google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Fotos: divulgação Fiat


A Fiat apresentou nesta semana a série especial e final do Uno, a Grazie Mille, expressão em italiano que significa "muito obrigado", para simbolizar tanto a despedida compulsória do mercado quanto agradecer aos compradores do modelo desde o lançamento em 1984. Serão 2.000 unidades Grazie Mille, numeradas, e há uma nova cor, verde Saquarema, criada especialmente para a série especial.

Plaqueta com numeração da série especial Grazie Mille

O Uno Grazie Mille tem conteúdos exclusivos, melhor acabamento interno e detalhes estéticos externos e internos: na parte interna, tecido exclusivo com bordado Grazie Mille; rádio Connect com CD/MP3, Bluetooth e entrada USB; subwoofer; novo grafismo do quadro de instrumentos; sapatas dos pedais esportivas; nova cor da caixa de ar; logotipo da série especial na soleira das portas; plaqueta com numeração do carro no centro do painel (foto acima);  apoios (2) de cabeça no banco traseiro; cobertura do triângulo de segurança e extintor; revestimento completo do porta-malas; sobretapetes em carpete; e revestimento do teto na cor preta, incluindo-o nas colunas.

Quadro de instrumentos perfeito: ponteiro do conta-giros vertical na rotação de potência máxima

Na parte externa, faróis de máscara negra; rodas de alumínio 13-pol. com pintura exclusiva (pneus 165/70R13); ponteira de escapamento esportiva; nova cor verde Saquarema (há também o prata Bari); adesivos Grazie Mille; frisos laterais; e pintura das caixas de roda.


A série especial Grazie Mille custa R$ 31.200 e já está disponível na rede de concessionárias Fiat. O preço inclui também ar-condicionado, direção assistida hidráulica, acionamento elétrico de travas e vidros, desembaçado/limpador do vidro traseiro e comando interno dos retrovisores externos.

A especificação mecânica corresponde à do Mille Fire Economy, motor Fire de 999,1 cm³, com álcool/gasolina 66/65 cv a 6.000 rpm e 9,2/9,1 m·kgf a 2.500 rpm, 153/151 km/h e 0-100 km/h em 14,7/15,1 segundos e suspensão independente nas quatro rodas. (Fiat/Redação)








Pela primeira vez desde a revolução de 1959, cubanos têm o direito de comprar do estado veículos novos e usados sem permissão do governo, anunciou a imprensa oficial nesta quinta-feira, mais um passo em direção a maior liberdade econômica na ilha-país comunista.

Pela reforma introduzida há dois anos, os cubanos podiam comprar e vender carros usados entre si, mas precisam de autorização do governo para comprar um veículo novo ou usado, geralmente um relativamente moderno de locadora, de comerciantes do estado.

O jornal do Partido Comunista Granma disse que o Conselho de Ministros aprovou novas regras na quarta-feira que “eliminam os mecanismos de aprovação existentes para adquirir veículos do estado”. Como resultado, disse o Granma, “a venda no varejo de motocicletas, automóveis, furgões de passageiros, picapes e microônibus novos e usados para cubanos e estrangeiros residentes do país, empresas e diplomatas, está liberada”.

O estado cubano mantém o monopólio da vendas de automóveis ao consumidor. O governo diz que cerca de 30% dos carros vendidos com sua aprovação no ano passado foram rapidamente revendidos, indicação de que o sistema estava levando a “especulação e enriquecimento”.

As novas medidas, a serem implementadas “gradualmente”, estabelecerão preço mínimo dos veículos, que o governo poderá taxar para ajudar a custear melhor transporte público.

A liberação de vendas de carros foi uma das mais de 300 reformas feitas pelo presidente Raúl Castro, que assumiu o governo em 2008 substiruindo seu doente irmão Fidel, e aprovadas num congresso do Partido Comunista, o único legal em Cuba. (Automotive News)

Comentário do editor: E ainda tem brasileiro que venera o regime cubano e o governo brasileiro empresta dinheiro — nosso dinheiro! — para esse rascunho de país, sem contar a recente e vergonhosa “importação” de médicos cubanos em regime de semi-escravidão.

AE


A indústria automobilística brasileira é atualmente uma das maiores do mundo. Muitas marcas possuem fábricas no nosso território, exportando para vários países diversos modelos de praticamente todas as categorias.

Mesmo tendo uma história automobilística relativamente recente — 57 anos —, se compararmos com países com mais de 100 anos de indústrias e fabricantes de automóveis, o Brasil possui uma cultura muito rica neste ramo.  Além de grandes marcas como Chevrolet, Chrysler, Fiat, Ford e Volkswagen, o Brasil contou com os pequenos fabricantes locais.

Puma e Gurgel podem ser citados como alguns dos mais bem-sucedidos fabricantes independentes na nossa história. Outras marcas menores criaram carros que são lembrados até hoje, como a Brasinca com o famoso e raro 4200 GT, depois renomeado Uirapuru.

