CHEVROLET IMPALA 2013: O ÚLTIMO CARRO DA VELHA GM

fotos: GM



Hey, there you are! She's down there. Plain Jane boring, just like you asked for, but I dropped in three hundred horses on the inside. She is gonna fly!
There she is. Chevy Impala, most popular car in the state of California. No one will be looking at you.
(Aí está você! Vamos lá, ela está aqui embaixo. Discreta, chata, sem graça, como você pediu, mas eu coloquei trezentos cavalos debaixo do capô. Esse negócio vai voar!
Olha ela aí: Chevy Impala, o carro mais popular no estado da Califórnia. Ninguém vai olhar duas vezes para você.)

No filme “Drive!, recentemente lançado em vídeo, o ator Ryan Goslin interpreta um misterioso e jovem piloto que ganha a vida um pouco como motorista de assaltos, e um pouco como stunt doublé para a indústria de Hollywood, mas se declara a todos um mecânico apenas, que trabalha na oficina de seu chefe e mentor, o personagem Shannon, interpretado pelo experiente ator Bryan Cranston. É de Shannon a fala acima, dita enquanto ele entrega o carro para o mais novo trabalho do protagonista (um assalto), bem ao início do filme.

Ryan Gosling dentro do Impala, esperando os comparsas, no início do filme "Drive!"

O filme é interessantíssimo. Começa todo tranqüilo e contido, mas do meio para frente explode em uma violência tremenda que nos deixa decididamente incomodados. Além disso, é filmado com um virtuosismo que está ficando cada vez mais raro. As imagens dizem quase tudo, e o silêncio diz mais que mil palavras; uma verdadeira lição de cinema para quem ama a Sétima Arte. Fora que a história é original e nos prende de ponta a ponta. Altamente recomendado.

Mas apesar do tema aparentemente automobilístico, os carros aqui são meros coadjuvantes; quase irrelevantes para a história, fazendo com que mesmo um maníaco como eu os esqueça e preste atenção nos personagens de carne e osso do filme.

Mas me chamou a atenção a escolha desse carro de fuga que Shannon prepara para o protagonista. Um carro simples e comum, o mais comum na Califórnia, mas com 300 hp. Perfeito para se esconder da lei. Vendo a cena, e ouvindo a fala acima, na hora pensei: peraí... ele não precisa mexer no carro para ter 300 hp, o carro já tem exatamente isso no motor original! Lembrei, na verdade, que estando à venda a apenas US$ 25.000 nos EUA, talvez sendo este atualmente o carro de 300 hp mais barato do mundo.

Tal fato nos mostra o quanto o automóvel evoluiu. Vinte anos atrás, um Ferrari 348 tinha a mesma potência, e um Porsche 911, apenas 270. E colocar 300 hp nas rodas dianteiras de qualquer coisa era algo temerário e poucas vezes tentado. Hoje, é coisa tão banal quanto um Chevy Impala.


Eu sei que o Impala é um carro grande e pesado se comparado aos carros esporte europeus, que o que importa é a relação peso-potência, então poupem os comentários. O importante aqui é o número sim; trezentos cavalos para mim é onde as coisas ficam interessantes de verdade, o número mágico de potência acima do qual até caminhões de 45 toneladas se tornam razoavelmente interessantes, quanto mais em carros de menos de duas. Trezentos cavalos é o que separa homens de meras crianças.

Bob Lutz, velho marine transformado em executivo da indústria, escreveu em seu livro de memórias do tempo da GM, “Car Guys vs Bean Counters” (que deve ser lido depois do escrito na Chrysler, “Guts”) que o Impala era um silencioso mas constante fazedor de dinheiro para a empresa. Vendia constantemente (e ainda vende!) coisa de 200 mil carros por ano, feito um reloginho. E um carro muito bom, apesar de aparentemente tão sem graça quanto um picolé de chuchu.


O carro é claramente algo da antiga GM, uma empresa que, como nos contou Lutz no mesmo livro, era extremamente voltada para si mesma, sem enxergar o mundo lá fora, e totalmente desconectada dele. Os carros eram terrivelmente sem graça, porque eram definidos por um sem-fim de normas extremas. Pneus tinham que atingir guias altíssimas a alta velocidade, interiores tinham que seguir normas inflexíveis sobre a posição de tudo, e até o exterior do carro era subjugado a comitês de avaliação que procuravam apenas um insosso consenso e nada mais.

Um ambiente assim mata a criatividade, e tornou os carros da GM de então extremamente indesejáveis, banais, sem emoção. Mas, no caso do Impala em questão, prova que mesmo de um lugar triste, algo muito bom pode surgir.


O Impala, seguindo esse monte de normas e especificações, não podia ficar bonito e jovial. É um carro sóbrio e comum em aparência. Seus pneus parecem pequenos hoje em dia, e de perfil muito alto. Mas, olhando por outro lado, é um carro interessantíssimo, com características muito peculiares. É o único lugar onde aquela chatice toda da GM serviu para algo, o carro que prova que tinha realmente alguma lógica naquela loucura cega. O símbolo máximo de uma empresa que morreu.

O carro pode atingir um meio-fio sem medo que algo aconteça de errado. É enorme, e o espaço interno é generoso. Com tração dianteira e suspensão voltada para a segurança, é um carro que, apesar de não ser emocionante no comportamento, permite velocidades altas sem problema algum, em qualquer lugar e piso. Aerodinamicamente, a carroceria é eficiente. Ergonomicamente, o interior é perfeito, o acesso ao interior fácil, o porta-malas, gigante.


O motor é uma maravilha moderna: pequeno por fora e bem leve (todo em alumínio), é um V-6 a 60 graus (configuração correta para um V-6 ou V-12), mas ainda assim tem cilindrada alta, 3,6 litros. Com duplo comando de válvulas no cabeçote, quatro válvulas por cilindro, variador de fase nos dois comandos e injeção direta, produz 304 cv (exatos 300 hp) a 6.500rpm, e nada menos que 36,2 m·kgf de torque a 5.300 rpm. É a versão mais potente desse motor, igual à que equipa o Camaro básico, que conhecemos em versões de menor potência aqui no Trailblazer e no Omega. Além de suave e potentíssimo, é muito econômico: no Impala, acoplado a uma sofisticada caixa automática de seis marchas, retorna 12,7 km/l no ciclo rodoviário da EPA, a agência ambiental americana.

Imaginem isso. Um carro grande americano, medindo mais de 5 metros (5.090 mm), que pesa 1.612 kg em ordem de marcha, que pode fazer o 0-100 km/h na casa dos seis segundos, tem 36 m·kgf de torque e ainda retorna quase 13 km/litro na estrada? E tudo isso por apenas 25 mil dólares? O carro pode ser sem graça em estilo, e ser regulado mais para o conforto que a direção esportiva, mas não dá para negar que é uma máquina sensacional, eficiente de uma forma que não poderíamos nem sonhar a pouco tempo atrás. E mesmo os mais antigos Impalas deste modelo (antes de 2011), com motores V-6 menos modernos e potentes, ainda eram plenamente satisfatórios, como nos contou o Juvenal Jorge aqui no blog em 2010.


