DOSE DUPLA DA VW: UP! 2-PORTAS E CÂMBIO ROBOTIZADO



A Volkswagen apresentou nesta quarta-feira o up! de duas portas, previsto no lançamento do novo modelo no Brasil. Simultaneamente, chega a versão I-Motion tanto para o de duas quanto para o de quatro portas, mas nem todos podem ter o câmbio robotizado:


Preços up! (R$)

2-portas
4-portas
(I-Motion)
Manual
I-Motion
Manual
I-Motion

take up!
26.900

28.900


move up!
28.300
30.990
30.300
32.990
2.690
high up!


34.990
37.760
2.770
black up!


39.390
42.160
2.770
red up!


39.390
42.160
2.770
white up!


39.390
42.160
2.770


Como a tabela mostra, dos duas portas só move up! pode ter a novidade e nos quatro-portas o take up! fica de fora.

Quanto ao modelo de duas portas, todas as modificações relativas ao Brasil são as mesmas do de quatro, como a porta de carga em aço-vidro e não toda de vidro como no carro alemão, e o aumento de comprimento total para maior capacidade do porta-malas. Mas houve uma mudança exclusiva para a versão brasileira, no desenho das janelas traseiras. No nosso, a base da janela é ascendente a partir quase do final, enquanto no original a inclinação começa antes. O motivo, segundo a VW, atenuar o impacto visual de coluna traseira alargada de devido ao maior comprimento da versão brasileira.

Outra diferença, esta lamentável, repetindo o que aconteceu no quatro-portas, é terem sido suprimidas as repetidoras dos indicadores de direção nos pára-lamas dianteiros.
 

VW up! duas-portas alemão: desenho da janela traseira diferente e com repetidoras dos indicadores de direção


Como sempre ocorre entre versões de duas e quatro portas, o de duas é mais leve, começa de 892 kg contra 910 kg do quatro-portas. Para acesso ao banco traseiro o encosto e o assento dianteiro se deslocam para frente, havendo memória mecânica para retorno à posição inicial, mas só no banco do motorista.

Estilo do up! duas-portas brasileiro é mais agradável que o do alemão

Devido à coluna central deslocada para trás (a porta é naturalmente mais comprida), há a conhecida dificuldade em "caçar" a fivela do cinto de segurança, mas nada com que não se possa conviver.


O câmbio robotizado do up!

O transeixo completo, denominado SQ100 (Sequentiellquer, seqüencial transversal) é importado, mas não da Argentina, da fábrica de câmbios da Volkswagen em Córdoba, como nas versões I-Motion do Gol, Voyage, Fox, SpaceFox e Fox Cross, mas da Alemanha, uma vez que lá existe a opção no up! também. A diferença para o nosso MQ200 é o comando elétrico em vez de eletroidráulico e não haver o modo "S" selecionável por botão na base da alavanca. Outra diferença é o hardware ser ZF e o software, desenvolvimento da Porsche, enquanto aqui ambos são Magneti Marelli. Segundo a VW, o transeixo alemão pesa menos que o argentino, sendo inferior a 30 kg (não foi informado quanto pesa o daqui).

O transeixo SQ100, alemão

Apesar de não haver o modo "S", a lógica do SQ100 é diferente, no sentido de em modo "M" (manual) a programação ser sempre "S" no que diz respeito velocidade da troca de marcha. Num certo sentido tem sua lógica, pois quando ser procura troca manual geralmente é para obter mais desempenho.

No ponto amarelo fica o botão "S" do I-Motion dos VW de motor 1,6-l

Modificação importante é no mapa de trocas automáticas, em que as trocas de marcha ascendentes são relacionadas com a posição do acelerador: quanto mais apertado o pedal, mais demoram as trocas e vice-versa, como explicou Roger Guilherme, gerente da engenharia de motores e transmissões da Volkswagen.

O engenheiro Roger Guilherme explica o mapa de troca de marcha do câmbio SQ100


Como no I-Motion conhecido aqui, as relações das marchas no up! I-Motion são diferentes em relação às do câmbio manual para diminuir o intervalo numérico (razão) entre elas e, com isso, favorecer a sensação nas trocas. Veja as diferenças:




Manual
Razão
I-Motion
Razão
3,769:1

3,643:1



1,800

1,700
2,095:1

2,143:1



1,635

1,574
1,281:1

1,361:1



1,381

1,419
0,927:1

0,959:1



1,252

1,204
0,740:1

0,796:1




Pelo quadro, vê-se que a 1ª foi alongada e as demais marchas, encurtadas. O diferencial foi ligeiramente alongado, de 4,929:1 para 4,812:1, o que resultou numa 5ª final 5% mais curta. Com isso a v/1000 caiu de 30,3 para 28,8 km/h e a 120 km/h tinha-se 4.040 rpm e agora se tem 4.166 rpm (pneus 185/60R15).

Tendo sido o câmbio a única variável no up!, é surpreendente que com o câmbio robotizado o carro tenha ganho 3 km/h de velocidade máxima, de 165 para 168 km/h (álcool). Tudo devido ao encurtamento da transmissão final em 5%, o que vem ao encontro do que escrevi sobre o up! no post de lançamento, que seria melhor alongar a 4ª e a 5ª para atingir velocidade máxima em 4ª e deixar a 5ª ainda mais marcha de repouso. No up! manual, a 165 km/h o motor está 5.500 rpm, bem longe do pico de potência que é a 6.250 rpm, enquanto no I-Motion a 168 km/h o giro está a 5.850 rpm, já mais perto.

Na retomada de velocidade de 80 a 120 km/h em 5ª, típica de estrada, o manual leva 18,5 s e o I-Motion, 16,4 s, uma diferença considerável. O que 5% mais curto pode fazer! Como se diz no meio, "câmbio certo não melhora, câmbio errado faz piorar".

Na aceleração 0-100 km/h o manual é mais rápido 0,4 s, 12,4 s contra 12,8 s (álcool) por conta das trocas não serem tão rápidas quanto as feitas "pelo Homem".

No consumo Inmetro, os números são:




Cidade
Estrada
Cidade
Estrada

Gasolina km/l
Álcool km/l
Manual
13,2
14,3
9,1
9,9
I-Motion
13,0
14,5
9,0
10,0



Vê-se que na estrada, mesmo mais curto, o I-Motion é mais econômico, a situação se invertendo na cidade, o que é incoerente, embora as diferenças sejam desprezíveis, tanto que o consumo energético médio entre gasolina e álcool, também apurado pelo Inmetro, é igual com os dois câmbios, 1,57 megajoules por quilômetro (MJ/km).

