QUARENTÕES QUE SUPERAM DESAFIOS


Fotos: Lucas Vane, Portuga Tavares e arquivo pessoal
Uma reunião com Dodges 1800 e Polara é uma coisa rara de ser vista

O Dodginho fez quarenta anos no último dia 2 de abril. Reunir esses carros para um evento já seria um desafio e tanto, colocar no mesmo local alguns dos maiores colecionadores e apaixonados pelos 1800 e Polara também exigiria esforços. O colecionador e apaixonado pelo “pequeno notável”, Gustavo Cabett, idealizou o evento que contou com a colaboração de João Fusco e Daniel Giglio, uma dupla que também tem paixão pelo compacto nacional da Chrysler. O trio fez mais do que reunir outros admiradores do modelo, juntou essa galera para andar no sábado retrasado, 6 de abril.

Felizes proprietários dos "Doginhos" reunidos para o passeio

Às 9h00 da manhã, dezesseis Dodges 1800 e Polara reuniram-se em um posto à beira da Rodovia Presidente Dutra, em Taubaté. O local é estratégico, além de ser a cidade onde mora a dupla de organizadores, também é relativamente no meio do caminho entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Além disso, a região do Vale do Paraíba tem diversas belezas naturais e belos caminhos. A programação de sábado tinha como destino a cidade de Campos do Jordão.

Dezesseis Dodges 1800 e Polara reunidos na manhã de sábado, em Taubaté

José Maurício da Justa, mais conhecido como Lico, um grande entusiasta dos Dodges 1800 e Polara, estava com um dos seus 12 modelos. Levou o primogênito, um Dodge 1800 1973 equipado com teto de vinil e todos os itens originais do modelo, entre eles o porta-luvas com tampa e os porta-objetos das portas. Mostrava sua beleza estacionado junto aos outros modelos do evento, mas seu dono já ficava na esperança de ligar rapidamente o motor do seu carro e colocar para andar a máquina que trouxe rodando do Rio de Janeiro, só para o evento.

Dodge 1800 1973,  o automóvel mais antigo presente no evento.

Mas, por que subir direto se todos poderiam desfrutar dos seus automóveis passeando pelas cidades pitorescas da região? Então o primeiro passo era chegar à cidade de Santo Antônio do Pinhal. O evento foi aberto a outros modelos também, então se juntaram aos “Jorginhos”, como carinhosos também são chamados os populares nacionais da Chrysler.

Os pequenos Dodges nacionais subindo a serra

Fui com meu Corcel II GT 1979, a primeira viagem minha com o carro recém-adquirido, me acompanhando o grande conhecedor de automóveis antigos e amigo, Lucas Vane. Já que ele não estava com pique de dirigir, ficou com incumbência de registrar o evento com minha máquina fotográfica. Também nos acompanhou Derec de Almeida Jorgetti, presidente do Galaxie Clube do Brasil em seu Galaxie 500 1975, ostentando o branco Nevasca.


Meu Corcel II GT 1979, comigo ao volante e o amigo Lucas Vane registrando o evento
Ford Galaxie 1975 levado por Derec Jorgetti, presidente do Galaxie Clube do Brasil

Nossa surpresa foi grande ao notar que estavam à espera uma Moto Guzzi, motor V-2, e um Mustang 1995 conversível. No mais, todos os outros participantes eram os “Dodginhos”. Juntar aquele número do pequeno modelo já era uma visão admirável, ouvir seus motores ardidos ronronando em direção à Dutra, mais ainda.

Mustang conversível 1995, o veículo mais novo que participou do passeio
Moto Guzzi com seu motor V-2 longitudinal, o ângulo do "V" é grande, 90°

A primeira etapa, da partida até Santo Antônio do Pinhal, foi vencida com facilidade, assim dá para notar o quanto foi guerreiro o pequeno Dodge nacional lançado em 1973 e como o projeto finalizado às pressas pela Chrysler exigiu que o carro precisasse passar por uma reengenharia que me permite a observação de que pouco restou do modelo que originou o projeto, o Hillman Avenger inglês.

Para começar, o pessoal da Chrysler necessitou modificar a mecânica, o motor 1500 (86,1 x 64,3 mm, 1.498 cm³) teria um rendimento muito ruim devido à nossa gasolina de baixa octanagem dos anos 1970 (atualmente de octanagem mundial). Sendo assim, o motor teve sua cilindrada aumentada para 1800 (86,1 x 77,2 mm, 1.799 cm³) – daí o nome do modelo.