A polícia americana o adora; o tipo de uso intenso que mostra quão bom é a coisa. Um carro assim certamente não desperta paixões desenfreadas, mas é uma ferramenta maravilhosa para quem aprecia uma máquina bem ajustada a finalidade que se destina. Um automóvel puro, focado em função, barato, durável, potente e econômico de uma forma que é muito, mas muito raro. Ainda mais hoje em dia, época em que os carros se tornaram acessórios de moda.


E é por isso que o novo Impala, a ser vendido em breve como modelo 2014, é algo muito mais estilizado e interessante visualmente. Mas será que substituirá o atual? Quem deseja algo especial provavelmente vai continuar a comprar o que compra hoje, os germânicos Audi, BMW e Mercedes-Benz. 

O novo Impala, modelo 2014

Sim, um carro mais bonito não custa nada a mais em dinheiro que um feio, mas custa sim em compromissos de engenharia. Pneus de perfil mais baixo são mais facilmente danificados, e como são maiores, suas caixas de roda tornam o espaço interno menor. Portas subjugadas por um desenho externo que é mais importante que todo o resto tornam o acesso pior, e de novo o espaço interno menor. E se o designer do interior achar que a maçaneta de abertura da porta deve estar no teto, hoje em dia é bem capaz de conseguir colocar ela lá. A sabedoria desses moleques tatuados e de brinquinhos parece ser indiscutível hoje dentro da indústria. A indústria, hoje, é deles na verdade, e não mais de engenheiros, aqueles coroas carecas, barrigudos, chatos, cricas. E sem noção alguma de moda!

E esse carro é isso; a última seriedade de uma indústria que hoje quer ser tão etérea e gasosa como a de roupinhas da moda. O Impala, por outro lado, foi criado por pessoas de meia-idade que passaram uma vida resolvendo problemas de campo em carros, e por isso é uma ferramenta perfeita. Sem emoção, mas cirurgicamente precisa na sua função.


E o último Chevrolet de seu tipo. Vamos sentir falta deles, podem ter certeza. Eu sei que eu vou.

MAO

112 comentários :

  1. A síntese do penúltimo parágrafo parece ser a definição do Veloster, e de quem o produz.

    E infelizmente, é o que vende hoje. O que vale é ser diferente, rebuscado, "orgânico" no design (argh!). E até os pilares da velha guarda, como a Mercedes e a GM estão se rendendo a esse novo paradigma. Carros medíocres, com linhas fúteis e redundantes, para pessoas igualmente fúteis e redundantes...

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    1. Marcos,
      O último trecho de seu comentário me lembra de uma famosa frase de Margaret Mead, a qual cito no original para não depravar o sentido:

      "Always remember that you are absolutely unique. Just like everyone else."

      Esta busca desenfreda pelo "único", sobrelevando-o como característica preponderante a ser alcançada em algo tão conceitualmente vasto como um automóvel desagua justamente na mediocridade que menciona. Todos são únicos, todos são diferentemente iguais na mediocridade. Este caráter medíocre na sua acepção vulgar, claro.

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    2. Anônimo,

      Grande frase. Muito boa mesmo.
      MAO

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    3. Também me identifico demais com o penúltimo parágrafo, lamentando como os rapazes tatuados e com brincos são quem manda hoje nos projetos da indústria, e os engenheiros tem que se submeter à vontade deles. Isso não é só na indústria automotiva, mas em todos os setores.

      Sinto que nasci na época errada, porque tenho menos de 30 anos, mas não me identifico nem um pouco com muitos aspectos dessa época em que vivemos. Um dos principais é esse: Uma época em que o design se sobressai à funcionalidade dos produtos e não o contrário. Robustez, confiabilidade, durabilidade, até mesmo usabilidade e praticidade, tudo isso é relegado a segundo (ou terceiro) plano, o importante é o design e a imagem do produto agradar os metrossexuais, os hipsters e as mulheres - por mais que o design comprometa outras qualidades do produto, pois são pessoas fúteis que só dão valor à aparência e imagem. E o pior é que dá certo!

      Tudo que importa é estar na moda. E durabilidade e robustez pra quê, já que em 1 ou 2 anos o produto estará fora de moda/obsoleto e será descartado mesmo que esteja em perfeitas condições. Lógico que uma certa obsolência programada e consumismo sempre existiram, mas parece que nos últimos 5 ou 10 anos a coisa piorou demais.

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    4. "Always remember that you are absolutely unique. Just like everyone else."
      PQP... Absolutamente genial.

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    5. Realmente, é verdade. Parece até que esqueceram qual é a verdadeira função do carro, como parecem que tambem esqueceram qual a verdadeira função de um telefone.
      Area envidraçada boa, visivelmente mais espaço comparando o 2013 com 2014... Sinto falta principalmente disso, areas envidraçadas, e boa visão externa, voltamos aos tempos dos carros antigos, com linha de cintura que só deixava a cabeça do sujeito aparente (como num fusca), e olha lá.
      e realmente em relação a versão 2014, da impresssão que se trocar a grade, e por o simbolo da ford... vira o fusion, se mexer na grade e farol, vira qualquer outro sedan, BMW, Audi, VW... O que quiser.

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  2. Excelente! Quando fui para os EUA no ano passado passei um mês dirigindo um destes, branco, versão LT. Carro maravilhoso, me apaixonei. Por curiosidade, cheguei a fazer 14km/l na estrada, e na cidade, fazia não menos que 9km/l. E isto em um V6 de 300hp! Que carro de 140cv no Brasil consegue isto? "Awesome", é só o que posso dizer!

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    1. Rafael, como são as estradas e ruas de lá? Esburacadas, cheias de lombadas e semáforos, como as daqui? Tenho pra mim que isso explica boa parte da diferença no consumo.

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    2. Rafael,
      fico feliz que não tenha sido só eu que gostei do Impala.

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    3. Thales, mesmo em ótimas rodovias os carros daqui não chegam nem perto desta economia.
      Juvenal, eu não gostei do Impala, eu me apaixonei por ele! É exatamente o meu tipo de carro, sóbrio, potente, extremamente confortável e confiável. E o melhor, foi com ele que passeei pela Route 66!

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    4. Rafael, você gosta mesmo de um bom sleeper.

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    5. Eu também. Fui de Miami a Orlando num desses, com a família (+4), usando só a mão direita (cruise control acionado, dois pés no assoalho), em estrada absurdamente plana. Maravilha.

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  3. Victor Gomes21/03/13 12:19

    Em viagem aos EUA mês passado, dei uma volta em um bocado de concessionárias que ficavam na mesma rua. Fui na Chevrolet na esperança de ver um Corvette C7 (que não estava lá, só o C6) e me chamou a atenção o Impala, ao lado do Sonic. Que diferença de tamanho! E pensei, "caramba! 300 hp disponíveis num carro que só coroas que não tem paciência pra escolher carro novo ou frotistas irão usar..."
    O interior, não tinha esses apliques imitando madeira, era um mar de plástico cinza escuro e de toque aspero e duro. Me lembrou um Prisma, só que com espaço interno gigante e motor de Camaro.

