JAC J3 S 1.5 JET FLEX: BOM, MAS PODERIA SER MELHOR

Fotos: autor

No último Salão do Automóvel dois carros me chamaram a atenção no estande da JAC. Um, pequeno, estiloso, o J2. Fiquei satisfeito que seu motor fosse o do J3, um 1.332-cm³ de 108 cv. Outro, o já conhecido J3, com a letra "S" acrescida no emblema, significando que saía o motor 1,33-litro e entrava um 1,5-L cheio, 1.499 cm³ e 127 cv, 2 cv mais que o J5 por conta de ser flex. Fiquei curioso de saber como andaria, o que aconteceu agora

Esse J3, de nome completo JAC J3 S 1.5 Jet Flex, tem a receita para ser um hot hatch de preço acessível, pois custa R$ 37.450 e poderia alegrar a muitos autoentusiastas, embora tenha quatro portas. O motor gera a potência máxima a 6.000 rpm e empurra bem os somente 1.070 kg de peso em ordem de marcha. Isso dá uma relação peso-potência de 8,4 kg/cv e o resultado disso é uma boa aceleração de 9,7 segundos de 0 a 100 km/h, segundo a JAC.

O motor é valoroso. Bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas acionado por corrente, variador de fase no comando de admissão, quatro 4 válvulas por cilindro. Só lhe falta injeção direta, que é no duto, para ser um motor como tantos na Europa hoje. Seu torque é de 15,7 m·kgf a 4.000 rpm, 10,5 m·kgf por litro, e. sua potência específica é das mais altas no cenário brasileiro de motores de aspiração natural: 84,7 cv/litro, e com grande elasticidade. Como se vê, motor não lhe falta. 

Seus freios são a disco ventilado na dianteira e a tambor na traseira, com ABS de 8ª geração e a inseparável distribuição eletrônica das forças de frenagem. A suspensão dianteira é McPherson, sem subchassi, e a traseira é independente McPheson também, com dois braços transversais e um longitudinal, incomum num carro dessa faixa de preço. Os pneus 185/60R15 do J3 foram mantidos no "S".

Com motor maior num carro mais leve, o diferencial foi alongado de 4,294:1 no transeixo do J3 e do J5 para 4,056:1, 5,5% mais longo. A v/1000 em 5ª é de 32,5 km/h para 120 km/h a 3.700 rpm e 6.000 rpm à velocidade anunciada de 196 km/h.
 
De chinês o estilo não tem nada, pois o desenho coube a Pininfarina
Andando com o J3 S percebe-se logo o efeito da relacão peso-potência baixa, a disposição para andar é notada de imediato, nos primeiros quilômetros. Posição de dirigir correta, boa direção, rápida e com assistência hidráulica bem dosada (o volante poderia ser um pouco menor, mede 380 mm de diâmetro), câmbio preciso e leve (comando a cabo), pedais bem posicionados para o punta-tacco.

Mas percebe-se logo também que a altura de rodagem é muito alta, igual à do J3, que o Bob já havia comentado à época do lançamento, embora a JAC afirme que não especificou altura diferente da usada na China. Ela alega que lá há "maus caminhos" também, embora eu aposte que lá não existe a praga nacional chamada lombada, responsável pelo carros nacionais de altura elevada.

Olhando o J3 S por baixo, nota-se o braço de suspensão em ângulo com a horizontal, denotando que a altura de rodagem está maior do muito provavelmente foi projetada, o que estraga o comportamento em curva de qualquer carro. Aliás, o vão entre as rodas e os arcos do pára-lamas, como pode ser visto na foto de abertura deste post, indica claramente que o carro está mais alto do que deveria para um carro "S", estando mais para um carro "X", para rodar fora da estrada.

Notar a inclinação excessiva do braço de suspensão e da semi-árvore
Além do efeito maléficos da altura de rodagem excessiva, há outro, colateral: o carro roda normalmente com a suspensão toda distendida. Por isso, à menor curva feita em velocidade um pouco acima do normal, a rolagem natural da carroceria leva a roda interna à curva a querer deixar o chão e, no caso da roda motriz dianteira, levá-la a patinar com imediata perda de tração. Ou seja, querer andar mais rápido fica desagradável, embora sem ameaça à segurança

Boa suspensão traseira, porém erguida demais, como a dianteira
Outro ponto que merece atenção da JAC são os amortcedores, que demonstram estar com pouca carga de distensão. A suspensão está com pouco controle de amortecimento, o que não é uma sensação agradável e requer certa atenção nas curvas de piso irregular feitas em maior velocidade, por exemplo, em 4ª marcha.

Interior é agradável, mas o volante de direção poderia ser um pouco menor
Senti um pouco de falta de apoio lombar após dirigir algumas horas, mesmo que os bancos sejam de qualidade, provindos de um fornecedor mundial de bancos, a Johnson Controls. Mais uma para a JAC anotar.

