google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


Será no próximo sábado (15 de fevereiro) a primeira etapa do Torneio Interlagos de Regularidade de 2014, o Rallye organizado com sucesso pelo amigo Jan Balder.

A prova é aberta a Veículos Clássicos, aqueles produzidos até 1989, e a Veículos Modernos, produzidos após 1989, com duração de 50 minutos.cada.

Poderão participar automóveis (sedãs, conversíveis, roadsters e hatchbacks), peruas (station wagons) e utilitários esporte. Picapes não são admitidos.

Os carros deverão estar com pneus de até 3 mm de profundidade de sulco e os pilotos e eventuais copilotos deverão usar capacete. Pilotos deverão estar com a Carteira de Habilitação em dia.

Horários

Veículos Clássicos
Briefing às 10h00
Largada às 11h30

Veículos Modernos
Briefing às 15h00
Largada às 16h15

Inscrições

As inscrições estão abertas e deverá ser enviada ficha de inscrição para jbalder@ig.com.br, onde há orientação para pagamento via banco. Baixe a ficha de inscrição aqui, do Dropbox. Se você ainda não tem conta neste útil serviço, crie-a seguindo as instruções, é fácil e instantâneo. Em caso de dificuldade, envie e-mail para envio direto do arquivo, autoentusiastas@autoentusiastas.com.br

A taxa de inscrição é de R$ 400,00 para concorrentes individuais e de R$ 500,00 para duplas. No dia da prova será aceita apenas até o horário do briefing de cada categoria.

Até hoje (8 de fevereiro) os concorrentes poderão gozar de desconto promocional, R$ 350,00 para concorrentes individuais e R$ 450,00, para duplas. Aqueles que pretenderam participar das duas categorias terão desconto de 10%.

A partir de 14 horas deste sábado, estendendo-se até às 18 horas, Jan Balder e equipe estarão na Orange Motorsports, na rua Henri Dunant, 245, no bairro de Santo Amaro (próximo ao consulado americano), onde as inscrições poderão ser feitas pelos preços promocionais acima.



Os veículos serão numerados de acordo com a ordem de inscrição, sendo de 1 a 50 para os Veículos Clássicos e de 51 a 100 para os Veículos Modernos.

É o próprio Jan Balder quem diz: "Venham descobrir as verdadeiras qualidades do seu veículo longe de radares e outros inconvenientes, com toda a segurança na pista que hospeda a Fórmula 1".

Ae



Fotos: autor
A imagem tem clima californiano, mas é no Brasil, em Santa Catarina

Meu destino era a pequena cidade de Tijucas, em Santa Catarina, para ser preciso o Celeiro do Carro Antigo, uma oficina de restauração especializada em carrocerias de madeira, as populares woodies. Eu já havia produzido algumas matérias envolvendo os automóveis que saíam de lá, também já tinha visto ao vivo algumas das máquinas do Gilberto Rufino, um homem que vem se dedicando a estudar a marcenaria dos carros.


Em frente ao Celeiro do Carro Antigo uma dupla de Fords à minha espera

Por mais que já tenha visto coleções e oficinas diversas, nunca poderia imaginar que encontraria naquela pequena cidade do interior catarinense algo que — para mim — seria referência. Teria a minha disposição dois automóveis, um Ford 1948 original, sem restauração (apenas alguns retoques ao longo da vida) e também um Ford 1946, automóvel completamente restaurado pela equipe da empresa. Seria o suficiente admirar aqueles belos automóveis, mas "quis o destino" que o dono da oficina, em sua tamanha hospitalidade, me reconhecendo com um verdadeiro irmão, me ofertou a direção dos carros. Ora, o que mais eu poderia querer? Escolhi o modelo de 1948 por ser o mais curioso, a versão standard dos Ford, conhecida como Super 6. 

O centro histórico de Tijucas combina com os automóveis, que formam um "diorama natural"




Coluna  0614   5.fev.2014                  jrnasser@autoentusiastas.com.br           
up! – a Volkswagen quer retomar a liderança
Letras minúsculas, pretensões maiúsculas. Com o up!, em inglês referenciando o que está em cima, acima ou para cima, a VW quer cumprir seu desiderato, decisões e providências: ser a maior do mundo, projeto de seu acionista e mandão maior Ferdinand Piëch. Prenome homenageia o avô Porsche. Do ramo. Cumpre o escrito. Neste ano, terceira, 1% abaixo da GM, segunda, 3% da líder Toyota. Para o mercado brasileiro, projeto assemelhado, retomar a liderança. Assim era, disparada produtora de lucros. Tantos, a abandonaram a soluções e criações domésticas, sem atualização, condução à base do vai levando. Quando percebeu, era tarde, tudo envelhecera. Fábricas, processos, produtos.
Mandou para cá executivo provado, corajoso no mudar processos produtivos e fazer o melhor VW aqui visto, o Polo. Guerra interna na matriz, foi-se Herr Demel, substituído por bom rapaz, antes gerente de locadora de automóveis. Após, por engenheiro em final de carreira. Pessoal da Fiat, assumindo insólita liderança nunca prevista por nenhum oráculo, jogo de búzios e outros métodos, brindava às substituições — possivelmente com coquetéis Belini, sobrenome do condutor do grupo Fiat no Brasil, o dr C.
- Pó pará!

A Anfavea informou hoje os resultados do primeiro mês do ano.

Licenciamentos
Os licenciamentos de automóveis e comerciais leves novos nacionais em janeiro foi de 235.520 unidades, queda de 12,5% sobre dezembro, 269.291, mas 1,2% melhor que janeiro de 2013, quando foram licenciados 232.836  de veículos dessa categoria.

Nos importados, mesmo segmento, queda de 3,5% sobre dezembro, 64.582 contra 66.939 unidades, com ligeiro ganho sobre janeiro de 2013, 0,4%, apenas 230 veículos mais.

Considerando nacionais e importados, foram licenciados 300.102 veículos, menos 10,7% em relação a dezembro (336.230), mas com 1% mais (2.914 unidades) que em janeiro de 2013.

Os importados representaram 20,7% do mercado de automóveis e comerciais leves em janeiro, contra 19% em janeiro e 18,8% no ano passado.

