BUZINA: VOCÊ USA QUANDO PRECISA?


Para que serve  a buzina?

Muita gente não suporta um ruído de buzina. Não podemos julgá-las. É chato mesmo estar naquele cochilo de sábado a tarde e escutar uma irritação dessas. Mas isso não é hora de dormir, dirão muitos. O que dizer então, de quem aciona a buzina à noite?

Mas a buzina é um avisador acústico, um item que todo carro deve ter obrigatóriamente, para poder rodar no Brasil. Se é um item para avisar, já se pode deduzir que foi feito para ser usado. Quando e quanto, depende de inúmeros fatores.
A condição mais óbvia é avisar pedestres que estejam tentando atravessar à rua na frente do carro que se aproxima. Isso é tão claro que motoristas seguros muitas vezes estão sempre de prontidão para usar a buzina ao primeiro sinal de perigo que encontram. Principalmente quando o perigo avistado é relativo a pedestres. Essa prontidão se faz de forma simples: dedo sobre o botão todo o tempo, para que não se perca tempo procurando-o.

Uma outra situação é similar, mas se refere a animais. Uma boa buzinada na hora certa tira da frente um cachorro, por exemplo.

Já quando se considera outros veículos ao nosso redor, a buzina pode ser encarada de várias formas. Uns pensam que não adianta buzinar, pois não podemos fazer outro carro andar ou se mover mais rápido com um som apenas.

Mas há correntes contrárias, que defendem o uso do avisador como uma chamada ao despertar que deve ser enviada a motoristas excessivamente lentos, daqueles que andam em velocidade abaixo do fluxo natural de uma via. Nesses, às vezes uma boa "cornetada" ajuda, como ocorreu comigo há muitos anos, na Via Anchieta, a caminho do litoral. Um táxi se colocou na faixa 2 da estrada, em um trecho onde há 4 faixas, e seguia tranquilamente a uma velocidade entre 50 e 60 km/h. Com as faixas 3 e 4 livres, me coloquei atrás a uma distância segura, e acordei o distraído senhor com a buzina. Imediatamente ele levantou a cabeça, viu que havia um carro atrás, e desviou para a direita, prosseguindo em excesso de velocidade negativa, mas agora lá na faixa 4, extrema direita, atrapalhando menos e em mais segurança. Ponto para ele que percebeu a besteira que fazia, antes de um caminhão lhe esmagar.

O problema é que há pessoas que encaram o trânsito, e a forma como dirigem, de acordo com a personalidade própria. E esses precisam aprender a viver em grupo, pensar coletivamente, ao menos no trânsito, já que a rua não é a sala de casa, onde pode-se colocar o pé na mesa de centro e ficar ocioso olhando para o teto.

Não podem ser sossegados a ponto de atravancar quem tem pressa, quem tem horário. E a maioria tem horário, acreditem. Outros acham que andar de carro é sempre turismo, e freiam a toda vez que se sentem atraídos por algo. Merecem sim, uma boa buzinada bem próximo dos ouvidos.

Conheço uma pessoa que está sempre andando com carros antigos, e é especialista em abrir caminho com a buzina. Esse amigo tem seus motivos, e não posso deixar de discordar. Ninguém pode bater em um carro antigo, pois estaria prejudicando a história, logo meu amigo vem chegando e já vem buzinando. E também há a questão dos freios, pois nosso amigo dirige qualquer carro em qualquer condição, mesmo sem freios, ou com apenas traços de sua existência. Importante sim, avisar quem está no caminho dele.

Minha absoluta preferência é avistar alguém mais lento que a maioria, e, ao chegar próximo, constatar que o cidadão está se comunicando através de algum aparato eletrônico. Uso a buzina para que seja percebido que está ao comando de um veículo, e que está atrapalhando o bom andamento dos colegas motoristas. Normalmente meu avisador acústico é acionado prolongadamente quando a posição em que ele é montado no carro, atrás do parachoques, está alinhado ao lado do ouvido do falador, para que atrapalhe a conversa. Se ele estiver de vidro aberto, fico mais feliz pelo trabalho prestado à comunidade.