Bom motor: 84,7 cv/L é ótima potência específica

Quanto ao consumo, não tive oportunidade de medi-lo tanque a tanque e o carro não tem computador de bordo. Mas pelas características do motor e peso do veículo provavelmente está na média do segmento. Sua taxa de compressão (10,5:1) é baixa para o uso do álcool e boa para o uso da gasolina, daí se supõe que sua adaptação para o uso também do álcool tenha sido feita mais na área de calibração e pouco na parte física, tanto que a potência pouco varia quando com um ou outro combustível, sinal que aproveita mal o álcool. Isso nos faz supor que ele tenha consumo baixo quando com gasolina, mas relativamente alto quando com álcool.

Mas a boa notícia é que se trata de mais um carro flex sem sistema auxiliar de partida a frio por injeção de gasolina, ao lado do Polo 1,6 BlueMotion, dos Peugeot 1,6 308 e 208, Citroën C3 1,6 e Honda Civic. No JAC o sistema é Delphi.

A iluminação dos instrumentos é vermelha, e não azul, como no J3, e ele não tem controle de intensidade da luz, que é forte, e isso incomoda bastante em viagens noturnas. Os faróis iluminam bem.

Grafismo: os traços poderiam ser mais finos para leitura mais fácil
Na cidade, como carro urbano, vai muito bem, pois roda macio, silencioso, é espaçoso (porta-malas de 350 litros), tem bom ar-condicionado e seu motor é potente e elástico, requer poucas trocas de marcha. Mas para a estrada poderia ser melhor com uma suspensão mais acertada
     
Com pequenos ajustes o o J3 S poderá ser um hot hatch divertido para a moçada, e, pelo preço, até que acessível quando comparado às opções do mercado. Não tenho dúvida.
 
Segue vídeo onde primeiramente o Bob dirige na cidade e depois eu o dirijo na estrada.

AK



(Atualizado em 17/04/13 às 22h20, correção de informação, o veículo não tem subchassi dianteiro)

114 comentários :

  1. Prefiro um Fiesta Rocam 1.6 completíssimo

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    1. Motor 8v barulhento e sem comando de válvulas variável? Não consumo mais este lixos nacionais... :-)

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    2. Estamos todos curiosos em saber que carro o sr. possui nesta faixa de preço!

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    3. O garotinho aí tem um March 1.6 16V, mexicano, por isso enche a boca pra falar que é importado e chama nacional de lixo. É cada um que vou te contar, viu!

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    4. Luis Santos
      Qualquer nacional nessa categoria é melhor que um Jac. Porem concordo que menos equipado (abs airbag). o Jac é muito mal acabado (qualidade e gosto duvidoso dos materiais)
      Acho que de bom esses chineses fizeram nossa industria se coçar.. (mas eles se coçam so um pouquinho, infelizmente). Sim merecem ser mais acossados ou levar uma cossa dos consumidores.
      Mas eu nao vacilo nao. Nao tiro o emprego de um brasileiro para dar a um estrangeiro!

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    5. João Carlos17/04/13 18:50

      O Fiesta de geração passada foi vendido na europa e com o mesmo motor... Lixo naciona?! Melhor reciclar-se.

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    6. "Motor 8v barulhento e sem comando de válvulas variável? Não consumo mais este lixos nacionais... :-)"

      é... agora consome um lixo mexicano.

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    7. tenho um J3s e o acabamento é muito bom, antes de comprar fui ver um Toyota Etios, fiquei impressionado com o mau acabamento dele...

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  2. Ótima relação custo/benefício. Tomara que incomode e faça a concorrência se mexer.

    Arnaldo, a suspensão traseira é McPherson também, né? Inclusive no post do Bob está com essa configuração.

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    1. Carros do Portuga
      Adianto-me e respondo pelo Arnaldo. Isso, é a mesma suspensão traseira do J3. Já corrigi a informação.

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  3. Espero que eles corrijam boa parte destes pontos negativos com a próxima geração.

    O interior deverá mudar e resolver grande parte deles, se não todos, mas o ajuste de suspensão eu acho que não vem, infelizmente, ao contrário da resistência a impactos.

    Os cromados das saídas de ar é algo que deveriam ter mudado nesta versão S.

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  4. Desde a primeira vez que vi esse carro fiquei pensando que teria um bom motor com uma suspensão deficiente. Pelo jeito estava certo.
    Fazer um acerto de suspensão um pouco mais esportivo não é complicado, talvez os chineses tenham ameaçado subir muito os custos, mas nada que uma troca de molas e amortecedores, junto com uma geometria reacertada não resolva.

