FORD NEW FIESTA HATCH S 1,5, NO USO

Fotos: autor                                   



Como era de se prever, os 111 cv a 5.500 rpm, com álcool (107 cv a 6.500 rpm com gasolina), do New Fiesta 1,5 são plenamente suficientes para dar boa desenvoltura ao modelo hatch da Ford. Segundo a fábrica, ele atinge 180 km/h de máxima e faz o 0-a-100 km/h em 12,2 segundos (12,7 s com gasolina), números que, apesar de não serem espetaculares, podem ser considerados bons. Não é esse o seu forte, números. Seu forte é como ele se comporta na prática, na estrada e na cidade. Explico: o torque máximo desse motor de duplo comando de válvulas é de 15 m·kgf (álcool; 14,8 m·kgf com gasolina), surge algo tarde, a 4.250 rpm , mas mesmo assim ele é bem elástico, oferece boa potência em baixa para acelerar rápido este hatchback de 1.108 kg, resultado da relação peso-potência de 10,5 kg/cv.

Vale notar que no 1,6 (por nós já testado) há variador de fase na admissão e escapamento e neste 1,5 VCT, só na admissão. Mesmo assim tem boa pegada em baixa e sobe rápido até 6.720 rpm, quando vem o corte, limpo. É um motor dos que chamamos de girador, gosta de giro alto e segue subindo com vigor. Seu funcionamento é suave e silencioso e seu ronco em alta é muito agradável. Ele é superquadrado, ou seja, o diâmetro dos cilindros é maior que o curso dos pistões (79,0 mm x 76,4 mm) e a velocidade média de pistão é baixa, 16,5 metros por segundo a 6.500 rpm. O bloco é de alumínio.

Com ele, quase tudo são flores

                            
Vale notar que o torque máximo do 1,6 é de 16 m·kgf a 5.000 rpm (álcool), portanto, em baixa não há muita diferença de resposta entre o 1,5 e o 1,6. A coisa só muda mesmo de figura quando em giro alto, quando os 19 cv de diferença entre as potências máximas se faz valer. Mas na prática, no dia-a-dia urbano, por exemplo, quase que não há diferença, tampouco na estrada caso se viaje no estilo papai-e-mamãe. O motor pouca bola dá para o carro estar carregado ou não, e muito menos bola dá para o ar-condicionado.

Motor 1,5 de duplo comando que não tem vergonha de se mostrar. Não tem aquelas horrendas capas plásticas.
                                                     
Os modelos equipados com motor 1,5 só vêm com câmbio manual de 5 marchas, que está perfeitamente escalonado para o conjunto. Suas marchas são relativamente longas – chega praticamente a 90 km/h em 2ª, por exemplo – e a 120 km/h o giro é 3.300 rpm, rotação em que o motor gira agradavelmente silencioso; a velocidade máxima é atingida em 4ª, a 6.100 rpm (o câmbio robotizado Powershift de dupla embreagem e 6 marchas é associado ao motor 1,6 apenas). A alavanca de câmbio é tipicamente Ford, um pouco mais comprida que a média, como no Fiesta de 2ª geração daqui. O trambulador é preciso e a carga de engate é baixa. O posicionamento dos pedais é bom e o punta-tacco sai fácil, só um pouco prejudicado pelo console intrusivo que, por sinal, incomoda raspando uma quina de plástico duro em nosso joelho.

Como no 1,6, não existe mais sistema auxiliar de partida a frio, com seu famigerado reservatório de gasolina, solução moderna e que representa uma preocupação a menos.
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Visual esportivo
                                        
Mas seu ponto forte, mesmo, já havíamos levantado isso no New Fiesta 1,6, é o ótimo acerto de suspensão, e isso, particularmente, é o que mais aprecio num carro. Não adianta muita coisa ter um motor forte se o carro não for bom de chão, e o New Fiesta me conquistou exatamente nesse aspecto, pelo bom comportamento. Na estrada segue reto feito uma flecha e entra nas curvas com facilidade e precisão. Dos modelos da categoria que testei o New Fiesta foi o que mais me agradou. Havendo condições, ele pode viajar a 150 km/h sem que se perceba a velocidade, pois ele segue firme, tranqüilo e não se nota esforço ou vibração do motor, que é nitidamente mais suave que o 1,6.

Bom espaço para cabeça, mas ruim para as pernas
                                          
Entre esses pequenos hatches, este é o que proporciona as melhores, mais rápidas e descansadas viagens, ao menos para os que vão nos bancos da frente, pois o banco traseiro, apesar de ter bom espaço para a cabeça, peca em ter pouco espaço para as pernas (a própria Ford o admite). E, esclarecendo, não é que eu incite o leitor que viaje assim, acima da velocidade legal. O que quero dizer é que se a 150 km/h ele segue passando segurança, dá para imaginar então como ele vai a 120 km/h.

Boa ergonomia, volante tem ampla regulagem de altura e distância, bom trambulador. Só o console incomoda.
                                        
Com ele também peguei estrada de terra e me surpreendi com o quanto ele também vai bem nessas condições. Vai macio e silencioso, vidros fechados, ar-condicionado ligado e, lenha na terra. Boa tração. Só notei algo indesejável em ondulações em que as rodas dianteiras descem mais rapidamente: a pancada clássica de falta de batente hidráulico de distensão nos amortecedores, algo que a fábrica bem poderia ter providenciado nesse novo Fiesta, já que se trata de uma solução antiga e bem conhecida. A suspensão dianteira, como se vê na foto, mostra o braço de controle perfeitamente horizontal, e a isso se deve boa parte do bom chão que tem.


Suspensão dianteira como deve ser
                                          
Quanto a consumo, na cidade, com álcool, fez entre 7 e 9 km/l, dependendo do tráfego, e na estrada fez entre 10 e 10,5 km/l. Os números de consumo oficiais, já segundo a nova metodologia estipulada pelo Inmetro, são 7,8 km/l cidade e 9,6 km/l, estrada.

Consumo médio de álcool após a feitura do vídeo: 10,2 km/l
                                         
No mais, a avaliação que fiz do New Fiesta 1,6 com câmbio Powershift explica bem as impressões que tive do carro, que reputo o de melhor estabilidade do seu segmento. Ao menos para mim, é o melhor. Consegue ser macio e leve ao rodar devagar e incrivelmente bom numa tocada bem rápida. O S 1,5 tem condições de oferecer prazer autoentusiástico, sim senhor. Preço básico da versão: R$ 39.890.