Difícil e triste acreditar que os motoristas que precisam ser lembrados desse tipo de coisa serão o futuro de nossas ruas. Imagino que dias sombrios virão com essa turma excessivamente tranquila.

Dirigir é tarefa complicada, das mais complexas que o cérebro humano pode gerenciar, e requer atenção. Quando você, autoentusiasta, perceber que há alguém distraído, buzine. Nem que seja apenas para não emperrar o botão da buzina de seu carro.

JJ

37 comentários :

  1. Dito e feito, uma vez precisei buzinar para alertar um motoqueiro que me cortou a frente e percebi que a buzina havia "emperrado".

    Resolvi o problema abrindo a tampa da buzina e limpando os contatos com spray limpa contatos.

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  2. Bruce Willis01/09/10 20:14

    Você é muito doido Juvenal!

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  3. André Andrews01/09/10 20:34

    Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  4. Rafael bruno01/09/10 20:48

    No Brasil é assim: se vc deixou morrer o carro em uma subida pois errou (como todo ser humano), prepare-se para ouvir a sinfonia de buzinas!

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  5. André,
    obrigado pelo bom conselho. Eu avalio o melhor possível antes de buzinar, pode estar certo.

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  6. Buzinar para quem está falando ao telefone? Que feio...

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  7. Quem tiver paciência e souber ler em inglês, aqui vai um texto que fala muito claramente sobre o "perigo" de dirigir e falar ao celular:
    Cellphone sidetrack*: The risk of phoning while driving is substantial (see Status Report, July 16, 2005; on the web at iihs.org), and it’s likely that texting represents a similar hazard. Policymakers are right to address these issues, but they’ve gone off on a sidetrack by focusing solely on laws prohibiting phone use. Such laws reduce phoning (see Status Report, Feb. 27, 2010; on the web at iihs.org), but there’s no effect on crashes. In jurisdictions where driver use of hand-held phones has been banned, crash patterns have held steady.
    “Reducing crashes and saving lives is what highway safety is all about,” Lund notes, “and by this essential measure the benefits of hand-held cellphone bans are nil.” Policymakers aren’t listening. In state after state they’re enacting new bans, and no less than the US Department of Transportation says it’s “irresponsible to suggest” that these bans “have zero effect on the number of crashes.”
    Lund counters that “we’re not suggesting anything. This is a data-driven finding, and the data show the same thing across every state we’ve studied — no reductions in crashes after banning driver phone use.”
    Elsewhere in the government, policymakers heed data-driven findings. The Food and Drug Administration, for example, requires drug manufacturers to prove the effectiveness of their products before doctors can prescribe them and consumers can take them. Traffic safety laws can’t be subjected to similar testing before enactment, but when evidence indicates that laws like phone bans don’t work it makes sense to look for another prescription.
    Finding that bans don’t cut crashes isn’t the same as finding no risk associated with phone use while driving. The risk is well established. It’s just that banning this practice doesn’t reduce crash risk. It doesn’t recognize that using a cellphone is one among many driver distractions. If one source of distraction is banned and drivers respond by picking up on another, equally risky distraction, then crashes won’t go down. This could be why bans reduce phoning but not collisions.
    A better prescription for distracted driving might be crash avoidance features. These don’t care whether motorists get distracted by phone use, radio dials, roadside signs, or something else. The features have the potential to help all drivers avoid crashes in all sorts of situations (see Status Report, May 20, 2010; on the web at iihs.org).
    “Why isn’t the US Department of Transportation holding summits about crash avoidance features? Or about speeding or red light running?”, Lund asks. “Instead the department held a summit last year on phone use while driving and is preparing to convene another one next month. The purpose seems to be to agree that driver phone use is bad and should be banned. But why not focus on measures like crash avoidance features, with the potential to save more lives in more situations? This is what the department should be doing instead of summiting on phones.”

    * “Telefone celular no desvio”, por Adrian Lund, presidente do Insurance Institute for Highway Safety, publicado no Status Report Vol. 45, No. 8, Aug. 21, 2010, pág. 2, www.iihs.org/externaldata/srdata/docs/sr4508.pdf

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  8. Juvenal,

    Bom que gostou do conselho. Mas peço que retire a mensagem, pois trata-se de um usuário falso. Minhas mensagens são sempre assinadas.

