"DE CARRO POR AÍ", POR ROBERTO NASSER


 

End. eletrônico: edita@rnasser.com.br                           Fax:  +55.61.3225.5511    Coluna 2913  17.julho.2013
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O jipe da Rainha, ainda melhor
A Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, quando dirigia no campo, utilizava um Range Rover. Uma evolução do Defender antigo que possuía e dirigia em propriedades rurais. O Range, tratado com um nível de conforto equilibrado com a disposição de vencer obstáculos, muito utilizou as imagens da Rainha, conduzindo-o – e, como boa mandatária, promovendo o produto de seu país.
Os conceitos, aparentemente inconciliáveis, funcionaram bem e diversificaram-se neste mar de utilitários esportivos grandes, cinza ou pretos que ocupam, com seus muitos metros cúbicos, nossas ruas e estacionamentos.
A Land Rover, hoje indiana, do grupo Tata, refez o automóvel, chamando-o extensamente Land Rover Range Rover Sport, para aproveitar o conceito que, para dificuldades extra-asfalto o Range fica melhor e mais crível na foto que Porsche Cayenne, BMW X, Audi Q ou Mercedes ML.
Relativamente à versão inicial, muitas mudanças. Desde o uso de chassi e carroceria trocado por carroceria estruturada em alumínio. Quanto à geração anterior, emagreceu 360 kg! Isto se traduz em disposição, menores consumo e emissões.
Composição rica em confortos e arquitetura mecânica, mantendo o conceito de luxo com insuspeitas habilidades fora de estrada. Motores a gasolina, V-6, 3,0 com compressor, fazendo 340 cv, câmbio automático ZF de 8 marchas– o mesmo do Amarok, por exemplo. Faz 0 a 100 km/h abaixo de 7 s. Mais forte, V-8, 5,0 também Supercharged, 510 cv, em 5 s.
O diabo velho não é sabido porque é diabo – mas porque é velho. Assim, previsível que os acertos de direção, suspensão, habilidades sejam líderes no setor. Aparentemente podem conseguir o feito de oferecer sensações de esportividade, sem renunciar às capacidades fora de estrada, muito auxiliadas pelos diferenciais Torsen, com travamento do posterior, maior distância livre do solo.
No campo conforto, som Meridian com três sistemas de áudio, 1.700 watts e 23 alto-falantes, sistema de informação em tela de 8 polegadas, maior área para passageiros.
Versão de topo, V-8 Supercharged e amplo pacote de confortos, tem o curioso nome de Autobiography. Preços não definidos, mas conceitualmente coerentes: devem ser tão elevados quanto as montanhas que conseguirá subir.

