CADEIRINHA PARA CRIANÇAS, UMA QUESTÃO DE BOM SENSO


Parece brincadeira, mas não é: o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) decidiu alterar a lei da cadeirinha para carros antigos, que só possuem cintos de dois pontos (ou subabdominais) no banco traseiro. Segundo o Inmetro, não existe no mercado nenhuma cadeirinha que seja adequada a esse tipo de cinto.

O que não dá para desculpar é o terrorismo feito em cima dos pais que sequer sabiam dessa particularidade. Não duvido que muitos chegaram a comprar as cadeirinhas para só depois descobrir que não funcionariam corretamente.

A foto acima é de um Bel Air 1962 (pela lanternas parece um Impala, mas não é) equipado com duas cadeirinhas Simpson, apresentado no programa Overhaulin' há cerca de seis anos. Não gosto do programa e muito menos do tal Chip Foose, mas não pude esquecer do capricho do customizador em fazer a forração das cadeirinhas no mesmo padrão de estofamento original do Chevrolet.

Pelo pouco que pesquisei, a legislação dos EUA e de outros países dispensa o uso da cadeirinha em veículos antigos como esse Bel Air, mas não impede que os pais optem pelo uso do equipamento. Questão de bom senso.

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16 comentários :

  1. Clésio Luiz04/09/10 11:01

    Estranho dizerem que não há cadeirinhas adequadas a cintos de dois pontos, pois eu comprei uma a pouco tempo uma que se fixa perfeitamente com esse tipo de cinto (segundo o próprio manual da cadeira).

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  2. Nao entendo esta historia de deixar criança sem cadeirinha, nao estou falando de segurança, que nao tem o que discutir.
    Acho que nego tem filho muito tranquilo ou nao anda com eles no carro... quero ver ficar uma hora com uma criança com seus 1,5-3anos parada tranquila no banco de trás... os meus pelo menos em 5 min já estao pulando pra frente, pra trás, etc, nao dá, só amarrando!ahhaah

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  3. Lubrico,

    amarrando e dando um sedativo, hehehe. Porque depois que amarra chora a ponto de enlouquecer qualquer um.

    Acho indiscutível a segurança, só acho discutível é querer 'proteger' apenas uma parcela da população, justamente a que tem mais condição de se proteger sozinha. E quem não pode ter carro, que se vire no buzão com o filhinho no colo, soltinho. Lembrando que nossos motoristas de coletivos são conhecidos pela suavidade ao guiar.

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  4. Pois é, assim como o Clésio, tenho uma cadeirinha que se fixa perfeitamente com o cinto de dois pontos do meu Passat. E agora, deixo meu filho direto no banco ou uso esta cadeirinha "ilegal"?
    Me parece mais seguro manter na cadeira, mas esta confusão deixa o caminho aberto para a tal interpretação do agente legal. Aí vale tudo...

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  5. Bem, eu já superei a fase do choro etc e tal, mas sempre minha última filha, sentou na cadeira que era trocada de carro sem problemas de fixação. No meu era de dois pontos e no da chefa de tres e era o que dava mais trabalho para travar.
    Mesmo quando não era obrigatório, não tinha choro nem vela. Se acostumou a ponto de sentar e "vestir" o cinto de segurança bem apertadinho, alias como deve ser.
    Penso que o que fazem com os pais é chantagem emocional e financeira, bem típica. Quem se lembra daquele kit de primeiros socorros? Alguém certamente encheu as burras. A mesma coisa com relação ao extintor. Quem realmente sabe utilizar em emergência? E mais uma enorme lista de obrigatoriedades de última hora, que previam até mandar o infrator se entender com o capeta.
    realmente a capacidade de invencionices não tem limites. Aqui não é o pais do jeitinho?
    Então.... pague e não reclame. Eu reclamo, e muito, mando mails até pro molusco e tô nem aí. Raramente recebo uma resposta.
    Mas fico pentelhando. e recomendo que todos façam isso. Talvez num dia qualquer, nossa voz - unida - seja ouvida .