Brasinca 4200 GT, depois Uirapuru, foi obra do professor Soler (foto: Quatro Rodas)

Um dos principais nomes por trás do Brasinca 4200 GT é o de Rigoberto Soler (foto abaixo), engenheiro espanhol que chegou ao Brasil nos anos 1950. Soler também foi professor do curso de engenharia mecânica na FEI (Faculdade de Engenharia Industrial, atualmente Fundação Educacional Inaciana), em São Bernardo do Campo. 

Rigoberto Soler (1926-2004)

Para criar uma indústria sólida, é preciso de mão de obra competente e de boa formação. Para o mercado automobilístico, a FEI sempre foi referência em se tratando de engenharia. O curso de engenharia mecânica automobilística é muito bem conceituado, e há anos tem por tradição colocar na prática o que se aprende nas salas de aula.

O executivo-chefe da Fiat, Sergio Marchionne, reiniciou negociações com o fundo de pensão e assistência médica do sindicato dos trabalhadores da indústria automobilística (UAW) para comprar o restante das ações do Grupo Chrysler, disseram três pessoas com conhecimento do assunto. Com a oferta inicial pública de ações (IPO) interrompida, executivos da Fiat se reuniram esta semana com representantes do fundo, disseram duas dessas pessoas, que pediram anonimato em vista das negociações serem particulares.
A reunião deu-se depois da recusa de oferta mais alta pelos 41,5% das ações da Chrysler no começo do mês, de acordo com essas pessoas, que acrescentaram ter sido a primeira desde agosto.
“Acho que as partes podem chegar a um compromisso razoável”, disse esta semana Gabriele Gambarova, analista do Banca Akros, de Milão. “O atual preço de mercado não leva em conta o cenário algo negativo”.  Uma longa disputa sobre o valor das ações levaram o fundo do sindicato a Chrysler a partir para a IPO. O processo de venda de ações envolve estabelecer o valor da terceira maior fabricante de automóveis americana e parou por razões tributárias, devendo continuar só em 2014. (Automotive News)



O leitor do AUTOentusiastas André Sousa nos escreveu hoje avisando que há novos radares instalados na Av. dos Bandeirantes (foto), sem que possam ser avistados, no viaduto João Julião da Costa Aguiar, nos dois sentidos, em flagrante desrespeito a recente lei estadual que determina que tais equipamentos não podem mais ficar escondidos, devendo ser visíveis para o motorista.
Este viaduto é o que liga as avenidas Moreira Guimarães e Washington Luís, próximo ao Aeroporto de Congonhas.
É preciso máxima atenção ao trafegar pela Av. dos Bandeirantes, pois os "gênios" da CET há algum tempo baixaram o limite de velocidade de 70 km/h (que já era pouco) para 60 km/h, velocidade anti-natural para a via e que leva a ser excedida num piscar de olhos.
A Companhia de Engenharia de Tráfego, que controla o trânsito da capital paulista, desconhece — ou finge desconhecer — o Art. 21, Inciso I, do Código de Trânsito Brasileiro, que reza: "Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição: (...) Cumprir (nosso grifo) e fazer fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições.
Quando é a própria autoridade de trânsito que desrespeita flagrantemente a lei, a coisa está bem mais grave do que parece.
AE


Suspensão: mecanismo físico x modelo matemático

Não existe uma definição precisa de inteligência. Entretanto, inteligência está ligada à capacidade do organismo ou sistema se adaptar e responder adequadamente aos desafios de um mundo imprevisível. Sob estas condições, podemos dizer que um sistema com uma dinâmica bem-ajustada é um passo na direção de um sistema inteligente.

Também é importante conhecer a dinâmica dos sistemas quando a inteligência da máquina atua no mundo real, porque ela será o primeiro elemento deste mundo real com o qual essa inteligência terá de lidar.

É isso que veremos a seguir.

Noções de dinâmica dos sistemas

Vamos imaginar uma suspensão automobilística bem simplificada. O conjunto seria um  sistema mecânico elementar, com uma massa, uma mola e um amortecedor, e o conjunto é animado pela aplicação de uma força externa.

O conjunto teria este modelo básico:

Modelo simples de uma suspensão













Coluna 5113 18.dez.2013                         rnasser@autoentusiastas.com.br          

Senhores, o novo up! Brasileiro

Primeira foto do up! brasileiro (foto Nicoabella-Autoblog Uruguay)

Sem alarde, a Volkswagen iniciou produção pré-série seu modelo up!. Menor, mais barato, mecânica avançada em seus três cilindros, demarra outro capítulo da história da VW no Brasil — o dos produtos atualizados.
Nosso up!, com pré apresentação nos primeiros dias de janeiro e vendas pós-Carnaval, difere-se do original alemão. Visualmente o teto avança mais para a traseira, encontrando a porta posterior, em chapa envolvendo o vidro — no europeu a tampa traseira é em vidro. Solução ganha alguns centímetros, criando o terceiro lugar no banco traseiro, com apoio de cabeça aos usuários. Trabalho nos bancos frontais esculpe espaço para melhor acomodação. Tanque de combustível aumentado de 35 para 50 litros, em razão de nossas distâncias continentais.



