NEW FIESTA, A HORA DO SEDÃ

Fotos: Divulgação e autor

Depois do "traseira-escotilha" (hatchback) lançado em abril, agora é a vez do New Fiesta sedã (notchback), ambos caracterizados pelo novo estilo frontal que remete aos Aston Martin, como no Fusion, e que tanto agradou. Só que este novo Ford é fabricado no México, em Hermosillo, e não em São Bernardo do Campo. Com esses dois produtos, o Brasil se iguala ao resto do mundo no universo Ford, o que é altamente louvável. O motivo de o sedã vir do México é conveniência, segundo a Ford, não se justificaria produzi-lo aqui em razão do menor volume, cerca de 10% da linha.

O estilo é sem a menor dúvida moderno e arrojado, porém sem exageros, e são seis janelas, conveniente por permitir melhor visibilidade para trás, especialmente no lado direito. Como a própria Ford define, é um "quase cupê".

Estilo bem inserido nos conceitos atuais

Ao contrário do hatchback e suas possibilidades de motor 1,5 e 1,6-litro, o sedã, que é oferecido em versões 1,6 SE e 1,6 Titanium, é propulsionado exclusivamente pelo motor Sigma 1,6 16V TiVCT flex acoplado ao transeixo manual de cinco marchas Ford IB5 produzido na fábrica de Taubaté (SP), ou, como item opcional, ao robotizado de duas embreagens PowerShift DPS6 (double clutch PowerShift 6-speed) produzido pela Getrag alemã, numa joint venture com a Ford chamada Getrag Ford Transmissions, formada em 2001. A Getrag é uma das quatro grandes fabricantes de câmbios do mundo, ao lado da alemã ZF, da americana BorgWarner e da japonesa Aisin, esta pertencente à Toyota.

O sedã é 73 kg mais pesado que o hatchback (1.226 contra 1.153 kg) e, claro, peso tem influência direta no desempenho. Estranhamente, a aceleração 0-100 km/h declarada é exatamente a mesma com as duas carrocerias e mesmas relações de marchas e de diferenciais, 12,1 segundos com álcool. O coeficiente de arrasto (Cx) do sedã é marginalmente melhor, 0,323 contra 0,330, mas a área frontal informada de 2,12 m² certamente supera por pouco a do hatchback, que é 9 mm mais baixo e 1 mm mais estreito; os pneus são iguais, 195/50R16V, Pirelli P7. Portanto, os dados não batem. Num próximo "No uso" vou conferir essa aceleração. A velocidade máxima é limitada em 190 km/h.

Velocímetro tem marcação em km/h e mph
Motor e uso do câmbio foram bem descritos pelo Arnaldo quando ele andou com o hatchback por uma semana, dirigindo bastante no nível do mar, enquanto eu andei entre 900 e 1.600 metros de altitude (São Bento do Sapucaí e Campos do Jordão), com dois passageiros comigo. Por isso, o sedã, mais pesado, me pareceu lerdo para um motor de 130 cv (abastecido com álcool, conforme estava). Notei também muita invasão de ruído do motor na cabine, evidência de que o tratamento fonoabsorvente pode melhorar.

O motor é indiscutivelmente estado da arte, com bloco e cabeçote de alumínio e variador de fase tanto no comando de admissão quanto no de escapamento, do tipo contínuo; o acionamento é por correia dentada. É motor suave girador, a potência máxima é de 130 cv a 6.500 rpm com corte limpo a 6.720 rpm – próximo demais –, embora estranhamente o câmbio robotizado passe à marcha superior a 6.200 rpm. Com gasolina a potência fica nos 125 cv, mesma rotação. O torque com álcool é de 16 m·kgf a 5.000 rpm, 15,4 m·kgf a 4.250 rpm com gasolina. A taxa de compressão é 12:1 e a biela de 137,3 mm leva a uma relação r/l 0,296, abaixo do limite conhecido de 0,30, bom.

Entre itens de tecnologia avançada estão o óleo do motor de baixa viscosidade 5W20, o compressor do ar-condicionado de deslocamento variável, a bomba de óleo de vazão variável e o monitor de bateria para que o alternador a carregue somente o necessário. Pena que a Ford insista na troca de óleo do motor a cada 10.000 km ou seis meses, prevalecendo o que primeiro ocorrer, um desperdício de dinheiro e de tempo, precisar deixar o carro na concessionária mais amiúde.

Motor 1,6 DOHC flex: 125/130 cv
O veículo já incorpora sistema de partida a frio sem auxílio de gasolina para o caso de estar com álcool puro no tanque. O sistema já "acorda" ao ser aberta a porta do motorista, evitando ou abreviando o tempo de aquecimento das resistências antes da partida, que é assistida – basta acionar a chave uma vez – e por isso exige que se aperte o pedal de embreagem antes de virar a chave.

Dirigi brevemente na cidade o mesmo carro que estava com o Arnaldo e senti o câmbio PowerShift menos seco nas trocas do que os de Audi e Volkswagen que tenho dirigido, tratando-se claramente de calibração da Ford, acredito que visando deixá-lo mais com jeito de automático epicíclico. Mas funciona bem de qualquer modo e tem tudo para agradar ao comprador que não quer mais saber de pedal de embreagem. As duas embreagens são a seco e há o útil avanço lento (creeping) ao soltar o freio.