    O carro realmente não empolgava. Destoava do resto dos carros no showroom. E era prata... Em nada ele lembrava o que considero o último Impala de verdade, aquele SS fabricado entre 1994 e 1996.

    Só fico chateado em relação a esse Impala porque ele não é tração traseira, como praticamente toda banheira americana que se preze. Poderia ter seguido o mesmo caminho do Ford Crow Victoria até este ter saido de linha.

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    1. Victor,

      As versões mais baratas são pobres realmente em acabamento. Preço baixo...

      Eu acredito que para carros deste tipo, tração dianteira é fundamental. Seguro no comportamento, mais barato para fazer, melhor aproveitamento do espaço interno...

      Grato pelo comentário!
      MAO

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  4. Apenas uma coisa me deixa decepcionado nesta história: O fato de toda esta constante e despretenciosa evolução ter ocorrido sem trazer consigo a tão comum configuração de tração traseira dos tradicionais sedãs americanos.
    A morte do Crown Vic (e a plataforma Panther em si) já foi algo a se tratar com pesar absoluto justamente por este detalhe.
    Como o próprio texto menciona, são números excepcionais para um carro daquelas dimensões, de cuja evolução outros saudosos e polivalentes nomes poderiam ter bebido e conseguido números não menos expressivos de eficiência e aptidão técnica.
    Este novo Impala (2014) me parece da mesma linha do Camaro: Carros tecnicamente mais perfeitos do que nunca, mas que conceitualmente sofrem da miserável falha de não possuir um propósito para a maioria de seus atributos. Nada justifica uma extravagância vã.

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    1. Anonimo,

      Como disse á pouco, acho que neste caso a tração diantira é evolução técnica. A tração traseira só é boa em carro de comportamento mais esportivo, nesse tipo de banheira só piora as coisas.

      Abraço, e comente sempre!
      MAO

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  5. Nunca deixa de me impressionar como brasileiros se impressionam com o que ha de pior nos EUA. Infelizmente nao me parece que seja porque no Brasil e pior, mas porque se trata simplesmente de falta de discernimento quando se trata de algo vindo dos EUA. Ou seja, e bom porque e americano.

    Devo deixar bem claro que o Impala representa tudo que fez da GM uma empresa falida. Seus numeros de venda so sao relevantes porque basicamente apenas locadoras e governos o compram. Se vir algum particular que o comprou novo, e um idoso, se for um particular que o comprou usado, e alguem de poucos meios financeiros, porque o Impala e um carro tao ruim, tao mal construido e acabado, tao pouco duradouro que seu preco despenca rapidamente assim que ele sai do concessionaria; sem falar que tantas vendar para locadoras garantem uma oferta farta no mercado de usados, o fazendo barato.

    Sim, o 3.6 V6 e um motor muito bom. A GM levou 15 anos para o lancar e acompanhar outras ofertas do mercado, mas finalmente o lancou, ainda que tarde. Mas se ha algum uso pior dele seria dificil de se imaginar. Sao produtos como o Impala que levaram a GM a falencia. Sao produtos como o novo Impala que levarao a nova GM a falencia de novo.

    O Impala tem um chassis pessimo, flexinando como uma sanfona. Sua suspensao so poderia agradar idosos, pois e tao macia que os mais sensiveis ficariam enjoados numa viagem.

    Portanto, acho inacreditavel que uma droga de carro como o Impala figure nao uma, mas duas vezes neste site que pretende ser um ponto de encontro de entusiastas automobilisticos. Esqueca os Impala dos anos 60, ha decadas que ele nao existe, apesar do nome continuar.

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    1. Augustine,

      O chassis não é tão ruim assim como você diz. Não é um carro esporte, longe disso, mas não é tão molenga assim não.

      Como disse, é um carro desconectado da realidade atual, como era a GM, e por isso só vende realmente a frotistas praticamente, mas frotista é consumidor, e bem exigente. Concordo quando você fala que foram carros como este que levaram a GM a falir, mas isso não quer dizer que ele seja ruim.

      É eficiente, não excitante. Não é bom confundir as coisas. Muita gente acha que o mundo deve ser feito só de carro esporte, não é o caso.

      MAO

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    2. Augustine21/03/13 13:07 Por que a policia norte americana utilizaria um carro com chassis ruim ?

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    3. Poderia ter ficado sem essa Augustine!

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    4. MAO, não caia na conversa do Augustine. Que carros como o Chevrolet Impala figurem não apenas uma ou duas vezes neste site, mas sim vinte, trinta, cinquënta vezes. Garanto que o que ele chama de droga de carro tem muitos admiradores entre os autoentusiastas. E impressionado fico eu com a quantidade de coisas que sendo "o que há de pior nos EUA", conseguem ser (bem) melhores que o que há "de melhor" por aqui. E muito mais barato.

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    5. Lorenzo Frigerio21/03/13 14:02

      Augustine, a Impala não tem grandes desígnios, além de ser espaçosa, confortável, potente e barata - coisa que faz falta no Brasil, visto que aqui qualquer coisa com essas características é considerada TABU. Seria algo sem a sofisticação de um Camry ou Omega, e consideravelmente mais em conta.

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    6. Pro Augustine o único carro que presta é o Acura.

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    7. Speedster, policia não pode ser referencia...alguém lá fora numa discussão vai argumentar que a nossa usa Celtas...pesar que a americana deve ter melhor critério e $ para a escolha.

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    8. A GM faliu por questões administrativas, não porque faziam carros ruins ou sem graça. Pois há gosto pra tudo, e vendiam (e vendem) muito bem.

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    9. Mas e esse Impala tem chassis? Ou é com carroceria monobloco?
      Porque para mim quem confunde chassis com monobloco, não entende nada do assunto, são duas coisas completamente diferentes.

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    10. Augustine,
      você já havia criticado fortemente o Impala quando de meu post.
      Vê-se que você não é admirador de carros da GM, muito menos de um carro da escola americana típica, apesar de tração dianteira.
      Cada um pode opinar como quiser, mas é um grande carro no sentido automóvel, não no quesito ferramenta de status social. Ninguém é forçado a gostar ou desgostar, mas os fatos e a ficha técnica do novo modelo mostram que há algo mais que o pior do mercado.

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    11. Nao tenho nada contra carros da GM. Talvez metade de meus carros tenham sido feitos pela GM. Nao tenho aversao aos carros da GM apenas por serem GM, mas porque a GM deixou de ser um fabricante de automoveis para ser um fundo de aposentadoria ha decadas atras.

      O problema dos fabricantes americanos falidos, ou seja, exceto a Ford, e que ainda fazem carros como se estivessemos nos anos 60. O mercado e muito diferente e esta teimosia em fabricar carros mal e porcamente que o mercado repetidamente rejeita e patetico.

