ANDAR DE BICICLETA COM SEGURANÇA É FÁCIL

Foto: autor



Depois do post de ontem sobre a questão de vias impróprias para bicicletas, veio-me a idéia: por que não dar aqui no AE algumas dicas para o ou a ciclista trafegar com mais segurança? Vamos a elas.

1. A bicicleta, embora robusta a ponto de suportar 20 vezes o próprio peso, como eu disse ontem, paradoxalmente é um veículo frágil. Tem pouco contato com o solo, os pneus são estreitos (para menos atrito de rolamento e facilitar o pedalar) e por isso a área de aderência molecular é baixa, o que se traduz em baixa aderência geral. Ou seja, derrapa com facilidade e derrapagem de bicicleta costuma resultar em tombo. Essa aderência é crítica sobre superfícies escorregadias como as faixas de marcação do solo, além do fato de os pneus estreitos serem afetados pelas tachas refletoras nas faixas, podendo até desequilibrar o ciclista. Se ocorre até com motocicletas, o que dirá com bicicletas. Aliás, aplicar esses refletores na vias públicas iluminadas é um crime, na minha opinião: são absolutamente desnecessários nas vias iluminadas das cidades, sendo úteis apenas nas estradas, que não têm iluminação, em que a luz dos faróis é que permite sua visualização.

2. O conjunto bicicleta mais ciclista é estreito e por isso não é facilmente avistado pelos motoristas. Esse problema se agrava significativamente com a praga nacional dos "sacos de lixo" nos vidros, as películas escurecedoras que estão totalmente em desacordo com a legislação (todo carro já sai de fábrica com transparência dos vidros nos limites mínimos, portanto qualquer película que não seja transparente torna o carro irregular). O ciclista precisa ter consciência de que as chances de não ser visto são enormes e deve ficar atento, na defensiva.

3. Lembrar que uma porta de carro que se abra é dos maiores perigos ao andar de bicicleta. Já aconteceu comigo quando bem jovem, felizmente não passou de um corte na região da clavícula direita. Nunca passar junto de um carro, quanto mais hoje que não se sabe se há pessoas a bordo ou não, devido aos "sacos de lixo" (no meu caso citado, era um furgão Chevrolet, dos grandes, dos anos 1950, não tinha como saber se tinha motorista ou não).

4. A bicicleta é um veículo sem a necessária estabilidade direcional para andar em alta velocidade devido ao pequeno efeito de avanço (trail) em razão do cáster pequeno. A isso se somam os pneus estreitos, sensíveis às imperfeições do piso. As duas mãos devem estar sempre no guidão, exceto para sinalizar mudança de direção, e assim mesmo rapidamente. É melhor três sinalizações rápidas do que uma longa Assim, nas descidas, nada de atingir velocidade de motocicleta; refreie-se da tentação.

A ciclística da bicicleta básica (wikipedia)


No desenho, trail é o avanço, o efeito final que determina a estabilidade direcional. Quato maior, mais estável será a bicicleta em linha reta. Os outros nomes são:
- rake: distância do eixo da roda ao garfo, no caso correspondente ao eixo de direção
- head angle: ângulo da cabeça do quadro, também conhecido por caixa de direção ou cáster
- wheelbase: distância entre eixos


5. Saber o que se passa atrás é fundamental, especialmente quando nosso veículo é mais lento que a corrente de tráfego. Deve haver na bicicleta um bom espelho retrovisor no lado esquerdo, cuja visão não seja bloqueada pelo corpo. Para isso a haste deve ser longa o bastante, o que é preciso ver é o tráfego à retaguarda, não o próprio braço.

6. Para trafegar à noite, nem pensar em não ter farol e luz traseira. Mesmo de dia um farol aceso ajuda a ser visto (farol de moto ligado durante o dia é obrigatório por esse motiivo). Sempre vejo na Europa bicicletas com esses equipamentos. Se são obrigatórios, não sei, mas todo mundo usa.

7. Trafegar apenas junto à guia da calçada (da direita, não da esquerda, como o da ciclista da foto de abertura do post) quando possível e jamais andar emperelhado com outra bicicleta, pois isso limita a capacidade de manobra numa emergência. Ao trafegar junto à guia, máxima atenção com veículos que dobrem à direita, seja numa rua ou entrada de garagem. Lembre-se que a bicicleta mais ciclista são "invisíveis". E, claro, evite trafegar em avenidas tanto quanto possível, especialmente quando há tráfego de veículos pesados. Escolhas ruas paralelas, possível em muitos casos.

8. A bicicleta é um veículo, não motorizado mas um veículo, e por isso o ciclista deve observar todas as regras de trânsito, sem exceção. Isso inclui regras de preferência, de parada em semáforos ou paradas obrigatórias ("Pare"), sentido de trafego, enfim, é como se o ciclista fossse um motociclista. Desnecessário dizer que o ciclista não deve dirigir sob influência de álcool (acima do limite legal de 0,2 g/L de sangue) e entorpecentes..

9. A bicicleta deve estar ajustada para a compleixão física do ciclista. Em particular, a altura do selim deve ser tal que permita parar a bicicleta  e ambos os pés alcançarem o solo.

