google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)


Todo mundo, pelo menos uma vez, já se viu pego de surpresa na hora de experimentar comidas diferentes. É comum, às vezes inventamos de colocar algum ingrediente na comida que não costumamos usar para "ver se fica bom".

Pratos com nomes impronunciáveis em restaurantes metidos a besta são campeões nisso. Arroz com massa e abacaxi, frutos do mar com feijão e beringela. São coisas que não combinam, não tem cara de que vai dar certo, pois são componentes muito sem relação.

O BMW 130i, por sua vez, é uma mistura de diversas características, mas que o resultado não poderia dar errado.



Para ir de ponto a ponto na região de Orlando, e visitar os eventos que mostramos anteriormente, aluguei um carro, obviamente o modo mais fácil e simples de se deslocar no país do automóvel. É um processo sempre interessante este de escolher um carro que não é seu.

Você chega no balcão da locadora de segunda linha, com preços promocionais, apresenta o número da reserva, a carteira de motorista brasileira, o cartão de crédito, assina o contrato, vai para o estacionamento, lê a placa "full-size" sobre uma fila de carros, olha todas as opções, pondera os percalços das viagens com a família, e chega ao Impala.

Analisa brevemente por fora, depois por dentro e pensa: será que não tem outro carro para eu alugar? Olha de novo a fila toda, e não tem jeito. Ou o porta-malas é pequeno, ou o carro é muito feio, ou já conhecemos.

Pior ainda, na fila em frente formada pelos carros de outra locadora, olhava para mim, abanando a cauda, um modelo que atenderia bem minha necessidade, não tanto quanto o Impala, mas de uma marca que aprecio bastante.

Alterações extensas no estilo, novo em cima


Resolvi visitar o sítio da Fiat, mais precisamente a seção com informações do 500, mas dei de cara com o novo Palio na página inicial. Observei que já está disponível o botão "monte o seu" e, momentaneamente, esqueci do pequeno 500.

O visual do carro já não é mais novidade, as projeções divulgadas na internet já mostravam algo muito parecido com o que estamos vendo agora. O desenho é bom, mas não chega a empolgar, de todo modo representa um grande salto em relação ao atual, que já vinha sofrendo o peso dos anos.




No início da década de 1990, a Fiat tomou uma decisão: Lançaria 2 carros pequenos: Punto e Palio. O primeiro seria destinado aos mercados "desenvolvidos" (Europa, basicamente), enquanto que o segundo seria feito para o terceiro mundo e seria desenvolvido na maior fábrica da Fiat fora da Itália, situada em Betim, MG. Sendo assim, o Palio foi projetado pensando diretamente nas condições brasileiras, com toda a sua buraqueira. Deu certo, desnecessário descrever a robustez do carrinho, um dos fatores de sua boa fama no mercado que determinou seu sucesso de vendas, podendo ser facilmente constatado ao se olhar a quantidade de Palio e seus derivados rodando pelas ruas brasileiras.

A GM fez a sua parte, ao lançar aqui o Corsa Sedã em fins dos anos 90, versão que nunca existiu na Europa. Simplesmente não existiu por lá porque o Corsa foi concebido para ser um carro urbano ("citycar"), feito para ser pequeno e estreito, com o objetivo de andar com desenvoltura nas apertadas ruas das milenares cidades do velho mundo, construídas numa época em que nem se sonhava que um dia poderiam existir veículos que se movessem sozinhos (auto-móveis). Para um citycar, um porta-malas saliente não serve para nada, apenas atrapalha para estacionar nas exígüas vagas.