Fico só imaginando o bom hot hatch que deve ser o New Fiesta ST, que a Ford está prometendo trazer em breve. Aí são 180 cv...                                     
                                     

Um pequeno vídeo:




AK



FICHA TÉCNICA FORD NEW FIESTA S 1,5

MOTOR
Denominação
Ford Sigma 1.5 Flex N-VCT
Tipo
4 cil. em linha, transversal, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas, correia dentada, variador de fase na admissão, 4 válvulas por cilindro
Diâmetro e curso
79 x 76,4 mm
Cilindrada
1.499 cm³
Taxa de compressão
11,1:1
Potência (cv/rpm)
107/6.500 (G), 111/5.500 (A)
Torque (m·kgf/rpm)
14,8/4.250 (G), 15/4.250 (A)
Formação de mistura
Injeção eletrônica seqüencial no duto
TRANSMISSÃO
Câmbio
Transeixo manual de 5 marchas + ré,  tração dianteira
Relações das marchas
1ª 3,846; 2ª 2,038; 3ª 1,281; 4ª 0,951: 5ª 0,756; ré 3,615
Relação do diferencial
4,070
SUSPENSÃO
Dianteira
Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira
Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo
Pinhão e cremalheira, assistência elétrica
Diâmetro mínimo de curva
10,1 m
FREIOS
Dianteiros
A disco ventilado
Traseiros
A tambor
Controle
ABS, EBD
RODAS E PNEUS
Rodas
Aço, 6Jx15 (opcional alumínio 6,5Jx16)
Pneus
195/55R15 (opcional 195/50R16)
CONSTRUÇÃO
Tipo
Monobloco em aço, hatchback 4-portas, 5 lugares, subchassi dianteiro
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto
0,33
Área frontal (calculada)
2,316 m²
Área frontal corrigida
0,764 m²
DIMENSÕES
Comprimento
3.969 mm
Largura (com/sem espelhos)
1.978/1.787 mm
Altura
1.464 mm
Distância entre eixos
2.489 mm
CAPACIDADES
Porta-malas
281 litros
Tanque de combustível
51,6 litros
PESO
Em ordem de marcha
1.108 kg
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h
12,7 s (G), 12,2 s (A)
Velocidade máxima
180 km/h (G e A)
CONSUMO
Cidade, km/L (L/100 km)
10,8 (G), 7,8 (A) / (9,2 G, 12,8 A)
Estrada km/L (L/100 km)
13,7 (G), 9,6 (A) / (7,3 G, 10,4 A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 última marcha
36,7 km/h
Rotação a 120 km/h últ. marcha
3.300 rpm
Rotação à vel. máxima/marcha
6.100 rpm / 4ª

(Atualizado em 14/09/13 às 18h45, correção de informação, versão é S e não SE)

96 comentários :

  1. Como produto em si, não tenho dúvidas de que ambos me seriam plenamente satisfatórios e corresponderiam às minhas expectativas e necessidades já em suas versões 1.5, mas custando a mesma coisa, ainda ficaria com um Peugeot 208 Pack. Vou dar duas razões para minha escolha, uma subjetiva, e a outra prática: a subjetiva é que acho o 208 mais bonito por fora e por dentro. A prática é que essa política de revisões semestrais da Ford é uma aporrinhação. Esta, aliás, foi uma das três principais razões (as outras duas foram o espaço e o tempo de garantia maiores) que me fizeram optar pelo Logan Privilège 1.6 8v em detrimento do Fiesta Rocam sedã 1.6. Sendo o preço de ambos o mesmo, e os equipamentos também, o Renault ganhou a parada. Em tempo: não me arrependi nem um pouco em ter ficado com aquele que muitos, numa tentativa boboca de desmerecer o carro, preferem chamá-lo de "Dacia" Logan, ao invés de Renault Logan.

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    1. Temos um Logan 1.0 16V, se houver uma expressão que rebaixe mais ele que chama-lo de Dacia, me diga que eu passarei a usa-la com muito prazer. Em tempo, também temos um Clio sedan 2003 1.0 16V, humilhação é pouco para a diferença entre eles.

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    2. Chamo os Logan, Sandero e Duster como 'Dacia', mas não os desmereço. Tanto que tenho 2 deles. E pretendo continuar na marca, especialmente pela excelente relação custo-benefício, e pelo redesign do Logan.

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    3. Paulo: não conheço, pois sem a menor necessidade e intenção de usar tal expressão, só estaria perdendo tempo em procurar.

      Tuhu: também não ligo que os chamem de Dacia, só acho bobo quando usado como tentativa de depreciação por quem, na imensa maioria das vezes, tem carros diante dos quais um "Dacia" não fica devendo nada, mas falam como se tivessem um Audi A8 ou coisa que o valha, ou seja, comem da mesmíssima sardinha, mas arrotam caviar.

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    4. Aliás, se viesse pra cá o Dacia Logan MCV, eu me candidataria a comprar...

      http://carplace.virgula.uol.com.br/por-6-995-libras-logan-mcv-e-perua-mais-barata-do-reino-unido/

      Só quem não tem deprecia os 'Dacia'. Acabei de voltar de Campos do Jordão e o nosso Logan 1.6 fez 12 km/l de etanol, andando numa média horária de 95 km/h - dados do computador de bordo.

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    5. Mr. Car, só pra constar, qualquer óleo do planeta tem prazo de validade de 6 meses, imagina com o combustível lixo vendido no Brasil... As revisões de verdade da Ford são anuais, explico: Quando você compra o carro 0 km por lá, deve comparecer ara trocar o óleo 6 meses depois e SÓ troca de óleo, que num fiesta rocam sai por 170 reais; Então, mais 6 meses (total de 1 ano), vem a revisão de verdade, com trocas mais específicas. Depois de 6 meses, novamente SOMENTE troca de óleo e assim vai. Desculpe, mas o logan apanha feio do fiesta rocam que, se não é novo, ao menos não é feio nem é projetado barato feiro para o terceiro mundo. Acredito que vc não fez um bom negócio.

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  2. Só por curiosidade, o que foi o estouro do vídeo em 2:46? Foi o carro pulando na ponte?

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    1. Anônimo, eram placas de ferro provisórias sobre ponte.Na real o barulho não foi tão alto. A câmera é que de algum modo exacerbou a coisa.