10..Um pressuposto para a segurança de qualque veículo é estar em bom estado mecânico. A bicicleta não deve ter elementos soltos como selim, guidão e pedais, a pedivela deve estar bem ajustada nos seus mancais do quadro e os pedais firmemente fixados nas manivelas e íntegros. A corrente deve estar bem ajustada, sem folga excessiva e lubrificada; no caso de bicicletas com marchas o esticador da corrente deve estar cumprindo bem sua função..Atenção especial deve ser dada às porcas dos eixos de roda, que precisam estar bem apertadas. Os rolamentos precisam estar lubrificados com graxa e ajustados com a folga correta. O mesmo para os rolamentos da caixa e direção. Os pneus precisam estar inflados à pressão correta – em torno de 40 libras por polegada quadrada – e não devem estar gastos ("carecas").

11. É intuitivo, mas a bicicleta não pode prescindir de ter freios eficientes, tanto dianteiro quanto traseiro. Mantê-los regulados é o mínimo que se pode fazer para que funcionem bem quando for preciso. Usar os freios com cuidado para que nenhuma roda trave, pois é caminho certo para o tombo, especialmente quando o piso estiver molhado. Dependendo da aplicação do freio dianteiro, muito forte, e da posição do ciclista muito à frente, a bicicleta pode pilonar (capotar de frente), evento dos mais perigosos..

12. Ainda com relação aos pneus muito finos, nunca tentar fazer curvas que demandem muita inclinação, sob risco de derrapagem e tombo. Lembrar que uma escapada de roda dianteira é muito pior que uma de traseira, pois as chances de o rosto vir a bater no solo são muito grandes.

13. Como com automóveis e motocicletas, não vale a pena discutir no trânsito. Lembre-se que a bicicleta e o ciclista são bastante vulneráveis a uma atitude mais agressiva de um motorista. Tem muita gente má no mundo. Cabeça fria evita uma série de problemas.

14. Use roupa que o faça se sentir confortável ao pedalar, que não sinta frio nem calor e que não lhe tolha os movimentos, em especial o de virar a cabeça para trás. Habitue-se a saber as condições do tempo antes de sair com a bicicleta, hoje essa informação é vasta na internet e os meteorologistas têm tido um grau de acerto admirável.

15. Jamais use túneis pela faixa de rolamento, uma situação das mais perigosas. Não vale o risco só para ganhar tempo. Pedalar nas estradas, mesmo que pelo acostamento, deve ser evitado ao máximo, pois invasão de acostamento pelos veículos é mais comum do que se pensa.

Tomando os cuidados devidos com a bicicleta e lembrando que este genial veículo é parte do trânsito como qualquer outro, a segurança permanecerá em nível elevado.

BS

77 comentários :

  1. "Tem muita gente má no mundo."

    Eu ri.
    Agora, das boas dicas prestadas, a que mais chama atenção pelo descumprimento é a do respeito às regras de trânsito. Muitos ciclistas tem a mentalidade de estar em um veículo "híbrido" que não necessita respeitar as sinalizações e regras obrigatórias aos veículos automotores.
    Em minha opinião, um dos motivos mais determinantes em muitos acidentes.

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    1. Sou motorista e ciclista.
      Como motorista, sou dos poucos que realmente param para a faixa de pedestre, mesmo com pressa.
      E como ciclista sou dos que andam com retrovisor, iluminacao, refletores nas canelas, capacete, aloforge etc.
      Mas vivendo as duas realidades (ciclista e motorista), posso afirmar que algumas poucas contravencoes que ciclistas fazem sao por pura preservacao. Exemplos:

      A) sair no farol pouco antes dele abrir: por nao ter arrancada (nao tem motor), o ciclista experiente sabe que se nao tomar a dianteira, vai ser pressionado, impedirá a fluidez momentaneamente, e irritara motoristas de carro atras. Se calmos muitos motoristas ja nao respeitam, irritados sao assassinos em potencial. Por este motivo, nao so voce ciclista se ve obrigado a sair antes no semaforo, como muitas vezes prefere atravessar no semaforo ainda fechado, pois quando feito com consciencia e em velocidade compativel com a dos pedestres, nao causa risco algum.

      B) andar na calcada: há lugares que sao absolutamente perigosos de se andar, e quando o ciclista nao é quase um atleta,, o mais seguro é que ele fuja destes pontos. No entanto, existem lugares onde a unica via sem ladeiras é justamente o tal lugar perigoso. Nesta situacao, nao adianta pensar que o ciclista vai pegar uma paralela pois se torna inviavel para quem esta movido pelas proprias pernas (tem lugares que nem os carros vao bem, imagine voce pedalando). Nestas situacoes muitos ciclistas recorrem as calcadas. Novamente, se feito em velocidade compativel com a do pedestre, a probabilidade de causar dano é minima.

      Poderia citar outros exemplos positivos de algumas poucas contravencoes que sao necessarias.

      Entendam que nao estou dizendo que isto valida qualquer forma de contravencao. Eu fico fulo de ver um ciclista, andando rapido em cima da calcada, andando na contramao quando pode andar na mao correta no mesmo trajeto, passando rasgando em um semaforo fechado com pedestres na faixa. Este tipo de cara gera uma falsa percepcao de que todo ciclista é um animal. Nao da para tomar o todo pela parte.

