ARRITMIA

Foto: revistaepocasp.com



(ar.rit.mi.a)
sf.
1. Ausência total de ritmo ou irregularidade de ritmo (numa seqüência continuada de eventos a intervalos de tempo supostamente regulares)
(iDicionário Aulete) 


Muitos leitores já devem ter notado. O sinal abre e arrancamos normalmente, mas uma consulta ao espelho interno mostra que o carro de trás ficou longe.

Estamos numa rua de duas faixas, mão e contramão, onde não se pode ultrapassar. Há um carro à frente, porém ele segue mais lento que o razoável e bem abaixo do limite de velocidade ali.

Carro marrom "segura" o trânsito (www.rac.com.br)

Esses dois casos são o que eu chamo de arritmia do trânsito. Falta a muitos motoristas a noção de que fazem parte de um sistema e que qualquer coisa que façam que prejudique esse sistema acaba prejudicando-o como um todo.

Acho que muitos conhecem esse breve filme produzido pela Universidade de Nagoya, no Japão, que mostra como nasce um engarrafamento. É um exemplo perfeito da arritmia que se verifica no trânsito.


Um primo tirou carteira de habilitação nos EUA e no exame, com carro manual, parou num sinal e pôs o câmbio em ponto-morto. O examinador disse-lhe para ficar parado com a primeira engatada, explicando que o motorista de trás não tem que esperar o carro da frente passar primeira só depois que o sinal abrir. Mas com a maioria dos carros lá sendo automáticos, esse problema da demora é minimizado.

Mesma razão, que eu já disse aqui, de ser conveniente para o trânsito os motoristas saberem que o sinal vai mudar de vermelho para verde por meio do amarelo intermediário. Aqui isso vem sendo feito pelos semáforos temporizados, em que se visualiza, pela fileira de luzes verdes (ou vermelhas, quando fechado), quando haverá a mudança.

Semáforo temporizado (à direita); para piorar, ao lado de um normal (noticias.uol.com.br
Esse novo sistema, embora cumpra a finalidade de avisar a mudança, esbarra na falta do que é fundamental em trânsito, a padronização. Semáforos devem ser uniformes no país todo, uma simples regra de segurança.

O vermelho-amarelo-verde é usado, até onde sei, na Alemanha, Suíça e Argentina. Era assim aqui até a entrada em vigor do Código Nacional de Trânsito, a Lei n° 5.108 de 21 de setembro de 1966, e se perpetuou no Código de Trânsito Brasileiro, Lei n° 9.503 de 23 de setembro de 1997.

A menos que tenha havido acidente ou algum veículo tenha enguiçado ocupando um faixa de rolamento, o trânsito tem tudo para fluir bem, mesmo carregado. Ou seja, não pode parar. A experiência da Universidade de Nagoya prova isso. Bastou um carro diminuir a velocidade para começar o engarrafamento.

Uma via como a marginal do rio Pinheiros, em São Paulo, na faixa central, expressa, só tem semáforo na...Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro! Essa marginal, que continua no rio Tietê, divide-se na BR-116 Presidente Dutra e na SP-070 Ayrton Senna/Carvalho Pinto. Portanto, o tráfego só poder parar se houver alguma anormalidade. Entretanto, não é o que acontece. Estamos cansados de ver surgir um engarrafamento para logo adiante ele se desmanchar como por encanto. A causa: arritmia.

Gosto de dar o exemplo maior de arritmia, uma largada de corrida em que o motor de um carro morre ou ele arranca lento. Quase sempre dá confusão, ocorrem batidas. 

Caso do mostrado no vídeo abaixo, largada do GP do Canadá de 1982, em Montreal. O Ferrari de Didier Pironi, pole position, morreu na largada, todos desviaram, menos Riccardo Paletti, que entrou com seu Osella a 180 km/h na traseira do Ferrari parado. Após a colisão, enquanto o piloto era assistido, irrompeu um grande incêndio, mas Paletti, na verdade, faleceu de lesões internas no tórax, rompimento da aorta (a prova foi vencida por Nélson Piquet, Brabham-BMW BT52).