Produção
Foram produzidos 221.183 automóveis e comerciais leves em janeiro, 716 veículos menos que em dezembro, 0,3% de queda. Mas a produção despencou comparando este janeiro e o último, que fora de 276.493 unidades, tombo de 20%.

Fotos: autor



Novembro, outono na Europa. Cai a temperatura, caem as folhas das árvores, cai muita chuva e caiu meu queixo também: um conversível para mim?. Sim. Na concessionária da marca em Milão, na Itália, o funcionário me entrega de um DS3 Cabrio 1.6 THP 155 com um risinho no canto da boca, observando minhas malas. Logo entendi. O pequeno Citroën não tem uma tampa de porta-malas real, é uma escotilha. Nem a pau a malona vermelha tamanho plus passará ali, e o jeito foi uma rápida aula grátis de jeitinho brasileiro ao “Giovanni” de plantão, embarcando a malvada pela porta do passageiro, rebatendo o encosto do banco traseiro.1x0 para mim.


Cabrio, tampa do porta-malas pequena

Mas, um conversível em novembro? Ah, se fosse julho, agosto ou até setembro, no reluzente verão italiano! O queixo também cairia só de me imaginar rodando, teto aberto, pela estradinhas que levam à elegante Porto Fino ou na costiera amalfitana, caçando herdeiras de Sofia Loren e Gina Lollobrigida em Positano ou alhures. Mas em novembro, a trabalho na cinzenta Milão, o teto ficaria eternamente fechado. Em vez de beldades, quem logo ocuparia os lugares restantes no carrinho seriam colegas de trabalho, o suíço Marc com seus dois metros e três dígitos de peso, Gabriel, o argentino, e Arthur, o lusitano, todos gente boa, mas a anos-luz das polpudas filhas do “bel paese” esteticamente falando.

Muito agradável. Por que não tê-lo no Brasil?





 
Brasileiro foi autorizado a competir no Exterior e teve licença cassada após ter disputado duas rodadas de torneio na Nova Zelândia. Piloto russo de 15 anos segue competindo no certame

O imbróglio da cassação da carteira internacional do piloto Pedro Piquet, filho do tricampeão mundial de F-1 Nélson Piquet (1981/83/87) teve novo capítulo na tarde de hoje (5/2) com a divulgação de um pedido de desculpas (veja texto abaixo) da Confederação Brasileira de Automobilismo. Em nota colocada discretamente no site da entidade, seu presidente Cleyton Pinteiro e o presidente da Federação de Automobilismo do Estado do Maranhão (FAEM), Giovanni Guerra, vieram a público “pedir sinceras desculpas ao piloto”. 

Até agora, porém, a entidade não esclareceu por que esperou o campeonato começar para cassar a licença do piloto, assunto que você pode ver mais detalhes neste link. Ao esperar 11 dias para se desculpar publicamente do próprio erro, a CBA confirma que trabalha com visível descompasso com a realidade sobre a qual deve zelar.

Parece com vários motoristas por aí...

Não estranhem o título em inglês. O AUTOentusiastas não mudou de nacionalidade. Vocês já entenderão. 

A coisa está feia, ou “freia”, já que há uma legião de motoristas que não tiram o pé do freio. Atrasam os mais experientes, os carros mais rápidos, ou apenas os menos lentos. Atravancam os ônibus, os táxis, as bicicletas e até pedestres, dependendo da situação.

Pode haver alguma lógica na cabeça das pessoas que as façam andar mais devagar do que o limite de uma via, mas esses motivos precisam ser combatidos dentro do cérebro dos motoristas, como os anticorpos combatem uma infecção. É necessário que as pessoas que dirigem mais lentamente que o necessário se conscientizem que elas estão infectando as ruas, as cidades e a estradas. E infecções generalizadas quase sempre levam à morte, no caso do trânsito, à morte do movimento, ou seja, a paralisação.

Como querem nos fazer acreditar que o automóvel se tornou o criminoso da vez, ficou fácil para a autoridade de trânsito — essa que deveria promover a fluidez — implantar várias modalidades de armadilhas visando arrecadar dinheiro com multas.

Os moralistas com fundamentos que eles acham lógicos, logo vem com frases do tipo “A câmera está lá por segurança, para o pessoal não exagerar na velocidade”. Isso não é aceito nem por mim nem por uma porção de gente que dirige há tempos, sabe o que faz e não comete barbaridades por aí. Em resumo, por motoristas que usam a lógica, essa dádiva com a qual fomos brindados pela Criação, e que é tão pouco usada e tão desprezada pela maioria.


Motivo principal dos mortos-vivos no trânsito
Leia o post completo do up! atualizado com todos os preços e lista de equipamentos de série e opcionais, além de novas fotos e mais informações.

http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2014/02/volkswagen-up-tambem-no-brasil.html


BS






Vamos direto ao ponto. Acho ótima a idéia de uma categoria de corrida de carros elétricos, e um carro tipo fórmula foi uma excelente escolha para o primeiro campeonato oficial da FIA. Mas fizeram uma besteira enorme no regulamento desportivo e ficou parecendo uma gincana.

Com a enorme quantidade de carros elétricos urbanos no mercado global, inclusive esportivos, como o Tesla Roadster, o novo Mercedes-Benz SLS Electric Drive e versões convertidas do genial Ariel Atom, era de se esperar que uma categoria de competição surgisse. Era uma questão de tempo.

A velha discussão sobre o que será do automóvel no futuro não pára, e nem vai parar. Fato é que dificilmente os carros serão todos elétricos em um curto espaço de tempo. O carro que queima combustível deve continuar existindo, em paralelo com os elétricos. E assim deve ser o automobilismo.

Os carros de corrida mais avançados que existem hoje em dia já são híbridos. Fórmula-1, como falamos recentemente aqui e os protótipos da categoria P1 de Le Mans são híbridos. O caminho dos motores elétricos, sendo como fonte auxiliar ou principal de propulsão, já está traçado e não voltará atrás tão cedo. Então nada mais lógico que uma categoria com carros 100% elétricos. Um dos principais pontos deste campeonato é manter o baixo custo. Diversas limitações de quantidade de testes e até jogos de pneu por corrida vão forçar as equipes a ter gastos mais controlados.