Range Rover Sport, luxo e capacidades
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Alconafta, o gasálcool dos argentinos
Ninguém sabe se é para valer, ou se é apenas mais um dos cansativos e estéreis factóides latino-americanos – a criação de uns mini fatos para mostrar serviço e desviar atenções –, mas a presidente Cristina Kirchner, da Argentina, fez entusiasmado discurso em Tucumán instigando mudar o perfil das usinas do país vizinho, produtoras de grandes quantidades de açúcar, para transformá-las em indústrias de álcool.
Mas a governante disse da necessidade de investimentos para transformar o açúcar em alconafta, agregar valor, gerar trabalho, fazer complementaridade com os irmãos brasileiros (sic). E aditou, exigirá acordos com a indústria automotriz, que ganhou e ganha muito dinheiro na República Argentina.
O alcoolnafta é o nosso gasálcool com adição de apenas 15%, e os argentinos já utilizaram tal mistura no início dos anos ’80, mas o projeto não se solidificou. Começou por não ser encontrável em extensão nacional. A vantagem em preços era tributária, com impostos incidindo apenas sobre a parte gasolina. Entretanto, como preço do álcool era fixado pelo estado e se tornou irreal, duas partes envolvidas no projeto desistiram. O então governo Alfonsín, perdendo pela enorme renúncia fiscal, e os estancieros perdendo individualmente por produzir a preço controlado em gabinetes. Daí o negócio foi para a funda grota das boas idéias inviabilizadas por governos.
O súbito empuxo agronacionalista tem explicação econômica: como tudo em governo de gente mandona e em local sem planejamento, a produção de gasolina na Argentina é menor que o consumo, e neste ano o país, quem diria, então auto-suficiente e hoje em crise de caixa, gasta US$ 1B ao mês para importar gasolina.
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Ford chega aos peso quase pesados
A Ford dará mais um passo em sua quase exclusiva atividade de fazer caminhões no Brasil: entrará no segmento dos pesados. É uma espécie de declaração de voto em seu projeto, dividido com a turca Tofas, com quem mantém joint venture, representando a marca neste segmento. A matriz estadunidense abandonou o negócio há alguns anos, deixando ao terceiro mundo tocar a iniciativa.
O novo produto, dito 2248, utilizará motor diesel FPT modelo Cursor 10, deslocando 10 litros.
Novidade é a habilidade de evitar disputa no topo do segmento, briga de cachorro – melhor dizendo – caminhão grande, onde estão os emblemáticos pesos-pesados Scania, Volvo, Mercedes e, com lançamento em agosto, Iveco. Optou por colocar o pé na porta iniciando caminho característico: estar no andar inferior da escala dos pesos-pesados, 17% do mercado.
Com possível influência do sócio árabe de chegar ao centro dando voltas pelas beiradas, domina o entusiasmo, utiliza motor menor, segura o peso bruto total combinado em pouco acima de 50 toneladas, faz preço muito abaixo dos dominadores do andar superior, uns US$ 100 mil.
Fornecedora FPT é fábrica da Fiat produzindo e vendendo motores para quem quiser produto de tecnologia recente. No Brasil além dos utilitários Ducato e Daily, caminhões Iveco, da mesma Fiat, e goianos Hyundai, o peculiar e agora cearense jipe Stark.
Em agosto.
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Roda-a-Roda
De novo – Luxuosa marca belga, encerrada nas beiradas da II Guerra Mundial a Minerva volta ao cenário por uso do nome e projeto do inglês JM Brabazon. Esportivo de luxo, dentro do espírito ecológico europeu, construção em materiais caros e leves, como a estrutura em compósito de fibra de carbono, carroceria em Kevlar. Motor V-12 com dois turbos e dois motores elétricos. Potências e peso não declarados. Aliás, aparentemente os belgas não estão para muito papo, exceto dizer que o automóvel arranha os 400 km/h em velocidade final.