As trocas manuais são comandadas por tecla na manopla e no sentido lógico, parte dianteira dela sobe marcha. Como em outros carros, a operação manual prevalece sobre a automática a qualquer momento e retorna àquela após cerca de 10 segundos de inatividade manual, a menos que a alavanca seletora esteja no modo S. Caso, por exemplo, de usar marcha de força prolongadamente para obter freio-motor, como numa descida de serra. 

Como sempre, no modo S as trocas manuais ou automáticas são mais rápidas mediante acoplamento mais rápido da embreagem da marcha e o câmbio muda o caráter, retendo mais a marcha nas trocas ascendentes para o giro aumentar e promovendo reduções automáticas em frenagem. Mesmo nas trocas manuais a marcha seguinte é passada na rotação mencionada de 6.200 rpm.

A v/1000 em 6ª é 38,2 km/h, 120 km/h a 3.140 rpm; em 5ª, 30,9 km/h, velocidade máxima nessa marcha a 6.150 rpm. Com o câmbio manual, v/1000 em 5ª 35,4 km/h, 120 km/h a 3.400 rpm; em 4ª, 28,1 km/h, a velocidade máxima nessa marcha a 6.700 rpm, praticamente no corte de rotação. As trocas na caixa manual são leves e precisas, característico do transeixo IB5, que vem sendo melhorado cada vez mais.

Elogios mesmo para a estabilidade e resposta de direção, um traço de todo Ford. A direção com assistência elétrica é precisa e rápida com a baixa relação de 14,3:1, só perdendo para o Honda Civic, de 13,7:1 (13,6:1 no Si). Aliás, outro Honda, o City, é o principal alvo mercadológico do novo Ford, ao lado do Fiat Linea e do Volkswagen Polo.

O carro é plantado no chão e incute confiança, estimulando o andar rápido. A calibração da suspensão McPherson/eixo de torção dianteira/traseira está no ponto certo do compromisso estabilidade-conforto. Há controle de estabilidade associado ao controle de tração, que pode ser desligado pelo configurador do veículo, que atua em níveis de erro/exagero bem elevados em piso seco, pois não chegaram a intervir (estava com dois passageiros, lembre-se); no molhado certamente mostrarão serviço com maior freqüência.

Os consumos oficiais, tal e qual consta do selo do Conpet (Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados de Petróleo e do Gás Natural) afixada aos vidros dos carros nos salões de vendas, estão na tabela abaixo:

CONSUMO DE COMBUSTÍVEL - NEW FIESTA SEDÃ

PowerShift
Cidade
Estrada

km/L
L/100 km
km/L
L/100 km
Gasolina
11,4
8,8
13,9
7,2
Álcool
7,9
12,6
9,9
10,1
Manual
Cidade
Estrada

km/L
L/100 km
km/L
L/100 km
Gasolina
11,2
8,9
14,1
7,1
Álcool
8,0
12,5
9,7
10,3
.
Na classificação de eficiência energética do Inmetro o New Fiesta sedã  recebeu letra "A", o que significa estar entre os melhores da sua categoria.

Porta-malas ganhou 25 litros e agora acomoda 465 litros
O sedã mede 4.406 mm de comprimento ante os 3.969 mm do hatchback e traz uma pequena diferença na parte frontal, com a distância entre capô e borda da grade ligeiramente maior no sedã. O porta-malas acomoda 465 litros, 25 mais em relação ao modelo anterior. Mas o ponto realmente negativo do New Fiesta, tanto o hatchback quanto o sedã, é o espaço de pernas insuficiente para os ocupantes do banco traseiro, algo que a própria Ford, pelo seu gerente geral de marketing, Oswaldo Ramos, num raro e elogiável gesto de franqueza, admite, acrescentando que é o pressuposto do projeto e que o comprador do modelo não se incomoda com esse aspecto.

Por outro lado, o New Fiesta se destaca na eletrônica de bordo com o sistema multimídia SYNC. Ele aceita comandos de voz em português, permite acesso ao telefone celular por conexão Bluetooth para chamadas sem usar as mãos, transforma mensagens de texto em áudio, realiza transferência automática de agenda e toca músicas do celular. Fora o toca-CD/MP3, tem conexão para iPod e USB e seis alto-falantes.

Espaço traseiro realmente muito pequeno ("sentado atrás de mim")
Outro item de alta tecnologia é o MyKey, que permite programar a velocidade máxima (para um filho não se exceder nela, por exemplo), o volume do áudio e disparar avisos sonoros. Efetuar a programação é simples por meio da tela do SYNC. O New Fiesta conta também com auxílio de arrancada em aclives, mantendo o veículo imobilizado automaticamente por 3 segundos antes de o freio soltar, bem como sinalização de freadas fortes para o tráfego à retaguarda pelo pisca-alerta. O indicador de direção tem a função pisca-3.