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    2. Parece um tiro na gravação!
      Ótimo vídeo, de qualquer modo.

      Um carro que eu compraria, se fosse trocar hoje.

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  3. Belíssimo carro, gostoso de guiar, estavel e bonito, um coringa do segmento.

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  4. Mr. Car
    Vale lembrar sempre que um ano é muito tempo para troca de óleo. Eu jamais faria isso. Com nosso combustível, trocar o óleo uma vez ao ano é um atentado. Com certeza, no longo prazo a política de revisões a cada 6 meses é a mais adequada, e terá que ser regra entre as fábricas que quiserem garantir a durabilidade de seus motores.
    Guilherme

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    1. Guilherme
      Trocar óleo do motor a cada 6 meses, só se for pelo prazer de trocar, pois para o motor não há absolutamente nenhum benefício. Meus dois carros de 1 litro estão com 110 mil e 150 mil km, com troca de óleo anual ou a cada 15 mil km. E nada de óleo sintético ou semi-sintético. Troca a cada 6 meses é apenas estratégia da fabricante para gerar tráfego nas concessionárias.

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    2. Bob Sharp,

      Tenho um Corsa 1.4 2012 e pretendo rodar 10.000 km com o óleo mineral 5w30. Teria alguma razão para eu trocar pelo sintético? Grato.

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    3. Pondo o óleo recomendado pela fábrica no prazo de um ano (menos, apenas em condições de uso "severo" ou alta quilometragem, se for o caso), e atentando para se abastecer em postos de confiança onde nunca se tenha notado nenhum indício de combustível "batizado", este tempo é perfeitamente aceitável. Tenho feito isto com todos os meus carros, e jamais tive o menor problema. Esse período curtíssimo entre as trocas tem sim um "cheiro" forte de uma política de caça-níqueis sendo praticado pela Ford.

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    4. Pode rodar com esse óleo mineral sem problema algum. Mas siga estritamente o que diz o manual quanto a tipo de óleo.

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    5. Mesmo os óleos API SL suportam 1 ano perfeitamente, exceto em certos motores muito quentes. Agora, os modernos SN, ou até mesmo os anteriores SM, suportam 1 ano tranquilamente mesmo em motores turbo.
      PS: Por preferência pessoal, troco o filtro de óleo sempre, e não alternadamente como o "recomendado".

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    6. Bob, veja se voce encontra alguma logica nisso:
      De 97 a 2001 a GM recomendava troca de oleo com 4000km (uso severo) ou 10000km (uso leve).
      De 2002 a 2005 ela mudou a recomendacao para 7500km/15000km, e passou a indicar 5W30 onde antes era 20W50.
      De 2006 a 2011 manteve o 5W30 mas voltou a recomendacao para 5000/10000km.
      E então, porque esse aparente "regresso"? A resposta é: porque trocando-se com 15000km, quando o motor atingia 90000km, ja havia acumulado sludge suficiente para entupir a bomba de oleo e perder o motor inteiro.
      Muito motor bom de VECTRA B foi ara retífica prematura devido a esse erro da GM. E tanto foi um erro que em 2006 ela corrigiu isso.
      Eu mesmo quase perdi um motor. Para minha sorte, ao abrir a tampa do oleo aos 90000km, notei que havia algo estranho. Imediatamente abri a tampa de válvulas e vi o tamanho da desgraça! Os comandos estavam totalmente submersos em sludge.
      No mesmo dia parti para a desmontagem integral, seguida de limpeza química e inúmeras medições. Para minha sorte, nada foi danificado.
      Porém, 10000km a mais seriam uma catástrofe total.
      Portanto, rodar 15000km com o oleo? Por mim, nunca jamais em tempo algum. É uma economia de 50 ou 100 reais que pode sair MUITO caro.

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    7. Também não rodo 15 mil km com o mesmo óleo. No máximo 10 mil, e se os engarrafamentos forem poucos neste período. Há que se verificar o tipo de uso do carro.

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    8. A Peugeot recomenda um lubrificante semissintético para o 207, 15W50 API-SL. Caro (em torno de 45 Reais/Litro), tive o dissabor de rodar 10 mil km em 6 meses (maior parte em estrada) e ao desmontar o filtro de óleo (do tipo que saca apenas o cartucho) vi a borra que mais parecia um pote de graxa. Um abusurdo!

      Depois dizem que as fábricas "controlam" o óleo que recomendam. Será mesmo?

      (Em tempo: Faz 30 mil km que estou usando o mineral Ursa TDX para motores a diesel API CI-4/SL SAE 15W40 que compro para o MWM e nunca mais vi borra no motor - e em todos as Saveiros que tive, também sempre usei lubrificante de motores diesel)

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    9. Tô com você bussoranga. Meus carros rodam no máximo 5.000km ou 6 meses com o mesmo óleo. Filtro trocado a cada troca. Óleo sempre de ótima qualidade/especificação. Se não fizer bem para o motor, tenho certeza absoluta que mal não faz. E não são 100 / 200 reais que vão me deixar mais pobre.

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    10. Antônio Martins15/09/13 02:11

      Infelizmente pegou o conceito errado de que o óleo novo garante maior proteção do que um óleo usado mas ainda em boas condições.

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    11. Show de brasileirismo aqui. Trocar marcha a 1500 rpm, por oleo novo cada 6 meses (mesmo que seja o tipo errado) e achar que trocar com 10 mil km estraga o carro.

      Seu bussoranga, se a GM errou ela errou. Tem carro que recomenda troca com 30 mil km fora daqui e nada de errado acontece. Quando nossa gasolina passar a ter pouco enxofre, nossos carros que usam bons oleos hoje continuariam a trocar oleo como se estivessemos nos anos 70. Vamos jogar fora oleo bom e torrar dinheiro nas concessionarias ou nos centros de troca de oleo (um negocio que apenas no Brasil possui boa receita, devido a maioria trocar de oleo cada 4 meses e quase sempre pelo oleo errado, o que prejudica o carro).

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  5. Show de bola a matéria...parabéns...

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  6. O carro é muito bonito, como o 1.6, já que externamente são iguais. Acho que a Ford acertou em usar um motor menos tecnológico e retirar alguns itens de perfumaria para aproxima-lo do segmento dos "populares" de 38 a 42 mil. Agora, uns comandos de som no volante não fariam mal, coisa que tem em outros carros do segmento por preços menores. Na minha realidade financeira, por 42 mil, um Civic ou Corola semi-novo dormiriam em minha garagem, não o dito Fiesta ou qualquer "popular anabolizado" por opcionais.

