MERCEDES-BENZ CLA 200, O "MINI CLS"

Fotos: autor


A Daimler AG, ex-Daimler-Benz e ex-DaimlerChrysler, lançou em 2004 o estilo cupê de quatro portas, o CLS, e fez escola, vindo na esteira o Passat CC (hoje Volkswagen CC), Porsche Panamera, Aston Martin Rapide e, só em 2012, o BMW 6 Gran Coupé. Agora fez o mesmo em casa, com o CLA, lançado no Salão de Genebra do ano passado.

O CLA é o novo Classe A de roupa diferente. Este havia surgido em 2012 no mesmo salão suíço, marcando a volta da Mercedes ao segmento do qual havia saído no final de 2010, o dos compactos de motor e tração dianteiros, só que monovolume, e que esteve em produção no Brasil, na fábrica de Juiz de Fora, MG, de 1999 a 2005. Voltou como hatchback.

Linha "cupê de quatro portas"


O Mercedes-Benz CLA, cupê de quatro portas como o CLS, compartilha toda a mecânica com o novo Classe A. Fez sucesso imediato nos mercados europeu e dos Estados Unidos, onde chegou em outubro por US$ 29.900 e vendeu acima das expectativas, servindo para desbancar a BMW como marca premium mais vendida lá em 2013. Agora põe o pé no Brasil na versão CLA 200 1st Edition que, como o novo Classe A, tem motor 4-cilindros transversal 1,6-litro turbo de 156 cv a 5.300 rpm e 25,5 m·kgf de 1.250 a 4.000 rpm, capaz de levar o sedã de 1.430 kg a acelerar de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos e chegar a 223 km/h. A pressão do turbo é de 0,7 bar. O motor reúne as características estado-da-arte de bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas de acionamento por corrente, quatro válvulas por cilindro e injeção direta.

Gráfico de potência e torque (Daimler)


O CLA custa R$ 150.500 e o plano da filial brasileira é vender 1.400 unidades por ano.Cabe lembrar que o preço sugerido nos EUA é básico e sem frete, enquanto para o Brasil o carro vem com farta dotação de itens opcionais, com será visto adiante. O CLA é produzido na nova fábrica da Daimler em Kecskemét, na Hungria, próximo da capital Budapeste, inaugurada em 2012.


O motor 1,6-litro turbo de 156 cv no seu berço

O transeixo abriga um câmbio robotizado 7-marchas de duas embreagens multidisco em banho de óleo, com trocas manuais apenas pelas borboletas, sendo a simples e pequena alavanca seletora localizada na coluna de direção. As especificações para o Brasil incluem rodas de 18 polegadas de diâmetro com pneus 225/40R18W (Brigestone Potenza RE050A) —  largos demais, convenhamos, para um carro dessa potência, sendo óbvia a intenção de conferir visual mais esportivo ao sedã-cupê. Inclusive, o baixo perfil resulta em alguma aspereza ao rodar sobre pisos mais irregulares, para o que contribuem os pneus do tipo roda-vazio, motivo para não haver estepe.
A pequena alavanca seletora de câmbio na coluna


Notável no CLA é o coeficiente de arrasto aerodinâmico (Cx) 0,23, superando bem o já bom 0,27 do novo Classe A, embora registre-se que o dado é com os pneus de série 205/55R16. De qualquer maneira é um belo número que, combinado com a área frontal de 2,217 m², resulta na área frontal corrigida de 0,51 m², extremamente pequena. O vidros laterais são rentes às carroceria e não têm moldura.

Interior irrepreensível, forração clara muito agradável


Não foram divulgados números de consumo de combustível, mas  na Alemanha, segundo a fábrica, é de 14,1 a 14,5 km/l na cidade e de 21,7 a 23,8 km/l na estrada. Segundo a nova metodologia de medição e cálculo de consumo do Inmetro para o Programa Brasileiro de Etiquetagem, esses números são corrigidos em 22% no consumo de cidade e 29%, no rodoviário. Portanto, considere-se o consumo aproximado de 11 a 11,3 km/l  na cidade e 15,4 a 16,9 km/l na estrada. A sétima marcha bem longa, juntamente com o Cfavorável, contribui para o baixo consumo, com sua v/1000 de 51,8 km/h, para 2.300 rpm a 120 km/h.

O quadro de instrumentos não tem a melhor visibilidade durante o dia para quem usa óculos escuros. Em compensação, à noite seu efeito de iluminação reproduz fielmente o esquema "Wolfsburg" de que já falei várias vezes, fica perfeito. A fábrica precisa rever essa questão.