F-1: Surpresas e debates em Jerez

Mercedes e Renault são destaques opostos na volta da F-1 às pistas, resultados provocam debate sobre legalidade dos carros. Prova do WEC em Interlagos é adiada de agosto para novembro




Felipe Massa teve bom desempenho em Jerez (foto Williams)


Historicamente os treinos livres da F-1 em início de temporada são julgados com reservas desproporcionais em função de uma prática que já foi bem mais corriqueira: andar com o carro fora do regulamento para obter melhores resultados frente à concorrência e acelerar a decisão de patrocinadores ainda incertos. Eu acredito que já foi o tempo em que as equipes, em especial as de segunda linha, usavam esse recurso: hoje em dia a sistematização dos processos de desenvolvimento implantados na categoria com a chegada das grandes fábricas, os altos custos inerentes à operação de uma esquadra de F-1 desaconselham essa prática.
 
O McLaren de Kevin Magnussen (foto F1Net)
Peter Schreyer recebendo o prêmio

Durante um jantar de gala especial realizado na última terça (28), véspera do 29º Festival Internacional de Automobilismo, em Paris, o diretor de Design da Kia Motors, Peter Schreyer, foi laureado com o "Grand Prix du Design 2014”. Schreyer também é presidente e diretor de Design da Hyundai Motor Group.

O presidente do júri da premiação, Jean-Michell Wilmotte, durante o evento realizado para mais 600 convidados VIPs de automóveis, moda, música, filmes, mídia e publicidade no Hotel National Les Invalides, em Paris, comentou: “Este prêmio reconhece o excelente trabalho de design no contexto de uma organização internacional. Peter Schreyer é premiado com o Grand Prix por suas realizações de design ao Grupo Hyundai-Kia”.

“Desde que se tornou o primeiro chefe de design da Kia, há sete anos, Schreyer tem coordenado os estúdios de estilo na Coréia do Sul, Estados Unidos e Europa. Conseguiu transformar o design da Kia e torná-lo desejável. A notável evolução do design de produto na gigante empresa automobilística sul-coreana está ligada ao compromisso deste profissional e ao know-how que fez dele um dos poucos conhecidos protagonistas em design automobilístico contemporâneo", acrescentou Wilmotte .

O Grand Prix também se dedicou a nomear o melhor em outras categorias na indústria automobilística, como supercarro, carro-conceito, interior do veículo, além de prêmios para livro, fotografia, publicidade, obra de arte e arquitetura do ano, com um tema predominantemente voltado ao automobilismo.

Formou a bancada do júri, 15 membros no total, designers seniores, altos executivos de grandes empresas como Dassault Systems, Louis Vuitton, Eurosport , Le Point, AD e Bell & Ross.

Após a premiação da noite, uma exposição especial denominada “2014 Concept Cars” foi aberta ao público, no hotel, entre os dias 29 de janeiro e 2 de fevereiro. A Kia Motors apresentou o conceito Provo, exibido pela primeira vez no Salão de Genebra, em 2013.

Biografia
Peter Schreyer nasceu 1953 em Bad Reichenhall, na Alemanha, e desde cedo desenvolveu uma paixão por carros, aviões e arte . Durante seus estudos de desenho industrial da Universidade de Ciências Aplicadas de Munique, Schreyer fez um estágio na Audi Design, onde começou uma estreita relação de 28 anos com a Audi e Volkswagen

Depois de estudar no Royal College of Art, em Londres, Schreyer iniciou seu primeiro trabalho na Audi em 1980. Mais tarde, entre 1993-94, trabalhou na área de criação da Volkswagen, com projetos de carros como o Passat e o Golf. Como projetista-chefe da Audi, entre 1994 e 2002, Schreyer desempenhou um papel importante na construção da marca de design premium. Em 2002, voltou para a Volkswagen como chefe de design.

Em 2006, Schreyer assumiu um novo desafio de se tornar chefe de design na Kia Motors. No ano seguinte, recebeu um doutorado honorário do Royal College of Art, em reconhecimento à sua contribuição para o design automobilístico.

Sob a liderança de Schreyer, a Kia Motors foi completamente renovada, sua gama de produtos desenvolveu uma nova identidade de design. O sucesso da nova estratégia foi reconhecida com vários prêmios internacionais. As vendas da Kia e o valor agregado à marca têm aumentado significativamente.

No início de 2013, Peter foi nomeado presidente e chefe de Design da Hyundai Motor Group. (Texto Final/Kia do Brasil)


Como já havia feito em novembro, quando apresentou na fábrica de Camaçari o Ka Concept, novo produto global da marca do oval azul gerado no Centro de Engenharia e Design da unidade baiana, a Ford apresentou hoje, em São Paulo, o Ka Concept 4-Portas, derivado daquele de configuração hatchback quatro-portas. A apresentação foi intercalada de poucas horas com idêntico evento em Nova Déli, Índia, no 12° Salão do Automóvel da cidade, que abre para o público no próximo dia 5 e vai até o dia 11. Lá o veículo se chama Figo.

Nos dois Ka mostrados, tratava-se de maquetes (mock-ups), não os carros reais.

A data de lançamento dos dois novos Ka, de categoria abaixo do New Fiesta, não foi anunciada, mas é  certo que ocorrerá este ano.

Não foram informados dados técnicos do Ka Concept 4-Portas — tampouco do hatchback em novembro — mas é certo que terá motor Sigma 1,5 ou 1,6-litro e o novo 3-cilindros de 1 litro, possivelmente turboalimentado.

Ae

Mais fotos:




Fotos: divulgação VW e autor


Quando o up! surgiu em setembro de 2011, no grande palco mundial chamado Salão de Frankfurt, o menor carro do portfólio da Volkswagen na Europa era o...Fox, exportado daqui para lá. Um carro que havia sido lançado em 2003 era o que Wolfsburg tinha para oferecer a talvez ao mercado mais disputado do mundo em questão de número de marcas. Em seguida vinha o Polo, carro que apesar de atualizado pela última vez um ano antes, era de 1975. Pois esse vazio haveria de ser preenchido com um projeto totalmente novo, que acabaria resultando no up!, que desse modo assumia a função do Fusca (o de motor traseiro) e de seu sucessor Golf — pelo menos esse era o plano da VW, mas o Golf, como que acometido de acromegalia, foi crescendo sem parar e não pôde continuar a desempenhar seu papel.