    Daniel Libardi

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  7. Fiesta ST com cambio manual!

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  8. Arnaldo, Bob, por que a maioria desses novos carros não vem com faixa degrade no para brisas? Antes era raro encontrar um modelo sem, hoje é raro encontrar um que venha e mesmo nos mais caros.

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    1. Tudo obra do Custo, o Fantasminha!

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    2. Lorenzo Frigerio14/09/13 16:58

      Antigamente, os parabrisas "apenas ray-ban" eram temperados, como todos os parabrisas da época, e a cor fazia parte do vidro. Parece que, hoje, é obrigatório que sejam laminados (é por isso que pequenas pedras podem iniciar rachaduras que obrigam sua troca). Então, Bob, o que determina a coloração do vidro, nos dias de hoje, é o filme dentro das duas fatias de vidro. Não há nada que determine um custo maior para a faixa degradê. Acho que a razão está no fato de o parabrisa ser importado de países onde não se usa a faixa, por razões puramente culturais.

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    3. Antônio Martins14/09/13 18:42

      Outra economia é lente plana na esquerda e falta de alças de teto. E deveria ter banco traseiro bipartido pelo menos nos 1,6.

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    4. Lente plana é coisa de carro norte-americano. Porque os yankees são burros demais para entender a distancia real indicada pelo convexo [ou pelo menos é isso que a lei faz parecer]. A parte isso, é interessante notar que quase todas as marcas usam as lanternas/luzes de freio conjugadas com o pisca. Ou seja, prejuízo duplo causado por apenas uma lampada, ou problema na instalação. De toda forma, quando viajei à Orlando, aluguamos um Escape XLT pela Hertz [uma porcaria, carros demasiadamente rodados e em mal estado] que estava com a lanterna funcionando, mas a luz de freio e o pista não, o porque eu não sei.

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  9. O único defeito realmente sério desse carro para mim é o espaço no banco traseiro. Está certo que nenhum carro compacto esbanja espaço, mas de todos os carros da mesma categoria que tive a oportunidade de verificar (Gol, Polo, Etios, C3, 208, Punto), o Fiesta novo foi o único em que simplesmente não consegui sentar "atrás de mim mesmo" de forma satisfatória. Nos outros eu fico com o joelho a poucos milímetros ou levemente encostados no banco dianteiro, já no Fiesta eu só consegui me encaixar no banco traseiro com as pernas abertas e os joelhos deslocados para o lado. E nem sou tão alto, tenho 1,81m.Outra coisa que desanima é o acabamento interno das versões 1,5 fraco demais para a faixa de preço. Nas versões 1,6 o acabamento melhora, mas aí já são uma opção pouco racional pois entram na faixa de preços de carros médios.

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    1. Faço minhas as palavras do anônimo. É carro para solteiros, o que não tira suas qualidades, ótimo motor e design. Só não venderá mais por sua cabine apertada.

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  10. AK,
    Um bom substituto pro Focus mk1?
    Grande abraço

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    1. Neeeeeemmmmm a pau!
      Focus MK1 se troca por Focus MK2.
      Ou, se puder, por Focus MK3 Duratec Directflex.

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    2. Caio,

      Porque não? Tem menos espaço interno, mas é ainda mais gostoso de guiar que os dois, a meu ver. Só depende de sua necessidade de espaço, principalmente no banco traseiro.

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    3. Arnaldo,
      respeito imensamente sua opinião, mas concordo com o Bussoranga.

      Tenho um Focus MK1 e semana passada levei minha esposa pra fazer o test drive no Fiesta 1.5.

      Andamos no carro, gostamos e tudo mais, sentamos para ver preço e cores. R$ 43kg num 1.5 SE prata. Dentro do que queríamos gastar.

      Aí fui ver um Focus 2012 preto, 2.0 mecânico que achei no Webmotors. Único dono, tratado a pão-de-ló, com 15.000km.

      Partida sem chave, mylink completo com comandos de voz, sensores de chuva e crepuscular, retrovisor fotocrômico e por aí vai.

      E pelo mesmo preço do Fiestinha...ainda que não seja zero km.

      Fechamos na hora com o Focus e minha esposa está absurdamente feliz com a escolha.

      Gostei muito desse Fiestinha, mas o comportamento do Focus como carro é muito superior. É aquele comportamento sólido de suspensão, de carroceria firme, que sabe ser muito estável e ainda assim bastante confortável. E muito silencioso.

      Em novembro, se Deus quiser, o MK1 vai ser trocado pelo MK3 (Titanium hatch Powershift) pra mim. Que chegue logo.

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    4. Caro Marcelo, eu também respeito imensamente a sua opinião, tanto que acredito que você fez a escolha certa. Sabe porque? Porque sua esposa, com vc diz, está imensamente feliz, e isso é o que importa, estar satisfeito com o modelo escolhido, e é para isso também que estamos aqui, para isso os testamos e informamos o que apuramos.
      Mas, veja bem, a pergunta que o Caio me fez era se ele seria um substituto para o MK1 e eu respondi que "sim, porque não? que dependeria do espaço interno, etc". Só isso. Por esse valor vc poderia ter comprado um BMW com alguns anos mais e tudo bem, estar feliz, ou um Azera e estar feliz, etc.
      O importante é, como disse, nossa família estar satisfeita. Parabéns por isso.

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    5. A manutenção do Fiesta vai ser muito mais em conta que a do Focus em um primeiro momento. Isso conta muito para quem tem um orçamento apertado.

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    6. Para quem não se importar em ficar com um carro "desatualizado" em pouco tempo, há grandes oportunidades hoje no Focus Mk2. Comprei um hatch GLX 2.0 manual com todos opcionais, inclusive ar digital com comando de voz (o que é totalmente inútil, diga-se) por R$ 53.640,00, 10% de desconto sobre a tabela, ainda financiamento de metade do valor em 36 x "sem juros" (eles cobram uma taxa de R$ 1.800,00 diluída nas prestações).
      Um Fiesta 1.6 custa bem mais de R$ 50.000,00 serem a menor facilidade. Certamente o preço inicial do MK3 será assustador.
      Bem, sobre o carro, o que há a dizer?

