DEZ MELHORES CARROS QUE POSSO COMPRAR EM 2013: O SEGUNDO CARRO

Fotos sem crédito: net car show.com



It’s not the kill, It’s the thrill of the chase!
(Não é o ato de matar, é a emoção da perseguição!)

Quando a banda inglesa Deep Purple disse a frase acima, na música “Knocking at your back door”, faixa de introdução de seu antológico vinil de retorno “Perfect Strangers” (1984), usou uma expressão comum entre caçadores, mas o assunto aqui era outro tipo de caça: as mulheres. A música fala que o legal é perseguir mulheres difíceis, especiais, interessantes, que o real desafio está na busca, na conquista. A melodia é sensual, e a gente se sente meio compelido em acreditar que o bom mesmo é perseguir uma doce dançarina chamada Lucy, cujos dedos disparam sombras elétricas inalcançáveis... 

O que a canção diz é que ótimo estar com elas, mas uma vez atingido o objetivo inicial, o chamado da busca incessante é ouvido, o que era inatingível e excitante se torna fácil e comum, e inevitavelmente é a emoção da caça que se sobrepõe. Assim dizem as sagradas escrituras do rock’n’roll.

Mas eu sou, por natureza e opção, um cara monógamo. Entendo e já senti, na juventude, a emoção deste tipo particular de caça, mas não é algo presente em minha vida. Mas quando falamos daquele que é o tema deste ilustríssimo blog, o automóvel, a coisa muda de figura. Como muitos de vocês, acredito, vivo minha vida em busca a um elusivo e inalcançável Graal automobilístico, aquele carro perfeito, raro, barato, interessante, que será para sempre ligado indelevelmente à minha pessoa, e que, perfeitamente ajustado às minhas necessidades, desejos e taras, se tornará a escolha definitiva. 

Apesar disso, ou talvez por causa desse irreal objetivo, se com mulheres tive muito sucesso na monogamia, com carros fracassei completamente. Me saí um sujeito safado cuja promiscuidade não tem limites. De velhos Fuscas a novos Ferraris, e todo resto no meio, tudo me atrai e me excita, tudo consegue chamar minha atenção e se tornar o objetivo dos meus desejos e a musa de meus dias. Não há marca que me segure, não há tabus nem coisa proibida: vale tudo e tudo parece estar disponível se eu persistir de verdade. Sou decididamente infiel quando se trata de automóveis.

É por causa disso que volto aqui, apenas alguns meses depois de ter feito minha última lista deste tipo, e de por resultado ter comprado meu Cruze, para compartilhar mais uma vez com meus queridos leitores o que passa em minha cabeça doentia e pervertida quando me coloco à caça novamente.

Mas desta vez a busca é diferente das duas últimas. Desta vez, acometido abruptamente de uma súbita e inesperada saúde financeira momentânea, aproveitei para comprar um segundo carro para casa. E esta escolha tinha que ser mais interessante: eu não preciso de mais um carro, visto que eu e minha esposa podemos ir trabalhar a pé (um luxo delicioso para um paulistano), e eu fiz isso regularmente nos últimos três anos. Sendo assim, sem as amarras da necessidade de estar pronto para o uso sempre, as opções aumentam. 

Sendo um luxo e não uma necessidade, podia tomar o tempo necessário para uma escolha que fizesse bem à alma, e não apenas às necessidades de sobrevivência da selva urbana e às necessidades da família, como foram o Focus e o Cruze em 2010 e 2012.

Mas no fim, acabei escolhendo algo que se também se adaptou perfeitamente ao uso diário; nunca mais andei 20 minutos na ida e 20 min na volta do trabalho, e nem pretendo mais fazê-lo. E aqui, se me permitem, redigirei um parágrafo apenas para explicar aos adeptos de campanhas de abandono do automóvel no dia a dia o porquê disso.

Carro não me é necessário, nem o é, no frigir dos ovos, a ninguém. É possível viver sem eles. Mas é uma vida tão triste que a possibilidade de alguém ser condenado a ela não devia nem ser mencionada. Um automóvel de uso pessoal é uma liberdade tão imensa, tão definitiva na vida de uma pessoa que entenda este fato e o use de forma correta e para o seu bem e dos seus semelhantes, que deveria ser direito básico da humanidade. Se você sabe realmente dirigir, se passou num teste de direção escandinavo, tem que ter um carro para chamar de seu. Devia estar na declaração universal dos direitos do homem, neste tempo em que vivemos. Dentro de um automóvel, distâncias se encurtam, todos os caminhos são possíveis, e as possibilidades são limitadas apenas pela sua própria vontade.

É muito chato não os ter. Não posso ir almoçar levando amigos a algum restaurante mais longe. Não posso sair do trabalho direto para algum lugar que queira ir. Chego suado no trabalho em dias quentes, chego suado em casa sempre. No fim de semana, se a esposa quisesse ir ali e eu quisesse ir lá, nada feito; a vida em família é um dos maiores prazeres da minha vida, mas manter minha vida privada, meus amigos e meus compromissos pessoais, independentemente deles, me faz uma pessoa melhor, acredito. E para isso, preciso de meu carro.

Mas voltemos à vaca fria. As condições de contorno desta lista são as seguintes: máximo de R$ 30.000,00 reais. Tem que ter ar-condicionado. E ser bom de dirigir. Essas três condições são as básicas e únicas, e abrangem um montão de coisas, principalmente, porque dessa vez a lista não é de carros novos como as outras. Adoro carro novo, mas como absoluta confiabilidade não é mais necessária, é possível ampliar os horizontes. Mesmo porque 30 mil não compra muito carro novo interessante... 

Há alguns carros novos na lista, mas aqui vale tudo. É um carro para me deixar feliz e confortável no uso diário, um luxo só meu. Desta vez pesquisei muito, e levei coisa de três meses para achar o que queria. Como muita coisa boa ficou de fora, deixo aqui para vocês o fruto do suor de minha face. É um trabalho duro, mas alguém tem que fazê-lo.

Na ordem que apareceram em minhas pesquisas, da primeira idéia até o carro que acabei comprando:

1)      Ford Versailles Ghia 1996

Foto: bomnegocio.com


Sei que todo mundo torceu o nariz logo de cara, mas era esta a intenção mesmo. Quando vi este carro à venda, pensei logo num velho plano meu de fazer uma ferramenta para dirigir, um carro inócuo em termos de imagem e pedigree, mas que fosse ótimo no uso, bom de chão e com desempenho suficiente. Este, um Ghia quatro-portas 1996, dois litros injetado a gasolina, está em ótimo estado, preço justo, e quase nada a fazer a não ser um jogo de bons pneus novos; uma ótima base para as pequenas modificações que pretendia. Tem teto solar, interior em tecido (minha preferência em relação ao mais popular couro), câmbio manual e até ABS original. O plano existe não para qualquer Versailles, mas somente para este, que na verdade é muito carro por pouco dinheiro.

Um carro sem identidade, uma perfeita tela em branco, filho que é da malfadada Autolatina, já nos seus estertores. Não é um Ford de verdade, mas também é renegado pelos fãs de VW. Perfeito para meu velho plano, pois é um carro sem turma, abandonado pelos pais, família e amigos, um cachorro vira-lata que só precisa de um pouco de carinho para se mostrar o maior companheiro que você já teve.

Foto: bomnegocio.com

O plano era acertar a suspensão com amortecedores mais duros, e uma barra estabilizadora traseira (obrigado pelas dicas, Bitu!), pneus na medida original (195/60R14), mas novos e de marca boa, e um volante esportivo com offset bom para trazê-lo mais próximo de mim. Talvez um volante de Maverick GT... 

O motor era fácil: um turbocompressor básico, sem mexer em nada por dentro do motor. Com uns 160 cv, já seria infinitamente feliz, e faria chover de baixo para cima. O toque final seria arrumar velhos faróis de longo alcance de XR3, da Lucas. Ou Hellas de Gol GT, não consegui me decidir. O carro sem marca e identidade permitiria uma infinidade de perversões diferentes, pequenos detalhes escondidos nesse mash-up de pedigrees diferentes e contrastantes. Algo que só um iniciado com sensibilidade artística poderia entender, como um quadro de Jackson Pollock.

Foto: bomnegocio.com
Tudo sairia ainda muito abaixo do meu teto de gasto, na verdade pretendia pagar pouco no carro e não gastar muito mais que 15 mil reais no total. No fim desisti por preguiça (muita modificação e trabalho), mas a idéia permanece viva, e o carro à venda, então se alguém sentir a mesma estranha compulsão que tenho pelo esquisito e o bizarro, fique à vontade para usá-la...


2)      Fiat Mille

Foto: Rafael Tedesco

Já contei repetidas vezes o porquê de gostar do Mille, particularmente aqui e aqui. Então não vou dizer aqui nesta lista os motivos que me levariam a comprá-lo, porque estes já são conhecidos. Não, aqui vou explicar o por quê de NÃO ter escolhido um Mille zero-km com ar-condicionado, por apenas R$ 24.000,00.

O Mille seria talvez a escolha mais lógica aqui. Adoro dirigí-lo, e sendo zero e com garantia, foi uma opção que se manteve no páreo até o final. Mas algumas coisas me impediram de fazer o que Spock faria. Primeiro, o seguro é proporcionalmente caríssimo, o mesmo valor do Cruze. Não é o fim do mundo, mas me incomodou um pouco. Mas o principal mesmo foi o fato de que queria dar um presente para mim mesmo, comprar algo que fosse realmente especial. Não é exatamente a definição do Mille, um carro que está mais para algo divertido e bom de guiar, mas comum, mundano, simples.

Foto:Fiat
Não, depois de pensar muito nessas duas ferramentas de dirigir sem imagem alguma (Versailles e Mille), decidi que queria mais. Queria uma marca famosa e de tradição, que queria um artigo de luxo que me fizesse sentir como um milionário, mas me custasse o mesmo que este Mille. Decidi mirar mais ao alto, e pensar grande. Decidi que o que precisava mesmo nesse ponto de minha vida era um Mercedes-Benz.

3)      Mercedes-Benz E-class (W124, 1986-1995)

O cupê W124

O Mercedes W124 é, junto com o 190E (W201, 1982-1993) e o W140 (S-Class, 1991-1998), a última geração de sedãs Mercedes-Benz tradicional. Como já expliquei aqui, depois destes três carros, um novo e diferente tipo de Mercedes-Benz apareceu, e este tipo de carro desapareceu por completo.

