DESCAPOTÔMETRO, ESSES MARQUETEIROS...

Para nós brasileiros, que temos o Sol na maior parte do país durante o ano todo, um carro conversível não é algo, digamos, necessário. Coitados dos ingleses que tem que viver naquela neblina com aquele céu cinzento quase o tempo todo. Para eles, abrir a capota de um carro num momento de céu azul é mais ou menos como uma injeção de prazer e felicidade. Sol é vida! Sentir aquele calorzinho dos raios solares num dia frio é algo agradável. Isso explica a grande variedade de modelos conversíveis na Europa.
Não é que arrumaram um jeito de registrar ou medir esse escasso tempo de alegria e felicidade proporcionado pelo Sol? O Mini conversível, ou cabrio, como é chamado, tem um relógio que marca o tempo em que o carro fica com a capota aberta e o motor ligado -- "descapotômetro". A ideia dos marqueteriros é que as pessoas passem a contar esse tempo e assim comentem com seus amigos e familiares numa espécie de competição. Que tem mais tempo com a capota aberta deve ser mais feliz.
O marcador mede os minutos na escala externa e as horas na interna. Depois de sete horas, fim da escala, o saldo passa para um arquivo cumulativo no computador de bordo.
Para completar, no site da Mini tem um aplicativo para o desktop dos computadores que informa a previsão do tempo e quando o Sol aparece.
Para mim, a felicidade seria medida apenas pelo tempo dirigindo o Mini.
Esses marqueteiros...
PK

28 comentários :

  1. Justamente por ter tanto sol como tem o Brasil é que não faz sentido nenhum carro conversível não fazer sucesso. Pena que não temos carros mais como o XR3 conversível.

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  2. Sandoval Quaresma12/03/10 10:21

    dá dó de ver, raros kadett gsi conversíveis, em estado deplorável, a unica coisa que os "manos" proprietários se preocupam na manutenção é com a bateria, pra tocar zilhões de cornetas, meia-noves e "subeiras". a capota rasgou? ah, mete uma "silver-teipe"

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  3. Rodrigo Laranjo12/03/10 10:24

    Eu já tive carro conversível. Não é tão legal assim. O nosso sol racha o coco. É bem melhor numa manhã beeeem de manhã quando o sol está fraco. Abrir o teto às 3 da tarde o cabra tem que ser muito macho.

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  4. Por aqui, quanto mais tempo sem capota, mais fumaça preta inalada. que delícia !!!

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  5. Mister Fórmula Finesse12/03/10 10:39

    Marqueteiros... mas até por isso que carro é sempre algo interessante; você pode inventar vários dispositivos sobre ele mesmo que sejam um tanto supérfluos. Marqueteiros e engenheiros quando acertam a mão podem criar algo que faça história ou pitorescas máquinas dignas de riso...ou pena.

    Coisa que não dá para fazer com tal frequência em um espaço tão metodicamente planejado e escasso como outro grande best seller da liberdade individual de locomoção humana: a motocicleta.

    São esses detalhes que também fazem a alegria dos autoentusiastas.

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  6. Marqueteiros geniais! Eu concordo que dirigir o Mini já é um grande prazer mas são inumeras as situações que a capota abaixada potencializa esta sensação!

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  7. Que bela sacada!

    Há uns dias atrás vi um Mini Cabrio perto de casa, British Racing Green, of course, o cara parou e abriu a capota.
    Bateu uma inveja...

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  8. Libere o RSS completo, faz favor. Vamos lá não é tão difícil assim.

    http://arcanjo.org/disponibilize-seu-feed-completo/

    Grato,

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  9. Olah.. eu fiz um questionamento numa materia que vcs fizeram sobre o Polo Bluemotion, mas a materia eh antiga entao acho que ngm viu oq eu comentei.. por isso vou deixar a pergunta aqui:

    Bob,
    Minha dúvida em relação ao carro é se em frenagens mais fortes ele não tende a "deslizar" mais que o polo normal - mesmo com ABS - e se em curvas ele não perdeu um pouco da estabilidade..
    Sei que a matéria é antiga, mas ficaria muito grato se você pudesse me responder!

