Oreste Berta e seu motor de F-`1 (foto bertamotorsport.com.ar) |
Como um dos assuntos do momento no AE é o campeonato de marcas que envolve alguns dos modelos nacionais, vale a pena citar um pouco da história do responsável pelos motores da categoria, Oreste Berta.
O "mago de Alta Gracia", argentino nascido em 1940, está envolvido no automobilismo desde os anos sessenta, e é um nome de muito peso especialmente na América do Sul. Com o apoio do governo argentino, Berta conseguiu que uma lei fosse feita para que um pequeno porcentual de todos os automóveis novos vendidos na Argentina fosse canalizado para investimentos no automobilismo local. Na terra de nossos vizinhos hermanos há incontáveis categorias, com carros de todos os tipos, com grids lotados e público comparável a corridas internacionais.
No começo da carreira, Berta foi para os Estados Unidos trabalhar com motores de moto, e voltando para a Argentina, preparando o motor 1.100-cm³ de Renault R-8 para o pequeno Gordini para a Turismo Carretera, que foi um grande sucesso.
Berta também teve grande participação dos campeonatos de F-2 e F-3 da América do Sul, sendo um dos principais preparadores de motor e até fornecedor oficinal de motor da categoria. Atualmente focado no campeonato TC2000 em parceria com a Ford, preparando os Focus oficiais de corrida, Oreste ainda destaca-se.
Seus dois filhos agora tomam conta da empresa, mas o velho Oreste ainda está na ativa, colocando todo seu conhecimento em prática na preparação e ajuste dos pequenos detalhes que fazem seus motores estarem entre os melhores do mundo. Pude conhecê-los em Alta Gracia, são muito simpáticos e atenciosos, e falam com orgulho de seu legado no automobilismo sul-americano.
MB
No começo da carreira, Berta foi para os Estados Unidos trabalhar com motores de moto, e voltando para a Argentina, preparando o motor 1.100-cm³ de Renault R-8 para o pequeno Gordini para a Turismo Carretera, que foi um grande sucesso.
Um dos primeiros motores notáveis foi o Torino seis-cilindros, sucesso absoluto na Argentina e também fora, onde Oreste conseguiu mostrar seu trabalho tendo ninguém menos que Fangio como associado na empreitada de disputar a 84 Horas de Nürburgring de 1969, e terminou em quarto lugar. Luis di Palma era um dos pilotos de um dos três Torinos. Mas foi o carro que mais voltas deu, no Nordschleife, tendo sido penalizado por motivo de quebra do escapamento.
Voltado para a preparação, Berta se especializou tanto nos motores como em chassi, e a prova disso foi o Berta LR (LR de "La Razón", jornal vespertino que deu apoio financeiro a Berta), protótipo de endurance com motor Cosworth DFV V-8, projetado e construido inteiramente na Argentina e que competiu de igual para igual com carros como o Ferrari, Matra, Porsche 908 da Equipe Hollywood. Posteriormente, Berta utilizou o Cosworth como base para o desenvolvimento de seu próprio motor V-8 nos padrões do regulamento da Fórmula-1 da época, e o LR novamente mostrou seu potencial.
Berta LR (foto bertamotorsport.com.ar) |
Berta 1 de Fórmula 1 (foto bertamotorsport.com.ar) |
A próxima grande empreitada do argentino foi a própria Fórmula-1, em 1975, com o Berta 1. O carro de projeto próprio e com o motor V-8 argentino foi inscrito somente na prova de Buenos Aires e do Brasil. Com problemas nos motores, o Berta 1 acabou não tendo o sucesso esperado e foi abandonado o sonho o F1 argentino. Isso não tira o mérito de Berta.
O motor Berta de F-1 (foto bertamotorsport.com.ar) |
A empresa de mesmo nome de seu fundador continuou prestando serviços de preparação e projetos especiais, e para nós o mais conhecido é o Maverick-Berta da Equipe Hollywood, um dos grandes carros de corrida que passaram pelas pistas brasileiras. Assim como o Maverick, o protótipo Berta-Hollywood de Divisão 4 também veio da parceria com o argentino e foi um dos principais carros de 1975.