Achei cinco sedãs E320 em bom estado, e duas peruas, com preços que iam de vinte a quase quarenta mil reais. Equipados com o potente seis em linha de 3,2 litros e 220 cv, são carros incrivelmente sólidos, potentes e seguros. Com uma enorme fama de durabilidade, são carros feitos para durar para sempre, apesar de algumas peças de reposição serem caríssimas. Eu por princípio acho que nada substitui um pedal de embreagem e uma alavanca no meio dos bancos, mas como toda regra tem uma exceção, a minha fica para sedãs Mercedes-Benz e carros full-size americanos tradicionais: estes dois só podem ter câmbio automático.

Uma perua E320 de 1993
Mas logo no primeiro carro que vi, um sedã dourado impecável, 1994, com apenas 120 mil km, vi que não era o que eu queria. Eu adoro o fato de que não existe nada no mundo parecido com um Mercedes-Benz dos antigos; que não existe sensação semelhante a de ser puxado com uma força irresistível e invisível; suave, ininterrupta e poderosa como a própria mão de Deus, enquanto lá na frente aquela lindíssima estrela de três pontas aponta para o horizonte.

Tudo nesse carro é diferente, do freio de estacionamento por pedal, feito caminhonete, até a madeira falsa de alta qualidade no painel e console. Sóbrio, mas obviamente um artigo de qualidade superior, é algo de onde plutocratas apreciam sua boa vida, sem necessidade de fazer propaganda dela, como parece ser a norma hoje.

Gosto muito também do fato de que o estilo é sóbrio, mas criado em túnel de vento para baixo coeficiente de arrasto aerodinâmico, e silêncio nas altas velocidades de cruzeiro (acima de 200) para as quais essa maravilha da engenharia suábia foi criada. Hoje, nada tão sóbrio e eficiente venderia.


Mas me lembrei que é um carro um pouco sóbrio demais para o que quero hoje. Num Mercedes deste tipo, nada é imediato; se você quer andar rápido, pise fundo e espere um pouco, por a distinta senhora tem pernas fortes e longas, mas demora um pouco para ela levantar a saia, chutar os saltos e sair em disparada. É um carro para rodar tranqüilo. Rápido, sim, mas de forma suave, como um motorista bem treinado da Viação Cometa nos anos 1960. O nosso Juvenal Jorge ia adorar...

Mas não eu. Eu queria algo mais imediato que isso. Não tão imediato e intenso quanto um Mille, mas também não o oposto exato. Desisti. Minha mente doentia então voltou aos carros novos.

4)      Renault Clio 1.0

Foto:Renault

A idéia aqui veio da cotação do seguro do Mille. Cotei o seguro de um Clio também básico, zero-km mas com ar-condicionado, a praticamente o mesmo preço do Mille e o seguro sairia pela metade do preço.

O Clio atual pode parecer estar, como o Edsel dos anos 1950, permanentemente chupando um limão, mas é um carrinho muito interessante. É muito mais bem acabado e resolvido que um Mille, por quase o mesmo preço. Pesa muito pouco, e portanto, com o motor mais potente, anda perceptivelmente melhor que o Mille. É, também, muito gostoso de se andar à moda.

Ainda acho o Mille mais divertido e intenso, mas pensei que seria melhor o Clio se fosse comprar realmente um carro novo. Mais bem feito, mais confortável e veloz, pelo mesmo preço. E no uso diário, não são poucos os dias onde você quer apenas conforto e isolamento do exterior.

Fiquei com a seguinte idéia na cabeça a partir dali: se não achasse nada mais interessante usado, iria a uma concessionária Renault e compraria um desses, vermelho, para combinar com o Cruze. Mas não era para ser...

5)      Mercedes-Benz 190E (W201, 1982-1993)


Bem quando tinha desistido das Mercedes, um amigo meu me dá uma longa carona até um compromisso aqui mesmo em São Paulo, mas a 20 km de nosso trabalho. O carro que ele dirigia era um que nunca tinha estado dentro: um belíssimo Mercedes 190E 1989 preto, que é da família desde zero-km.

Antes achava que este carro seria pequeno demais. Mesmo o W124 não é grande por dentro, então achei que espaço seria muito pouco nesse carro, teoricamente o irmão menor. Ledo engano. O espaço me pareceu equivalente ao da série E que andei. Para falar a verdade, o carro inteiro (obviamente, agora vejo) é muito parecido com o W124. Menos motor, sim, mas de resto, muito parecido. Tudo que há de bom nos Mercedes da época está ali, inclusive a estrela lá na frente, no fim do capozão, emoldurando o caminho a seguir com pompa e circunstância. Pensei então que se quisesse realmente um Mercedes, que fosse um 190E, mais barato ainda!

Lembrei também que existem aqui alguns seis-cilindros, 2,6 litros, um carro que o famoso escriba inglês LJK Setright descreveu em seu lançamento como sendo o melhor carro do mundo.

Mas realmente não queria um Mercedes desta vez. E continuei a minha busca.


6)      Alfa Romeo 164 V-6 (1987-1998)


Existem de monte por aqui, alguns com câmbio manual, e todos eles com o magnífico e inesquecível V-6 de três litros. São carros baratos, o melhor deles não pode custar nem vinte mil reais.

Esse motor já é uma lenda, porque faz uma imitação praticamente perfeita de um Ferrari quando provocado. É um coração grande e feliz, algo que eleva nosso espírito sempre que se acelera com vontade.


Mas confesso que não tive coragem. Alguns amigos tiveram que refazer motores deste tipo, e dizem que a parte elétrica também é um pesadelo de proporções épicas. Eu já tive muitos carros interessantes que requeriam cuidados constantes, mas não é o que queria agora. Queria algo bom, mas paz de espírito também.

7)      Alfa Romeo 155 Twin-Spark (1992-1998)

Foto: motorstown.com

Outra tentativa de comprar algo italiano de brio. Vi um preto à venda maravilhoso, baratíssimo, e com um interior impecável, recém-reformado em couro vermelho, e quase mergulhei de cabeça. Mas, pelo mesmo motivo que desisti do 164, resolvi parar de olhar para Alfas. Como Mercedes, é algo que gosto muito e que desejo um dia ter, mas não hoje.

8)      Mitsubishi Eclipse GS-T (primeira geração, 1989-1994)

Foto: best cars web site

Existem muitos carros deste tipo completamente dilapidados e destruídos, mas em minhas buscas encontrei dois deles, um vermelho e um preto, ainda com menos de 60 mil km e com o primeiro dono, ambos ao redor de 24 mil reais (e ambos no sítio Webmotors).

O Eclipse é o único carro esporte da lista. Ok, um carro esporte de tração dianteira e derivado de sedãs, mas ainda assim, um carro esporte. O motor é o famoso dois-litros com turbo usado nos EVO, e aqui fornece toda potência que alguém pode usar no dia-a-dia: 190 cv. O carro é bem equipado, tem o desejável teto solar, e é muito bom de dirigir.

Mas se São Paulo for invadida por Godzilla, ele se juntaria a outros parecidos a ele, e formaria um robô espadachim gigante para defender a cidade. Dependendo da parte do corpo que ele for chamado a compor, e o resultado da batalha, tal coisa pode resultar em danos catastróficos ao veículo. Resolvi não arriscar e continuar a busca.


9)      BMW’s série 5 (E34, 1988-1996, e E39, 1995-2003)

Um BMW 528i de 1999 (E39)
Voltei minha atenção então para a marca bávara que é a menina dos olhos da vasta maioria dos entusiastas mundiais: a BMW. O primeiro deles que cogitei foram dois 528i (E39) com câmbio manual que apareceram à venda no sítio de anúncios Mercado Livre. Algo raro e suficientemente veloz, pensei, equipados que são com o excelente seis em linha de 2,8 litros e 193 cv.

Mas logo em seguida andei em um 540i, automático, E34, de um amigo. O V-8 de quatro litros é estupidamente forte, gostei muito dele. O carro todo é muito mais imediato que um Mercedes contemporâneo, e bem mais esportivo no geral. Mas ainda muito grande e corpulento, e com movimentos deliberados demais. Procurava algo mais próximo a um carro esporte, mais longe de uma limusine.

BMW 540i (E34)
Pensei que nunca encontraria, e já ficando cansado e querendo visitar uma concessionária Renault e acabar com isso, resolvi pesquisar minha última opção.

10)  BMW série 3 E36 (1991-1998)


Tudo começou quando o Rafael Tedesco, retratista juramentado e companheiro fiel, deixou a vida triste que tinha com seu Astra vermelho, e comprou um cupê 325i com câmbio manual, 1993. Falei sobre o carro aqui no blog, e o ele tem sido companhia constante e fiel de meu amigo desde então. Quando fomos ao Rio de Janeiro visitar o Renato e andar em seu DeTomaso Pantera, fomos com a 325i, que apesar de ter 20 anos de idade e 170 mil km, ainda fazia uma imitação quase perfeita de um carro novo, rodando completamente estável e tranqüilo a velocidades impublicáveis. Sempre gostei do carro do RT.


Aí, outro amigo próximo, o Bill Egan, fez um achado: um sedã 325i automático, 1995, com apenas 40 mil km rodados, e ainda com o dono original desde zero. Bill pegou o carro num rolo que envolvia outros carros, outros familiares e, como sempre com ele, complicado demais para tentar explicar. O carro caiu no colo dele, na verdade, e a ótimo preço. Apesar de não o ter escolhido, não ter pensado no assunto antes de comprá-lo, Egan rapidamente se apaixonou por seu sedãzinho, e o usa também no dia a dia desde então, dobrando a quilometragem em apenas um ano. O carro dele não faz imitação de carro novo: era simplesmente igual a um carro zero-km.

O BMW E36 dispensa apresentações entre os entusiastas. Um carro com o tamanho certo: pequeno mais razoavelmente espaçoso, e baixo como poucos (de dentro dele, meu Cruze é um SUV). Os motores são jóias da empresa bávara, como não falham de ser em todos os BMW’s: potentes, econômicos, suaves e entusiasmados. Como os Mercedes, são carros para andar o dia todo acima de 200 km/h em conforto e silêncio ímpares.