É o próprio colunista do AUTOentusiastas e curador do Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, Roberto Nasser, que traz a boa notícia: o Governo do Distrito Federal, pelo Secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo de Futebol 2014, Cláudio Monteiro, ofereceu espaço no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha após o certame. Veja entrevista do Nasser ao DFTV 1ª edição de ontem.
Com isso o Museu terá local definitivo e o Roberto Nasser poderá dar seguimento à obra de sua vida, uma peça importante para a cultura automobilística do Brasil.
"Nessa luta tive a ajuda de uma pessoa que faço questão de agradecer aqui, pelo interesse e empenho pessoal despendido em várias reuniões, o nosso tricampeão de F-1 Nélson Piquet", disse Nasser.
Os parabéns do AUTOentusiastas aos dois grandes brasileiros.
 Blog


Começou com a Mercedes-Benz postando um comercial no YouTube falando do seu Body Magic Control (Controle mágico da carroceria, em português) do novo Classe S. A imagem fechada da cabeça de uma galinha tem como fundo a canção “Upside down” (De cabeça para baixo), grande sucesso de Diana Ross em 1980. Mãos usando luvas brancas movem a ave para todos os lados, depois mais aves (mais passageiros), mas a cabeça não sai do lugar. O vídeo termina com mensagem “Stability at all times. Magic Body Control. Intelligent Drive.”
Foi curioso, um comercial da Mercedes, geralmente mais séria ao mostrar carros que param em curto espaço, evitam acidentes e enaltecem desempenho ou segurança.
Aí chega o Jaguar, o desafiante.
A Jaguar também usou uma galinha. O vídeo começa como o do Mercedes. Um cientista de luvas brancas move a galinha pra lá e pra cá. Ele fala, com sotaque alemão: “Vê? É parecido com um Mercedes.”
Em seguida penas voam e a câmera mostra um jaguar lambendo os beiços e penas caindo da sua boca. “Magic Body Control? Preferimos reflexos de felino” é a mensagem..
O departamento de relações públicas da Jaguar disse num e-mail que o comercial é uma tentativa de usar o alvo de comportamento dinâmico “para alcançar os clientes que queremos”.
A Jaguar espera que quem tenha visto o comercial da Mercedes veja também as suas imagens das galinhas e o que é essencial num carro de luxo. Ruído de coisa quebrando vale a pena. (Automotive News)







Fotos: Lucas Facchini Vane, Arquivo Pessoal e Autor

Museu Dodge, a vista da porta do galpão é simplesmente a visão do paraíso!


Se um admirador da linha Chrysler desmaiar e acordar dentro do Museu Dodge, ficará com a impressão de que morreu e está no paraíso. A visão é de fazer qualquer um que goste de automóveis ficar maluco a procura das chaves para ligar os carros. Os carros enfileirados no belo galpão da propriedade, no interior paulista, tem aparência de fábrica e conteúdo de coleção, no verdadeiro sentido da definição.

Interior do Museu Dodge: se a foto fosse feita há algumas décadas alguns diriam que se trata de uma concessionária

.Este é o prédio principal das instalações que abrigam, provavelmente, a maior coleção de Dodges brasileiros.



Ford New Fiesta, um caso de aplicação do Pirelli P7 verde (foto Ruy Hizatugu)

As fabricantes de pneus instaladas no Brasil já produzem e fornecem pneus "verdes" para as fabricantes de veículos, ao mercado de reposição e também são capazes de atender futuros aumentos de demanda, uma vez que as exigências de redução de consumo e emissões decorrentes do regime Inovar-Auto forçarão o emprego de pneumáticos desse tipo.
Embora não haja um conjunto de normas que classifique pneus como verdes, essa palavra é utilizada para designar aqueles com menor resistência ao rolamento em decorrência do uso de sílica em acréscimo ao negro de fumo em sua composição. Como conseqüência, eles levam a redução do consumo de combustível e, portanto, de emissão de CO2, sem prejuízo da aderência e da segurança.
“Já fornecemos pneus verdes diretamente às fabricantes para cerca de 15 modelos. Até o fim de 2014 será seguramente o dobro disso. Temos condições de suprir o aumento da demanda”, diz o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Pirelli, Roberto Falkenstein.
“Esses pneus custam cerca de 7% a mais, mas as fabricantes estão se voltando para eles por causa da necessidade de redução de consumo. Já tínhamos a tecnologia, mas faltava a demanda”, ressalta o executivo. “A Pirelli fabrica pneus verdes no Brasil para aros de 13 a 18 polegadas. Também complementa a gama com a importação da Argentina e da Europa”, diz. (Automotive Business)


