RENAULT FLUENCE GT NO USO, A DOSE CERTA


O Renault Fluence GT chegou ao Brasil há praticamente um ano (novembro de 2012) e logo foi publicada a avaliação inicial feita na Fazenda Capuava. Num circuito dá para explorar bem o jeito de qualquer carro andar, mas faltava usá-lo no dia-a-dia, pegar uma estrada, o que finalmente aconteceu neste período de festas de fim de ano. Praticamente tudo de descritivo sobre o carro foi dito na citada avaliação inicial, que recomendo ler, de modo que vou falar mais daquilo que se observa no uso.

Ao ser lançado o Fluence GT custava R$ 79.370 e hoje sai por R$ 85.599. A variação é devida às mudanças no IPI iniciadas em maio de 2012 e que voltaram ao patamar normal desde o primeiro dia deste ano.



No uso diário as qualidades de comportamento notadas na pista da fazenda se confirmaram. Conjunto motor-câmbio, suspensão, direção e freios são de primeira grandeza. A suspensão, dianteira McPherson e traseira por eixo de torção, é bem calibrada e concilia como deve conforto de rodagem e estabilidade, esta irrepreensível mesmo sem lançar mão de largura exagerada de pneus, que são 205/55R17V (Continental ContiPremium Contact 2). A resposta de direção é eficaz a ponto de não fazer diferença as 3,3 voltas entre batentes da direção, que não é das mais rápidas. A assistência elétrica indexada à velocidade está na medida certa, tipicamente Renault. Ainda me lembro do Laguna que, mesmo tendo assistência hidráulica, era exemplar em variabilidade de assistência. Fiz questão de mostrá-la a engenheiros da GM no Campo de Provas da Cruz Alta, num evento lá, que ficaram maravilhados com a extrema leveza nas manobras e a firmeza ideal em velocidade.

Fiz uma viagem até a casa de parentes na Serra da Bocaina, próximo a Bananal, SP, chegando a 1.400 metros de altitude, carro lotado, porta-malas idem, e trafegar numa estreita estrada de terra até à casa, de piso bastante irregular, não resultou em nenhum toque de parte inferior, resultado da altura de rodagem igual à do Fluence normal. Naquela elevada altitude o motor turbo mostrou seu valor.



Desenvolvendo 180 cv a 5.500 rpm e 30,6 m·kgf a 2.250 rpm, o 2-litros turbo faz o carro de 1.340 kg acelerar bem, 0-100 km/h em 8 segundos e chegar 220 km/h, sendo esta velocidade limitada; poderia atingir 10 km/h mais sem dificuldade. Embora dimensionada para lidar com todo esse torque, a embreagem é bem leve.

Conforto em viagem total, sexta marcha proporcionando giro baixo em sexta (120 km/h, 2.600 rpm), controle de cruzeiro acionado, consumo nessa faixa 11,8 km/l (cidade, 8,5 km/l), ar-condicionado digital bi-zona sempre ligado, dois adultos e uma criança no banco traseiro recebendo o reconfortante fluxo de ar frio e seco. Bagagem, bem-acomodada nos 530 litros de volume do porta-malas. Acelerações e retomadas na estrada, sempre rápidas e fáceis. Viagem de quase 400 quilômetros fácil e relaxada, para isso contribuindo o conveniente tanque de 60 litros.

O câmbio de seis marchas, em que até a ré é sincronizada (arranhadas ao ser engatada rapidamente, zero) e perna-de-cachorro na primeira, tem comando perfeito, que combinado com o fácil punta-tacco garante o prazer de dirigir a todo autoentusiasta. Além do controle de cruzeiro há o limitador de velocidade, prático no tráfego urbano denso quando se faz questão de não contribuir para o caixa de prefeitura — ou das prefeituras, melhor dizendo. Se precisar de mais velocidade é só acelerar passando pela resistência de fim de curso do pedal do acelerador.

No centro do painel uma tela de cristal líquido de 5 polegadas serve ao navegador GPS Carminat TomTom de controle remoto, fácil de operar e eficaz, bem como às funções de áudio. Os dados do computador de bordo são bem visíveis num mostrador à direita do velocímetro digital, à esquerda deste o conta-giros de bom tamanho com ponteiro na vertical quando a rotação for 6.000 rpm. No interior do instrumento, o indicador de troca de marcha, para cima ou reduzir, representado por uma alavanca de câmbio, setas para cima ou para baixo acendendo conforme a situação. É adaptativo, indica as trocas conforme o estilo de dirigir.

Note o ideograma da alavanca de câmbio no conta-giros

O Fluence tem tamanho apropriado, proporciona espaço razoável para os ocupantes do banco traseiro, que contam com apoio de cabeça e cinto retrátil de três pontos. Ágil e manobrável na cidade, o diâmetro mínimo de giro é de 11,1 metros. Só senti falta da faixa degradê no pára-brisa e — só vi usando mais o carro — do útil acionamento uma-varrida do limpador.