Contudo, por vir do México e especificado para o mercado americano, traz as luzes indicadoras de direção traseiras em vermelho, como no Fusion, e não âmbar como dita a norma brasileira, e faróis de facho simétrico, bem como espelho externo esquerdo plano e o direito com o bizarro alerta "objetos no espelho estão mais perto do que parecem" – em inglês, naturalmente.

Indicadores de direção em cor vermelha, não deveria ser assim
Também por ser produção para o mercado americano mais do que qualquer outro, são três cintos de segurança de três pontos e três apoios de cabeça no banco traseiro, cujo encosto é rebatível e dividido, diferente do New Fiesta hatchback são-bernardense, de encosto inteiriço. Falta a faixa degradê no pára-brisa; em compensação há repetidoras dos indicadores de direção nos espelhos externos.

A segurança passiva, no tocante à retenção suplementar, inclui sete bolsas infláveis – frontais, laterais, cortina e joelhos para o motorista para a versão Titanium. Conta ainda com fixação Isofix para bancos infantis.

Os preços do New Fiesta sedã 1,6 são: SE manual, R$ 49.990; SE Powershift, R$ 53.640; Titanium manual, R$ 55.340; e Titanium PowerShift, R$ 58.990.

O SE vem com controle de estabilidade e tração, sistema de conectividade SYNC, assistente de partida em aclives, ar-condicionado digital, bolsas infláveis frontais, freios ABS, direção com assistência elétrica e acionamento elétrico dos vidros.

O Titanium traz, além dos itens do SE, bancos revestidos de couro, rodas de alumínio de 16 pol., sete bolsas infláveis, sensores de estacionamento traseiro, de chuva e crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico e controle automático de velocidade. No acabamento, painel central em preto brilhante e grade cromada.

A Ford ainda não divulgou a lista completa de equipamentos, que será adicionada a este post tão logo esteja disponível.

Parte a Ford para a luta no mercado dos sedãs compactos com uma boa arma. Além do estilo moderno, o comprador que viajar à Europa verá Fiestas iguais ao seu. Um detalhe que agrada.

BS

Um breve vídeo feito em Campos do Jordão pelo amigo Ricardo Caruso, editor e publisher da revista Auto e Técnica:





FICHA TÉCNICA NEW FIESTA SEDÃ 1,6, TITANIUM E SE


Powershift 6-marchas
Manual 5-marchas
MOTOR
Denominação
Ford Sigma 1.6 16V TiVCT Flex
Tipo
4 cil. em linha, transversal, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas, correia dentada, variador de fase na admissão e escapamento, coletor de admissão variável, 4 válvulas por cilindro
Diâmetro e curso
79 x 81,4 mm
Cilindrada
1.597 cm³
Taxa de compressão
12:1
Potência máxima
130 cv/6.500 rpm (A), 125 cv/6.500 rpm (G)
Torque máximo
16 m·kgf/5000 rpm (A), 15,4 m·kgf/4.250 rpm (G)
Formação de mistura
Injeção eletrônica seqüencial no duto
TRANSMISSÃO
Câmbio
Transeixo com câmbio robotizado de 6 marchas + ré, duas embreagens a seco, trocas manuais por tecla na alavanca, tração dianteira
Transeixo com câmbio manual de 5 marchas + ré, tração dianteira
Relações das marchas
1ª 3,917:1; 2ª 2,429:1; 3ª 1,436:1; 4ª 1,021:1: 5ª 0,86:1; 6ª 0,702:1; Ré 3,507:1
1ª 3,846:1; 2ª 2,038:1; 3ª 1,281:1; 4ª 0,951:1; 5ª 0,756:1; ré 3,615:1  
Relações de diferencial
4,105:1 (1ª, 2ª, 5ª, 6ª) e 4,588:1 (3ª, 4ª e ré)
4,07:1
SUSPENSÃO
Dianteira
Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira
Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo
Pinhão e cremalheira, assistência elétrica
Relação de direção
14,3:1
Diâmetro mín. de curva
10,1 m
FREIOS
Dianteiros
A disco ventilado
Traseiros
A tambor
Controle
ABS e EBD
RODAS E PNEUS
Rodas
Alumínio, 6,5Jx16
Alumínio, 6Jx15
Pneus
195/50R16V
195/55R15H
CONSTRUÇÃO
Tipo
Monobloco em aço, sedã 4-portas, cinco lugares, subchassi dianteiro
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto
0,323
Área frontal
2,12 m²
Área frontal corrigida
0,684 m²
DIMENSÕES
Comprimento
4.406 mm
Largura (com/sem espelhos)
1.977/1.722 mm
Altura
1.475 mm
Distância entre eixos
2.489 mm
CAPACIDADES
Porta-malas
465 L
Tanque de combustível
51,9 L (SE 51,6 L)
PESOS
Em ordem de marcha
1.226 kg
1.199
Carga útil
379 kg
406 kg
DESEMPENHO

Aceleração 0-100 km/h
12,3 s (G), 12,1 s (A)
12 s (A), G: N.D.
Velocidade máxima
190 km/h (G e A. limitada)
CONSUMO