O jornal O Estado de S. Paulo noticiou esta tarde em seu site, com atualização às 21h00, que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) recusou pedido da Volkswagen do Brasil de manter a Kombi em produção por mais dois anos (2014 e 2015). Chega ao final a monumental trapalhada da semana passada de o ministro da Fazenda, Guido Mantega, propor mudanças de última hora no prazo final para veículos serem produzidos sem bolsas infláveis e freios com ABS.
A lei é dura mas é a lei, e lei é para ser cumprida pelo poder executivo, no caso o Ministério das Cidades, ao qual o Contran é afeto. Nunca poderia ter havido essa trapalhada, que só depõe contra o Brasil, especialmente num momento em que se buscam investimentos de toda ordem aqui. Investimento requer estabilidade de leis, é básico.
Encerra-se a carreira de um veículo único, ferramenta de trabalho de empresas de qualquer porte e que fará falta. Chegado ao Brasil em 1950 e aqui produzido desde setembro de 1957, soma 63 anos de bons serviços. Parte agora para o merecido descanso, embora sob o ponto de vista técnico a "eutanásia" praticada seja discutível. Afinal, se os dois equipamentos são tão essenciais à segurança como se alardeia, então a frota brasileira que não os tem representa ameaça à vida e exatamente por isso deveria ser tirada de circulação imediatamente. Como não será, estamos diante de um caso típico de hipocrisia.
Mas não é só aqui que se cometem esses desatinos. O Land Rover Defender, lançado em 1983, está com os dias contados, será descontinuado em 2015 por motivo de "segurança e emissões".
R.I.P, Kombi.

Revista Motorcreft


A Ford, pela sua área de peças, começa a distribuir uma revista especial para 43 mil oficinas independentes do Brasil. Chamada Motorcraft, a marca de peças de reposição da Ford, a primeira edição da revista será entregue no dia 20 de dezembro, o "Dia do Reparador".
A publicação foi desenvolvida com conteúdo especial para esses profissionais, incluindo ofertas de mais de 30 peças, além de informações técnicas. Numa ação especial, a Ford realizou, em parceira com o jornal Oficina Brasil, uma seleção de oficinas independentes que vão receber gratuitamente ferramentas, como chave de fenda, chave de boca e brocas, da linha Ford Tools.
"Escolhemos o Dia do Reparador para demonstrar o reconhecimento da Ford a esses profissionais que têm uma grande importância no mercado de pós-venda automobilístico. Na realidade é uma homenagem e o aprofundamento de um trabalho de relacionamento muito próximo com as oficinas independentes",  afirma Antônio Taranto, diretor de Serviço ao Cliente da Ford América do Sul.
Linha Motorcraft
As oficinas independentes representam um segmento com grande participação nos serviços de reparação automobilística. São 43 mil oficinas incluídas na ação da Ford. Cada uma atende em média 76 carros por mês, o que representa um volume de mais de 3,2 milhões de serviços realizados mensalmente.

Exemplo de utilidade da revista

"Nesse cenário é importante que as oficinas independentes atendam seus clientes com peças originais, garantindo a qualidade do serviço desses profissionais. Na Ford, a Motorcraft é a marca que identifica as peças de reposição garantidas, numa vasta lista que inclui desde óleos, filtros e fluidos a velas, cabos até componentes dos sistemas de motor, suspensão e freios", ressalta Antônio Taranto.
A Revista Motorcraft visa mostrar as principais vantagens das peças originais, como a garantia de qualidade e a fabricação dentro das especificações da Ford para atender os requisitos de desempenho e originalidade dos veículos. Além da tranqüilidade e satisfação do cliente com o serviço, as peças de fábrica oferecem aos reparadores facilidade de instalação e maior produtividade.(Ford)
Aviso aos leitores: a partir de hoje o "AUTOentusiastas Notícias" passa a ser publicado no corpo de posts normais. Com isso, o tamanho do texto pode ser maior, melhorando a qualidade da notícia, inclusive possibilitando haver fotos. Para separar o que é notícia e post normal, sempre haverá a palavra NOTÍCIA antes do titulo, bem como o post será sempre do AUTOentusiastas, sem autor definido.
A freqüência padrão continua duas notícias por dia, mas poderão ser mais caso necessário.
Esperamos que apreciem a mudança.

Bob Sharp
Editor-chefe

_________________________________________________________________________

EX-EXECUTIVO DA CHRYSLER NOMEADO PRESIDENTE DA JAGUAR LAND ROVER NORTH AMERICA

Joe Eberhardt (foto), o executivo de vendas que deixou a Chrysler sete anos atrás em meio a discussões com concessionários quanto a excesso de produção, foi nomeado presidente da Jaguar Land Rover North America. Ele conduzirá vendas, assistência técnica e marketing nos Estados Unidos e Canadá., informou hoje a Jaguar Land Rover.
“O Joe Eberhardt é uma grande aquisição de executivo à equipe de liderança de mercado global para conduzir as importantes operações dos EUA e Canadá num tempo de tremendo crescimento e oportunidade”, disse Andy Goss, diretor do grupo de operação de vendas da fabricante. Eberhardt responderá a Goss.
Eberhardt deixou a Chrysler em dezembro de 2006 após se tornar o pivô do desentendimento com os concessionários na questão de carros enviados sem que fossem pedidos. Veículos se acumularam nos pátios das concessionárias, mesmo a Chrysler sendo avisada repetidas vezes que havia excesso de produção.
Em 2007, a DaimlerChrysler AG vendeu a Chrysler para a Cerberus Capital Management LLC e dois anos depois a Chrysler foi salva pela Fiat S.p.A. após a falência determinada pelo governo americano. (Automotive News)
Foto: www.motorauthority.com
 

Outro dia me perguntei: para que controle de arrancada num carro de rua?