Sentado "atrás de mim", que meço 1,80 m: espaço razoável

Como um todo, é um sedã altamente recomendável e merecedor de entrar na lista de desejo de muitos. Sua dotação de equipamentos (veja lista no final) é farta — não tem opcionais — e vem em três cores agradáveis, branco Glacier, preto Nacré e vermelho Fogo, esta a do carro utilizado. Tem boa garantia, três anos ou 100.000 km.

Infelizmente — para os brasileiros — vende pouco, pois o câmbio é manual somente e não é flex, dois fatores que afastam compradores que consideram a menor desvalorização possível na hora de vender o carro o aspecto mais importante numa compra. Dos 1.160 Fluence vendidos por mês, em média, em 2013, apenas 60 todo mês chegaram às garagens de quem aprecia automóvel na sua essência.

O fato é que este Fluence especial vale mesmo a pena.

BS



FICHA TÉCNICA FLUENCE GT

MOTOR
4-cil. em linha, bloco de ferro fundido, cabeçote de alumínio, transversal, 16V, duplo comando no cabeçote acionado por correia dentada, turbo Garrett de dupla voluta com interresfriador, pressão de 1 bar, acionamento de válvulas indireto por alavancas roletadas, compensador hidráulico de folga, gasolina
Cilindrada
1.998 cm³
Diâmetro e curso
82,7 x 93 mm
Taxa de compressão
9,5:1
Potência máxima
180 cv a 5.500 rpm
Torque máximo
30,6 m·kgf a 2.250 rpm
Formação de mistura
Injeção eletrônica no duto
TRANSMISSÃO
Câmbio
Transeixo dianteiro de 6 marchas mais ré
Relações da marchas
1ª 3,90:1; 2ª 2,10:1. 3ª 1,48:1; 4ª 1,10:1, 5ª 0,89:1; 6ª 0,70:1; ré 3,54:1
Relação de diferencial
3,76:1
SUSPENSÃO
Dianteira
Independente, McPherson, braço inferior triangular, mola helicoidal, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora
Traseira
Eixo de torção, mola helicoidal, amortecedor hidráulico e barra estabilizadora
DIREÇÃO
Pinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade
Voltas entre batentes
3,3
Diâmetro mínimo de curva
11,1 m
FREIOS
Dianteiros
A disco ventilado de Ø 280 mm
Traseiros
A disco de Ø 260 mm
Controle
ABS, EBD e auxilio à frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas
Alumínio, 6,5J x 17
Pneus
205/55R17V
CARROCERIA
Monobloco em aço, sedã 3-volumes, quatro portas, subchassi dianteiro, cinco lugares
CAPACIDADES
Porta-malas
530 litros
Tanque de combustível
60 litros
PESOS
Em ordem de marcha
1.341 kg
Carga útil
430 kg
DIMENSÕES
Comprimento
4.640 mm
Largura sem espelhos
1.810 mm
Altura
1.470 mm
Distância entre eixos
2.700 mm
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h
8 segundos
Velocidade máxima
220 km/h (limitada eletronicamente)
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL (pelo computador de bordo)
Cidade
8,5 km/l   (11,8 l/100 km)
Estrada
11,8 km/l (8,5 l/100 km)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 6ª
45,7 km/h
Rotação a 120 km/h em 6ª
2.625 rpm
Rotação à vel. máx. em 5ª
6.128 rpm
GARANTIA
3 anos ou 100.000 km
MANUTENÇÃO
Revisões e troca de óleo a cada 10.000 km


 