      Esta conversa vai longe dos "por ques" tais contravencoes sao necessarias. Se fosse falar resumidamente em uma frase, diria que a administracao publica é culpada, pois nao cria a infraestrutura adequada para tal e prefere se fazer de morta (eu ja pedalei até em Berlin, e sei dizer inumeras diferencas de uma cidade que se importa com isto). O pior é que é extremamente conveniente para a administracao publica fazer de conta que se importa com a questao, mas ao mesmo tempo, atraves do seu descaso, promover estes chamados "confrontos ciclistas vs motoristas", pois enquanto as pessoas ficam brigando entre si, a administracao publica fica apatica, nao cria infraestrutura necessaria, e ainda sai de bom moco do tipo "eu tentei fazer, mas voces que nao chegam em um consenso...", quando na verdade ela so fez de conta que fez e se omitiu o maximo que podia...

      Palavra final: pessoas fazendo coisas muito erradas existe em qualquer modal (bicicleta, moto, carros, jetski), e tambem tem gente preocupada em fazer o certo, dentro das condicoes precarias que lhe sao dadas (transito, vias esburacadas, calcadas inexistentes para pedestres, transporte publico indecente etc.). Respeite o ciclista e compreendam que as vezes algumas pequenas contravencoes sao necessarias. Exijam do governo que criem infra-estrutura adequada para que estas pessoas possam se locomover em qualquer lugar com seguranca, ao inves de querer expulsá-las, pois o espaço é de todos. Lembre-se que você é manipulado para querer expulsar, pois isto isenta o governo de tomar providencias.

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    2. E não ri não... eu concordo 100%. Realmente tem muita gente má no mundo!

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    3. Ô Restast pra você a vida é bela, e florida como um conto de fadas...

      e esse unquinou aí escreve ba carai

      Chupa que é de uva!

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  2. Bob,

    Parabéns pelo post e pela iniciativa. Eu pedalo há alguns anos no trânsito urbano e sigo todas recomendações de segurança citadas neste post, além de outras. Acertou em cheio.

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  3. O item nº 9 é completamente ignorado pelos ciclistas entregadores. É só ficar observando, na Av. Paulista ou em qualquer rua do centro de SP. Entregadores que circulam com aquelas bicicletas que tem uma caixa na frente. Andam pela contramão, calçada, não param no farol... são piores que motoboys.

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    1. É verdade, uma vez quase fui atropelado por uma dessas bicicletas de carga no centro de SP. Estava atravessando na faixa, com sinal de pedestre liberado, numa rua de mão única, e o entregador veio do meio do cruzamento e entrou pela contramão. O mesmo se quer fez questão de buzinar, gritar, tocar campainha, ou seja lá o que fosse....

      A única pena que tenho desses sujeitos é que tem uns que realmente levam muita, mas muita carga naquelas bicicletas.

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    2. No centro velho também tem esses caras ,dependendo da situação ,tem uma caixa de bebidas ,ou uma caixa cheia de pães já em cima de você .

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    3. Alias ,esqueci de dizer ,tem lugares em São Paulo que em termos de circulação ,está ficando próximo da Índia ,mas gosto daqui .

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  4. Muito bom Bob.

    Todo mundo odeia todo mundo agora. Poxa, será tão difícil ser tolerante? Mesmo o pessoal que fica dizendo que "ciclista não respeita"? Tenho carro, moto e ando muito a pé pela região do Itaim-Bibi e Paulista, e não me vejo ameaçado.

    Ao andar de moto, tomo sempre o cuidado de não parecer ameaçador para os veículos próximos, jamais desrespeito seu direito em atravessar de uma faixa para outra, estou sempre tentando antecipar o que vai acontecer, e estou há 7 anos fazendo o mesmo trajeto sem nunca ter caído e sem precisar ficar na fila dos carros.

    Se eventualmente estou em uma calçada e aparece um ciclista em baixa velocidade tentando passar porque está difícil passar pela rua, qual é o problema em facilitar para ele desde que ele esteja também respeitando a velocidade dos pedestres? Por que ficamos tão melindrosos com um ciclista que passou lá na oooutra calçada?

    Assim como os autoentusiastas aqui sempre citam, é bom senso. Digo mais, é só educação e cordialidade ao invés de rivalidade.

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    1. Para quem já leu o CTB, ai o Bob sabe até mais que eu, lá indica várias vezes o uso da cordialidade. E se você reparar bem, e se todos forem cordiais, haveriam muito menos acidentes. é só dirigir e reparar em que situações a cordialidade se encaixaria.

      Lógico que sem exageros, de nada adianta parar no meio da marginal para um carro entrar da pistas secundária.

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    2. Concordo, mas o conceito de tolerância precisa ser revisto. Acho que a baderna no trânsito tem muito a ver com essa 'tolerância': Na verdade descaso por parte de alguns, que acabam fazendo disso um costume para os demais. Explico: o ciclista que não respeita as regras de trânsito e os pedestres acaba gerando a mesma reação dos demais, ou seja, não é respeitado. Isso gera um círculo vicioso. As pessoas se acostumam com essa situação. Não deve haver tolerância para o mal comportamento, mas isso parece ser o que mais acontece no Brasil. Os primeiros a 'tolerar' o mal comportamento são as autoridades, depois a população se acostuma. Eu não odeio ninguém por convicção, mas o comportamento incosequente tornou os motoboys mal vistos. Espero que os ciclistas não sigam pelo mesmo caminho.

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    3. Daniel Machado, costumo dizer que até para ser cordial temos que usar a cabeça. Já vi gente dando passagem em cada situação que me impressionou pela falta de noção.

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    4. É verdade Paulo Roberto. Ontem mesmo, com chuva, o carro da frente parou "do nada" a avenida principal em que eu ia para que outro carro que estava parado esperando pudesse cruzar. Detalhe: estavamos todos a uns 60 km por hora e atrás de mim vinha um ônibus em desabalada carreira...foi uma boa freada e uma bela reza pra que todos parassem....