Como já expliquei em outros posts, a metodologia de medição de consumo pelas fábricas e pelo Inmetro é baseado na mesma e antiga norma NBR 7024, que é a mesma norma americana FTP 75, mas com a novidade de ser aplicada uma correção para trazer os números para o mundo real. Essa correção é de 22% para o consumo de cidade e 29% para o de estrada. Veja na tabela abaixo um exercício, como seriam os consumos sem as correções:




Cidade
Estrada
Cidade
Estrada

Gasolina km/l
Álcool km/l
Manual
16,9
20,1
11,7
13,9
I-Motion
16,6
20,4
11,5
14,1


Ao dirigir, a mesma sensação de outros câmbios robotizados da marca. Este não prima pela rapidez nas trocas, mas em pouco tempo acostuma-se com o "jeito" deste I-Motion. Fazendo-se trocas manualmente se consegue mais eficácia nelas e sempre é agradável nas reduções contar com aceleração interina automática. A lamentar mesmo é a decisão da VW em não aplicar a função creeping, ou avanço lento, que tanto facilita no dirigir lentamente, como manobrar ou acompanhar o tráfego que pouco anda. A Fiat, sabiamente, aplicou-a no seu Dualogic quando passou a Dualogic Plus.

A introdução do câmbio robotizado num carro de motor 1-litro produzido no Brasil é, sem nenhuma dúvida, auspiciosa por dar ao consumidor o direito de escolha entre ter ou não de ficar apertando o pedal de embreagem, o que pode ser decisivo para quem dirige a maior parte do tempo no trânsito congestionado. Por apenas R$ 2.770.

BS


121 comentários :

  1. ...como no MQ200 robotizado das versões I-Motion nacionais — Gol, Voyage, Fox, SpaceFox e Space Cross...
    A própria VW já esqueceu o Polo. Agora o AE também...

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    1. Diacir
      Não foi a Volkswagen, fui eu... [:-( Já acrescentei o Polo.

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  2. Bob,
    O I-Motion no modo manual permite que o motor chegue até a velocidade de corte ou sobe a marcha antes?
    Não sei quanto ao Dualogic Plus, mas o antigo Dualogic permite chegar a velocidade de corte do motor.

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    1. Douglas,
      Troca a marcha antes, como eu disse quando falei da aceleração ser pior com o I-Motion. No Dualogic normal e Plus, confere.

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  3. Algum motivo para a VW "esquecer" de disponibilizar o ASG no Take?

    Uma dúvida sobre o "creeping" nos automatizados, em uma subida, ele evitaria que o carro descesse?

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    1. FontesL
      Nenhum motivo específico. Poderia ter como não ter e escolheram a segunda solução. / Sim, evitaria, mas esse procedimento acaba com a embreagem em pouco tempo. Agora, o que não me entra na cabeça de jeito algum é alguém reclamar que o carro recua numa subida se são apenas dois pedais. Que se use o freio com o pé esquerdo.

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    2. Apesar de serem apenas 2 pedais, eu acho que a solução para isso seria um simples hill holder. Quanto será a mais? Lembro que a Fiat estava estudando implantar em toda a linha.

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    3. Paulo Freire
      Quem não consegue manter um carro imóvel usando o freio com o pé esquerdo não deveria poder dirigir. É uma ameaça aos outros.

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    4. Concordo Bob, mas infelizmente é esse tipo de gente que mais se vê nas ruas. Prefiro que as montadoras coloquem esse dispositivo [hill holder] do que ter uma madame usando meu carro de calço...

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    5. Nenhum carro popular tem Hill Holder e Nenhum carro automatico precisa acelerar ao tirar o pé do acelerador. Ja dirigi2 automatizados antigo e achei PERFEITO o sistema de acelerar somente quando se pisa no acelerador, inclusive para estacionar. Concorto com o Bob, as pessoas criam mitos na cabeça, os jornalistas incentivam tecnologias e funções bestas e ainda tem cara de pau de dizer que automatizado dá cabeçada... nao da nada!!! Qualquer carro manual se cambiar forte ou em ultrapassagens dá esta "cabeçada". Os automatizados são O MELHOR dos dois mundos, e olha que tenho um Picasso 2.0 16v Tiptronic que tambem dá tranquinhos ao passar marchas, principalmente de 1-2 e 2-3, normal de todo carro...o único inconveniente dos automatizados (dirigi os i-motion antigos) é uma leve desaceleração que pra mim não causa incomodo algum e como disse, até carro manual soltando de leve a embreagem, também causa isso.

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  4. Ah, como gosto dos duas portas! Menos práticos, sem dúvida, mas muito mais harmoniosos esteticamente. Pena que o mercado brasileiro é tão ditador, e que as pessoas comprem pensando na revenda, e não no que realmente querem.

    Outro dia vi uma Royale 2 portas. Curioso como uma opção de vinte anos atrás é uma completa heresia hoje. Mas a contemplação desse vw/ford rendeu—me aquela típica brinca feminina: o que você tanto olha esse carro horroroso?!?!

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    1. Eu também prefiro carro de duas portas, mas o mercado brasileiro o abomina.
      É comprar para depois ter dificuldade em vender.
      No mesmo instante os "caras" dizem que é mico.

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    2. Não sei se já viu a Caravan de quatro portas. Não perdeu absolutamente nada em harmonia, e ganhou muito em praticidade (ou ganharia, se tivesse sido feita em série). Tivemos a Suprema e a Quantum, por exemplo, ambas quatro portas e muito bonitas. Sempre achei, isto sim (ainda que fossem bonitas), um tanto sem sentido veículos de vocação tão familiar terem apenas duas portas.

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    3. O que era um absurdo não é mesmo Mr. Car, uma station wagon ser 2 portas. O mesmo ocorria com alguns sedãs "médios" aqui, como Monza e Santana. Por outro lado, é frustrante procurar por um compacto ou hatch topo de sua versão ou ainda pela versão de maior potência e somente encontrá-los na versão 4 portas.

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    4. Adorava o Maverick quatro portas. Duas portas bonitão, só o Escort.

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    5. Uma vez, olhando uma capa de revista só de Opala, vi uma Opel Reckord Caravan, a versão original da nossa, com 4 portas. A frente e a traseira eram mais feias do que as do modelo brasileiro, mas a lateral era muito mais harmônica. Em uma edição da Quatro Rodas, na seção Flagrante do Leitor, apareceu uma Caravan 4 portas adaptada, que também ficou muito bonita.
      Antônio do Sul

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    6. Falando nessa época, a Ipanema foi outra que "sentiu" essa mudança no interesse de compra, começou nas 3 portas e foi passada para as 5 portas.

      Nestas escolhas há muito o que considerar, apesar do primeiro impacto ser o visual e se usará as portas de trás ou não.

      Por vezes o peso maior na porta do motorista, o cinto de segurança mais afastado ou mesmo o maior comprimento da porta já sejam mais desagradáveis do que uma porta que nunca será usada, o que revela preferência por menos portas para mim, já que geralmente ando eu e 1 passageiro no carro.

      A verdade é que o legal é existir o que supra vários gostos, uma pena alguém pensar tanto que o gosto dele pode ser um mico e então engolir o que os outros gostam.