O controle de arrancada, launch control em inglês, costuma ser equipamento de carros de alto desempenho, não apenas de supercarros da estirpe de Ferrari e Porsche. O Golf GTI, por exemplo, tem. Sua finalidade precípua é possibilitar ao veículo a melhor arrancada da imobilidade possível, aquela em que a potência é aplicada na dose certa, nem pouco nem muito, o que neste segundo caso leva as rodas motrizes a patinarem demais, reduzindo a tração e, conseqüentemente, a aceleração.

O sistema, obviamente inclui um módulo de comando — um microprocessador — que quando ativado exerce autoridade sobre o acelerador, embreagem e parâmetros de injeção e avanço de ignição.

Com câmbio manual, primeira engatada, acelera-se ao fundo, o módulo mantendo o motor na rotação programada, digamos 4.000 rpm, e se solta o pedal de embreagem de uma vez só — no "leque", como se diz, girando o pé para a esquerda pivotando-o no calcanhar — e o carro arranca com as rodas motrizes no limiar da patinagem, com a potência do motor monitorada cada milissegundo e controlada, proporcionando a melhor tração possível. Quando o câmbio é robotizado, mesma coisa, com a diferença de que o "sinal" para acoplar a embreagem é o tirar o pé do freio na maior parte dos casos.

Mas o fato é que arrancar realmente forte com câmbio robotizado não é tão fácil, pois o motorista não tem controle da embreagem como quando o câmbio é manual. Isso certamente explica a proliferação do controle de arrancada observada nos últimos anos.

Foto: rodoil.com.br

A gasolina brasileira e seu elevado teor de enxofre, 800 partes por milhão (ppm), ou 800 mg/kg, está passando à História. A Petrobrás acabou de anunciar a produção da gasolina de apenas 50 mg/kg de enxofre, ou 50 ppm do mineral, chamada S-50. A redução é de 93,7%. Passa nossa gasolina para o mesmo patamar daquelas dos países avançados, embora nestes já exista gasolina S-10. De qualquer maneira, é um expressivo avanço há tempos devido pela Petrobrás.

A gasolina Podium, sua exclusividade, sempre foi S-30, mas fontes da Petrobrás garantem ser, de fato, S-5 a S-7. A gasolina que a empresa tem importado ocasionalmente para suprir falta de produção também é S-50.

A mudança oficial está marcada para o primeiro dia de 2014, mas muitos postos já têm a nova gasolina. Uma vez que o refino de gasolina no Brasil é exclusividade da Petrobrás, a S-50 será também a vendida nos postos de outras bandeiras.


Renault e Lotus próximas do divórcio

 

F-1 vive fim de ano movimentado: Lotus pode fechar as portas, FIA procura novas equipes e Ron Dennis quer reassumir a McLaren

 

 



Lotus garantiu Maldonado e pode perder Renault (foto Team Lotus)


A temporada acabou há quase um mês, o campeonato de 2014 só começa dia 17 de março, mas nem por isso a F-1 está parada. Muito pelo contrário, o que não falta é notícia ou comentário, muitos deles nada promissores para o futuro da categoria. Enquanto Ross Brawn não se decide sobre o quer fazer no ano que vem, muita água vai passando por baixo da ponte do rio Tâmisa e muitos trens vão passando pelo túnel sob o Canal da Mancha, aquele de ligação entre a Inglaterra e a França.  Exatamente nestes dois países estão os focos das principais notícias da semana, que ainda repercutem na América Latina e na China.

Trocando em miúdos, algo difícil haja vista que na F-1 números e egos têm dimensões estratosféricas, a história do momento passa por Enstone, Viry-Châtillone e, obviamente, Paris. São nestas cidades que funcionam a equipe Lotus de F-1, a fábrica de motores de F-1 da Renault e a FIA, respectivamente, principais personagens do capítulo de hoje, cada um com papéis muito bem definidos. A outrora famosa e imbatível escuderia criada por Anthony Colin Bruce Chapman — que muita gente jura que está vivo e mora no Brasil —, parece cada mais encalacrada numa espiral de problemas. Segundo Gilles Gaignault, francês que já ocupou o cargo de assessor de imprensa da FIA na F-1, a relação entre a Lotus e a Renault já azedou de vez: segundo ele, a “Régie”, como a fábrica francesa é tratada por seus admiradores, lembrança do tempo em que era estatal, já estaria retirando motores e equipamentos da sede da equipe. Além disso, os contadores da fábrica teriam perdido a paciência com o atraso no pagamento do aluguel dos motores fornecidos e usados nas últimas duas temporadas. Quanto eles devem? Algo em torno de US$ 150 milhões…

Eric Boullier pode estar de volta para casa (foto Renault Sport)



Para quem ainda não sabe, o AUTOentusiastas começou a partir de um grupo de discussão entre amigos. Foram vários formatos de grupos com muitos participantes e muitas discussões, mas sempre tratando de temas relacionados com o mundo do automóvel e com muito entusiasmo. O conteúdo discutido sempre foi de alto nível e em um determinado ponto achamos que esse conteúdo poderia e deveria ser compartilhado com outros autoentusiastas. Então fizemos o blog AUTOentusiastas com essa idéia e passamos a ampliar as discussões com a participação ativa de muitos leitores através dos comentários também de alto nível que sempre recebemos. Com isso multiplicamos o autoentusiasmo.  