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  5. Eu só posso complementar o ítem 1 dizendo que (antes que alguém tenha essa ideia) a força de interação depende da área e da pressão, então não adianta colocar pneu mais largo que ela não melhora sob esse aspecto (aumentando a área, reduz-se a pressão da borracha contra o solo, voltando a aumentar a pressão do pneu, sem aumentar a força sobre a roda, diminui-se e área em contato com o solo).

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  6. Aléssio Marinho17/07/12 13:11

    Quando criança, só andava pulando quebra molas, "derrapando" no asfalto e apostando corrida com os amigos na minha quadra. Naquela época não havia risco de ser atropelado por um carro, pois eram poucos.
    Quando adolescente, passei a andar bem menos de camelo, mas quando o fazia, sinalizava as manobras com os braços. Ninguém entendia isso a 20 anos...
    Hoje, adulto, quando a preguiça permite e o joelho não reclama, ando de bike com medo de cair e ser atropelado, pois ninguém respeita o pobre coitado do ciclista.
    Com o passar dos anos, o sonho infantil da liberdade sobre rodas acabou tolhida pelo risco.

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  7. Bob,

    Excelente postagem.

    E a regra máxima que eu uso, é sempre rodar devagar. Quem tem pressa, que use o carro.

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  8. Muito bem Bob, muito mesmo.
    Serviço de utilidade público-ciclística.

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  9. Excelentes dicas! Se todo ciclista seguir essas regras básicas, pode-se andar de bicicleta com total segurança.

    Somente como curiosidade, na Holanda o uso de farol dianteiro e luz sinalizadora traseira nas bicicletas é obrigatório. E experimente não usá-las para ver, o mínimo que acontece é receber uma senhora de uma bronca dos policiais, em plena rua e aos olhos (e ouvidos...) de todos.

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  10. Grande texto ,conteúdo inteligente ,quem seguir as orientações só tem a ganhar ,ri dos "sacos de lixo " ,abraços.

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  11. Bob, ótima idéia!

    Acredito que falte informação adequada aos ciclistas. Vejo muitas manifestações para usar a bicicleta, mas em nenhum momento vi uma campanha forte sobre como andar de bicicleta.

    E isso não fica restrito apenas as ruas não. Vale nos parques também. Em um final de semana, quase fui atropelado no parque do ibirapuera, pois um cidadão mirim, resolveu sair em disparada fora da ciclofaixa. O melhor foi ver, após escutar uma besteira desse jumentinho, ver o pai e a mãe atrás rindo. Apenas falei, "continua assim, que logo vocês estão no iml".

    Vou divulgar essas dicas, citando a fonte, em meu blog!

    Conhecimento nunca é demais!

    Um abraço

    Alvaro
    www.gasolinanosangue.blogspot.com

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    1. A mesma violência que existe no trânsito de automóveis pode existir no trânsito de bicicletas, afinal os dois são feitos por pessoas. Quando não há estrutura e fiscalização e a coisa fica no bom senso das pessoas, dá nisso mesmo. O parque do Ibirapuera é horrível por causa disso. Os ciclistas andam em todos os lugares muito rápido. Já reparou que tudo é assim? Carros, motos, bicicletas, jet-skies... Sempre que não há uma regulamentação e fiscalização as pessoas abusam. Infelizmente.

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  12. Eu sou um autoentusiasta que adotou a bicicleta. Moro na Vila Mascote e trabalho na Berrini. São 5km e sempre que posso vou de bicicleta.

    Sigo basicamente essas regras e não tenho problema algum. Luzes, retrovisor, guia da direita, velocidade compatível.

    Problemas? Nenhum. Meu fôlego melhorou, as calças começaram a ficar folgadas e meu bolso mais gordinho. Em uma conta rápida, são uns 300 reais que economizo por mês. Fora a saúde.

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  13. Os vidros temperados incolores têm transparência na casa dos 90%.

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    1. e qual carro zero km hoje em dia os tem?

      ele disse bem, carros vendidos hoje em dia.

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    2. Anônimo 17:27, analfabeto funcional detected.

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  14. Beleza, Bob!

    E sabe onde é que o "bicho pega"? É no item 8.

    Aqui em São Paulo, pelo menos, o que mais vejo são os caras se arriscando e fingindo não saber de nada, como se placas e semáforo fossem só para os motorizados.

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  15. Aqueles que estiverem interessados em como pedalar segurança no trânsito urbano, também vale a pena consultar o site http://www.escoladebicicleta.com.br/ e a página http://www.bikexprt.com/streetsmarts/usa/index.htm. Este último, Bicycling Street Smarts, é ótimo.

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  16. O que a gente pode esperar de uma lei que proíbe de andar de bicicleta na faixa de pedestre e permite que se ande na calçada? Difícil hein. No mais, a cerca de 10 anos levei uma bela portada: dei com a frente na quina e fui jogado no chão uns 2 metros lateralmente. Não vinha carro atrás de mim.