Para o novo carro não havia muito o que inventar. Dimensões compactas em carroceria hatchback, lugar para quatro pessoas ou, com compreensão, cinco, um bom entreeixos para seu porte —  2.421 mm, mera coincidência que seja praticamente o mesmo do Fusca 1303, aquele de suspensão dianteira McPherson, 2.420 mm, e por acaso o mesmo do Fiat Palio — e grupo motopropulsor transversal acionando as rodas dianteiras. Por isso mesmo haveria de ser leve, com o duas-portas começando em 855 kg e o de quatro com o acréscimo habitual de 30 a 40 kg.

A versão de topo high up!

Para movimentá-lo decidiu-se pela cilindrada odiada por muitos no Brasil, 1 litro, 999 cm³ para ser mais preciso. E na onda de buscar máxima eficiência em motor — leia-se menor consumo — para fugir da bruxa do CO2, de quatro cilindros habituais se passaria a três com o objetivo maior de reduzir perdas por atrito, com menor peso vindo na esteira.

Ficou boa a solução da porta de carga convencional

Fotos: autor


Não faz muito tempo, julho do ano passado, dirigi o A3 Sportback e gostei muito. Mas esse "3" sedã não fica atrás, me cativou, apesar de os dois serem praticamente iguais em trem motriz e desempenho. A novidade chega ao Brasil pouco depois de iniciadas as vendas na Europa e antes até dos Estados Unidos (primeiro trimestre de 2014), apesar de seu lançamento mundial ter ocorrido no último Salão de Nova York, em abril. O modelo é produzido na moderna fábrica de Györ, na Hungria.

Bom estilo da traseira

Começa sendo vendido por R$ 116.400 e terá como concorrentes diretos o Mercedes-Benz CLA 200 (R$ 150.500) e o BMW 316i (R$ 119.950). Uma bela briga de alemães por aqui, a exemplo do que ocorre no mundo! O Audi está bem nessa disputa ao dispor de maior potência — 180 cv do motor 1,8-litro contra 156 cv do Mercedes e 136 cv do BMW, esses dois 1,6-litro; todos são turbo. E o Audi e o BMW (320i flex) serão produzidos no Brasil no ano que vem — em São José dos Pinhais, PR e Araquari, SC, respectivamente —, havendo remota possibilidade de o Mercedes também ser, já que o Classe C e o GLA serão feitos aqui proximamente na nova fábrica em Iracemápolis, SP. Por enquanto, olhos da Daimler para o CLA estão voltados para o México ou os Estados Unidos.

Fotos: autor
Uma antiga revista e um nova compra, pequenas indulgências

Adepto da filosofia que diz que é preciso saber viver e viver não é apenas existir, queria conversar com vocês sobre as possibilidades que temos de aproveitar bem a vida sem necessitar de muito para isso.

Para não parecer que é um texto de auto-ajuda, e que você está no blog errado, vamos colocar uma pitada de mundo do automóvel no contexto.

Vou começar fazendo uma paródia com o ato de escolher um carro novo (seja ele 0-km ou usado).

Para alguém que pode escolher qualquer modelo sem se preocupar com um teto-limite para o investimento, a tarefa é sem graça, basta chegar na loja da marca preferida e pedir o modelo mais caro. Sem suor, sem esforço e sem criatividade. O momento é simplificado e não ficará registrado na memória com importância.

A maior coleção de miniaturas do mundo

Os aficionados e compulsivos colecionadores vão morrer de inveja ao verem a maior coleção de carros em miniatura do mundo, de acordo com o Guinness Book. O libanês Nabil Karan montou um museu em Beirute com aproximadamente 30.000 modelos e 400 dioramas. 

Antes desse recorde ele já tinha uma coleção que foi perdida durante a guerra civil libanesa e claro que ele ficou muitíssimo triste em perder tudo o que tinha levado anos para juntar. Mas de alguma forma isso o motivou a refazer a coleção. Billy, como é chamado, também é piloto de rali correndo no Líbano. Sua coleção de dioramas, também a maior do mundo, tem todos os carros em que ele já competiu com reproduções dos melhores momentos de suas corridas. 

Como fã da Porsche, ele tem entre 7.000 e 10.000 (ele não sabe com exatidão) miniaturas de todos os modelos da marca, organizados por cor, além de um lindo diorama do Museu Porsche em Stuttgart.  De acordo com ele, a coleção e a montagem de dioramas o ajudam a permanecer jovem e ele tem a intenção de continuar com as atividades enquanto seu bolso agüentar.

 
 
Ae
A Toyota disse a seus concessionários americanos nesta quinta-feira que parem de vender vários modelos equipados com aquecimento de bancos, fabricados desde agosto de 2012, após ter sido alertada por autoridades de segurança sul-coreanas de que o material dos bancos não possui os padrões de retardamento de chama obrigatórios nos Estados Unidos.

A fabricante informou que os veículos afetados são determinados Camry sedã, Camry Hybrid, Avalon sedã, Avalon Hybrid, Corolla, minivan Sienna e picapes Tundra e Tacoma equipados com tal aquecimento vendidos desde agosto de 2012, quando o fornecedor de tecidos foi trocado, disse um porta-voz da Toyota.

Os modelos estão entre os carros e picapes mais populares vendidos nos EUA, mas cerca de apenas 8% dos Toyotas 2013-2014 vendidos lá têm aquecimento de bancos, de acordo com os números do catálogo Kelly Blue Book, embora todos os Toyota Avalon comercializados nos Estados Unidos tenha esse aquecimento, disse a publicação.

O número de veículos em estoque nas concessionárias americanas sujeitos à ordem de parada é de aproximadamente 36.000, segundo um documento da Toyota distribuído às concessionárias ao qual a Automotive News teve acesso. Disse ainda a Toyota que veículos em trânsito para as concessionárias poderão também ser objeto da ordem de suspensão de vendas. Os veículos em questão são produzidos nos EUA e alguns são exportados para a Coréia do Sul.