Hillman Avenger 1973, o carro que originou o nosso Dodge 1800

Outro item nacional que não era nada bom, tanto nos anos 1970 quanto hoje: as condições do piso. Graças à nossa tradicional mania de ter asfaltos que colecionam buracos e crateras, a suspensão do Avenger necessitou ser retrabalhada para transformar um modelo acostumado em passear em tapetes ingleses em um automóvel capaz de transpor desafios.

Foto da Chrysler, lançamento do Dodge 1800, em 1973

Para completar a reestruturação do modelo, adaptar um veículo quatro-portas em uma carroceria que era mania de brasileiro, só comprar veículos duas portas. Pronto, juntando tudo isso, conseguimos entender que a Dodge foi obrigada a construir um carro em meses para concorrer contra fabricantes que há anos programavam o lançamento de outros modelos que vinham de condições muito mais semelhantes às nossas e com tempos de projeto e conhecimento das “manias tupiniquins”.

Ao chegar no mercado para concorrer com a nova geração do Fusca e dos novíssimos modelos Brasília, Chevette e Maverick, e no seguinte o Passat, o Dodge 1800 não teve condições, suas adaptações ainda precisavam de melhorias e o carro caiu na boca do povo ganhando má fama.

Hillman Avenger GT, até a versão esportiva tinha a carroceria quatro-portas

Ao ver tantos Doginhos reunidos na antiga estação de trem de 1924, de origem inglesa, que hoje abriga uma aconchegante lanchonete à beira dos trilhos, assim como os carros do passeio, observo que o tempo só fez bem aos pequenos Dodge. Se em outros tempos eram mal tratados sem direito à defesa ante a onda dos que só gostavam de Fusca, hoje são admirados por todos e a grande maioria da população já esqueceu essa fase. Era só ouvir os comentários da população à respeito da beleza e graça dos pequenos britânicos nacionais.

Dodginhos cortando às pequenas estradas locais

Era hora de voltar à estrada. Fiquei atrás do Dodge Polara 1981 GL automático que já foi meu, noto que o carrinho tem sido bem tratado pelo amigo Geraldo Lima, um grande conhecedor de mecânica. Quando restaurei o carrinho fiz o melhor que pude, ele tinha apenas 14 mil quilômetros, mas passou mais duas décadas “dormindo” ao relento.

Dodge Polara GL 1981 automático,  foi meu e hoje é do amigo Geraldo Lima

Fiz tudo no Polarinha, que me agradeceu sendo o automóvel pequeno mais esperto, rápido e divertido que tive. Seu câmbio automático de quatro marchas – o primeiro nacional nessa configuração, lançado em 1979 – mostrava-se valente e econômico, o carburador SU nunca me deixou na mão e sempre se mostrou muito versátil, sua única exigência era conhecer o funcionamento. Uma vez resolvido isso ele colaborava com total e pleno funcionamento, o eu me faz refletir de que a mania de mecânico não querer saber e aprender é algo que existe, desde os anos 1970 pelo menos, quando muitos trocavam os SU por carburadores Solex, que só eram melhores para quem fazia a manutenção e não queria absorver outras tecnologias.

Carburador SU, com venturi variável, excelente de se usar, basta conhecê-lo

Um dos heróis dos Doginhos, com certeza, foi o grande piloto e conhecedor de mecânica Mário César de Camargo Filho, mais conhecido por Marinho, que em meados dos anos 1970 promoveu tantas melhorias em um 1800 que elas acabaram sendo adotadas pela Chrysler, o que levou a fabricante rebatizar o seu pequeno modelo como Polara, mas é fato que foi tardio e o automóvel nunca chegou a ser exatamente um sucesso de vendas, público e critica.

Propaganda de 1976, mostrando que agora o Dodge 1800 ganha diversas melhorias e o nome Polara

Se o automóvel não conquistou mercado, agora quatro décadas depois ele conquista a serra para chegar a Campos do Jordão, mas para que ir para o caminho mais curto? Então, antes uma parada no Rancho Budega, uma loja de produtos artesanais, sendo os carros-chefes a cachaça e o salame. Tudo bem, não íamos beber, pois ainda havia caminho pela frente, mas valeu para conhecer um pouco daqueles pequenos paraísos na Terra, aqueles que dão vontade de estacionar e passar o final de semana observando à calmaria e tranqüilidade em meio a antigos tonéis e muitas ferramentas antigas que agora servem para decoração.

Nesse momento, um Dodge Dart Cupê 1978 fez questão de se juntar ao grupo dominado pelos “irmãos” menores.

Dart Cupê 1978, um "Dodjão" participando do passeio
Pequenos Dodges reunidos no pátio do Rancho Budega

Já era hora do almoço e a maioria estava com fome. Seguimos rumo à próxima parada, em São Bento do Sapucaí. A pequena cidade que ficou tomada pelo nosso comboio. Neste momento, o assunto era só um, “Dodginhos”. Com nossos "tanques" abastecidos pela comida caseira, era hora de contornar a Pedra do Baú e chegar a Campos do Jordão. Mal sabíamos, mas o desafio viria agora.