Visibilidade do quadro de instrumentos é ruim de dia para quem usa óculos escuros

Seu desempenho, se não é brilhante quando se pensa num importado premium, também não desaponta.. Permite uma utilização tranqüila mas também muito rápida por conta dos dotes de suspensão independente nas quatro rodas. Incute confiança. A assistência elétrica de direção é perfeita, mas o volante de 375 mm de diâmetro poderia ser ligeiramente menor, entre 365 e 370 mm seria o ideal. O sistema incorpora o que a fábrica chama de controle de direção, como contraesterçar automaticamente sob comando do controle de estabilidade, corrigir pequenos desvios sob frenagem forte, compensar vento lateral e caimento da via e anular qualquer tendência de esterçamento por torque.

Os auxílios continuam com bloqueio do diferencial pelo freio, auxílio à frenagem, assistente de arrancada em subida, estado de sobreaviso dos freios, secagem dos freios (indexada ao funcionamento do limpador de pára-brisa), o manter carro freado (freio libera ao acelerar) e desliga-liga motor nas paradas.

O câmbio robotizado de duas embreagens, chamado pela casa 7G-DCT (Siebengang-Dual Clutch Transmission) funciona bem, mas as trocas de marchas são mais para o suave, ficando mais ríspidas com o modo Sport em uso. Percebe-se a intenção de reproduzir as trocas das caixas automáticas epicíclicas. Há o avanço lento mas se nota que a embreagem permanece em leve patinagem com carro parado, possível por funcionarem em banho de óleo. À mais leve aliviada de pressão no pedal de freio o carro começa a andar, ao contrário de outros robotizados do tipo, em que há uma leve demora. Também, como as trocas não são tão rápidas, a aceleração interina, em modo Sport somente, é discreta.

O minipantógrafo do limpador direito

 O CLA tem o mesmo espaço interno do Classe A e dois passageiros acomodam-se bem no banco traseiro, com bom espaço para pernas. Embora haja largura para três, o próprio desenho do bancos traseiro 2+1 mostra que só dois ocupantes são esperados ali. O porta-malas acomoda 470 litros e as dobradiças tradicionais "pescoço de ganso" não interferem com a bagagem por correrem em guias próprias. Há soluções tipicamente Mercedes, como o limpador de pára-brisa do lado direito contar com uma miniarticulação pantográfica para otimizar a varredura.

"Atrás de mim"
 
Porta-malas de 470 litros com os "pescoços de ganso" correndo em guias proprias

 Na questão de conforto, faltam o ar-condicionado automático digital duas-zonas e saídas para o banco traseiro, esperados num carro que tem a estrela na grade. Aliás, na Alemanha, quem fizer questão da estrela espetada na grade, pode encomendar o carro com ela. Faz falta também a faixa degradê no pára-brisa — será que já se pensou numa película de 10 centímetros degradê? Seria a solução para a teimosia de vários fabricantes em produzir carros sem esse item.

Faróis bi-xenônio e luzes de uso diurno com LEDs e grupo ótico traseiro com tais lâmpadas compõem a iluminação e sinalização e duas saídas de escapamento nas extremidades, a partir do silenciador traseiro em posição transversal, dão um bom visual à traseira, ajudado pelo extrator. Por falar nisso, o assoalho é bem fechado por baixo do veículo, contribuindo para os dotes de aerodinâmica.

Escapamento não é duplo, mas as saídas são

No painel há três saídas de ar-condicionado centrais e duas nas extremidades, enquanto no centro está a tela de 7 polegadas para o GPS e acesso à internet. O sistema multimídia aceita DVD, CD, dispositivos USB e Sd-card. O Bluetooth permite integrar todas as funcionalidades de telefones celulares e execução de músicas por streaming. Há 17 pontos de iluminação interna, inclusive as soleiras de alumínio.

Na questão de segurança, sete bolsas infláveis, carroceria com amplo emprego de aço de alta e ultra-alta resistência e detetor de fadiga por análise do comportamento do motorista, além de 5 estrelas Euro NCAP. No banco traseiro há fixação Isofix para instalação de bancos de criança.

Para concluir, o CLA 1st Edition 200 pode não ser nenhum canhão, mas anda mais que o suficiente para constituir um sedã de linhas e rodar agradáveis, eficiente e sobretudo de prestígio, do que muitos.fazem questão.