A Toyota disse que alertou a NHTSA sobre o problema dos bancos, o que poderia resultar numa convocação, dependendo do que a agência decidir,

O porta-voz da Toyota, John Hanson, disse que empresa informou a agência sobre o caso e que ontem mesmo daria um relatório oficial destacando o descumprimento da norma. Ele acrescentou que Toyota não considerava necessária uma convocação.

“Não acreditamos que isso é um caso de defeito ou de segurança porque não houve nenhuma ocorrência de quaisquer problemas no mundo real”, disse Hanson.

Não há conhecimento de acidentes, incêndios ou ferimentos relacionados ao caso nos veículos afetados, nos Estados Unidos, Canadá ou México, disse.


Sem data
A NHTSA dará a palavra final sobre uma convocação ser ou não necessária, e Hanson disse desconhecer uma data para essa decisão. A Toyota não sabe o tamanho total da população de veículos afetados nesse caso, disse ele. Agentes da NHTSA não foram encontrados para comentar.

As concessionárias Toyota foram avisadas para suspender vendas de qualquer dos veículos afetados até que a peça possa ser substituída, informou Hanson. A fabricante atenderá pedidos de proprietários individualmente, sem custo e numa base caso a caso.

A Toyota descobriu o problema quando foi notificada que o aquecimento dos bancos não passou num teste do Instituto Coreano de Testes Automobilísticos e Pesquisa (KATRI), que adota o mesmo padrão da NHTSA, disse Hanson.

A agência coreana constatou que o material do aquecimento do banco não atendia aos requisitos de retardar chama na superfície do material a uma taxa especificada, disse ele. A KATRI notificou a Toyota sobre a falta de conformidade.(Automotive News)


Lá está o carro parado na garagem. Ele está em ordem, com bons pneus, amortecedores justos, suspensão justa, motor afinado como um violino, faróis e freios bons e bem regulados, e seu tanque está cheio. Ele está a postos. É só entrar, virar a chave e partir.

E partir para onde? Bom, isso não importa muito. Vai de cada um e vai do momento. O importante é poder cair fora.

Todo homem tem que ter uma porta de saída, uma de escape, uma pela qual ele simplesmente suma como num feitiço, e com isso se afaste daquele vozerio chato, atordoante, aquele vozerio que o cutuca, o fustiga e cobra, um vozerio que pede, pede, e pouco dá, e agride.

Um carro em ordem; uma ferramenta pronta para zarpar. 




Coluna 0514    29.jan.2014             rnasser@autoentusiatas.com.br
Em Genebra o jipinho pernambucano da Fiat
Limpe a foto, remova as máscaras colocadas para preservar o talhe final, e você verá um dos produtos a sair da fábrica Fiat-Chrysler — Jeep, em Goiana, PE, fins deste ano. Apresentação em março, na mostra suíça porquanto será produto para atuação mundial, feito em duas bases: Melfi, Itália, e Pernambuco, Brasil. Acima do equador será classificado Subcompact Crossover. Aqui, jipinho, como gosta a imprensa nacional, pequeno utilitário esportivo, maior altura livre do solo, posto de condução mais elevado, resistente à aventura diária de nossos pisos desnivelados, esburacados, desqualificados, porém tratados pela administração pública em seus três níveis como coisa perfeita, honesto retorno aos seus impostos. É nosso Padrão, o PIFA...
A base do novo produto, com missão internacional de manter a destacada rentabilidade da divisão Jeep, integrando a Chrysler, agora subsidiária integral da italiana Fiat, é a de produto não conhecido aqui, o Fiat 500 L — a plataforma longa, do 500 quatro-portas. Tem a missão de passar a imagem de disposição, e nele a Fiat aplicará evolução da tecnologia da tração dianteira com opção em quatro rodas, desenvolvida por ela no — este sim — jipinho Panda, e aperfeiçoada pela Suzuki, com quem tem produto comum, húngaro, como Suzuki SX4, e Fiat, o Sedici. Tração total é exigência do comprador dos EUA e Canadá para enfrentar ruas e estradas nevadas, onde pode representar a incolumidade ou os ferimentos em acidentes causados por indirigibilidade.
Foto: telegraph.co.uk


O porquê da comoção em relação ao Michael Schumacher e seu estado de saúde. Com certeza o mundo estará mais triste se perdermos esse incrível ser humano.

Michael Schumacher foi um gênio nas pistas, ele sempre passou uma imagem de austeridade e seriedade, foi competitivo ao extremo, passou por várias polêmicas em sua carreira na Fórmula 1 como todo gênio desse esporte.

O texto a seguir me foi passado por amigo de Belo Horizonte, Fernando Glufke. O autor é desconhecido e achei que merecia ser compartilhado com os leitores do Ae.

Schumacher possui uma fortuna estimada em € 600 milhões, mas poucos conhecem o ser humano, um lado importantíssimo dele que ninguém conta. Schummy é embaixador da Unesco, doou mais de US$ 1,5 milhão para projetos ligados à educação e ao esporte, incluindo alguns no Brasil. Financiou sozinho a construção de uma escola para crianças pobres no Senegal, além de contribuir para melhorias da própria cidade de Dacar. Também sozinho construiu um hospital especializado em amputados para apoiar as vítimas da guerra de Sarajevo, a capital da Bósnia e Herzegovina.

Em Lima, no Peru, fez o "Palácio para os Pobres", centro de ajuda para as crianças de rua, com alimentação, educação, cuidados médicos, roupas e abrigo. Para as vítimas do tsunami que atingiu a Ásia em 2004, Schummy doou nada mais nada menos do que US$ 10 milhões, a maior doação individual de um esportista. Para a Fundação William J. Clinton, em prol das crianças com HIV, malária e pobreza, foram mais US$ 5 milhões. Para enchentes que devastaram a costa européia, mais US$ 1 milhão.

A Harley-Davidson acaba de divulgar seu balanço global do último trimestre e do ano de 2013, confirmando a tendência de incremento já observada ao longo do período. A empresa registrou aumento de vendas globais de 4,4% no ano passado, enquanto o lucro cresceu 17,6% em comparação a 2012, exibindo um crescimento contínuo e saudável de suas operações.