    E, AK, você chegou a sentir perda de eficiência dos freios quando forçados um pouco mais? Esse era outro detalhe que estava na minha cabeça sobre esse carro.

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    1. Marcos,

      Não testei os freios quanto ao fading, mas nada leva a crer que sofra com isso no uso normal. Os dianteiros são a disco e ventilados.

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  5. Off topic:

    Arnaldo, o Golf e o Gol G4 não constam mais na seção "Monte o seu" no site da VW.

    Será que irão sair de linha esse ano mesmo? Ou já saíram e eu estou desinformado?

    Augusto

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  6. Nossa muito bom, principalmente a suspensão traseira independente para um carro dessa classe...

    Mas como hot hatch perde para o #1 do Brasil nesse quesito, o March 1.6 16v.

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    1. Sei não, me lembra os xr3 e os jipes m606 da ford, quatro mcpherson não funcionavam bem. Brincavam que os xr3 oscilavam muito num eixo entre roda dianteira interna e traseira externa, até rodar. Pode ser que agora, outra tecnologia, outros tempos. Sei lá.

      Luiz CJ

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    2. Hot hatch compacto número 1 é o Punto T-Jet.

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    3. Luis Santos
      Pense um pouco fora da caixa: Um simples March 1.6 esta muito longe de ser um Hot Hatch. Voce nao acha?

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    4. Punto T-Jet, sim. Esse é pra valer. Nada a reclamar e só a elogiar. É assim que eu gosto.

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    5. Mcpherson nas quatro rodas pode funcionar de forma excelente, basta andar numa Alfa 164 que fica bem nítido que não deve nada pra ninguém!!!

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    6. Rafael, esta seção aqui dos comentários está boa! O Luis fala do Punto T-Jet e agora você lembra do Alfa 164. Que carros bons de chão!

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    7. Quem falou em T-Jet fui eu, não o Luís...

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    8. Um problema muito sério dos antigos Escort era que a suspensão traseira deveria ser alinhada e ninguém sabia fazer isso direito. Aí diziam que o carro era ruim de chão.

      Concordo que não era um primor, mas também não era tão ruim assim.

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    9. Luiz CJ, o que experimentei com os XR3 é que o comportamento dele tinha 2 fases, por causa da barra estabilizadora traseira(ausente nos outros modelos não-XR3). Nos outros e mesmo no XR3 em baixa velocidade, a suspensão traseira trabalha desta forma independente, mas quando realmente o bicho pegava, a reação dele era outra pois a amarração aparecia de vez e o comportamento era diferente. Creio que isso fez muitos terem uma impressão errada sobre o comportamento deles, e pelas especificações se via que a suspensão dele era até atual. Problemas para valer estavam em calibração errada dela, tanto na dianteira quanto traseira, aí sim o comportamento do carro poderia ser negativo e até perigoso.

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    10. fcm
      Andei muito de XR3 na época, sempre carros de teste, várias viagens. O que ele tinha era um acerto neutro de tal forma que quando se apontava para uma curva, a traseira parecia que ia sair, mas não saía. No começo era preciso acreditar e entrar, mas o fato é que o carro era muito rápido de curva. Numa avaliação do comportamento, os ângulos de deriva (slip angles) dianteiros e traseiros eram iguais, e como as rodas dianteiras esterçam, as traseiras, que não esterçam, assumiam uma posição que parecia ser a de sobreesterço, mas na realidade o carro não era sobreesterçante. Esse efeito era tão marcante que na primeira vez que o senti conferi a pressão dos pneus traseiros, achava que estavam subinflados mas não estavam.

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    11. O fato é que o tipo de sistema de suspensão nem sempre diz o quão bom de chão o carro é! Meu carro possui multibraço nas quatro rodas, é largo, baixo e tem entreeixos de cerca de 2,6m, e não se equipara ao comportamento de alguns Macphersons e eixos de torção presentes em muitos carros modernos, mais altos e menos potentes! Percebo bastante subesterço em curvas de baixa e média velocidade, mesmo com as rodas adotando ângulos desejáveis quando a carroceria inclina. Tivesse o J3 um sistema idêntico ao dos concorrentes, inclusive em calibração das molas e amortecedores, seria muito mais divertido, seguro e de manutenção menos dispendiosa quando houvesse necessidade.

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  7. AK,

    Resumiu bem no final do vídeo "seria um esportivo bem legal, mas não é"! Parecia que o asfalto estava molhado de tanto ouvir o pneu perdendo tração. Achei que faltou engenharia de desenvolvimento neste caso, uma pena.

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    1. HM,

      Não acho que faltou engenharia no projeto original. Se ele não tivesse sido erguido além da conta, fora do projeto original, não aconteceria isso.