BS




FICHA TÉCNICA MERCEDES-BENZ CLA 200

MOTOR
Tipo
4 cilindros em linha, transversal, turbo com interresfriador, injeção direta, DOHC, corrente, 16 válvulas, gasolina
Cilindrada
1.595 cm³
Diâmetro x curso
83 x 73,7 mm
Potência
156 cv a 5.300 rpm
Torque
25,5 m·kgf de 1.250 a 4.000 rpm
Taxa de compressão
10,3:1
TRANSMISSÃO
Câmbio/tração
Robotizado, 2-embr, 7 marchas/dianteira
Relação das marchas
1ª 3,86:1; 2ª 2,43:1; 3ª 2,90:1; 4ª 1,19:1; 5ª 0,87:1; 6ª 1,16:1; 7ª 0,94:1
Relações de diferencial
4,13:1 e 2,39:1
SISTEMA ELÉTRICO
Tensão
12 V
Bateria
70 A·h
Gerador
Alternador 150 A
SUSPENSÃO
dianteira
McPherson com barra estabilizadora
traseira
Multibraço com barra estabilizadora
DIREÇÀO
Tipo
Pinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade
Diâmetro mínimo de curva
11 m
FREIOS
Dianteiros
A disco ventilado
Traseiros
A disco
Controle
ABS, EBD, BAS
RODAS E PNEUS
Rodas
Alumínio 7J x18
Pneus
225/40R18W
CARROCERIA
Construção
Monobloco, aço, sedã 4-portas, 4+1 lugares, subchassi dianteiro
AERODINÂMICA
Coeficiente aerodinâmico
0,23
Área frontal
2,217 m²
Área frontal corrigida
0,51 m²
DIMENSÕES
Comprimento
4.630 mm
Largura sem/com espelhos
1.776 / 2.032 mm (rebatidos, 1.858 mm)
Altura
1.432 mm
Distância entre eixos
2.699 mm
PESOS E CAPACIDADES
Peso em ordem de marcha
1.430 kg
Tanque de combustível
50 litros
Porta-malas
470 litros
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h
8,5 segundos
Velocidade máxima
223 km/h
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 7ª
51,8 km/h
Rotação a 120 km/h em 7ª
2.300 rpm
Rotação à vel. máx. em 6ª
5.300 rpm




MERCEDES-BENZ CLA 200 - PACOTE BRASIL

Acabamento do forro do teto na cor preta
Acabamento do volante em couro
Alarme periférico
Assistente de fadiga
Aviso de perda de pressão de pneus
Bolsa inflável para joelhos
Bolsas infláveis laterais
Câmbio robotizado 7G-DCT
Command online com GPS
Controle de cruzeiro Tempomat
Eco start/stop
Faróis bi-xenônio
Freqüência de rádio para a América do Sul
Lavador de faróis
Luz de freio adaptativa
Moldura com acabamento silver wave
Pacota bancos de conforto
Pacote alarme
Pacote Chrome
Pacote de iluminação e visibilidade
Pára-sóis com iluminaçào para os espelhos
Pneus run-flat
Rodas de alumínio de 18 pol.
Sensor de alarme nos vidros
Sensor de chuva
Soleiras iluminadas
Suspensão Comfort
Tapetes em veludo
Teto solar panorâmico
Volante com borboletas para troca de marcha
Volante multifuncional



EQUIPAMENTOS DE SÉRIE MERCEDES-BENZ CLA 200

Assistente de freio (BAS)
Assistente de partida em subida
Bancos esportivos
Bolas infláveis laterais para motorista e passageiro
Bolsas infláveis de cortina
Bolsas infláveis frontais
Computador de bordo
Conectividade para Bluetooth e players de mídia
Controle de estabilidade
Controle de tração
Fixação Isofix
Freio de estacionamento elétrico
Freios adaptativos
Freios com ABS
Função manter freado
Pré-aviso de freio
Secagem de freio

  Atualizado em 25/01/14 às 13h25, em 26/01/14 às 13h00 e em 30/01/14 às 13h08..

69 comentários :

  1. dudupruvinelli25/01/14 12:17

    O carro é lindo sem dúvida nenhuma. Fiz um test-drive e achei interessante que no modo sport, assim como no Golf 7, o ronco fica mais encorpado. Porém, acho que assim como a Hyundai estava fazendo, a Mercedes está cobrando mais pelo design do que pelo carro em si. Eu não me vejo gastando isso nesse carro, por mais que seja um Mercedes "e dê status". Eu pegaria o Golf GTI (também automatizado banhado em óleo, porém de 6 velocidades) top de linha com tudo que tinha direito e saía feliz da vida. É pena a VW nao oferecê-lo com o câmbio mecânico. Abraço.

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    1. Bosley de La Noya25/01/14 15:54

      É claro que você pegaria o VW Golf né. Não precisava nem dizer prá gente...

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    2. Peter Vincent25/01/14 15:55

      O Golf né? Não precisava nem dizer prá gente...