      E desde quando se avaliam carros pelo papel? A ficha tecnica pode ser promissora, mas um carro e muito mais do que isto. Um carro e muito mais do que levar alguem do ponto A ao ponto B, pelo menos para aqueles que tem entusiasmo por carros.

      Compare o Impala ou o 300 com o Taurus; o Malibu ou o 200 com o Fusion; o Cruze ou o Dart com o Focus; etc. Nao tem comparacao, nem se se ficar apenas na ficha tecnica. Portanto, mesmo se se restringir a analise a tal suposta escola americana, nao ha comparacao entre carros ante-diluvianos com carros do seculo XXI.

      PS: nos EUA, para um carro denotar o status social, como diz, teria de custar mais de $75000, ou seja, um territorio bem mais rarefeito do que carros de grande volume.

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    12. Anomalo, a GM faliu porque nao conseguia fazer lucro. Nao conseguia fazer lucro porque para vender tinha que oferecer os maiores descontos do mercado, comendo as margens (v. http://bit.ly/16Mb07w ).

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    13. "(http://bit.ly/16Mb07w)"
      É, parece que a administração da nova GM não está lá muito promissora... Mas discordo quanto ao Dart. Parece ser bem interessante (com o motor multi air), ao meu ver o mais interessante do segmento por lá.

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    14. Augustine,

      Obviamente não fui claro o suficiente sobre o que queria dizer aqui, porque você entendeu tudo errado.

      E se não me fiz entender em 3 páginas, não vai ser aqui que algo vai mudar.

      Grato pela visita e os comentários!
      MAO

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    15. O 300 é um carro ruim desde quando? Ou está falando do 300 de 15 anos atrás? Falou bobagem das grandes, Agustine.

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    16. Augustine o novo Impala e o Malibu (os novos) usa plataforma Opel, usada no Insignia em versão SWB. O Cruze é simplesmente o Astra em versão Chevrolet.
      O 300 é praticamente um E-Class, e é muito elogiado por isso. E o Dart é baseado no elogiado Giullieta.
      Se a questão era compara escola europeia com americana...

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    17. Adalberto,

      Daonde vem a plataforma importa muito pouco. Afinal, quando a filarmônica de Berlin toca Mozart é explêndido, mas se quando um trio elétrico tenta o mesmo é uma lástima.

      O 300 é, de fato, um série E, no entanto ninguém defende a compra de um 300 como sendo a mesma coisa que um E320, mesmo se se considerar que a idade de seu projeto o qualificaria para serviço militar. A execução é patética, e não estou me referindo a Beethoven.

      Quando chega a hora de ajustar o carro a escola ou o mercado ou a linha de montagem usados determinam muito mais como um carro vai ser.

      Vejamos o Dart. Como conseguiram destruir um Giulietta, seja esteticamente, seja dinamicamente, é incrível. Não deu outra: enquanto que o estilo do Giulietta jamais alcançaria os mesmos números nos EUA que na Itália, talvez alcançaria números significativos por parte dos entusiastas. Mas, não, fizeram um chuchu ridículo que não vendeu sequer 1000 unidades em seus primeiros dois meses. Em 2012 venderam-se 25000 unidades, apenas metade do estoque. Para se ter uma idéia, vendem-se tantos Civic a cada mês.

      O novo Impala ainda não está disponível para vendas, mas herda a plataforma Opel já usada no Buick LaCrosse, quando qualquer sugestão de sua origem européia é lenda. O mesmo se pode dizer do Malibu e do Buick Regal. A propósito, a Opel não se encontra em situação diferente do resto da GM: perdendo mercado porque oferece modelos de projeto antigo, apenas maquiando modelos velhos, em que a qualidade se encontra ausente.

      Os EUA hoje em dia só fazem escola em crimes de guerra, como mais de 100000 civis mortos na última década demonstram.

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  6. Fiquei com muita vonta de ter um desses, 2013. Gosto muito de desenhos simples, sem as frescuras de hoje...

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    1. Marcelo R.21/03/13 13:16 Não vale Sr.Parati(belo carro hein!),esse pensamento é meu rsrsrsrs...

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    2. Ops, "vonta" não! "Vontade"... rsrs

      A Parati agradece o elogio (rsrs). Aliás, Há um "dedinho" do Bob, e da saudosa Oficina Mecânica na escolha dela. Tenho até hoje guardada a edição em que o Bob testou uma CL 1,8 91. Lembro que enquanto eu lia o teste, na parte onde o Bob disse que o acabamento da CL era muito simples, eu "respondi" para ele que não me importaria com um acabamento tão simples, tendo a minha disposição um carro com aquele excelente comportamento, tão bem descrito por ele no teste. Pelo menos me dei bem, já que consegui uma GL, com todos os pontos criticados por ele resolvidos... rsrs

      É exatamente o caso desse Impala 2013. Não tem um estilo arrebatador, não tem o desempenho de um Fórmula 1, o acerto de suspensão de um super-esportivo, etc, etc. Mas, cumpre com eficiência e discrição o que se propõe a fazer, do jeito que eu gosto.

      Um abraço!

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    3. O Bob falando de acabamento? Que saudade

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    4. Anônimo 22/03/13 00:11
      Pois é, a gente evolui...Quem fica parado é poste!

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  7. O Impala é aquilo que chamamos de "barca" norte-americana, e eu simplesmente ADORO as "barcas" norte-americanas: exercem sobre mim um fascínio absoluto (se for uma dos anos 50 então, o fascínio é multiplicado por mil), coisa que nenhum Lamborghini Veneno, LaFerrari, McLaren P1, Zonda, e todos esses super-hiper-mega-ultra-baita esportivos jamais conseguirão sonhar em chegar perto de exercer. Viva os Impala, os Crown Victoria, os Lincoln Town, os Mercury Grand Marquis, enfim, tudo que foi ou é feito para flutuar sobre o asfalto no melhor estilo american way of life. E viva também os grandes sedãs da Audi, Mercedes, BMW, etc. Para mim, os grandes sedãs de luxo é que são e sempre serão sinônimos de super-carros.

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    1. Mr. Car,
      Deveria mudar seu foco de pesquisa do famoso Hillman que tanto cita para um Galaxie ou Landau, faz bem mais o seu perfil.
      Que tal um Série Prata 1976 automático com um belo banco inteiriço revestido com jacquard inglês?
      Galaxies são bem mais fáceis de se encontrar em um estado aprazível de conservação por preços relativamente baixos, diferente dos Dodginhos em que ou é 8 ou 80 em termos de conservação.
      Mais fácil fazer um pequeno pé de meia e comprar sem muita procura do que procurar eternamente e não encontrar nada do agrado.