Na foto abaixo, o Maverick-Berta na prova 500 Quilômetros de Interlagos de 1974. Hoje o Maverick-Berta repousa intacto no Museu do Automobilismo Brasileiro, em Passo Fundo, RS.
Largada da 500 km de Interlagos, 1974. Na direita o Maverick-Berta de Tite Catapani, o vencedor |
Berta-Hollywood Divisão 4, aqui pilotado por Maurício Chulam (foto obvio.ind.br) |
Berta também teve grande participação dos campeonatos de F-2 e F-3 da América do Sul, sendo um dos principais preparadores de motor e até fornecedor oficinal de motor da categoria. Atualmente focado no campeonato TC2000 em parceria com a Ford, preparando os Focus oficiais de corrida, Oreste ainda destaca-se.
Suas instalações fazem inveja a qualquer empresa do ramo no mundo. Sua fábrica de motores possui diversos centros de usinagem, ferramentaria, laboratórios com vários dinamômetro de chassi e de motor, pista particular de testes e até um túnel de vento em escala. Os equipamentos para ajuste e validação dos projetos é de primeiro mundo, com toda tecnologia disponível. O complexo ainda conta com um pequeno setor dedicado a restaurar carros antigos de competição, algo que faz muita falta por aqui.
Seus dois filhos agora tomam conta da empresa, mas o velho Oreste ainda está na ativa, colocando todo seu conhecimento em prática na preparação e ajuste dos pequenos detalhes que fazem seus motores estarem entre os melhores do mundo. Pude conhecê-los em Alta Gracia, são muito simpáticos e atenciosos, e falam com orgulho de seu legado no automobilismo sul-americano.
O Brasil deveria tomar como referência o avanço no mundo automobilístico que a Argentina alcançou, e também a importância de Berta na história local, e na nossa. Tivemos nossos momentos, como o Copersucar, mas morreu ali, assim como vem morrendo nosso automobilismo.
Para conhecer mais, visite o site da empresa, clicando aqui.
MB
Ah, nada como usar o poder de forca do estado para extorquir o dinheiro dos outros para sustentar meu hobby predileto!
ResponderExcluirMuito interessante ! eles preparam principalmente motores Ford ?
ResponderExcluirMuito bom o trabalho da empresa parecem ter atingido um alto grau de excelencia.
Interessante como tudo a que se refere ao esporte a motor e a automóvel é respeitado pelos Hermanos.
ResponderExcluirDepois que conheci algumas coisas por lá, comecei a achar que são mais entusiastas que nós.
Pena que só tiveram Fangio...
A gente tem que tirar o chapéu pra estes caras, mesmo.
ResponderExcluirÉ uma pena que o Brasil que bate recordes de vendas em todos os setores, deixa sua tradição e História( não apenas no automobilismo )definhar ao ponto em que chegamos hoje.
Ótimo matéria.
Augustine
ResponderExcluirPra ver o automobilismo brasileiro do jeito q. eu gostaria,era preciso que desaparecessem a preguiça,a incompetência,o egoismo e,principalmente,a picaretagem.V. foi direto ao ponto,mas é um pecado nosso tambem
abraço
excelente post , parabéns pelo levantamento e compartilhamento de informações!
ResponderExcluirConheço alguns preparadores argentinos q são mestres.
ResponderExcluirJá aki no Brasil...
Se não for AP, Fusca e Opala meu filho, tu tá ferrado!
Os caras pararam no tempo!
A bagaça é feia aqui, Pisca. Lembra dum maluco que arrancou o boxer dum Impreza pra socar um AP lá? Me falaram que até a copa courier usava AP! Aqui no Brasil, é AP toca desde bomba dagua a onibus espacial (se tivesse)!!!
ResponderExcluirAbraço
Lucas CRF
Lucas CRF
ResponderExcluirNem fala bixo...
Pediram a minha kbça na revista q eu trabalhava justamente pq eu socava o pau nos "mexânicos" de mentira q tem nesse país.
Aí os anunciantes não curtiam pq eu descia o kct nessas merdas de "lojas de performance" q não tem nem polia regulável p/ Fiat.