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    3. dudupruvinelli
      Tambem acho o Golf muito mais carro que esse Mercedes..
      Mais barato , tecnologico , eficiente.
      O problema é que muita gente pensa mais em status que na qualidade do carro em si...

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    4. Creio que a Mercedes cobra mais pela qualidade, tradição da marca e o prestígio que ela oferece, não pelo design...

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    5. Anônimo26/01/14 10:59

      O Golf pode até ter um custo beneficio maior, realmente a Mercedes chutou o preço bem la pra cima deste modelo, mas dai ele ser inferior ao Golf....forço a barra.

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    6. Paga 130 mil em um Golf mas reclama de 150 em um Mercedes...

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    7. Depende do que se procura. Como carro para desempenho não tem nem comparação o Golf com o Mercedes. E a qualidade do Golf está bem alta nessa geração, BMW e Mercedes deveriam sim dar uma revisada nos preços devido a esse motivo (se a qualidade se aproxima, a vantagem das marcas premium diminuem).

      Se for procurar preço de revenda, confiabilidade e pós venda certamente a Mercedes ganha nem que seja no longo prazo. Mas pessoalmente vi uma dessas ao vivo e não gostei. Especialmente em branco o carro lembra muito um Hyundai. Isso não é necessáriamente ruim, mas de uma Mercedes se espera mais.

      Isso junto com o preço e a tração traseira faz pensar se o próprio Classe C com o mesmo motor não é uma compra melhor. Nenhum deles é realmente um coupe de qualquer forma.

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  2. Mais um excelente post Bob!
    No entanto fiquei um pouco "encafifado"
    Como pode um carro com quase 200kg mais pesado e de ficha técnica praticamente idêntica ao Golf highline (16cvs a mais e 0,1 kgfm a menos de torque que o Golf) ser somente 0,1 segundos mais lento que o mesmo?
    Numa comparação a sua impressão é de que os dois são virtualmente idênticos realmente?

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    1. Felipe
      Lembre-se da excepcional aerodinâmica do CLA, influencia na aceleração.

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    2. Acredito que tenha mais a ver com o modo com que as embreagens são manipuladas e as relações de marcha, que devem ser melhores no CLA (Vide Nissan GTR, que é extremamente rápido na aceleração até uns 200 por hora devido a esses fatores, embora seja pesado).

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    3. Acredito ser justamente o mix dos dois. Não sei se o caso do GT-R se aplica aqui pois ele é sim muito pesado mas não é um carro fraco, tem muitos cavalos ali. O ponto forte do GT-R, além da "macumba" que a Nissan fez no câmbio, é a aerodinâmica dele e a tração AWD para fechar com chave de ouro. Temos que ver direitinho também a cavalaria dele no dinamo, já que o Golf, apesar dos 140cv acusou 177cv no dinamo da revista FullPower, provavelmente este também deve acusar algo acima (até o Fire II que é bem menos moderno que o TSI e este motor 1.6T da Mercedes bateu 167cv ante os 152cv anunciado).

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  3. Bob,

    nas fotos não fica muito claro mas parece que as janelas são do tipo sem moldura. É isso mesmo?

    Acho muito bonita e interessante essa solução mas, infelizmente, pouco utilizada pelos fabricantes no Brasil. Só consigo me lembrar do longínquo opala coupé.

    Guilherme C. Vieira

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    1. Guilherme
      Isso mesmo, janelas sem moldura, esqueci de comentar. Acabei de acrescentar, obrigado pelo comentário.

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  4. Acredito que a tração traseira daria mais dinâmica ao modelo e nao gosto da tela da central multimidia suspensa.

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    1. Eduardo Chikui
      Com o mesmo motor seria pior, devido às perdas de transmissão.

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  5. BS,

    Correção: A produção do Classe A por aqui foi entre 17/02/1999 e 15/08/2005.

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  6. Bob muito boa matéria. A respeito do capricho aerodinâmico empregado pela MB no carro, achei legal essa matéria (http://www.popularmechanics.com/cars/news/auto-blog/mercedes-cla-breaks-aerodynamic-efficiency-record); inclusive a ilustração da parte inferior do carro esclarece o seu texto. Abraços.

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  7. Bob o que você achou da altura para cabeças no banco traseiro ?

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  8. Vi um azul essa semana, realmente o carro é muito lindo e como o Dudu falou logo acima, a Mercedes está aprendendo com a Hyundai a cobrar por design. 320 GP seria uma opção bem mais interessante do que o CLA por 150k.