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    7. Tenho que admitir que a Royale era bem mais bonita na versão 2 portas... depois que ganhou a opção de 4 portas perdeu um pouco da originalidade e beleza.

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    8. "uma pena alguém pensar tanto que o gosto dele pode ser um mico e então engolir o que os outros gostam."

      É o que eu sempre digo. Quem age assim compra carro para os outros, não para si próprio.

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  5. Há algum tempo deixei um comentário ilustrando que não acreditava em motores 3 cilindros. Raciocínio cartesiano, se você tem um motor 1 litro, 4 cilindros e 16V que desenvolve por volta de 76 hp (Clio), como pode um motor com 1 cilindro menos e com as mesmas 4 válvulas/cilindro desenvolver 80 ? Questão de lógica matemática. Porém, o marketing é forte influência. Se hoje vc chega no mercado dizendo que teu 1 litro desenvolve 76 hp (19 hp/cilindro) se cai na mesmice, não há inovação e o mercado não responde. O que dizer então de um motor 3 cilindros que deve render 57 hp reais ? Mas não, o marketing manda dizer que tem 80 hp (média G. / A.), para causar frissom. Pois bem, fui tirar a dúvida e fazer um test-drive. O resultado foi o seguinte : - O carro não anda. Até as 2,5 / 3 mil rpm de curso de pedal percebi o motor chacoalhando sem conseguir tirar o carro da inércia. Acima disso o veículo começa a se mecher. Numa pequena espichada em que num 1 litro/ 4c vc já estaria em 4a. marcha, eu apenas me preparava para passar a 3a., quando então cheguei a um cruzamento. Dobrar esquinas em 3a. ? Esqueça ! Conclusão : - Meu raciocínio cartesiano se confirmou. Fora isso, o carro é bem acabado, estável, a suspensão tem seu mérito, sendo excelente na absorção de buracos. Mas o carro não tem motor; deverá ser pior com I-Motion.

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    1. Mendonça
      Como assim, 57 cv reais??? De que você está falando? E o motor é absolutamente elástico! Curvas de esquina em terceira sem forçar barra, faz mesmo!

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    2. Sim, 57 hipotéticos. Peguemos o Clio 1,0 l, 4 cilindros 16V, o que nos dá 19 hp/cilindro. O Up! possui as mesmas 4 válvulas/cilindro, e um cilindro menos (76 - 19 = 57). Raciocínio puramente cartesiano. Minha prova prática já foi feita e constatei o que supunha em tese. Que entre em cena o rolo dinamômetro da FULLPOWER, que já provou que o Veloster tem 21 hp menos. Quanto a cruzamentos em 3a., faço-o sempre com um 1.0 litro Rocam. Às vezes em 4a., por desatenção, quando venho com pouco mais de velocidade. E, antes que se pense, não, o motor não pede marcha ! É bem reduzido.

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    3. Esse Mendonça entende bem, hein? Hahahahaha

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    4. Mendonça
      Está explicado... Você acaba de inventar nova relação em engenharia automobilística, a relação n° de cilindros-potência! Parabéns!

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    5. Mendonça
      O sr. não falou coisa com coisa, perdão.
      Não é nada impossível com a tecnologia de hoje em dia obter algo como 100 cv de um motor 1,0 litro de 4 cilindros. O Up! consegue 26,7 cv por cilindro, o que não é nada mal, daria 107 cv em um motor 4 cilindros.
      Só se admitirmos que o Clio tem a maior potência específica possível na atualidade é que faria sentido seu raciocínio dito "cartesiano".

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    6. Que entre em cena o tão falado rolo da Fullpower? O mesmo aferiu 88 cavalos no Up e 89 no Fox, ainda que sejam números no mínimo questionáveis. Ainda falta explicação sobre o motivo de sempre descobrirem mais do que divulgam, mas garanto que 57 cavalos reais, o Up não tem. Acredito nos números oficiais da VW, e a bem da verdade, foi o 1.0 mais rápido que já dirigi, em certos momentos até se passando por 1.4.

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    7. Para exemplificar, Mendonça: O carro é 1.0 pois a soma do volume deslocado por cada um dos 3 cilindros é 1000cm³. Um cilindro do up! é maior (bem maior) que um cilindro do Gol 1.0, por exemplo.

      Quinta-feira passada saí de um Gol 1.0 2007 para um move up!. Notáveis diferenças entre os dois...

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    8. Ele criou uma nova relação em engenharia e também um novo padrão de medida de potência, baseada no motor Renault 1.0 16V. Interessante!

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    9. Números da VW, da mídia, do raio que o parta, não acredito. Pode ter balancim esse ou aquele, alumínio disso ou aquilo, tecnologia tal e sei lá das quantas :- Não tem turbo, nem intercooler. Diriji-o, e considerei abaixo da crítica, conforme suspeitava. Ponto final.

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    10. Mendonça
      Se você acha que um carro de 958 kg (caso tenha dirigido um high up!) com 82 cv (o Passat TS tinha 80 cv) e 10,4 m·kgf não anda, então você está precisando de umas aulas de direção.

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    11. Considerando-se que são os mesmos 1000 cm³ de volume deslocado. Considerando-se que são aproximadamente 333,3 cm³ por cilindro (portanto dentro da faixa ótima de volume para queima de combustível em motores ciclo Otto) ante 250 cm³ por cilindro de um motor 4C. Considerando-se que 1 cilindro a menos, 4 válvulas a menos, virabrequim menor e mais leve, menos mancais menos anéis raspando no interior de cilindro e mais otimização dos componentes móveis, justificam uma boa redução de atritos. Considerando-se tudo isso, não vejo por quê se duvidar dos 80 cv declarados. Tem Mendonça por aí precisando aprender alguma coisa.....

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    12. O cara nunca deve ter visto como o acionamento do ar-condicionado, principalmente nos carros mais antigos, tirava potência do motor do carro. Um cilindro a menos mais todas as demais peças móveis envolvidas será que não são suficientes pra libertar alguns cavalinhos perdidos aí??? O raciocínio cartesiano dele aí tá mal eim......

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    13. Mendonça, se for seguir seu raciocínio, então um motor de 2.0 16v também deveria ter 78 ou 80cv, afinal de contas são apenas 4 cilindros e 16 válvulas, e de acordo com você, cada cilindro pode produzir apenas 19cv e, aparentemente, independente da cilindrada individual.

      Muito já foi explicado aqui sobre motores 3 cilindros, muto já foi avaliado por vários jornalistas (inclusive o Bob, que não é um jornalista qualquer) e muito já rodou com vários clientes e a opinião de que a evolução é notável é praticamente unânime.

      Mendonça, não me leve a mal mas seu "raciocínio cartesiano" não funciona na engenharia.

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    14. Fiz o test-drive. O carrinho é muito agradável. Só tem pra mim 3 defeitos: o design da traseira, o painel e o preço. Mas anda direitinho.