EQUIPAMENTOS FLUENCE GT

ESTILO
Acabamento cromado no porta-malas
Acabamento cromado nos faróis de neblina
Acabamento cromado no painel de instrumentos
Capas dos pedais em alumínio
Defletor traseiro
Defletores inferiores dianteiro e traseiro, e saias
Grade dianteira com detalhes cromados
Interior na cor preto com detalhes cromados e preto brilhante
Maçanetas externas na cor Dark Metal
Moldura entre os vidros laterais dianteiros e traseiros na cor preto brilhante
Soleira Renault Sport
Volante de três raios com revestimento em couro e costura em vermelho
CONFORTO E COMODIDADE
Abertura elétrica da portinhola do tanque de combustível
Abertura elétrica do porta-malas
Acionamento elétrico dos vidros com antiesmagamento
Alerta sonoro de luzes acesas e de pouco combustível
Apoio de braço dianteiro
Ar-condicionado digital duas-zonas com saídas de ar traseiras
Banco do motorista com regulagem de altura
Bancos esportivos  com revestimento em couro natural e sintético, preto, com costuras em vermelho
Bancos traseiros rebatíveis 1/3-2/3
Chave-cartão com fechamento/aberturas de portas por reconhecimento
Cinzeiro "nômade" (utilizável na frente ou atrás)
Computador de bordo com hodômetro total/parcial, consumo médio e instantâneo, autonomia, distância percorrida, velocidade média e indicador de manutenção
Console dianteiro com porta-objetos e porta-lata
Controle de cruzeiro e limitador de velocidade
Espelhos externos ajustáveis eletricamente e rebatíveis
Fechamento automático de vidros e teto solar ao trancar o veículo
Iluminação externa de acompanhamento ao deixar veículo
Iluminação externa de identificação do veículo
Limpador de pára-brisa com temporizador e cadência variável inteligente
Luzes de leitura dianteiras
Painel digital
Pára-sol com espelho e iluminação nos dois lados
Porta-luvas refrigerado
Reostato de iluminação do painel
Repetidoras dos indicadores de direção nos espelhos
Retrovisor interno eletrocrômico
Termômetro do ar externo
Teto solar elétrico inclinante/deslizante com antiesmagamento
Volante com ajuste de altura e distância
SEGURANÇA PATRIMONIAL
Alarme perimétrico
Bloqueio da ignição por transponder
SEGURANÇA VEICULAR
Alerta sonoro de cintos desatados
Apoios de cabeça com ajuste de altura nos cinco lugares
Aviso gráfico de portas mal-fechadas
Bolsas infláveis frontais, laterais e dupla de cortina
Cintos de três pontos nos cinco lugares
Cintos dianteiros com ajuste de altura, pré-tensionador e limitador de esforço
Controle de estabilidade e de tração
Desembaçador do vidro traseiro
Faróis auxiliares e luzes traseiras de neblina
Faróis com duplo refletor
Faróis principais de descarga de gás (xenônio) e com lavador
Sensor de estacionamento traseiro
Sensores de chuva e crepuscular
Travamento automático de portas ao atingir 6 km/h
SISTEMA MULTIMÍDIA
Bluetooth
Comando de satélite  de áudio
Comando de áudio no volante de direção
Rádio/toca-CD com MP3 "3D Sound by Arkamys", com conexão USB,. iPod e Aux, quatro alto-falantes e quatro tweeters
Sistema de navegação Carminat TomTom integrado ao painel, com controle remoto e tela em cores de 5 pol.

Atualizado em 13/01/14 às 12h20, correção de informação, número de unidades vendidas por mês em 2013, e às 21h30, correção de informação, o carro é produzido na Argentina mas com motor importado da França.

90 comentários :

  1. "vende pouco, pois o câmbio é manual somente e não é flex"

    Deveria vender o mais que o flex se o preço fosse acessível e o brasileiro soubesse escolher carro.

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    1. quer carro esporte com cambio automático? vai atrapalhar comer a pizza trocando as marchas esportivamente? se o sujeito quer carro de passeio compra a versão de luxo.
      Ta na hora de brasileiro aprender diferenças de categorias.
      Se fosse automático o GT eu não compraria. alias, o que falta neste segmento é justamente carros esporte com esportividade. tirando ele e o DS3, acho que não tem nenhum outro dessa faixa de preço.

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  2. Rafael Ribeiro13/01/14 12:27

    Esse paradigma de que carro tem que ser flex é uma bobagem sem tamanho, como a maioria dos leitores de AE já devem ter percebido na prática. Tive um Toyota Fielder à gasolina, muito mais econômico do que o flex de um amigo (usando gasolina). Minha mulher tem um Honda Fit flex, mais gastador do que o anterior à gasolina. Ganha-se de um lado (flexibilidade) mas perde-se de outro (consumo). E como na minha região o preço do álcool nunca foi compensador, acabo usando gasolina sempre e gastando mais à toa...

    Como esse carro está fora do meu poder aquisitivo, quem sabe em poucos anos posso comprar um usado bem mais em conta, já que o mercado desvaloriza os Renault por serem franceses, além desse especificamente por não ser flex, coisas que eu não ligo...

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    1. Pois é, mas como é que vai estar um carro desses daqui 4 ou 5 anos?? Todo esmerilhado?? Vai ser pra ter que desmontar inteiro e arrumar tudo?? E quanto vai custar isso??

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    2. Como vai estar o carro? Depende de quem o dirigir, como utilizar etc, como com qualquer carro.

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    3. Se ele viesse da sua mão, Bob, compraria na hora! Mas estatisticamente, do típico consumidor brasileiro, o que se pode esperar?? Até mesmo porque, os revendedores de usados brasileiros são ases na "arte" de maquiar um carro usado.