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    2. AK

      Acho que me expliquei mal. Partindo da premissa que ele foi levantado além da conta (e realmente parece que) concordo contigo. Mas partindo da premissa que o projeto original é assim mesmo, então a engenharia da JAC deveria ter chegado ao mesmo tipo de compromisso que a Fiat consegue com a linha Adventure.

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    3. HM

      Não posso crer que o projeto original seja esse que aí está. O J2 é um demoninho nas curvas e muito bom na estrada, muito estável. Eles sabem, sim, fazer carro bom de chão. O J2 não foi erguido.

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    4. O que posso dizer sem medo de errar é que a engenharia da JAC ainda tem muito chão para poder se comparar com a da Fiat, ou de outra das tradicionais. Rsrs

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    5. Arnaldo, fico com uma dúvida em relação a estas fotos:

      Com o passageiro à bordo, o carro não baixa o suficiente pra ficar com os braços "retos", horizontalmente ?

      Se eles ficassem alinhados à carroceria com o carro sem passageiro, ficariam inclinados "negativamente" quando ocupados, e isso também não é fora do ideal para a geometria de suspensão ? (sim, sei que melhora bastante o centro de gravidade e equilíbrio)

      Obrigado !

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    6. Evandro, mesmo carregado ele fica alto. Um pouco de inclinação é normal, mas a do J3 passou da conta.

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  8. Bob, Arnaldo, boa tarde!
    O Auto entusiastas poderia dar uma ''receita'' de como rebaixar um J3S e deixa-lo no ponto. Molas diferentes já fariam o carro bem melhor? ou o mudança teria de ser mais profunda?

    ISM

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    1. ISM,

      Não há uma receita no chutômetro. Essa época já passou. O ideal seria conseguir saber como é o projeto original e segui-lo. Porém há oficinas especializadas, tipo a Suspentécnica e a EBtech, que poderiam, sim, deixá-lo bem bom de chão. O galho é o quanto isso iria custar.

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    2. Pergunta pro Pisca que ele tem a receita na ponta da língua.

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    3. Mas é claro , porque nao me perguntaram antes?
      O ideal nesse caso é uma suspenssao de rosca!
      Pisca-Pisca

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    4. Já existem kits de molas esportivas p/ J3 que baixam cerca de 4cm a carroceria.

      http://www.castorsuspensoes.com.br/Produtos.asp?ProdutoID=965

      O problema é a tal da garantia....

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    5. Rolei de rir com o link... CASTOR suspensões, com a foto de um veloster...

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    6. 4cm é bastante, devem fazer uma bruta diferença em relação ao original.

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    7. Pera-la! Acho que o Pisca se enganou:
      Castor , que eu saiba, e uma marca famosa de colchões e nao suspensão !!!!!

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    8. Poxa gente....não tenho culpa da infelicidade do dono em colocar tal nome né?

      Até pq eles fazem bons produtos p/ uma gama variada de carros, incluindo tbm amortecedores + rígidos.

      Vale a pena dar uma pesquisada lá, vai q vcs encontram algo interessante.

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  9. Potência não é nada sem controle... mas com amortecedores Cofap a gás e uns pneus Potenza GIII mais macios já devem melhorar bastante o conjunto.

    A propósito, achei muito sensato o carro utilizar pneus R15, qual a marca do pneu?

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    1. Perneta17/04/13 13:30 Concordo com você ,só achei engraçado que a frase sobre a potencia é da propaganda da Pirelli rsrsrs...

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    2. Perneta.

      Os pneus são bons. São da Giticonfort, mesma marca dos usados no J2 e lembro que na avaliação do J2 gostei bastante deles, mesmo porque tive a oportunidade de andar rápido num autódromo. Por sinal, o J2, a meu ver, seria o mais esportivo da JAC aqui no Brasil, pois mesmo tendo motor mais fraco, o carro é 145 kg mais leve e faz o o a 100 km/h em 9,8 seg, quando o J3 S faz em 9,7 seg, ou seja, na prática a mesma aceleração, e a vantagem é que o J2 não teve a altura de rodagem alterada e é bem melhor de chão que o J3 S. Esse, sim, é um hot hatch divertido.

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    3. Speedster, rsrs eu sei!
      É que o bordão continua forte e a marca ficou pra trás no tempo.

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    4. Se a Cofap fabricar modelos Turbo Gás para esse modelo já é ótimo, só que eles estarão na especificação original, ou seja, com o mesmo comprimento dos originais. O complicado mesmo é achar molas menores e com maior constante para esse carro, já que ainda não vejo muitas opções de "esportivas" (que nunca confiei muito) nem algum corajoso que tenha alterado as originais (em outras palavras, cortar mesmo).
      E se tiver molas menores, ainda teria que retrabalhar a haste dos amortecdores para que não ficasse dando batente o tempo todo.
      No fim das contas é preciso que alguma empresa séria resolva lançar uma linha para o J3 ou algum entusiasta ir testando acertos e mostrar qual funciona melhor.

