MERCEDES SL66 AMG – ÚNICO, QUANDO TODOS OS AMG ERAM ESPECIAIS



Este post, uma adaptação, foi escrito para aqueles autoentusiastas que curtem cheiro de gasolina por queimar, hidrocarboneto puro, e pouco se importam com seu impacto na atmosfera. Pelo contrário, sempre que gases de escapamento lhes ardem os olhos, sua reação imediata é um sorrisinho no canto da boca. Portanto, amigos do verde, automóveis elétricos e emissões zero, não me levem a mal, recomendo não seguir adiante.

A segunda parte da vida deste Mercedes-Benz AMG começou num domingo típico de uma família americana, em Chicago, EUA, a mãe gritando com os meninos por estarem atrasados para o jogo de futebol do time da escola, coisa de vinte minutos, o suficiente para deixar o técnico deles furioso e não aceitar o atraso, começando a partida com dois jogadores importantes a menos

Mercedes-Bens SL66 AMG: primeiro e único
Frustrado pelo insucesso matutino e temendo a cara e broncas de reprovação da esposa por ele, pai, ter sido parcialmente responsável em não levá-los a tempo, dirigiu no caminho de volta para casa mais devagar que o normal, pensando no que dizer para amenizar a situação.

Enquanto seguia olhando para os lados, avistou um belo exemplar de Mercedes conversível preto na vitrine de usados de um concessionário da marca. Chamou-lhe a atenção o fato do carro ser bem mais antigo que os típicos seminovos que habitam essas vitrines. Era muito mais baixo também. Parou para ver.

Os detalhes iam se somando e lhe confundindo a cabeça. Um Mercedes preto e sem cromados externos, ano 1987, enormes rodas de 19 polegadas, incomuns para um carro desse ano, pneus de perfil ultrabaixo, defletor dianteiro, saias e apliques laterais, enfim, ao mesmo tempo em que a combinação desses itens parecia ser de extremo bom gosto, nada lhe dizia serem originais de fábrica. Pelo contrário, um tuning sofisticado, mas bem antes de ele se tornar moda, como se o bólido tivesse saído do set de filmagem de "Velozes e Furiosos", dois anos antes de começarem a rodar o primeiro filme da série, coisa de maluco... Mais de maluco ainda porque o carro já tinha 12 anos de vida pouco rodados e muito bem cuidados.

Mercedes SL de mesma época, conversível mundano
O tempo "de jogo dos meninos" ia passando, faltava chegar em casa e enfrentar a fera e o vendedor lhe mostra o manual do proprietário do carro. Ficha técnica de carro alemão? Parece mais uma enciclopédia, cheia de detalhes de dar água na boca.

Os filhos se divertiam pacientemente olhando os outros Mercedes da loja, os novos, não entendiam por que seu pai se fixara naquele velho exemplar. Nada dizia que o carro já tinha 12 anos, o teto de vinil cheirava a novo, havia também um hardtop, que é uma capota rígida, nenhum risco nem marca em sua pintura, interior em couro cor caramelo, novíssimo, irretocável, tudo em perfeito funcionamento. As informações verbais do vendedor não paravam. 

Bem antes que os meninos se cansassem de esperar, o Sr. Hofmann fechou o negócio, aquele Mercedes SL66 AMG iria para a garagem deles. As próximas horas lhes reservavam momentos de tensão: como explicar à esposa que, em vez de os dois talentosos Hofmanns haverem triunfado no jogo de futebol da escola, eles não somente sequer entraram em campo, mas também o pai trouxe, orgulhoso, um Mercedes de 12 anos, rebaixado, com barulho estranho no escapamento e raríssimo?

Os filhos foram incumbidos de levar o hardtop à garagem, sem fazer barulho nem falar nada, e guardá-lo num canto que a mãe deles não se atrevesse a visitar, enquanto o pai tentaria explicar à esposa o que acontecera. Mas sabemos que várias premissas erradas levam ao fracasso. Enquanto o Sr. Hoffmann se dirigia à porta de entrada, a mãe correu em direção aos garotos, perguntando ansiosa como havia sido o jogo e os viu carregando aquela estranha peça preta. Perguntou o que era aquilo e ouviu sonoro e em estéreo “é um hardtop de Mercedes, mamãe, nunca viu?”. Bem, nem todos da família Hofmann deram suas melhores boas vindas ao conversível preto...