Preparação no Brasil parou na década de 70 meu caro....infelizmente!
Pisca,
ResponderExcluirO pior é que bitolaram tanto no ap quem nem do EA111 lembram. E olha que já está se tornando um motor ultrapassado. Digo isso pq rodei atrás de um comando um poquinho mais forte para o Golf que eu tinha e não achei.
E falando em preparação de motores, tem gente se aprimorando nos motores Fiat, em especial os Fiasa e os Sevel, e alguns nos Fivetech. Os argentinos tem boas receitas para os seus motores locais , no caso os Sevel, e os brasileiros só estão descobrindo isso agora!
ResponderExcluirInfelizmente certas peças para melhorar a performance do motor só são encontradas lá fora, e no caso dos Fiat (e até dos AP mesmo) adivinha quem tem mais variedade de peças para preparação? Sim, os argentinos !!!
Sobre Berta, eu tbm tiro o chapeu pra ele. Não só pra ele mas como todo o automobilismo argentino que dá de 10 no nosso, tenho que adimitir
Só espero que os tupiniquins comecem a "se coçar" e fazer algo mais profissional possível, não só visando lucros.
Abs
Kiko Molinari
También son argentinos los fabricantes de autos Alejandro de Tomaso(Pantera)y Horacio Pagani(Zonda). También somos autoentusiastas, saludos.
ResponderExcluirArgentinos são mais passionais e puros no que fazem. Nacionalismo lá não é só na copa do mundo, é o ano inteiro e de forma comedida - pois tendo fabricantes como os ítalo-argentinos Pagani e De Tomaso só pode deixar um argentino orgulhoso. Além do mais, eles entendem mais de automobilismo que os brasileiros, e fazem coisas mais decentes neste aspecto. Isso tudo sendo um país menor e com muito menos população.
ResponderExcluirTemos que comer muito arroz e feijão para chegar lá.
Eu sabia que Oreste Berta sempre foi um excelente preparador, mas foi total novidade saber que se aventurou até na construção de um motor de Fórmula 1.
ResponderExcluirPreparação de motores hoje em dia nesta terra brasilis, basicamente, se resume a espetar um turbocompressor no escape, fazer ajustes meia-boca no mapeamento da injeção e beleza! Ou então arrancar a injeção eletrônica de vez e instalar um par de carburadores no lugar... No sistema de suspensão e freios, basta "socar" o carro no chão, de preferência substituindo molas e amortecedores originais por um conjunto de suspensão a ar que o mané da esquina desenvolveu no capricho, usando rodas de 250" e pneus fita isolante com quase 1 metro de largura! E assim, voilá!, nasce mais um bólido!!!
CALMA PESSOAL, não vamos condenar aqueles que preparam o motor AP no Brasil....nos States o V8 é o mais trabalhado....questão de cultura deles. Por aqui tem muito trabalho em todos os tipos de motores, não comparem o trabalho feito pelo Berta com o dos brasileiros...nossa industria automobilistica é muito recente que a deles e não teve os "investimentos governamentais" do tempos do Peron. Calma, primeiro vão estudar a história e depois metam o pau nos brasileiros.
ResponderExcluirO artigo que lemos é apenas para mostrar o que o Berta fez no desenvolvimento de motores, que no final tb não deu em nada...é em proveito próprio.
Brasileiro acha que o AP e o melhor motor do mundo...Os preparadores então... mendigar para utilizar aditivos no radiador, comprar suspensão de grife, realizar manutenção periódica então...possuo um sevel 1500 weber tldz, muito feroz se souber utilizar, pois é feito para alto giro!!!obvio que sua durabilidade em mãos de "mendigos" é uma porcaria. foi projetado para performance, lubrificantes de alta qualidade, aditivos em boa dose para radiador, basta investir um pouco...Il vulcanico" (o vulcanico) , assim era conhecido Aurelio Lampredi criador dos sevel, fiasa...sem mais comentarios
Excluirvoce deve de ser RICO 'PODRE' ja prestou bem atençao em qual país estamos ??? .... acho que não néh , ja parou para pensar quanto custa um motor importado tipo vtech ou doch , e os impostos para o frete .. presta atenção palhaço . deixo vc comendo pó com meu ap'zin' turbo . 'sem mais comentarios'.