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  9. US$ 29.900,00 nos EUA (o que hoje com o dólar a R$2,40 equivale a R$ 71.760,00)

    Custando hoje R$ 150.500,00 na terra da banana, vulgo Brasil. O brasileiro é o povo mais rico do mundo pois pagar R$ 78.740,00 a mais pelo mesmo carro (isso é mais que o dobro).

    Adoro meu pais mas certas coisas me enojam. Não tem imposto que explique cobrar mais que o dobro.

    TT

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    1. Isso é um teste para ver se tem gente disposta a dar isso tudo pelo carro . E infelzimente teve , por isso que os preços tbm não abaxiam . Se esse preço fosse do cla250 taria mais ou menos , seria menos pior do que esse lento cla200.

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    2. TT
      Esse assunto me irrita também, verdadeira maldição que temos, mas lembre-se do que eu disse, US$ 29.990 é preço básico, com os mesmos opcionais vai para US$ 40 mil fácil, aí dá R$ 96.000. Só de imposto de importação é 35%, sem ele teríamos R$ 111,5 mil. E tem frete de lá para cá, IPI de 15%, ICMS de 18%, a coisa vai longe.

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    3. Peço, custo, valor...
      prefiro analisar da seguinte forma: hoje com o dolar a R$2,40 o C-180 da propria Mercedes custa 109 mil e ninguém duvide que a fabrica ainda tenha um bom lucro com ele. Pois bem, em 2011 com o dolar a R$1,70 e antes do super IPI o C-180 custava quanto? alguem se lembra? 110 mil. Analisando friamente, em 2011 eles poderiam ter vendido o carro a menos de 80 mil. Isso que eu não entendo, porque preferem vender pouco se poderiam vender muito!! Tipo o que vendem em 1 ano seria vendido em 2 meses, facil! Hoje o preço é bem mais justo mas eu ainda acredito que somos o mercado mais lucrativo do planeta.
      Outra coisa que não entendo é por que não fixam o preço de todos os modelos em dolar. Se os carros mais caros da marca são vendidos em dolar penso que todos poderiam, ou existe alguma restrição? Penso que seria bem mais justo e o fabricante poderia baixar o preço pois não teria que ter a margem de segurança, o risco da operação cambial.
      abraços,
      Rafael

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    4. Se custa o dobro a triste realidade é que está bom. Os EUA nesse ponto são imbatíveis, o mesmo carro lá custa uns 20 a 30% menos que na Europa, muitas vezes sendo feito na Europa. Impostos menores e competição maior. Aqui no Brasil a referência é custar quase 3 vezes o preço dos EUA, então o dobro está não tão ruim. E como disse o Bob (dessa vez está certo) entre opcionais e impostos se tem menos que o dobro realmente, o que para nossa realidade é o máximo que dá para chegar. Carro custando menos que 1,5 vezes o preço americano aqui no Brasil, só na época do Real super valorizado ou talvez daqui a muita evolução do nosso mercado e do nosso governo. Custanto entre 1,5 e menos de 2 vezes está bom, infelizmente.

      A realidade também é que os carros estão mais caros. Essa onda do turbo em todo carro, cambio dct em todo carro (e de série ainda) e outras coisas podem ser muito legais mas não tem milagre, encarecem o carro. E os deixam pesados a ponto de não ter tanta vantagem em economia/desempenho. Infelizmente essa é a moda e também os fabricantes têm de lidar com regras de emissões cada vez muito mais rígidas mesmo que os carros atuais já sejam pouco poluentes há um bom tempo.

      Já o anônimo da Classe C, realmente tem razão. Mas existem uma série de fatores. Primeiro, marca premium tem objetivo de qualidade e ganho por unidade e não de quantidade e de vender muito com lucro pequeno por carro. Isso no mundo todo. Segundo, vender muito no Brasil significaria ter que reformular toda a rede de assistência, pois a atual seria insuficiente e seria inaceitável isso numa marca premium (por exemplo o cliente dessa marca não aceitaria, com razão, chegar numa oficina da marca e não ser atendido por estar lotada).

      Terceiro, a 80 mil o carro venderia horrores e concorreria com Civic por exemplo. Tudo bem, o Civic que custa mais que deveria, mas não é objetivo da marca concorrer diretamente com esses carros. Isso também geraria desvalorização e tiraria a vantagem da exclusividade. Pode ser ou não besteira, mas conta. Cliente nenhum também gosta de preço sanfona, como acontecia com alguns importados com preço pelo dólar. De um mês para o outro o carro ganha ou perde 20 ou 30% de valor por exemplo, isso acaba com a revenda e gera grande incerteza na hora da compra.