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  6. Olá Regis, os meus tb desde sempre usaram cadeirinhas (aonde moro além de ser obrigatorio pegam no pé), entao acostuma mesmo e acaba gostando pois fica sentado mais alto.
    O que fica dificil de engolir é quantidade de problemas por aí e se gasta uma energia com estes exemplos que vc citou...se pode ser para distrair o povo...

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  7. Quando eu era criança, há mais de 30 anos, meu pai tinha uma Brasília e, cuidadoso como era e é, levava-me em uma cadeirinha, cadeirinha essa que tinha fixação tanto pelo cinto de segurança subabdominal como também na estrutura que abraçava o encosto do banco e deixava a coisa bem sólida.
    Em todo caso, é preciso que nossa indústria passe a lembrar que existem sim carros com cinto subabdominal (inclusive na frente), cujos donos os adoram, usam-nos diariamente e sentem-se chateados de não serem contemplados por uma indústria que muita grana faturaria com isso. Aliás, quem souber faturar com o mercado de carros mais antigos vai ter uma mina de ouro em mãos.

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  8. Em todo caso, felizes os donos de carros da Volvo, Dodge Journey e outros, pois esses vêm com acomodações para crianças incorporadas no desenho do próprio banco. Esses passam alheios a essa história toda.

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  9. As minhas pets já há 2 anos se utilizam das cadeirinhas. :)

    http://www.petcompre.com.br/img_produtos/1312_g.jpg

    Rabugento

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  10. Pessoal,

    Quanto à questão de manter uma criança segura em uma cadeirinha dessas por horas, isso é algo bem complicado se não houver o costume do fato aplicado a eles...
    Digo isso porque tenho um casal de filhos e ambos sempre foram educados a andar de carro nas ditas cujas cadeirinhas, e eles adoravam passear desse modo. Também levei eles em vários carros antigos, meus e de amigos, e eles sempre se portaram bem...
    mas concordo que sempre tem alguém que vai ganhar horrores com essas bestialidades impostas a nós, pobres mortais !!!
    Espero ter um novo bebê em 2011 ou 2012, até lá vou procurar com calma uma cadeirinha bem bacana para afixar no banco traseiro do meu Dart,e aproveito pra mandar revesti-la com o mesmo tecido dos bancos pra ficar bem parecido com o "original", rsrsrs !!

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  11. Esta é uma lei cuja razão de ser já nasceu com mais furos que um queijo suiço. Por exemplo: não posso dar carona para um(a) amigo(a) com filhos pequenos, mas se pegarem um táxi, um ônibus, ou uma van, tudo bem.
    Mr. Car.

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  12. Pedro Navalha06/09/10 11:08

    Estão demonizando os carros antigos.
    Primeiro foram culpados pela destruição da camada de ozônio e do efeito estufa. Agora são inseguros para transportar as pessoas e seus filhos.
    Malditos políticos, que mancomunados com esses empresários e financiadores de campanha, tornam nossa vida um verdadeiro inferno...

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  13. A sociedade debate a obrigatoriedade do uso da cadeirinha para as crianças. Acho importante como segurança adicional, tendo inclusive vivido momento difícil, ocasião em que meu filho pequeno deixou de ser arremessado contra o teto do veículo, ao passar em quebra mola oculto em velocidade, contido pelo cinto da cadeirinha. No entanto, refletindo melhor e observando a falta do produto, devemos imaginar que automóveis são construídos para pessoas. Ter filhos, consequência natural dos proprietários. Cidadãos com filhos criados necessitam levar netos, filhos dos amigos ou o menino do vizinho. Enfim, a solução não é vender cadeirinhas e sim dotar os veículos com o acessório desde a fabricação. Quem precisa usa, os demais deixam fechado no banco traseiro, como os atuais descança braços. Não me venham vender a falácia de que não temos tecnologia para tal, pois embutir uma cadeirinha no banco traseiro não deve ser nada complicado. Assim, atende a todos, inclusive táxis, vans e demais veículos. Claro, os fabricantes de cadeirinhas é que não vão apoiar a idéia. Resolvida a questão, agora é o mais difícil para nossas autoridades; a fiscalização...