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  9. fica buzinando prolongadamente, que qualquer hora vc topa com um nervosinho que vai te presentear com um téco na cara

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  10. JJ,

    Como já lhe disse, não concordo.
    Buzina é para emergências, apenas, risco de acidente.

    Eu peço a todos que usem apenas quando for inevitável para evitar um acidente.

    MAO

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  11. Mister Fórmula Finesse02/09/10 08:22

    Eu procuro utilizar pouco a buzina, e se o faço, aplico dois pequenos golpes para avisar de modo amigável que o sonolento na frente está passando dos limites em relação a atrapalhar o trânsito (mas antes, dou um sinal de luz).

    Grudar a mão na buzina, só para evitar enroscos sérios mesmo.

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  12. Não sei se os colegas viram, mas houve uma reportagem na televisão este fim de semana, não lembro quando nem onde, mas falava justamente que no Japão estão criando barulhos para os veículos pois além de muito, mas muito raramente usarem buzina (respeito ao próximo né!?) e os veículos além de muito silenciosos, muitos deles também agora são híbridos ou elétricos, têm causado acidentes com idosos e destraídos em geral devido a não perceberem a aproximação dos mesmos... pode??? Só do outro lado do mundo mesmo!!!

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  13. Concordo com o MAO, mas faço como o MFF, às vezes uso com cortesia, a buzina é bem recebida por todos, eu não tenho bola de cristal e sei prever um risco quando estou num ponto cego, obviamente como qualquer autoentusiasta.

    Bob, sou a favor do uso de celular enquanto dirigimos, porém com o auxílio de algum acessório para que as mãos estejam livres para dirigir, isto pensando no motorista médio. Rádio com Blue Tooth é fantástico, gostei deste acessório, sinto-me o cara atendendo o telefone num botão no painel... hahaha... Além de não perder chamadas enquanto estou ouvindo aquele rock'n roll num volume mais, diria empolgado.

    Romildo,
    respeito ao próximo né!? kkkkk... fiquei rindo a toa aqui...

    Abs

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  14. Fabio
    Não precisamos de duas mãos para dirigir, a não ser para manobrar. Se fosse essencial, mutilados que só têm um braço não poderiam jamais dirigir, e podem. Essa matéria que passei a vocês mostra que o uso do celular não ocasiona alteração no padrão dos acidentes. Lembro que nos anos 70 houve a moda do rádio CB (Faixa do Cidadão) e muitos falavam no rádio segurando o microfone com uma das mãos. O caso do celular é que no começo eram caros e provocavam inveja de quem não tinha. Teve restaurante em Nova York que obrigava o cliente a deixar o telefone "sob custódia" com a gerência só para não usá-lo no recinto gastronômico. Hoje o celular virou carne de vaca, qualquer pessoa pode tê-lo imediatamente e não há razão para persegui-lo. Se perseguem é por puro atavismo (hábito do passado no presente) misturado com misoneísmo (medo da novidade). Quem é contra falar ao telefone enquanto dirige está no tempo do "É proibido conversar com o motorista".

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  15. Bob,

    Respeito sua opinião, mas tendo em vista situações recorrentes, onde percebe-se pessoas dirigindo sem a devida atenção ao que está acontecendo ao redor, muitas vezes quando as ultrapassamos até mesmo por motivo de segurança, percebemos que as mesmas estão fazendo o uso do aparelho.
    Por isso que eu expus minha opinião com base no motorista médio.
    Provavelmente estas pessoas dirigem mal mesmo não estando ao celular, mas a impressão que tenho é que este "plus" aumenta o grau de dificuldade para as mesmas. Frequentemente percebo isso no trânsito da cidade de São Paulo, onde outros fatores agravam a situação, como trânsito, motoboys, falta de sinalização e etc.