Cidade, km/L (L/100 km)
11,4 (G), 7,9 (A) / (8,8 G, 12,6 A)
11,2 (G), 8,0 (A) / (8,9 G, 12,5 A)
Estrada km/L (L/100 km)
13,9 (G), 9,9 (A) / (7,2 G, 10,1 A)
14,1 (G), 9,7 (A) / (7,1 G, 10,3 A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO

v/1000 última marcha
38,2 km/h
35,4 km/h
Rotação a 120 km/h últ. marcha
3.140 rpm
3.400 rpm
Rotação à vel. máxima/marcha
6.150 rpm / 5ª
6.700 rpm / 4ª



(Atualizado em 9/07/13 às 13h00, correção de informação, acionamento dos comandos de válvulas por correia dentada e não por corrente)

83 comentários :

  1. Interessante a franqueza em admitir que o comprador não se importa tanto com o espaço para quem vai no banco traseiro, mas acho que isso vale para o Hatch, não para o sedã, menos ainda um com sistema isofix.
    Espero que o próximo Focus fique nas mesmas faixas de preço que está hoje, assim há a opção dentro da própria fábrica para quem quer outros atributos.

    Eu não gostei dos bancos do New Fiesta nacional, achei-os estreitos e curtos para meu biotipo, e olha que não sou nem alto e nem largo.

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    1. Evandro
      De fato, os assentos são um pouco curtos mesmo.

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    2. Aléssio Marinho09/07/13 22:36

      Considero um retrocesso, pois o Fiesta Rocam é superior ao New no espaço interno, uma queixa de quem teve um exemplar da primeira geração brasileira.
      Mas fico surpreso com a franqueza do pessoal da Ford. Hoje, espaço interno é um dos meus itens de decisão na compra de qualquer carro.

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    3. Não acho retrocesso. Quem quiser um carro maior em espaço interno pode partir para o Focus por não muito mai$.

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  2. Rafael Ribeiro09/07/13 12:26

    Bob, se a norma brasileira determina luzes de direção de cor âmbar, não há problemas legais quanto a utilização das luzes vermelhas?

    Gostei muito do New Fiesta, antes mesmo da nova frente. Com ela, ficou ainda melhor. Entretanto, não vejo vantagens no sedã, o aumento do porta-malas é mínimo. Com mais versões disponíveis, o hatch me parece um melhor negócio, ao gosto (e bolso) de cada comprador.

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    1. nao é minimo passa de 265L para 465L, o porta mala é muito maior.

      fora que o acabamento do seda mantem o padrao mexicano, enquanto o nacional foi depenado.

      Alessandro

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    2. Rafael,

      Por mais incrível que possa parecer, hoje em dia ter uma bundinha extra não apenas beneficia a questão de bagagem (e aerodinâmica, em alguns casos), mas também é tido como um símbolo de status ter um sedan em detrimento de um hatch.
      Sabe aquele vídeo do gorila da bola azul? Excetuado o ridículo é mais ou menos essa a ideia.

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    3. Rafael Ribeiro09/07/13 14:58

      Anônimo09/07/13 13:30
      Distração minha, li no texto do Bob uma diferença de 25L, mas só agora vi que é em relação ao sedã ANTERIOR, e não em relação ao hatch.

      Anônimo09/07/13 13:42
      Idem em relação à bagagem. Quanto ao gorila da bola azul, kkkk... Boa! Status com Fiesta é dose. Eu não dou a mínima para gorilas, sejam lá qual a cor de suas bolas...

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    4. Alessandro, tirando painel emborrachado, o que mais foi removido para justificar o uso da palavra depenado?

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    5. Além do painel... Acolchoamento da porta traseira, volante de pior acabamento - não falo de design -, encaixe de peças pior, carroceria com péssima - eu disse péssima? -, péssima montagem, que as partes se soltam, as peças estão desalinhadas, ruídos ocorrem com frequência, etc... Qualidade de espumas... E Coluna A sem aço boro! O que torna o carro menos seguro num impacto sem refletir em menor peso, ou seja, mera economia de migalha em cima de vidas humanas, pois projeto e tecnologia tem. Com 7 airbags - incluindo aquele o motorista que é ridículo e não foi capaz de impedir o choque da cabeça com o volante -, este carro teria de tirar 4 estrelas, como o ECO, em vez de 5, o que não duvido que tire, por looby.
      Gosto da ford, mas tem que corrigir isso. O cambio automatizado tem que passar em 6200rpm em D e segurar a marcha em 6750 quando ativao modo manual e selecionada na opção sport. É assim que se faz, não tem por que fazer diferente. O cambio também está muito anestesiado na opção sport.
      Infelizmente, se eu não fosse um universitário ######, eu compraria este carro, é melhor que qualquer ##### nacional.

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  3. Antonio Pacheco09/07/13 12:36

    Bob, o motor sigma tem acionamento do comando de válvulas por correia dentada, e não corrente, como ficou no texto. Só o motor duratec e rocam da ford possuem acionamento por corrente.

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  4. Antonio Pacheco
    Correto. valeu o aviso, obrigado. Já foi corrigido no texto e na ficha técnica, inclusive na do New Fiesta hatchback, que tinha o erro também. Foi dado aviso de atualização no final do post.