ExcluirAnônimo das 08h17
ResponderExcluirO V8 é o mais popular, principalmente o Chevy, mas lá se encontram peças e kits pra VW, Honda, Nissan, Mitsubishi...
Aqui, saiu do AP é um Deus nos acuda.
Não sabia que o Berta tinha feito motor de F1.
Esse setor para restauração de veiculos antigos de competição, acho que não existe não, já entrei em contato com eles a esse respeito e a resposta foi totalmente negativa a esse respeito
ResponderExcluirAnônimo das 10:12, pode ser que não fazem este serviço abertamente, a qualquer um, pois quando estive lá havia dois exemplares para recuperação do motor. Eram carros de museu.
ResponderExcluirAnônimo das 8h17
ResponderExcluirO pessoal está confundindo um pouco preparação de carro de rua com carro de corrida. O Berta foi muito importante para a Argentina pois contribuiu para o fortalecimento do automobilismo nacional, independente da qualidade dos motores que ele fazia.
Os motores deles são de primeira linha, mas de uso restrito a pista, muito pouco ou nada foi atribuido posteriormente a uso urbano.
Pô, ninguém mencionou o Muffatão (Berta), os primeiros exemplares produzidos pelo Muffato foram disputados a tapa...não, dinheiro antecipado ...e tinha de entrar na fila. Críticas ou elogios pelo empreendimento, deu injeção de ânimo nos campeonatos.
ResponderExcluirluiz borgmann
Cristiano "Kiko" Molinari
ResponderExcluirP/ vc ver como a "preparação" de motores aki no Brasil é ridícula.
Msm os caras q usam AP vão comprar kbçote Spices aonde?
Na Argentina meu caro!
Os carros aspirados q andam na ponta usando motores AP aki no Brasil usam kbçote + comandos + ITBs feitas lá.
Ker outro exemplo de atraso? A alguns anos atrás um argentino chamado Javier di Maio veio ao Brasil c/ uma Saveiro e DESTRUIU tds os bambambans daki...
Sabe pq? Ele usava parte de baixo de Golf + kbçote 20V! Coisa q até hj nenhum "mexânico" daki conseguiu fzr. Só sabem mexer em 8V e ALGUNS em 16V. Mais q isso é artigo extraterreno...rss.
Qnt a Fiats eu conheço alguns excelentes preparadores brasileiros:
Sevel - Fernando Kfouri da Racer Preparações de SP e Yuri Farias da Yuri Service de Floripa
5Tech - Mateus Bordin e Zé Staudt, ambos do Rio Grande do Sul
Se precisar eu tenho o contato de tds eles.
Blog do Eduardo
ResponderExcluirUm amigo meu ta montando um Fiat 147 c/ mecanica Bialbero de Tempra p/ andar na Dianteira Original.
Fez um orçamento c/ o tal do Carlini e o sujeito teve a audácia de pedir R$1,200,00 pelo par de comandos...
Indikei um cara frakinho na Argentina chamado Balestrini e o msm fez um par de comandos p/ R$500,00.
Cristiano "Kiko" Molinari
ResponderExcluirLembrei de outra coisa.
O Fernando da Racer fez um 147 c/ motor Sevel 1.4 p/ Fórmula Classic de SP.
Tirou 143 HP aspirados!
Coisa + linda o motorzinho c/ dupla Weber!
Road Runner
ResponderExcluirMas isso não é ser preparador!
É apenas um pendurador de turbina..
Preparador é akele q reduz o tamanho do gap da vela, q sabe atrasar ou adiantar a polia de um comando e etc.
Não existe coisa + fácil doq pendurar uma turbina e acertar a relação ar/combustível de um motor.
Ainda + c/ a tecnologia disponível p/ monitorar a mistura q existe hj em dia.
Anônimo
ResponderExcluirEstudar a história?
Q eu me lembre os preparadores brasileiros conseguiram tirar 100 CV de um motor 1,0 na década de 60!