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    2. Anônimo 21/03/13 14:12 hs, adoraria (e adoraria mais ainda se fosse um Dodge Dart Gran-Sedan ou Le Baron), pois realmente são muito mais o meu estilo, mas um bicho destes nem cabe na minha garagem, além de não custarem tão pouco quanto imaginas. Fora que o Polara quase foi meu primeiro carro, projeto frustrado à época por obra do meu velho, e este "quase" me está entalado na garganta até hoje, é uma passagem mal resolvida do meu passado que preciso resgatar. Freud explica, he, he! E apesar da grande paixão pelas "barcas", os pequenos como o Polara ou o Chevette nunca foram alvo do meu desprezo, pelo contrário, também os admiro.

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    3. E alguém tá comparando barcas com esportivos? Meio chato ficar fazendo toda hora essa comparação

      O x da questão não são as barcas, é que tem barcas melhores, por isso a GM faliu, barca hoje não precisa capotar nas curvas de tão macia que é a suspensão por exemplo

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    4. Eu é que pergunto: alguém está comparando barcas com esportivos? Meio chato não saber diferenciar entre uma afirmação de preferência, e uma comparação de fato entre as diferenças técnicas entre dois tipos de veículos. E onde diz no texto do MAO que o Impala tem suspensão tão macia que capota nas curvas? Em resposta a um forista, ele inclusive afirma que o Impala não é tão molenga quanto alguns possam pensar.

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    5. É que ficar afirmando muito qualquer coisa é meio estranho

      A maciez da suspensão se conseguem em outros carros com muito mais estabilidade esse é o problema

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    6. Se se dirigir um Impala sem fazer de conta que se está com um F-1 nas mãos, estabilidade não será problema algum.

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    7. Mr.Car,
      Ahh! Tenha santa-paciencia!!!!

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    8. Pode apostar todas as suas fichas que estou tendo.

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  8. Belo texto e belos Impalas, mas prefiro o desenho do modelo 2013 , sóbrio e agradável, lembra o ultimo Vectra,compraria com certeza ,saudades dos tempos em que os carros da GM não tinha o design dos carros da Daewoo.

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    1. Boa!

      Os novos GM e os Daewoo Espero estão ali pertinhos!!!!

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    2. Só para constar, os Espero tinham desenho Bertone e em muito lembravam os Xantia. E pode ter certeza que nenhum GM atual tem um desenho tão simples e equilibrado quanto do Espero, que por sinal era o único bonito da linha.

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  9. Bem, tração dianteira....sim, de fato é mais pragmático e mais seguro em mãos menos maníacas, mas acontece que nós crescemos vendo banheiras da polícia se atravessando nas estradas na busca incessante do "vilão" do Firebird negro....ou de qualquer outro carro ou banheira, não importa. O Dodge Mônaco - me corrijam os erros por favor - dos Blues Brothers, aquelas atravessadas insanas antes mesmo da curva, quando ou o cabra montava nos freios para atirar a massa do porta malas para Saturno ou - melhor - quando entrava quente só no acelerador, aquele tipo de coisa que só temos de fazer coragem no kart ou nos simuladores...Os volantes finos, de plástico barato, painéis da mesma cor do estofamento, as arrancadas com um dos pneus esfumaçando atrás.

    Para mim tudo isso é Impala, é Caprice...é Crow Vic! A direção irresponsável dos filmes, aquela coisa de stuntman, cortar toda uma anorme avenida com o volante de direção para "o lado errado"...por tudo isso - pela memória emotiva - que eu prefiro o Caprice australiano como último Gm à venda nos USA, pela questão de tração, apesar de entender perfeitamente, o quão boa é essa ferramenta barata, potente e prática que é o Impala atual.

    Entendi o espírito da coisa, eu também queria um Impala para mim..mas depois de ter um Caprice!

    MFF

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    1. Desliga a televisão e vai ler um livro

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    2. Você está vendo muito enlatado americano.

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    3. MFF,

      Por essas lembranças que eu estava "babando" em um desses, por esses dias...

      Á paisana:
      http://commons.wikimedia.org/wiki/File:1978_Plymouth_Fury.JPG

      Fardado:

      http://www.flickr.com/photos/andrew-turnbull/4499228466/

      Dá até vontade de ter dois, um para deixar em trajes civis e o outro para deixar fardado... rsrs

      Um abraço!

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    4. "O Dodge Mônaco - me corrijam os erros por favor - dos Blues Brothers"
      O Dodge é o terceiro protagonista.

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  10. Dessa nova safra "nacional" da GM, o único carro que eu compraria seria o Cruze.
    Os carros em geral estão cada vez mais esquisitos e sem graça.

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    1. Nem americano compra mais carro de compatriota, só carro japonês é confiável e de bom pós venda.

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  11. joao simonetti21/03/13 14:43

    MAO, bela matéria!!! Porém, no filme, ouvimos claramente o ronco de um V8!! O público de Audi, MB e BMW não é o mesmo do Impala, já que um alemão grande parte dos 50 mil dolares, enquanto o Impala 2014 terá preços de até 40 mil.

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    1. Grato, João!

      O ronco de V8 deve ter sido dublado...
      MAO

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  12. Duro é saber que um carro desses é o carro das massas por lá, pouquinho acima do nível básico que são Civic/Corolla/Focus/Cruze.

    Aqui um carro de 300 cv só garimpando um usado de 300 anos.

    Pra quem gosta de carro, isso não é viver, é ser condenado ao purgatório ad eternum.

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    1. Anonimo,

      Verdade... Mas os EUA são muito diferentes mesmo, e de todo resto do mundo, se comparar esse tipo de coisa.

      Comente sempre!
      MAO

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  13. MAO,

    Infelizmente nas últimas viagens para os EUA o meio de condução foram Vans! Mas em 1999 tive a oportunidade de passar um mês nos EUA e alugando carros, na época as escolhas foram o Buick LeSabre e o Dodge Intrepid (viajávamos em 3 adultos), os dois espaçosos e com tração dianteira. Um conforto enorme para a cidade ou estrada. Na minha opinião são os carros certos para os EUA, de certa forma eles combinavam com a paisagem ou com a forma preguiçosa de se conduzir por lá - melhor que isso não sei explicar. Só posso desejar que continuem existindo, eu ainda alugaria um!

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    1. HM,

      O grande LJK Setright dizia que o que acabou com os carros foi... o navio!

      MAO

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  14. pelos mesmos 25K é possível se comprar um charger RT hemi 5.7 litros (V8) com mais potência e que em baixas velocidades desliga 4 cilindros, o tornando bem economico... é uma questão de gosto... eu prefiro o charger !!!

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    1. Anonimo,

      Carros diferentes. Por isso falei que a GM era desconectada do mundo real. Ninguém quer carro invisível, e sem atributos atléticos reconhecidos por todos.

      MAO

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    2. entendo bem !! seria o mesmo que o Corolla no Brasil...

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  15. Carros genéricos a gente não lamenta a saída de linha, e sim espera que o próximo atenda à expectativa.

    Se fosse uma ode à produção do último Corvette C6 eu até entenderia, mas a um carro que é apenas um meio de transporte que fica na rabeira se for comparar com a concorrência é brabo!

    Quero ver se vai pipocar aqui texto parecido quando a geração atual do corolla sair de linha.