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  10. Ainda prefiro colocar um pouco mais, e levar um nacional na faixa dos R$40.000,00, onde há algumas opções.

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    1. To contigo e nao abro!

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    2. Concordo. Para ser interessante, esse JAC precisaria dar desconto maior.

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  11. Oitenta por cento (ou mais) do carro já está super bem encaminhado, inclusive no preço. Com essas mudanças propostas, ficaria imbátivel nessa faixa!

    MFF

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  12. Talvez ainda não seja o momento para meu primeiro carro chinês... Mas considerando que o J3 carrega alguns itens mais modernos que muitos "nacionais" e a agressividade dos chineses, caro AK, seria muito acreditar num prazo de no máximo 10 anos para esse preconceito acabar?

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    1. Félix,

      Nada leva a crer que os carros da JAC venham a sofrer problemas quanto à durabilidade. Se há algo, sinceramente, desconheço.
      Quando era a vez de desconfiarmos dos carros sul-coreanos, em 1994 comprei um Hyundai zero-km e rodei com ele 320 mil km sem problema algum. Era um Excell.

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  13. Amigos do blog, pra inaugurar minha conta do google, hehehe, indico esse link que traz uma tabela que permite voce escolher qual pneu vai substituir no carro, inclusive mudando roda.
    Depois de escrever quais as medidas estavam e qual deseja, ele faz um desenho na suspensão ilustrada abaixo considerando inclusive o offset.
    Mais abaixo ele mostra a aferição do velocimetro, pneu maior, velocidade indicada será menor para a mesma velocidade real. Pena que é em milhas.

    http://www.willtheyfit.com/

    Luiz CJ

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    1. Otimo link!
      Ja salvo nos favoritos,como comprei umas BBS 14 tala 6.5 para meu Chevette, ja irei fazer varios calculos para ver se vai caber os 195 atras,Obg Luiz CJ!

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  14. Falando em Bob, espero que ele tenha visto esta notícia sobre a CET, pois aqui chegamos a um momento interessante sobre os combates aos mandos e desmandos dela, como o fetiche de impor velocidades irreais para as vias paulistanas.

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  15. A suspensão foi erguida provavelmente para agradar o povo ,já o grafismo do painel, pra mim um enigma ,mas deve ser moda ,não é possível, lamentável não ter um reostato de luz de painel ,mas me parece um carro agradável na condução ,talvez seja um carro mais para uso urbano do que rodoviário .

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  16. Não se pode esquecer que o carro é feito de manteiga, a primeira coisa que devem fazer nele é começar pelo basico... Uma boa plataforma segura e pelo menos 3 estrelas ou mais no Latin cap.

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  17. Bob e Arnaldo, pelo menos no vídeo o som do motor lembra um Honda VTEC, confirmam isso? Curti! Com algumas alterações na suspensão ficaria excelente!

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    1. Felipe,

      O som do motor não é nada de mais. Não espere injeção de adrenalina vinda daí.

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  18. Mr. Car, por este preço, com motor 16v e comando de válvulas variável, quais são as opções nacionais? Eu desconheço...

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    1. Não fiz essa pesquisa, mas mais que questão de 16v e comando de válvulas variável, quero antes saber se uma marca chinesa vai se mostrar confiável no uso, resistente, se haverá um bom mercado de reposição de peças, se serão bem aceitos ou "micos" difíceis de passar adiante, se vieram para ficar e não vão embora deixando os compradores na mão, essas coisas. E isso vai demandar alguns anos antes que eu cogite em ter um.

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    2. Mr Car, matou a pau, não adianta nada se tem 16 válvulas, comando variável e coisas do gênero se o pós venda é um terror. Pior, se o dono não souber tratar o carro como se deve somado a um pós venda pra lá de ruim. Pra terminar, não tenho nada contra tecnologia mas tem muito motorzinho 8v por aí muito bom de pegada, capaz de deixar muito dono de 16V com a cara vermelha.

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    3. Mr. Car, a fábrica da JAC Motors já está sendo constuída. A JAC veio para ficar!

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    4. Mr.Car
      Mais uma vez uma resposta inteligentissima! Cabalmete voce prova que entende muito de carro!
      Concordo 100% com voce !
      Tambem nao confio na durailidade de um Jac bem como no mercado de reposicao de pecas. Acho que eles tem muito a provar para o mercado.
      E lembro muito nacional com 8V e sem comando variavel tem desempenho igual ou superior!

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    5. Anônimo 17/04/13 17:46 hs: Ok, veio para ficar. Mas isso não garante algumas das outras questões. Continuaremos tendo que esperar alguns anos para saber.