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  14. A sociedade debate a obrigatoriedade do uso da cadeirinha para as crianças. Acho importante como segurança adicional, tendo inclusive vivido momento difícil, ocasião em que meu filho pequeno deixou de ser arremessado contra o teto do veículo, ao passar em quebra mola oculto em velocidade, contido pelo cinto da cadeirinha. No entanto, refletindo melhor e observando a falta do produto, devemos imaginar que automóveis são construídos para pessoas. Ter filhos, consequência natural dos proprietários. Cidadãos com filhos criados necessitam levar netos, filhos dos amigos ou o menino do vizinho. Enfim, a solução não é vender cadeirinhas e sim dotar os veículos com o acessório desde a fabricação. Quem precisa usa, os demais deixam fechado no banco traseiro, como os atuais descança braços. Não me venham vender a falácia de que não temos tecnologia para tal, pois embutir uma cadeirinha no banco traseiro não deve ser nada complicado. Assim, atende a todos, inclusive táxis, vans e demais veículos. Claro, os fabricantes de cadeirinhas é que não vão apoiar a idéia. Resolvida a questão, agora é o mais difícil para nossas autoridades; a fiscalização...

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  15. A sociedade debate a obrigatoriedade do uso da cadeirinha para as crianças. Acho importante como segurança adicional, tendo inclusive vivido momento difícil, ocasião em que meu filho pequeno deixou de ser arremessado contra o teto do veículo, ao passar em quebra mola oculto em velocidade, contido pelo cinto da cadeirinha. No entanto, refletindo melhor e observando a falta do produto, devemos imaginar que automóveis são construídos para pessoas. Ter filhos, consequência natural dos proprietários. Cidadãos com filhos criados necessitam levar netos, filhos dos amigos ou o menino do vizinho. Enfim, a solução não é vender cadeirinhas e sim dotar os veículos com o acessório desde a fabricação. Quem precisa usa, os demais deixam fechado no banco traseiro, como os atuais descança braços. Não me venham vender a falácia de que não temos tecnologia para tal, pois embutir uma cadeirinha no banco traseiro não deve ser nada complicado. Assim, atende a todos, inclusive táxis, vans e demais veículos. Claro, os fabricantes de cadeirinhas é que não vão apoiar a idéia. Resolvida a questão, agora é o mais difícil para nossas autoridades; a fiscalização...

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  16. A sociedade debate a obrigatoriedade do uso da cadeirinha para as crianças. Acho importante como segurança adicional, tendo inclusive vivido momento difícil, ocasião em que meu filho pequeno deixou de ser arremessado contra o teto do veículo, ao passar em quebra mola oculto em velocidade, contido pelo cinto da cadeirinha. No entanto, refletindo melhor e observando a falta do produto, devemos imaginar que automóveis são construídos para pessoas. Ter filhos, consequência natural dos proprietários. Cidadãos com filhos criados necessitam levar netos, filhos dos amigos ou o menino do vizinho. Enfim, a solução não é vender cadeirinhas e sim dotar os veículos com o acessório desde a fabricação. Quem precisa usa, os demais deixam fechado no banco traseiro, como os atuais descança braços. Não me venham vender a falácia de que não temos tecnologia para tal, pois embutir uma cadeirinha no banco traseiro não deve ser nada complicado. Assim, atende a todos, inclusive táxis, vans e demais veículos. Claro, os fabricantes de cadeirinhas é que não vão apoiar a idéia. Resolvida a questão, agora é o mais difícil para nossas autoridades; a fiscalização...

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