O Elísio Casado fez um Escort CHT 1.6 aspirado c/ 160 HP na década de 80!
Estes sim eram preparadores de verdade.
O problema não é q não tenhamos história, o problema é q paramos no tempo.
Joel Gayeski
ResponderExcluirAki não tem peça nem p/ Chevette.
Um amigo tava montando um e ouviu a brilhante frase de um "mexãnico":
Põe um AP no lugar e pronto...
Joel...querer comparar o mercado americano com o brasileiro aí é demais !!!!!!
ResponderExcluirAnônimo
ResponderExcluirÉ...bom é saber q o PIB de SP é maior q o da Argentina e msm assim ter q ir comprar peças lá pq aki não existe.
Isso sim é uma comparação justa não é msm?
Cabeçudo das 14:48
ResponderExcluirvc não leu o que eu escreví..além de aprender história, vc vai ter que aprender primeiro a ler e entender o que está escrito. Veja que eu escreví falando bem da história dos preparadores no Brasil, inclua aí o Elísio tb ok!
Anônimo
ResponderExcluirVc só defendeu os "mexânicos" APzeros.
Provavelmente deve ser mais um pendurador de turbina tbm...rss.
um detalhe é que o Torino só não ganhou em Nurburgring porque o escape quebrou e era soldado, não encaixado...levou horas pra trocar...na equipe de Fangio e berta...o regulamento exigia escape limitado...está no livroi do Carlos Figueras...foi uma zona La MISIÓN ARGENTINA...
ResponderExcluirSaludos
m
Pra quem gosta de carro, a Agentina é melhor que o Brasil.
ResponderExcluir@Pisca: e eu achando que eram os pistôes IAPEL que vinham de lá... o.o*
ResponderExcluirSobre a Saveiro do Javier Di Maio, não é uma "quadrada" com tração integral da Audi? Se for ai tenho que concordar que os argentinos são fodas mesmo. Lembro de uma vermelha que se preparava para correr uma etapa no Velopark, mas o carro era tão forte que as pontas de eixo ficaram destruidas, e olha que o cara tinha trazido peças reservas e acabou com elas mesmo assim !!!
Outro exemplo de avanço nas preparaçõesé a utilização de trãção itegral em alguns modelos, como a Saveiro azul já citada. Abaixo vai o vídeo de um Uno com tração integral (que disem ser do Audi S3) com motor Sevel 1.6 aspirado mandando ver nas "picadas" noturnas em algum lugar da Argentina:
http://www.youtube.com/watch?v=MOELWoFgs3U&feature=related
Abraços
Kiko Molinari
Pisca, existem sim excelentes preparadores aqui no Brasil. A Argentina possui na arrancada uma bela amostra do quanto fortes eles são nisso, mas não que aqui sejamos uns fracos! Valorize a prata da casa e vamos torcer para que ela se aperfeiçoe.
ResponderExcluirUm post muito interessante!
GiovanniF
GiovanniF
ResponderExcluirNão é kestão de não valorizar meu kerido.
O problema é a preguiça e burrice da maioria msm.
Vá num preparador de renome, desses q vivem aparecendo em revista e peça ao msm p/ fzr uma preparação aspro num Peugeot 307 2.0 16V.
Sabe oq ele vai fzr? Ou vai recomendar um Kit Turbo, afinal de contas é + fácil pendurar um caracol ou então vai passar o serviço p/ frente.
Ou então vá numa grande loja de performance e pergunte se eles tem comando de válvulas p/ motor Fiat Fire.
Daí vc vai compreender o pq da minha opinião.
Cristiano "Kiko" Molinari
ResponderExcluirForam as 2 msm q destruíram td mundo aki no Brasil.
A Azul 4x4 venceu em Curitiba e a Vermelha q era Dianteira bateu o Record brasileiro no Velopark.
C/ relação aos Unos aspirados, vale lembrar q viram 12 duro usando kbçote 8V, enquanto q aki no Brasil viram 11,7 usando VW 16V.
Comparando carros q usam motores aspirados, pneus Drag e s/ alívio de peso.