Mas no que realmente diferem dos Mercedes é do banco do motorista. O carro é extremamente controlável, e quanto mais rápido se anda, mais se gosta dele. É um carro que deixa qualquer um confiante, pois nunca faz nada de errado e sempre nos ajuda a manter o controle. Mas diferente de um Cruze, que só adere ao chão feito um sanguessuga que cheirou cocaína, o BMW permite mais diversão; esterça-se com o acelerador de forma tão deliciosamente previsível que vicia e se torna hábito diário. É algo seriamente interessante.

E quando equipados com aquele maravilhoso seis em linha DOHC são carros esporte disfarçados de sedãs. Forte e suave como só um seis em linha pode ser, é matéria-prima de sonhos dourados de qualquer um com alguma afinidade mecânica.


O que mais dizer? O primeiro deles que fui ver era uma perua 328i de 1996, com o raro câmbio manual ZF de cinco marchas. Estava ainda com o primeiro dono, pouco rodada, e completamente perfeita, sem absolutamente nada errado. Até o revestimento interno do teto estava mais limpo que o do meu Cruze. Como poderia resistir a isso? Não podia mais fazer nada a não ser levá-la para casa e chamá-la de minha. Minha esposa disse imediatamente que parecia um adolescente que tem que ter o Iphone igual aos amigos... A diferença entre homens e meninos é realmente o tamanho dos brinquedos.

A minha perua 328i, no primeiro dia comigo. (foto: Rafael Tedesco)
A busca foi sem dúvida nenhuma muito interessante, mas a julgar por essa primeira semana com ela, as vias de fato prometem muito, mas muito mais... Que me desculpem as sagradas escrituras, mas o bom mesmo é o rock’n’roll!

MAO

193 comentários :

  1. Luiz Dranger17/03/13 12:21

    Ótimo post !!!! Parabéns.
    Luiz

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    1. Marco Antonio.
      Ótimo post, ainda mais pra ser lido num domingo chuvoso. Não é por acaso que estamos no mesmo blog. Adorei sua lista e fiquei pensando na minha lista de cacos velhos. Seria maior que a sua, pois acho que tenho menos juizo. Acho que vou começar a apresentar minhas coisas estranhas sobre rodas aqui no AE e contar suas histórias. Espero que os seguidores do blog gostem tbém.
      abração.

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    2. Dranger,

      Grato, que bom que gostou!
      MAO

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    3. Josias,

      Grato!

      Mal posso esperar a sua, escreva mesmo!
      MAO

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    4. Rodrigo Abreu18/03/13 18:33

      Josias, aguardamos mais do que ansiosamente!

      Lembro de 3 estórias suas, da época da OM: Mustang 69 branco, do Fusca 64 1200 mexido e da Alfa 2300 que engoliu uma válvula no interior da Bahia...

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  2. MAO, acho que fez uma excelente escolha. Potência, boa dinâmica, e ainda, de brinde, o cambio MANUAL!

    Ainda não troquei meu carro de uso diario por um alemão pela quase inexistência de cambio manual neles, com ano-modelo usável-como-carro-do-dia-a-dia.

    Por questões de princípios, me recuso a ter um conversor de torque em um carro meu. Já pensei no CVT Audi, mas a falta de sal sempre me faz pular fora no ultimo instante.


    Mas o 164 24V também povoa meus sonhos... O ronco daquele V6 é um perigo aos ouvidos e fala ameaçadoramente alto ao meu cuore...

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    1. Marcos,

      Se você procurar, verá que sempre aparecem os manuais.

      Achei até uma Mercedes W124 perua, e manual!

      Abraço, e comente sempre,
      MAO

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    2. Realmente, o V6 consegue se fazer apaixonar pelo cuore dos entusiastas

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  3. MAO,

    (peço licença para chamá-lo assim, vi que seus colegas de blog e alguns leitores o chamam assim e apesar de não comentar muito já tenho certa quilometragem por aqui...)

    Delicioso texto! Você não tem nada de insano, é um autoentusiasta como muitos de nós. Que se diverte e se empolga com qualquer carro.

    Ressalvadas as necessidades de confiabilidade, custo ou conforto, qualquer carro pode ser divertido e prazeiroso a um entusiasta. Já escolhi dirigir Kombis e Paratis de 1ª geração da frota onde trabalho por pura diversão!

    Quanto a lista, torci até o último momento pelos Alfa, que só poderiam ser derrotados mesmo por um série 3 91 a 98! Excelente escolha!

    Não cogitaste, nem por um momento, o Ômega? Sei lá... tração traseira, câmbio manual, 6 cilindros... Prederia, dependendo do ponto de vista, é claro, para o série 3, mas pode ser bem divertido também.

    Um grande abraço!

    Bruno Hoelz.

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    1. Bruno,

      Obrigado, feliz que gostou do post.

      Sobre o Omega, eu já tive alguns. Só por isso não os considerei, queria algo diferente.

      Mas confesso que fiquei de olho em um 2.0 a álcool com baixíssima quilometragem que apareceu a 14 mil reais... Ainda bem que venderam antes de eu ter uma recaída, rsrsrsr.

      MAO

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    2. Está explicado a ausência do Omegão! rsrssr

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  4. Um achado mesmo, ta muito bonito essa BMW e particularmente tbm adoro as wagons.

    Parabens Marco, e que lhe traga ótimos momentos de prazer e felicidade.
    Forte abraço!

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    1. Obrigado, Anderson, grande abraço para ti também!
      MAO

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  5. Serie 3, cupê ou perua, 4 ou 6 cilindros, manual, em bom estado. Será que alguém nega esses carros? Ok talvez o 4 cil. seja negado. Parabéns pela escolha e pelo carro, muitas felicidades e km!

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    1. Luciano,

      Esqueci de falar que outro grande amigo, o Rodrigo, tem um sedã 318 manual.

      Mesmo esse, o mais lento e menos potente, ainda dá vontade de ter. Ótimo de dirigir, também.

      MAO

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    2. Se for um Compact 318i, tem-se um carro com peso menor e bem distribuído. E bons 140cv para aproveitar.

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  6. muito boa a procura e melhor ainda a escolha. Uma serie 3 e36, manual e ainda por cima, perua? muito bom gosto o do senhor!

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  7. Que bacana! Também pretendo fazer uma coisa dessas num futuro próximo. Minha vontate é pegar um Omega nacional! E sonhando um pouco mais alto um 3000GT-VR4. É uma pena não existir mais peruas com motor de 6 cilindros e traçao traseira e Câmbio manual.

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  8. MAO, Fantastico texto.. Presentão para um domingo! Me identifiquei bastante com sua lista em 2010, nenhum pouco com a lista de 2012, mas com esta aqui...Mama mia!
    Entendo perfeitamente o que você disse ao se apresentar com um infiel automotivo, poderia se dizer um Gigolo de Carros?! Sofro deste mal, pego um novo carro velho fazendo juras de amor eterno, em uma semana estou completamente apaixonado pela minha nova aquisição, mas passa um mês e me pego olhando para os outros carros na rua e pensando nas possibilidades de me livrar de me affair! Mas me resigno a minha atual condição, e espero pelo dia em que eu possa colocar um dos meus milhares projetos automotivos em ação...

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    1. Luke,

      Obrigado!

      Também desejo que realize todos os projetos. Fé em Deus e pé na tábua!

      Abraço!
      MAO

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  9. Parabéns MAO, texto espetacular!

    Mas esta parte:
    "Mas se São Paulo for invadida por Godzilla, ele se juntaria a outros parecidos a ele, e formaria um robô espadachim gigante para defender a cidade. Dependendo da parte do corpo que ele for chamado a compor, e o resultado da batalha, tal coisa pode resultar em danos catastróficos ao veículo. Resolvi não arriscar e continuar a busca."

    Acho que terei que usar algum psicotrópico para entender...

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    1. Eu também fiquei uns minutos para tentar decifrar o significado desse parágrafo. Mas como não não tive certeza então pulei essa parte.

      Mendes

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    2. Talvez ele(autor) fez referência a dificuldade de encontrar alguma peça caso seja vitima de transito.

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    3. Não gente, a referencia é feita aos seriados japoneses da época do Eclipse, e este por ser um carro japones meio ''cliche'' já viu né.

      Parte muito bem bolada, parabéns MAO.

      ISM

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    4. Mas em outras palavras, qualquer motivo besta faria ele não comprar o eclipse.

      ISM

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    5. ISM, na verdade o japonês foi riscado da lista logo de cara por ser japonês. Apesar de gostar do AE, os colunistas aqui (o Marco Antônio Oliveira especialmente) têm um baita preconceito com carros japoneses.

      A hipérbole (bem fraca, por sinal) do godzilla e do robô se aplica à bmw touring. Uma batida de traseira e ele vai ver como é fácil achar tampa de porta-malas, lanternas e vidros.

      O Bob Sharp vai deletar esse post, mas vai ter que ler antes, então fica registrado meu protesto!

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    6. Pessoal,

      Por favor, foi uma tentativa de ser engraçado... S não deu certo, explicar só vai piorar as coisas, então nem vou tentar!

      Desculpem-me os que não entenderam, prometo melhorar da próxima vez!

      Carlos Eduardo,

      Pelo contrário, sou fã de carteirinha dos japas, só não deu certo dessa vez. Como disse no texto, sem preconceitos aqui: vale tudo!

      Forte abraço a todos!
      MAO

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    7. Lembrando que o MAO tinha um Nissan Maxima.. Pôh, eu ri horrores com a piada.. força na mente pessoal que ela foi boa!

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    8. Luke,

      Pois é, e gostava demais dele. Disse que sou promíscuo e tudo vale com carro, mas ainda assim....

      MAO

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    9. A piada do Eclipse ficou boa sim, fica tranquilo rsss... só que tem dupla interpretação mesmo: tanto pelo fato do japa aparentar ser parte de um robô japonês multi-colorido, quanto pelo aparente rombo que provocaria no bolso após uma 'batalha'.

      Já p/ essas BM's E36 é até relativamente fácil de encontrar peças e o preço não é assim tão absurdo quanto muitos pintam (essa traseira da touring talvez seja um caso a parte, mas...). Cheguei perto de comprar uma 323Ti c/ kit M (compacta 2.5, automática), dei uma pesquisada em preço de peças de acabamento e não fiquei muito assustado não; mas por azar (ou sorte mesmo) estourou uma mangueira do radiador ainda com o dono antigo, enquanto eu estudava a compra do carro. Aí deixei passar...

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    10. Pessoal sem infância... não sabem o que é Devastador, Menasor, Superion e Defensor, lógico que não iam entender a piada.