Na foto estou com os jornalistas Ian Veneziano, Jose Rezende Mahar e  Gustavo Cabett, idealizador do passeio
Automóveis do evento tomando a cidade de São Bento de Sapucaí, SP

O caminho que contorna a serra de Campos do Jordão é estreito e íngreme, eu estava atrás de três carros, liderando o belo Dodge 1800 prata com interior vermelho do Gustavo, carro impecável, que a todo momento mostrava o caminho ao grupo e imprimia o ritmo, que sempre foi cumprido por todos.

A combinação do prata com o vermelho, ambos impecáveis, torna o carro do Gustavo um automóvel admirável

Era seguido bem de perto pelo Polara branco do Rodrigo Copelo, veículo equipado com diversos itens peculiares, como o ar-condicionado de época, teto solar moderno, veículo dotado de rodas modernas e escape encorpado, fazia às fechadas curvas da serra com maestria. O carro é um exemplo a ser preservado por ser um típico representante de alterações que eram feitas nesses carrinhos no meio dos anos 1980 e início de 1990.

Subindo a serra íngreme atrás do Polara do Rodrigo Copelo
As imagens ao longo da serra são paradisíacas; nesta foto. a Pedra do Baú

Aos poucos o comboio foi se desfazendo, imaginamos problemas à vista. Ao chegarmos no topo paramos no acostamento para receber notícias do grupo. Foi providencial, apesar do meu carro não demonstrar nenhuma falha de funcionamento, o ponteiro da temperatura estava próximo à zona vermelha. Abrimos o capô e nenhuma baforada de calor, conseguíamos colocar a mão no motor. Então chegamos à conclusão do óbvio, o problema era o instrumento.

O medidor da temperatura que resolveu dar um susto mostrando medições erradas, justo na serra mais íngreme
Acostamento no topo da serra que contorna Campos do Jordão, todos pararam, mas ninguém estava com problemas

Aos poucos outros Dodginhos chegaram para se juntar ao grupo. Conforme eles iam chegando o acostamento ficava menor, resolvemos então partir, mais serra sinuosa com descidas e subidas íngremes.

Vencemos o desafio, era início da noite, assim partimos de volta a Taubaté, onde seria o ponto de encontro dos participantes, a pizzaria Al Capone. Ao final do dia tudo o que notávamos era um bando de antigomobilistas felizes por terem vencido mais de 200 km em um dia, no meio dos desafios da serra e esperando para que o passeio de 2014 chegue logo.


O Corcel II GT no inicio do evento, mal sabíamos que 200 km nos aguardavam para um belo passeio
Final do sábado, em frente à Al Capone Pizza Bar, um point de Taubaté para os antigomobilistas

PT

74 comentários :

  1. Portuga, só você! Muitíssimo obrigado por se lembrar dele, um carro tão desprezado em geral, e por não deixar a data e o evento passarem em branco aqui no "Autoentusiastas". Valeu, rapaz! Mesmo! Se me permite, coloco aqui o link para o blog do Marcos Tonelli (http://dodgefever.blogspot.com.br), onde estão postadas muuuuuuuuitas outras fotos deste encontro. Quem for fã dos 1800/Polara ficará em extase. Como eu estou agora, he, he!
    Abraço.

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    1. Mr.Car
      Fiquei sabendo de um Polara 0km ainda com plasticos no banco. Esta a venda com um comerciante especializado em carros raros. Ha varias fotos com detalhes.
      Ha um email para te enviar ou posso colocar o link da loja com as fotos aqui no blog.
      abracos

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    2. Já tomei conhecimento, anônimo, e vou ficar de olho, mas decerto vão pedir algo igual ou bem próximo daquilo que pediram por outro GL 81 nas mesmas condições, que apareceu por lá anteriormente. E essa pedida (ao menos para mim), inviabiliza qualquer chance. Obs: alguém menos atento poderia até confundir os dois carros, já que são iguais externamente, mas o oferecido agora tem o último painel usado no Polara.

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    3. Legal que ja conhece
      Eu estranhei um pouco esse painel .. ele nao tem o contagiros! Nao sabia que os ultimos tinham saido sem o contagiros.
      Meu avo teve um nessa cor acho que o dele era 79-80 e tinhas essas calotas bonitas dos ultimos modelos. Eu nao me lembro bem pois era muito moleque na epoca. Mas o interior beige do carro era lindo!
      Boa sorte e bons negocios !