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  16. Também concordo com o MAO. Se meu carro não tivesse buzina, eu dirigiria tranquilamente do mesmo jeito, só uso em último caso, tipo agora de manhã quando vinha para o trabalho e tomei um fechadão dentro do túnel... DE UM ÔNIBUS!!! Que tem sua faixa obrigatória à direita... E acham que ele voltou à direita?? Entrou na esquerda e lá ficou a 60km/h. O que ele não percebeu é que tinha um carro de polícia atrás do meu, que quase me encheu a traseira quando freei bruscamente, com a mão na buzina. O seu poliça o passou pela direita e ligou o estrobo, fazendo-o parar assim que saiu do tunel. Quando o passei, ainda dentro do tunel e com o carro de polícia à sua frente, não perdoei e dei umas 3 buzinadas pra ele se ligar da mer** que estava fazendo.

    Novamente vou discordar do Bob, acho que a única coisa, aliás, é sobre dirigir falando ao celular. De forma alguma acho que o ato não desvia a atenção. Nunca causei, ou estive perto de, algum acidente por conta disso mas sinto que tenho de dividir a minha atenção. Atualmente uso um ponto auricular bluetooth, mas ainda assim a atenção é desviada do trânsito.

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  17. Dirigir e falar ao celular é falta de respeito com os outros. Nem todo mundo é piloto e a maioria por sinal é muito ruim no trânsito, então o que se vê é um sem número de besteiras causado por motoristas mais atentos à conversa no celular do que ao trânsito.

    O dia que todos na nossa terrinha dirigirem razoavelmente bem, pode liberar, mas enquanto estiver essa zona aí fora, só cego não vê que o celular atrapalha, desculpe a sinceridade.

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  18. Francisco V.G.02/09/10 16:10

    Estou com o MAO nessa.

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  19. Buzino sempre pra quem faz merda na minha frente ou quando vejo alguem dirigindo e falando ao celular.

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  20. Tenho que dar crédito ao Bob.. Celular não atrapalha quem ta atravessando a rua também? Então deveria proibir....

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  21. Este comentário foi removido pelo autor.

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  22. Eu buzino mais como sinal de cortesia quando me dão uma passagem, ou quando cedo a vez para alguém, junto com sinais de farol alto... E breves toques...
    Costumo ser gentil também com pedestre, procuro avisar e não assustar com o artefato sonoro..

    Uma buzinada sarada só em casos de estacionamento em fila dupla, especialmente os que estão com a "autorização para estacionar" ligada, alguma conversão proibida que se vê claramente que o indivíduo usou de ma fé para se beneficiar, etc...

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  23. O problema do celular não é dirigir com uma das mãos e sim comprometer a atenção ao focar na conversa.
    Acho que é possível falar e dirigir, mas tem que usar bom senso o que, infelizmente, falta a uma boa parcela da população (motoristas e pedestres, como foi bem lembrado acima).
    Tem muito folgado que merece buzina sim... agora, não sei se ele vai se corrigir com a sua buzinada ou se você só está se estressando. Infelizmente, episódios como esse do ônibus no túnel deveriam ser a regra (intervenção da polícia), mas isso parece uma utopia, né?

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  24. Tem horas que dá vontade.

    Toda uma faixa rodando a menos do que poderia, devido a um fdp que não anda, enche o saco.

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  25. Paulo, esse episódio que me aconteceu no tunel só terminou de forma correta (acredito eu, pois não fiquei pra ver o desfecho) porque coincidentemente tinha um carro da polícia atrás do meu e, surpreendentemente nos dias de hoje, com um BOM POLICIAL na direção...

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  26. Taí uma coisa que uso muito, mas muito raramente mesmo. A buzina de meus carros devem até enferrujar por falta de uso.

    Para evitar acidentes é muito pouco eficaz. Usar como "xingamento", piorou, nessa selvageria que rola no trânsito hoje, é querer arranjar confusão por nada.

    O que faço é dirigir atento, para evitar sustos, principalmente de pedestres suicidas. Se há um "ganso" lerdo na frente, que resolveu "comprar" a pista mais à esquerda, assim que possível corto pela direita e sigo na boa, sem estresse. Não é correto ultrapassar pela direita, concordo, da mesma forma que não é certo se arrastar pelas vias, amarrando o trânsito.

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  27. Uma das poucas coisas que discordo do Bob é a questão do celular. Já fui "fechado" por pessoas falando ao celular em corredor de supermercado (!!). As pessoas não conseguem sequer andar e falar ao celular ao mesmo tempo, imagine dirigir. E dirigindo como esse povo dirige...

