5. o farol do gol "g5" é bem elaborado nesse aspecto. a lampada da sinaleira não fica escondida sob lentes, está na extremidade e bem visível lateralmente, aí veio a "g6" e escondeu-a, só pelo design novo, e acabou com uma característica boa...

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  10. Como agora, quando o Linea se coloca entre Corolla e Toyota
    Creio que o certo nesta frase seria "entre Corolla e Civic."

    Lembro quando o Linea foi lançado o quanto a Fiat forçou a barra pra fazê-lo pertencer a um segmento superior quando era nítido que não era o caso... agora reconhecem o erro um tanto tardiamente na minha opinião. Curto o carro e espero que ele, ao menos, possa sair de linha algum dia com uma imagem menos arranhada.

    OBS.: As rodas aro 15 e 16 pra esse carro tem um desenho medonho, especialmente a 16... essas 17 ficam melhores, dão ao carro um jeito de Hot Wheels.

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    1. Leonardo Brito
      É claro que é entre Corolla e Civic, já mudei. Que mancada!

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  11. Qual o problema com os repetidores no retrovisor?

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    1. Francisco Bandeira
      São menos visíveis que no pára-lama.

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    2. Além de ser de um mal gosto tremendo. Em adição, custa mais caro para ser incorporado ao retrovisor do que ao pára-lamas, com o agravante de cumprir pior a sua função.

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  12. Belo carro, mas não gostei da fonte escolhida para os dígitos do painel...muito sem graça e conservador...parace as q a Chevrolet usava nos painéis do Astra... e tb não gostei das rodas...preferia a antiga do Tjet...

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  13. Painel bicolor elegante de diretoria mesmo.
    As rodas lembram a penela de pressão chinesa da minha sogra...
    Jorjão

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    1. EduRSR
      Achei a fonte boa e legível, cumpre a função bem, daí o "Wolfsburg".

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    2. Eu gostei das rodas, achei moderna
      Essa panela de pressão da sua sogra me deixou curioso!

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  14. Não gostei das mudanças realizadas no para-choque frontal, o antigo era muito mais bonito e harmônico. A tampa traseira ficou boa, mas a harmonia da antiga era insuperável. O interior, porém, ficou muito bom, embora o antigo não fosse ruim. De fato, as novas fontes do quadro e o painel com textura que aparenta emborrachado em cor clara causam uma boa impressão.

    No mais, um carro muito gostoso de se andar, bem afinado e relativamente espaçoso (já viajei no banco de trás com mais duas pessoas e não é ruim). Tomara que o reposicionamento faça bem ao modelo. Depois da garantia expirar, eu faria a mudança na quinta marcha.

    ass: KzR

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  15. joao celidonio05/04/14 15:13

    o e-torq aqui de casa está com 17kkm e continua fazendo 10,8 na estrada à 110km/h...

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    1. Joao celidoneo,
      Cabei de trocar de Brava, com o anterior, que apanhei com 15kkm, cheguei a atingir médias de 11km/l, gasolina sempre, neste, apanhei com somente 17 km no odômetro, no primeiro abastecimento medi 8,6km/l, mesmo trajeto e velocidade menor, por estar amanciando.
      Abs

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    2. no álcool a coisa complica!
      no geral, percurso misto 50% estrada e 50% cidade está fazendo 8,3km/l...

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  16. Tenho que admitir que o quadro de instrumentos melhorou, mas é só. E na minha opinião não tem estilo alemão, mas sim Alfa Romeo.

    Assim como o Leonardo Brito disse acima, também achei essas rodas horríveis. Da mesma forma, essa moldura colorida no painel, de aparência chinesa e gosto duvidosíssimo, e esse jogo de "atualizar" a traseira alternando a placa para cima e para baixo a cada nova "geração" já está cansado. É mais do mesmo. E a lanterna traseira continua "vermelha demais", quero dizer, poderia ter mais áreas translúcidas em fumê. Se bem que carroceria sedan com desenho realmente bonito e harmônico ainda está para nascer. Prefiro um hatch em todos os aspectos, mas é um gosto pessoal.
    Ponto para o subwoofer no porta-malas.