    Abraço

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  10. Francisco V.G.12/03/10 13:08

    Por aqui eu me contentaria em ver mais opções equipadas com teto-solar de fábrica. Sem dúvida eu teria um.

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  11. Jorge Juvenal12/03/10 13:12

    ô Anônimo, vai plantar batatas, cara chato!

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  12. Marcelo Augusto12/03/10 14:13

    http://www.km77.com/fotos/Renault/Wind_2011/Exterior.html?division=color&photoType=1&limit=4

    Um desses eu não precisaria de mais nada. E o desgraçado ainda é barato...

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  13. Salvo poucas exceções, taí algo que não gosto muito: carros conversíveis ou abertos. E os conversíveis/abertos que aprecio são os modelos que não possuem versão fechada, como o BMW 507 ou Caterham 7, por exemplo.

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  14. Anonimo,
    Puxa, mancada, eu tinha que ter respondido àquela altura. Cheguei a ler seu comentário, mas por algum motivo acabei não respondendo. Desculpe-me.
    Teoricamente, mais borracha no chão, mais aderência lateral e longitudinal. Todavia, não se percebe nenhuma deficiência a esse respeito no Polo BlueMotion. Certamente os pneus importados tem algo a ver com isso. Andei forte com o carro, quase competição, e em momento algum notei falta de pneu. Pelo contrário, o carro é bastante preciso e eficiente ao lidar com o solo.

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  15. Marcelo Augusto12/03/10 22:45

    Pela resposta do Bob se ve como se anda exagerando hoje na largura dos pneus, seja os fabricantes de veículos ou os consumidores que fazem trocas sem critério. É só dinheiro jogado fora... mas aqui o que vale é a aparência "esportiva"

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  16. Aniversário de 2 anos – De Gennaro Motors

    Olá amigos do Autoentusiastas,

    No próximo dia 15 de março a De Gennaro Motors completará dois anos de vida. Nosso amigo leitor, Thyago Szoke, produziu uma atualização em nosso layout do blog. Agora nosso logo possui uma bandeira quadriculada no fundo da imagem junto com o novo grafismo das bandeiras do Brasil e da Itália. O logo da Série Caminhão nos EUA também recebeu uma atualização na imagem de fundo.

    Gostaria de agradecer a todos os amigos, leitores e colaboradores pela audiência que o blog vem conquistando.

    Entre no www.degennaromotors.blogspot.com e conheço os novos logos do blog.

    Outros posts:

    Confira o vídeo de Las Vegas, produzido por Marcos “Tenere”, direto dos EUA.

    Um abraço,

    Fernando A. De Gennaro
    Editor Chefe

    Cel: 55 (19) 9777-3664

    De Gennaro Motors
    www.degennaromotors.blogspot.com

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  17. Marcelo Augusto,
    Há um aspecto favorável ao pneu de seção mais estreita, que é a menor tendência à aquaplanagem. Isso é particularmente importante no Brasil pela drenagem deficiente da maioria das nossas estradas.

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  18. Tenho um Puma 77 conversível e devo declarar que quando vou trabalhar com meu Puminha (pelo menos uma vez por semama), meu dia é muito melhor. É uma Pumaterapia....

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  19. Descapotometro????Isso é coisa de nego que quer dar e não sabe como,hahahahahaha,daqui a pouco vão inventar assento com pino de segurança para consumidor gay,hahahahahaa, o flozô nem vai usar cinto de segurança,ahahahaha, me tirem o tubo!!!!!!

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  20. Clodovil Hernandes13/03/10 19:03

    Essa sua idéia é fantástica, iria até propor na Câmara. Pena que eu bati com as 10.

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  21. Partilho da mesma dúvida do leitor BK... Como (e por que) os conversíveis não "pegaram" num país tropical e com vasto litoral como o Brasil?