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  17. Excelente post, complemento do anterior, mas no item 1 quando o Bob fala em refletores deveria colocar o que está muito mais em uso, os perigosos " Tachões ", acho que alguem recebe por fora pra mandar por essas aberrações no asfalto, quando ando de moto sofro com eles, se bobear podemos levar um tombo, essas coisas são colocadas até na separação de faixas em muitas ruas, no automóveis estragam os pneus e a suspensão aos poucos, nas Bikes então passar sobre um desses pode acabar em tombo, um absurdo :/

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    1. Jackie Chan17/07/12 14:47

      Realmente, os "tachões" são um absurdo, e pior que estão instalando em todos os lugares mesmo, até como substituição à lombada em alguns casos.

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    2. Grande Bob Sharp , faça uma postagem sobre os malditos "TACHÕES " é um caso de policia o uso indidscriminado que a prefeitura de SP faz deles, está ponde em risco a vida de motociclista e ciclistas, um absurdo !

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  18. Caro Bob,

    Juntando o seu post de ontem (com os seus comentários esclarecendo pontos de vista) e este de hoje, temos um guia perfeito de segurança ciclística no trânsito. Como falei, não uso, sob hipótese alguma, avenidas aqui em Curitiba de bicicleta (assim como as evitava ao máximo de moto em SP). Com o Google Maps, não tem mais desculpa, pode-se sempre elaborar um trajeto alternativo, usando apenas vias secundárias mais lentas paralelas às avenidas. Andar em avenidas movimentadas, saindo comentários no Diário Oficial ou não, é insistir na burrice. Prefiro manter-me vivo e criar meu filho pedalando fora das avenidas, à revelia de leis e comentários alheios.

    Abraços e parabéns por (mais esta) iniciativa.
    Marcos Vinícius

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  19. Franco Sala17/07/12 15:38

    Bob, parabéns por esta visão do "outro lado". Como veterano do pedal fico contente em ler um material deste. Em Florianópolis colocaram zilhões de tachões criando uma imbecilidade absurda nos acostamentos de um trecho da SC-401, rodovia que liga o centro as praias do norte. A intenção seria dividir em dois cada acostamento, para separar o ciclista do pedestre. Bom, pedestre é raro e não usa quase este trecho. Ciclistas são muitos, que usam a estrada para treinamentos. Nossa ilha é um local com muitas equipes e com competições internacionais e é ali que treinam, se machucam e morrem estes ciclistas. O fato é que os tachões colocam em risco os ciclistas, uma coisa completamente fora do contexto, milhões de taxões, dos grandes, numa interminável fila de quilômetros, separados uns dos outros por poucos centímetros e ao lado das bicicletas. Uma desviada, um tombo. Um tombo, um acidente sério e uma bicicleta danificada. Pneus de bicicletas de competição custam caro, rodas então , nem fale. Presenciei acidentes neste trecho com ciclistas, é uma coisa insana. Será que o secretário dos transportes pensou em pedalar lá? Será que alguém ganha com uma "touperice" dessas?

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  20. Muita gente não segue simples conselhos de segurança, dificilmente vejo bicicletas com espelho retrovisor ou devidamente sinalizadas a noite... Me impressiona ver um entusiasta automotivo dando melhores concelhos do que a maioria dos "cicloativistas"...
    Uma dica boa é usar retrovisor de moto nas bicicletas, os retrovisores vendidos para bicicleta são vagabundos pra caramba, os retrovisores de moto são maiores e mais resistentes....

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    1. Em compensação, quando um ciclo-chato-ativista-fascista resolve dar conselhos ou propor idéias para quem anda de carro só sai groselha. Pelamor!

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    2. De acordo com Código de Trânsito Brasileiro, buzina, espelho retrovisor e sinalização noturna na frente, na traseira, nas laterais e nos pedais, são itens obrigatórios. Entretanto os fabricantes não produzem bicicletas com todos esses itens já instalados e o Governo, omisso, não fiscaliza esses fabricantes. Os motoristas, por sua vez, culpam o somente o ciclista por não cumprirem a lei.

      Agora imagine o absurdo que seria, o Governo permitir que um carro seja produzido sem buzina, espelhos retrovisores, faróis e lanternas. Pior ainda, seria os ciclistas e pedestres culparem somente os motoristas por conduzirem um veículo sem esses itens de segurança.

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  21. Até macaco no circo anda de bicicleta melhor que estes ciclo-chatos.

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    1. Bob Saraiva Sharp18/07/12 13:08

      Ô Gentalha

      vai alisar o rabo do macaco seu animal!!!

      volta pro circo e pede pra descabelar o palhaço!

      Bob Saraiva Sharp

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    2. Milton Rubinho18/07/12 17:29

      Olha, vou falar por ter competido ciclismo por 10 anos da minha vida, e ter disputado campeonatos e etc.

      A coisa mais comum é ver esse povo ecochato fazendo merda no trânsito. E engraçado é que são normalmente pessoa despreparadas para guiar uma bike com decência. Usam capacetes de forma errada, roupas desconfortáveis e não tem a menos noção nem de postura, nem de ergonmomia, nem de tocada de bike.

      Falo para vocês por ter vivido a bordo de 2 rodas por anos: Se tu tem habilidade minima a bordo de uma bike, conhece seu equipamento e suas limitações e da maquina, tu pode se livrar de acidentes assim como a bordo de carro. Porém, assim como dirigir, pedalar exige pratica e horas de voo e um minimo conhecimento de comportamento de handling.

      Bob, obrigado pelo texto!