Todos têm o direito de andar à velocidade que quiserem dentro dos limites máximo e mínimo (este, metade do máximo), mas isso não quer dizer que tenha o direito de prejudicar o fluxo. Na segunda crise do petróleo, quando nos Estados Unidos foi adotado o limite nacional de velocidade de 88 km/h (55 mph) com o intuito de conservar combustíveis, lembro de ter lido um caso em que um motorista respeitava o limite enquanto os demais carros não, este constituindo obstáculo na estrada – até que um carro da polícia rodoviária emparelhou e mandou o motorista respeitador do limite acelerar. Caso típico de anular a arritmia e promover o ritmo correto, mesmo que para isso o limite de velocidade fosse ignorado.

Uma das maneira mais evidentes de combater a arritmia no trânsito é por meio da engenharia rodoviária. Nesse tempo de grande número de veículos nas ruas, a engenharia de tráfego precisa ser aplicada em grau máximo. Nas imediações de onde moro passa o eixo norte-sul, composto de várias avenidas em sucessão. Havia trechos críticos e causadores de lentidão, como pontos de ônibus e determinados acessos. Pois bastou a CET empreender pequenas modificações de traçado, como criar faixas de aceleração e baias para os ônibus pararem, que os problemas simplesmente acabaram.

Caçamba de entulho atrapahando o trânsito (jblog.com.br)
Há situações incompreensíveis. Por exemplo, se é probido estacionar numa faixa de rolamento justamente para dar maior fluidez ao trânsito naquele ponto, como se permite que caçambas de entulho (foto acima) ocupem esta faixa por vários dias? Entulho deve ser ensacado e guardado no interior da propriedade, e depois retirado. Não é preciso que caçambas sirvam de depósito ocupando uma faixa de rolamento.

Ajude a manter o ritmo

Você pode contribuir para a fluidez do trânsito com atitudes simples porém importantes:

1. Pare para embarque/desembarque somente o tempo mínimo necessário.
2. Se houver uma pequena colisão, tire o carro da faixa e encoste-o mais que puder.
3. Em caso de furo de pneu, rode devagar até poder encostar bem à direita ou fora da pista.
4. Esteja com a 1ª engatada antes de o sinal mudar para verde.
5. Arranque no sinal com vigor médio.
6. Trafegue à velocidade máxima da via sempre que as condições permitirem
7. Nos semáforos, se o for primeiro carro, avance até a faixa de retenção
8. Nos semáforos, se seu carro não estiver na primeira fila, aproxime-se do da frente até cerca de 1 metro.
9. Embora não economize combustível, use o freio para desacelerar o carro, não o freio-motor.
10. Se resolver falar ao telefone, não deixe que isso o leve a fazer o carro perder velocidade.

BS

190 comentários :

  1. Além dos 10 mandamentos citados, prezado Bob, deve-se destacar que a cultura do brasileiro influi na fluidez do trânsito. A grande maioria encara as ruas e estradas como prolongamento de seu espaço privado, nem a necessária consciência do 'coletivo' e visa quase sempre o seu interesse em primeiríssimo lugar.

    Ultrapassagens pelo acostamento, na interrupção do trânsito, são rotina e demonstram claramente a "umbiguização" do motorista brasileiro e por que não dizer, da sociedade como um todo. É só olhar as calçadas das metrópoles e verificar quemuita gente forma bolinhos, rodinhas de bate-papo e tumultuam até mesmo o andar dos transeuntes. Ninguém se importa com o coletivo.

    É a sociedade da idolatria do Ego.