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  10. Passei por isso a cerca de 02 meses, mas como o orçamento era mais limitado que o seu MAO, (cerca de 15mil) acabei escolhendo um Civic EX 98 unico dono e muito bem cuidado. E não é que o danadinho do velho samurai me retribui todos os dias quando o ligo e saio para acelerar, oléo não baixa, água idem, ar condicionado que é uma beleza e um motorzinho 1.6 de 127CV que se não emociona pelo menos inspira quando fazendo curvas naquele carrinho baixo.

    ISM

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    1. ISM,

      Ótimo carro, pouco dinheiro...ô coisa boa, não?
      MAO

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  11. Victor Gomes17/03/13 14:23

    Que post legal! E parabéns pela escolha. Quando li o parágrafo do 190E e vi que não era o último eu pensei, "ahhhh q pena!". Mas a escolha foi por algo semelhante em tamanho e pela particularidade de ser uma perua. Sensacional!!
    Depois que vc virar especialista em BMW E36 por favor faça um post mais detalhado sobre eles. E se puder detalhe também como é manter um alemão com quase 20 anos de idade. Tenho certeza que esclarecendo o desconhecido animará muita gente de correr atrás de uma também.
    Assim como o Sr. Josias Silveira, que está devendo mais histórias de seus Subarus!

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    1. Victor,

      Pode deixar que volto para contar sim!

      Abraço!
      MAO

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  12. Post delicioso pra curtir nesse fim de final de semana!!! Obrigado.

    Curti muito a escolha, apesar de achar a wagon a menos bonita da linha. Eu ficaria com o cupê, feliz da vida.

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    1. Anonimo,

      Obrigado a você por ler e comentar!

      Nesse estado, 2,8 litros e manual, aceitaria em qualquer das carroderias...

      Comente sempre!
      MAO

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    2. Grande MAO,

      Estou contigo, em bom estado, com câmbio manual, pode ser 'perua' ou 'sedan', e nem importa muito a cor.

      Abç

      Leo-RJ

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  13. Sem palavras para descrever o quanto que uma mente AUTOentusiasta viaja lendo uma postagem de tamanha riqueza que nem essa. MAO, mesmo eu não curtindo tanto o Versalies e menos ainda os Mercedes, esse post foi excelente do inicio ao fim!

    Mendes

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    1. Mendes,

      Muito obrigado pelos elogios e pelo comentário!

      Abraço!
      MAO

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  14. Rafael Ribeiro17/03/13 15:03

    Fez a escolha certa MAO! Meu pai teve dois BMW 0km. O primeiro foi um 318iS 1995, trocado por um 320i em 2002, sendo este há três anos seu segundo carro. Não pretende vendê-lo, e se o fizer, fico com ele.

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  15. Excelente escolha, MAO. Muito racional.
    Em meados da década de 2000 tive um 325 2 portas, ano 1993 com câmbio manual, que comprei do primeiro proprietário com 160.000 km e vendi com 204.000. E a mecânica esbanjava saúde. Não tinha um ruído, um chiado, um ronco, nada. Funcionava tudo perfeitamente. Aliás, funcionava como um nobre relógio suíço. As peças até podem ser caras, mas duram muito. Chega-se a esquecer de certos itens de manutenção.
    Na sua próxima lista, inclua um modelo que também tive e foi muito divertido: um Mitsubishi Lancer da quinta geração, ano 1994. Em termos de robustez e durabilidade não deve nada ao BMW.

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    1. Rafael Ribeiro e CSS,

      Sim, acho que acertei mesmo. Vamos ver, ainda é cedo para dizer...

      Abraço, e comentem sempre!
      MAO

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  16. MAO, desistir de um carro pensando na hipótese do Godzilla aparecer e dar um chute no saco de um robô-espadachim-gigante foi simplesmente hilário!
    Compartilho sua idéia sobre os Alfa-Romeo: Um velho italiano com um grande coração, transpirando felicidade é algo legal de se ver na rua, mas dificilmente podemos (ou queremos) levá-lo para a casa.
    Do Versailles lembro-me bem, embora prefira a Royalle. Mas acho que gosto dessa dupla pela característica que acabaria sendo jogada fora, se o carro fosse parar na sua mão: Apesar de já ser bem velhinha, tem um acabamento relativamente bom, e oferece certa exclusividade, sem que a manutenção assuste.
    Nessa faixa, também procuraria por um Megane, já que gostava do carro quando ele era fabricado e ainda deve dar tempo de achar um que não foi muito esmerilhado, mas nem meus mais loucos sonhos infantis permitiriam incluir uma - quanto mais duas! - estrelas de três pontas como opção de segundo carro.
    Com uma perua (que é um tipo de carro bem versátil) da BMW ao alcance das mãos, acho que o Cruze vai acabar acumulando muitas horas de garagem daqui pra frente...

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    1. Braulio,

      Ainda bem que vc entendeu a piada e gostou, tava achando que ninuém tinha entendido, rsrsrssrr

      Sobre o Cruze ficar parado: ele é mais da esposa que meu, ainda mais agora. Mas te digo que é muito diferente da BMW, mas também uma delícia de carro. Hoje saí de propósito com ele, já com saudades. Feliz pacas com minha garagem hoje.

      Abraço, e comente sempre!
      MAO

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  17. Bob, o de Petrópolis17/03/13 15:37

    MAO,

    É o meu desejo também, uma perua BMW. E engraçado, também passei por vários carros como você, embora ainda esteja agarrado na compra de um Clio, usado, ano 2005. Vamos ver o que dá.

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  18. Uma dúvida: colocou o BMW no seguro? Pergunto isso por você haver cotado para o Mille e o Clio. mas sem seguro, o que se faz? bloqueador?
    PS: bela escolha a sua, viu!

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    1. Anonimo,

      Obrigado!

      Só rastreador, impossível de segurar...
      MAO

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  19. O menino MAO é daqueles poetas loucos, mas de sabedoria, e prudente no que quer mesmo. Acho que pessoas com esse pedigree estão ficando cada vez mais raros de se esbarrar por aí. A cada dia que passa, tenho a impressão de que EU sou a pessoa mais legal que encontrei até hoje. Devaneios psicóticos pode até ser, mas nos tempos atuais, modernos, está se tornando frequente e até pertinente ser assim. Tambem com tanta palestra motivacional do pense positivo que você chega lá! $@%?!?$
    Concordo em genero e grau com o MAO quando diz:

    `QUE ME DESCULPEM AS ESCRITURAS, MAS BOM MESMO É O VELHO E BOM ROCK´N´ROLL ! YÉÉÉ´
    deJuarezMT

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  20. Parabéns pelo belo texto e pelo novo brinquedo.
    Também já tenho minha lista pronta e irei correr atrás de um brinquedo parecido daqui a uns 2 anos no máximo.

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  21. MAO, minha mente, vira e mexe se volta à essas tentações..... penso em carros como A3 1.8T mec, Gol ou Parati GTi 16v, Golf GTi 1.8T mec (até 2006), Civic VTi ou coisas do tipo.... ainda vou fazer uma dessas...

    Como já comentei, a minha última foi turbinar meu Voyaginho de estimação, porém preciso de suspensão... vi você falando de amortecedores com maior carga para o Versailles, você tem algum local para indicar?

    Abs, parabéns pelo carro e pelo post!!!

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    1. Mala e Gonzales,

      Grato! E desejo que concretizem seus planos no futuro próximo!

      MAO

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  22. Post sem comentários, MAO! Já valeu o domingo entediante aqui...rsrsrs


    Por sinal, seu carro me lembrou de uma idéia que tive há alguns dias...algo inconcebível, pra falar a verdade...envolveria um E36 destes [318i sedan. Acho que a BMW não chegou a vender o 316i aqui no Brasil, senão seria esse, o mais barato possível]...extremamente aliviado...e com uma mecânica digna de cientista louco...o que digo é que tal mecânica foi usada na categoria TOP do automobilismo mundial nos anos 80...rsrsrs


    Algo virtualmente impossível de se realizar, mas...quem sabe um dia...rsrsrsrs





    Rodrigo R.

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    1. Rodrigo,

      Obrigado, que bom que foi útil!

      Forte abraço!
      MAO

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  23. MAO,

    Primeiramente parabéns! Você não poderia ter sido mais feliz na escolha! Me identifiquei muito com suas opções (menos o Versailles hahahaha...). Sou muito suspeito para comentar seu texto, já a alguns anos que aqui em casa sempre temos carros ímpares, que geralmente despertam a curiosidade, seja pela marca, pelo motor, pelo acabamento ou pelo simples prazer de dirigir algo com personalidade!
    Dos mais divertidos eu listo as Alfas 164 12V cinza automática, 155 Twin Spark com interior creme e volante de madeira Momo e atualmente uma 156 Sportwagon V6 verde com aquele curioso câmbio Q-System! Meu pai não bate bem da cabeça, mas pra uma Alfa a gente até esquece da sanidade! Tiveram outros como Tempra Turbo Stile, Marea HLX 2.4, Fiat Tipo 1.6 i.e., Ford Landau com motor 302, Omega GLS 4.1 com teto solar, enfim, carros bem ao gosto de gente que adora carro seja ele de qualquer tipo.
    Eu comprei meu primeiro carro do meu pai, um belo Mitsubishi Galant VR com motor 2.5 V6 que se não é extremamente potente no mínimo faz ele andar junto com outros mais potentes. Eu não tenho preconceito com câmbio, admiro a tocada do manual, mas admiro a engenhoca por trás de um automático e a arte de fazê-lo trocar de marcha no "pé"!
    Parabéns novamente pela Bimmer Touring e se resolver vender ela um dia, saiba que terá muito comprador aqui!

    Um abraço

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    1. Rafael,

      quanto carro legal aí, muito legal!

      Ainda sem planos de vendê-la, lógico...

      Abraço!
      MAO

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  24. Excelente escolha, MAO: emocional e racional ao mesmo tempo (só os germânicos para preferirem as camionetas aos irracionais SUVs).

    Permita-me apenas um pitaco (e posso estar errado, estou escrevendo "de memória"): as Mercedes W124 tinham modelos com "E" no final, como 300E, 300 CE (na versão coupé), etc. Apenas a partir da geração seguinte ("zoiúda", com farois redondos), os modelos iniciavam-se com a letra "E".

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    1. Anônimo,

      As últimas W124 já tinham colocado o E antes do número.