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    7. Entendo e concordo com todos, mas o Arnaldo acertou em cheio.
      O Focus cresceu, ganhou gordurinhas, equipamentos e quetais. Pensando somente no prazer e diversão, deixando de lado espaço, mimos e conforto, pensei: seria o Fiesta um bom substituto para o Focus mk1?
      Tenho ouvido falar muito bem do acerto de chão e dos motores. Dizem que que o eixo de torção atrás está no ponto.
      O jeito é dirigir um e tirar minhas conclusões!

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  11. Gosto é gosto é gosto, mas eu prefiro muito mais um motor que gire menos e tenha mais força. Ficar subindo giro toda hora não é comigo.

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    1. André, ninguém aqui falou que ele não tem força em baixa. Por favor, releia e verá que foi dito que tem, sim. Não é preciso ficar subindo o giro, não. Por favor, releia.

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    2. Nem você disse, nem eu Arnaldo. O que eu me refiro é que o torque máximo, que já não é tão bom, vem em elevadas rotações. 15 mkgf 4.250 rpm no 1.5 e 16 mkfg a 5000 rpm!!! no 1.6. Muita coisa para o meu gosto. Eu particularmente prefiro mais força e entregue na faixa de 2000 a 3000 rpm.
      Eu tenho um brinquedo 1995 para fim de semana, que tem 17,3 mkgf a 2600 rpm. Motor pequeno e original. Ando sempre com rotação bem baixa e sempre tem muita força disponível. Eu adoro essa característica. Como disse. Questão de gosto. Eu dificilmente compraria um carro com esses números e características que o Fiesta tem.

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    3. Esse brinquedo 1995 é um Santana 2L?

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    4. André, e eu dificilmente deixaria de comprar um carro só por olhar os números.
      O fato do torque máximo ser a 4.250 rpm não quer dizer que entre 2.000 e 3.000 rpm o torque esteja baixo.
      O seu brinquedo pode ter esse bom torque a 2.600 rpm e ter pouca potência máxima, pode ser um motor tipo o do Lada Laika, motor de jipe. O melhor, meu amigo, é sentar ao volante e tratar de guiar. Se uma foto vale por mil palavras, uma guiada vale por 5 mil. Pode crer que o 1,5 é elástico. Também gosto de motor com boa pegada em baixa, tal qual você gosta.

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    5. Bom Arnaldo, você pode estar certo e isso ser coisa minha, mas tô associando por exemplo com o 1.6 THP do DS3 que dirigi. Não gostei. Motor totalmente morto até próximo a 2000 rpm. Depois fica legal. Daí penso que um 1.6 turbo não me agradou, quanto mais um 1.5 com torque máximo elevado.
      Eu realmente gosto de rotação baixa. Andando na boa minhas trocas são sempre a 1500 rpm e o meu carro sempre responde muito bem. Se preciso ser um pouquinho mais rápido levo a 2000 rpm. Sobre rodar em alta, não digo que o motor dele é um primor, mas em 1995 quando era novo, eu andava fácil a 220 km/h na rodovia do Bandeirantes. Motor girando tranquilo e carro grudado no chão. Hoje já não faço isso, apesar de achar que ele ainda suporta. Máximo que fiz há um tempinho atrás foi 160km/h para testar o balanceamento.
      A hora que me sobrar um tempinho acabo fazendo um teste no Fiesta pra ver o que acho.
      Valeu Arnaldo.

      PS: Daniel, é um Astra Belga

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    6. André Castan
      É impossível um motor ser "totalmente morto" até próximo a 2.000 rpm, se o torque máximo (24,5 m·kgf) surge a 1.400 rpm, pouco mais que rotação de marcha-lenta. No caso do New Fiesta 1,5, embora o pico de torque seja a 4.250 rpm, em rotação mais baixa o torque também é alto, característica de todo motor moderno. Foi o que o Arnaldo disse, boa pegada em baixa. Mesmo caso do JAC J3, 14,1 m·kgf a 4.500 rpm, mas que em baixa rotação, na faixa que você aprecia, já empurra de modo convincente.

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    7. André, o jeito, então, é torcer para que o governo libere os motores a diesel para carros de passeio. Aí, quem sabe vem um New Fiesta a diesel?

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    8. Bob, você tem razão, mas é essa a sensação que eu tive. Inclusive, o AutoSegredos testou o carro e fez exatamente o mesmo comentário. E outras pessoas por lá também observaram isso. Realmente é muito estranho. Não deveria ser assim pelo que apontam os dados do fabricante. Porém pra mim não há dúvidas que até próximo de 2000 rpm o motor não tem fôlego. Talvez o Fiesta seja o contrário. Número indicam torque em alta e ele seja bom também em baixa.

      Arnaldo, que nossos "maravilhosos" políticos te ouçam. Não pensaria 2 vezes pra comprar um carro a diesel.

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    9. Carro a diesel, dirigi na Europa um Bravo 1.6 turbodiesel. É muito estranho um carro que vai a 4.500 rpm somente, por mais torcudo que seja. Prefiro um ciclo otto que vá a 6.500 rpm na estrada.

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    10. André
      O DS3 tem troque Max ja a partir de 1400 giros
      Isso e praticamente marcha lenta!
      Talvez o carro que vc dirigiu tivesse algum problema ou combustível batizado. Vc tem certeza que nao se esqueceu de soltar o freio de mão?
      Os números de desempenho , troque máximo e economia sao realmente fantásticos nesse seu Astra coreano! Parabéns por ter esse carro que apesar de nao ser novo , põe muito carro novo no bolso!
      Com esses números de performance e consumo vemos como a GM regrediu em matéria de carros e tecnologia. Uma pena para nos consumidores
      Abraço

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    11. Antônio Martins17/09/13 19:33

      Isso é medo de carga, por isso o pessoal do Autosegredos e NA vive dizendo que os PSA 1,6 turbo são fracos em baixa. Potência é resulltado de rpm mais carga, sendo que esta é ainda mais preponderante num turbo.

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  12. Arnaldo, já dirigiu o Fiesta baiano? Comparando os dois modelos, quais as melhoras e pioras mais significativas entre os dois modelos? Se você tivesse um Fiesta modelo antigo, você trocaria por esse novo? E porquê?
    Um abraço e obrigado.