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    1. Interessante notar a influencia cultural. Em viagens longas de carro, passando por várias cidades e mesmo países, é possível notar bem as diferenças locais no trânsito. Cada povo, de cada cidade, dirige de um jeito, é como um sotaque. Quem vai a buenos aires, por exemplo, pode perceber o forte sotaque portenho: o trânsito é caótico, com taxis muito lentos na direita e demais veículos andando rapido na esquerda, preferenciais que aparentemente não são respeitadas, etc. Mas é um caos funcional, a fluidez é impressionante na maior parte das avenidas, pois a regra é acelerar sempre e preocupar-se mais com o que há à frente, muitas vezes ignorando faixas de rolamento. Curioso notar também que sempre respeitam os pedestres lá.

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    2. João Guilherme,

      Sobre as calçadas, é algo que eu sempre quis comentar no blog mas acabo nunca fazendo:

      Quando falta ao brasileiro educação, respeito e bom senso até para saber como transitar a pé em calçadas com fluxo de pedestres, não dá pra esperar coisa melhor ao guiar veículos motorizados!

      Eu poderia dissertar muito sobre as coisas que me incomodam ao caminhar na rua. As rodinhas de bate-papo que vc menciona (quase sempre bem no meio da calçada, no lugar que atrapalhe mais, mesmo que seja uma calçada larga com espaço de sobra) é só uma delas.

      O que dizer também, por exemplo, de mães com carrinhos de bebê, que parecem se julgar com total preferência e privilégio de passagem e avançam "atropelando" todo mundo com o carrinho na frente? Além da falta de educação e respeito, sem nenhum cuidado e zelo pela criança. Se esbarra na perna de alguém ainda xingam. Pelo menos por aqui, esse comportamento é a regra. Nunca fui pai nem babá, mas o bom senso me diz que se eu estivesse caminhando com um bebê num carrinho, seria extremamente cuidadoso pelo bem da criança.

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    3. Isso mesmo, caro Adriano. Os carrinhos de bebê são usados às vezes até como 'escudos': ao invés de proteger a criança, o(a) cidadã(o) usa o carrinha como proteção para si.

      E o problema é cultural mesmo. O Brasil ainda é uma proto-nação. Não adquiriu ainda um status de cidadania que permita uma convivência realmente democrática e harmoniosa. Não viveremos para ver isso. Noutras vidas, talvez. Abs

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    4. Nao, o Brasil e mais nacao que muitos dos paises que comumente se consideram, ilusoriamente, nacoes de fato. A bem da verdade, essa nocao de convivencia democratica e harmoniosa nao existe deste lado do Paraiso. E mais, ter essa utopia como ideal e prejudicial ao Brasil porque resulta na paternalizacao do estado, ou seja, facismo, como e patente o caso do transito em geral, onde o estado faz algo para satisfazer a populacao que algo seja feito, ainda que ele nao possa de fato fazer nada, a nao ser passar mais e mais regulamentacoes e leis que ou nao podem se fazerem valer ou exigem medidas draconianas, como os pardais e a tolerancia zero.

      Ou se muda tal ideal utopico ou se para de reclamar que apedeutas em Brasilia ou no paco municipal facam alguma coisa, pois, acredite, voce nao quer que gente dessa estirpe dite sua vida.

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    5. De fascista não tenho nada, muito pelo contrário. E o que mais deve ser destacado na construção da identidade nacional brasileira é o seu sentido de mistura, de polimorfismo, de multifacetado. Como já disse noutro lugar Carlos Lessa, o Brasil tem algo de novo para a Humanidade: a tolerância, o anti-xenofobismo. Mas ainda se perde pela socialização incipiente de seu povo, guiado pelo populismo demagógico ou por totalitarismos...

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  2. "10. Se resolver falar ao telefone, não deixe que isso o leve a fazer o carro perder velocidade."

    Bob, esse é o tipo de observação que mais gosto nos seus textos: sem hipocrisia. Ao invés de fechar os olhos como se o que é proibido não existisse, você assume que acontece e tenta dar um conselho útil.

    Infelizmente alguns radicais entram com o pé na porta reclamando desse tipo de coisa, como foi com o "Se beber e for dirigir, dirija devagar". Não concordo com beber e dirigir, mas o conselho foi ótimo. Nesse último mês, para citar um só exemplo, teria salvo um braço.