      Comente sempre!
      MAO

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  25. Realizar o sonho de um dia possuir um carro como o MB 190 ainda me ronda a cabeça! Embora um Peugeot 205 GTI também me faça sonhar como um moleque de 15 anos (será que é muito difícil caçar um desses e importá-lo?)

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    1. Murilo Figueiredo17/03/13 21:25

      Legalmente, tu só pode importar carros com no mínimo 30 anos, ou 0km. Não sei muito sobre Peugeots, mas os 205 GTI são década de 90?

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    2. Conheço uma aqui... mas o dono não vende
      MAO

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    3. Uma pena, MAO... mas eu também não venderia

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    4. Caro Murilo: acho que o primeiro GTI tem 29 anos. Tá quase...hehe

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  26. Marcusthedriver17/03/13 17:09

    Ótima escolha! Eu adoro essa geração da bmw, mas meu sonho mesmo é um audi a4... Ano 2000 já tava ótimo rs

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  27. Murilo Figueiredo17/03/13 18:04

    Mão, parabéns. Fiquei muito feliz que tu comprou um E36 manual. To esperando um post apaixonado sobre ele.

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    1. Marcusthedriver e Murilo,

      Obrigado!

      Prometo voltar para contar meis sim
      MAO

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  28. O post me lembrou do meu versailles 92 ghia, completíssimo, com injeção bosch le-jetronic com duas borboletas, 4 portas, prata. Tinha 20 anos quando o comprei (hj tenho 32). Era um carro muito bom de se dirigir e o mantive o mais original que pude. Deixou saudade desde que foi roubado, há dois carnavais. Tenho outros carros divertidos (santana 2.0, omega 3.0 e L200), mas o velho versa foi especial.

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    1. Projeto blablabla,

      Esse versailles vale uma olhada; muito carro, pouca$

      MAO

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  29. gostei da Versailles, uma boa opção de manutenção barata e confiável. A boa mecanica VW com o bom acabamento da Ford.

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  30. E eu namoro um 316 Compact, unico dono, todos os dias... Ainda me falta coragem pra pedi-la em casamento...

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  31. Eu não escolheria melhor! Sou louco por uma destas... Quase comprei um 328 coupe vermelho há uns 6 meses. Desisti porque não era manual.

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    1. Rafael,

      Vermelho??? Tentador não?

      Grato! comente sempre!
      MAO

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  32. Se fosse escolher um carro dentro destes parâmetros (segundo carro, sem real necessidade dele, sendo apenas um luxo para satisfazer minha alma autoentusiasta), e me atendo aos que foram apresentados neste post, não preciso pensar muito: Alfa-Romeo 164 V-6.

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    1. Mr Car,

      Vc é obviamente mais corajoso que eu. Também adoro esse carro, mas....

      MAO

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  33. Parabéns MAO! Você tem um modo de ver os carros parecido com o meu, acho que por isso a cada carro que aparecia na lista eu fui ficando menos surpreso!

    Felicidades para você com sua nova jóia!

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  34. MAO, parabéns pelo carro. O carro certo para a pessoa certa e na hora certa.

    Desde o seu post anterior, estava torcendo para que encontrasse um carro legal, imaginei até que fosse escolher um Chevrolet. Fez melhor, escolheu um BMW, cuja geração E36 povoou minha infância.

    Na época de lançamento do Versailles (+-1990), eu o achava um carro muito bonito, principalmente a grade dianteira e as lanternas traseiras. Meu pai dizia que era carro de velho. Este modelo da foto já sofreu uma reestilização e não é tão harmônico.

    Senhores, que tal este UNO:
    http://www.jalopnik.com.br/um-uno-turbo-diferente-daquele-que-voce-esperava/



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  35. MAO, tenho 16 anos e sou um grande admirador dos seus textos. Após ler seu texto sobre a 325i comecei a procurar algo parecido em minha região. Tentei convencer meu pai a compra-lá, mas sem sucesso. Quem sabe não seja pra você ..

    Abraços

    Eduardo Schmeing

    http://www.carrosnaserra.com.br/site/?conteudo=anuncio&id_anuncio=463563

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    1. Eduardo,

      Obrigado por ler o que escrevo e elogiar!

      Ótimo ver que ainda existem jovens que gostam de automóveis, coisa rara hoje em dia.

      Forte abraço e comente sempre!
      MAO

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  36. Caramba, MAO, sou um devasso como você. Que inveja! A única coisa que me separa de uma jóia como essa, hoje, é minha situação financeira. Quase fiz uma loucura no ano. Recuei na última hora e fui prudente, ainda bem. Mas o sonho não acabou e minha mente perturbada estará sempre insatisfeita enquanto não tiver uma bmw seis cilindros só para mim. Tive o prazer de dirigir duas, uma 320i (seis cilindros 2,2 litros) e uma 325i (2,5 litros). O torque e potência dessa última são absolutamente viciantes. Ainda não tive a sorte de guiar uma com câmbio manual, o que acho ainda melhor.
    Boa sorte!
    Evandro

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    1. Evandro,

      Isso aí, sem loucuras, que carro é que nem onibus: perdeu esse logo passa outro, e mais vazio!

      Abraço!
      MAO

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  37. Desta lista, sem dúvidas o BMW 325!!!! Referência na década de 90!!!e até hoje!!!

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  38. Leonardo Prado17/03/13 23:28

    Ótimo post!
    Uma alemã dessas ainda está nos meus planos futuros..
    Parabéns pela compra!

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  39. Anônimo,

    Grato!

    Estou colocando rastreador apenas, seguro neste casoé inviável.
    MAO

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    1. MAO,

      Infelizmente as seguradoras não pensaram que quem tem um carro desse é muito mais cuidadoso! Numa simulação que fiz, meu Galant seria segurado por singelos R$9700,00 por ano, ou seja, a cada dois anos compro um igual! Melhor colocar bloqueador e fazer uma poupança pra ele...

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  40. Um texto incrivelmente delicioso de ler, bem ao estilo do MAO. Essas listas são excelentes e inspiram bastante os leitores de suas próprias opções.

    Estranhei você, MAO, não ter considerado o Omega CD 3.0 completo (teto-solar e um belo veludo) ou aquela raridade de Chevette, o Silpo Bi-Albero Envemo. Mas no fim sua escolha foi excelente. A geração E36 do BMW serie 3 é a que eu mais gosto e admiro. E pegando uma Touring você está fazendo sua parte para salvar as peruas!

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    1. KzR,

      Grato, feliz que curtiu.

      Aquele Chevette me perturba, bicho, até hoje. Mas ele precisa de alguém que o use só esporadicamente, não eu, que quero carro para usar todo dia.

      Abraço!
      MAO

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  41. Ao invés de me martelar e achar o carro perfeito dentre toda a gama, prefiro pensar em candidatos diferentes que reúnam atributos que sejam interessantes para mim. Todos de preferência manual e de boa dinâmica e desempenho.

    Já pensei num Audi A3 1.8 Turbo há um bom tempo, mas fiquei impressionado pelo Alfa 145 2.0 Twinspark que nem o que o Arnaldo Keller andou com seu amigo Carlão e com sua filha em Interlagos. Um Quadrifoglio per favore.

    Outro Alfa que conquistou meu coração foi o 164. Esse eu não hesitaria em ter, ainda mais com um V6 que derrete cuores de entusiastas. Dos alemães seria a E36: uma compact 325i, um coupé ou um 328i, mas a cereja do bolo é uma M3 Alemã (bem carinha por sinal).

    E como entusiasta, não posso deixar de lado o querido Chevette.

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  42. Marcos, engraçado que tive uma oportunidade parecidíssima com essa sua e cai no mesmo dilema de qual seria o "outro" carro para finais de semana ou dias de diversão...Acontece que estou no 5 carro com essa historia todos juntos...rs

    Acabei seguindo os extintos mais íntimos, mais profundos e diretos que a maioria acaba chegando ao mesmo consenso - Um BMW M3 E36 Alemã 1998 manual de 321cv, azul de um único dono toda e sempre revisada em CSS com seus 53mkm rodados atuais. Cassei, viajei, gastei a sola do sapato, rodei e rodei muito até achar essa que me satisfez e hoje sempre que posso, fecho meus olhos, lembro do ronco deste L6 aos seus 8.000rpm me causa sempre alegria e bem estar que nem consigo descrever.A maioria realmente tem razão.

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  43. Eu não tenho coragem de comprar carro usado nem mesmo pra segundo carro, sempre tem um detalhe chato pra ficar correndo atrás.

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    1. Que nada, isso é bobagem ! A internet e os clubes estão ai para isso, é só mirar no desejado, ter dedicação, paciência e estudar bem sobre ele que o danado vem com gosto. Detalhes sempre vão ter, tanto em carros novos quanto usados, mas em ambos na maioria dos casos é só arrumar ! Simples assim.

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  44. MAO,

    Gostei muito de ler este post. É interessante e legitimamente autoentusiasta.
    Obrigado por compartilhar esta experiência conosco e parabéns pela nova aquisição. Acho que a BMW foi uma boa escolha.

    ABRAÇO.

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    1. Sergio,

      Obrigado, também acredito que acertei!

      Abraço,
      MAO

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  45. Muito bom seu texto MAO, deixou o domingo chuvoso com muito mais graça!
    Parabéns pela aquisição, e em breve, poste mais um belo texto contando suas aventuras com ela!

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    1. Iran,

      Obrigado!

      Pode deixar que volto sim!
      MAO

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  46. Entre os novos poderia incluir o J2, fica estourando 30 mil reais, sim, mas ele além de compacto como o Mille e Clio, tem um motor maior e isso o deixa bem animado. Poderia ser divertido!

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    1. Anônimo,

      Pode sim, mas vendo agora entendo que não era isso que procurava...

      Grato pela participação!

      MAO

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  47. Vou partir em defesa do 155 aqui.

    Ele é basicamente um Tempra de terno, mas sem gravata e de calça jeans, com o motor que nós deveriamos ter recebido. Que na verdade, é o mesmo do Tempra com um toque de Alfa, mas gerando mais potência e torque, inclusive com mais disposição em baixa.

    Ou seja, os problemas que o Tempra tem, o 155 também tem, assim como a facilidade em acharpeças e mão de obra. Problemas elétricos? Não é o tipo de coisa que atormentava o Tempra e nem sua familia, com isso eu deduzo que o 155 também não deva sofrer desse mal.