      Básicamente o que fazem é segurar o "prejuízo" na hora do dólar alto (lucrando "pouco") e ganhar mais quando o dólar estiver baixo.

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    5. Boa análise. E o pior é que infelizmente o preço realmente não está ruim. Em relação à importação no Brasil uma enxurrada de impostos, muitos mesmo. Quem tem pelo menos uma noção de direito tributário sabe do que eu estou falando. No caso do II (imposto de importação) a CF/88 permite, inclusive, que se altere as alíquotas por decreto. Daí pra imaginar onde isso vai parar, como o próprio Bob já comentou.

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  10. Incrível como fica estranho aos meus olhos o balanço dianteiro mais longo com o habitáculo mais centralizado na carroceria, os Mercedes de tração traseira me parecem mais elegantes nas proporções! É uma questão de costume com o desenho típico dos alemães premium, já que acho os Citroëns muito bonitos...

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    1. Rafael,
      Não achei o balanço dianteiro tão grande.

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    2. Bob, talvez o balanço dianteiro não seja tão longo assim, mas na realidade o Rafael esteja se referindo à distância entre o eixo dianteiro e a parede corta-fogo. Em carros de tração traseira, consegue-se jogar esse eixo mais para a frente, vide superesportivos de motor dianteiro em que esse eixo está bem para a frente, ainda que marcas de carros mais normais como a BMW já estejam conseguindo deixar seus eixos dianteiros em posições quase de superesportivo.
      No caso do CLA, o eixo dianteiro é colado à parede corta-fogo, como é de costume em carros de tração dianteira com disposição clássica de elementos (motor e transmissão à frente, diferencial imediatamente atrás desse conjunto conjugado na mesma caixa-seca da transmissão). Logo, isso gera uma proporcionalidade que não é típica de Mercedes (cujo estilo sempre esteve dentro das características normais de tração traseira, que permite mandar o eixo dianteiro mais para a frente e distante da parede corta-fogo). Mesmo que o balanço dianteiro não seja tão grande assim, devido a esse eixo dianteiro colado à parede corta-fogo fica a impressão de que ele seja maior do que realmente é.

      Os próprios fabricantes já vêm notando que estão exagerando nos balanços dianteiros de seus carros e estão fazendo pequenos disfarces estilísticos para isso, como montar os faróis mais recuados do que o extremo do para-choque, algo que podemos ver bem claramente no CLA. Isso é sinal de que a Mercedes entendeu que as pessoas iriam achar estranho um modelo da marca que tivesse um eixo dianteiro tão próximo à parede corta-fogo.
      E isso porque a Mercedes já teve carro de tração dianteira com balanço bem curtinho, como era o Classe A de primeira geração (W168), beneficiado pelo motor inclinado para a frente e o diferencial à frente da transmissão (em vez de atrás de tudo), ficando justamente na "sombra" do motor inclinado para a frente.

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  11. Belo carro, a Mercedes realmente acertou a mão com o novo classe, o antigo foi um fiasco.
    Me impressiona a curva de torque com faixa plana de 1.250 rpm a 4.000. Isso também ajuda a explicar os bons números de aceleração, bem superior a expectativa que a simplificada relação peso/potência pode gerar a primeira vista.

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  12. CLA200 ou C180/C200?

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  13. Peter Vincent25/01/14 15:59

    Coupé com 4 portas, carro esportivo idem. Realmente os tempos são outros...
    Bob, reparei que esse carro tem os bancos dianteiros tipo "sarcófago", com encostos de cabeça integrados ao banco. O UP também tem. Acho esse detalhe feio prá caramba, me remete a aqueles primeiros Monza e Chevette. Será que isso vai virar moda novamente??

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    1. Peter Vincent
      Até 911 aderiu a essa. Também não gosto. Aliás, já passou do tempo de se criar um apoio de cabeça guardado no encosto que salte nas colisões. Andar no banco traseiro, sem enxergar direito à frente, é um horror..

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    2. Também já pensei nisso Bob. Nos anos 90 íamos com o Corcel (Lusamóvel) do meu tio pro Canindé e era bem mais "amigável" pra conversarmos dentro do caro sem os encostos de cabeça.

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    3. Portuga
      Meu pai tinha uma Belina LDO 82 em que os encostos de cabeça eram vazados.
      Ficava com o interior bem mais agradável para que viajava atras.
      Me lembro de como era bom o acabamento dos Fords nessa época.

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  14. Não tive o prazer de andar em nenhum dos dois, mas julgando só pelo conceito "belezura", sou muito mais o Audi A3.

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    1. Também gostei mais do A3 sedan
      Acho que deveria entrar na sua lista de prováveis substitutos do seu Logan
      Menino ... tire o escorpião do bolso !