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    15. Marcus Lahoz27/04/14 18:45

      Hahahaha....sério o cara ta fumando algo, não tem como estar sóbrio e fazer a comparação que ele fez.

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    16. Sendo assim, agora ficou facil: a potencia real do Bugatti Veyron e de 16x19= 304hp !!!!
      Ou seja, a Bugatti mente mais de 700 hps para seus clientes, ou seria este ganho proveniente apenas dos turbos, ja que o clio não e turbo né... É cada um que aparece. Se a vida fosse tão simples assim.
      ISM

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    17. Mendonça
      Pior que total ignorância só mesmo a cega teimosia
      Com esse seu raciocínio brilhante e cartesiano certamente voce e engenheiro da Nasa. Seu nível intelectual esta muito acima do nosso
      Por favor nao nos peca para entendermos seu comentários

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    18. Lorenzo Frigerio27/04/14 20:39

      Caro Mendonça: o que você está chamando de "cartesianismo" na verdade é um SILOGISMO.

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    19. Eu creio que a impressão de um carro novo em teste depende muito do carro que você tem no dia a dia.

      Pensem nisso.

      Se uma pessoa esta acostumada com potencia de sobra entra em um UP e não acha nada demais.

      Eu por exemplo tenho uma Strada 1.4, fiz um teste drive em um Up e achei o motor mais disposto em algumas situações.

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    20. Quem sabe se se mantivesse as mesmas 16 válvulas no 3 cilindros, né Mendonça? Esse motor com 5,333 válvulas por cilindro poderia fazer mais sentido os 80 cv...... ou não?? num sei. Fiquei na dúvida.....

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    21. Mendonça, realmente o up deu mais potência que o divulgado pela fábrica, foram 88cv no dinamômetro da fullpower, o que acaba contrariando sua tese.

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    22. Ao Mendonça;

      Com um Up eu andei "na porta" de um Voyage 1.8 dos anos noventa (motor deste fumando um pouco, mas estava no talo do acelerador), em rodovia conhecida...ou seja, mesmo nos longos aclives, o Voyage não se livrou do carrinho, não abria e nem cedia um centímetro. Os 82 cavalos são reais do Up, e valentes, tudo questão de não ter pena de fazer o motor girar.

      Em baixa ele também é bem esperto para um mil, mesmo com pouco amaciamento, é o melhor 1000cm3 aspirado que já andei.

      MFF

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    23. Mendonça, sua capacidade de raciocínio é bem abaixo da crítica, não o UP.

      Você se "esquecer" que o volume dos cilindros do VW 1,0l 3cc é maior do que de um 1,0l 4cc qualquer denota que você não faz a menor ideia do que escreve.

      E muito provavelmente você nunca tocou num Up para testar de verdade.
      Não tente abusar de nossa boa vontade.

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    24. Pelos céus, a pessoa manda uma bobagem sem tamanho dessas e ainda teima no absurdo... Pra um desses nem um Fusca TSI é um carro rápido, provavelmente.

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    25. Bom para o Mendonca é andar em lombo de burro !
      he he he he

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    26. Ah Mendonça
      Tenha dó de nós leitores e principalmente dos editores desse blog
      Tenha santa paciência.
      Peço-lhe não voltar a comentar por aqui...
      Por favor não insista!

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    27. Desculpa ai então o Dr. Mendonça, patrono da engenharia automobilística. Estabelecer potência por cilindro é de uma imbecilidade sem tamanho e só prova a sua ignorância com relação ao assunto. Se não sabe, cada cilindro no Clio desloca 250cm³ e do up! 333cm³, ou seja, a potência por cilindro do up! é bem maior. Vê se estuda e cria alguma fundamentação teórica antes de sair espalhando baboseiras por aí o "Carroll Shelby"

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    28. Sujeito normal - cérebro = Mendonça.
      Cara, não é que esse negócio cartesiano funciona mesmo!

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    29. Sério, eu admiro essas pessoas com coragem de falar certas coisas sem pensar. O problema é que geralmente saem umas bobagens assim como essa e como do Paulo Freire mais abaixo. As vez parece que o cara pega o PC e apenas martela o teclado e sai o que saiu. Vai saber......

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    30. Na boa, não sou de comentar aqui com frequência, mas pelo amor de Deus, RELEIA o que escreve antes de postar! Poucas vezes vi tanta baboseira junta! Você fez uma correlação tão primária que não sei nem por onde começar a criticar. Não é porque o Clio tem "19 cv/cilindro" (uma relação falaciosa, pra começo) que TODO motor vai ter 19 cv/cilindro, pare e pense!!

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    31. Mendonça, me desculpe mas esse tipo de relação não existe e, portanto, não serve de parâmetro para absolutamente nada.

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  6. Continuo achando R$ 42.000,00 grana pacas por um carro 1.0, ainda que tenha câmbio robotizado. Se ao menos fosse 1.0 turbo, a coisa até mudava de figura.

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  7. Lucas cfr,
    De adolescente para adulto eu também preferia duas portas e ficava indignado por que a Vemag não produzia o DKW duas-portas. Mas depois a emoção deu lugar à razão. Anos mais tarde, já na GM, fiquei surpreso quando soube que o primeiro Astra brasileiro começaria a vida pelo duas-portas. Ao contrário de você, acho os quatro-portas geralmente mais harmoniosos. Um exceção é o Uno, sempre achei o 4-portas esquisito, o de duas era bem mais bonito.

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    1. Legal, Bob. Realmente, a questão é de gosto. Ou de pesarmos a praticidade.

      Acho que um dos exemplos de modelos 2 portas mais harmoniosos que teve, foi stilo. Como era belo! Acho que o 4 portas perdeu muito sob esse aspecto.

      Abraço!

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    2. Bom, e o Corsa, cuja primeira geração no Brasil teve versões de duas-portas, mais bonita e a de quatro-portas, mais prática. Ainda que ambas vendessem bem, era muito mais comum encontrar o duas-portas nas ruas, algo condizente com um carrinho que queria ser o primeiro carro de um jovem ou um segundo carro de uma família, portanto, cujo banco traseiro só teria uso ocasional.

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    3. Corsário Viajante27/04/14 19:12

      Bom acho que duas portas caem bem em carros compactos. Já nos médios para cima, prefiro quatro portas, até pelo perfil de uso.

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    4. Sou bem gordo. Normalmente não tenho problema com carro duas portas. Aluguel um pálio economy 4p e como é apertado pra entrar. Troquei pelo duas porta e que alivio.

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    5. Lorenzo Frigerio27/04/14 20:45

      Gosto à parte, o que me desagrada é a falta de opção. A explicação de que o consumidor prefere preto ou prata, e 4 portas, é apenas xaveco dos fabricantes para ganhar uns tostões com economia de escala. E como estamos voltando à era dos "carros mundiais", e o ferramental é desenvolvido lá fora para os carros de lá, não há razão para não importá-lo e prensar as peças aqui também. Inclusive, acredito que as linhas de montagem de hoje sejam muito mais flexíveis e permitam a montagem de combinações mais incomuns sem qualquer problema.