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    4. Rafael Ribeiro13/01/14 18:10

      Anônimos, não quero parecer pretensioso, mas sei como avaliar bem um carro usado. TODOS os seis carros que comprei para meu uso pessoal e de minha esposa, nos últimos 10 anos, estavam em excelente estado (entre 10.000 e 60.000km) e foram vendidos novamente em excelente estado (alguns com mais de 100.000mk). Sei perfeitamente identificar um carro "esmerilhado" ou até mesmo maquiado, como disseram. Existem inúmeras variáveis que, analisadas em conjunto, denunciam o tipo de utilização que o carro teve. Quem sabe assunto para um post aqui no AE...

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    5. Esse não é o tipo de carro pra se procurar em lojas de usados. Eu mesmo, se conseguisse comprar um novo, e cuidando dele do jeito que eu cuido meus carros, não me desfazeria dele com 3 ou 4 anos de uso apenas. Um carro desses, estando em ordem, me atenderia tranquilamente por muitos e muitos anos, talvez até pelo resto de minha vida.

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  3. Corsário Viajante13/01/14 12:29

    Nossa, eu achava que essa versão vendia ainda menos.
    No fim fiquei com a pergunta: entre o 2.0 normal e o turbo, vale a pena ir pro turbo? Levando em conta a diferença de preço?
    ISso para não falar em concorrência como o óbvio jetta tsi, por exemplo.
    Em tempo, rumores indicam reestilização em 2014 para Fluence, será mesmo?

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    1. Acho que vale a pena escolher o modelo turbo sobre o normal. Ele tem muito mais potência em baixa rotação, faz curvas e freia melhor. Já o fato dele ser manual é o ponto chave para a sua decisão contra o Jetta TSI.

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    2. Corsário
      Dispondo do dinheiro, eu não pensaria duas vezes. Sou um emérito apreciador de motores turbo. Sobre reestilização, não tenho informação.

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    3. A proposta do carro e muito boa, mas esperaria a versao reestilizada com grade no novo estilo Renault e quem sabe novas rodas, que nao pareçam terem sido instaladas em loja de acessorios.

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  4. Sandoval Quaresma13/01/14 12:43

    Olá Bob, a primeira marcha é realmente "perna de cachorro"? ou seria a ré?

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    1. Sandoval
      A ré, perna-de-cachorro com a primeira, na posição de alavanca ao lado da primeira.

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  5. Parece que nesse ano a Renault irá adotar a frente utilizada lá fora no Fluence vendido aqui. Deixaria o carro muito bonito, na minha opinião.
    http://www.getfastly.com/wp-content/uploads/2012/11/Renault-Fluence-sedan-introduced-in-2013-3.jpg

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    1. Qual o "parentesco" entre o nosso Fluence e o Megane europeu atual??

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    2. O Megane agora e a versao hatch do Fluence. Ou o contrario

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  6. Não acho caro para um carro com qualidades tão fortes.
    O desempenho pode não ser excepcional mas é difícil apontar um defeito nele.

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  7. Felipe - Carros do Portuga13/01/14 13:04

    Esse eu vi ao vivo em Interlagos, no dia do Torneio de Regularidade!
    Eu ia lamentar a opção de apenas 3 cores mas, vendendo apenas 20 por mês, tenho é que tirar o chapéu pra Renault por disponibilizar o carro no nosso mercado. Será que continua nos próximos anos?

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    1. Felipe
      Esse mesmo, fui com ele ao rali do Jan. Vende 60 por mês, corrigi a informação minutos depois de publicado o post. É cerca de 5% dos Fluence vendidos. É número pequeno mas que justifica manter a importação.

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    2. Poxa, Bob, o que faltou para dar umas voltas por lá (dentro da pista)? Agora tendo dirigido o carro na pista da fazenda Capuava e nas ruas, você acredita mesmo que esse Fluence GT não conseguiria superar um Corolla ou Focus 2,0L, como foi divulgado no Fullpower Lap? Fiquei com a pulga atrás da orelha um carro de mesma massa e 30 cv a mais ser superado por esses dois concorrentes, porém com motores aspirados e mesma capacidade volumétrica. Se puder, assista no You Tube (procure por Fullpower Lap), veja os tempos conseguidos e nos dê sua opinião. Acho que jamais o controle de tração e estabilidade seriam responsáveis por tanta redução no tempo de volta, como diz o piloto no vídeo. Se ele tem estabilidade na média da categoria, a potência bem maior deveria falar mais alto...

      Abraço,

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    3. Bob: vai ter um post sobre o último Rally de Regularidade?
      Dessa vez eu fui como espectador..... da próxima, acho que estarei na pista, hehe!
      Abs

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    4. Gonzalez
      Não vai ter pelo motivo de as planilhas de resultados que me foram enviadas não conterem as marcas dos carros. Tanto que ainda hoje à noite escrevi ao Jan recomendando que dê toda atenção a isso, coloque os números dos carros nas planilhas, bem como os nomes exatos dos pilotos e co-pilotos. Ele disse que providenciará.

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  8. Se forem da mesma medida, só trocava essas rodas pelas do Dynamique. Pronto, ficou perfeito! Em tempo: NÃO ser flex, para mim é um ponto a mais para um carro. Para este, ou outro qualquer.