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    1. Carlos,

      Poxa, não existe Corolla de 300cv.

      É genérico mas tem 300cv, tem uma diferença aí, não concorda?

      Grato pela visita!
      MAO

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    2. Não no mercado onde ele é vendido.

      Todos os concorrentes dele possuem potência similar e discrição similar e um acabamento mais esmerado.

      Basta ver ele em relação ao rei dos carros genéricos, o toyota camry. Tanto que, para o "varejo", é ele quem lidera as vendas, seguido pelo accord.

      A gente aqui nunca teve nacional com 300 cv, e eu creio que nunca terá, mesmo a longo prazo.

      O que pra eles é banal, mundano; para nós é espetacular.

      Fui aos EUA ano passado e fiquei abismado com a quantidade de Mustangs rodando (contando desse modelo de 2005 em diante). Desses, raros eram os V6 na rua, ou seja, é um carro que vai ter aí no mínimo 300 hp sendo dirigidos pelos mais variados tipos de pessoas.

      O mercado onde esse impala é vendido é o mesmo que, a 45 anos atrás, pariu o dodge charger 426 hemi, uma besta mais potente que muito italiano e inglês grã-fino.

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    3. De fato, Eduardo, para cada Impala, dois Camry, Accord, Fusion e Altima sao vendidos (v. http://bit.ly/WU0yrZ). Claro, nem todos esses medios sao vendidos com o V6. Mas se alguem procura um carro com 300HP, esses medios tem chassis muito melhores e proporcionam melhor dirigibilidade que o Impala. Sem falar que exceto pelo Camry e pelo Accord, o Fusion e o Altima sao muito mais agradaveis de se olhar por fora e por dentro e sao melhor construidos.

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    4. Exato.

      Ninguém nos EUA está lamentando por esta geração estar de saída, exceto pela diretoria da Hertz, Avis, etc.

      Ninguém lamenta a troca de geração de um camry, ou de um accord. A única coisa que se espera é que a próxima tenha boas qualidades, e que exceda a geração anterior.

      Mas como é um GM, e não um Toyota, vamos encomendar a missa de sétimo dia e contratar umas velhas carpideiras.

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    5. Carlos Eduardo,

      Eu lamento sim que carros como este estejam deixando de existir. Não lamento Camry e Accord porque não é passagem, é uma evolução tão somente.

      Tenho certeza que fui claro, mas como já disse ao Augustine, se não fui, não adianta ficar batendo boca a toa.

      Só peço que por favor pare com comentários provocativos como o da velha carpideira. Aqui não é lugar de provocação gratuita. Não faltei com educação, espero que faça o mesmo.

      Mas grato pela participação e opinião!

      Abraço,
      MAO

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  16. Já tive um Crown Victoria 92 e tenho certeza que essa linha do Impala segue a mesma receita: carroceria enorme por fora e minúscula por dentro, motor grande e pesado, interior oco e painel vazio, suspensão extremamente mole. Mas e o que esses carros têm, aqui no Brasil ao menos, de tão interessante? A resposta é simples, o carisma de serem os carros "utilitários" mais onipresentes nos filmes norteamericanos. Quando me perguntavam que carro era aquele, por Crown Victoria ninguém conhecia, mas ao me referir a ele como "o táxi de Nova Iorque que aparece nos filmes...". Ah...já sei qual é...
    O que falta ao Impala: 1) um motor V8, 2)ser importado para o Brasil no lugar do Malibu. Venderia muito mais e faria muito mais sucesso. E 3) a cereja do bolo: a alavanca de câmbio subir do assoalho para a coluna.
    Aí eu me renderia a um.

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    1. CSS,

      Ele é enorme por dentro, uma das vantagens de FWD aqui. E teve versões com cambio na coluna e seis lugares. E com 300cv, não sentiria falta de V8 não...

      Grato pela visita e comentário!
      MAO

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  17. MAO, boa referência ao filme Drive. Realmente, o Impala é um "sleeper" de primeira. Porém, o próprio Camaro equipado com o mesmo motor sai bem mais barato (US$ 23.350). As antigas gerações (pelo menos até os anos 70) se destacavam justamente pelo estilo bem apanhado. Ficou um pouco mais caro a partir de US$ 26.725, quase US$ 1 mil a mais. Mesmo assim, graças ao porte full size, o acesso e o espaço traseiro não foram comprometidos. De quebra, o banco traseiro tem apoio de braço menos volumoso, o que aumentou o conforto para um eventual passageiro central. Neste ponto é tão funcional quanto o 2013. Abraço

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    1. Anonimo,

      Claro que o novo Impala será melhor, pelo simples fato que as coisas evoluem.

      O que sentirei falta é de alguém fazendo carros invisíveis, forma subjugada a função.

      Não quero todo mundo fazendo carro assim, seria muito chato. Como é chato todo mundo fazendo carro rebuscado e ölhem para mim"...

      Obrigado pela participação!
      MAO

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  18. Corsário Viajante21/03/13 18:08

    "um carro mais bonito não custa nada a mais em dinheiro que um feio"
    Desculpe, mas custa sim.
    Um carro "bonito" demanda tempo de diversos profissionais especializados que custam caro. Já um feio, um estagiário desenha qualquer coisa sem pé nem cabeça. E vá comparar o quanto se vai pagar para o estagiário e quanto se vai pagar para um Giugiaro da vida...

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  19. MAO,
    belo texto sobre um interessante carro "invisível".
    Abraço.

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  20. MAO, excelente post como de costume. Concordo 100% em relação ao Impala. Uma ferramenta eficiente criado para um público alvo específico.
    Mas permita-me discordar sobre algo que leio no blog a algum tempo: jogar a responsabilidade das futilidades atuais de desenho e praticidade em cima dos designers.
    Nas empresas que eu trabalhei, desenhistas industriais são pessoas serias e comprometidas, e trabalham com prazos e metas como qualquer outro setor nas fábricas. E não saem desenhando qualquer coisa. Pra tudo há um motivo.
    Podemos culpar talvez a atual fase fútil da indústria a uma cadeia de erros que vai do marketing e terminam nas diretorias.
    E não vamos esquecer que as diretorias das fábricas de automóveis, na sua maioria, são comandadas por engenheiros.

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    1. Adalberto,

      Eu prometo um post para te responder; o assunto é extenso demais para responder aqui. Concordo que são pessoas sérias e trabalhadoras, não é minha intenção ofender ninguém.