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    6. Tempra e Monza eram mais equilibrados com duas portas.

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  8. Nossa, a Royale 2 portas era feia mesmo! Mas no geral gosto de carros 2 portas. 4 portas em carro compacto deixam todas as portas muito pequenas... Sinto falta de mais portas só quando dou carona pra mais de 2 pessoas, e essas precisam descer no meio do caminho num dia chuvoso. Ou quando algum idoso precisa sentar atrás.

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    1. Lorenzo Frigerio27/04/14 20:48

      Num país como o Brasil, faz sentido compactos de quatro portas. Pobre compra esses carros e enche de gente... vovó, sobrinha, tio, crianças soltas no banco de trás. Quanto menor o carro, mais cheio ele anda. Aliás, boa razão para encher tudo de airbag, pois essa turma não sabe o que é cinto.

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    2. Ora, pobre enche o carro de gente pq não pode comprar um pra cada garotão da família... Pobre tb tem o direito de ter carro, povo.

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    3. Lorenzo, agora você soltou uma tremenda borracha.

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  9. Finalmente um olhar mais técnico sobre o novo ASG do Up, só podia ser por aqui mesmo! Muito interessante essa alteração do mapa de trocas de acordo com a abertura do acelerador, é um prático jeito de suprir a falta do modo Sport acionável junto ao câmbio. Fiquei surpreso também com o fato do câmbio ser importado da Alemanha e ainda por cima com programação da Porsche, a Volkswagen está de parabéns por investir em tecnologia no Up. E outra, esse Up duas portas, pesando menos de 900kg, deve ser uma verdadeira bala! Bob, você acredita que o ganho nas trocas tenha sido palpável? Tornou se mais agradável em uso urbano ou ainda é possível sentir de maneira sensível as trocas?

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    1. Davi Reis
      Melhorou bem, mas ainda se sente as trocas. De qualquer maneira, para quem não quer pedal de embreagem, atende bem.

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    2. A praticidade desse novo modelo na cidade deve ser ímpar. Pelo preço, proposta e praticidade, eu não me incomodaria de passar por alguns soluços na cidade. Um carro urbano bem ao estilo europeu mesmo.

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  10. Carro estreito de duas portas com maçanetas até é legal, mas carro de quatro portas com maçanetas nos vidros traseiros não dá para engolir.
    Que compre quem quiser, mas eu saio de banda.

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    1. A VWB marcou uma bobeira das boas no up! 4p. Ainda acho que algum Professor Pardal da vida vai conseguir adaptar vidro elétrico traseiro no up! e isso poderá ter um impacto equivalente àquele do cara que conseguiu adaptar estepe frontal no Gol 1.6 refrigerado a ar de dupla carburação simplesmente virando o pneu para cima e usando o mesmo suporte do 1.3.

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  11. Muito bacana a versão 2 portas, assim com a transmissão e seu custo. Porém os números de consumo são curiosos.

    A V/1000 do carro diminuiu e mesmo assim o consumo em rodovia diminui. Seria pelo fato do motor trabalhar mais "folgado" em termos de potencia?

    E mesmo com a redução de peso (pouco, menos de 2%), o consumo urbano aumentou. Seria pelo fato de ter aumentado a quantidade de trocas de marcha? confesso que isso me confundiu um pouco.

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    1. Também não entendi o consumo rodoviário... Marchas mais curtas deveriam piorar. Alguem da uma ajuda "pra nóis"aqui?

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  12. Esse vai ser mais um VW que eu vou ter de andar para saber se é mesmo tudo isso que falam. A Amarok foi uma ingrata surpresa, dura feito uma cabrita, motor fraco em baixa e cambio indeciso. Por isso ainda se vende tanta S-10 [essa, macia como toda pick up deveria ser e suave] e Hilux [perdeu feio para a Amarok em desconforto, parece até um Roll Royce frente à VW].

    Sobre o pequeno Up [nada de letra minuscula e acento de exclamação] só tenho a dizer que não me agrado pelo design dele, parece um estranho no ninho, pois nem de longe segue a linha de design da VW e pelo fato de só ser disponível 1.0. Pode ser moderno como for, mais ainda é um motor miúdo, apagado frente a concorrência 1.4 ou 1.6.

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    1. Por nada que eu quero ser designer de carro. Se as frentes são todas parecidas reclamam, aí quando um sai dessa, reclamam tbm..... coitados desse pessoal

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    2. Lorenzo Frigerio27/04/14 20:52

      Bem, a S-10 com Monzatec 2.4 deve ter ainda menos torque em baixa que a Amarok. Mesmo assim, pelo que é acho que a Amarok merecia uma opção V6 a gasolina.

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    3. Lorenzo,
      obvio que comparei versões Diesel, afinal Amarok automática só existe com esse motor.

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    4. Paulo Freire
      Voce deve ser parente do Mendonça.
      Nao é mesmo?

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    5. Paulo Freire
      Você não sabe o que está dizendo (ou lhe falta habilidade de motorista) para considerar o motor Diesel da Amarok fraco em baixa, com 42,8 m·kgf a 1.750 rpm e câmbio ZF 8HP impreciso. Também, que ela é dura e a S-10 não é. Você parece mesmo estar em outro mundo. Fora que você não entendeu que o up! foi concebido para ser 1-litro e que seu estilo obedeceu a uma diretriz, de ser diferente do resto da linha VW. Não é preciso ser sábio para ver e entender isso.

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    6. Caro Paulo Freire
      Não sei da sua experiência , mas tenho e ando de camionetas a mais ou menos 12 anos, e afirmo, de todas a Amarok é disparada a melhor do mercado no momento para o meu uso.
      Sobre a cabritagem, é prática comum das fabricas e ccs deixar a calibragem excessivamente alta, a minha veio com 46 libras em todos os pneus, parei num posto, baixei para 32, solucionado.
      Motor/Cambio: motor pequeno e bem resolvido, forte e progressivo; cambio: o melhor que o mercado pode oferecer, essa ZF é perfeita, praticamente intuitiva, e ainda 6 + 2e.
      Talvez o sr tenha uma nota de corte muito alta para o mercado brasileiro.

      Fusca95

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    7. Bob,
      não acredito que o senhor caiu nesse papo furado da VW de "concebido para ser 1-litro", interessante que toda a concorrência nacional [e até na Europa] tem ao menos 1 opção ao motor base.