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  9. O que não me agrada nesse carro são as rodas.Tendo um, trocava imediatamente. O sonho mesmo seria um Megane Grand Tour com este motor. Sonhar não custa nada. Mas vejo quanto o consumidor brasileiro é imaturo na compra de carro. Os números não mentem. Vende pouco. Abraços

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  10. Bela avaliação Bob; esse carro é uma raríssima opção que une o turbo com caixa manual; creio que nos carros zeros, só o DS3 faz isso (e nem é sedan).

    Aqui no Sul ninguém usa flex porquê o etanol têm preço proibitivo, então - o argumento do flex não conta muito.

    Eu teria fácil; baita carro!

    MFF

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  11. Faltou acrescentar ao medo de desvalorização (como já dizia um ex-professor meu dos tempos de Administração "carro é bem de consumo, quer valorização compre um jazigo perpétuo") o medo da conta na hora de um motor desses baixar na oficina.

    Ah, e o fato do "Seu Antônio que consertava o Fusca do meu avô" não poder mexer também conta.

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    1. Pra ajudar na manutenção, bem que esse motor poderia ser de acionamento por corrente. Até em carros que não precisam de ferramentas de fasagem, o pessoal (concessionária ou independente) consegui deixar fora do ponto...

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  12. Conjunto excelente.

    Ao lado do DS3, os únicos com bom desempenho a oferecerem câmbio manual e três pedais. Uma pena fatores mercadológicos inviabilizarem a sua venda.

    Brasileiro tem o carro que merece: Gol pelado, flex, preto ou prata.

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    1. Um dos problemas é ter de agradar a dois mundos, visto que cada homologação para cada caixa, leva tempo e muita grana. É só comprar o seu DS3 ou Fluence GT que o problema do "brasileiro" acaba num passe de mágica. É como ficar irritado com os "apressadinhos" da estrada, é só ceder passagem que o problema acaba.

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    2. Marcos, o Fusca também oferece câmbio manual.

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    3. Tenho um Liena-T-Jet manual. Caro, com desvalorização absurda, mas estou muito bem, obrigado com ele. Então tenho legitmidade para falar.

      Nem vejo necessidade de perguntar qual o carro de vocês...

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    4. Eu corria justamente com o Linea, monomarca. Não tenho preconceito com carro algum, seja Gol pelado, a carro de dois pedais. O Bob que curti carro mais que ninguém, tem um carro simples. Ser entusiasta não é por aí.

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    5. Não é questão de ser carro simples ou elaborado. É questão de não ligar para o que o mercado valoriza ou deixa de valorizar, na hora de comprar.

      A pessoa não compra um Gol flex porque gosta de Gol flex. Compra porque vende fácil e desvaloriza pouco. O Bob não tem um Celta porque é fácil de vender. E nada contra o Gol flex. Apenas não concordo com os critérios de escolha. Tenho prazer dirigindo coisas nada esportivas no limite.

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  13. Carro bem interessante. É muito bom ver carros como este no nosso mercado.

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  14. Bob,

    Sabe dizer se esse motor foi realmente adequado para o gasalcool nacional? Quando começaram as reclamações de quebra precoce de bomba de gasolina na internet (http://www.clubefluence.com/index.php?topic=982.0) fiquei com esta desconfiança.

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    1. Sim, ele já tinha sido adaptado para nossa gasolina. O que a Renault me passou, quando me chamaram para troca da bomba (foi um mini recall para todos os Fluence GT), foi que na fábrica colocaram a mesma bomba de combustível do Fluence "normal", aquele de 140cv, porém depois de algumas quebras, a engenharia da Renault constatou que precisava de uma bomba de combustível "mais forte" para aguentar o fluxo que o motor do Fluence GT gera, que é muito maior que o aspirado.

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  15. Oliveirajc13/01/14 16:55

    Curioso essas "burradinhas" que todo carro tem, neste é não haver o "mist" no limpador.

    Questão particular, prefiro limpador com intermitente variável do que com limpador automático, tive este em dois carros e sempre atuava exageradamente para a situação.

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    1. Tenho um Fluence, mas tambem prefiro que seja intermitente com variacao, como tinha no Megane.

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  16. Tenho vontade de testar um, mas sem um vendedor me perturbando dizendo que eu devo fazer um caminho ridículo ou gritando para que eu não passe de 80 km/h.

    Eu tenho um Civic SI e, se fosse para trocá-lo, não sei qual carro ofereceria um desempenho similar, não só de motor, mas de comportamento dinâmico. Talvez esse Renault conseguisse atingir esse "benchmark" pessoal.