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    6. 8V com desempenho 'igual'? que e veio a cabeça só o nosso Golf G4.5, que por sinal, é 2.0 litros e bem mais pesado.

      Confesso que me decepcionei com a suspensão do J3 de acordo com o relato do Arnaldo, mas em termos de motor chega bem perto do HB20, que por sinal já provou seu ótimo desempenho e de quebra tem 100cc a mais.

      Entendo que um dos ponto se acertar (não só da JAC mas também de qualquer marca chinesa, coreana e até algumas 'nacionais') seja a assistência técnica: peças a pronta entrega e que também não custem os olhos da cara, profissionais capacitados para lidar com o carro, e outros detalhes do próprio veículo (interior, suspensão, coisas não tão custosas de se ajeitar e que fariam uma grande diferença positiva), mas simplesmente virar a cara pelo simples fato de ser chinês...

      Agora, se querem valor de revenda, então fujam de fato de qualquer chinês e coreano, porém é esse pensamento que, mesmo que indiretamente, fazem desses veículos os mais desvalorizados. O possível comprador não compra porque não terá valor de revenda e o valor de revenda se deve, em parte nesse caso a popularidade do veículo. Se o valor de revenda é baixo, as pessoas não compram. Se as pessoas não compram, o carro não ganha popularidade e se o carro não ganha popularidade seu valor de revenda é comprometido.

      Claro que não se generaliza desse jeito, mas é algo que acaba caindo em um ciclo.

      Mendes

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    7. Pensa fora da caixa, Mendes. Não é só o Golf 4,5, viu?

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    8. Pode ser que eu tenha me equivocado então, pois que eu lembre apenas o golf (2.0) tem potencia semelhante (claro que com bem mais torque devido a litragem), mas nos carros fabricados atualmente no Brasil, mais nenhum 8 válvulas me vem a cabeça. Alguém pode me dizer pelo menos mais dois? Eu realmente agradeço!

      Agora 15.7 m.kgf não é um número ruim vindo de um motor 1.5. Agora se é a pegada em baixa que estão falando, ai é outra história.

      Mendes

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  19. off topic
    vcs viram que a toyota vai dar um tapa no etios?
    abs
    Carlos

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    1. Corsário Viajante17/04/13 21:00

      A toyota vai dar um tapa pq os concorrentes deram uma surra... rs

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    2. Um tapa onde? Criança quando apanha fica mais feia ainda...

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    3. Na imprensa internacional saiu que a Toyota prepara a renovação do modelo em 2014, após apenas 3 anos no mercado. Será renovação mesmo, não face-lift. Se for verdade, dificilmente sairá "um tapa" no atual até lá.

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    4. Talvez ela faça um renovação na Índia, e dê um tapa no Brasil... Nos dois sentidos. Afinal, se mesmo sendo o remendão que é já faz sucesso, imagina se colocarem o painel no lugar certo. Me lembra a piada do bode.

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  20. O jeito é ir de J2!

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  21. Daniel San17/04/13 17:48

    Arnaldo,o que você falou sobre a taxa de compressão do JAC e o seu pouco aproveitamento quando abastecido com álcool faz lembrar o comportamento semelhante do meu Clio. Roda muito bem com gasolina,e também com álcool,mas neste caso,a potência não aumenta,apenas o motor fica pouca coisa mais esperto,e tem um consumo digno de um Maverick.Pena,pois o comportamento do Renaultzinho é exemplar.

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    1. Daniel, o Clio novo teve a taxa aumentada, além de outras melhorias. Aumentou a potência e baixou o consumo com álcool. Solucionaram essa falha.

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    2. Antônimo Do Anônimo18/04/13 15:14

      Porém incluiram tantas outras, como ausência dos repetidores laterais de seta juntamente com a partida das setas para o meio do farol, retirada da barra estabilizadora dianteira, freios que passaram a utilizar discos sólidos, dentre tantos detalhes menos importantes (apenas de acabamento) que foram suprimidos nesta atual versão, que particularmente eu ficaria com o antigo, rodando somente na gasolina...(que já tem um desempenho brilhante para um motor 1l, diga-se de passagem...)

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    3. Com esse preço do Etanol é bem melhor que eles não fiquem mexendo no motor mesmo!

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  22. Para o J5 já existe no mercado o jogo de molas mais baixas, fabricado por uma conhecida empresa de suspensões preparadas. Para rebaixar o J3 a solução é simples: liguei nessa empresa, e me passaram a informação que somente precisavam de uma mola original dianteira e traseira que, usando-as como referencia (dimensões, constantes, etc...) poderiam facilmente fabricar as esportivas , sem custo especial. Me pareceu bem razoável. Tenho um Astra rebaixado com um kit dessa empresa e não tenho do que reclamar.