      Sobre a Maloque, não se preocupe que sei muito bem do que falo, como já disse, não foi a primeira e única pick up que dirigi, já inclusive dirigi 2 Amaroks, uma prata e uma preta. A preta era menos terrível em termos de rodar por ter aros menores, a prata calçava sapatos de 18' e era um martírio, carro de agroboy mesmo. Motor fraco em baixa sim, nem de longe lembra a suavidade e progressividade da Hilux e da S10, parecendo mais a Ranger anterior [a atual nunca andei]: morta em baixa, quando acorda é de uma vez. Sobre o cambio, ele fica metendo marchas, quando você surpreende ele com uma pisada no acelerador, ele fica bobeando sobre qual marcha é a melhor, é irritante. Na estrada é bom pois mantém a rotação baixa ajudando a economizar, na cidade fica cambiando sem necessidade. E sobre a S10, não sei a atual, mas a anterior dava sim uma surra em conforto ao rodar na VW, se duvida, ande em uma.

      Fusca95,
      ambas Amaroks que eu dirigi já não eram 0km, como disse ali em cima [nesse comentário] a prata era demasiadamente dura por calçar pneus não indicados para uma pick up, é tipo populares pequenos e levinhos usando aros 15' de perfil baixo [Gol, Up e Fox], o negócio é ficar "bunitu", não interessa o desconforto que vem acompanhado, imagino o Gol calçando 16'... O resto está respondido acima.

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    8. Paulo Freire,
      Você está entrando no campo da inconveniência com seus comentários. Eu não caio em papo furado de ninguém e fabricantes não têm papo furado. Você está barrado de fazer novos comentários.

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    9. Paulo Freire, em nada o Gol com rodas de aro 16 é desconfortável, basta andar e comprovar. A rigor, é tão confortável quanto os de roda aro 15 (pra mim está no ponto, pra alguns é desconfortável). Ao meu ver, o que altera um pouco é a velocidade de resposta da direção, às vezes até assusta pela rapidez. Mas é questão de costume também, não desagrada.

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    10. A S10 ANTIGA confortável??? Surra na Amarok?? Puts.... trofeu absurdez pra vc!!! De que planeta vc veio Paulo Freire?? A S10 antiga é uma das coisas mais medonhas em desconforto.....

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    11. Ahhh Bob
      Que bom que voce vai bloquear os comentários mal criados do Paulo Freire
      Somos todos prova que sua paciência foi Salomonica com esse inconveniente leitor
      Voce e os demais editores com toda senioridade , bagagem e histórico nao tem que fuçar agüentando insinuações e mal criação de moleques
      Abraços

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    12. Paulo Freire,

      não sei se essa será sua última postagem, não é nada pessoal mas parece que você procura polemizar desnecessariamente, só chama atenção para si suas postagens... tem inventado coisas, apelidos sei lá mais o quê... sem conhecimento de ninguém que já experimentou as mesmas coisas que você, você sempre bota algum defeito, polemiza mesmo sei lá... mesmo se tiver mais conhecimento técnico do que alguns o que realmente seria uma pena por estar indo contra a maré sem argumentos técnico-convincentes ao menos, pois você não é testador de automóveis, sendo assim não pode generalizar um produto/categoria porque experimentou um e foi por uma vez ou outra só, já com profissionais a coisa pode ser diferente pelo fato do avaliador poder experimentar outros modelos...

      Então suas postagens infelizmente tem parecido mais produto de um gerador de lero-lero da web, do que qualquer outra coisa... é só minha percepção, então fica a dica se resolver voltar com algum nickname, se você manja não precisa polemizar, isso não é querer puxar o saco do blog ou da maioria, é dar opinião com embasamento ou simplesmente perguntar quando alguma coisa lhe parece anormal, não simplesmente afirmar um problema que mais parece um fato isolado seu, sei lá...

      Abraços.

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    13. Paulo Freire
      Apenas uma coisa: Tua casa caiu.

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  13. Ando pensando em comprar um carro novo, pequeno, mas espaçoso para motorista e passageiro pra usar diariamente.
    O Palio Fire e o Clio estão antigos, o Novo Uno é apertado, o Ka tem suspensão muito dura pro meu gosto. O jeito é experimentar o up!... Ainda mais agora com essa versão 2p e automatizada, perfeita pra ir e vir na cidade, sozinho ou com a patroa ao lado.

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  14. Excelente post, sr. Bob Sharp, como sempre!

    Já já um move up! ASG 2 portas vai dividir a garagem com meu cinquecento cult dualogic.

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  15. Marcus Lahoz27/04/14 18:47

    Gostei bastante do duas portas, adoro carro duas portas. Sinto falta de monza, santana, tempra 2 portas.

    Tanto o up quanto o uno 2p são muito bacanas. Boa jogada da vw.

    Boa também com relação ao cambio.

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  16. Olá Bob.Gostaria de saber o que é mais vantajoso para se economizar combustível usar o "freio-motor' ou frear normalmente.Não só em descidas,Mas por exemplo tem uma lombada à minha frente eu freio o carro,passo a marcha e sigo,ou se eu usar o "freio-motor" e ir reduzindo marcha eu economizo mais combustível?

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    1. Ja foi explicado aqui no site que o melhor é passar voando sobre as lombadas
      E nao se fala mais nisso!

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    2. pro motor até pode ser, mas a suspensão vai embora rapidinho

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    3. kkkkkkkkkkkkkk.......mas a melhor foi a sua Angelo Jr, convenhamos, você absorveu tanto a pergunta de um e a resposta do outro e assim conseguiu dar a opinião mais técnica até agora no AE !! kkkkkkkkkkkkk............ ( rindo até agora ) kkkkkkkkkkkkkkk........

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    4. welyton
      Quanto menos energia for usada, obviamente menos consumo. Portanto, tire o pé do acelerador o mais longe possível da lombada e deixe a velocidade ir se dissipando, mais perto dela vá freando levemente. Logo antes de transpô-la, reduza para a marcha apropriada, 3ª ou 2ª.

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  17. Parece claramente que se trata de um câmbio robotizado de baixo custo, para carro de entrada, cujo primeiro comprador não tem como comparar com os de outros modelos mais caros(Gol, Fox e etc)

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    1. Lauro Agrizzi
      Exatamente isso, de custo menor, mas o funcionamento é igual, apenas não tem o modo S.

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  18. Bob
    Há aceleração interina nas reduções , quando modo manual ?

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    1. Anônimo 27/04/14 19:31
      Em manual e em automático ao usar o kickdown.

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  19. Caro Bob Sharp.

    Uns pontos a ratificar (pela estranheza de design). Espero não o aborrecer.

    >O desenho das janelas traseiras, que são fixas, é que é diferente do 2-portas alemão.
    >>No alemão, estas janelas traseiras basculam no "4 portas" (o pouco necessário para melhorar a troca de ar e o arrefecimento da cabine). Não seria nada mal se aqui o "2 portas" basculasse os vidros traseiros, bem-vindo para o clima tropical do nosso país - nem sempre úmido, mas certamente bem quente.