    PK,
    Taí um equipamento que só serve mesmo pra dar defeito... Ainda bem que na época do Escort não havia isso, os sensores de níveis dos fluidos já dão dor de cabeça o suficiente...

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  22. Marlos,

    Eu acho que pelo menos três fatores dificultam os descapotáveis por aquio aqui:
    preço elevado;
    falta de segurança e
    Sol é muito forte.

    Até mesmo o teto-solar, que todo mundo fala que gostaria de ter, vende pouquíssimo aqui.

    pk

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  23. O teto-solar morreu aqui no Brasil na época do "corno-wagen"... :D

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  24. De fato, PK, o preço é realmente salgado. O sol até pode ser driblado: sair com um conversível no finzinho da tarde é muito bom e, quando se está no horário de verão, dá para aproveitar até mais tarde.
    O fator realmente preocupante é a segurança, e não digo em relação à capotagem, pois acho que um conversível deve ser “curtido” em passeios tranqüilos. Quando se anda com a capota recolhida, só o fato de chamar atenção por ser algo, digamos, exótico, pode ser perigoso. Parar no sinal, passar perto de alguma “comunidade” (tão comuns aqui no Rio), passar sob uma passarela ou viaduto (agora temos a “moda” da pedrada) ou perto de um ônibus de janelas abertas (corre-se o risco de levar uma cusparada ou receber uma latinha de cerveja na cabeça) são grandes desafios que o dono de um descapotável tem que enfrentar.

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  25. PK,

    Essa serve para mostrar o quão ridicula a mente das pessoas é, a paranóia da competição está presente até no ato simples de ter um conversível e de usar ele. Disgusting.

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  26. Paulo,
    na minha opinião o fator preço é proporcional ao preço dos carros no Br comparados ao resto do mundo. Assim como um City nacional aqui custa 56mil contra 27mil do mesmo carro no México, o teto solar custa 6mil a mais, assim como fora deve custar uns 2mil. Já está no padrão que estamos acostumados.
    O calor realmente é forte aqui, mas ainda tem muitas ocasiões e épocas do ano que é possivel andar sem a capota, muito melhor que na Inglaterra ou na Finlandia.
    A segurança é um fator importante nas grandes cidades, esse infelizmente não tem jeito, mesmo assim dá para curtir o conversivel nos fins de semana.
    Só depende do que se espera de um conversivel, se é andar com ele como no cinema, em Los Angeles que nunca chove, fica dificil.

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  27. é inevitável dizer que grande parte das pessoas, deixam de ter um carro pura e simplesmente pelo que custam, entre outros motivos, vejo, praticidade, segurança e bla bla bla.. cada um pode ter a desculpa que quiser, o fato é que os carros no Brasil custam caro demais, muito além da conta, prova disso é que qualquer mortal, com salário tupiniquim, conseguiria comprar um carro bom, pra não dizer ótimo, nos Eua, Europa, etc... incrivel a proporção, pois lá ainda ganha-se melhor que aqui, imagina então se morassemos por lá...

    no Br acho que o conversivel não pegou justamente por isso, são modelos caros, em geral são os top de linha esportivos com esse plus, mas a popularização do mesmo se daria caso houvesse um melhor acesso, digamos, um modelo de entrada, um basico descapotável, além da falsa sensação de que com teto de metal, se está mais seguro, acho que isso fez com que aqui não desse certo, ah claro.. sem contar no RJ por ex, as altas temperaturas que acabariam fazendo com que cancer de pele fosse epidemia ehehehe, só sei que ainda sonho em ter meu conversível, e cuidados e frescuras a parte, eu andarei o maximo possivel com a capota arriada, até mesmo qdo caisse uma pequena chuva, daquelas que mal molham o chão.

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  28. PK,

    acho que seria interessante a criação de um "burnoutômetro", que aliás, deveria ser equipamento de série de mustangs, camaros, corvettes e afins. O funcionamento seria simples: mediria o tempo e/ou a distância percorrida com as rodas traseiras girando em falso. E a tecnologia para isso já está pronta, é só utilizar os sensores já existentes para o ABS e controle de tração.

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