CONVERSA DE PISTA

 

No GP do Bahrein, Safety Car resgata emoção na F-1






Lewis Hamilton venceu com autoridade (Foto Mercedes-Benz)


Cinco equipes dominam os top 10, Hamilton e Rosberg (Mercedes) fazem nova dobradinha, Alonso vibra com o nono lugar e Massa fica em sétimo.


Safety Car ajudou a definir resultado (foto Mercedes-Benz)

Circuito no deserto, corrida à noite e Safety Car na pista: esta combinação rendeu um final marcante para o Grande Prêmio do Bahrein disputado domingo, no Bahrain, a 900ª corrida desde que a F-1 começou a ser disputada, dia 13 maio de 1950, em Silverstone  e que terminou com três Alfa Romeo ocupando as primeiras posções sob comando de Giuseppe Farina, Luigi Fagioli e Reg Parnell. Duas semanas mais tarde, nas ruas de Mônaco Juan Manuel Fangio venceu com Alfa Romeo. Curiosamente as corridas do Bahrein e do famoso principado  foram marcadas por acidentes: a deste ano na 40ª. de 56 voltas — quando Pastor Maldonado bateu no carro de Esteban Gutiérrez — e a outra logo após a largada, quando nove carros bateram na primeira curva, logo após a largada. A equipe Mercedes repetiu a dobradinha do GP da Malásia, com Hamilton e Rosberg (autor da pole position) num pódio completado pelo mexicano Sérgio Pérez (Force India-Mercedes).


Sérgio Pérez voltou ao pódio (Foto Force India Media)






Depois da estréia em clima temperado na Austrália e do calor e umidade na Malásia, a nova F-1 conheceu uma nova combinação de ambiente na pista do Bahrein. Pela primeira vez esta prova foi disputada à noite, quando a temperatura no deserto cai de forma marcante, condição em que a diferença de rendimento entre os pneus de composto médio e macio — opções disponibilizadas para esta corrida —, praticamente desapareceram. Isto e o fato do motor do carro de Lewis Hamilton ter uma quilometragem 300 km menor que a de Nico Rosberg ajudam a entender como o primeiro explorou a situação para se manter na liderança mesmo usando pneus mais duros e teoricamente menos aderentes. Apesar disto, a tocada do inglês mostrou que a agressividade do seu estilo de pilotagem é o que poderá fazer a diferença frente ao alemão e seu maior rival na luta pelo título deste ano.

Hamilton e Rosberg disputam liderança (Foto Mercedes-Benz)


Não se deve deixar de considerar também as consequências da colisão de Pastor Maldonado sobre Esteban Gutiérrez no resultado da prova. No início da 40ª volta e em uma manobra excessivamente otimista, o venezuelano tentou ultrapassar o mexicano na freada para a curva 1 e acabou provocando a capotagem do Sauber, manobra que você relembra clicando aqui. Maldonado foi punido com um stop and go de 10 segundos e três pontos na carteira. Enquanto Gutierrez demorava a sair do seu destroçado monoposto, o Safety Car entrou em ação apenas na 42ª. volta, altura da prova em que vários pilotos fizeram trocas de pneus. Hamilton e Rosberg, por exemplo, pararam ambos na 41ª; o primeiro trocou os compostos macios do seu Mercedes pela opção mais dura, escolha inversa à do segundo, o que fez muita gente acreditar que isto lhe custaria a vitória. Outros que trocaram pneus foram Massa (volta 38), Bottas (40) e Alonso (41), todos instalando pneus novos e duros. Vale destacar até esta altura da prova o finlandês trocava os pneus antes do brasileiro.  

Poucos se deram conta que nesta altura do dia, a temperatura ambiente havia caído 5 °C, o que eliminava a maior aderência que os pneus macios oferecem quando o sol brilha na pista barenita. E igualmente não foram muitos os que lembraram de táticas de inverter a ordem de pit stops para definir os resultados da equipe, algo que reforçou o foco na Williams. Depois do vexame de Sepang, quando os responsáveis pelo time de Grove se perderam em mandos e desmandos do tipo “fulano is faster than you”, Claire Williams pediu desculpas públicas aos pilotos e aos fãs da escuderia na esperança de passar a borracha naquele triste episódio.Ainda ficou no ar, porém, se Massa conquistou a condição de primeiro piloto, algo que se pode inferir pela ordem do último pit stop. O brasileiro classificou-se atrás de Bottas, mas deu uma largada de primeira categoria e pulou de sétimo para terceiro, atrás dos dois Mercedes, enquanto o finlandês caia de terceiro para quinto. Veja aqui a largada com explicações de Martin Brundle, ex-piloto de F-1 e atual comentarista de TV.