      Grato pelo comentário, e volte sempre!
      MAO

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  21. Outro dia eu estava assistindo esse filme e pintou um compromisso, tive que perder! :( rsrsrsrs
    Não gosto muito de tração dianteira...e depois que se tem um RWD a situação se complica ainda mais! (palavras de um ex-dono de 2 Chevettes, um turbinado), mas...com 300 hp, caixa automática, espaço total maior que o meu quarto e suspensão que faz me imaginar numa cama d'água...eu não me incomodo não! rsrsrsrs



    Vish, acho que tô ficando velho cedo demais...hahahha

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  22. Eficiente por eficiente, sou um daqueles que ficam com o Imapala SS dos anos 90, que era um Caprice anabolizado e pintado de preto. Assim como o saudoso Crown Victoria, era uma banheira eficiente, resistente e adorada pelas polícias americanas, ainda que o resto do público os vissem apenas como viaturas ou "o carro do vovô".
    E por falar em eficiência e viaturas, foi-se o tempo que as polícias brasileiras tinham carros eficientes para a função. As Veraneios eram grandes e lerdas, mas quase toda delegacia ou BPM conhecia alguém especialista em preparação de GM 250, fora que os carros eram quase indestrutíveis; os Santanas eram uma espécie de Impala brasileiro: resistente e com um bom desempenho, embora tivesse fama de carro de velho; as Blazer V6 faziam a alegria de muitos, porém saíram de linha e só ficaram as 2.4, que se arrastam porém tem uma manutenção fácil e são resistentes também. Porém ao invés de seguir pela linha da eficiência, a PMDF está testando alguns Linea. Não quero discutir a qualidade dos carros da Fiat, mesmo porque não é esse o problema, mas lembro da frota de Tempras comprada nos anos 90 que em pouco tempo a maior parte virou sucata.

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    1. O Bob já postou algusn textos sobre viaturas. Muitos carros foram usados como viaturas. Nos meus 11 anos de briosa já vi de tudo: Ipanema, Celta, Corsa, Classic, novo Corsa, Blazer, C20, Veraneio, Frontier, X-terra, Gol, Santana, Parati, Palio Weekend, Marea, novo Focus, L200 (várias versões), etc, etc. Todos eles sempre pecaram por uma unica coisa: nunca foram carros preparados para o serviço policial. Sempre foram adaptações baratas para o emprego no policiamento. Coloca-se um rotativo, um rádio, um xadrez, plotagem e pronto, tá feito uma VTR. Não existe reforço em suspensão, reforço no sistema eletrico, troca de bateria, melhora no sistema de arrefecimento, sem contar a manutenção deficiente, que abrevia em muito a vida util do veículo. Veículos como esse impala, sem a devida manutenção e preparação seriam rapidamente sucateados tal qual os veículos nacionais.

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    2. Esse papo de viaturas brazucas renderia boas conversas e muitas gargalhadas. Quem for de SP deve lembrar do tempo dos Vectra 2.2 16V automáticos da PM. E só circulavam com apenas um policial, justamente o condutor. Duraram pouco, bem pouco.

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  23. Seria,guardada as devidas proporções,uma espécie de Logan americano? Putz! Por US$25,000 levar 300 cavalos pra casa. Aqui só se consegue por mais de R$200,000, que absurdo!

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    1. Acho que seria como o nosso Cobalt 1.8 automático.

      Leonardo Pastori

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    2. Sim, mais pra Cobalt que pra Logan. O Cobalt é muito mais silencioso e macio que o Logan. Se viesse com um motor de uns 170 cavalos a turminha de sedans médios daqui(todos eles) sofreria um baque tremendo nas vendas.

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  24. Em fevereiro estive na Flórida passando férias e tive a oportunidade de alugar um Impala LTZ com 3.600 milhas rodadas.

    Dirigi por 1.100 milhas durante os 17 dias que fiquei com ele.

    O preço de tabela do carro: USD 30K
    Vinha com som Bose, teto solar, câmbio automático, etc...

    Eu achei ele a típica barca americana no quesito curvas, mas eu explico:

    - São 300 HP (em maiúsculo mesmo), de repente, numa daquelas curvas de raio largo das estradas da Flórida, ele começa a sair de frente, nada muito grave, você tira o pé do acelerador, reduz a velocidade e ele volta... Você olha para o velocimetro e depois da velocidade cair, você está a 90 Mph...

    O conforto e o silêncio são de um nível tão superior em relação aos veículos que temos aqui que você pode dirigir a uma velocidade extremamente alta sem ao menos notar.

    O som Bose é um show a parte - comandos no volante.

    O piloto automático é de uma precisão absurda.

    Na minha opinião, o Impala LTZ foi o melhor brinquedo de Orlando!

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    1. Anônimo,

      Grande resumo do carro.

      Grato pela participação!
      MAO

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    2. Marco e anônimo,ótimo resumo. Tenho um Omega 2011 e por curiosidade aluguei agora em dezembro de 2012 até janeiro 2013 um impala em Orlando pela Interprise por 20 dias. Na hora quizeram me passar outros carros pelo mesmo preço, mas insisti: queria porque queria ver como se portava o "primo"do meu ômega ( Holden Commodore, né..). De cara adorei os bancos.Fugindo da obrigatoriedade do maldito couro duro, o velho e excelente veludão grosso, alto, confortável, macio.Bom espaço interno e bom porta malas. Conforto espetacular ao rodar, ainda mais naqueles pisos que são ótimos. Fui a Tampa e experimentei o bicho na estrada. 120 por hora e pouco mais de 1500 RPM. Delícia. Consumo baixo, mais econômico que celta, Palio, etc. Imaginem... Aqui estes anacronismos que nem mereciam o nome de automóvel, adicionados a gasoalcool são como patos: nem nadam tão bem como peixes nem voam tão bem como pássaros. Bebem com vontade e que aula de desconforto. Jesus! Estamos destinados ao inferno, ao pior que existe no mundo automobilistico...Quando pisei fundo no bicho, uma puxada para o lado se fez notar e a caixa era nitidamente voltada à condução pacífica, unico ponto de atenção. Mas já em marcha acompanhava qualquer carro, ainda mais naquelas curvas de raio longo. Ao menos custa a metade do Omega aqui e não é vendido como esportivo lá, diferentemente do Omega aqui, cuja propaganda ganhou até o selo do Emerson mas que na verdade é um grande sedã voltado ao conforto e não esportividade. Nem adianta tentar fazer os 1750 kilos fazerem curvas. Perda de tempo. Típico americano, bom de reta, fraco de curva e só mesmo virando as rodas ao avesso nas curvas e dando acelerador para segurar o bicho. Mas também é um carro da velha guarda, talvez o ultimo GM na pura excência, com a famigerada tração trazeira. Gosto dele como gostei do Impala. Saudades do impala 69 do meu pai. Duas portas, bancos individuais, v8 ( era small block na verdade), navegação gostosa, molas subindo e descendo e a gente ali, aquele sorrizão na cara, no carro que apelidamos de barcão...Ah se a imposição do couro não prevalescesce...Que bom ficaria meu Omega com aqueles bancos de veludo...... Se no mundo existe banco de couro confortável, queria saber onde. Já coloquei meu modesto trazeiro em muito couro e nenhum tem a maciez e o toque do tecidos....Abs e ótimo texto.

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    3. O Impala nada tem a ver com o Omega, a comecar que um tem a tracao adiante enquanto que o oturo, atras.