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    4. Mr Car,
      Esses carrinhos merecem ser lembrados, sempre achei belos e bons automóveis, fui dono de um deles - inclusive foi ao passeio - e só tenho elogios a dizer a esse modelo.
      Sobre o Polara 0km, também vi as fotos, não me informei sobre preços, mas se realmente for um modelo sem uso deve ser caro e o novo proprietário terá de fazer alguma revisão, afinal ele foi projetado para rodar, se não andou terá de ser revisado com o dobro de atenção para evitar problemas de funcionamento.
      Bom, mas é que eu tenho um problema, gosto de andar com meus carros, por isso tomo a liberdade de escrever isso. Sem qualquer sombra de dúvida deve ser uma belíssima peça colecionável.

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    5. Anônimo, não tenho certeza absoluta, pois só vi por foto um GL com o painel de seis mostradores, aquele que tinha conta-giros (e desconfio que era adaptado). Salvo engano, apenas os GLS sairam de fábrica com ele, embora já tenha ouvido dizer também, que nos últimos dos últimos GL, a Chrysler colocou o painel de seis mostradores. Mas repito: só tenho conhecimento de um. É um caso a se esclarecer, a existência de mais exemplares com o painel completo. Se alguém puder esclarecer a dúvida...

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    6. Mr. Car,
      Faz tempo que está na procura de um carro destes. Está efetivamente procurando ou apenas esperando caso apareça uma oportunidade? Até que faixa de preço arriscaria? Quais são seus planos com o carro (restaurar, utilizar, modificar...)?

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    7. Charles, dizem que a ocasião faz o ladrão, he, he! Procuro, mas sem afobações. Sei de inúmeros casos de gente que esperou alguns anos para achar "aquele" com que sonhava. Não gosto de estipular quanto eu pagaria, prefiro saber quanto pedem, e negociar. Quero pronto (por um monte de razões), e para usar em pequenos passeios de final de semana, feriados, e encontros. Jamais seria posto no dia-a-dia, embora "dia-a-dia" no meu caso seja muito pouco (meu Logan tem quatro anos e quatro meses e 15.000Km), já que tenho carro da firma. Modificar??? De jeito nenhum!!! Admiro algumas modificações que vejo, mas na imensa maioria dos casos vejo modificações em carros antigos como sinônimo de heresia.

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    8. Não sei se Curitiba é muito longe para você, mas como tenho bastante convivio no meio, caso apareça uma boa oportunidade lhe passo o contato. Não é muito fácil aparecer Dodginhos por aqui mas quando aparecem, é coisa boa.

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    9. Ok, Charles, obrigado.
      Abraço.

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  2. Portuga,
    que negócio legal isso, um monte de pequenos Dodges.
    Tenho saudades do que meu pai teve, um ano 75 com a cara daquele 73, prata também, mas sem teto de vinil. Tinha problemas, mas era uma delícia de carro.
    E você tem um Corcel II GT, que maravilha !!!!!!
    Belo post, gostei muito.

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    1. Grande Juvenal Jorge,
      Sou suspeito para falar de Dodginhos, gosto muito da beleza dos primeiros e do câmbio automático que saiu a partir de 79, na época da propaganda "O Dodge para começar o ano de 79 com pé direito".
      Sobre o Corcel, obrigado, é um carro que foi conservado e nunca restaurado, tem baixissima quilometragem, completou 52mil km durante o passeio.

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  3. Belo, passeio, belos carros, ja rodei muito por esse trajeto que fizeram, só que de moto, apenas para relaxar vendo a linda paisagem!

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    1. Felipe,
      Também fiquei com vontade de fazer o passeio com motocicleta.

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  4. Que maravilha de post! Fiquei emocionado ao ver esta coleção de veículos. Os Dodges são parte de minha existência, comecei a dirigir num deles, um Gran Sedan. E após num 1800 vinho. Bons tempos! Parabéns a todos os participantes, e ao Portuga também.

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    1. Obrigado João Guilherme,
      Gosto muito dos Dodges Grand Sedan, acho que estão entre os mais bonitos dos "Dodjões".

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  5. A estradinha que liga São Bento do Sapucaí à Campos do Jordão é uma das mais tortuosas e desafiadoras que conheço: estreita, quase sem acostamento, cheia de cotovelos e curvas cegas, algumas encostas traiçoeiras. Em compensação tem muito verde e cheiro de mato. É o lugar ideal para andar com o xodó da garagem.
    Parabéns para a turma dos Doginhos!

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    1. JT,
      Verdade, realmente a estradinha deste trecho que você citou deu uma judiadinha dos carros, mas quando terminamos o trajeto a sensação era de alegria!