Alguns dos colunistas e ex-colunistas ainda participam de um grupo, agora bem mais descontraído mas nem por isso menos autoentusiasta. 

O Marea 2,4 ELX 2002

 Para matar as saudades dos meus leitores! Historinha de como fui me meter nessa de Fiats e Alfas.

Por culpa do meu amigo Alexandre Cruvinel, temos aqui uma Elba 1996 1.5 i.e. em casa, com a qual rodamos 311 mil km sem sequer tirar o cabeçote fora. Funciona bem ainda, mesmo que já queimando um pouco de óleo. Como funciona, não mexo.Ou seja, um carro invisível, que serve sempre a todos muito bem, sem despesas, sem crises e sempre numa boa. Requer quase nenhuma manutenção e é até um carro bem decente de se usar. Uma boa experiência nos anima a outras no mesmo gênero.

Tempos depois dela, a excelente experiência com ela me levou a pegar um Marea 2.4 ELX 2002 de um amigo de Belo Horizonte, que estava mesmo querendo vender o carro. Numa viagem que ele  fez a Brasília, o motor fundiu e ele me vendeu no estado, já que em teoria eu poderia consertar ele e ainda ficar com o carro num preço razoável. Como eu achava que o Marea 2,4 deveria ser um carro legal, resolvo encarar. No fim o custo ficou meio empatado, mas como ficou bom pra ambos, e o carro ainda ficou com um motor zero-km, diria que valeu bem a pena.

Mas vamos na ordem em que as coisas aconteceram. Primeiro, levei o Marea para oficina de um amigo e desmontamos para ver o que tinha rolado. Na desmontagem, primeira observação importante: o cárter estava sem óleo. Ou tinha vazado todo, ou tinha sido consumido. Sem vazamentos aparentes, ficamos com a hipótese do consumo, com um agravante: uma semana antes da viagem, ele tinha feito uma boa revisão nele e tinha trocado óleo e filtro. No decorrer da desmontagem achamos boa quantidade de óleo no escapamento, indicando mesmo consumo de lubrificante.
Fotos: autor


Um cavalo-vapor (cv) corresponde a 735,5 watts (W). O motor da Win Elektra desenvolve potência 1.000 watts (1 kW), o que corresponde a 1,36 cv. Pouco, não?

Sim, é pouco, mas o suficiente para levá-la a 60 km/h, segundo a Kasinski. De acordo com a fabricante, essa velocidade só é possível sob condições ideais, o que seria com um motociclista pesando 75 kg numa estrada plana e sem vento. Cheguei, eu pesando pouco menos que isso, a 58 km/h, pelo velocímetro.

A fabricante — que a monta em Manaus com parte das peças importadas e parte fabricadas aqui — também divulga que nessas mesmas condições ideais, e mantendo 30 km/h, é possível atingir uma autonomia de 80 quilômetros. Consegui 40 km no mundo real, e mesmo evitando solicitá-la muito, tocando, sempre que possível, na maciota, ao redor de 40 km/h, velocidade em que eu “temperava” entre o máximo de autonomia, mas mantendo um mínimo viável de velocidade. De vez em quando enrolei o cabo, sim, devido às necessidades do tráfego ou gradiente da via. 

Fotos: Autor, Thais Roland, Paulo Mondoni e arquivo pessoal.
Galaxata 2013: a nona edição do passeio que o Galaxie Clube do Brasil organiza sempre no final do ano.

O dia primeiro de dezembro, a organização por conta do Galaxie Clube do Brasil, o evento da Galaxata, o tradicional passeio de Galaxies que se realiza todos os anos, para encerrar o ano com chave de ouro. Como diretor da associação, sócio fundador e com uma paixão especial pelo maior automóvel fabricado em nosso país, é natural pensar que eu iria com um dos meus Galaxies. Pois é... também pensei que seria assim.

O sábado foi dedicado a cuidar dos Galaxies, o plano era simples, ir a Galaxata de Galaxie
Lavei o carro, "deixei o menino tinindo", com direito a um trato especial nos detalhes.

Estava escrito. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), pelo seu órgão normativo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), havia determinado que a partir de 1º de janeiro de 2014 a totalidade dos carros (veículos de passageiros de até oito lugares) e caminhonetes (veículos de carga até 3.500 kg de peso bruto total) teriam de ser dotados de bolsa infláveis frontais (airbags) e sistema de freio antitravamento (ABS). O Contran havia emitido a Resolução 311 em 3 de abril de 2009, pela qual a partir de 1/1/10 8% de produção (de cada fabricante) teria de ser dotada dos dois itens — 15%/1/1/11, 30%/1/1/12, 60%/1/1/13 e 100%/1/1/14. Logo se soube, pelos próprios fabricantes, que nem a Volkswagen Kombi nem o Fiat Uno Mille teriam como ser produzidos com essas especificações. Suas vidas chegariam ao fim.

