google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Foto:germanoribeiro.wordpress.com


Como digo sempre, viajando é que se vê soluções de trânsito bem simples, facilmente aplicáveis aqui. Foi o que vi em Portugal na semana passada.

A primeira é representada por um sinal luminoso (o da foto é meramente ilustrativo). A idéia é a seguinte. Você vem por uma via onde o limite é, digamos, 60 km/h.  Mas você vem acima disso, mesmo que por pouco. O que acontece? Nada de multa, não "senhoire": o sinal adiante fecha e você tem que parar.  Se não parar, vem a multa pelo correio, como em qualquer avanço de sinal.

Assim que você pára, o sinal muda para verde. Ou seja, não adianta tentar ir mais rápido, porque os sinais adiante vão fechar sempre. O jeito é seguir dentro do limite. Bastante simples, não? Um sinal moderador.

A segunda idéia é mais simples ainda. Nos estacionamentos tipo shopping, cada vaga tem uma luzinha dependurada do teto com uma lâmpada verde e outra vermelha. Você não precisa ficar rodando excessivamente devagar procurando uma vaga, vai direto onde numa a luz está verde. Bem simples também, não achou? Não vi como é o detalhe do interrutptor, mas imagino que seja no solo. As rodas de um eixo passaram em cima, luz vermelha; passou de novo, ao sair, verde. Perfeito!

Alguém me disse que no Shopping Iguatemi, em São Paulo, jã existe esse sistema. Se for fato, ótimo!

O que não faz uma cabeça que pensa...

BS


Moro ao lado de um estacionamento onde "dormem" automóveis de todos os tipos: veículos de passeio de uso diário, utilitários da vizinhança (caminhõezinhos, carros de entrega, vans escolares etc.) e alguns carros antigos. Nada do outro mundo: um Passat 1983, Fuscas tratados a pão de ló, um Fiat 147 e uns dois Jeeps bem-cuidados. Mas o que me levou a escrever este post foi um Dodginho.

Da janela do meu escritório, tal qual uma velha fofoqueira, passei a reparar que, semana sim semana não, dois rapazes chegam a bordo de um Dodge Dart com um cabo de chupeta, plugam a bateria do Dart na do Dodginho e fazem o motorzinho de 4 cilindros funcionar por uns 15 ou 20 minutos. Ficam com o rádio ligado, batendo papo, conversando amenidades. Depois que o motor do Dodginho esquenta, desligam, entram no Dart e vão embora. O Dodginho pode até ter saído para rodar alguma vez, mas eu mesmo nunca vi.



Se por um lado estou trabalhando feito um camelo, apesar dos camelos não reclamarem, decidi que a preguiça não vai me impedir de aproveitar algumas oportunidades para eu fazer o que mais gosto: pegar um carro (de preferência bacana) e sair em viagem meio sem destino, descobrindo o mundo, carregando minha câmera. Idealmente sozinho, mas se a companhia estiver disposta a não me atrapalhar ou tiver predisposição acrescentar algo nessa experiência, também é bem-vinda — o primo AK é um exemplo de parceiro bom pra isso, estar com ele é sempre uma troca. Se for para reclamar ou não entrar em sintonia completa, prefiro que se manque. 

Acabei de pensar que meu prazer estaria uma combinação de entusiasta com fotógrafo da National Geographic. Um bom plano B para minha aposentadoria. 

Então, caiu no meu colo uma viagem para Los Angeles, dois dias e meio com programação intensa e sem tempo para nada além de fazer reuniões e relatórios. Isso vindo de duas semanas insanas e sem tempo para sonhar ou preparar essa viagem com mais calma. 



Todo mundo, pelo menos uma vez, já se viu pego de surpresa na hora de experimentar comidas diferentes. É comum, às vezes inventamos de colocar algum ingrediente na comida que não costumamos usar para "ver se fica bom".

Pratos com nomes impronunciáveis em restaurantes metidos a besta são campeões nisso. Arroz com massa e abacaxi, frutos do mar com feijão e beringela. São coisas que não combinam, não tem cara de que vai dar certo, pois são componentes muito sem relação.

O BMW 130i, por sua vez, é uma mistura de diversas características, mas que o resultado não poderia dar errado.