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  6. Muito legal! Me lembra da época em que meu pai era motorista da extinta Chambord Auto, ex-concessionária Chrysler que ficava no Ipiranga. Ele dirigiu um bom tempo um Polara (de quatro faróis redondos), fazendo entrega de peças.

    Os carros são todos lindos! Coisa de louco!

    PS: Um dia eu ainda participo de um passeio desses.

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    1. Que legal Marcelo R.
      Você ainda tem fotos dessa época? Poderia compartilhar com a gente, com certeza podemos aprender muito.
      Acredito que será mais do que bem vindo nesses passeios, cá entre nós, fonte firme me garantiu que haverá a segunda edição do evento em 2014.

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    2. Portuga,

      Infelizmente não tenho nenhuma foto, só as recordações, pois eu era pequeno na época em que ele trabalhava com o Dodginho. Era um azul, com o telefone e o nome da concessionária pintados nas portas, e só com o banco do motorista, por dentro, para ficar todo o espaço disponível para o transporte das peças. Se não me engano, acho que ele chegou a dirigir uma D100, também, fazendo o mesmo serviço. Infelizmente, algum tempo depois da VW encerrar a produção dos Dodge por aqui, a concessionária virou uma "VW Caminhões" e o Polara foi substituído por um furgão Fiorino. Hoje, onde era o pátio e setor de vendas de peças há um colégio Objetivo. Uma passagem interessante ocorreu quando eu tinha 4 anos. Eu vi no pátio um maravilhoso Charger R/T (78) e fiquei deslumbrado com aquela frente "sem faróis". Aí, eu virei pro meu pai e falei: "Pai, compra um desse!" . O coitado do meu pai, com seu salário de motorista só pode dar um sorriso amarelo e dizer que não dava, pois era muito caro... rsrs

      Sobre o passeio, avise-nos com antecedência, aí eu coloco a Parati no meio dos Dodges e, se o Mr. Car desencantar, ele vai no tão sonhado Polara dele... rsrsrs

      Um abraço!

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  7. Belíssima reportagem: parabéns Portuga, a quem tive o prazer de conhecer no evento, pessoa por demais simples, bacana mesmo!!! Tive o privilégio de ter sido o primeiro Dodginho a ser fotografado no comboio logo no início da reportagem. abs e até a próxima.

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    1. Obrigado João Francisco,
      Eu é que agradeço pelos elogios e também pela acolhida, mesmo eu não indo de Dodginhos, fui muitíssimo bem recebido. O mínimo que eu poderia fazer para retribuir tanta hospitalidade era mesmo uma matéria para demonstrar os grandes feitos dessa turma!

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  8. Esse tal de anônimo não tem mesmo jeito!!! ainda vai levar aquele crok na cabeça.

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  9. joao simonetti15/04/13 14:48

    Veio carro até do RJ! Bacana! A região do Vale do Paraíba é um acesso perfeito para qualquer tipo de passeio com automóveis e motocicletas. Uma pena é não haver eventos de maior conhecimento nacional por essas bandas - que este e tantos outros sejam os primeiros a darem um passo inicial. Desejo que repitam a dose mais vezes.

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    1. O Vale do Paraíba está estrategicamente muito bem localizado, merece ter cada vez mais eventos. Parabéns aos que estão dando o pontapé inicial. Ultimamente eu tenho gostado mais dos eventos dinâmicos, com o automóvel em funcionamento, afinal de contas, carro foi feito para andar.

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  10. Meu pai teve um Dodge 1800 branco, ano 73, comprou zero. Como ele andava pouco, e ainda havia aquele negócio de "amaciar" motor de carro, eu o convenci a me deixar ir de Santos a Tupã, a 80 km/h (!!!) para poder amaciar o bichinho.
    Quando cheguei a Tupã para o casamento de um grande amigo, o Doginho foi a sensação do dia! O "passeio" foi muito legal (pois obedeci ao limite dos 80 km/h) e gostei muito do carrinho. Meu pai o trocou anos depois por um Dojão azul 4 portas, outro que andei com ele nas estradas, mas com um detalhe: esse já estaba amaciado!

    HS

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    1. Nos meus tempos de criança, quando alguém no meu bairro comprava um carro novo, na realidade estávamos nos referindo a um veículo usado com idade média de 10 anos, sou seja, era novo para nós - que não conhecíamos o carro.
      Estou falando do bairro de Santo Amaro, nos anos 80, quase sempre os carros eram Fuscas, quando muito Brasília. Só fui ver um Doginho naquelas bandas, já perto dos anos 90, até então eu só os conhecia dos "bairros melhores".
      Imagino o que deveria representar dirigir um automóvel 0km em 1973.