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    1. Já o dirigi, sim, e bastante. O New Fiesta é bem diferente e bem melhor de chão, e olha que o outro até que é bom. Algumas diferenças você mesmo vai notar logo de cara ao fazer um test-drive de concessionária, vai notar que ele é mais gostoso de dirigir. O que não dará para saber é como ele é numa estrada, pois esses test-drives costumam ser curtos, e isso posso afirmar, na estrada ele é muito melhor, é mais esportivo, mais na mão, mais rápido e ao mesmo tempo mais confortável.
      Faltou uma crítica que me lembrei agora e não coloquei no texto: a tampa do porta-malas parece de papelão. coloquei sobre ela uma mochila meio pesada e aquilo veio abaixo. Nunca vi tampa mais tosca e frágil. Economia insensata..

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    2. O Fiesta baiano tem mais espaço pra cabeça, e para pernas também, atrás. E tem mais porta-malas.

      Dava pra fazer um carro gostoso de guiar sem prejudicar o espaço.

      Quase todo carro fica menor por dentro e maior por fora a cada geração - ou o ganho externo não compensa o interno - mas no New Fiesta ficou muito exagerado.

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    3. Acho que falam muito do espaço interno sem motivo.Ele é muito melhor que o do meu C3 atual. Não sou alto, 1,75 de altura e não dá para andar atrás de mim com regulagem confortável. Mas isso não impediu a compra do carro, pois nao ando com pessoas atras quase nunca. E quando preciso andar, eles vao exprimidos sem nenhuma vergonha disso.

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  13. Lorenzo Frigerio14/09/13 16:59

    Pelo visto, o motor deve ter boa relação r/l. Um bom exemplo para as outras "montadoras".

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  14. Olá Arnaldo. Na verdade essa é a versão S 1.5, e não a SE 1.5. A diferença é que a SE 1.5 possui rodas de liga, faróis de neblina, piscas nos retrovisores e algumas partes do acabamento interno pintadas de cinza. Tive o prazer de andar nesse carro, realmente ele tem uma dirigibilidade muito boa. O problema que persiste no New Fiesta, mesmo depois da nacionalização, é a altura da dianteira, em diversas situações as raspadas são certas, principalmente naquela borracha (ou plástico)embaixo do para-choque. O mesmo não acontece com o Peugeot 208. Como estou comprando um carro dessa categoria, estou fazendo uma extensa pesquisa. Lendo blogs, fóruns e sites descobri que muitos proprietários estão reclamando de problemas de montagem, barulhos de acabamento,necessidade da troca de componentes da direção...acho que são problemas típicos de lançamento que tendem a serem resolvidos com o tempo. Fazendo uma comparação superficial com o seu maior rival, o 208 1.5, o Fiesta se destaca em câmbio, motor e acho que em suspensão também, pois só dirigi o 208 na cidade. O 208 se destaca em acabamento e sistema multimídia. O Fiesta SE 1.5 é rival direto do 208 1.5 Active com pacote Pack, ambos na faixa dos 42 mil.

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    1. Gustavo
      Realmente. O problema foi termos sido informados que viria um SE e acabou vindo um S. Para complicar, a Ford não fornece lista de equipamentos completa no material de imprensa e nem no site, onde apareceriam claramente as diferenças entre o S e o SE. De qualquer forma, obrigado pelo alerta, já foi corrigido, inclusive o preço.
      Bob - editor-chefe

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    2. Pra saber as diferença tem que entrar no Monte o Seu.

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  15. essa politica de preços da ford foi essencial para se manter os preços de carros desta categoria. as outras fabricas tiveram de correr atras e rever a politica de preços e encaixa-las no mesmo patamar do fiesta. o padrao da industria é sempre a cada nova geração jogar o preço lá nas alturas e o consumidor q se exploda para pagar. Alguem duvida que a vontade da Peugeot era jogar o preço de todos os 208 lá para cima e lucrar horrores em cima dos clientes? Lembrem q a Peugeot lançou o 208 premier custando quase 55 mil reais!!! E era por aí que a francesa queria seguir, e se não fosse o fiesta, a peugeot estaria cobrando mais de 45 mil reais em um 208 com motor 1.5, manual e com vidros traseiros a manivela e se vacilasse até o ar cond ia ser opcional. Eu não tenho duvida nenhuma nisso. Se eu tivesse os 42 mil reais sobrando para investir neste new fiesta, com certeza o levaria para casa para ser o 3º carro da familia.

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  16. A Ford com esses "novos" motores 1,5 e 1,6 deveria te mantido a construção de correia do comando acionada por corrente. Além de ser uma manutenção que leva tempo, custo e possibilidade de má execução, em alguns lugares como a grande BH (região de minério) a correia não dura o que deveria durar, com risco de quebra.

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  17. Júlio Neves14/09/13 21:00

    Arnaldo, Bob e Portuga Tavares,

    Arnaldo: 1) a que voce atribui a maior aspereza do 1.6 da Ford do New Fiesta comparativamente a deste 1.5 do Post ? voce tem o valor da relação R/L dessses motores ? 2) voce acredita que, do ponto de vista técnico, a Ford poderia oferecer o câmbio PowerShift como opcional neste 1.5, assim como faz com o 1.6 ?

    Bob e Portuga: Está acontecendo a partir de hoje, 14/09, e até 17/09, a Exposição Sobre Carros Antigos (ESAV) de Viçosa - MG, no campus da Universidade Federal de Viçosa (UFV), onde sou professor, aproveitando o ensejo da 84a Semana do Fazendeiro. Seria possível, no próximo ano, contar com voces para nos ajudarem na divulgação do evento por intermédio do Autoentusiastas ?

    Abraços

    Júlio

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    1. Caro Julio,

      Não fui a fundo para saber o porque dessa impressão do 1,5 ser mais suave que o 1,6. Me desculpe, mas no momento não posso lhe dar uma resposta satisfatória. Não tenho a relação.
      O que é de estranhar também é que o 1,6 com Power-Shift cortava o giro a 6.200 rpm, ou seja, abaixo da potência máxima. Tem algo estranho aí. Falta testar o 1,6 com câmbio manual.
      Não vejo razão técnica que impeça o 1,5 de ter o Power-Shift. Parece que os motivos são só comerciais, mesmo.

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  18. Prof. Julio,
    Sim, pode contar conosco para a divulgação do seu evento do ano que vem.

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  19. A Ford poderia disponibilizar o câmbio PowerShift no Fiesta 1.5. Será que há planos para isso?