Ficou acordado que carros sem os dois equipamentos poderiam ser licenciados até 31 de março de 2014, prazo estimado para se exaurirem eventuais estoques nos pátios das fábricas e das concessionárias. Depois disso, não poderiam mais circular nas vias públicas



Um mito que é muito arraigado em nossa cultura é que o melhor para um motor é trabalhar frio. Isto vem de longa data, quando os primeiros carros vendidos aqui não passavam por adaptação para uso no nosso país. Sendo assim, tinham tendência a superaquecer por terem um sistema de arrefecimento subdimensionado para as altas temperaturas comuns em nosso clima tropical.

Com a alta temperatura externa, o radiador subdimensionado era insuficiente para retirar a quantidade de calor necessária da água e, sendo assim, sua temperatura aumentava até ferver. Além disso, naquela época não era usado aditivo anticongelante e retardador de fervura (etilenoglicol), por isso a água fervia mais facilmente. Ao ferver, a água perde a capacidade de transportar o calor, o que faz com que a temperatura do motor continue aumentando. Isso era tão freqüente que até a VW usava em seu marketing a frase “o ar não ferve”, em alusão ao fato de seus motores serem arrefecidos a ar e, por isso, não sofrerem do problema da fervura do líquido de arrefecimento.





Coluna 5013 11.dez.2013                                    rnasser@autoentusiastas.com.br

Quer Mercedes C novo? Corra
Pensando em comprar bom e charmoso Mercedes Classe C, as boas sensações de conduzir com motor turbo, câmbio automático, excelente ajuste mecânico, sua estrela-guia conduzindo a noção de status para você, familiares, vizinhos, amigos e quem mais o veja?
Decida-se, ande logo, feche negócio.
Não pense os Mercedes C estão no fim, mas ocorre, a marca desenvolve grande plano mundial para resgatar sua liderança no segmento Premium —entre as alemãs Audi e BMW vendem mais. Amplo, passa por cercar a base do mercado com produtos menores, ampliar a faixa dos usuários da marca, valorizar as séries S, E e C com equipamentos e confortos superiores aos encontrados nos concorrentes. O projeto iniciou chegar ao Brasil com o A hatch, recém- apresentado, prosseguindo com o novo C, a grosso modo um S pequeno, por seu grau de equipamentos e refino — como acabamento interno em madeiras.
Na Europa e EUA iniciou vender a nova família A. Aqui tem o hatch e em 2014 cobrirá todo o subsegmento: sedã CLA em fevereiro e, ao final do ano, o GLA, mini-utilitário esportivo, de produção iniciada nesta semana na Alemanha.
O pequeno sedã A tem feito milagre no mercado exterior. Gera demanda, espera, e trouxe característica especial: baixou em 10 anos a idade do usuário de Mercedes, criando fatia específica a jovens profissionais e chegantes aos Mercedes. Como a satisfação de um sonho/vontade, não combina com veículos sem equipamentos, assim, apesar do menor porte, de utilizar motor básico 1,6, ter tração dianteira, o CLA fez-se automóvel bem completo. E custará R$ 140 mil – mais que o C.
Muda
Brasil é mercado prioritário para a Mercedes, apesar de vender pouco, em torno de 10 mil unidades ano. Para aumentar vendas e melhor participar de cenário com vendas em expansão, adaptou-se às novas regras setoriais, iniciando construir fábrica exclusiva a automóveis em Iracemápolis, SP. De lá tirará dois produtos: o novo Classe C e o utilitário GLA. Este projeto tem organização especial, reportando-se diretamente à operação automóveis na Alemanha, na grande arrancada para recuperar a liderança.
Aqui coordenado pelo grego Dimitris Psillakis, diretor da área de automóveis e Sprint, foca valorizar automóvel e usuário, empurrando o preço do Classe C para cima. A postura encontra oportunidade com a mudança do novo C, previsto para chegar ao país no meio do ano — e aqui ser produzido em 2015. Novo produto, maior em comprimento e distância entre eixos graças a nova plataforma, e bem-dotado de equipamentos e confortos — ao contrário das atuais versões. Custará, importado, em torno de R$ 160 mil.
Assim,  vale o conselho: ante a mudança de linha e conteúdo — e de preço —, se você tiver a fim de um Classe C, negociado com os revendedores até por R$ 110 mil reais, a hora é esta...

Classe C. Novo, mais equipado, subirá – muito – de preço

----------------------------------------------------------------------------------

Fotos: Paulo Keller


Até então eu só havia dirigido o New Fiesta com o câmbio robotizado PowerShift. Foi uma rápida guiada quando o Arnaldo testou o SE 1,6 com esse câmbio e por ocasião do lançamento do New Fiesta sedã Titanium em julho passado. O Arnaldo testou, no uso, em setembro, o SE 1,5, motorização que só vem com câmbio manual, mas não tive oportunidade de dirigi-lo. De qualquer maneira, me interessava mais o motor 1,6-litro Sigma para poder comparar o mesmo carro com câmbios diferentes, o que foi possível agora.