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  5. Filipe_GTS09/07/13 13:26

    Também não concordo com os piscas vermelhos.
    Em pensar que eu já vi gente que manda pintar a lanterna inteira de vermelho... Dá vontade de chorar! (já que somos contra a violência e não podemos espancar)

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    1. Filipe_GTS
      Essa é de doer mesmo. Tudo para o carro ficar "lindão".

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    2. Não concordam com o pisca vermelho porque EM? Qual é o problema senhores certinhos? Só porque estão acostumados ao padrão, leis e mediocridades brasileiras? Se fossem dirigir um carro nos EUA então iriam causar um acidente no primeiro instante né..

      No mais a vantagem do pisca-alerta vermelho é que é BEM menos cansativo para a vista do motorista de trás a noite, além de ocupar uma área maior na área do farol. Concordo que a visibilidade seja menor, porém incomoda quando o pisca alerta fica ligado por muito tempo, é um "carnaval" de cores para a traseira. SEM FALAR que na dianteira existem luzes auxiliares na cor âmbar, e é muito mais visível em menor luminosidade, e na lateral dianteira e traseira, no padrão de lá com retrorefletores e iluminação lateral. TUDO PELA SEGURANÇA!!!!!!!!! E enquanto aqui, nós pobres coitados, sonhadores com carros decentes, pintamos as lanternas de vermelho.. fazer o que, se é uma válvula de escape a essa triste realidade automotiva, que os Senhores, humpf, tanto defendem.. falsos moralistas.

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  6. Bosley de La Noy09/07/13 13:30

    A revista Auto & Técnica ainda é publicada? Acho que a última que vi na banca foi em 2012...

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    1. Bosley
      Acredito que sim, senão o Ricardo Caruso teria conversado comigo a respeito em Campos do Jordão.

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  7. Olá Bob, boa tarde! Tomávamos vinho no domingo a noite, quando o L.O. comentou sobre o passeio que fizeram em Campos. Estás devendo uma visita aqui em Sorocaba,para uma volta num Omega 3L, num Opala 250-S e agora também num LTD Landau 1974, que trouxemos de São Paulo (eu e o L.O), a noite, a 160 na Castello. Ficaríamos honrados com sua presença! Gde abç!

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  8. Caro Dr. Dercílio,
    Preciso mesmo arranjar um tempo para ir até aí! Vou cuidar disso.
    Abraço!

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  9. Bob. Gostei do carro mas outra coisa me atraiu nesse post.
    Sei que não é o assunto do blog, mas permita-me, não pude deixar de reparar.
    Que maravilha esse telhado de "sapê" da belíssima casa da segunda foto. Uma arte que praticamente não mais encontra profissionais que a façam. Belíssimo registro fotográfico, o assunto é o carro, mas a casa rouba a cena.

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    1. CSS
      O AE é como a maioria dos motores dos carros vendidos no Brasil hoje: é flexível. Não importa que não seja assunto do blog, qualquer comentário vale.
      Você tem razão, esse telhado de sapê é mesmo magnífico. A foto não é minha, mas da divulgação da Ford.

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  10. Bob,
    do que se trata esse compressor do ar-condicionado de volume variável? Poderia falar mais a respeito?

    Guilherme C. Vieira

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    1. Guilherme
      Embora citado, não é tão novidade. O deslocamento, ou cilindrada, dos cilindros do compressor é feita variar quando necessário para manter a pressão do gás refrigerante nos cilindros dentro do limites previstos. Essa variação é feita mediante mudando a inclinação da placa de comando dos pistões, o que faz variar seu curso. A vantagem é esse tipo de compressor dispensar a embreagem, desse modo funcionando continuamente, o que é benéfico para o compressor (evita ressecamentos, mantém os vedadores lubrificados etc.). O "desligado" do compressor são os pistões com curso zero, com isso não absorvendo potência do motor,para menor consumo de combustível. Veja esse vídeo para ter melhor idéia de como funciona, https://www.youtube.com/watch?v=DPuYF0eNK6M

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    2. Mais uma tecnologia que os japas botaram pra funcionar...

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    3. Bob, você pode checar com a Ford se o hatch também tem esse compressor variável? Pelo que andei vendo (com um adaptador ODB), a carga no motor e abertura da borboleta não variam, independente da temperatura que eu regule o ar digital (o meu é um hatch 13/14). Será que esse item não sobreviveu aos "bean counters" brazucas?

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  11. Contudo, por vir do México e especificado para o mercado americano, traz as luzes indicadoras de direção traseiras em vermelho, como no Fusion, e não âmbar como dita a norma brasileira, e faróis de facho simétrico, bem como espelho externo esquerdo plano e o direito com o bizarro alerta "objetos no espelho estão mais perto do que parecem" – em inglês, naturalmente.
    R: Ao menos em relação aos faróis, poderiam muito bem, já que enviam daqui para serem instalados lá motor e parafernália flex específica para o Brasil, mandar também os faróis do Fiesta brasileiro, de maneira a que se tenha o facho assimétrico de série. Ficariam apenas as setas vermelhas como coisa que não corresponde à nossa lei.

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  12. Prezado Bob Sharp,

    posso estar enganado mas pelas fotos achei que o motorista vai ficar bem bronzeado se fizer uma viagem com sol pela frente, o que achou da inclinação e tamanho do parabrisa ?