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  11. Legal, Portuga.
    Tive um Polara 80 com câmbio automático e não sabia e/ou nunca percebi que era de 4 marchas. Para mim eram apenas três. Estou sabendo agora.

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    1. Olá CSS,
      O Dodge Polara, até onde sei, é o primeiro nacional com câmbio automático de quatro marchas. Se você observar a escala da alavanca de câmbio notará que a primeira graduação é a 1/2, ou seja engata a primeira e também a segunda. A próxima graduação é a 3, segura o câmbio até a terceira marcha e a próxima é a última graduação para aplicação de marchas é a D, que possibilita a aplicação da quarta marcha. Na prática ela entra somente na estrada ou longas avenidas, mas o "tempo de troca" pode ser alterado conforme ajuste de um parafuso com rosca sem fim.
      Uma dica é que os discos de aço e composite são os mesmos dos Toyota Corolla fabricados até 2001. A caixa de câmbio é a Borgwarner 35, senão me engano.

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  12. Portuga, parabéns pelo texto afetivo! Quando eu cr´scer quero ser português assim como você! O Hillman era mesmo um carro legal, pena que lançado nas "coxas" para encarar o Chevette sem ter sido validado o suficiente. Mas a boa mão da VW fêz um carro melhor do que a concorrência de longe.
    m

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    1. Grande Mahar, meu mestre!
      Obrigado pelas doces palavras, eu é que me espelho muito em você e outros grandes nomes deste nosso jornalismo ligado ao automóvel. Sou um mero aprendiz e espero cada dia ter mais conhecimento. Fico feliz de ter em meu hall de amigos pessoas como você.
      Perdoem-me todos pelos inevitáveis elogios à esta enciclopédia!

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    2. Mahar. Desculpe-me, mas a única coisa que a 'má mão' da VW fez foi tirar os Dodges nacionais de linha, infelizmente. Abraços.

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    3. Estou contigo, Giglio: acho que os Dodginhos chegaram a se tornar melhores que a concorrência antes mesmo de virarem "VW".

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    4. Poxa Mahar... pensei que teria a Maharvan no AE.

      Abraço.

      Obs: Pirulito, já que provavelmente não saberá apenas pelo nome.

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  13. Otimo post e realmente um belo encontro de Dodges 1800 e Polaras.
    Hoje sao raros de se ver rodando,ao menos por aqui no interior de SP.
    Este ano também será completado 40 anos de Chevette com um encontro nacional,espero um otimo post como este.

    Grande abraço a todos do AE por nos proporcionar belos textos diariamente.

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    1. Olá Fred Castro, por favor, me deixe a par do encontro.
      Farei todo o possível para estar presente, uma pena eu ainda não ter um Chevettinho, mas um dia - com sorte - chego lá.

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  14. Excente matéria, deu saudade do "Doginho"...só faltou mencionar que após a aquisição da Chrysler pela VW (que originou a VW Caminhões, atual MAN), o modelo seguiu em produção na Argentina até 1990, com o nome de...VW 1500.

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    1. Caro PLR,
      Realmente faltou essa fase do final da "vida" do Doginho nacional, porém tem muitos outros detalhes que compõem essa história, procurei fazer um breve resumo para situar o automóvel na trajetória, mas longe de ser um relato completo.
      A história dos Dodges 1800 e Polaras é bem complexa, tanto que virou um belíssimo livro e merece ser conferido por todos que admiram o compacto nacional da Dodge.
      Só por curiosidade as pelas PLR são abreviação de PoLaRa ou uma simples coincidência?

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  15. Portuga,neste link tem todas as informações do encontro,local,data etc.
    http://www.chevetteiroscuritiba.com.br/3/viewtopic.php?f=6&t=691
    Seria uma boa o AE participar de alguma forma,pois o Chevette como todos nos autoentusiastas sabemos é um carro muito querido por aqui,e no mundo afora, embora eu seja suspeito a falar sobre o mesmo.
    Abraço

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    1. Grande Fred,
      Estenderei o convite aos demais AutoEntusiastas que compõem o site, pois o dia 28 de Abril é o aniversário da minha namorada, por isso, peço antecipadamente desculpas por não conseguir comparecer.
      Se você me permitir vejo com o editores como pode ocorrer a cobertura ou alguma matéria, mesmo sem minha presença no evento, gostaria desde já parabenizar os organizadores, sei o quanto custa fazer um evento, tanto da parte monetária quanto do tempo empregado e dos constantes trabalhos e retrabalhos que - muitas vezes - consomem nossa paciência.
      Desde já, estou mandando meu sinceros desejos de que seja um belíssimo evento. Parabéns pela iniciativa.