O lucro líquido no quarto trimestre de 2013 foi de US$ 75,4 milhões, de um faturamento total de US$ 1,19 bilhão. Em iguais meses de 2012, o lucro líquido foi de US$ 70,6 milhões, com receita consolidada de US$ 1,17 bilhão. O lucro por ação teve aumento de 9,7%, chegando a US$ 0,34, devido, principalmente, ao forte resultado das operações no segmento de motocicletas, incluindo uma receita maior e um gasto operacional menor em relação ao mesmo período de 2012.

No balanço total de 2013, o lucro líquido da empresa foi de US$ 734 milhões e o faturamento, US$ 5,9 bilhões. Como comparação, 2012 alcançou lucro líquido de US$ 623,9 milhões, em receita consolidada de US$ 5,58 bilhões. O lucro por ação no ano passado foi de US$ 3,28, 20,6% a mais do que os US$ 2,72 de 2012.

Fotos: autor e divulgação fabricante



Posso reclamar de um monte de coisas nesta vida, menos do Papai Noel. Quase todo ano ele me faz uma boa surpresa, geralmente uma viagem legal. Em dezembro de 2012 fui rodar de Dodge Viper nos Estados Unidos (leia O novo Viper e mau velhinho). No final do ano passado, meu presente, já como “bom velhinho”, foi uma viagem a Los Angeles: só ir à Califórnia já é um presentão, ainda mais neste caso, que o convite foi da Porsche e lá se foi o tio para fazer materinhas para a Folha de S. Paulo, sobre a pré-estréia do novo utilitário esporte da marca esportiva alemã, o Macan, no Salão de Los Angeles. Para quem não está habituado, os salões americanos são bem diferentes dos europeus e até do nosso. São vários salões (Chicago, Los Angeles, Nova York, Detroit...) e assim as novidades ficam diluídas. 

O melhor ainda fica, só por uma questão de tradição, para o Salão de Detroit, já que hoje o estado de Michigan não é mais uma capital real do automóvel nos EUA e a Motown (Motor Town, ou cidade dos automóveis) lembra mais o lendário selo da gravadora de soul music de Detroit. Mesmo assim, os fabricantes preferem guardar o melhor para Detroit. E o Salão de Los Angeles realiza-se apenas algumas semanas antes de Detroit. A Porsche usou uma bela estratégia: fez uma dupla pré-estréia do Macan, no Salão de Los Angeles e também no Salão de Tóquio, que ocorrem nas mesmas datas. Resultado: na mídia internacional só deu Macan em dezembro, já que o Salão de Los Angeles foi meio Nélson Rodrigues: “Bonitinho, mas ordinário”, sem outros grandes lançamentos. E o Macan foi realmente uma pré-estréia: todo mundo se abundou no utilitário, mas ninguém rodou com ele. 

Conjunto motriz do Panamera com V-6 biturbo e câmbio PDK de sete marchas

Ford na feira de tecnologia Campus Party

Não é de hoje que estamos observando e discutindo em posts no AUTOentusiastas o cerco ao automóvel, seja por ativistas implacáveis ou pela própria condição de tráfego nas cidades e megacidades. Não faltam exemplos para mostrar que a liberdade proporcionada por um carro, embora ainda seja algo inigualável, anda prejudicada. E isso acaba refletindo na predisposição para se usar o carro em determinadas situações que antes não haveria dúvida. Chamou muita atenção a recente notícia sobre o crescente número de famílias sem carros no país mais motorizado do mundo, os Estados Unidos. Quem ainda não leu pode achá-la aqui: Estudo mostra que cresce o número de famílias sem carro. Os comentários também valem ser lidos. Em outros países e cidades da Europa e no Japão principalmente, o carro já não é uma necessidade essencial e nem sinônimo de liberdade. 

Mas calma! Pois isso não significa que a indústria automobilística esteja encolhendo ou vá deixar de existir tão cedo. E muito menos que não podemos continuar a ter algum prazer. Desde 2010 a indústria já superou os níveis de vendas de antes da última crise. E muitos países ainda apresentam um potencial enorme de crescimento, pois a motorização é baixa como na China, na Índia e até no Brasil. Além disso, estudos da Shell indicam que o petróleo e derivados só deixarão de ser fonte de abastecimento de veículos em 2070 e o pico da demanda ocorreria em 2035. Temos muito chão para rodar ainda!

Vendas mundiais (fonte: OICA)
Número de veículos por 1.000 habitantes – 2011 (fonte: OICA)


CBA emite e, em meio à disputa de torneio, cassa carteira a Pedro Piquet









Atitude da CBA interrompe participação de Pedro no Toyota Racing Series (foto TRS)


Atitude deve ter repercussão após a volta de Nélson Piquet ao Brasil. Cleyton Pinteiro, presidente da CBA, diz que agiu de acordo com as normas da FIA, mas explicações deixam dúvidas.

Enquanto a F-1 apresentava seus novos carros para 2014 e Christian Fittipaldi vencia — junto com o português João Barbosa e o francês Sébastien Bourdais — a prova 24 Horas de Daytona, a Confederação Brasileira de Automobilismo se envolvia em uma atitude que abala ainda mais a imagem já desgastada da entidade e, novamente, envolve a família Piquet. Desta vez o piloto prejudicado é Pedro Piquet, a quem a CBA emitiu uma carteira de piloto internacional “no final de 2013”, segundo informações da própria entidade. Com esse documento ela autorizou o jovem kartista a disputar a Toyota Racing Series, certame que se realiza há dez anos na Nova Zelândia. 

Ocorre que na última última quinta-feira, dia 23 de janeiro, após Pedro Piquet ter iniciado o treino para sua terceira largada no certame, sua carteira foi cassada pela entidade brasileira, que alegou seguir a orientação da Federação Internacional do Automóvel (FIA). Através de sua assessoria de imprensa, Cleyton Pinteiro, presidente da CBA, informou que “em uma reunião do Conselho Mundial da FIA, realizada no final do ano passado, foi dada uma recomendação para que, se o piloto tiver 15 anos e for completar 16 no ano de disputa do campeonato, as confederações nacionais dêem a autorização para o piloto participar de torneios de monopostos”. 