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  17. Bob, na hipótese de se querer transformar o câmbio todo desse carro num 4+E autêntico, com essa 5ª aí (V/1000 rpm de 32,7) levada a ser a 4ª, todo um reescalonamento do resto e uma 5ª de economia, com V/1000 em torno de uns 40 km/h, será que, por ser um motor de 4 válvulas por cilindro, ficaria legal ou ele poderia ficar meio xoxo?? Ou só testando pra se saber??

    Desde já, agradeço.

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  18. Bob,

    Na ficha técnica acho que está invertido o diâmetro dos discos dianteiros e traseiros (o traseiro é maior?).

    Girar a 3.700 rpm a 120 km/h é realmente muito. Parece um Palio 1.4 que eu tive. A quinta é excessivamente curta. Talvez seja para compensar a potência modesta em relação ao peso do carro.

    Trata-se de um carro correto, bem construído. Compete com City, New Fiesta sedã e outros do segmento. Mas nunca foi e nem será páreo para Civic, Corolla, Focus, Sentra e cia.

    Repito o que já disse sobre o Linea e o Punto: eles têm um problema sério de visibilidade naquela coluna A. Cabe um boi numa curva e o motorista não vê!

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    1. Minerim
      Não está (estava) invertido, o diâmetro dos discos dianteiros é que estava errado, é 284 mm. Não me pergunte por que estava 206 mm... Já está corrigido.

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  19. Acho o Linea um carro bem honesto e bem acertado em termos de suspensão (falo pelo T-Jet). Mas os plataformeiros acabaram com o carro, apelidando-o de "Puntão": as vendas despencaram, e a desvalorização está entre as maiores no Brasil.

    Apenas a título de comparação, no meio do ano passado dei meu Marea 2,4 sedã muito bem cuidado mais R$ 32.500,00 no T-Jet 2011 que está comigo até hoje. Custou zero km 78.000,00. Gastei de cara 1600 reais com correias, pastilhas e discos de freio (na oficina do ADG em BH) e só troca de óleo e filtro até agora.

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  20. O interior e a traseira até q gostei. Mas essa frente, com esse monte de cromados, é q parece coisa de loja de acessórios.... Além desse câmbio curto demais. Sou mais um que prefere relações longas.

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  21. Coitado do Giorgetto Giugiaro ... mataram um pouco a ideia de design do carro... o que melhorou e muito foi o acabamento interno... quanta evolução!!

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  22. Gosto e prefiro o conta-giros à direita. É onde fica nos BMW, marca que admiro profundamente, e onde ficava no meu saudoso Monza SL/E 2.0, primeiro carro que tive com esse importante instrumento.

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  23. Bob
    Na foto "atrás de mim", nitidamente não há muito espaço para o seu joelho.
    Comparando com a mesma foto do Novo Golf GTi, parece que o alemão leva vantagem, estou correto?
    Abraços

    Pedro Guerra

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    1. Pedro Guerra
      Há bom espaço, observe a distância do meu joelho direito para o encosto. Está até ligeiramente maior que no Golf.

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  24. Ao ver esse interior pensei em Mr. Car.
    O atende?
    Manifeste se.
    Michael Schumacher

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  25. Será que é necessário roda de aro 17 ? Sei que isto é uma tendência da indústria, mas também sei que quanto maior a roda mais áspero é o rodar do veiculo. Penso que umas rodas de aro 15 com pneus adequados já estariam de bom tamanho.

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    1. Hoje rodona é modismo mesmo. Até Palio está saindo com aro 16 em algumas versões. Pra que? Em alguns casos chega a ser muleta estética para compensar o excesso de lataria e vidros muito altos e estreitos (caso, por exemplo do "new" Fiesta sedan visto lateralmente).

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  26. Prezado Bob, pergunto, não de forma contestadora, mas por curiosidade: Porque prefere as luzes repetidoras dos piscas no para-lamas às localizadas nos retrovisores externos?

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    1. Questão de simples visualização, provavelmente. Quem está posicionado atrás da linha do retrovisor tem dificuldade em ver a seta. Alguns modelos são impossíveis. Já na lateral do carro quem vem atrás e quem vai a frente visualiza facilmente a sinalização.