    Abs.

    Eduardo Trevisan.

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    1. Eduardo,
      Isso mesmo, o rapaz ainda estaria com o braço dele.

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    2. O texto foi ótimo (como a maioria dos seus textos Bob), exceto justamente por essa frase.
      Usar telefone e dirigir é uma irresponsabilidade sem tamanho.
      E muito me estranha essa frase já que ela vai de encontro a várias outras valiosas dicas e conselhos que você deu ("saco de lixo preto" na janela não pode, usar telefone sim?). O motorista tem que dirigir, e só. E isso não é hipocrisia, é bom senso.

      Principalmente no trânsito urbano, onde as trocas de marcha são constantes, e os imprevistos são muitos, é onde o motorista não pode de forma alguma tentar dar uma de malabarista, dirigindo com uma mão só e dividindo sua atenção entre o trânsito e uma ligação telefônica.

      Na minha opinião, ponto negativo para o blog (que é excelente diga-se de passagem)...

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    3. Unkown 15/03.13 10:16
      Que não tem capacidade para dirigir e falar ao telefone, ouvir rádio ou conversar a bordo, não deveria nunca sentar ao volante, pois dirigir é um ato automático. Não vá me dizer que você não pensa na vida enquanto dirige? E se não fosse possível dirigir com uma só mão, os infelizes que perderam um braço não poderiam dirigir, e podem. Houve até um piloto austríaco, Otto Mathé, que perdeu o braço direito na guerra e corria de Porsche 356 com volante na direita. Desse modo, nada teve de negativo para o blog o que afirmei – e acho.

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    4. "Que não tem capacidade para dirigir e falar ao telefone, ouvir rádio ou conversar a bordo, não deveria nunca sentar ao volante, pois dirigir é um ato automático."

      Engraçado, essa frase poderia ter vindo facilmente de um dono de faróis de xenon com rodas gigantes cromadas e sacos de lixo preto nos vidros que tem por robby fazer rachas nos fins de semana em avenidas movimentadas. Afinal você tem algo em comum com eles...

      Conversar e ouvir rádio é completamente diferente de fazer malabarismos com um celular na mão. Ao contrário do que você acha, eu vou continuar dirigindo, mesmo não me achando apto para dirigir e falar ao celular ao mesmo tempo, porque, por sorte, não é você que redige nossas leis, do contrário, encontraríamos muito mais motoristas se aventurando nos malabares do que já encontramos nas ruas.

      Quanto ao seu exemplo, comparar motoristas comuns com pilotos profissionais não é muito inteligente, só confirmou o que eu suspeitava você escreve para pilotos, não para motoristas.

      Parabéns pela sua competência como jornalista e pelo conhecimento das máquinas, e que pena pela sua mentalidade de motorista...

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    5. Erik
      Você misturou estação, como se diz. Nada a ver, o perfil de motorista que você descreveu, como também nada a ver que escrevo para pilotos. O telefone celular ainda é objeto de misoneísmo (medo de novidade) e gera esse tipo de reação – e até proibição pelo CTB. Há dez anos era proibido entrar com celular em muitos restaurantes de Nova York. Empresas proibiam funcionários de falar dirigindo mesmo antes de ser proibido. Eu mesmo presenciei isso, o funcionário que dirigia o carro no qual eu estava parou no acostamento da estrada para atender.. Hoje celular virou carne de vaca, todo mundo tem e já faz parte do cotidiano. Estamos em plena era da comunicação e não há por que o "não fale enquanto dirige", uma grande bobagem, a mesma de "é proibido conversar com o motorista. O que deve ser evitado, isso sim, é escrever mensagem de texto, pois a distração é enorme. E dei o exemplo do piloto sem um braço para mostrar que mesmo numa utilização extrema ele conseguia dirigir, o que dirá um carro normal no trânsitom muitas vezes congestionado. Muitos acham, e temo que você esteja nesse grupo, aque o carro vai ficar sem controle se for dirigido com uma das mãos apenas. Nada mais falso. Reflita sobre o que você escreveu.