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  13. Esse pequeno ângulo do pára-brisa em relação à horizontal resulta sobretudo do objetivo em reduzir o coeficiente de arrasto. Certamente favorece a entrada de luz solar mesmo que o sol não esteja tão baixo, mas não é tão incômodo como a foto sugere.

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  14. Andei no hatch titanium e gostei muito do desempenho e dirigibilidade. nem preciso falar dos equipamentos porque o carro é um show de tecnologia, unico senão era o espaço interno e porta-malas, agora esse resolve a parte do porta-malas.
    vou fazer o test drive, mas acredito que será o meu proximo carro.
    fica aqui o pedido para quando puder fazer um "no uso" com esse carro.
    abraços.

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  15. joao simonetti09/07/13 18:30

    Ê, Santo Antonio do Pinhal!...

    Bob, qual o consumo que ele fez em serra? Pergunto pois refuto veementemente alguns comentários que leio de pessoas que jamais guiaram um Cruze Automático, mas que sempre alegam que é um automóvel beberrão. O meu, por exemplo, faz 9km/l no Etanol de Taubaté até Santo Antonio do Pinhal, o que acho bom, ainda mais com para um automóvel de 1.400kg, automático e com ar ligado. Meu Civic LXS faz bem menos disso e o Focus sedã 2.0 da minha mãe, automático e mono, faz quase 11 na gasolina. Fiquei curioso pelo consumo do Fiesta, pois será interessante para minha esposa.

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    1. joao simonetti
      Não há como medir consumo neste testes de apresentação curtos, não é uma condução normal. Tenha como base os consumos informados no texto e na ficha técnica, obtidos segundo as novas normas a respeito e que são bem mais próximos dos verificados no mundo real. Este consumo só é possível medir usando o carro alguns dias, como nos nossos "No uso".

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  16. Lucas dos Santos09/07/13 18:54

    Olá Bob,

    Embora eu não goste das luzes de direção na cor vermelha, sempre achei que elas estivessem dentro das normas.

    Ao menos é o que diz a Resolução 14 do Contran:

    "Art. 1º Para circular em via públicas, os veículos deverão estar dotados dos equipamentos obrigatórios relacionados abaixo, a serem constatados pela fiscalização e em condições de funcionamento:

    I) nos veículos automotores e ônibus elétricos:

    11) lanternas indicadoras de direção: dianteiras de cor âmbar e traseiras de cor âmbar ou vermelha;
    "

    Enfim, a julgar pelo que diz a Resolução, âmbar só seria obrigatório nas luzes dianteiras e não nas traseiras, mas, talvez eu tenha perdido algum detalhe...

    Poderia esclarecer melhor isso para nós?

    Grato pela atenção.

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    1. Luis Santos
      A Resolução 14 foi superada pela 227, que estabelece apenas âmbar na traseira.

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    2. Bob, nos EUA os piscas traseiros podem ser tanto vermelhos como ambar. Ja ha muitos anos que eles nao mais tem de ser vermelhos (v. http://bit.ly/14HHb6H ).

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    3. Bob,

      As normas estaduais em geral fazem interseccao com as federais, entao os fabricantes se atem a esta.

      As normas federais preveem piscas traseiros vermelhos ou ambares (cf. Tabela III em http://1.usa.gov/1a9YoHZ ).

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  17. Márcio Santos09/07/13 21:09

    Bob boa noite.

    Meu caro entrando um pouco nessa área de compressores (neste caso para chiller), você já viu estes compressores comercializados com mancais magnéticos? Muito bacana, existe também um vídeo de um fabricante nacional.
    https://www.youtube.com/watch?v=fOxVu_hMsfg&hd=1
    https://www.youtube.com/watch?v=n_5Klxk5z-Y

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    1. Márcio Santos
      Que tecnologia, hein!

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    2. Pois é, é bacana ouvir o bichinho girando a 48.000 rpm e sem ruído incômodo... creio que já tenha tido oportunidade de ver compressores tipo scroll e centrífugo para chiller funcionando, mas nem se compara o ruído desse...

      Abraços.

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  18. Um belo carro este novo Fiesta 'astonmartinizado'. Motorização moderna, rodar agradável, estiloso, painel elegante, realmente um pequeno Fusion. Como o hatch, só tem o defeito do aperto interno. Para mim não serve, mas deverá vender bem.

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  19. Bob, tem certeza que a revisão desse Ford é a cada 5.000 km? Segundo a tabela Ford, que é assim há algum tempo, é 10.000 ou 6 meses. (http://www.ford.com.br/servico_cliente_revisao_preco_fixo.asp)

    É um belo carro sem dúvidas, mas o preço inicial desse carro me assusta. Julgando pelo preço desse Fiesta, acho que o novo Focus vai perder um dos melhores quesitos que ele possui hoje: custo-benefício. Os preços dos carros estão tomando proporções incrivelmente ridículas, só aumentam e aumentam. O novo Logan deve ser o próximo a subir de preço por causa de fator lançamento.