Massa largou e terminou em sétimo (Foto Williams Media)


No final, ambos terminaram, em sétimo e oitavo, respectivamente, e deixaram dúvidas sobre o real potencial do FW36 frente aos Force India VJM 07 e Red Bull RB10: desta vez os carros consumiram mais combustível e mesmo assim acabaram superados. A presença do Safety Car por intermináveis cinco voltas dá o benefício da dúvida, mas não justifica por quê nas últimas sete voltas o ritmo de Massa e Bottas era pelo menos meio segundo mais lento que o de Pérez e Ricciardo. O desgaste dos pneus traseiros pode ter sido a causa deste desempenho inferior e o problema poderá ser sanado hoje e amanhã: junto com a Mercedes e a Caterham a Williams é uma das três equipes que testam pneus no circuito barenita nestes dois dias. As demais equipes de F-1 também participam do treino livre.
Fato raro, Alonso vibra com nono lugar (Foto Ferrari Media)



Entre surpresas e dúvidas, o inesperado gesto de Fernando Alonso vibrando com o nono lugar, algo jamais visto na carreira do espanhol. Possíveis explicações: o fato de ter feito cinco da últimas seis voltas na casa de 1m39 — sua melhor volta, 1m39s732 foi na 52. passagem —, e a mensagem de apoio aos mecânicos da Ferrari, sempre latinamente susceptíveis de incentivos, particularmente quando o vento não sopra a seu favor. Para efeito de comparação, Hamilton cravou tempos na cada de 1m37 em cinco das sete últimas voltas, média bem melhor que Rosberg, que não explorou o recurso do DRS da melhor maneira possível.
O campeonato prossegue dentro de duas semanas em Xangai, onde se disputa o GP da China. O resultado completo do campeonato — onde Rosberg lidera com 61 pontos entre os pilotos, contra 50 de Hamilton e a Mercedes já tem 111 pontos, contra 44 da Force India, a equipe vice-líder, você encontra aqui.

Novas equipes

Bernie Ecclestone comentou no Barhein que duas equipes foram consideradas aptas para disputar a F-1 a partir de 2015. A que tem mais chances é a liderada por Gene Hass, que disputa a Nascar a partir de sua base em Charlotte, no estado da Carolina do Norte (EUA), e usaria tem de força e eletrônica de bordo da Ferrari; a operação de F-1 seria baseada na Itália. A outra hipótese é liderada pelo alemão nascido em Timisoara (Romenia) Calin Colesnic, mais conhecido como Colin Kolles, antigo chefe da equipe HRT. Todavia Kolles está envolvido em uma disputa judicial movida por Stephane Chosse, seu antigo projetista, que cobra uma dívida de € 2 milhões, o que pode atrapalhar seus planos. O débito envolve o projeto Lotus Praga T128 LMP2 a Kodewa, empresa de Colles que inscreveu dois destes carros na temporada 2013 de resistência.  


Dieta
De acordo com nota publicada na revista inglesa Autosport, o francês Jean-Eric Vergne teria sido hospitalizado entre os GPs da Austrália e da Malásia em conseqüência de uma dieta severa para perder peso. O alemão Adrian Sutil admitiu que, para compensar o maior peso do seu Sauber-Ferrari correu sem levar consigo a garrafa de líquido usada repor parte dos sais minerais que os pilotos perdem durante a prova. Questionado a respeito da onda de emagrecimento que muitos pilotos estão se impondo, o presidente da FIA, Jean Todt, mostrou-se insensível ao responder: “Não acredito que alguém vá para o hospital só porque faz uma dieta.”

Por via das dúvidas já se fala em aumentar o peso mínimo dos carros para 701 kg em 2015, 10 a mais que o limite atual, além de igual quantidade extra de combustível. Outra provável mudança será no ruído dos motores, algo que, de acordo com Bernie Ecclestone, poderia ser obtido com alterações nos tubos de escapamento. Ecclestone e Todt admitiram ainda que a proposta de estabelecer um teto para o orçamento das equipes já teria sido descartada em função das dificuldades para controlar sua aplicação.


Montezemolo entra em ação


   Montezemolo voltou a criticar regulamento (Foto Ferrari Media)


Luca Di Montezemolo, o carismático presidente da Ferrari, já iniciou campanha para uma revisão mais profunda no regulamento da F-1 atual, conseqüência direta do desempenho aquém do esperado apresentado pelos carros de Maranello. Os maiores problema da equipe estão no peso excessivo da unidade de potência e no limite 100 kg de combustível por prova, o que levou Montezemolo a centrar suas críticas na semelhança da F-1 e “o estilo de pilotar de um motorista de táxi”. Não é a primeira vez que ele faz esta analogia, muito menos é inédito este tipo de pressão do italiano quando as Ferrari não disputam vitórias.