Minerva Brabazon, fênix veloz parece os Audi R8
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Xing BMW – Muita sede de consumo a aplacar, e o mercado chinês tudo consome, inclusive luxo. Perspectivas no setor sinalizam, neste ano a produção de carros Premium superará a da Europa. Audi lidera vendas e em BMW produção do Série 5 e vendas na China superaram a dos EUA para a marca – 182.800 x 172.787. Mercado peculiar, mais de 100 cidades com mais de um milhão de habitantes não contam com revendedor de qualquer marca. Outro mundo.
Nissan Go – Outro na Loganmania, o Go da Nissan. A bem-sucedida e muito copiada fórmula do Logan é aproveitar plataformas e motores em fim de linha para revivê-los com outro revestimento, propósito e preço baixo. Será produzido na Índia, mercado no salto da bicicleta e das motos de pequena cilindrada para os automóveis. Mecânica Renault antiga, 1.200 cm³, câmbio de cinco marchas, construção barata, para custar lá, aproximados R$ 15 mil. Novidade, recupera a marca Datsun, descontinuada há 40 anos quando batizava um mítico esportivo, o 240Z.
Aqui – Hatchback de cinco portas, típico da famílias em crescimento. Pelo preço e pelo tipo de comprador de pouca intimidade e menores exigências quanto ao que leva para casa, será lançado na Rússia, Indonésia, África do Sul. Aqui, também. Fonte da Coluna assegura, no Brasil será o terceiro produto da fábrica em montagem pela Nissan em Resende, RJ, seguindo o March e o Versa. Fim de 2015.
Nome – Aqui deve ter outra denominação, para evitar confusões sonoras com o Gol.
MercadoHora da caça. Promoções, descontos, financiamentos incentivados. Todas as marcas tem-nas para se antecipar à sinalizada estagnação das vendas e pela mudança de ano-modelo. Há que tabular sobre produto e preço para saber se há vantagem, em especial quanto aos importados às vezes de produção já encerrada.
Curto – O bolso do comprador anda curto para novas aquisições. O aumento de juros, ao que parece, não é determinante para a redução dos negócios, mas o endurecer a análise dos cadastros pelos bancos e financeiras, eis que o fomento ao consumo endividou as famílias e as prestações já existentes não dão margem a novos compromissos pelos interessados. O nível de aprovação de cadastros despencou.
Mico, 1 – A Toyota baixou o preço do Etios. Quer limpar os pátios porque muda o carro nos próximos dias, como a Coluna antecipou – e a Toyota não concordou. Melhora o interior em materiais, opção de couro nos bancos – para que, um automóvel feito para um consumidor de quarto mundo, como a Índia, de onde o projeto foi desenvolvido?
Mudança? - O Etios no mercado brasileiro será o primeiro produto a passar por revisão de estilo em meses de vida, um péssimo registro cadastral. Mas o desastre pode ter resultado positivo, talvez um freio na empáfia que a empresa assumiu no Brasil.
Fim – Acabou a produção do picape Ford Courier. Baixa demanda por sua conformação de trabalho, necessidade de espaço na linha de produção e uso de plataforma solitária.
Mico, 2– Revendedor da marca reclama, alguns intelectuais da Ford fizeram custosa campanha de propaganda para levar às revendas proprietários de todos os Ford Fiesta, incluindo os modelos espanhóis, importados, gastos e rodados. Estes não apareceram nas oficinas, preparadas para recebê-los, com óleos antigos, minerais e seus filtros. Dos que rodam, poucos o fazem nas proximidades das revendas.
De olho – Carro elétrico ou híbrido no Brasil é tratado, incluindo os Governos nos três níveis, como coisa ecofolclórica. Há dias a Anfavea, associação dos fabricantes, apresentou dados mínimos ao Governo Federal para iniciar uma classificação e o possível estabelecimento de regras tributárias e incentivos, sem o qual seu preço industrialmente superior nunca permitirá presença no mercado.
Conhece? - Fabricante estadunidense, aqui pouco conhecido, é o maior vendedor. A californiana Tesla, ultrapassando as mais otimistas provisões está vendendo 400 unidades por semana e quer dobrar em 2014. Ao contrário da maioria dos elétricos, não é estrupício estético.
Outro – Bienal do Automóvel, Belo Horizonte, 20 a 24 de novembro, no Expominas. Espectro maior: exibição de carros novos, antigos, hots, motos, bicicletas, karts, autopeças locais, e criação de painéis para discussão de temas ligados à mobilidade. Anos ímpares, para não coincidir com os pares, no Anhembi, São Paulo. Empata com igual promoção em Recife, mostrando o cunho regional.
Igual – Governo de Brasília gasta muito para anunciar novos tempos para o transporte público. É nova edição do mesmo sistema errado: ônibus montados sobre chassi de caminhão, reações de caminhão, altura de caminhão, desconforto de caminhão. Envergonham o país. São, conceitualmente idênticos aos primeiros ônibus feitos no Brasil, em 1924, sobre caminhões Ford TT. O produto se aprimorou, mas o conceito é quase secular, como os feixes de molas que emprega.
Mudar – Melhorar o transporte urbano não é trocar os caminhônibus, mais baratos que ônibus projetados como tal. E para mudar o sistema, há muito a fazer, mais que troca de caminhônibus velhos por caminhônibus novos. A mudança é conceitual, operacional, considerando-se o usuário como parte importante. E começa na intocável caixa preta dos dados, incluindo a relação entre serviço, equipamento e tarifas.
Mais – Tens caminhãozinho Delivery 8-150 da Volkswagen e chegou na hora de rever o motor e turbo? Informe-se sobre o novo K14 da BorgWarner. Ele quer substituir o original Garrett. Diz, sopra melhor em baixas rotações, dá agilidade, custa menos e é equipamento original de outras marcas, diz Newton Juliato, supervisor do produto.
2 Rodas – 7 a 10 de novembro, no Center Norte, São Paulo, a Brasil Cycle Fair 2013, dita a principal feita do mercado nacional de bicicletas. Novidade anunciada, importação das bicicletas Bianchi, italianas.
História – Nas bancas edição especial da revista Racing. O jornalista Lemyr Martins, que cobriu a Fórmula 1 para a Editora Abril juntou histórias, estórias e muitas fotos da carreira de Nélson Piquet. Vale por tudo e como registro. O Piquet tem sido maltratado pela história, especialmente em Brasília, onde iniciou sua carreira, voltou coberto de glórias, mora, investe, trabalha e forma equipes com talento, comportamento sério e liderança. A ultrapassagem sobre Senna no GP da Hungria de 1986 é o maior atrevimento na Fórmula 1 moderna e há que ser preservada para o futuro. Bancas R$ 19,90.
Pelo sítio online@motorpressbrasil.com.br R$ 23,90.
Recorde – Um Mercedes-Benz W196 de 1954, a grosso modo um fórmula 1 dos anos ’50, marcou dois recordes da leiloeira inglesa Bonhams no autódromo de Goodwood: maior preço para um carro de corridas e para um Mercedes: 17,5 M de libras esterlinas, uns R$ 60 M. O automóvel, um dos dez sobreviventes de série de catorze, foi conduzido por Juan Manuel Fangio, o argentino pentacampeão mundial, vencendo nos GPs da Alemanha e Suíça, base da conquista do título mundial pela Mercedes, neste ano retornando às corridas.
E? - Originalidade do W196 006/54 atestada pelo Classic Center da Mercedes – a superoficina e galpão de peças e documentos para manter rodando a frota dos Mercedes antigos, exemplo para todas as demais fabricantes. Preço exibe, o automóvel se torna mais um degrau no atual panorama de investimentos: comprado por telefone, por adquirente não divulgado. Na prática, uma obra de arte em três dimensões, que pode fazer barulho, vibrar, e até, improvavelmente, seja colocado a correr nas provas para antigos, no próprio Goodwood – desde que o pessoal do Classic Center seja chamado para funcioná-lo.
Lembra – Leitor da Coluna sabe, adquirir automóveis de estirpe é um dos investimentos internacionais do momento. A rentabilidade das aplicações financeiras em economias estáveis é desprezível. Noutras, emocionantes, pois não se sabe das medidas governamentais que punem o capital e, por isto, investidores optam por comprar obras de arte, como o são os carros com história ou sobrenome. Aquece o coração, faz charme com os amigos e, algum tempo após volta aos leilões para ser novamente vendido – por preço maior.