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    2. Apóio totalmente, primeiro por ser um firme defensor do antigomobilismo voltado para os carros nacionais, e depois por ser eu mesmo, também um grande fã do Chevette.

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    3. Portuga,estenda o convite,pois com toda certeza será um grande evento com uma grande organização.Realmente se alguem do AE conseguir cobrir o evento e fazer um belo post como sempre estamos acostumados será de uma enorme importancia para todos os ''Chevetteiros'' do brasil ter um encontro nacional exposto em uma midia tao importante como aqui.

      Mr.Car fanatico pelos Dodginhos e como a maioria das pessoas que gostam de carros antigos,seja nacional ou nao,sabem da importacia do Chevette e este merece este encontro nacional,pois há varios Chevettes Clubs espalhados por todo Brasil

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  16. Tive três Dodginhos...Um 1800 amarelo ano 1974, um 1800 branco ano 1975 e um Polara GL azul metálico ano 1978. Comprei todos novos,zero Km e nunca tive nenhum problema com eles.Um carro maravilhoso, muito confortável. Em 2006 a 2009 participei com um 1800 ano 1975 na Classic Cup e Copa Clássicos de Competição.
    ALFREDO GEHRE

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    1. Grande Alfredo Gehre,
      Qualquer hora dessas quero participar de uma das edições das provas voltadas a carros antigos que você promove e ajuda a organizar.
      Acredito que seria uma bela pauta para o AutoEntusiastas.

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  17. Grande evento e grande matéria! Muito bom esse final de semana, ano que vem com certeza teremos mais, com a ideia de colocar mais Dodginhos na pista!

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    1. Grande Daniel Giglio,
      o evento aconteceu graças a admiradores dos 1800 e Polaras, como você é. A matéria só existiu por haver o evento, logo o mérito é de quem mantém rodando esses pequenos notáveis!

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  18. Tenho literatura completa sobre o Carburador SU (doginho) se alguem necessitar é so falar.eu mando para o bob e bob publica.

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    1. Opa Sabidão!
      Divida sua literatura com a gente, um monte de admiradores dos 1800 e Polara agradeceriam.

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    2. É so o Bob dar o sinal verde e eu mando para ele

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    3. Portuga Tavares
      O bob não se manisfestou então coloque seu Email aqui e te mando direto.

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    4. Sabidão
      Calma, se seu comentáro foi publicado é porque li para liberá-lo (rsrs). Só não tinha respondido ainda. Mande para o Portuga e para nós, por favor.

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  19. Muito bacana o passeio e a iniciativa, parabéns aos participantes!
    Particularmente eu nunca gostei dos Dodginhos mas respeito quem gosta... meu sogro tinha um 1800 1975 com 78000km, impecável, vendeu ano passado por uma boa quantia.....

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    1. Gonzales,
      a melhor coisa em gostar de automóveis é que podemos ter gostos diferentes, mas no fundo gostamos da mesmíssima coisa: automóvel.
      Os carros são só um jeito que encontramos para passar o tempo e também fazer amigos, isso sim é o que vale a pena.

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  20. Alexandre - BH15/04/13 22:15

    Esse carrinho é uma delícia de dirigir. Saudades do tempo em que eu passeava nos Dodginhos do cunhado (cunhado tem que servir para alguma coisa..). E que lindo esse Corcel II GT, hem?

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    1. Alexandre - BH
      Realmente você soube tirar vantagem do cunhado, rsss...
      Sobre o Corcel II GT, obrigado pelo elogio, tem se mostrado um carro muito interessante.

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  21. Post maravilhoso com o merecido reconhecimento dos Dodginhos, que como alguém já disse, é uma delícia de dirigir. E de quebra, de bonus, uma Moto Guzzi. Aí fechou.
    Uma sugestão ao AE: fazer um post sobre as Guzzi, moto tão carismática e desconhecida da maioria.

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    1. Obrigado Miguel,
      Quem sabe as motos Guzzi não viram objeto para uma publicação futura. Devo confessar que nunca andei em uma, apesar de ter babado muito nessa que fotografei.

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  22. Rafael Ribeiro16/04/13 12:19

    Muito bacana o Post, pena que só tive tempo de ler hoje. Meu pai teve um 1800 1974, vermelho com detalhes em preto, e ficou com o mesmo até 1978, quando precisou trocar por um carro maior para a família que cresceu. Era um carro macio, aconchegante, de pouca manutenção, ronco gostoso... tudo claro levando-se em conta os parâmetros da época. Marcou minha infância!

    Até hoje ele o considera o carro mais querido que já teve. E olha que ele teve muitos e conceituados carros, como BMW 318 e 320, Caravans, Ômegas, Santanas, e por aí vai...