Começou a GP2
  Dois brasileiros na GP2 2014: Nasr e Negrão (Foto GP2 Media)


A temporada 2014 da GP2 teve início durante o fim de semana no Bahrein com vitórias do belga Stoffel Vandoorne, no sábado e do inglês Jolyon Palmer (filho do ex-piloto de F-1 Jonathan Palmer), no domingo. Felipe Nasr ficou em oitavo e quarto lugares e André Negrão obteve um 20º e 18º, respectivamente. 

Mais jovem Piquet estréia na F-3 brasileira
  Piquet acompanhou as vitórias do filho Pedro (Foto Duda Bairros)


A enésima tentativa de reviver a F-3 no Brasil parece destinada a ter melhor sorte graças a dois fatores: as equipes finalmente aceitaram que é preciso praticar preços mais acessíveis e a participação de Pedro Piquet, filho mais novo do tricampeão mundial de F-1 que estreou no automobilismo brasileiro neste fim de semana, em Tarumã. O jovem de 15 anos venceu as duas provas disputadas no rápido circuito gaúcho e conseguiu gerar maior interesse da imprensa graças ao sobrenome e a presença do pai, que acompanhou as duas provas. Destaque-se que dos 15 carros inscritos largaram 13, um deles pilotado pelo argentino Bruno Etman, e sete da classe Light, aberta a monopostos mais antigos. Espera-se que esse número seja incrementado na próxima etapa, programada para o fim de semana em Santa Cruz do Sul (RS).


Resultados:
Corrida 1:
1) Pedro Piquet, 28 voltas em 31min54s424; 2) Bruno Etman, a 5”555; 3) Artur Fortunato, a 6”137; 4) Vitor Baptista*, a 6”987; 5) Raphael Raucci, a 7”555. Corrida 2: 1. Pedro Piquet - 31 voltas em 31min05s695; 2) Raphael Raucci, a 8”720; 3) Vitor Baptista*,  a 14”551; 4) Bruno Etman, 16”238; 5)  Leonardo de Souza, a 1 volta. (*) Indica Classe Light. Classificação do campeonato: F3 A: 1) Pedro Piquet, 30 pontos; 2) Bruno Etman, 21; 3) Raphael Raucci, 19. F3 Light: 1) Vitor Baptista. 30; 2) Alexandre Doretto, 18; 3) Matheus Leist e Mauro Auricchio, 12.


Marcas
  Denis Navarro (5) lidera o campeonato  (Foto Duda Bairros)


Certame disputado com carros equipados com o mesmo conjunto de motor, câmbio e suspensão, o Campeonato Brasileiro de Marcas (oficialmente Copa Petrobrás de Marcas) teve início do último fim de semana com a disputa da primeira rodada no autódromo gaúcho de Tarumã. Na primeira prova o atual campeão Ricardo Maurício largou da pole position para vencer e, a caminho da bandeira quadriculada, marcar a volta mais rápida da prova. Denis Navarro e Felipe Gama completaram o pódio. Na segunda largada, quando os oito primeiros colocados na corrida anterior largam em posições invertidas, o primeiro lugar ficou para Vitor Meira, seguido por Vicente Orige e Thiago Marques.


O campeonato prossegue dia 4 de maio, em Brasília (DF). Até lá a classificação é a seguinte: Pilotos: 1) Denis Navarro, Toyota Corolla, 36 pontos; 2) Ricardo Mauricio, Honda Civic, 33; 3) Felipe Gama, Toyota Corolla, e Thiago Marques, Chevrolet Cruze, 32; 5) Vitor Meira,  Ford Focus, 31. Marcas: 1) Toyota, 68 pontos; 2) Honda, 63; 3) Ford, 49; 4) Chevrolet, 47; 5) Mitsubishi, 9

OBS: Matéria atualiza às 12:35 para corrigir informação sobre a data da primeira corrida de F-1.
WG

A coluna "Conversa de pista" é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.







22 comentários :

  1. Há muito tempo o brasileiro deixou de acompanhar a Fórmula 1, o que é feito apenas pelos mais entusiasmados. Para tais amigos declaro que é bom ver a Mercedes ganhando corridas. Assim como a Ferrari, a Mercedes projeta e fabrica seus carros e motores, por isso merece o nosso respeito.