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  20. Júlio Neves14/09/13 22:04

    Bob,

    Gostaria de retificar o nome do evento: o nome correto é "Exposição Sobre Antigomobilismo de Viçosa". As Iniciais ESAV contituem também a primeira denominação da instituição que hoje é nossa Universidade, precisamente: Escola Superior de Agricultura e Veterinária, inaugurada em 1926, denominação esta que perdurou até 1948, quando passou a Universidade Rural do Estado de Minas Gerais (UREMG, e em 1969, com a federalização, passou a ser Universidade Federal de Viçosa (UFV).

    Muito grato pelo apoio do Autoentusiastas, certamente ele será muito importante para podermos contar com número ainda maior de expositores. Este ano talvez náo tenha havido tempo hábil para uma maior divulgação do evento, ficou basicamente no "boca a boca", mas ainda assim está sendo muito bom, e, principalmente, esta edição irá catalizar o interesse para as próximas.

    Abraço e novamente Obrigado.

    PS: Seu(s) post(s) sobre o saláo de Frankfurt saem ainda nestes próximos dias?

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    1. Caro Julio,

      agora é a minha vez de perguntar. Tirei leite por 30 anos, de 1976 a 2006, e dentro em breve pretendo voltar a esse vício, daí que eu gostaria de saber das novidades a respeito, variedades novas de capim, cruzas, manejo e adubação de pastagens, etc, temas que sei bem que a Universidade Federal de Viçosa, onde leciona, é ponta de lança em conhecimento. Poderia me escrever para ter seu contato, por favor? ( arnaldokeller@autoentusiastas.com.br ). Obrigado.

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    2. Júlio Neves14/09/13 23:20

      Caro Arnaldo,

      Será um prazer !

      Abraço

      Julio

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  21. Carro muito bem acertado, só não comprei porque um na época que troquei o carro (ano passado) ainda era o importado e estava bem caro...

    Por falar nisso, o Sigma 1.6 do new fiesta importado também tinha variador de fase só na admissão, ou não tinha nenhum?

    Quanto ao espaço traseiro, realmente é um carro para solteiros (aliás, se não fossem os preconceitos do nosso mercado, um 2-portas faria sentido)... mas, mesmo assim, me pareceu um pouco melhor de espaço que o HB20.

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  22. No olhometro pela relação peso/potência creio que esse carro acelera num tempo menor do que o divulgado pela Ford. Aliás parece que alguns testes já feitos por algumas revistas apontaram coisa se 11 segundos. Acho que a Ford divulga esse tempo para diferenciar das versões 1.6 que tem desempenho semelhante.

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  23. Olá Arnaldo e Bob. Comparando o diâmetro do volante do Fiesta com o do 208 seria correto afirmar que o volante de tamanho reduzido perde em precisão e ganha em agilidade?

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    1. Gustavo, acho que nem um nem outro. A diferença não é tamanha assim e o que conta mais é a velocidade de resposta do volante. Logo a gente se acostuma e boa, nem percebe a diferença.

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  24. Embora a Ford demore a apresentar modelos mais novos (apesar de quê, ultimamente, essa demora tem-se reduzido bastante), quando o faz, em geral aparece coisa boa. Esse novo motor Sigma está sendo um excelente substituto para as gerações de motores anteriores, verdadeiras usinas de força sem nenhuma tecnologia mirabolante por detrás e trabalham muito bem. E esse novo Fiesta se mostrou um verdadeiro foguetinho, anda bem pacas! Fiquei tentado em avaliar um Fiesta com esse motor 1,5-litro, me parece plenamente entusiasta.

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  25. Melhor que o Punto Sporting (com configuração de suspensão semelhante a do T-Jet) ???? Nossa que incrível se for mesmo assim, preciso dar um voltinha, ja fiquei animado com o carro rsrsrsrs

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    1. Daniel, ainda não dirigi o Punto Sporting, mas se ele tiver a mesma suspensão do T-Jet, ele é bem mais duro de suspensão que o New Fiesta. O T-Jet é excelente de suspensão, mas sacrifica um pouco o conforto pela maior esportividade. Acho ótimo, tudo OK, é um esportivo e é assim que tem que ser, mas já se insere em outra categoria.
      Se vc gosta de carro com bom chão, vá, sim, dar uma voltinha. Se possível, pegue uma estrada..

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  26. A Ford, desde a geração New Edge primou pelo acerto refinado de suspensão dos seus carros globais, haja em vita o afamado Focus e o divertido ford Ka Mk I.
    Não me admira, mas felicita ver que o Fiesta (nada de expressões marqueteiras pra mim) se mostra tão nativo em estradas sinuosas.
    Realmente a escolha dos carros nessa categoria, depende muito do que o futuro proprietário prioriza, prazer ao volante ou mesmice.

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  27. AK,

    Tem nego em outros sites falando que esse NFiesta 1.5 anda junto com o Punto 1.8.

    Procede?

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    1. Não os pusemos juntos para ver. Na verdade, tanto faz. Ambos andam satisfatoriamente bem. Andar um pouco a mais ou a menos, na prática, é irrelevante. Não são carros de corrida.

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    2. Obrigado AK.

      Penso do mesmo modo. O AE ainda está devendo a avaliação do Punto 1.6.

      Abraço.

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    3. Prezado Anônimo, fala do e-torq ou GM? Se for e-torq, acho que não anda não, fiz dois testes driver com este motor e acho que anda mais que o 1.5 do Fiesta.
      Se for o GM, aí falo pela experiência, pois tive um HLX 09/10 que troquei no NF 1.5 S há 20 dias: não chega nem perto!
      Adorava o Punto, rodei 151.000km nestes 4 anos e poucos e te falo que para superar, só 2.0 (alguns, MK2 não aguenta não) ou maior e turbos.
      Estou só 20 dias com o NF e 2.000km. Em comparação com Punto: a) anda BEM menos, b) consome BEM menos, c) a direção elétrica é tão boa quanto (a hidráulica do Punto) em alta e bem melhor em baixa, d) a suspensão é menos confortável, mas rola menos (os dois muito bons de curvas, um pouco mais o NF) e e) o câmbio do NF é anos-luz do Punto, muito bem escalonado. Melhor que ele, só Passat alemão.
      Enfim, cada um com uma vantagem, mais destaco que adquiri o Punto em maio de 2009 por 48k e o NF este ano por 38K, que - convenhamos - é uma bruta diferença!
      P.S. resta ver durabilidade do NF. O Punto passou com louvor.
      P.S 2 O pós-venda da Ford não conheço, mas dizem que ruim. Vai ser páreo duro, o da Fiat é uma droga!
      abs

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  28. Uma pergunta objetiva pra quem conhece e já andou nos seguintes carros: Considerando o mesmo preço: Qual é a melhor opção: Fiesta SE 1.5 X Gol Rallye X 208 Active Pack?