    Abraço

    Lucas CRF

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    1. Lucas, você pode divulgar o nome da empresa. Sem problemas. Nós aqui não podemos fazê-lo, pois não temos certeza da qualidade do serviço, mas você pode. Vai atrás quem quiser e não temos nada com isso.

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    2. Bom saber que não é tão difícil assim o próprio dono ajeitar o comportamento dinâmico. Só uma pergunta: Teria como fabricar amortecedores melhores também só com base no amortecedor original do Jac? Vi que o Bob reclamou da distensão e imagino que para realmente 'casar' perfeitamente, molas e amortecedores retrabalhados seriam bem vindos (claro que mais caro que somente molas rsrs).

      Mendes

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    3. Beleza, Arnaldo. A empresa é a Macaulay, de São Paulo. No meu caso, pedi as molas esportivas e os amortecedores com 30% a mais de carga. Deu tudo certo.

      Abraço

      Lucas CRF

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  23. O velocímetro e o tacômetro concêntricos são confusos. Ao menos podiam alterar a escala do tacômetro para x1000 ao invés do x100 adotado.
    Esteticamente ele é discreto, o que acho coerente, uma ponteira dupla tipo Punto Sporting ficaria legal e ajudaria a diferenciá-lo dos outros J3 quando visto por trás.

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  24. "A suspensão dianteira é McPherson com subchassi...". AK, os braços de suspensão dianteiros do J3 não estariam ancorados diretamente no monobloco do carro, sem adoção de subchassi? Pelo que me lembro, (e pude constatar no carro de meu pai, que é o J3), o modelo não usa esse componente.
    Abraços e continuem o bom trabalho.
    Vilchez

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    1. Vilchez,

      Esses dados foram acrescentados pelo Bob, certamente baseado na ficha técnica oficial do carro. Em breve ele lhe esclarece isso. OK?

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    2. G. Vilchez
      Vi e dirigi o J3 há dois anos, quando foi lançado. Não me lembro do que vi por baixo, mas o subchassi foi dianteiro foi informado na palestra técnica, tanto que consta da ficha oficial. Mas como não é bom ficar com dúvida, vou conferir.

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    3. Bob, obrigado pelo interesse. Realmente fiquei em dúvida, inclusive quando reli a matéria que você escreveu há dois anos sobre o J3 (http://autoentusiastas.blogspot.com.br/2011/03/jac-j3.html), onde há o seguinte comentário seu: "A suspensão dianteira McPherson, sem subchassi, possui barra estabilizadora desacoplada do braço transversal em “L” (...)"

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    4. G. Vllchez
      Você está certo, eu confundi com J5, que tem subchassi, escrevi no post dele. Desculpe o engano. Texto será corrigido em seguida.

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  25. Pra dar um golpe é só soltar a barra estabilizadora dianteira. Já deve dar um ganho de tração.

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    1. Cabral, e como ficaria a rolagem do carro?

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    2. Na verdade me deu vontade de fazer isso vendo o teste do vídeo. Eu não ia resistir soltar aquele parafusinho ali. Se fizer isso e der resultado é o balanço de resistência a rolagem que está errado. A solução de engenharia é recalibrar ou instalar uma estabilizadora na traseira, pois é a traseira que deve segurar uns 60-70% da rolagem num tração dianteira.

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  26. Todos os "defeitos" do carro pra mim deixariam de existir, se no mínimo ele fosse seguro. Do jeito que é, pode ter um painel de Jetta que simplesmente não dá pra engolir. É o caso totalmente oposto ao Etios.
    Troquemos os interiores de ambos e pronto, um carro relativamente bonito e muito seguro.

    P500<<

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  27. Boa receita para um esportivo honesto, uma pena terem deixado de lado alguns detalhes, mas todos relativamente simples de serem aprimorados (ainda mais em se tratando de um fabricante de automóveis). Pontos positivos para as rodas e pneus de dimensões coerentes, transmissão alongada para aproveitar melhor o motor mais potente e preço justo (para o mercado brasileiro, claro...). Mas fiquei surpreso com a facilidade com que a roda interna patina em curvas.

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  28. Bom, eu não tenho preconceito contra marca nenhuma, mas só voltaria a cogitar um JAC ou qualquer outra marca chinesa depois de uma redenção do crash test pífio do J3.
    Mas em relação a esse J3 S, acho que, como um carro voltado mais para a esportividade, como está implícito no nome, deveriam abrir mão da "tecnologia" flex e adotar turbo mais injeção direta, tecnologia que a JAC possui na China, e corrigir essa suspensão alta demais. Não sou fã de carros rebaixados, mas olhando pelas fotos e lendo o texto, parece que esse J3 S deve ter comportamento similar ao Sandero, que não é muito estável em curvas.