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  22. Grande Bob, apesar de pequenos equívocos em seu texto, no geral está ótimo. Se eu fosse dar um conselho, deixaria a parte mais técnica para a gente que vive da bike e focaria mais na questão comportamental e na visão que o motorista, principalmente nas dificuldades que vocês encontram no compartilhamento das vias e quais as atitudes defensivas que o ciclista pode ter para evitar uma colisão.
    Quando um ciclista me pergunta sobre a calibragem ideal, peço para ele observar no próprio pneu que lá está a informação, pois ela pode variar entre 30 e até 200 libras, quanto mais fino o pneu, maior a calibragem.
    Sobre encostar os pés no chão, isso depende da bicicleta, as dobráveis e as urbanas têm um eixo mais baixo e até possibilitam isso, mas um banco baixo faz com que o ciclista faça mais força na pedalada e ainda corra o risco de lesão no joelho. Para encontrar a altura ideal do selim o ciclista tem que subir na bike e encostado numa parede, colocar os calcanhares no pedal e girar para trás. Se sua perna não se esticar por completo, significa que o banco está baixo. Se os pés escaparem o banco esta alto. Mas ao pedalar, jamais use o calcanhar, a parte do pé que tem que encostar no é aquele ossinho perto do dedão que apoiamos no chão quando descalços.
    Ao parar num semáforo, desça da bicicleta, não devemos pedalar imaginando que estamos numa moto.
    Sobre o espelho outra complicação, não temos espelhos decentes a venda no Brasil, vai ser difícil encontrar um bom espelho e se encontrar eles são importados, as vezes mais caros que algumas bicicletas que vemos aí. Isso é tão complicado que há uma lei no senado para acabar com a obrigatoriedade das buzinas e dos espelhos. O melhor mesmo é o ciclista olhar com a cabeça rapidamente, diferente dos motoristas, temos uma visão de 300 graus, completamente limpa e numa posição superior aos carros. Portanto uma olhada rápida já resolve, mas rápida, nada de virar a cabeça e ficar metros pedalando e olhando. A mesma regra do sinal com a mão vale para as olhadas.
    Sobra onde pedalar na via, se ficarmos muito no canto, o pedal pode bater na guia e nos derrubar, a distância que eu considero ideal é aquela que se o ciclista esticar o braço, ele não atingiria algum pedestre na calçada. Já o motorista que vai fazer a ultrapassagem, o ideal é que ele saia da sua faixa de rolamento, jamais tente ultrapassar um ciclista sem sair da sua faixa.
    Em diversas situações alguns motoristas tentam ultrapassar um outro carro pela direita e nos encontram. Além de ser uma grave infração de trânsito, traz um enorme risco ao ciclista. Quando consigo prever isso ocupo a faixa de propósito, pois deixá-lo me ultrapassar me colocará em maior risco. Também ocupamos a faixa ao nos aproximar de uma conversão a direita, assim obrigamos o motorista aguardar nossa passagem para fazer a conversão, como manda o artigo 38 do CTB.
    Já o ciclista da foto está na esquerda, provavelmente porque ele fará a conversão a esquerda quando o semáforo abrir. Em ruas internas de bairros que tem tráfego de ônibus, é comum vermos ciclistas na esquerda para evitar esse conflito. Aliás as ciclofaixas de Moema estão a esquerda por esse motivo. A lei nos manda andar nos bordos (tanto faz direito ou esquerdo) mas na maioria das situações, o mais seguro é a direita.
    Espero que você encare como dicas e não críticas, até porque adorei seu post. Bom ver você não deixando se contaminar por essa tentativa estúpida de algumas pessoas de criarem uma guerra entre ciclistas e motoristas. Aliás Guerra onde só um lado morre tem outro nome, se chama massacre. Mas as coisas estão melhorando, a cada dia vejo mais motoristas prudentes no trânsito e muito em breve devemos ter em São Paulo a mesma sensação que temos ao pedalar na Europa.
    Pra encerrar, o que você chama de "saco de lixo", eu chamo de "burca", uma aberração, coisas como jaboticaba, só tem no Brasil.
    Mais uma vez parabéns pelo seu texto.
    André Pasqualini

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    1. Excelente contribuição do site O Bicicreteiro Com Orgulho.

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    2. André Pasqualini; mais chato que tu só a Soninha Francine. Aliás, com ela não dá para competir. E não é só no assunto bicicleta, ela é chata em tudo. Mas você tem futuro e quem sabe, um dia a supere.

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    3. Sabe Bob, por isso que eu bloqueio todos os anônimos no meu blog, se tem coragem para falar merda, que tenha coragem para assumir, pois dar voz a troll até vai, mas troll covarde, sem chances...

      Anônimo, nem posso dizer que você é chato, tá mais para cuzão mesmo. Vá trollar outro mané.

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    4. Nossa! se seu blog for do nível de seu palavreado ,fico imaginando a qualidade dele ,ser anonimo não é ser sempre troll de baixo calão ,deve bloquear palavrões e idéias absurdas/ofensivas em seu blog ,eu postava anonimo antes também por que não conseguia postar de outra forma .

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    5. Anônimo18/07/12 08:53 O anonimo sou eu rsrsrs.

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    6. Bob Saraiva Sharp18/07/12 13:10

      Site de ONG que além de mamar nas tetas do governo faz questão de escrever errado...

      Bob Saraiva Sharp

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    7. SergioCJr.18/07/12 13:22

      Independente do cara ser a favor de bicicleta ou não, o comentário do André Pasqualini nesse caso foi bem elucidativo e deu dicas de 'conduta' no trânsito em se estando de bicicleta.