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    1. Corsário Viajante13/01/14 20:21

      Nessas horas que a gente vê como as pessoas ficaram idiotas.
      Fui fazer test-drive e, lógico, quero ver como o carro se comporta. Isso inclui entrar mais forte em curvas, esticar um pouco para sentir o motor, etc. Não estou dirigindo como um idiota imprudente, só conhecendo melhor o carro. Isso causa incrível consternação nas pessoas, que acreditam que você está "destruindo" o carro, e, lógico, tem que dizer o clássico "o motor vai EXPLODIR", isso pq é um 16v com comando variável a 4.500 RPM...

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    2. Off topic mas vale a pena comentar... No test drive que eu fiz com o Golf novo, não sei quem era mais louco: o vendedor (que levou o carro até o limite nas cuvas para mostrar o controle de estabilidade) ou eu: que dei 210km/h numa saidinha rápida até a rodovia...

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    3. sskiller
      Pena que quando chegou a 210km/h voce acordou e descobriu que toda essa história nao passava de um sonho!
      Sonho meu... Sonho meu...

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    4. Se não tem nada a acrescentar no assunto, não comente (não vou divulgar o nome da CSS e do vendedor aqui por educação).
      É cada um que aparece que eu vou te falar viu.
      O que eu ganho de escrever uma mentira aqui?

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    5. Carlos, você não vai se arrepender em trocar o SI pelo Fluence GT. Principalmente se fizer igual eu e "chipar" ele com a Dastek, o meu com chip + filtro de ar inflow bateu 239cv no dinamômetro a 5.500rpm. E você ainda vai sair ganhando em relação ao SI, pois o Fluence GT tem suspensão muito mais confortável.

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  17. O título da avaliação do Bob é perfeito. Tenho um e afirmo: Que conjunto afinado! Quanto ao fato de vender pouco é até bom pois garante uma certa exclusividade. Quem quiser pode olhar a minha avaliação no teste do leitor no Bestcars. Mas, ele não consta mais no site da Renault argentina nem o Megane RS, ou seja quem comprou, comprou...

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  18. João Celidonio13/01/14 19:18

    judiação colocar esse carro nas estradas da bocaina... hahaha

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    1. João Celidônio
      Andando com cuidado não tem problema. Não pode é querer andar como num rali...

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  19. Bob não é o primeiro artigo que vejo falando bem deste carro, tenho pensado com outros olhos nele. Entre ele e um 408 thp qual a melhor pedida?

    Outra coisa, não sabia que ele era importado, é fabricado aonde?

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    1. marcus lahoz
      O Fluence GT é fabricado na Argentina, mas com motor importado completo da França, conforme está no post por ocasião do lançamento em novembro de 2012. Na hora de escrever confundi com o Mégane R.S., que era para ser importado mas acabou não se concretizando. O trecho que falava de ser importado foi eliminado. Desculpe, e os outros leitores também, o erro de informação.

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    2. O senhor que está por dentro, sabe se a Renault tem idéia de vender aqui algum hatch médio, como o faz na Argentina?

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    3. Rodrigo N
      Nada se comenta.

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  20. que bom que eles mudaram os pneus goodyear efficient grip, podiam até ter boa tração como o nome diz, mas desgastavam horrores nas rodas de tração, no fluence no meu pai, tivemos que trocar os dianteiros com 30 mil quilometros(excedidos, tendo em vista já ter passado da demarcação em mais ou menos 26 mil), numero que considero baixo e os traseiros acreditamos que irão durar mais 30 com folga.
    Ineficiencia também da renault, que não induz os seus mecânicos a fazerem rodizio dos pneus quando o carro é levado a revisão

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    1. Estranho Felipe... Talvez seja a maneira de dirigir ou calibração dos pneus, mas os meus estão com 30mil km e ainda possuem ao menos 15mil. Não é ótimo, mas também não é o fim do mundo.
      Quanto ao rodízio eu reparei que eles só fazem se vc pedir o serviço de alinhamento e balanceamento.
      Abs

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    2. sim acredito que a durabilidade estaria atrelada ao rodízio, que não foi feito.
      no meu entender também esses pneus duram no máximo 45mil km e acho pouco, tava tentando convencer meu pai a colocar michelin primacy 3, mais modernos, mas ele optou por trocar apenas os dianteiros. Uma pena, fiquei curioso de seu comportamento após um post do autoentusiastas.

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    3. Antonio Pacheco14/01/14 15:07

      Também achei estranho, felipe. Meu fluence possui os pneus goodyear efficient grip e, com 26mil km rodados, estão longe do twi. Acredito que chegue pelo menos aos 50k km fácil. E detalhe, só fiz primeiro rodízio, alinhamento e balanceamento agora na revisão dos 20 mil km.

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    4. Meu fluence esta com 63.000 km e os dá para chegar nos 80.000km.

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  21. Bob,

    Concordo com você em todos os aspectos! Meu nome é Tiago, e há alguns meses lhe enviei um email perguntando sua opinião sobre o carro, visto que eu estava com a intenção de adquirir um. Após seus conselhos optei por um branco e não me arrependo.