    Sinceramente? Não dá para torcer por uma equipe chamada Red Bull. Os caras ganham dinheiro misturando groselha com café e precisam comprar motores da Renault para correr. Acho bom que eles andem no pelotão intermediário por uns tempos.

    A Williams também aluga motores, mas o negócio deles sempre foi ser equipe de Fórmula 1, e a Martini, que faz suco de cereja batizado, tem uma longa história de patrocínio esportivo. Talvez por isso o motor Mercedes encaixou direitinho no carro deles.

    Bebida por bebida, sou mais a Champanhe servida do pódio dos vencedores. É preciso ter sede de vitória para saboreá-la e misturar a borbulhante com Red Bull ou Martini seria um sacrilégio.

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    1. Sou brasileiro e não deixei de acompanhar as corridas, bem como diversos amigos e inclusive acordamos em horários excêntricos para acompanhar ao vivo as provas "do outro lado do planeta".

      Por sinal o Massa está fazendo excelente temporada, boas colocações e sempre pontuando. Parabéns Felipe Massa!

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    2. Essa empresa que faz groselha com café, e que não possui um enorme conglomerado automobilístico pelas costas para apoia-la, faturou os últimos quatro campeonatos seguidos de construtores. É Davi vs Golias, ou Garagistas vs Corporações, têm torcida à pelo menos uns 1200 anos.

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    3. Também torço pelas equipes clássicas e com história bonita, de gerações de pessoas dedicadas ao automobilismo. Mas também gosto de ver equipes novas, elas dão uma injeção de vitalidade nas coisas. A RedBull pode não ser uma equipe clássica. Mas essa companhia de bebida já fez muito pelo esporte. Não apenas pelo automobilismo. Além de patrocinar diversas categorias de automobilismo eles também patrocinam vários outros esportes. Skate, Surf, MotoX, Mountain Bike, eles tem competição de salto artístico de penhasco na água ( não sei o nome oficial disso rsrs) . Paraquedismo, "wingswitismo" , nossa, eles já até fizeram um programa espacial , a Red Bull Stratos para realizarem o maior salto já feito por um ser humano, da estratosfera, o saltante atingiu velocidade supersônica. Entre tantas outras coisas. Então mesmo eles não sendo uma equipe clássica, com uma história grande e bonita e nem serem uma empresa dedicada apenas ao automobilismo, eu os admiro por patrocinarem tanto o esporte, e acho que são bem vindos.

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    4. Davi derrotou Golias antes de Cristo, então sua conta está errada em pelo menos 800 anos. Na época da Benetton falavam a mesma coisa e venderam moletons coloridos pra caramba com essa historinha de pequenos versus grandes. Bastou dois anos sem títulos e a equipe acabou.

      Ferrari e Mercedes estão nessa brincadeira de construir carros de corrida há várias décadas: se faz sentido torcer por uma equipe de Fórmula 1, que seja por elas ou pela Williams e McLaren.

      E para encerrar, Champanhe é um tipo de vinho: bebida favorita do Davi e principalmente do JC.

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    5. Mas se a Mercedes é tão adepta assim de construir carros de corrida, por que, por exemplo, não voltou à categoria quando o Ross Brawn apresentou todo o projeto de um carro vencedor quando a Honda saiu em meio à crise mundial? Tiveram que ver até o Barrichello ganhar com aquele carro pra voltarem a sentir essa "paixão" por correr...

      Acho mais charmoso ver Ferrari brigando com Mercedes, mas não vejo nenhum problema em uma marca entrar com um patrocínio, financiar um projeto, vencer e fazer sua publicidade com isso. Quem ganha corrida é o carro, não é o motor.

      O interesse econômico sempre vai estar lá. Ou Ferrari e Mercedes não têm interesse econômico?

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    6. Anônimo, a Mercedes já teve como piloto um tal de Juan Manuel Fangio nos anos 50, quando a Fórmula 1 ainda era novidade. Infelizmente um pavoroso acidente em Le Mans afastou a Mercedes das pistas por décadas, e o mesmo acidente fez a Suíça proibir corridas em seu país (até hoje).
      Nos anos 90 a Mercedes voltou para a Fórmula 1 fornecendo motores, curiosamente, para uma equipe suíça: a Sauber. Então, fica difícil querer ensinar alguma coisa sobre paixão para os caras da Mercedes. O primeiro carro da Sauber era lindo de doer.
      É lógico que eles não estão nessa para rasgar dinheiro, mas eles não fazem de conta que são bacanas e radicais, só para convencer alguns nerds a tomar groselha com café, como se fosse gasolina de avião que te dá asas para voar.
      Mas cada um que torça para quem quiser. Espero apenas que a Red Bull não pule fora do circo se ficar alguns anos sem ganhar, como até a Toyota e BMW fizeram.