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    2. Basta ler os comentários. Já está respondido faz tempo.

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  27. Pena que não mudaram esse jurássico cambio Dual logic

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  28. Não seria melhor com o câmbio manual?

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  29. Eu sempre gostei muito do Linea, pensei até em adquirir um T-Jet porém foi retirado do portfolio e usados em boas condições são raros. Um carro bem racional e muito bonito, mas realmente estava brigando com os carros errados.

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  30. Graças a Deus não veio com luz de neblina traseira, a grande verdade é que não se usa adequadamente. Chove e a manolada acende aquela porcaria. Pra que? Cada simples gota na lataria ou no vidro já ajuda a refletir e multiplicar o efeito da iluminação.

    E neblina? Quantos de nós realmente circulamos nessas condições? Eu concordo que é mais seguro e é importante ter o item. Pra ser mal utilizado é melhor que nem tenha o dispositivo.

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  31. A Fiat poderia utilizar o motor 1.4 16V turbo (T-Jet) como única opção para esse carro, variando apenas no acabamento, assim como no Bravo. Seria incomparável até mesmo aos motores de carros da "camada superior".

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  32. A simples mudança do nome pra Punto Sedan alavancariam as vendas do carro. Ele sempre foi isso. A fiat abandonou o segmento dos sedans medios com a saida do marea de linha Sou fã de Tempra e Mareas, espero que um dia a Fiat brasil volte a investir nesse segmento.

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  33. Top!!!acho o melhor custo beneficio!mas o sublime pra mim e o mais topp!!!acho melhor que cobalt,onix,voyage e empata com o fieta!!!

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  34. Não sei quais dados a FIAT coletou de seus potenciais consumidores, mas poderiam ao menos disponibilizar uma central multimídia ao menos como opcional. Nesta faixa de preço é perfeitamente aceitável e certamente do anseio de seus possíveis compradores.

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  35. A FIAT tem uma séria dificuldade em fazer um sedã médio de sucesso. O Marea era um carro com um design maravilhoso e à frente de seu tempo, com um ronco do motor lindo e uma mecânica fantástica mas que ninguém tinha know how pra trocar uma vela e ficou com fama de carro bomba, também por erro da FIAT em recomendar trocas de óleo somente a cada 15.000km. Agora o Linea é um carro de mecânica confiável mas completamente insonso que é tão interessante quanto um jogo de Bingo.

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  36. Pessoal estou comprando um Linea absolute mas antes de tomar essa decisão eu fiz várias análises comparando-o com outros veículos tanto sedãs compacto-premium(polo, new fiesta, cobalte, city) como com sedãs-médios(civic, corolla, sentra) e conclui que o Linea 2015 é o carro que apresenta a melhor relação custo-benefício devido o reposicionamento que a fiat fez em relação a diminuição de seu preço (algo em torno de R$ 5.000 pra menos) e acrescentou ainda vários itens de conforto como reformulação total do seu interior além de seus pequenos retoques externo. Resumindo pessoal o carro é bonito, elegante, confortável, possui muitos itens de série, estabilidade, excelente motor enfim é um carro que impõe respeito em qualquer lugar ou evento, entretanto, observei dois pontos fracos: 1) Baixo valor de revenda e 2) cambio duallogic mas este caso divide muito as opiniões, o ruim deste cambio é apenas o fato de vc sentir um pouco as variações de marchas, mas nada que seja inconveniente, para quem nunca teve um automático este fato é totalmente irrelevante, problema de fato seria se o cambio fosse frágil e quebrasse com facilidade o que não é o caso ele sofreu aperfeiçoamento inclusive sendo implementado o sistema creeping que é típico de automáticos. Gostei muito carro e resolvi compra-lo sei que não vou me arrepender pois sou o tipo de consumidor que compra para aproveitar e curtir o produto e não aquele que compra pensando em vendê-lo. Se vc está em dúvida em comprar um Linea 2015 não se dexie escravizar por opiniões furadas de pessoas que não entendem de carro e avaliam apenas questões superficiais, seja autêntico e faça o que vc quer e seja feliz valeu!!!

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