      Não vejo motivo para o anônimo das 23:12 ofender como o fez. O cara nem lê o que o outro escreveu, nem pondera sobre o assunto, e escreve apenas para ofender, sem contrapor a sua discordância com algum argumento decente.

      Aliás, ultimamente, em qualquer post do autoentusiastas, muitos comentários só visam 'trollar' e, na maioria das vezes, são postados por anônimos.

      Essa é uma discussão que volta e meia retorna ao blog, a necessidade de se moderar os comentários ou proibir postagens anônimas.

      Já li o blog do André e tem muitas coisas que não concordo, assim como não concordo em muitas coisas com o Bob Sharp, mas se é pra contrapor um argumento, que se faça com algum fundamento, e não apenas baseado em preconceito ou falta de informação.

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    8. SergioCJr, na minha opinião as pessoas se incomodaram com o texto do André Pasqualini principalmente por causa do primeiro parágrafo que soou bem arrogante, embora eu não saiba se era essa mesma a intenção. Veja o texto:

      "Grande Bob, apesar de pequenos equívocos em seu texto, no geral está ótimo. Se eu fosse dar um conselho, deixaria a parte mais técnica para a gente que vive da bike e focaria mais na questão comportamental e na visão que o motorista, principalmente nas dificuldades que vocês encontram no compartilhamento das vias e quais as atitudes defensivas que o ciclista pode ter para evitar uma colisão."

      Não precisa ser um mega especialista para emitir a sua opinião sobre o que quer que seja.

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    9. Bem arrogante mesmo a introdução. Sem necessidade.

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    10. parabéns a todos. um belo começo.

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    11. Se não suporta ser chamado de chato, é simples: deixe de sê-lo.

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  23. Luiz Dranger17/07/12 18:35

    Bob, belo texto para variar.
    Abração
    Luiz Dranger

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  24. Na foto, olhem no retrovisor do carro, o móTOBA trafegando entre os carros... Outra maldição brasileira

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  25. Só faltou um item. Espaços temporarios para pratica de ciclismo de estrada. Trechos de avenidas perifericas, porém com bom estado de conservação fechados em horarios como 4 as 6 da manha.

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  26. Bob,

    Este sim foi um excelente texto sobre o assunto. Nao sou ciclo ativista, e abomino essa historia de ciclo faixas em Moema, mas adoro andar com a minha 10 marchas, e gosto de andar na rua, no transito. E acho que o maior problema com os ciclistas por ai é falta de educação no transito mesmo.
    Deixo tres comentarios:

    - Como foi citado acima pelo bicicreteiro.org (em tambem otimo texto), a pressao depende do tipo do pneu. Uso pneus de 60 lbs. Ja usei de 90, mas optei por maior conforto e menos velocidade, ja que nao sou esportista. A maior parte das bicicletas usa em torno de 36lbs
    - Dar sinal de braço é impraticavel. Alem de perigoso, por largar o guidão com o risco de desequilibrar, corre-se o risco de nao ser entendido pelos motoristas. Por opção pessoal, prefiro reduzir, olhar para tras, e se nao for seguro, parar e aguardar uma oportunidade segura.
    - Muitos motoristas quando vão entrar em uma rua não fazem muita questao de aguardar o ciclista se ele nao for virar tambem. Pelo mesmo motivo, quando vou passar em um cruzamento faço a mesma coisa. Reduzo, olho para tras e vejo se é seguro.
    Ando de bicicleta no transito desde minha adolescencia e nunca tive um acidente, nem passei perto disso.

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    1. Eu pedalo há uns quinze anos, e o divisor de águas na minha segurança no trânsito foi exatamente o uso dos braços para indicar minha intenção. A interação com os motoristas melhorou muito depois disso, e quando eles sabem o que você pretende fazer, posicionam-se muito melhor, e os mais educados até acabam te protegendo. Claro que é complicado fazer isso em descidas, mas no plano e em subidas é tranquilo, com pouco tempo de prática pode ser feito com segurança. As duas palavras-chave para se pedalar no trânsito, para mim, são visibilidade e previsibilidade.

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    2. Eu pedalo há uns quinze anos, e o divisor de águas na minha segurança no trânsito foi exatamente o uso dos braços para indicar minha intenção. A interação com os motoristas melhorou muito depois disso, e quando eles sabem o que você pretende fazer, posicionam-se muito melhor, e os mais educados até acabam te protegendo. Claro que é complicado fazer isso em descidas, mas no plano e em subidas é tranquilo, com pouco tempo de prática pode ser feito com segurança. As duas palavras-chave para se pedalar no trânsito, para mim, são visibilidade e previsibilidade.

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    3. Bob Saraiva Sharp18/07/12 13:03

      Cada um com uma empáfia pior do que a outra!

      Bando de baitolas!

      Bob Saraiva Sharp

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  27. Virou o ciclo entusiastas isso aqui?

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    1. pois é...
      tb não estou entendendo...

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    2. Até concorco que tenham uns Ciclochatos, mas não sei se são piores que os "Motormalas", hehe

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    3. Por isso mesmo colega, cada um no seu quadrado, gosto muito daqui desse site, mas esse papo de bicicleta, com todos esses ciclochatíssimos já deu o que tinha que dar, espero que amanhã voltem a postar sobre carros e vocês voltem para cicloentusiastas de vocês, com todo respeito...

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    4. Cadê o genérico do Bob para nos defender???