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    1. Torres, Sandero Stepway. O Sandero normal é melhor.

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    2. É verdade Arnaldo, o Stepway, com o qual eu tenho contato, é mais alto que o normal,.

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    3. É verdade, tenho um Stepway e o carro inclina muito e tem muita rolagem. Em compensação, quase que ignora a buraqueira.

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  29. Pedro de Albuquerque18/04/13 01:12

    Com todo respeito aos técnicos e engenheiros que trabalharam no carro, mas isso aí é erro básico, coisa de não dar uma volta pra ver como ficou. Todo carro no Brasil é levantado e nenhum fica dessa maneira, todo distendido, nota-se algo errado até visualmente, o carro parece uma garça.

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  30. Lucas dos Santos18/04/13 02:38

    "Segue vídeo onde primeiramente o Bob dirige na cidade e depois eu o dirijo na estrada".

    O vídeo não está aparecendo na página.

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    1. Lucas dos Santos
      Por algum motivo saiu, mas já está lá. Obrigado por avisar.

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  31. Arnaldo, Bob, tá difícil a Ford liberar um Ecosport Powershift pra um teste completo de vcs? Poxa, é nosso único nacional de dupla embreagem 6 marchas, único no segmento com o importante item de segurança ESP, e é o carro acima de 50 mil que mais vende desde que começou a vender em Out/12! Sem contar que é um carro algo polêmico, muitos gostam, haja vista o tanto que vende, mas muitos criticam por ser proveniente de um compacto e ter preço que chega perto de carros médios considerados algo mais nobres em terras tupiniquins como os japas nacionais corolla e civic. abs. Roberto Mazza

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  32. joão celidonio18/04/13 15:27

    bom, pelo menos o carro tem potencial, alguns pequenos ajustes e ele deve ficar bem bacana de dirigir... agora é só esperar eles aprimorarem esse design... se conseguirem aliar isso a um baixo peso que o carro já apresenta, fica muito a frente de qualquer nacional!

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  33. Alguém do fórum chegou a tomar conhecimento de matéria que relata a fragilidade do capô dianteiro dos JAC J3, que poderiam ser abertos por fora, mesmo travados, devido a um erro de projeto no cabeamento da trava?

    Tirando o painel e o aperto da cabine, acho o J3 muito jeitoso. Mas não compraria.

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  34. Arnaldo e Bob
    Na faixa dos 40 mil reais, qual o carro melhor de chão?
    E entre o Palio Sporting e o J3 S, qual o melhor nesse quesito?

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    1. O Palio Sporting é melhor de chão, sem dúvida. A Fiat tem acertado na mosca.

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  35. Ótima iniciativa da JAC em ter um esportivo com mecânica diferenciada, as outras bem que poderiam relembrar o que é isso.

    Uma pena essa questão justamente da suspensão. Com meu Clio sinto um pouco disso, pois esses dias mesmo peguei algumas estradas deliciosas(Floriano, Oswaldo Cruz, Rio-santos e Tamoios), a mecânica dele é suficiente, bem elástica, e a suspensão é de ótimo comportamento mas sempre a achei muito alta. E foi o único ponto fraco dele para eu dizer que ele foi brilhante, foi muito bom andar com ele nessas serras, mas a suspensão dianteira tem altura absurda(parece pouco mais alta que a traseira) e ele tendia a desgarrar de frente exatamente como o J3S na parte em que o Arnaldo mostrou.

    Concordo com o Bob, o mercado tão globalizado como está, a empresa chegar em um mercado mesmo não tão exigente quanto o europeu, mas ao menos exige um mínimo de qualidade, e estas fabricantes usam componentes de qualidade. As únicas ressalvas são para a própria engenharia, e sobre o suporte que elas dão no Brasil, que espero mesmo que elas mantenham bom estoque de peças, a preços justos e sem empurroterapia. Passando por isso elas podem continuar progredindo em qualidade, quem se lembra de carros da KIA, Nissan, Toyota e várias outras em outras épocas certamente concorda que trabalhando seriamente se progride.

    Para mim a JAC chegará lá em nosso mercado, torço para que levem a sério as questões para nos atender bem, e também não cair em certos erros das outras.

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  36. queria saber se a uns 140 km/h ele fica instável em curvas.E tambem no caso se a roda interna patina não é perigoso vc perde o controle do carro??w

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  37. Isso de patinar a roda de dentro não é perigoso???

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    1. Anônimo 23/04/13 17:44
      Não tem perigo algum, apenas o carro não traciona o esperado devido à característica inerente dos diferenciais comuns de mandar movimento para a roda que tem menos atrito, neste caso a interna à curva.

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    2. Bob, alguma novidade sobre a nova versão do J3S ou ela "morreu" junto a versão antiga? Grato!

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