    O carro está hoje com 7 mil quilômetros, e gosto dele cada dia mais. Não costumo pegar trânsito muito pesado, mas mesmo quando pego, não tenho o que reclamar da embreagem no peso exato!

    Obrigado pelas dicas. Quem estiver com dúvida, compre pois não se arrependerá.

    Abraços

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  22. Sou mais um satisfeitissimo proprietário de um Fluence GT Branco. O carro é simplesmente fantástico! Estou viajando com o carro agora cerca de 5.000 km e o que tenho a dizer é que cada vez menos vou a favor do que a massa fala... Todo mundo neste país só fala de golf e Jetta tsi... Enquanto isto, como autoentusiasta que sou, fico com a máquina completassa de série que paguei R$ 76.000,00.

    E com câmbio manual Sim! E não o que querem me empurrar como a pi"@ das galáxias... O chato câmbio automático.

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  23. Sr. Sharp,
    o sr. sabe se a renault vende este motor avulso? Falo isso por que basicamente é um F4M e meu clio ficaria muito contente em recebe-lo.

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  24. Anônimo 13/01/14 23:25
    Acredito que venda, mas nesses casos a venda sempre é via concessionária. É o caso de consultar uma e ver o que acontece.

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    1. Vou assuntar e falo aqui.
      Valeu!

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  25. Bob, eu tenho um Fluence aspirado caixa manuel e tenho uma duvida: quando arranco um pouco mais forte as rodas parecem quicar ao invés de apenas patinar. O que leva à esse fenomeno? Seria a geometria de suspensão? Não sei se percebeu algo parecido na sua avaliação e entendo que são conjuntos mecanicos diferentes.
    Obrigado,
    Rafael

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    1. Rafael
      Isso é chamado de wheel hop em inglês, algo como saltitar de roda. O efeito é provocado por pequena sucessão de adere, perde aderência, adere, perde aderência. O que causa isso é uma série de fatores, isolados ou em conjunto, como elasticidade excessiva das buchas silenciosas (de borracha), geometria de suspensão (como você disse), convergência das rodas (motrizes, dianteiras) fora do especificado (ao arrancar a convergência sempre muda um pouco e isso pode provocar a perda momentânea de aderência), amortecedores mais fracos do que deveriam e até mesmo composição da borracha dos pneus. Senti um pouco, bem leve, no Fluence GT, mas na pista da Fazenda Capuava. Quando for mandar alinhar rodas do seu carro peça para deixarem a convergência no limite divergente e experimente arrancar do mesmo jeito em que o wheel hop aparece..

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    2. Obrigado Bob, farei isso em breve, esta mesmo na hora de substituir os pneus. Depois conto os resultados.
      Rafael

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  26. Esse carro é a reencarnação do Marea Turbo. Pena não ter motor 5 cilindros também. Seria um bom companheiro de garagem para o meu MT.

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    1. Hugo, é sim. Tive um Marea Turbo e o Civic SI. O Fluence GT lembra muito o Marea.

      Pode ter certeza que se optar pelo Fluence GT ficará satisfeito.

      Abraços.

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    2. Bob Sharp,

      Primeiramente, é um prazer poder me corresponder com o senhor.

      Então: tenho um Fluence "civil", rs.
      Será que retiraram do Fluence GT? Pois uma varrida do limpador eu aciono puxando a alavanca direita (do limpador mesmo).

      Abraços. Feliz 2014 pro senhor e família.

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    3. Dai você esta acionando o esguicho de água no vidro. Ou seu reservatório está seco e daí só o limpador é acionado mesmo!
      Tenho um Fluence igual ao seu.
      Abraço,
      Rafael

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    4. o reservatorio esta bem cheio, hehehe
      sempre está, rs

      se eu puxo uns 2 ou 3 segundos, a agua sai
      se puxo por 1 segundo, so aciona o limpador

      abç

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  27. OLÁ Bob.

    Nessa reportagem, vi um parágrafo que dizia:
    Se precisar de mais velocidade é só acelerar passando pela resistência de fim de curso do pedal do acelerador.

    Eu tinha mesmo percebido essa resistencia e gostaria de entender melhor o que acontece quando ela é passada?

    Agradeço a atenção.

    Evandro - Londrina - Paraná

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    1. Evandro
      Na verdade a resistência é apenas uma mola para informar ao motorista o ponto a partir do qual o gerenciamento do motor entende que ele não quer a ação do limitador de velocidade e determina a abertura total da borboleta de aceleração.

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    2. O que acontece quando o limitador "não" está acionado e é passada a tal resistência?

      Obrigado pela atenção.

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    3. Evandro
      O acelerador abre-se todo ao chegar à resistência e ultrapassando-a, nada muda, continua todo acelerado.