SL66 AMG,  o embleminha da motorização também cor preto imperceptível
Publicamos algumas linhas sobre a AMG aqui faz um tempo, há farta informação sobre essa empresa na internet, mas talvez o que poucos conheçam é como os primeiros AMG foram para os Estados Unidos.

Pelo mercado negro, é isso! Dizem as lendas que pelo Canadá. A chegada oficial deu-se em 1993, através de um modelo Classe C modificado para C36 AMG, mas este SL preto fora para lá seis anos antes. Os  órgãos EPA (agência de proteção ambiental) e CARB (diretoria de recursos do ar da Califórnia) já ensaiavam restringir emissões gasosas dos veículos, as primeiras leis que estipulavam parâmetros mais rígidos aos gases de escapamento vieram para valer respectivamente em 1990 e 1991, ao menos três anos depois que este AMG entrou em terras americanas. 

Isso nos leva a crer que os alemães se puseram a mexer no motor com total liberdade, sem amarras, abusaram das suas criações. Pegaram um bloco de ferro fundido V-8 de 5,6 litros e aumentaram o diâmetro dos cilindros para chegar a 6,6 litros. A turma da combustão se divertiu, os injetores, tão cuidadosamente perfurados através de sofisticados processos de eletroerosão, com precisão de décimo de milésimo de milímetro na Bosch, receberam a visita intrusa de brocas finíssimas, ampliando os furos originais, o termo mais apropriado depois dessa transformação seria chamá-los "cuspidores". Se o pessoal da EPA e do CARB se atrevessem a testar as emissões desse motor no dinamômetro, seus olhos arderiam, sairiam tossindo da sala, quando não os caríssimos equipamentos de leitura entupiriam. Perfeito para um bólido do mal, feito para assustar donos de Ferrari e Porsche, este SL66 AMG teria de conviver longos anos no ostracismo. Mas estava completamente legal quando foi parar no concessionário Mercedes, à espera de seu segundo dono.

Nada de cromados – antecipando o "Black Series" de algumas décadas depois
Na década de 1980, a crise do petróleo arrefecera, mas deixara rastros que perduravam mais que a lógica e bom senso permitem. Nos EUA, os políticos se esmeraram em seguir adiante com a Lei do Ar Limpo e tornaram efetivas novas leis que restringiam o consumo de combustível dos veículos. Infelizmente o fizeram da pior forma possível e toda a indústria se adequou a estes tempos. 

Os 200 cv, potência mundana, presente em quase todo carro da família de classe média, passaram ao segmento topo, viraram exceção, seus donos vistos como malfeitores. Para se ter uma idéia, o ícone do carro esporte americano, o Corvette, cujas versões mais potentes da 2ª geração ultrapassavam os 400 cv antes da brincadeira de mau gosto dos donos da Opep, na 3ª desenvolviam parcos 223 cv, quase a metade.

A partir de 1985, os fabricantes se decidiram por ousar mais e enfrentar os políticos e as leis restritivas do prazer automobilístico e em 1987 a Chevrolet lançou uma versão especial do Corvette, já da geração 4, alusivo ao pace-car da Fórmula Indy, motor 350 pol³, bloco pequeno, dois turbos e 348 cv. Meses depois tornou-se versão especial de fábrica, mas podia ser considerado de produção normal. Só que este Mercedes SL AMG preto, V-8 6,6-L Kompressor tem perto de 500 cv...mais potente que o mítico Ferrari F40 de 478 cv lançado no mesmo ano. É fácil entender o que este Mercedes representava na época.

