BURRICE E DESRESPEITO


Vi hoje no Salão algo estarrecedor: no 1° dia reservado à imprensa a enorme quantidade — pelos menos a quarta parte — de carros cobertos. Como pode? Será que esses caras das fábricas têm estrume na cabeça ou o quê? Estive este ano no Salão de Genebra, entrei assim que abriu no 1° dia de imprensa e estava tudo pronto, descoberto, para quem quisesse ver. Será tão difícil alguém entender isso? Ou será efeito da holeritite, "olha aí o meu no fim do mês!"?

Agora, desrespeito maior do que submeter os visitantes a uma verdadeira fornalha, não conheço. Como estava quente lá dentro, poucas vezes senti tanto calor!

Agora, esculhambação mesmo são os shows. Como pode alguém não se mancar que o volume excessivo incomoda, é contraproducente? Me lembrei do Salão de Paris de 1996, quando a Ford apresentou o Ka e contrataram uma banda de olodum (dono brasileiro, o resto Brits): perfeito, agradável, podia-se conversar.

Não sei não, mas acho que este foi meu último Salão nacional! Não dá mais.

BS

2 comentários :

  1. Há muito, o Salão do Anhembí deixou de ser prazeroso.
    Caro, alimentação cara e ruim, desconforto total.
    Na penúltima edição, até medo de tomarem minha câmera, tive!
    E esta mania de cobrir os carros, então.....

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  2. Há muito, o Salão do Anhembí deixou de ser prazeroso.
    Caro, alimentação cara e ruim, desconforto total.
    Na penúltima edição, até medo de tomarem minha câmera, tive!
    E esta mania de cobrir os carros, então.....

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