    >O acesso ao banco traseiro é facilitado por mecanismo que inclina o encosto para frente simultaneamente com o deslocamento do banco com um todo, que ao ser trazido para trás volta à posição longitudinal prévia graças a uma "memória mecânica", exigindo, porém, novo ajuste do encosto.
    >>Tem-se que (re)fazer o ajuste de inclinação do encosto a cada vez que movimentar a cadeira para dar acesso ao(s) passageiro(s) do banco de trás? Só mantém o ajuste de distância?
    Fiquei curioso para ver o funcionamento, observar a amplitude de acesso e tentar perceber a leveza de funcionamento. Até mesmo comparar com o sistema do antigo Fiat Uno; algo pesado para boa parte das pessoas, mas oferecia boa amplitude.
    Realmente é uma pena não ter o sistema "Easy entry" nos dois lados, como mesmo comentou. Poderia informar se o encosto da cadeira do motorista possui sistema de rebatimento para facilitar o acesso ao banco (traseiro)? Algo que permita inclinar o mesmo até encostar no volante, aumentando a amplitude de acesso?

    Grato.

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    1. Allan
      Fique certo de uma coisa: comentários com base e educados não me aborrecem, pelo contrário. Concordo, os vidros traseiros poderiam abrir basculando-os. Sempre ajuda a arrefecer o interior quando o carro não tem ar-condicionado. Quanto ao banco, é exatamente como escrevi, após o banco voltar à posição é preciso reajustar a inclinação do encosto. Claro, ao se puxar a alça na parte superior do encosto leva-se ele para frente em direção ao volante e o assento acompanha. O acesso é bom.

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    2. Essa de ajustar inclinação toda vez que se rebate o banco me parece meio difícil de engolir... Assim como sistema de entrada facilitada só de um lado.

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  20. Confesso que fiz o test-drive do up!. E não surpreendeu. O vendedor fez a mesma coisa que quando eu testei o Gol (a alavanca de marchas é aqui, esse não é automático, não precisa esticar as marchas...) o acelerador eletrônico continua com atraso (pode ser meio segundo, mas quando estou dirigindo, parece que eu estou esperando mais de 10 dias úteis para chegar um telegrama da Alemanha que autorize a abertura da borboleta de aceleração), as zonas cegas não estão menores, a porta é pequena, o banco traseiro, embora seja melhor que o esperado, só serve para transportes ocasionais, e o espaço lá atrás é impraticável para um bebê (cujo pai teria que entrar com cadeirinha, instalar, depois sair, voltar com o serzinho, colocá-lo com uma certa delicadeza, atar os cintos...).
    O carro como um todo me pareceu bastante duro. Bancos duros, suspensão dura, volante leve, mas até ele mais duro ao toque do que eu esperava, freios com pouco curso (ou seja, duros), embreagem, bom, pelo menos ela, estava macia, mas já vi outras tão leves quanto. Quanto ao motor, em baixas rotações, me pareceu tão fraco quanto um 16v (dos antigos, que fique claro!), mas pareceu ser mais progressivo na entrega de potência, tendo algo palpável em médias rotações e conseguindo assustar (o vendedor, mas que seja, já estava de saco cheio nessa hora!) em altas.
    A versão duas portas resolve pelo menos o problema dos bebês: O banco escamoteia, cria-se algum espaço para que o pimpolho possa ser instalado. E é de se dar parabéns a filial brasileira que conseguiu um desenho muito melhor que o original alemão para essa versão. Agora, pessoas que não gostam de dar carona (entre as quais me incluo), e/ou que preferem portas mais largas (eu, também), ou que simplesmente gostam das duas portas poderiam olhar com mais carinho para o carro. Apesar de tudo, depois de dirigir, embora não tenha me agradado, pareceu valer o que a VW pede por ele (o que, convenhamos, não é pouca coisa!)...

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    1. Brauliostafora
      Opiniões são opiniões, mas quanto ao acelerador realmente discordo e, como já disse aqui em respostas para leitores, nunca vi qualquer tipo de mau funcionamento do acelerador elétrico comandando eletronicamente. É como se estivéssemos falando de coisas diferentes. É muito curioso isso. Além disso, você ter achado o motor fraco em baixa rotação, me desculpe, mas nada a ver, ele é brilhante em elasticidade. Também, fiquei sem entender seu comentário sobre os freios, relacionando curso do pedal com força aplicada, questões independentes.

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    2. A meu ver não existe motor fraco de baixa. Existe marcha inadequada para a velocidade ou o famoso medo de altas rotações. É claro que há diferenças entre os diversos carros produzidos, mas o motorista é quem deve se adaptar à maquina e não o contrario. Quem gosta e sabe dirigir tira proveito e prazer até de um cortador de grama!
      AAM

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    3. No meu carro (Gol G5 Power) abastecido com gasolina comum não vejo esse citado atraso, mas quando utilizava álcool o percebia.

      Michael Schumacher

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    4. Antonio, de certo que quem sabe dirigir se adapta à maquina e vai usá-la adequadamente. Mas existem motores mais "fracos de baixa", basta ver os gráficos de torque/potência x rpm que dá pra notar. E (obviamente) dirigindo o veículo dá pra confirmar. Eu tinha um Polo 1.6, e até 3000 rpm ele é bem mais solícito do que o Fiesta 1.6 16v DOHC que tenho agora, que em compensação anda uma belezinha acima dos 4000 rpm.

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    5. Bob, para o peso desse carro, de fato não existe motor fraco. Mas há algo abaixo das 1200 rpm que lembra tratar-se de um motor cujo deslocamento cabe numa caixa de leite. Eles fazem (e, nesse caso, fizeram) boa engenharia, mas milagre é em outro departamento. E andar abaixo das 1200 rpm, convenhamos, só mesmo quando se está procurando por algo.
      A questão do acelerador: Então posso chamar de azar, ou de implicância com a marca, mas, numa redução de marchas, só caso a rotação da marcha que vai entrar se começar a acelerar antes do que faria em carros de outras marcas. Como o tempo total da troca de marchas é pequeno, o atraso deve ser muito curto. Mas eu noto, e isso me deixa incomodado.
      O freio: Pode ser questão de ajuste, para convencer que era relar o pé que ele parava, ou pode ser mesmo que eu tenha ficado com a impressão errada, mas o curso era bem curto para conseguir uma frenagem com modulação correta, então supus que uma enfiada de pé faria o carrinho parar como se estivesse amarrado ao chão e a corda se esticasse de repente. Não é de todo mal, mas certamente, também não é de todo confortável. Talvez a palavra que melhor expressasse fosse "seco".
      No geral, não gostei do carrinho, mas não por conta de seus poucos defeitos ou por falta de qualidades. Ele é uma opção interessante para quem quer um carro bem pequeno, com equipamentos acima do básico, que concilie economia, segurança e desempenho. Se o vendedor não tivesse sido tão irritante, seria uma tentação quebrar o voto de nunca ter um carro zero (agora que estou com alunos bem educados, até que é possível!) e colocar um duas-portas na garagem...