Tendo entrado pelo mercado negro, os importadores se esqueceram de colocar os pára-choques anti-danos em pequenas colisões, anomalia estética que os políticos se encarregaram de criar. os carros daquela década não podiam rachar lanternas ou faróis, em colisões até 8 km/h. Os fabricantes, claro, embutiram as lanternas e superfícies iluminadoras e criaram saliências berrantes nas dianteiras dos automóveis. Este Mercedes nem tomou conhecimento, foi com os seus pára-choques europeus mesmo.

Um típico SL vendido nos EUA na época, repare o pára-choque dianteiro e  os faróis
O relacionamento da AMG com a Mercedes foi ganhando novos capítulos. Primeiro cooperação, em 1998 a Daimler-Benz adquire parcela majoritária nas ações da AMG, em seguida totaliza a aquisição para 100% de suas ações. Por um lado, os carros "tunados" passaram a receber mesmo tratamento técnico oficial da marca Mercedes, nada mau. Depois, garantia original, acesso igualitário aos concessionários, melhor ainda. 

Mas o que era exclusivo, único e diferenciado, deixou de ser, era o preço. O primeiro modelo "cooperado", um C36 AMG, teve produção de 1.000 unidades em três anos, média de um carro por dia, transformado nas antigas oficinas de Affartelbach, com pouco mais de 300 funcionários. Este conversível preto, SL66 AMG é de pouco antes, carros dessa época eram feitos com esmero, perfeição, obras de arte construídos por artesãos. Os veículos eram completamente desmontados assim que chegavam da fábrica e extensamente modificados. Sendo uma empresa de desempenho, as mudanças se concentravam no trem de força, freios e suspensões. O cliente ditava o jeito que queria seu veículo, adicionavam-lhe detalhes de personalização, cada exemplar era exclusivíssimo. Este AMG parece ser único, não se tem registros de que houve outro motor 6,6-L. Seu compressor era comum a seus irmãos; o motor, não.

A AMG de hoje produz cerca de 25 mil veículos especiais e exclusivos por ano, média de 100 por dia (são 250 dias úteis no ano). Dá para chamar algum deles de único? Ou exclusivo? Outros tempos.

Rodas AMG Aero cromadas: cupê AMG de 1988
As rodas "aero" cromadas eram igualmente exclusivas, o único cromado externo deste conversível preto. As mudanças na suspensão faziam as costas do dono reclamar de cada emenda de piso, o pneu de perfil ultrabaixo denunciava seu uso e o limitava também. Uma pedra sobre rodas sem borracha. O preço deste carro, mais de duas vezes maior que o topo de linha Classe S, 300 mil marcos alemães, quase 180 mil dólares da época.

Rebaixado, rodões cromados, nem parecia "de fábrica"
Há 27 anos, 500 cv e 65 m·kgf de torque era o mais potente que o dinheiro poderia comprar para rasgar o asfalto. Não havia controle de estabilidade e de tração, os ABS eram de primeira geração. Uma plaqueta no carro aconselhava a usar o carro só no verão, até no molhado devia evitado. A aceleração 0-100 km/h era feita em 3,2 s, não havia nada mais rápido. 

Nosso amigo MAO costuma definir um bólido do mal, quando este, ao trafegar pelas ruas calmas de uma cidade, faz as criancinhas chorarem e flores murcharem. Abusando de sua metáfora, caso o MAO conhecesse este Mercedes diria que ele também faz o céu escurecer, provoca eclipses solares, daí não ter cromado externo nenhum, exceto as rodas Aero, para absorver todo e qualquer ponto de luz. Talvez o último carro de desempenho puro antes das leis de restrição de emissões começarem a valer.

A Sra. Hofmann, ainda que tardiamente, bem que tentou dar suas boas vindas à nova aquisição, dirigiu-a algumas vezes, queixou-se de dores nas costas e nunca mais o tocou, melhor assim. O verdadeiro autoentusiasta desconhece limites e barreiras que se ponham à sua frente.

Meses curtindo seu SL AMG, o Sr. Hofmann foi chamado de volta à Alemanha. Prontamente aceitou o convite, mal sabia ele o quanto de esforço e dinheiro iria lhe custar levar o Mercedes de 12 anos e pouco para sua nova casa.