Beleza pura no Jaguar E-Type, nada de apêndices aerodinâmicos

Asas e spoilers (defletores) são amados por muita gente que gosta de carros, usados por fábricas e por modificadores, tentando torná-los mais bonitos ou ao menos com aparência mais esportiva, entendido aqui como mais parecidos com carros de competição, corridas, não esportividade como de um Cisitalia ou Jaguar E-Eype, que é algo bem diferente.

Deveriam fazer o carro mais estável, prioritariamente, mas muitos dizem mais econômico e/ou mais veloz. Esse último ponto é bom para gerar conversa, mas de uso prático 99,9% nulo, já que andar de pé embaixo é cada vez mais difícil e arriscado devido aos  ambientes tomados por vias ruins, administradores públicos pior ainda  e motoristas de mesmo naipe.

Há diferenças óbvias entre as peças que se acrescenta aos carros com suposta função aerodinâmica, como se sabe há bastante tempo. Os pequenos spoilers, lábios ou aletas na dianteira, colocados para diminuir a quantidade de ar que entra por debaixo do carro são sempre eficientes, desde que bem desenhados. É onde se erra menos, já que basicamente são de desenho simples. Um efeito ruim quando se faz esse desenho errado é impedir a ventania nos freios, o que pode se tornar um problema sério, como numa descida de serra, por exemplo. Já asas, também conhecidas como aerofólios na traseira, são dos mais difíceis de gerar resultados positivos, e muitas vezes, pioram a situação.

Antes que os leitores pensem que estou tentando iniciar um tratado sobre tão curioso assunto, lembro que o André Dantas já detalhou de uma maneira abrangente o assunto aerodinâmica. Portanto, quem tem curiosidade deve ler os posts dele, parte 1 e parte 2. É uma ótima base para compreender tudo que é necessário e depois se aprofundar detalhe a detalhe. O assunto é extenso, e não serei eu que irei redigir algo definitivo, já que isso não existe.

 

Karl Slym, diretor-geral da Tata Motors, da Índia, morreu ontem ao cair de um quarto de hotel em Bangcoc. Inglês, Slym entrou para a Tata em 2012, de pois trabalhar 17 anos na General Motors e havia ido a Bangcoc para uma reunião da diretoria da Tata Motors Thailand.

A polícia tailandesa disse hoje que há indícios iniciais de que Slym tenha se suicidado. “Não encontramos nenhum sinal de briga”, disse o tenente de polícia Somyot Boonyakaew, que está conduzindo a investigação. “Encontramos uma janela aberta. Ela era muito pequena, de modo a não ser possível que ele tenha escorregado. Teria que subir na janela para cair porque era um homem grande. Da minha investigação inicial acreditamos que ele tenha saltado”, disse.

Slym, de 51 anos, estava hospedado com sua esposa num quarto no 22° andar do Hotel Shangri-La.

A morte de Slyn deixa um vazio na fabricante do Nano, carro que custa menos de US$ 3.000, num momento em que a indústria de carros de passageiros do país enfrenta seu primeiro ano fiscal com declínio em mais de uma década. Ele estava começando a fazer mudanças de longo-prazo na Tata. (Automotive News Europe)
Fotos: autor
 


Lembram do post do MAS sobre o Bravo robotizado dele e do característico barulho do sistema de câmbio do carro, o tchkolink? Pois é, eu comprei um Bravo. Mas o meu não tem câmbio robotizado. Tem uns troços em carro que eu prefiro, podendo escolher, não ter. Acelerador eletrônico é um, adoro carro que tem cabo de acelerador. Câmbio automático "hidráulico", epicíclico, simples, como em todo carro americano mais antigo, ok. 

Robotizado, não. Não me deixa feliz. Ou eu passo marchas normalmente usando a bendita embreagem, ou deixo ele fazer tudo só, hidraulicamente, suavemente, maravilhosamente. Como na Ram e no Cherokee que habitam minha garagem. Outra coisa que não me agrada muito, apesar de ser, digamos, quase que como um mal necessário, especialmente se mais de duas pessoas usam o carro, são portas traseiras. Outra coisa que eu gosto é de ter um motor que tenha superposição de tempos mecânicos, antes de um pistão terminar de descer todo o seu curso, já tem outro ajudando a empurrar o carro p'ra frente. Bom, que diabos então eu estou fazendo com um Bravo?
Pesquisa feita pela Universidade de Michigan, nos EUA, sugere que a motorização no país atingiu seu pico. Foi mostrado que a porcentagem de lares sem um veículo aumenta a cada ano desde 2007. Além da pesquisa que revelou americanos possuírem menos carros por família, utiliza-os menos e consomem menos combustível que no passado, Michael Sivak, do Instituto de Pesquisa de Transporte daquela instituição de ensino, examinou tendências recentes (2005-2012) na proporção de lares que não possuem carro, picape, suve ou minivan. 

Ele estudou também variações nessa proporção nas 30 maiores cidades americanas entre 2007 e 2012. Sivak concluiu que 9,2% dos lares dos EUA não tinham carro, contra 8,7% em 2007. Além disso, a proporção desses lares aumentou de 21 para 30 maiores cidades, com 13 delas de maior proporção mostrando aumento nesse período. “A proporção de famílias sem carro é provavelmente influenciada por uma série de fatores”, disse Sivak, que é professor naquela universidade. “Exemplos desses fatores incluem a qualidade do transporte público, configuração da cidade, poder-se caminhar, disponibilidade e custo de estacionamento, renda familiar e preço dos combustíveis”. 

Segundo Sivak, mais da metade (56%) dos lares na cidade de Nova York não tinha carro em 2012 e pelo menos um quarto em sete cidades americanas, também não. Os números são: Washington, D.C. 38%, Boston 37%, Filadélfia 33%, São Francisco 31%, Baltimore 31%, Chicago 28% e Detroit, 26%. (Just-auto/Dave Leggett)
Foto: estadao.com.br


Esta postagem aparentemente não tem nada a ver com automóvel, mas só tem.