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    4. Claro, né Augustine! Não precisamos falar o Óbvio. Não tem sedan GM nos usa com tração trazeira mais...Vão até importar este da Austrália. São primos no motor ( ambos 3.6, V6) no tamanho e peso. Daí minha curiosidade JUSTAMENTE em verificar a diferença das trações. Mas a caixa de marchas do Impala não deixou. O Impala é exclusivamente para conforto e desempenho de reta, subida. E que conforto! Mas se tivesse uma caixa adequada, igual o Camry tem com 280 cvs e acelera sem puxar, ia ser interessante a comparação. Abs.MAC.

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  25. O engraçado é que tem médio brasileiro que pesa tanto quanto esse Impala mas tem meio metro e 150 cv a menos...

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    1. 1K2,

      Não é? O carro é impressionante, do ponto de vista da engenharia pura.

      Grato,
      MAO

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    2. Nao entendo. Que carro brasileiro de 150CV pesa 1.7t?

      Do ponto de vista de engenharia pura, o Impala e um rinoceronte de pesado. O Toyota Avalon, tambem um carro grande, pesa 200kg a menos. O Hyundai Azera pesa 100kg a menos.

      A diferenca esta na engenharia de uma empresa falida e na de empresas serias: enquanto que a GM usa chapa de espessura unica, a Toyota usa chapa de espessura variavel; enquanto que a GM usa ferro fundido na suspensao, a Toyota usa aluminio; e assim por diante.

      Sem duvida, se comparado a um Celta, outro favorito deste blog, o Impala e grande coisa. Mas se comparado com outras opcoes de mercado, o Impala e um... Celta americano.

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  26. É uma pena que um carrão desses não chega até aqui.

    Fico sonhando se a GM daqui se revoltasse e desenvolvesse projetos próprios por aqui mesmo e pudesse chegar a um refinamento técnico como esse. Ou alguém duvida de que 300 CV num carro com 5 metros e 1,5 toneladas fazendo mais de 12 km/l não é. Principalmente quando tivemos aqui, na própria GM nacional, carros de quase o mesmo porte, porém menores, mais leves, e muito mais fracos, que nem chegavam perto dessa autonomia.
    Sei que é tudo um sonho, mas pelo menos, quero acreditar que eles possuem essa capacidade.

    Tallwang

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    1. TallWang,

      Também sonho com isso!

      Forte abraço!
      MAO

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  27. MAO,

    Parabéns pelo texto. Entendi perfeitamente o que você quis dizer e concordo. Fui obrigado a adiar a leitura deste post e estava ansioso para comentar.
    Eu realmente gosto muito mais do design do Impala 2013 do que do 2014, é bem do geito que eu gosto. Aprecio carros com com design símples e discreto, confortáveis e com motor potente. Tenho uma queda por sleepers.
    Eu sou fà do que você chama de carro "invisível. Inclusive escolhi um desses para chamar de meu pelo resto da vida: O Omega CD 2011.

    GRANDE ABRAÇO.

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    1. Sergio,

      Grande escolha a sua! Parabéns!

      Volte sempre!

      MAO

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    2. Eu também. Hehehe. Gosto nem mal gosto se discutem. Mas que estamos montados em ótimos carros estamos. Valeu MAO e Sérgio. Sds. MAC.

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  28. Até fiquei com uma vontade de dar umas voltas no Impala após ler o texto. Sempre o achei meio sem graça, mas com um V6 desse calibre e todo esse espaço interno, é realmente uma ferramenta interessante. E eficiente, como conta o MAO. Apesar de ser maniaco por câmbios manuais, há certos carros em que uma caixa automática realmente combina bem. E não deixa de ser uma experiência interessante

    O Impala seria como o nosso antigo Hyundai Azera (em porte e força), mas com status de Fiat Siena.

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    1. Se vc andar vc vai gostar. impossível não gostar. MAC.

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  29. Esse é o picolé de chuchu mais emocionante que vi ultimamente. Tem muito carro por aqui que merece mais o titulo de picole de chuchu do que o Impala.
    Adoraria ter um desses

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  30. Não vejo nada de sem graça no Impala, muito pelo contrário. Desenhos simples e limpos, sem 39548 vincos pela carroceria afora, me agradam muito!

    E, embora seja um entusiasta de tração traseira, para uso normal tanto faz se a tração "puxa" ou "empurra" o carro, já que isso pouco interfere na condução do dia-a-dia. Só na hora da diversão é que a tração traseira fica bem mais divertida, principalmente se o motor for bem forte e não houver controles de estabilidade e tração!

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  31. MAO, parabéns pelo texto, foi direto aos pontos e mostrou que nem tudo que é de uma forma está totalmente errado em ser assim(e a alguns comentários acima parecem insistir nisso).

    Mas é assim mesmo que a objetividade ainda existe e continuará sendo transmitida por alguns, esta fase do fútil que vivemos hora acabará.

    É curioso notar como até algo comum e banal para eles, para nós seria um sonho. Esse mero Impala chegando às mãos dos brasileiros já custaria o equivalente a uma casa(simples é verdade, talvez não nas caras capitais) e seria coisa de alguém já relativamente bem sucedido. Enfim, a crise que a GM sofreu, aqui no Brasil muito poderia ser melhor também, mas o que vende bem...

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  32. eu achei bonita essa versão mais o que adianta pessoal e só um monte de plastico.. nem um carro moderno substitui um clasico, como o opala o impala.. esses carros entraram para a historia e agora fazendo uma nova versão isso e interesante esplorar um lado mais moderno.. mais ainda para mim esses carros nunca poderão substituir os seu "pais"..

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  33. Impala me lembra o "Blue Ghost", um 66 azul todo caceteado que o Baretta usava... achava aquele carro dele o máximo, apesar da aparência não estar lá essas coisas.

    Sempre digo que nossa "catequização automotiva" foi feita a base dos carros americanos, vem daí nosso gosto por esses porta-aviões terrestres. Pena que nossas ruas e vagas de estacionamento sejam estreitas até para um Tata Nano...

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  34. Eu amo o impala e sempre vou ama-lo. Engraçado mas eu nunca o achei feio sem graça e sem estilo e nunca vou achar, muito pelo contrario acho que ele tem estilo próprio, tem um estilo sombrio, simples e bonito. Ele é quieto e tem cara de mal e quando provocado mostra que tem muito potencial, nunca deixa a desejar. Podem me chamar de puxa saco da GM mais só ela me mostro o que é um carro de verdade não uma mera estrutura de metal com rodas e o impala que mais gosto é o 1967, simples, sombrio, potente, o som do ronco de seu motor é como música para meus ouvidos e por falar em música combinação perfeita impala e Rock N' Roll. E eu acho que o design do novo 2013 tem uma nostalgia com o 67, ele tem varias linhas parecida com o mesmo e continua bonito, mas jovem e não fútil. E deve continuar funcional como sempre foi. E pena que meu amor por ele continua sendo platônico.

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  35. Cometi um erro no meu ultimo comentário e falei em novo impala 2013, mas me referia ao 2014 que é o mais recente e gostei do design e achei que lembra o impala 1967.

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