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    5. Ciclistas são automóveis, motoristas dependem de automóveis.

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  28. Sensacional teu post Bob, to achando até que daqui a pouco voce volta a dar suas pedaladas..
    Uma cartilha com estas e mais dicas poderia ser bastante útil.
    Poderia ser distribuida gratuitamente, devidamente patrocinada, em pontos de maior frequencia.
    Gostei bastante.
    Enfim, fica uma sugestão..

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  29. como ser visto a noite de bike.
    e sem usar baterias.

    http://www.youtube.com/watch?v=Z5gwMwSN_so

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    1. O cara parece um vagalume!

      Eu quero!

      Só que o meu será ROSA!

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  30. Bacana esse texto! Contribui para que um dia todo mundo se convença de que trânsito não é disputa e que mobilidade com qualidade é a que permite que cada um use o meio de transporte mais adequado à situação, seja carro, bike, moto ou transporte coletivo. Eu vou manifestar uma discordância extremamente polêmica até entre ciclistas, a da observação dos semáforos. Eu só os observo nas ciclovias. Quando a via é compartilhada e o semáforo está vermelho, eu me posiciono à frente da faixa de pedestres e verifico se há carros vindo na transversal. Se não há, avanço e sigo. Por que? Paradoxalmente, por segurança. Ao fazer isso, só serei alcançado pelos carros no mesmo sentido que eu mais à frente, fazendo com que eles me vejam antes. Mesmo quando não é possível avançar, só o fato de eu estar à frente da faixa de pedestres já faz com que eu seja melhor visto, e me permite arrancar um pouco antes, evitando que eu, à direita dos carros da direita, tenha meu percurso conflitado com aqueles que vão dobrar à direita. Lógico que tudo isso deve ser feito de forma bastante consciente e atenta, sem ameaçar pedestres (e isso vale para qualquer situação de trânsito) e sem comprometer minha segurança, e é algo que funciona muito bem quando se conhece bem o cruzamento e a sequência de tempos do semáforo. Eu agia diferente quando comecei a pedalar: parava em todos os semáforos, até começar a perceber que o avanço pode aumentar minha segurança. Claro que esse raciocínio não vale para ciclovias, e ali todos os semáforos devem ser respeitados. Os planejadores de tráfego de Paris, possivelmente com base na mesma lógica, estavam testando esse tipo de orientação aos ciclistas: http://transporteativo.org.br/wp/2012/02/08/transito-ciencia-humana/
    Outra observação. Andar pela esquerda, em um tipo de situação, é o correto: quando se vai convergir à esquerda - o que pode ser o caso da foto. Por isso é que o CTB fala em transitar pelos bordos da pista, sem especificar qual. Mas, claro, nas demais situações o recomendado é no bordo direito, ao lado dos carros de menor velocidade.

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  31. Educação,bom senso. Bom senso,educação..........!

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  32. Meu tio, que era veterinário, sempre ia ao trabalho de bicicleta. Ao se aposentar, com 60 anos de idade, mudou radicalmente sua vida e passou a vender perfumes e afins, de casa em casa e sempre de bicicleta.

    Neste ano, ao completar a "pouca" idade de 94 anos, desistiu da "magrela". E assim foi por uns dois meses, até mudar de ideia e fazer uso dela novamente.

    Nunca sofreu nenhum acidente, e o segredo, diz ele, é cuidar em dobro. Ou seja, todo ciclista deve cuidar dos pedestres e também dos automóveis. E não esperar que "cuidem" dele.

    Ele também nunca usou capacete, nem roupas específicas, porque atrapalham.

    A regra é uma só: Cuidado!

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  33. Pra quem quer pedalar ouvindo música, recomendo: www.euvoudebike.com - inclusive entre algumas músicas de vez em qdo eles dão umas dicas de como andar de bike nas grandes cidades, é só entrar em podcast. Além do site ter várias dicas tb e artigos.

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    1. Voz da Verdade18/07/12 16:11

      Mas acho que todo ciclista deveria era pedalar bem atento aos sons ao redor. Dirigir com fone de ouvido me parece péssima idéia, seja para andar de bicicleta, seja para andar de carro, moto ou o que for.

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    2. Vc tem razao, eles falam sobre isto tb, recomendam o podcast para pedaladas de lazer.

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    3. Tanto faz se é de lazer ou para ir ao trabalho. Ouvir o que se tem ao redor é sempre importante.
      É que nem gente sem-noção que anda no carro com tudo fechado e som muito alto. Às vezes tem ambulância pedindo passagem e o cara não ouve.

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  34. Louca da Bicicletinha Rosa18/07/12 12:02

    Ai ai.

    É óbóvio que andar de bicicleta com segurança é fácil.

    Por isso sempre que pedalo eu levo dois!!!

    O Jorgão que é meu e me pega de jeito e o Paulão que também gosta mas desconversa e tem presença!

    Sou pre-ca-vi-da! E gulosa! Tarada!

    Louca da Bicicletinha Rosa

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  35. Autoentusiasta cansado da Luta18/07/12 16:17

    Boas dicas.
    Parecem básicas mas muita gente que nunca subiu num selim saí por SP na doida mesmo. Não sabe nem se equilibrar na bicicleta sozinho e quer andar na Paulista. O que a moda não faz...
    Enfim, é uma alternativa válida desde que com bom senso, que costuma faltar à todos ultimamente.
    Sò um detalhe: só eu me irrito com gente que usa o termo "bike"?

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