Dizem que após um caos, vem outro. E já está acontecendo, na aviação, como mostra a foto. Como assim? Veja a história.

O fato aconteceu nesta sexta-feira com um vôo da Gol que em vez de aterrissar no destino, o aeroporto de Congonhas, devido a este estar fechado por motivo de chuva,  teve de alternar para o Rio de Janeiro, aeroporto internacional. Quem utiliza habitualmente o transporte aéreo sabe que isto é perfeitamente normal aqui e no mundo todo. Só que o que não foi normal neste caso foi a empresa aérea deixar os passageiros presos por mais de duas horas dentro da aeronave, em vez de desembarcá-los.

Irados e com toda razão pelo desrespeito, alguns passageiros abriram uma saída de emergência e foram para uma das asas em sinal de protesto (foto). Não dava para pular dela, evidentemente, devido à grande altura da asa em relação ao solo.
A Comissão Européia deu início nesta sexta-feira aos procedimentos legais contra a Alemanha em razão da recusa da Daimler em retirar um banido refrigerante dos carros Mercedes-Benz novos. A decisão da executiva da União Européia se dá após meses de investigação pela Comissão sobre a recusa da fabricante, com apoio de Berlim, em aplicar lei da UE que bane o refrigerante de ar-condicionado conhecido como R134a.

“Estamos iniciando procedimento contra a Alemanha. Esta não é uma decisão final da Comissão”, disse o encarregado de indústria da UE, Antonio Tajan.

A Alemanha terá dois meses para responder, disse a Comissão numa declaração. Um procedimento formal por quebra de regras da UE é um processo multi-estagiado que leva meses. Se um processo de apelação não obtém sucesso, a disputa termina diante da Corte Européia de Justiça, que pode resultar em multas pesadas.

Cerca de 130.000 carros da Daimler teriam que ser tirados de circulação caso a opinião da Comissão sobre o refrigerante prevaleça.
Fotos: autor


A Daimler AG, ex-Daimler-Benz e ex-DaimlerChrysler, lançou em 2004 o estilo cupê de quatro portas, o CLS, e fez escola, vindo na esteira o Passat CC (hoje Volkswagen CC), Porsche Panamera, Aston Martin Rapide e, só em 2012, o BMW 6 Gran Coupé. Agora fez o mesmo em casa, com o CLA, lançado no Salão de Genebra do ano passado.

O CLA é o novo Classe A de roupa diferente. Este havia surgido em 2012 no mesmo salão suíço, marcando a volta da Mercedes ao segmento do qual havia saído no final de 2010, o dos compactos de motor e tração dianteiros, só que monovolume, e que esteve em produção no Brasil, na fábrica de Juiz de Fora, MG, de 1999 a 2005. Voltou como hatchback.

Linha "cupê de quatro portas"



Tenho vários defeitos. Praticamente um pleonasmo, já que minha natureza humana implica em não ser perfeito. O que não é muito normal, entretanto, é querer e saber curtir os defeitos que tenho. E entre o elenco de minhas imperfeições humanas, uma das que eu mais gosto, e que me divirto muito em possui-la, é o da minha idolatria por carros franceses.

Não sei exatamente quando começou, mas seguramente tem algo a ver com a edição de número 18 da saudosa revista Motor 3. Estávamos em dezembro de 1981 e eu tinha acabado de receber minhas notas da quinta-série. Em breve, no mês de janeiro, estaria descendo a serra no ônibus saindo do terminal Jabaquara do Metrô de São Paulo para passar algumas semanas no litoral santista, onde um dos meus programas preferidos era passar a tarde no campo de aviação da Praia Grande, próximo ao Posto 4. Vi a revista com cores estranhas na capa, porém com uma chamada para a reportagem do Cessna Aerobat, e a levei para casa, seria minha leitura de férias.

Extrato da capa da Motor 3 numero 18













Coluna 0414         22.jan.2014   rnasser@autoentusiastas.com.br          
Novidades em tecnologia
Quem diria, o Data Parafuso
Brincadeira com o desenvolvimento da tecnologia. Depois dos Smart Phones, dos Smart Watches, chegaram os Smart Parafusos. É isto, curiosamente.
A fábrica para montagem de motores GM em Tonawanda, Nova York, usa parafusos com identificação por radiofreqüência — RFID, sigla em inglês —, monitorando as 50 fases de produção dos novos Small V-8, 5ª. Geração. Sem diferença externa, internamente pequena etiqueta RFID com 2 quilobytes de informação e miniantenas, lidos nas estações de montagem do bloco e cabeçotes.
Exigências de qualidade, produtividade, inexistente margem a custos com recall, deu caminho à General Motors para auditar o processo, prazo, padronizando nos 29 passos de usinagem dos blocos e 11 dos cabeçotes até o juntar peças e fechar o motor.
Os data parafusos são escaneados ao fim de cada um dos processos para confirmar o êxito da operação e dos testes de vedação.
Cada motor é monitorado 50 vezes permitindo ganhos e padronização de partes, excelência em processos e produtividade, pois qualquer falha é identificada na estação de trabalho e permite ao metalúrgico rastrear parte ou máquina  defeituosa, autorizando imediata substituição. No sistema convencional só ao teste final em dinamômetro — por amostragem — pode-se perceber o problema. Aí, considerado o volume, será grande e caro.
Diz-se, não há risco do data parafuso transmitir à NSA, a grande agência de arapongagem dos EUA, dados de uso e circulação do veículo equipado com tal motor. São recolhidos ao final da montagem e reaproveitados. Diz-se. E neste assunto se diz muita coisa.
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Roda d’água, um alívio
Nada com o romantismo das fazendas antigas, usando curso ou rego d’água para tocar uma roda de madeira ou em ferro fundido, com traves ou mãozinhas metálicas, fazendo girar uma árvore motriz e daí tocar implementos, de gerador de luz, debulhador de milho, moenda, pedras de mó para fazer fubá. A roda d’água referida é solução mais precisa de um drama desconhecido aos leitores desta Coluna em telas de computador ou jornais — o gasto de tempo, energia, de vida das pessoas para buscar água de consumo.