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    6. Caros, atrasado ao debate mas vou deixar minha humilde opinião: A nossa herança automotiva de câmbios com escalonamento curto causa uma impressão de "falta de força" ao se guiar um carro com marchas mais longas e escalonamento mais aberto. Viajar com o Up é uma maravilha. Realmente a VW quebrou a cabeça para achar o melhor compromisso entre longa e curta. Não sei se ficaria melhor (para mim) seguindo a sugestão do Bob de alongar quarta e quita tornando o câmbio um 4+E. Mas do jeito que está atende com perfeição. Ele entrou na nossa garagem para substituir um Celta VHC e posso dizer que voltei a ter prazer em viajar com o caçula da garagem. Com o Celta não dava, andava sem paciência para o urro mal-educado do motor a 120Km/h. Bom para um track-day, terrível para 5 horas de estrada...

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  21. O motivo da diferença na janela, será que na Alemanha alguém em um ano terá mais que uma meia dúzia de caronas que dará a alguém que ocupará o banco traseiro?

    Realmente não sei e estou supondo, mas em um mercado com tantas opções e preços condizentes em relação ao salário se pode pensar melhor nas escolhas.

    Aqui certamente vários dos Up terão gente no banco de trás ocupados em boa parte das vezes.

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  22. Ainda prefiro o de 4 portas, mais harmonioso... mas é válido para quem não precisa de tantas portas.

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  23. Poxa, a linha das janelas ficou desalinhada... não desabona em nada o conjunto, mas é algo que poderia ter sido melhor trabalhado. Detalhe que no alemão, independente do formato da janela, está alinhado.

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    1. Nada q uma borrachinha em volta do vidro não resolva

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    2. Portuga, tive a mesma impressão que você, e pela foto parece que é apenas a borracha em volta do vidro da porta, que inexiste no vidro traseiro. Chamou-me a atenção logo de cara e também acredito que destoou do padrão da "nova VW", que preza pelo acabamento.

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  24. Não que queira afirmar que o preço está decente, mas simulei no site da VW, um Take Up com ar opcional... só o ar e mais nada!.. 31 mil e poucos... não está caro, se olharmos para a concorrência. Se não precisar de porta malas, e nem carregar mais de 4 passageiros, tá de bom tamanho. Quanto a versão 2 portas, não vejo problema algum, em carros compactos. Lamentável é apenas o encurtamento das relações de marchas da versão I-motion, para evitar os trancos... Não seria possível uma 6a. marcha, já que o motor é curtinho, o cofre poderia aceitar um caixa mais comprida? Creio que o Up tenha motor suficiente para uns 3500 rpm a 120 Km/h em última marcha, no conceito 4+E ou 5+E... E se fosse associado a altura do europeu, para preservar a boa aerodinâmica do projeto original (e creio que o nacional, iria além, pois é um pouco mais longo), seria a perfeição! compra obrigatória para mim. (Talvez eu compre um, já usado, e de algumas mexidas kkk)

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  25. Não sei se a minha percepção está correta, mas sempre achei que o câmbio automatizado faz mais sentido em um carro 1.0 que em um de cilindrada maior. Como mostrado, a perda de desempenho é pequena e as trocas de marcha são mais constantes em um carro 1.0.
    Só corrigindo: antes do up!, também existia no mercado brasileiro o smart for two que é 1.0 e com cambio automatizado.

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  26. Hoje eu andei em um Linea 2015 com o "novo" Dualogic, e realmente achei um tanto estranho que o carro "cai sobre o nariz" nas passagens de marchas manuais, com mais carga no acelerador...a interrupção de potência é muito palpável, mesmo sendo macio no acelerador (mantendo/aliviando o pé nas passagens, tirando totalmente...pesquisando enfim).

    Tudo isso tirou - para mim - o brilho da direção, suspensão e do motor do Fiat; espero que o I-Motion do Up seja mais equilibrado nesse ponto, pois - deixar de lado aquela ótima caixa manual - é quase um pecado.

    MFF

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    1. Não sei se entendi o que vc comentou, mas vc. deve usar o acelerador em câmbio automatizado mais ou menos como usa com o câmbio manual. Não há um ajuste automático de rotações durante a troca. Se vc. não alivia suavemente o pedal vai ficar pulando mesmo, especialmente na passagem da 1.a para a 2.a. Este comportamento também ocorre num câmbio automático, suavizado pelo sistema de acoplamento (conversor de torque).
      Bom, não sei se entendi seu comentário, mas no meu automatizado este tipo de movimento, se ocorrer, é muito sutil pois me acostumei (rapidamente, aliás), a dosar o uso do acelerador durante as trocas.

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  27. Bob
    Parabéns pela agilidade do post, estava pensando lhe escrever pedindo um esclarecimento e deparei-me com o post sobre o Up! 2 portas. Já possui uma spacefox e a vendi por causa da largura da coluna "A" na altura do retrovisor (falta de visibilidade). O que você achou da coluna "A" do Up! em relação a do Fox? Pareceu-me igual, será?
    Antonio Ancesa

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  28. Antonio Ancesa
    Não é igual ao Fox, a coluna A não atrapalha.

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  29. Bob, cambio robotizado eletromecanico ja foi empregado, no Brasil pela GM na Meriva Easytronic,se nao me engano.Foi descontinuado pela montadora em razao dos varios problemas apresentados e hoje a Gm adota o mesmo robotizado eletro hidraulico da Magnetti Marelli no Agile.Que evolucao teria ocorrido na concepcao desses cambios que permite que as montadoras voltem a apostar nos mesmos? Seria uma tendencia?

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  30. Como o mesmo carro, com um peso a mais (quanto pesa a mais o cambio automatizado em relação ao manual?), girando mais alto na mesma velocidade, digamos a 120 km/h, pode ser mais econômico, mesmo que ligeiramente? Questiono a medição do inmetro para a diferença de consumo na estrada entre o up manual e o automatizado. Fiquei na dúvida entre o automatizado (enfrento engarrafamentos eventualmente) e o manual, ainda mais com este paradoxo. Outra pergunta. 18 kilos, a diferença entre as 2 e 4 portas, influenciaria no consumo? Rodo muito (180 km por dia), 98% em rodovia. Então, estas mínimas diferenças para a maioria para mim são bem maiores.

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    Respostas
    1. Certamente essa diferença de peso não faz diferença alguma no consumo rodoviário. A única justificativa para que o automático mostre melhor consumo na estrada é uma calibragem um pouco mais pobre da mistura na situação, porém acho difícil e acredito que o consumo do automático só é melhor no teste de consumo do Inmetro, mesmo. Na prática o manual deve consumir menos. Para uso em estrada eu te recomendaria o Up! Manual, tanto pelo câmbio mais longo quanto pelo preço e seu modo de utilização.

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