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  28. Bob Sharp,

    Primeiramente, é um prazer poder me corresponder com o senhor.

    Então: tenho um Fluence "civil", rs.
    Será que retiraram do Fluence GT? Pois uma varrida do limpador eu aciono puxando a alavanca direita (do limpador mesmo).

    Abraços. Feliz 2014 pro senhor e família.

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  29. Rodrigo
    Uma-varrida nunca é puxando a alavanca, isso é para acionar o lavador. Uma-varrida é toque na alavanca para cima ou para baixo, dependendo do carro. Fazendo esse papel (uma-varrida) comandando lavador é preciso puxar com atenção para não jogar água no vidro quando não se quer.

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    1. Realmente, já que o senhor falou, nos outros automóveis que possuí o funcionamento se dava do modo que o senhor explicou.
      Porém, no Megane II que tive durante 5 anos e agora com o Fluence, a bomba somente dá pressão suficiente pra esguichar a água se o senhor puxar a alavanca por mais algum tempo (sendo que no caso do Fluence este tempo é um pouco menor).
      Então, desta forma, no caso deste veículos, é uma excelente saída, hehehehe.

      Abraços.

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  30. Bob,

    Tem como desligar as babás-eletrônicas de forma que as rodas patinem livremente?

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    1. Sim. Após 40km/h ele religa automaticamente.

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  31. Sim, há uma tecla no lado esquerdo do painel para isso.

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  32. Por esse preço e com essas vendas baixas acho que vai sair de linha em 2014. Fica impossível manter um carro destes com esta motorização muito específica. Mesmo sendo de imagem.

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    1. A meta da própria Renault era de vender está quantidade mensal. Vc acha pouco vender 60 Fluence GT por mês se a própria montadora tinha este número planejado?

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    2. Só pode estar de brincadeira... não sairá tão cedo de cena essa nave, meu amigo!

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  33. Un carrón. Gostei até das rodas de 'loja de acessórios'. Poderia ter uma versão hatch.

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  34. O carro é incrível. Com esse motor, que tem o mesmo torque do de um Opala 6 cilindros, fica mais incrível ainda.

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  35. Simplesmente, uma nave!
    Essa é minha opinião..
    Comprei um com 10.000km e não me arrependo em nada.
    Um excelente carro pra quem aprecia o ato de dirigir...

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  36. Estimado Mestre Bob Sharp.

    Sou um grande admirador do primoroso conjunto mecânico (Audi) do Jetta TSI. Penso que abaixo dos 100 mil cruzeiros, não há rivais para o trio motor, suspensão multilink e o primoroso câmbio DSG do VW.

    No entanto, como muitos outros carros, do nosso distorcido mercado, tem preço muito alto, fruto de lucros estratosféricos + impostos absurdos.

    Voltando ao assunto, reconheço que o Renault não é páreo para o Jetta, no entanto quando se faz a conta do custo-benefício, penso que o GT retorna muito mais cada cruzeiro investido na sua compra.

    O Jetta é mais carro, mas o Fluence não é tão inferior assim e custa "bem menos".

    Moro em Lima, Peru. Devo regrssar ao Brasil no fim do ano. Certamente vou procurar um GTzão com até 15 mil km pra por na garagem.

    Seu artigo foi fundamenta pra minha decisão. Já vi o seu vídeo na Fazenda Capuava e desde então venho de olho no turbo da Renault.

    Forte Abraço Grande Meste

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  37. Ary Taunay05/06/14 16:26

    Bob,

    Tenho um GT 2014 e até hoje não descobri o que indica uma luz do painel, que tem a imagem de um carro derrapando. Ela acende quando se insere o cartão e depois apaga.
    Outra coisa, ouvi dizer que o GT tem um sistema para rodar em pista molhada, com mais aderência.
    Pode me informar a respeito das duas dúvidas?

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  38. Ary Taunay
    O carro tem controle de estabilidade e tração, A luz do ideograma do carro derrapando é justamente a de controle do sistema. Ela acende ao inserir o cartão para mostrar que o controle está funcionando, indicado por ela ficar se apagar em seguida. O controle não é apenas para pista molhada, mas para qualquer situação em que o motorista possa perder o controle do veículo.

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  39. Ary Taunay06/06/14 10:41

    Bob,
    Agradeço sua oportuna resposta. Resolveu.
    Agora gostaria de perguntar algo que tenho certeza ser dúvida de grande parte dos seguidores do blog.
    Porque o GT não usa o mesmo motor Nissan dos demais Fluence?
    Seria por uma questão de custo, já que o motor vem pronto da França e é o mesmo do Megane Turbo?
    Ou seria por algum motivo técnico, que impede turbinar o motor Nissan?
    Mais uma: Sendo o motor Nissan montado em bloco de alumínio, não seria tecnologicamente superior ao motor Renault montado em bloco de ferro fundido?

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