Mercedes W196, R$ 60 M. Investimento prazeroso

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Gente – Marcus Zamponi, 63, jornalista, passou. OOOO Crítico mordaz, raciocínio cortante, fino observador e contador de histórias e causos, Zampa, filho de bolsa fornida, para a qual nunca se voltou, foi traído pela falta de saúde, com quem negociava há alguns anos. OOOO Não sei para onde foi, mas sei que o ambiente se alegrará com a viva inteligência do Zampa. Grande Zampa. OOOO Philip Caldwell, 92, executivo, idem. OOOO Asceta, presidiu a Ford após a demissão de Lee Iacocca, grande crise. A proximidade com Henry Ford II deu-lhe o tratamento de O Príncipe – era o segundo da hierarquia da empresa familiar, e o contra ponto comportamental em estilo. Bancou o lançamento do Taurus, depois líder de vendas nos EUA, e o Fiesta. OOOO

RN

A coluna "De Carro Por Aí" é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.

15 comentários :

  1. Se a Toyota não mudar a posição do painel para o lugar correto, que é na frente do motorista, seus Etios poderão vir pintados de ouro, que mesmo assim, poucos venderão.

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  2. Louvável a atitude da Nissan em trazer ao Brasil o Go, mas acredito que o ideal mesmo seria o Versa hatch.

    PS.: A cada novo post, me acostumo mais com o jeito da coluna do Nasser.

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  3. Em 2007 fui fazer engenharia mecânica na FEI. Numa tarde em Interlagos, subi aquelas escadas de metal, peguei de prosa com o Zamponi e ele me deu um cotucão: "você tá na pista, gosta daqui e faz engenharia. Se quer escrever, você tá rumando errado". Me formo em jornalismo ano que vem. Salve, Zampa!!!