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    Respostas
    1. Paulo, você fala do 2.0 16V Twinspark? Não parece distante do 2.0 do Tempra, mas tem uma vela a mais para melhorar a queima e conta com variador de fase das válvulas, para que se possa aproveitar bem qualquer regime de rotação. Não sei se o do Tempra tem.

      No mais, concordo com você. Acho o 155 bem interessante, mas o 2.0 16V cai ainda melhor na carroceria compacta do 145Q.


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    2. Por essas bandas, nunca chegou outra versão além do 2.0 16V, nem o 1.8 16V... Agora, sobre sua pergunta, não, o Tempra não tem variador, economia porca da que, se não era necessario no 8V, no 16V a coisa ficava complicada...

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    3. Paulo, aqui em casa ficamos por 4 anos com uma 155 Elegant comprada de único dono, diga-se de passagem ele era o dono de uma concessionária Fiat! O carro era ano 1996 e só saiu da concessionária em 1998, meu pai comprou ela em 2005 com 47 mil Km. A cor era Rosso Alfa, tinha bancos de couro creme elétricos, teto solar, painel bicolor e air bag para motorista!
      A diferença de um Tempra pra ela é bem maior do que a maioria pensa, as bitolas são mais largas (por isso os paralamas volumosos), a suspensão traseira segue o esquema do Tempra europeu, e era idêntica ao Tipo Sedicivalvole com seus braços arrastados presos por rolamentos e não buchas de borracha como nas versões mais "civis" dos Fiat. O motor só tem o mesmo bloco do Tempra, pois o cabeçote é de alumínio e possui variador de fase igual ao do 1.8 16V do Marea e Brava HGT, o cárter também era de alumínio e o motor possuía eixo contra-rotativo como nos Tipo Sedici, além das já citadas duas velas por cilindro que justificam o nome "Twin Spark". Vale citar que as 155 saíam de fábrica com vidros azuis e revestimento acústico até no porta-malas, coisa difícil de ver hoje em dia!
      É óbvio que as Alfas dos anos 90 não eram a durabilidade em forma de automóvel, mas essa bela 155 nunca nos deixou na mão e foi vendida em 2009 com 120 mil Km, e as manutenções não são tão absurdas quanto na 164, pois quase todas peças podem ser aproveitadas de modelos Fiat!

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    4. Rafael,

      O que eu quis dizer foi no sentido de peças de reposição, tipo cabos de velas, homocinéticas, peças do ar condicionado em geral e por aí vai.

      Sobre as outras diferenças citadas por você, todas elas vinham no Tipo 2.0, com exceção as peças em aluminio, e nem era o Sedicivalvole! Baita bola fora da Fiat essa nacionalização do Tempra, tirou as arvores de balanceamento, diminuindo a potência e aumentando as vibrações, tirou a possibilidade de rebatimento do banco traseiro com a adoção do McPherson na traseira, coisa que nem o Tipo nem a SW tinham e que fazia com que eles tivessem dinamica bem melhor que o Tempra sobretudo em velocidades mais altas, onde o sedan parecia "flutuar de traseira"...

      A propósito, não seriam "vidros verdes"?

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    5. Que bela aula de anatomia de Alfa, Rafael. Agora aceitei que ter uma 155 não é nenhum bicho de sete cabeças. Já a menina dos meus olhos, a 164...

      Uma pergunta: a 24V Super tem mais diferenças estéticas em relação a 12V além dos frisos cromados, volante e parte inferior do para-choque frontal?

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    6. Paulo,

      Não sei se sai mais barato que a original para a 155, mas algumas peças da 155 como embreagem podem vir de Marea 2.4 ou Turbo!
      Na 155 também não havia rebatimento de banco mesmo com a suspensão de braço arrastado!
      Em tempo, a 155 tinha os vidros azuis sim! Como eram belos!!!

      KzR,

      As 164 24V Super tem diferenças estruturais em relação a 12V, para vc ter idéia as 12V de primeira leva conseguiam praticamente andar junto com as 24V, tamanho ganho de peso! Isso se devia principalmente ao aumento da segurança do carro e consequente rigidez torcional maior.
      Ter uma 155 é possível sim! Faça-se a pergunta se vc teria como manter um Marea? Se sim, é possível manter uma 155 desde que ela esteja muito bem cuidada! Te confesso que o Marea pode ter motores mais potentes (2.4 e 2.0 Turbo), mas a Alfa é outro nível de dirigibilidade, aquelas rodas dianteiras com a cambagem bem negativa não estão ali à toa...

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  48. MAO, uma alfa sportwagon 3,0 l , automática seria minha opção do momento. Contudo, no interior do PR temo pela manutenção. Sabe se este carro tem problemas crônicos? Ou a manutenção seria de rotina?

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    1. Leandro,

      As Sportwagon só foram importadas na versão 2.0 Twin Spark e 2.5 V6 com câmbio Q-System! Como tem uma aqui em casa já te adianto que é complicado morar longe de uma oficina especializada e lojas importadoras de peças! A 156 tem uma certa aversão a asfalto ruim, mas de câmbio e motor fique tranquilo que se bem cuidado dura bastante!

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    2. 2.5 v6 = motor Opel com maquiagem de Alfa

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    3. Ledo engano Anônimo19/03/13 13:06! Os V6 Alfa nunca se renderam à aliança Fiat/GM!!! Abra o capô e dê uma olhada para constatar...

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    4. Se renderam sim, todos os 2.8 e os 3.2 novos são Opel com maquiagem de Alfa assim como todos os 4 cilindros da época da aliança, com o fim da aliança a Alfa não teve mais nenhum V6 porque já há muito tempo não os faz mais

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    5. Anônimo20/03/13 15:00,

      Tem algum exemplo de Alfa com 6 cilindros Opel? Fico no aguardo!

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    6. O Brera V6 é um deles

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    7. Eu desconhecia tal informação sobre os v6 usados nas Alfas após 2005, no entanto eu sabia que os 4 cilindros exceto o 2.0 JTS eram baseados em motores GM. Obrigado pela informação!

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  49. Alfa Romeo é igual amante.
    Apaixonante mas dá um trabalho danado e acaba ferrando sua vida. Usado no máximo como hobby.

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    1. Belo comentário!
      Agora em se tratando de peças e manutenção, acho que a BMW também não foge muito da regra. O dono tem de ser arrojado e procurar garimpar peças de onde for possível. Ainda bem que nos EUA tem muitas e com preço muito bom. Dá para trazer de lá ou via ebay.
      Acho que o MAO irá nos providenciar informações com tudo o que for pertinente a sua 328i touring. Sobretudo nos cuidados a serem tomados.

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  50. Excelente matéria MAO, eu sempre tive carros pouco comuns, para ser honesto, odeio o comum, mas ao ler seu post não parava de pensar na minha situação atual, hoje, rodo muito, pego trânsito, enfim, tenho um antipático Honda Fit para usar no dia a dia, fico feliz na hora de abastecer pois o carrinho sempre me surpreende com médias acima dos 13 km/lts, algo muito raro nos dias de hoje, mas me revolto ao pagar seguro e IPVA por um carro que não me oferece nada além da economia, e me pergunto todos os dias, o que comprar, principalmente na faixa dos 20 mil reais? As vezes dá vontade de chutar o balde e comprar um carro de verdade, pena que a minha necessidade não permite, pois preciso de um carro econômico e que faça seguro, ohhhh vida sem graça, rssssss.

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    1. Fit antipático? Se fizesse 5 por litro seria mais simpático? Tem quem goste da ramela e não dos olhos

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    2. Você gosta de Fit Anônimo??

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    3. É um carrinho muito bom e que atende o entusiasta com um bom cambio, bom motor, boa suspensão e baixo peso, dentro do preço dele obviamente. Com certeza mais "simpático" e bom de guiar que a maioria, não faz por merecer ser chamado de antipático ou insosso

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    4. Bom, eu sai de um Peugeot 206 1.6 16V para ir para um Fit, confesso que fiquei decepcionado com ele nas rodovias, na cidade ele é excelente, um dos melhores custoxbenefício, mas na estrada, ele deixou a desejar com seu câmbio extremamente curto e com o motor muito fraco :(

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    5. Fit com motor muito fraco é só o antigo 1.3 que é sacanagem comparar com um 206 1.6, os outros tem bom motor e com cambio manual andam bem. Na estrada o novo ou o antigo com qquer motor tem pouca final e 5ª curta, é um dos poréns do carro

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    6. Passarini,

      Grato, que bom que curtiu.

      Cada época da vida pede um carro.... Vc está com um certo para o momento, acredito.

      Abraço, e grato pela participação!
      MAO

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  51. faltou a alfa 156 na sua relação.. um carro com uma pegada maravilhosa !!

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    1. Anonimo,

      Confesso que olhei essas também, mas são mais caras e o texto ia ficar igual a da 155.....

      Abraço!
      MAO

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  52. Excelente Materia e otima escolha, BMW perua, tenho uma queda por peruas haahaha. É uma pena que elas estão perdendo espaço no mercado.

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    1. Bart,

      Pena mesmo...

      Grato pelo comentário!
      MAO

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  53. MAO,

    Gosto muito de ler seus textos pois tenho uma mente tão doentia quanto a sua. Se eu fosse fazer uma lista dessas, provavelmente incluiria um Gurgel X-12, por exemplo.

    Parabéns pela compra, com certeza uma ótima escolha. Com o bônus de cambio manual+perua, ficou realmente irresistível. Que seja uma ótima companheira, e te traga muitas alegrias!

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    1. André,

      Obrigado, também espero!

      Quase comprei X12 duas vezes em fases diferentes da vida. Pensamos parecido...

      Abraço e comente sempre!

      MAO

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  54. Sensacional MAO, que tremenda escolha!!

    Uma perua Bmw e manual!?!?!?!?!?!....é como a bola que vai até os pés do craque, parece que carros sedutores e raros como essa excelente combinação - adoro peruas e caixa manual - vão ao encontro de donos que realmente conhecem e que sabem amar os seus carros.

    Fiquei muito feliz com a tua escolha, a família 328 com caixa automática é um tanto lerda, mesmo para quem não anda no talo o tempo todo, mas uma palanca e um pedal para ser eventualmente chutado, farão toda a diferença em qualquer condição de condução desse carro...e perua ainda, que raridade, que carro mil vezes mais bonito fica a concorrida série 3.

    Meus sinceros parabéns, foi mais que certeiro na escolha (melhor que isso só uma série 5 station e manual..rs!)!