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  15. Bob será que realmente esse carro 18 km/ na estrada?

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  16. Welyton
    Não sei, mas com 7ª bem longa com esse Cx e área frontal não é impossível.

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  17. Não sei não. Pra quem quer Mercedez, por 110.000,00 dá pra comprar um C-180 com o mesmo motor, câmbio automático epicíclico de 7 velocidades e tração traseira, que traz quase os mesmos itens de conforto do CLA mais ar condicionado dual zone. Será que vale a pena pagar 40.000,00 a mais pelo visual de cupê do CLA?

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  18. Achei o carro bem bacana, mas essa tela ai no painel pra mim matou o interior. Por esse preço ficaria com um BMW 328. O meu primeiro carro, um Pálio básico não tinha faixa degradê e eu usei desse artifício de colocar uma faixa de película, ficou bom.

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  19. Corrigindo, ficaria com o BMW 320

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  20. Bob, qual é a sua preferência pessoal?
    BMW Série 1, Mercedes CLA ou Audi A3 sedan?

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    1. Perneta
      Dizer isso fere a ética profissional, não se pode dar opiniões pessoais. Espero que entenda.

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    2. Essa questão nem passou pela minha cabeça, mas entendi a sua posição sim!

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  21. Bob, sobre a faixa degradê, eu já vi um cara q botou uma película imitando a faixa degradê num carro que não a tinha original. Acredito q ele tenha mandado fazer por encomenda. Por aqui, relativamente comum é ver gente que cola uma faixa preta, completamente opaca, de uns 20 cm de largura no topo do parabrisa. Não me agrada muito isso pois certamente há situações em que atrapalha.

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    1. Correto, a faixa não deve ser preta, impede ver certas sinalizações, semáforos principalmente.

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  22. Quanto à faixa degradê, já pesquisei em lojas de "películas" quando comprei o 408THP (q não possui a faixa) e pelo visto ninguém ainda lançou algo (as lojas sempre oferecem filmar o para-brisas, o que sou contra).
    Andre

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    1. André
      Parabéns por ser contra filmar o pára-brisa. Mas, e os vidros laterais dianteiros, é contra também?

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    2. tambem detesto pelicula, principalmente nas janelas dianteiras

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  23. Com essa aerodinâmica, o conforto auditivo deve ser excepcional nas estradas, confere? Barulho de vento praticamente não deve existir...

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    1. Thales
      Eu estava com passageiros e para fumar entreabria o teto solar e o meu vidro. Ruído de vento baixíssimo.

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    2. Eu se fosse passageiro iria pedir para nao fumar dentro do carro,
      Fica depois um cheiro impregnado....
      O bom e dar uma parada , uma esticada nas pernas e aproveitar para fumar um cigarrinho

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    3. Eu gentilmente recusaria o pedido, pois aprecio fumar dirigindo quando não tenho que "trabalhar" o volante. Além do quê o tempo para fumar um cigarro não passa de 5 minutos e a renovação de ar mesmo com ar-condicionado ligado e vidros fechados é rápida em praticamente todos os carros hoje. E tem a providência adicional que citei. Parar em viagem? O menos possível. É a principal razão para eu valorizar autonomia.

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  24. Consumo de combustível impressionante como esse e a Mercedes quer entrar na onda dos flex... Pra quê?

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    1. Se bem que nesses motores ultraeconômicos ainda há a vantagem de haver boa margem para que a flexibilização não ponha tudo a perder. Se a média de consumo com gasolina cai de 18,5 para 17,5 km/l (imaginando um motor bem flexibilizado), ainda assim é um senhor consumo baixo para um carro de tal tamanho, peso e potência.

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  25. Bob vc poderia colocar as marchas que engrenam em cada um dos diferenciais? Peço isso pois pude ver que a 3ª é mais curta que a 2ª, a 6ª é quase igual a 4ª e mais curta que a 5ª e por fim a 7ª é mais curta que a 5ª, falta ainda a relação da ré e diferencial engatado, meu chute é esse aqui:
    (marcha e diferencial e a redução combinada, os asteriscos são meus chutes)
    1ª e 1º= 15,9418 *
    1ª e 2º= 9,2254
    2ª e 1º= 10,0359 *
    2ª e 2º= 5,8077
    3ª e 1º= 11,9770
    3ª e 2º= 6,9310 *
    4ª e 1º= 4,9147 *
    4ª e 2º= 2,8441
    5ª e 1º= 3,5931 *
    5ª e 2º= 2,0793
    6ª e 1º= 4,7908
    6ª e 2º= 2,7724 *
    7ª e 1º= 3,8822
    7ª e 2º= 2,2466 *

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    1. Indo na carona da dúvida do anônimo, queria saber porque as caixas de marchas dos carros mais novos não contam com nenhuma relação 1:1... Essa relação não é a mais eficiente do ponto de vista energético?