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    1. Torres,
      É mesmo 10.000 km ou 6 meses. Já corrigi lá, obrigado. Faltou dizer que é pena pelo fato de ser óleo sintético, nada justifica trocá-lo tão prematuramente.

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    2. Ser em uso intenso, 5 mil ou 3 meses:

      Condições de uso intenso do motor No
      caso de uso intenso do veículo, o óleo do
      motor deve ser trocado a cada 5.000 Km
      ou 3 meses, o que ocorrer primeiro.
      Condições de uso intenso:
      • Distâncias curtas (menos de 5 km)
      durante as quais o motor não atinge
      sua temperatura operacional normal,
      • Uso frequente do veículo em estradas
      poeirentas ou em áreas montanhosas,
      • Uso no tráfego urbano pesado,
      • Uso como veículo de instrutores de
      autoescola, táxi, ambulância, uso
      militar ou atividades semelhantes,
      • Uso prolongado com combustível
      contaminado.

      10 mil ou 1 ano seria melhor.

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  20. Esse 0 a100 tá certo ? 12s ? Tem 1.0 aí que faz na casa dos 13s...

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    1. Também acho lento demais em aceleração para um carro desses, foi por isso que eu disse que vou medir numa próximo teste do carro, como o "no uso".

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    2. Tem a questão do peso...

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    3. Pessoal que dirigiu o carro e tbm algumas publicações apontam 0-100 em cerca de 10,5s para hatch e sedan deve ficar proximo disso, no maximo 11s.

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    4. Não entendi este desempenho declarado pela ford, o hatch 1.5 faz 0 a 100 em 11s, o hatch automático 1.6 faz em 10.5s aproximadamente, o manual deve fazer em 10s.

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  21. Olá Bob,
    Quanto ao acabamento interno do sedã, é superior em relação ao hatch (o qual é alvo de várias críticas)? Pude ver pelo vídeo que o sedã conta com apoio de cabeça central no banco traseiro, coisa que não vem no hatch. Algo mais a ressaltar?
    Grato.

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    1. Não notei diferença no acabamento interno de um em relação ao outro. Fora o terceiro apoio, parece que no hatch o encosto do banco traseiro é inteiriço, vou verificar numa concessionária.

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    2. BS, isso mesmo. O banco traseiro não é bipartido como no sedã.

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  22. Oliveirajc09/07/13 23:52

    Eu lembro que o senhor guiou o A1 com DSG de embreagem a seco e também não achou as trocas tão secas e positivas quanto a das versões DSG multi-disco. A calibração do A1 é a mais parecida com a deste Ford?

    Outro ponto: acredito que a Ford deveria sempre procurar vender aqui com características européias; com lente esquerda convexa, farol assimétrico, luz traseira de neblina.

    E esses 12s no 0 a 100 parece muito para um carro desses e com 130 cv.

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  23. Oliveirajc
    Sim, bem no jeito do A1. Também acho que tinha de vir "europeu", como a Chrysler fez com o Grand Cherokee que vem para cá. Esse 0 a 100 km/h em 12 s com câmbio manual é mesmo intrigante.

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    1. Pelos números de potencia o 0 a 100 km/h tinha que ser feito a 10,5 s.

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    2. 10.5s é o tempo medido pelas revistas especializadas.

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  24. Bob, nos EUA os piscas traseiros podem ser tanto vermelhos como ambar. Ja ha muitos anos que eles nao mais tem de ser vermelhos (v. http://bit.ly/14HHb6H ).

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    1. Augustine,
      Pela lógica eu imaginava que este assunto fosse sujeito exclusivamente a normas federais, a Federal Motor Vehicle Safety Standards ( FMVSS), mas pelo jeito não é, incrível. Mais incrível ainda é as luzes de freio poderem ser âmbar ou de "algum tom de cor entre vermelho e âmbar". Seria bom dar uma olhada na FMVSS..

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    2. Bob,

      As normas estaduais em geral fazem interseccao com as federais, entao os fabricantes se atem a esta.

      As normas federais preveem piscas traseiros vermelhos ou ambares (cf. Tabela III em http://1.usa.gov/1a9YoHZ ).

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  25. Este comentário foi removido pelo autor.

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  26. Bob, fiquei com um Fiesta hatch mexicano por um final de semana em São Paulo e também me surpreendi com como o acerto de suspensão deixa ele pregado no chão e com uma estabilidade direcional invejável. Peguei um pequeno trecho de rodovia dos Bandeirantes com ele, o carro é firmíssimo na pista na velocidade máxima permitida de 120 km/h, transmitindo uma grande sensação de segurança e de domínio do carro. Com isso, espera-se um cansaço mínimo em viagens em um carro desses por conta de stress, pois esta sensação deixa o motorista relaxado.

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    1. Carlos Maurício,
      É isso, está no DNA da marca.

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  27. Bob Sharp, excelente avaliação! Dificilmente encontramos uma avaliação tão completa como essa feita pelo senhor. Parabéns!

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  28. "Os preços do New Fiesta sedã 1,6 são: SE manual, R$ 53.990; SE Powershift, R$ 53.640"
    Acho que o valor do SE Powershift está errado, não?
    Fora isso, bela matéria. Parece ser um ótimo carro.
    Abs

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  29. O preço do SE manual é que saiu errado, é R$ 49.990; o do SE PowerShift estava certo. Obrigado pelo toque, já foi corrigido.