    Queremos um longo relato sobre esse carro mais adiante!

    MFF


    P,s: seu pervertido, aquele lindo Versailles merece sua total originalidade; que carro bonito, até o volante eu gosto na versão quatro raios. Também seria um ótimo companheiro.

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    1. MFF,

      Muito obrigado, curtindo pacas ela.

      Abraço!
      MAO

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  55. MAO! Belo post, extremamente delicioso de lêr com palavras e expressões que um autoentusiasta entende e se familiariza... No final, "Deutsch übber alles!"...Não poderia ter sido diferente! Já tive o prazer de possuir mercedes antigos( 280 S 73, 280 S 83, E 200 wagon 99,C180 95 e ML 320 2000...) Bmw`s ( 325 cupê 96, 525 2002 ) e posso te garantir que a que me deu maior prazer de dirigir foi a 325 cupê, com câmbio mecânico...)Também eu, apesar da idade e do critério inerente a ela estar um pouco apurado, ainda sou infiel a carros e no momento tento trazer a vida um mustang 95 que de original já não tem muito. ( ninguém é perfeito!) Parabéns pela escolha, é prazer na certa...O Cruze ficará com ciúmes!

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    1. Huttner,

      Obrigado!

      O Cruze hoje andou comigo 500 km, ele e eu estamos felizes juntos ainda, a infidelidade não estragou nossa relação!
      MAO

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  56. Bela lista. Eu, na verdade, compraria um Passat alemão 1.8 Turbo 2000 ou um Subaru Imprenza 4X4 1994. O Ford Taurus 1996, Mitsubishi Galant V6 1998 e o Alfa 164 também estaria na minha lista.

    H

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    1. Anonimo,

      Grato!

      Muita coisa legal por aí se você estiver disposto a garimpar...

      Abraço!
      MAO

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  57. MAO, esse foi um dos posts que li com mais empolgação. Confesso que já tive pensamentos semelhantes e cheguei à mesma conclusão. No meu caso, sou movido por uma antiga paixão, um namoro de adolescente: uma 328i preta, de um amigo, que eu costumava dirigir lá pelos 16 ou 17 anos.
    Esse mesmo amigo também tinha uma 540, um excelente carro, sem dúvida. Mas não tinha jeito, a 328 era a preferida, a mais justa, divertida e gostosa de guiar.

    E como é bom encontrar "malucos" como eu, que não veem o menor sentido nessa bobagem de campanhas de abandono do automóvel no dia a dia.
    Aqui no Rio o pessoal costumar dizer que o bom de morar na zona sul é não ter que depender de carro. Como assim? Isso não faz o menor sentido.

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  58. Parabéns pela escolha!
    Sem dúvida dez anos de um governo no caminho certo proporciona aos brasileiros alcançarem seus sonhos de consumo e os fazerem ainda mais felizes. Os brasileiros merecem!

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  59. Boa lista MAO, a cada item a expectativa aumentava...como deixar passar o cuore da Alfa??? Ou a estrelinha da Mercedes??? Mas fizeste ótima escolha, sem dúvida. Confesso que a BMW e as outras duas marcas que mencionei povoam meus pensamentos autoentusiásticos...Mas como nossa cabeça é louca, às vezes me pego namorando um Fiat 147, ou ou Chevettinho que fez parte da minha infância. Qual escolher? E como escolher, visto que sou uma nulidade mecânica, acostumado à ilusória segurança dos zero kms... Meu projeto é como o teu, até o final do ano deixar o Focus com a patroa, me virar no transporte público diário e no final de semana ter um brinquedinho simplesmente pelo prazer de dirigir, nada mais. Até lá espero teus posts para aprender mais sobre a BMW e quem sabe optar pela máquina de Munique. Abraço!

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  60. Belíssima escolha MAO.

    Salvem as peruas!!!

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  61. Texto primoroso! Parabéns.

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  62. Caro MAO; Ótima ideia esta matéria! tenho um Galant VR6, 2.5 litros que é o carro mais gostoso que pode existir. Se pudesse o dirigiria todo dia. O que me impede é que, infelizmente, não encontro peças de reposição. Vou tentar importar tudo da Europa pois nos USA os modêlos são diferentes. A suspensão simplesmente acabou e está ruim de andar. Tenho mais dois velhinhos, um Civic 00 e um Accord 99 e fico com pena de me desfazer de tão gostosos e legais. Abs. MAC

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    1. Mac, tb tenho um Galant VR, o meu é ano 1999, atualmente tem 202mil Km, acabei de trocar os amortecedores e paguei R$1000,00 nos 4 novinhos! Se quiser trocar informações do carro entre em contato pelo email sumiya.chem@gmail.com, será um prazer poder lhe ajudar com essa suspensão judiada pelos buracos tupiniquins!

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    2. Rafael,

      Galant E Stratus LX 2.5 compartilham alguns ítens mecânicos, inclusive motor (Mitsubishi 6G73), não é isso?
      Deve ser um carro bastante interessante!

      Abraço!

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    3. Anônimo20/03/13 14:08,

      O Galant e o Stratus tem a mesma plataforma, tendo algumas peças de suspensão e outras em comum. No entanto o motor do Galant VR trazido para o Brasil é o 6a13, o Stratus usa o 6G73, os dois são 2.5 V6 24V SOHC e possuem potência parecida, mas são carros bem diferentes no comportamento! O Galant pesa praticamente 100 Kg a menos e tem o câmbio automático com sistema INVECS ou INVECS II. Particularmente eu sempre preferi o Galant, acho mais bem resolvido visualmente e mais eficiente que o primo americano!

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  63. MAO, entendo as razões para gostar e cogitar carros tão diferentes, e o motivo é que cada um cativa de uma forma; quem gosta deles, também aprende a gostar de vários detalhes deles e veja algo vivo ali.

    Esta BMW station é linda demais, por incrível que pareça eu gosto muito delas e das MB, talvez por ver muitos dos cupê e sedan no dia-a-dia(que já são de fazer o coração bater mais forte) faça quando vejo uma perua deles, não tem como não virar o pescoço.

    Uma opção que pessoalmente eu colocaria na lista também, entre um modelo luxuoso e já de idade e um novo básico, pode existir a opção de uma versão um pouco usada mas de mais raça. No caso do Clio, os últimos que ainda usavam o motor 1.6 16v(K4M) são canhõezinhos, carro que se veste e ainda cheios de equipamentos e bem confortáveis também, é uma sugestão que faço a quem procurar um carro bom e barato, que já tenha lá seus 5 anos. Ou mesmo na linha do Uno, um modelo como os 1.6R/1.6R MPI é desvalorizado, garimpando já encontrei alguns bons e de procedência, a preço de Mille.

    Por falar nisso, entendi que no Uno e Clio eram importantes os valores do seguro; acabou fechando algum na BMW?

    Abraços

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    1. FCM,

      Não, apenas rastreador/bloqueador. Uma das coisas boas do carro novo é seguro, se for novo é importante, com vinte anos é um dos problemas....

      Abraço!
      MAO

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  64. Este comentário foi removido pelo autor.

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  65. MAO, parabéns pela aquisição!

    Ah,não cogitou colocar em sua lista os "MADE IN USA" Chrysler Stratus 2.5 V6 ou 300M 3.5 V6?

    São carros fantásticos, sem dúvida.

    Grande abraço!

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    1. Moparzeiro é uma desgraça mesmo, acho que só apzeiro consegue ser pior.

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    2. Bob,

      Acho que a moderação está deixando passar coisas indevidas!

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    3. Verdade... Olho vivo aí, Bob!

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    4. Pablo,

      Queria algo chique dessa vez, Mercedes, Alfa, BMW....

      MAO

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  66. Claro que não! Chrysler, Dodge e demais porcarias precisam de, no mínimo, uns cinco mil anos para chegar aos pés de uma BMW. Porque BMW é simplesmente automóvel de quem entende de automóvel.

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    1. Perguntei ao MAO, que entende de automóveis, não a um anônimo que acha que entende.
      Essas "opiniões" na base do achismo são de lascar.

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    2. Quem entende sabe que Série 3 e Stratus ou 300M são planetas diferentes

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    3. Não precisa perguntar. A escolha dele (Série 3) já mostra seu bom gosto e a sua decisão acertada em comprar um automóvel de verdade, o BMW.

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    4. A gente bem que percebe quando um moleque entende de automóvel, basta ver o avatar do bruto pra perceber isso.

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    5. Falar de Eclipse velho, Uno Mille e Versailles pode, mas de Chryslers não... Vá entender esse povo!

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    6. Gente, por favor, vamos respeitar o colega.

      Pablo, Adoro carros americanos tb, só não era a hora certa.

      Forte abraço!
      MAO

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  67. Uns 6 anos atrás fomos atrás de um Versailles pra substituir nosso Del Rey, mas não encontramos nenhum no estado que nos agradasse.. Acabamos optando por um Santana 2003.

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  68. MAO,

    E36 é tudo o que alguem precisa para dirigir. Nada mais, nada menos, tamanho certo, posicao de digirir otima, resposta telepatica do volante, tracao no lugar certo e mais motor do que voce precisa no dia a dia. E todas as amenidades de conforto moderno (ar, direcao, teto, tudo eletrico, ABS, etc).

    e ela aguenta desaforo legal... destraciona, o pneu reclama, mas ela obedece!!! AH, e como obedece... esterá melhor usando eixo traseiro do que dianteiro, se é que voces me entendem :-)

    a proxima viagem ao RJ será de perua! será que ela bate a top speed que fizemos na coupê???

    RT

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    1. RT,

      Bate fácil. Segure suas calçoilas, camarada....

      MAO

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  69. Grande MAO! Li todo esse enorme (mas delicioso) texto na telinha do celular pois estou viajando :) fiquei pensando: e o Palio ETorq 1.6 16V do modelo antigo (2010 ou 2011)? Nao gosta? Abraco!

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    1. Coisa mais nova só zero Km, amigo.

      Forte abraço!
      MAO

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  70. Salve MAO,
    fiquei arrepiado quando vi o primeiro carro da lista...Versailhes..tive um l996, comprado zero km com mionha aposentadoria....grande carro (santana mais pobre) rodei com ele ate 110milkm e vendi para um taxista....grande a sua lista tyambem me balanço por umas mercedes antigas de 10/15anos que vejo por ai...

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    1. Casa NoRio,

      Confesso que esse Versailles ainda me perturba.... Ainda acho um plano batuta, o meu...