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    7. Nossa caro Jornal da Tarde, você têm um verdadeiro ódio dessa marca de refrigerantes hein? E como já dizia o poeta, o ódio cega!

      Se digo que, se a Merc não está nessa para se fazer de bacana e radical, como ela vai convencer alguns nerds endinheirados a comprar seus concorrentes para o Golf e os BMW´s? No desespero chegaram até a dançar funk pra desovar alguns possantes para os "ostentações". E se vai beber, e vai dirigir, melhor um energético do que o vinho do Davi.

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    8. Caro Giz Lido, não tenho ódio da Red Bull. Só não fico pagando pau pro time da moda: quero ver o bom humor deles andando no meio do pelotão. E nunca bebo antes de dirigir, eu bebo depois, junto com a patroa. Quem precisa de cafeína para guiar é caminhoneiro, mesmo aqueles que andam de Mercedes. Você já viu caminhão da marca Red Bull?

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  2. JT,

    Obrigado por seu comentário criativo e bem-humorado.

    Abraços,

    WG

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    1. WG, sem um pouquinho de bom humor a vida fica muito chata, não é mesmo?
      Embora não comente muito, estou sempre lendo sua coluna.
      Abraços!

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  3. Foi uma bela corrida!

    Abs Wagner!

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  4. Não vi ninguém comentar que a Willians se sabotou ao fazer 2 pits de Bottas antes e, no ultimo, chamar o Massa primeiro.
    Isso acabou atrasando o Massa e muito. Como ele pulou para terceiro na largada, caso tivesse feito todos os pits mais cedo, poderia ter terminado melhor.
    A única explicação seria se ele largou para parar 2 vezes e depois foi obrigado a parar 3 vezes.
    Bruno Rezende

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    1. Bruno Rezende,

      Acredito que a entrada do Safety Car e sua permanência por cerca de 5 voltas honrou o famoso personagem de Nelson Rodrigues, o Imponderável de Almeida. Certamente a tendência das próximas provas será diminuir as paradas para trocas de pneus para dois pit stops por prova. A conferir.

      Abraço,

      WG

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  5. Mestre Bigola,

    Registre-se também o impressionante novo recorde de volta de Tarumã pelo Piquetzinho: abaixo de 56s e 196 Km/h de média, além do carro com o mesmo grafismo da Brabham do pai. Parece que o guri é mesmo do ramo.

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    1. Caro Ítalo,

      Sem dúvida foi um bom início de carreira do Pedro Piquet. Torço para que ele siga em frente com o mesmo ritmo.

      Abraço,

      WG

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  6. marcus lahoz08/04/14 14:55

    WG

    Concordo que ao SC ajudou bastante a corrida. Assim no final não ficou aquela coisa de economizar combustível.

    Acho que a ideia de tirar 10 voltas das corridas pode ser uma boa.

    Vamos torcer para que a corrida da China seja tão boa quanto.

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    1. Caro Marcus,

      É o que todos queremos.

      Abraço,

      WG

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  7. Gostei mesmo do ronco do safety car!

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  8. Os motores da Merc são uma verdadeira aula de engenharia alemã, de fato. Têm tudo para deixar as corridas de domingo cada vez mais chatas para quem não seja inglês ou alemão. BAS, têm sempre o "mas"... As Red Bull´s, que foram colocadas praticamente na lata de lixo durante os testes, andaram na frente dos clientes da Mercedona. O maior problema quando se está no topo é que pode se acomodar, deixando as outras chegarem. E a alemã não se mexer, poderá ver os touros de Mateschitz lado a lado com as flexas de prata.

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    1. Readgis,

      Certamente o progresso da Red Bull é o mais destacado entre as equipes após três corridas. Todavia, vale esperar mais umas duas ou três provas para ver o que vai acontecer. Acredito que a Mercedes ainda não mostrou todo o seu potencial por razões óbvias.

      Abraços,

      WG

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  9. Quando li o título do post pensei que iriam falar do som do safety car e acertei, um comentarista também o notou. Que som lindo ! Mais bonito que o dos F1 rsrsrs.
    Não sei como me sinto nessa polêmica de melhorar o som dos turbos atuais. Não sei se vou gostar dessa artificialidade. O som dos v8 naturalmente aspirados era belo naturalmente.
    Acho que a maior preocupação deles no momento deveria ser para melhorar o desempenho dos carros.

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