    Sei que é nivelar por baixo, mas, como disseram, o dia em que todos souberem dirigir, liberem o celular.

    Quanto à buzina tento evitar, mesmo com vontade de "grudar" a mão.

    Gustavo

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  28. Fora imbecis sem noção02/09/10 23:30

    Eu não passo vontade.

    Se o cara tá dirigindo que nem uma mula manca na esquerda ou no meio de duas pistas, buzinasso na orelha dele.

    Sa a madame tá dirigindo a 20km/h com o celular no ouvido dentro da Tucson, do Fit ou do City, buzinasso nela.

    Se o moleque tá dirigindo o gol quadrado pagando de Audi e se achando o piloto, fazendo barbaridades, buzinasso nele.

    Se qualquer idiota freia repentinamente sem dar seta pq passou do local que procurava, ou fez uma conversão como se fosse o único no mundo, buzinasso nele!

    Já queimei buzinas dos meus carros pelo uso agressivo e se puder, fico com caimbra na mão de tanto buzinar para esse bando de folgado dono do mundo e cabaços que tem no trânsito, e que se acham os melhores do mundo!

    Quer fazer merda, vá ao banheiro ao invés de ir na garagem pa colocar o carro na rua.

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  29. Eu só buzino quando vejo um disco voador na minha frente no trânsito.

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  30. Ande de moto, e não use a buzina p/ vc ver.
    É impossivel, hoje em dia, mais e mais pessoas dirigem distraidas, e qualquer forma de aviso, ou pedir ultrapassagem é encarada como ofensa, a maioria não respeita sinais, não utiliza as ferramentas do seu automovel para avisar aos outro, tais como setas e pedir passagem com flashes de farol. Simplismente passam pela direita e acham que estão corretos com isso.
    Quando você pede passagem (e isso vale p/ qualquer ocasião, permitir passagem não é apenas p/ estradas) , as pessoas não abrem. Você faz o que? passa pela direita, outenta mais um pouco?

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  31. Buzinar os que se acham pilotos o suficiente pra se distrair usando o celular não é coisa de autoentusiasta...

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  32. Antonio Nunes05/09/10 01:15

    Isso sim que é uma buzina que deveria vir de fábrica em todos os carros

    http://www.youtube.com/user/hornblasters?blend=2&ob=1#p/a/u/0/BGYcnYLK_50

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  33. Antôôônio...

    NUUU... FRÉÉÉÉÉÉÉÉÉ!!!

    kkkkkkk... é uma sacanagem, mas este video é muito engraçado!!!

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  34. Vonrusso,

    Acho interessante contribuir aqui... eu nunca usava buzina, não gosto mesmo. Dirijo carros ininterruptamente há 11 anos, mas nas motocicletas eu estava parado faz uns 5 anos.

    Ocorre que eu nunca tinha pilotado em São Paulo... daí comprei uma moto faz 4 meses.

    Eu nunca, nunca mesmo, ando no corredor. E por mais que eu ande precavido, preveja acidentes, me mantenha visível etc., fato é que a buzina da moto me salvou de cair umas tantas vezes por causa de gente distraída, andando rápido e jogando o carro pra cima da outra faixa sem olhar no retrovisor.

    É muito fácil notar que depois da (leve) buzinada, o cidadão/cidadã joga o carro rapidamente de volta à faixa anterior, consertando a bobagem que estava prestes a fazer e aí sim vendo a motocicleta no retrovisor (100% das vezes eu não estava no ponto cego).

    Deveriam fiscalizar a atenção ao volante dos motoristas e motociclistas também.

    Mas como só existe multa de rodízio e zona azul... republiqueta das bananas!

    Abraços AUTOentusiastas,

    Dé Stutz

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  35. Stutz, não é distração!
    Para mim pelo menos, o fato de "atirar" o carro em cima de uma moto é o ápice do prazer. Só para ouvir a buzininha "bi-bi-bi" da CG 125. E ver aquele olhar furioso por trás da viseira do capacete.
    Afinal, motoqueiro faz verdadeiros barbarismos no trânsito.
    Abraços.

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    Respostas
    1. CSS... ou não entendi sua ironia, ou vc é um babaca!!!
      comentário inacreditável.

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