O processo tomou cerca de um ano, funcionários burocráticos inventavam um sem-número de restrições, mas seu brinquedo acabou chegando a Munique. Deixá-lo nos EUA? Nunca houve essa possibilidade.

As Autobahnen mostraram-se o terreno ideal para trafegar com este bólido: sua velocidade máxima ultrapassa 300 km/h.

A mascote com seus "doggles" exclusivos para cão autoentusiasta
Na nova vida, a Cara Mia, novo mascote da família, também autoentusiasta, pediu licença para acompanhar o Sr. Michael. Não se sabe se o vento ou os ardidos gases de escapamento lhe forçaram a buscar nova solução, mas os chamados "doggles" (dog + goggles) lhe caíram perfeitamente bem. Úteis também para em caso de eclipses.

MAS

Referências:
World car fans.com - 40 anos de AMG, de start-up a global business
AMGmarket.com - a história da marca AMG da Mercedes-Benz
Um AMG especial - coupe 1988
Wikipedia

27 comentários :

  1. Que coisa incrível deveria ser poder esnobar em potência uma novíssima Ferrari F40 de então. Fico imaginando que automóvel, hoje, teria cacife para fazer qualquer coisa parecida frente ao novo benchmark de potência: O Bugatti Veyron, e ainda assim ser um carro de certa docilidade a ponto de ser usado nas ruas sem problemas.
    É um privilêgio astronômico que foi dado a este Sr., de estar na hora certa e no lugar certo para adquirir algo assim tão absurdamente exclusivo em uma mera e despretensiosa visita à uma concessionária.
    Era mesmo outros tempos.

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    1. Não havia nada em 1987 legalizado para as ruas com 500 cv ã época, ou seja, esse carro é ainda mais exclusivo que um Bugatti hoje.

      Imaginem esses pneus e essas rodas naquela época. Coisa alienígena.

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    2. Koenigsegg Agera mandou um abraço ;)

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  2. Carlos Bragatto03/06/13 12:31

    ABSOLUTAMENTE DESCARALHISTICAMENTE FANTASTICO !!!!

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    1. Corsário Viajante04/06/13 14:25

      Nada mais a dizer!

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  3. Ernesto Jr03/06/13 12:57

    História boa demais tem que ter bucha no final .

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  4. Que bom que essa Mercedes pôde voltar ao seu habitat natural, que são as Autobahnen.
    Que inveja, Sr. Hofmann!

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  5. Que texto, MAS !!!
    O primeiro parágrafo, sozinho, já vale a leitura....rsss
    Valeu !

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  6. Strassen,
    que coisa demais de legal esse carro único. Sonho de colecionadores de alto padrão de exigência.
    Bela estória, gostei mesmo.
    Se conseguir mais fotos do carro, coloque em um post adicional.

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  7. Que história, hein Strassen? Os ecochatos devem estar tomados de urticárias, dando faniquitos e roendo as unhas francesinhas feitas nas sexta! Serviu também para mostrar que a chatisse feminina, às vezes, tem utilidade para algo que não arrumar-lhes um enfeite de cabeças..Mundo cruel. Os manuais destes carros especiais ( ou quase) novos, amplamente detalhados, poderiam ser acompanhados, sub-repticiamente, à sorrelfa, de outro que mostrasse como desfazer toda a porcariada pró-chatos neles instalados e de quebra o que colocar no lugar, disfarçadamente vendidos em uma loja de preparação sem vínculo oficial com a marca!!! Heheheh, a gente ia matar a raça ruim de raiva! Carro do mal é tudo de bom! Abs!

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  8. Interessante. Aliás, interessantíssimo.
    "Nada a ver" essa história de poluentes acima do permitido. Quantos quilômetros um carro desses anda por ano? Talvez menos que um furgão de carga rode por semana.
    Essa história dos para-choques salientes lembra-me uma Fox Station Wagon (leia-se Parati exportação) que antigamente rodava aqui no bairro onde moro, com os famosos para-choques, lanternas laterais na cor laranja, velocímetro em milhas, faróis retangulares "sealed beam" e, logo após o banco traseiro, uma barra metálica para ancoragem do cinto de três pontos (pelo menos tinha algo de bom).