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    2. Thales Sobral
      Com o emprego cada vez maior de câmbios robotizados em transeixos, não há como dar relação 1:1 (direta), e fazê-la no par de engrenagens é impraticável por questão do inevitável ruído de engrenagem que surgiria em pouco tempo, pois um dente sempre encontraria o mesmo correspondente na outra engrenagem. O único transeixo que teve última marcha direta foi o do primeiro Mini, pois a BMC aproveitou o câmbio do Austin A40 por questão de custo e foi feito um arranjo todo especial para que a quarta continuasse direta. Já nos câmbios epicicíclicos isolados, como nos BMW de oito marchas, a sexta é direta e a sétima e a oitava são multplicadas.

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  26. Nessas embreagens a banho de óleo a patinagem não as danifica precocemente como nas a seco??

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    1. Provavelmente elas duram bem mais. Aliás, embreagem em banho de óleo é característica de transmissão de duas embreagens que suporta mais torque (vide Veyron).

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    2. O sistema desliga-liga motor ajuda neste caso.

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  27. Esse carro me entusiasma pelos detalhes técnicos, bastaram 156 cv... menos potência do que um Cruze, para alcançar 223 Km/h, encostando no para-choque de um Jetta TSI com 55cv a mais... É uma prova inquestionável, que além de eficiência no motor, os nossos carros precisam de eficiência aerodinâmica... O que um Cx 0,23, não é capaz de fazer? E não é de duvidar, que acelere, junto com o Golf GTI, bem mais leve, e consuma como um Mille economy a 120 Km/h constantes... Se antes imaginava que o limite de 0,27 era intransponível para um carro "normal" esse Mercedes me prova, que é possível ir além, sem recorrer a recursos esteticamente estranhos, como rodas cobertas, ou ausência de retrovisores... Aliás, se contesta o balanço traseiro e alguma estranheza no belo desenho, mas tudo está em seu devido lugar, em nome do vento.. É uma lição que deve ser seguida, do sedan premium ao 1.0 de entrada.. O preço, porém, não me entusiasma, tem o peso da grife, e um interessante Fusion 2.0 ecoboost 35.000 reais mais barato... Mas a compra dessa Mercedes me parece muito mais coerente do que gastar a mesma grana em uma Santa Fé, Hilux SW4 ou Trailblazer.

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    1. Rogerio
      Concordo com seu ponto de vista...
      Agora a aceleração desse Mercedes se equipara ao do Golf 1.4.
      O GTI e muito mais rápido e veloz que esse Mercedes, nao se engane

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    2. O Cruze têm apenas 144 cavalos no etanol e o GPS (velocímetro sempre mente) no Jetta só vai parar lá nos 238 km/h reais; mas mesmo assim seus comentários são bem pertinentes, esse mercedes de fato é um carro incrível.

      Lembro que o Vectra GSI com 150 cavalos "chocou" o mercado com seus 215 km/h (Autoesporte) reais de máxima nos anos 90; coisas de uma carroceria bem afilada.

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    3. Eu realmente pensava que o Cruze tinha 160 cv... O cx é de 0,31 no sedan... não é ruim, mas não se comprarar com o 0,28 do Vectra B (1996-2005), que ainda tinha a área frontal menor... Já o Cruze Hatch tem um feio Cx de 0,35, e GM ainda tem a cara de pau de declarar, que tal piora se deve às formas da carroceria... de certo eles se esqueceram do Astra (Cx 0,30).. A Chevrolet já respeitou muito o vento, hoje fabricam o Agile... o monstro inimigo do vento...

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  28. Bob, este carro está sendo comercializado hj por uma média de R$151.000,00 nesta versão top de linha com acessórios da série 250. Quanto você acha que será a depreciação de um veículo como este no primeiro ano e segundo ano em vista que é uma edição limitada?
    Discutindo com um amigo, disse que por ser limitada, especulo que o valor do veículo continuará alto por um bom tempo e ainda terá bastante procura. Calculo uma depreciação de no máximo 15% no primeiro ano + 5% no segundo totalizando 20% em 2 anos. Isso pra vender rápido! Ele discorda e acredita que mesmo sendo limitado, terá uma depreciação de 20% no primeiro ano mais 10% no segundo totalizando 30% em 2 anos.
    O que você acha?
    Obrigado
    Abs
    Ricardo

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