Apesar de câmbios robotizados serem manuais na sua essência, há algumas diferenças ao dirigir com um e outro, especialmente neste caso de manual 5-marchas e robotizado, de seis.

Câmbio manual...



Praticamente todos os carros que vemos hoje no mercado nasceram de algum carro-conceito, podendo ou não terem sido mostrados ao público. Os carros-conceitos que ficam conhecidos são os que vão para exposições e salões. Há conceitos que apenas os membros do alto escalão das empresas podem ver, e tomar decisões.

A função de um carro-conceito é mostrar tendências ao público e ver sua aceitação, quase sempre de novos designs. Desta forma, o fabricante pode decidir se seguirá com algo parecido para produção em série ou não. Funciona como um teste de carisma para a proposta.

Muitos carros conceitos são apenas estáticos, não possuem motor. Às vezes, nem mesmo um interior funcional é feito, pois o que interessa apenas é a carroceria, a parte exterior. Estes são chamados de mock-ups pelos termos da indústria.

A Mazda, famosa pelo seu motor rotativo de ciclo Wankel, ficou anos sem grandes lançamentos no que diz respeito a designs arrojados. Com uma renovação na sua linha do ano 2000 para frente, o visual de seus modelos mudou bastante. Diversos carros-conceitos foram apresentados, e entre eles, um chamado Furai.
Fotos: Paulo Keller
Curva do Laranja: o autoentusiasta João Schmidt, de Uno Mille, papando um Ferrari, e por fora...


Atenção, atenção, autoentusiastas que gostam de pista!

Nos próximos dias 21 e 22 de dezembro serão realizadas novas etapas do Torneio Interlagos de Regularidade, organizado pelo nosso amigo e veterano piloto Jan Balder.

Sábado, dia 21, será o dia dos Clássicos (veículos fabricados até 1988) e a largada será às 12h25, sendo que o briefing será às 11h00.

Domingo, dia 22, será o dia dos Modernos. A largada será às 15h45 e o briefing às 14h30.

Preços: Individual: R$ 390,00. Dupla (piloto e navegador): R$ 490,00.

Mais detalhes, visite o site oficial: http://www.torneiointerlagos.com.br

O autoentusiasta Fabio Pinho explorando a fundo o seu Focus 

Importante: levar capacete e ter o carro em ordem, com pneus em bom estado e luzes de sinalização.

Muitos leitores do AE passaram a participar e é notável ver quanto têm evoluído na tocada. 

O Arnaldo Keller pretende estar lá, na etapa dos Modernos.

 

AE
fotos: Harley-Davidson / Paulo Keller

Harley-Davidson V-Rod Muscle

Dia desses o Arnaldo Keller (meu primo, para quem ainda não sabe) passou aqui em casa com uma Royal Enfield (veja o post do AK) para eu dar uma volta. Moto retrô, bem bacana. Na realidade não é retrô, pois sempre foi assim. O fato é que depois daquele dia fiquei com vontade de andar de moto. Na verdade venho ensaiando a compra de uma moto já faz muito tempo. O problema é que eu não sei que moto eu realmente gostaria de ter. 

Fiz um contato com a Harley-Davidson Brasil e solicitei uma moto para fazer um post para o blog. Me perguntaram: "Qual moto você quer?". Eu respondi perguntando qual moto eles tinham. Como os modelos da Harley sempre me causam muita confusão eu os divido em quatro categorias para facilitar minha vida: as despojadas e sem carenagem, as Fat Boy (principalmente pelas rodas fechadas), as grandonas com carenagem, rádio e um monte de maleiros e alforges, e as V-Rod. Dessas quatro categorias a única que não faz meu estilo é a das grandonas carenadas. Mas há que goste; muita gente por sinal. Logo de cara me ofereceram uma V-Rod Muscle. Nem quis escutar as outras pois a V-Rod já é legal, e nessa versão Muscle devia ser mais ainda.

Longa, baixa e musculosa


Após reeleição, Todt acusa Ward e imprensa



Francês conclama “Família FIA” a defender entidade e calendário da F-1 faz GP de Austin de 2014 coincidir com corrida da Nascar no Texas



QG da FIA, em Paris

O presidente da FIA Jean Todt iniciou com ímpeto seu segundo mandato à frente da Federação Internacional do Automóvel (FIA): em seu discurso de posse criticou a tática de campanha de David Ward. Além do inglês, que desistiu de sua candidatura, o francês alfinetou a imprensa que, segundo ele, teria sido usada para publicar acusações infundadas contra a entidade durante a campanha eleitoral. Conhecido pela maneira autoritária como desempenha suas funções, Todt anunciou também uma renovação em vários cargos diretivos da FIA, incluindo a substituição de Mohamed Bin Sulayem, figura popular e influente na região dos Emiratos Árabes e que chegou a considerar sua candidatura em chapa de oposição. Ontem (9) o Grupo de Estratégia de F-1 da entidade anunciou alterações técnicas e desportivas para a próxima temporada, entre elas a pontuação dupla para a prova final do campeonato de 2014, instituição de números permanentes para cada piloto da categoria e mudanças na aerodinâmica dos carros.