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  4. Realmente, o Etios é muito mal resolvido. Bom acerto de de suspensão e motor (que não prima por tecnologia) não resolve um carro feio e caro. A Toyota tratou seus consumidores como idiotas cobrando caro por algo tecnologicamente defasado e mal resolvido. Ou muda o carro inteiro ou a fábrica "moderníssima" vai se provar um péssimo negócio. Se a Toyota tivesse trago o Yaris, eu mesmo me esforçaria em ter um.

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  5. Antônimo do anônimo18/07/13 22:58

    MInhas considerações:
    Etios é um veículo muito competente, bom conjunto motriz, boa suspensão...sem entrar nos méritos e deméritos do design, já que gosto é pessoal, mas o principal problema recai sobre o painel central analógico, que realmente complica bastante a visualização, especialmente de odômetro e medidor de combustível.
    Exemplificando, os citroéns C4, por exemplo não tinham tal problema de visualização com painel digital, de números grandes, com conta-giros em frente ao motorista (o que é coerente.)
    Creio que a toyota dará um tiro no pé caso mexa no interior, preocupando-se com amenidades, como os materiais e não mudando os instrumentos de lugar...(claramente a maior reclamação a respeito do veículo.)

    Quanto ao nissan Go... a mim não convenceu, afinal é mais um produto feito em cima do march, que como todos sabemos não teve aceitação das melhores no Brasil, provavelmente não será exatamente um sucesso caso venha para cá...

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    1. O March não vende bem porque é feio (além da rede pequena). A Nissan parece que pegou a mania de feiura da sócia francesa.

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  6. Falar do Etios já virou chover no molhado, mas é praticamente impossível fugir do coro: a Toyota realmente pegou pesado com ele. Por mais que as suas qualidades mecânicas sejam praticamente inquestionáveis, elas simplesmente não compensam o fraco acabamento interno e o estilo externo questionável. Por mais que eu ache um pouco irritante a mania do brasileiro de comprar carros pra mostrar pro vizinho, pelo preço do Etios um pouco mais de beleza cairia muito bem. Tenho minhas dúvidas se só uma melhora dos materiais internos vai ajudar, mas vamos aguardar pra ver. Com cada vez mais opções no mercado, a vida do Etios só complica.

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    1. André Castan21/07/13 21:27

      Pois eu questiono muito a sua mecânica. Motor que extrai pouquíssima potência. Ridículo. Compare com o 1.4 8V, isso mesmo 8V, da GM. Depois compare também com o 1.5 16V da Ford. Aí você verá o que são esses motores do etios.

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  7. Para quê 1700 W de potência no sistema de som de um... automóvel?!!!

    Interessante notar que o consumidor brasileiro compra quase qualquer coisa. Quem sabe assim a Toyota baixe a crista e trate o consumidor com mais respeito, pois lançar um carro comum, sem nada de especial, cobrando bem mais por isso, é uma tremenda malandragem...

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    1. Meu sonho de consumo. Um sistema sonoro potente, de qualidade e instalado de fábrica. Quase uma utopia. Em geral os sistemas originais são caríssimos e de péssima qualidade.

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  8. Antônimo do anônimo e Davi Reis,

    Esperei com interesse o lançamento do Etios hatch 1,5 e só não o comprei devido a posição central analógica do painel.

    Quanto ao desenho externo, até posso considerar antigo, mas dos pequenos, é o que mais me agrada.





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    1. CCN 1410, o meu caso já foi o oposto, não esperava muito do Etios hatch 1.5, mas quando fiz um test drive nele (na época do lançamento) tive uma agradável surpresa, é um carrinho muito gostoso de dirigir. Pessoalmente ele até parece melhor do que nas fotos (pelo menos a versão XLS), mas pelo preço cobrado na época, que era cerca de 44 mil reais, não dava pra fazer negócio.

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  9. Quando a VW lançou o Fox, não se preocupou com a confusão sonora a ser feita com o Focus (que já vi acontecer).

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  10. Nissan Go, "go" embora!
    Mas que coisinha mais feia! É um misto de Nissan Tiida com Lifan 320!

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  11. Range Rover; é Range Rover. E ponto!

    Datsun Go? Que tal, "Datsun Bluebird" ou "510"?

    Luiz Felipe Robadey

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