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  30. Bob, poderia comparar o PowerShift com o DSG encontrado no Jetta TSI? É superior ao DSG em performance, respostas e etc? Obrigado!

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    1. O DSG do Jetta é um pouco melhor, mas lembre-se que são câmbios do mesmo tipo e tudo se resume em calibração. A Ford claramente optou por menos rispidez.

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  31. Bob
    Esse cambio robotizado faz punta-taco (qdo no modo manual) nas reducoes como os dos Gol e Fox?
    Saudacoes

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    1. Não faz. Entretanto, o acoplamento das embreagens nas reduções é suave, mascarando relativamente bem a falta da aceleração interina.

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  32. Excelente avaliação, completa, detalhada, bem ilustrada, e de leitura muito agradável. Obrigado mais uma vez Bob.

    PS. Eu queria um carro com mais altura total e altura do solo, acompanhei o mercado do Ecosport 2.0 Powershift top, que está vendendo horrores todo mês, mas o preço de 75 mil não quis arriscar pra evitar um endividamento elevado e juros altos.

    Cheguei a cogitar um New Fiesta pra ver se teria um carro com ESP e esse câmbio AT novo, mas deixei de lado pela cabine muito apertada pro meu gosto. Acabei pegando um Ecosport 2.0 AT ano 2011 e já revisado custou expressivos 30 mil a menos que um novo 0km. Gostei bastante desse motor Duratec 2.0 16v.
    Roberto Mazza

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    1. Roberto
      Você está bem servido com a escolha feita, esse motor é muito bom. Não valeria mesmo a pena o endividamento.

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  33. Gostei do carro, design bonito, painel, volante de boa empunhadura, belo conjunto. Chamou atenção o motor 130 cv(etanol), 125 cv (gasolina), é superior ao motor 1.6 16v do HB20. Como é a tecnologia, quando foi lançado o Fiat Tempra 2.0 16v, tinha 128 cv se não me engano. Parabéns pela avaliação Bob, sempre precisa.

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  34. Bob, não tenho certeza no sedan, mas no hatch você consegue desligar o controle de estabilidade de um jeito super difícil através do rádio. Mas não sei no sedan.

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    1. Muito provavelmente é igual no sedã. Esse é o tipo de dado que deveria estar no material de informação à imprensa. Como não estava, só mesmo usando o carro durante alguns dias e lendo o manual do proprietário.

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  35. fala, Bob.

    (desculpe a intimidade, mas é que leio seus textos desde minha pré-adolescência.)

    a Jatco não deveria entrar na lista e compor as 5 maiores fabricantes de câmbios?

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  36. Poderia, mas não me ocorreu na hora de escrever. Fica o registro.

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  37. Bom, ja fiz alguns comentários sobre o New Fiesta, tinha certeza que seria meu primeiro carro! Ja a alguns anos venho pesquisando, foi desta forma, inclusive que conheci o blog e desde então venho acompanhando o mesmo! Alguns acham que eu fiz uma loucura, estava com o negocio com a Ford praticamente fechado quando encontrei um carro que sempre achei diferenciado, 2011, muito pouco rodado, Km 18.500 para ser exato, completaço, não tive duvida, fui de Astrão mesmo!!!!! kkkkkk
    Sei que sua época ja passou mais ainda acho que é um dos melhores chevrolet ja feitos!!!

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  38. Só um detalhe, o ESP pode ser desligado em um dos menus presentes no SYNC (sistema de som integrado.

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  39. Àqueles que questionaram o desligamento do ESP, a informação que tenho é que o desligamento efetuado através dos menus do sistema Sync se limita ao controle de tração. Ou seja, permitiria o deslizamento das rodas tratoras em uma arrancada, por exemplo, mas continuaria atuando caso o carro saia da trajetória esperada em uma curva.

    Acredito que isso venha a ser útil apenas em terrenos enlameados ou outras situações em que o controle de tração impediria que o carro se movimentasse.

    Abraços,
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  40. Bob, na net já vi reclamações que o câmbio powershift é barulhento. Vc notou isso? Já ouviu falar?

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    1. Não notei e nunca ouvi falar. Só achei lento de acoplamento de embreagem, mas pode ser intencional, para simular os câmbios automáticos epicíclicos. Mas isso não atrapalha em nada o dirigir.

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  41. Bob, vc achou um bom carro? Em sua opinião qual será a taxa de depreciação por ano?

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  42. Não tenho a menor idéia e, francamente, depreciação é uma questão que nunca considerei em toda a minha vida. Quanto à minha opinião sobre o carro, ela está no post. Eticamente, não posso ir além disso. Espero que entenda.

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  43. Comprei um SE powershift, estou super satisfeito, o carro é econômico e muito agradável de dirigir, recomendo a compra.

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  44. Prezados,
    Saberiam me dizer se há a possibilidade de troca da lâmpada para a cor âmbar?
    Como viajo bastante acho mais seguro na estrada.
    Estou comprando um New Fiesta Sedan Titanium.
    Obrigado!

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