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    1. Rafael Ribeiro,
      Não quero plantar o vírus do antigomobilismo em ninguém, mas até outro dia tinha um Dodge 1800 1973 a venda no Mercado Livre, na cor vermelha... Vai que desperta a lombriga de ter um Dodginho novamente rsss..

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  23. Belos Dodges , gosto mais do Polara ,espero que tenha resolvido o problema do ponteiro de temperatura,abraço.

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    1. Speedster,
      Ainda nem tive tempo de olhar isso, mas pretendo fazer o quanto antes. Aproveitando preciso fazer a troca de óleo e filtros, já mato tudo de uma só vez.

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  24. Portuga, obrigado pela sua presença e parabéns pela matéria.
    Ano que vem tem mais!!
    Grande abraço.

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    1. João Fusco,
      Eu é que agradeço o convite e oportunidade de participar.

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  25. Portuga, parabéns pelo post, muito bom!! É sempre bom ver Dodginhos andando por ae.

    Me fala uma coisa, meu pai teve um Corcel II L 1979 com a mesma cor do seu GT, você sabe o nome desse azul?

    Grato e um abraço!!

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    1. Olá Ravelli,
      Esse tom de azul é o "Azul Alvorada Metálico". O Código de plaqueta é "L".
      Essa cor saiu só em 1979. Se precisar tenho a tabela de cores da Ford.

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    2. Valeu mesmo Portuga, teria como você me passar essa tabela?

      Quero montar um L 79 igual do meu pai e precisava do nome e código da cor, você já ajudou muito!!

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  26. Portuga,muito obrigado pela excelente matéria.O 1800 1973 está me servindo no dia a dia desde a viagem,vai ser difícil botá-lo de novo no ostracismo.estamos vendo nos comentários que o nosso querido apesar de tudo está bem conceituado.
    Grande abraço,

    Lico.

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  27. Portuga,
    Parabéns pelo post e pela cobertura ! Sou um fã do antigomobilismo, mantenho há alguns anos um Puma GTE 78, e tento sempre prestigiar os eventos dessa natureza. É sempre bom ver artigos assim por este blog.

    Ademais, sou de Taubaté, moro em São José dos Campos, e conheço muito bem todos esses caminhos que vocês percorreram no passeio. Deve ter sido mesmo incrível !

    No mais, confesso que fiquei muito curioso sobre quais os macetes e nuances desse carburador SU, quais mistérios ele reserva que confunde tanto os mecânicos por aí ??

    Abçs

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  28. oskrmarinho17/04/13 16:12

    Portuga!
    Valeu e muito o seu post! Também sou admirador desse carrão, já que no ano de 1980 possuí um, ano 78, vermelho verona, interior vinho, com o qual ganhava o pão viajando e fazendo vendas; desnecessário e redundante é dizer de todas as suas qualidades, mas sinto-me na obrigação de falar sobre seu desempenho, incomum para a época, conforto e economia, além de manutenção baixa; em dois anos de uso continuo, viajando muito e dando muito cacete em opalas quatro cilindros, sob o sol causticante da região nordeste, não apresentou nenhum problema maior do que a troca de borrachas de suspensão e amortecedores, velas e regulagens no magnifico SU; a propósito desse carburador, quando eu queria que o carro andasse mais, mesmo, bastava acionar o afogador que o motor criava mais fôlego e andava mais que notícia ruim. Bons tempos e excelente carro, trocado posteriormente por uma RD 350.

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  29. Fala Portuga!!! Muito boa a matéria, fiquei muito feliz de participar do passeio com o Polara GL 80 branco automático, rodei 900km em dois dias e espero que a partir do ano que vem tenhamos uma data fixa para o encontro de Dodginhos!!! Gustavo se empenhou muito para a realização do evento somado com o esforço de todos que compareceram e colocaram os carros para encarar um linda estrada com um visual maravilhoso!!!

    Um abraço e até a próxima!!!

    Rodrigo Copelo.

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  30. Minha mae sempre me falava que tinha um Polara quando eu era pequeno, mas nao lembro do carro (infelizmente).
    Adoro o Dodginho! Feliz aniversario ao carrinho mais injustiçado do pais!

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  31. belo registro, foi bom rever seu ex-Polara automático e com teto solar em boas mãos. Lembro de um evento em Águas de São Pedro que nos encontramos na estrada. Abraço Gian www.V8nFUN.blogspot.com

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  32. Caro Portuga Tavares. Revendo os post, tem um do SABIDÃO, 15/04/13 - 19,31hs, em que ele comenta sobre uma LITERATURA SOBRE O CARBURADOR SU. Vc sabe dizer se o Bob Sharp, postou algo a respeito? Grande abraço do amigo João Francisco.

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