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  29. Estou rezando pra alguém fazer um test completo no 1.6 manual, e principalmente desvendar esse 0-100km/h absurdos de mais de 12 segundos!

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  30. Comprei um New Fiesta 1.5 e logo de cara viajei 2.800 km, aproveitando o percurso para alguns testes. Na faixa de 3.000 rpm em quinta marcha (120 Km/h) o carro retomava bem nas ultrapassagens e a economia ficou evidente (na faixa de 13 Km/L - com gasolina e A/C ligado). Nas curvas ele não desgarrava e a suspensão suavizou muito os buracos e ondulações da BR-153. Outro ponto favorável para o modelo foi o ruido interno que praticamente não se ouve o motor, mesmo em altas rotações. A noite o conjunto de farol iluminaram muito bem, sendo que mesmo em luz baixa vários veiculos "solicitavam" que abaixasse o farol (eu estava sozinho e sem carga). Os freios atuaram bem, assim como a direção elétrica facilitou muitas manobras em estacionamentos de hotéis e na cidade. Durante a compra fiz o seguro e para minha surpresa achei várias promoções para esse modelo de carro e optei pela cobertura completa pois o preço saiu muito em conta.

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  31. Luciano Oliveira21/10/13 14:45

    Tenho um Titanium manual e o único problema desse carro é a suspensão. Que barulho terrível quando se passa em piso irregular! Já me falaram que era os coxins de plasticos vagabundo. Na minha revisão reclamarei.
    Um outro detalhe é q já recebi uma carta da Ford para recall. A minha sorte é que eu cancelei a compra desse carro e comprei outro em outra CCS, mas por alguma razão o número do chassi do carro antigo continua no meu nome na ford. Funcionamento irregular no Tensionador da Correia de sincronismo do motor.

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  32. Pessoal, boa noite.
    Estive lendo sobre vários carros, inclusive sobre o New Fiesta 1.5 S ou SE.
    Prezo, dentro do possivel, por um habitáculo mais silencioso a 120 ou 130 km/h, o que parece ser um ponto positivo desse carro.

    Agora uma dúvida. Vi uns dois vídeos no YouTube, onde gravaram o barulho que o motor faz (fora do carro), semelhante a uma máquina de costura, com um som alto, havendo reclamações. Esse seria meu primeiro carro 0 km. Pergunto: esse barulho é normal do motor desse carro ou são exceções com problemas?

    Se puderem explicar para mim, argumentando, agradeco.

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  33. Esqueça. Gravações costumam resultar em sons que não correspondem à realidade. Não nada errado com esse motor.

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  34. Bob, Arnaldo

    Eu pretendo comprar meu primeiro carro mais ou menos em março, abril ou maio de 2014. A maioria das pessoas me aconselhou a comprar um carro 0km. Mas ainda estou em dúvida sobre qual comprar: Ônix 1.4 LT com MyLink, New Fiesta 1.5 S ou HB20 1.6 Comfort Plus.

    Já dirigi um Ônix 1.0 de um colega, achei bom, mas os outros 2, que eu dirigi em test-drives, pra mim são muito melhores. Então a disputa ficou entre o Ford e o Hyundai. Cada um tem suas vantagens, o Fiesta vem com um catálogo de itens de série mais completo, por um preço um pouco menor. O HB20, por outro lado, possui alguns itens nessa versão que o Fiesta não tem, como o comando de som no volante, e possui um seguro aparentemente muito mais barato que o do New Fiesta, uma garantia maior, 3 primeiras revisões grátis, peças baratas (não pesquisei os preços das peças do Fiesta). Eu acho o Fiesta mais bonito, mas o HB20 também é estiloso, e ambos são muito gostosos de dirigir. Porém, como um colega do trabalho me disse, pelo fato de eu ser um motorista novo, praticamente todos os carros eu vou achar muito bons de dirigir, então fico na dúvida.

    Considerando que sou um marinheiro de primeira viagem, tenho apenas 20 anos, só vou pegar a CNH definitiva em março, e quero um carro por no máximo uns 42mil, qual seria, na opinião de vocês, a escolha mais acertada: um New Fiesta 1.5S ou um HB20 1.6 Comfort Plus? Levando em conta tudo: rendimento, potência, seguro, peças, manutenção, revisões, prazer ao dirigir, e etc.

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  35. Já lhe disse, orientar que carro comprar é fere a ética jornalística. Não insista.

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  36. Arnaldo, só uma dúvida... quando é citado na matéria sobre "...a pancada clássica de falta de batente hidráulico de distensão nos amortecedores...", seria um som meio alto que aparenta haver duas peças de ferro batendo após passar em determinados pisos irregulares?

    Grato

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    1. Leonardo, é um som meio assim mesmo. Isso é na distensão da suspensão. OK?

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  37. Excelente carro , só não bata o bendito carro.
    Faz mais de um mês que sofri um acidente e não tem peças para o carro na região Centro-Oeste, parece até coisa de carro chinês.
    Nunca mais compro um Ford novo!

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  38. Eis que a dona ford aumentou hoje o preço do new fiesta 1.5... Tanto o S quanto o SE. O 1.5 SE agora está apenas 2k a menos que o 1.6 que tem muito mais tecnologia...

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  39. Senhores, estou num momento de exercitar o desapego... meu focus mk1 (2008 flex), que possui uma longa folha de serviços prestados, está começando a pedir água. Está com 180.000 km.
    Ou eu invisto em manutenções (embreagem, etc, etc) ou parto pra outra. Está difícil achar um mk2 em bom estado, então estou pensando em pegar um new fiesta. Fui na concessionária e confesso que achei o carrinho bacana, mas baixo demais. Estou na dúvida se vale a pena a troca.

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  40. Alguém sabe informar se o ar condicionado do new fiesta nacional também é alimentado por motor elétrico? O vendedor me jurou que sim, mas não estou acreditando muito não...
    Segundo ele, nem a direção e nem o AC roubam potência do motor.

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