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  9. O mundo sem frescuras, bacana !

    Esse sim, merece a assinatura do engenheiro que construiu o motor. (não que os atuais não sejam bons)

    A esposa dele pode reclamar, mas isso é quase uma garantia que o marido não terá amante. =D

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  10. Lorenzo Frigerio03/06/13 18:13

    "There is no replacement for DISPLACEMENT". O resto é papo furado.

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    1. Isso foi verdade até algumas décadas atras
      Fora que essa era uma pratica preguicosa bem yankee aliada a lei do mínimo esforço !
      Grandes marcas européias nunca usaram essa lei
      A tecnologia ta ai para levar por terra essa pratica que foi esquecida mesmo mos EUA
      Pense fora da caixa . Viva o novo!

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    2. Na verdade continua sendo verdade, mas não por questão de desempenho, e sim de durabilidade.
      Ou há algum carro europeu que roda 1 milhão de km sem retífica? Os bons V8 americanos rodam. Rodam porque são superdimensionados, isto é, não há interesse nessa busca desenfreada por "cv/l". "cv/l" alto implica em motor de alta rotação ou superalimentado. Ambos possuem, de uma forma ou de outra, prejuízos à durabilidade.
      Europeus e japoneses não se importam muito com isso porque os países em questão são pequenos, e portanto não se roda muito por ano.
      Os USA constituem um país muito grande, e por isto eles rodam muito. Logo os carros têm a obrigação de durar muito mais. Daí motor pequeno passa a ser direcionado a carros mais baratos.
      Além disso, a enorme discrepância de preços de combustíveis estimula os europeus e japoneses a rodarem muito menos que os americanos, daí novamente a questão da durabilidade dos motores perde importância.

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    3. Lorenzo Frigerio04/06/13 12:23

      Anônimo, ainda é verdade. "Downsizing" é para pobre e países de terceiro mundo. "Grandes marcas européias" não usavam essa lei, mas aprenderam com os americanos. Turbinho não é coisa para carro de luxo, a não ser que ele já tenha uma boa cilindrada.

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  11. Excelente texto! Dá até uma "inveja sadia" do cara, por ter uma sorte dessas! Comprar um Mercedes AMG único e provavelmente por um preço de MB comum. São carros como esse que ainda me fazem sonhar como na época da minha adolescência. Cada vez que leio os textos entusiasmadíssimos do AE sobre os "sisudos" Bens de outrora, vejo o quanto de especial cada veículo da empresa da estrela de três pontas possui, mudando inclusive a minha opinião sobre os mesmos.

    Daniel Libardi

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  12. Belíssimo carro e texto magistralmente escrito à altura. Mais de 500 cv nos anos 80 eram um verdadeiro assombro! 0-100 km/h em 3,2 segundos então, coisa de carro de competição, mas daqueles bem brabos!!!

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  13. Murilo Figueiredo03/06/13 20:22

    O MAO deve chorar vendo uma coisa dessa.

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    1. Murilo,

      E eu também!
      Rsrs
      Abs

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    2. Eu também e não é pela tal gasolina sem queimar.

      É de chorar mesmo!

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  14. Lorenzo Frigerio04/06/13 12:32

    Essas rodas cairiam bem no meu Santana GLS 1990, se houvesse em até aro 15. Elas se parecem com as originais de liga aro 13 do carro.

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    1. O famoso Santana de vileiro.

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    2. Vai pintar o capô de preto fosco ou colocar aqueles adesivos cheios de emblemas num paralama...

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  15. Rafael Ribeiro04/06/13 12:40

    Ainda existe algum veículo que publique textos "autoentusiásticos" como esse no Brasil? É por isso que confiro o blog diariamente...

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  16. Rafael,
    Deve haver, a blogosfera é muito grande. É questão de procurar.

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  17. Excelente texto Strassen.
    Essas publicações conseguem me fazer sorrir...
    Um abraço.

    PS.: Políticos são um mal em qualquer lugar do mundo.

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