      MAO

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  71. Caro MAO,

    Como sabe, além de fã de Alfa também curto um "carrinho-bom-'semi-idoso'-a-bom-preço", dentre eles, a minha eterna procura por um Subaru Outback ano entre 1999 e 2003, com câmbio manual, claro...

    Dentres esses, como muitos aqui, ficaria mesmo em dúvida em pegar o excelente (e temperamental) Alfa 164 (embora prefira o 12v), com sua opulência e, infelizmente, manutenção cara...

    Como tenho também uma queda por 'peruas', colocaria na lista o Alfa 156 Sportwagon.

    No tocante às BMW, já andei vendo duas 'série 5', ano 1994 e 1997 (já com a frente nova), ambas raras com câmbio mecânico. Balencei muito por elas, mas fiquei com medo da manutenção ($$). Porém, surpreendeu-me quando li que elas têm "movimentos deliberados demais". Achava que as 'série 5' seriam mais 'justinhas', como as 'série 3'. Esta foi uma excelente dica!

    Curto muito a 'série 3' coupé, com apenas duas portas.

    Parabéns pela aquisição e, mais ainda, pelo excelente texto. Certamente todo mundo aqui se identificou com ele.

    Abraços!

    Leo-RJ

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  72. MAO, permita-me a curiosidade: como você fez a transferência dos documentos, pessoalmente ou por despachante? Houve dificuldades? O preço foi caro?

    Pergunto-lhe isso porque, às vezes, tenho uma coceirinha em comprar um bom carro usado mas temo os problemas que eu possa enfrentar com a documentação, pois não tenho confiança em despachantes.

    Quando o Detran era no Ibirapuera, apesar do "sobe e desce", "prédio-sede para o prédio-mirim", "preencher formulário no Touring", eu conseguia obter a documentação sem grandes problemas e sem tomar tanto tempo. Agora, com o Detran na Av do Estado, ouço tantas reclamações que imagino que aquilo seja um caos total...

    Obrigado antecipadamente pelos comentários.

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    1. Anonimo,

      Tenho um despachante de confiança, ele fez tudo, e me cobrou 300 reais.

      Desculpe a demora a responder!

      MAO

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  73. Muito bom post
    sempre sonhei em comprar um alemão desses porque um zero é um pouco complicado $$
    achou alguem que fez o seguro? ou colocou um chave de corte?
    e como ja comentou - fazer um outro post daqui um tempo de como ter e manter um carro desse nivel com 17anos

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    1. Emeaia,

      Rastreador/bloquador. Volto sim para contar a vida com ela, pode contar!

      MAO

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  74. Caro MAO,

    Sou um fã incondicional das wagons, coisa que acredito ser raro hoje em dia, principalmente aqui no NE. Estou seriamente interessado em uma C5 Break, por seu conforto aliado à uma manutenção não tão cara quanto Audis, BMWs e Mercedes. Por tanto, gostaria, se possível, de ter uma noção de como é e quanto custa a manutenção de um carro do porte da sua 328i.

    Agradeço desde já a atenção,

    Pedro Reithler Marroquim

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    1. Pedro,

      Ainda não sei, mas fique de olho neste espaço que vou contando.

      Abraço!
      MAO

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  75. Esses Alfas nunca pegaria ,gastam muito combustível ,e peças só na porta da esperança.

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  76. Fantástico o texto e a escolha garimpada.
    Particularmente achei que faltou um Accord na sua lista.
    Tenho um 98, que pertenceu a Embaixada da Austrália. Sou apaixonado pelo carro e na minha lista de próxima compra está um 2004 ou 2005 V6.
    Carro extremamente confiável com manutenção perfeitamente possível dentro das revendas Honda.

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  77. Parabéns pela aquisição, MAO.

    Tenho 19 anos e quando entrei para a federal iria ganhar um carro do meu pai, algo meio que tradicional no brasil. E como quase todo autoentusiasta que nasceu na década de 90, as e36 são a minha paixão.

    Após muito ludibriar o meu pai ganhei o tão sonhado prêmio!

    Um BMW 318ti 1995/1995, 1.8 16v. Pode não ser um seis cilindros, pode não ser uma M3, pode não ser um sedã, pode não ser novo. Eu não me importo. O carro me faz feliz como entusiasta, até arrisco dizer que é o meu melhor amigo.

    140cv, tração traseira, câmbio manual... Que carro!

    Podem até dizer que foi uma escolha errada para um primeiro carro, não julgarei essa opinião, até porque isso foi algo inusitado, porém o importante é que estou feliz. É um primeiro passo de muitos na vida, buscar muitos sonhos ainda e mais BMW's estão no meio destes sonhos.

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  78. Não entendo essas opiniões sobre Versailles, dizendo que e um carro sem identidade. É algo muito vago. Pra mim qualquer carro tem identidade, ainda mais se for bom. Quer coisa melhor que um carro que reúne a mecânica confiável da Volks e o acabamento da Ford?

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  79. estou na mesma procura e atualmente entre dois brinquedos
    http://www.seminovosbh.com.br/veiculo/codigo/459662 manual mas 4cil e preço muito alto)
    http://www.seminovosbh.com.br/veiculo/codigo/527847 V6 mais novo e de bom preço, so que automatico =(

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  80. Olá Mao!
    Gostei muito de seu texto, também tenho preferências exóticas, inclusive tenho uma lista de carros dos sonhos, que são todos da década de 90, e ainda quero colocar na garagem uma 325i antiga pois, não analiso caros pelo seu ano, mas sim como o vinho a sua "safra" e acho que sua escolha pela série 3 do início da década de 90 é uma bela safra! Possuo na garagem para uso mais dia-a-dia um excelente Peugeot 106 - 99, que surpreende pela estabilidade na estrada, embora possa não parecer, se fosse preparado deixaria muitos esportivos para trás no handling, parece um kart, experimente dirigir um em uma serra (como aqui em Caxias do Sul e verá o que estou dizendo, é muito divertido de guiar) já meu brinquedo de fim de semana é o que me faz bater o coração mais forte, é como um ritual quando vou até o carro, sempre vejo o óleo, sento no "cockpit", sinto o cheiro característico, giro a chave e acendem toda aquela infinidade de luzes espia e teclas do piano do ar condicionado, espero o rugido do motor e eis que desperta o coração ou melhor..o "Cuore" da 164 Super V6 24V, não adianta, sempre me emociono quando ouço os 6 cilindros entrando em ação com seus 215 cv de ignorância!
    Esta Alfa eu refiz todo o motor e te digo, foi uma baita dor de cabeça, mas tudo deu certo, e sou um feliz proprietário, mas aconselho somente como segundo carro, pois dependendo do que estraga, vai ficar um tempo parada, pois precisa de paciência para o garimpo. De vez em quando participo de algum encontro do Alfa RomeoBR e é muito bom ver outras passeando e com boa saúde.
    Antes vi um comentário de que o as alfas são beberronas, e acho que foi equivocado, pois para o motor que tem, até acho que são econômicas, pois faço uma média de 6.4 km/l na cidade com um trecho de estrada e 10 a 11 km/l na estrada a 100/110 km/h (lembrando que é automática). Saudações Alfísticas!

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  81. Prezado, estava "vasculhando" a net para saber sobre o BMW 528i 1997 que comprei literalmente na empolgação. E aí me deparo com sua matéria que foi de encontro ao meu brinquedo de adulto.
    Santo carro, não dá para arrepender!!!!
    No meu caso estava querendo mudar meu C4 para algo mais robusto e a um preço que pudesse ser pago pela venda do meu atual carro. E numa pesquisada na net achei uma preciosidade que me tirou o sono por vários dias: compro ou não compro! Minha esposa quase me bateu quando disse a ela que iria comprar uma BMW de 1997. Mas ela hoje torce a língua quando anda e o vê: é carro que muito nacional hoje de 80, 90 mil não chega aos pés. Tanto em termos de opcionais, conforto, segurança e motor então...
    Encontrei uma preciosidade, uma 528 com "apenas" 38500 Km rodados. O carro foi de um colecionador que usou-o por apenas 4500 km e o vendeu para um senhor, que além dela tinha uma 540i e que, em 3 anos rodou até os 38500, sempre o revisando em concessionário autorizado. Quando fui ver o carro parecia que ainda tinha cheiro de novo, de tão conservado. Hoje ela está numa revisão pois irei rodar agora em dezembro uns bons 5 mil Km nas férias e providenciei uns pequenos reparos necessários, nada que um carro com quase 18 anos de vida peça. Mas nenhum susto ou grandes demandas de manutenção.
    Sinceramente estou apaixonado pelo carro, pelo barulho do motor. Quando se fecha todo o carro, os engenheiros propositadamente fizeram com que o som externo fosse abafado e permitisse apenas que o 6 canecos entrem nos ouvidos. (Realmente a acústica do carro é de se assustar, o isolamento é fantástico). Aí é só prazer, sentir o carro e o ruído afinado. Perfeito!!! No mais a posição de dirigir, a sensação de ter o carro nas mãos, sente-se a robustez e a confiança do carro. Em uma estrada então nem se fala, é um prazer conduzí-lo de forma suave, precisa, firme, e quando se precisa é só dar uma pisadinha, que o danado está lá, com uma presteza, uma solicitude de motor que encanta. Nunca tinha tido um importado ou um 6 cilindros. Meu paiteve um opala 4.1 em 1989 que na primeira rodada com ele fizemos 160, e cheguei a dirigí-lo em algumas vezes, mas nada se compara a esta maravilha alemã.
    Um abraço e que a BM continue nos dando estas alegrias!!!

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  82. Há exatos 15 anos, meu pai teve uma, exatamente igual, com exceção das rodas, que eram esportivas. Acabou fazendo a maior besteira do mundo e trocou por uma Blazer V6, logo que saiu a bulldog. Há alguns anos, tentei achar uma igual para presenteá-lo, mas sem sucesso... todas muito "batidas". Parabéns pelo carro, aproveite muito!!!

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  83. É eu modestamente ainda tou noutro patamar,$$$$,então seria ômega,opala 92,mareia,tempra stile santana gls e por aí vai!!1

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  84. tenho uma pajerinho v6 99 eestoupensando em uma e36 95 automatica o que vcs acham??

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  85. Querido MAO, que delícia de texto! Fiquei emocionado, com lágrimas nos olhos, de alegria e de vontade de comprar uma destas (BMW) igual à sua. Obrigado.

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