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    6. Ok Bob, Grato pela explanação.
      Mas vou continuar atendendo meu celular apenas via bluetooth no comando do volante, pois creio que eu não estou apto a dirigir com o celular em uma das mãos.

      O problema são as pessoas que acham que estão aptas a dirigir ao celular e não estão, é com elas que me preocupo, e é o impacto do seu comentário no comportamento dessas pessoas que fico preocupado.
      Se uma lei permitindo uso de celular ao volante for emitida, não só as pessoas aptas vão se utilizar desse direito.

      Vi um vídeo seu no youtube, muito bom, sobre o correto posicionamento ao volante, onde você dá uma volta pelo quarteirão, ensinando como posicionar as mãos enquanto dirige, ficaria interessante ver o mesmo vídeo repetido com uma chamada de celular sendo atendida com a mão direita, o aparelho sendo passado para a mão esquerda (para liberar a direita para a troca de marchas). Talvez um vídeo tutorial desses mudaria minha opinião.

      Continuarei vendo as matérias do blog, aprendi muito aqui, e que bom que, ao contrário de seus fans incondicionais, eu posso me contentar em concordar com 90% de seus ensinamentos!
      Obrigado e um abraço.

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    7. Erik
      Outra dia estava de passageiro no banco direito e o motorista atendeu a uma ligação via Bluetooth: participei da conversa toda, algo totalmente inconveniente. Ou seja, só serve quando se está só no carro. Qual a mão? Em qualquer telefone só uso o ouvido esquerdo, questão de preferência desde que me entendo por gente. Por isso, ao atender coloco o câmbio em segunda, pois posso ir de 0 a 60 km/h pelo menos e esquecer a alavanca.. Além do que sào sempre conversas curtas. Já houve estudo nos EUA, em que nos estados onde o celular "ao pé do ouvido" foi banido não houve alteração nas estatísticas de acidentes. Boa idéia, um vídeo a respeito, vou cuidar disso. E fico satisfeito por a leitura do AE estar lhe sendo útil, sensação de dever cumprido!

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  3. Outra mudança que seria bem vinda é recomendar que todos olhem para o sinal primeiro, pra depois olhar pro carro da frente. Assim o tempo de arrancada de uma grande fila é reduzido. Principalmente em aclives.

    Infelizmente as intervenções que envolvam mudança de comportamento são as mais difíceis de se implementar. A dengue está aí para comprovar.

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  4. O item 6 é um convite a colisões. As velocidades máximas dentro das cidades são lentas para automóveis e muito rápidas para pedestres e ciclistas. Ou seja este post indica que as cidades devem ser para automóveis e não para pessoas. Não é de se estranhar, pois é um blog de carros. Eu gosto muito de carros, mas em 90% do meus deslocamentos urbanos sou pedestre ou ciclista. Então sinto na pele este problemas de velocidades máximas muito elevadas.
    Entretanto concordo plenamente com o ponto de vista que a variação de comportamentos de velocidade e arrancada prejudicam o fluxo. Mas discordo totalmente que o aumento da velocidade máxima iria melhorar o fluxo. O que melhora o fluxo é um controle rígido das velocidades, um sistema lógico com o menor numero de paradas em eixos viários e uma velocidade máxima menor que as atuais nas vias estruturais. Isso acima não é chute meu, é resultado de anos de simulações numéricas de trânsito e implantação em áreas testes que comprovaram estas hipóteses e agora são teorias largamente aceitas em cidades que levam o trânsito como um assunto técnico e não politico.

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    1. Tinha que aparecer alguém para criticar. Nada fazem para mudar, mas são "bambas" em críticas.

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    2. Velocidades máximas elevadas... Pois sim. Na cidade onde moro (São José dos Campos) há 2 exemplos de vias com velocidade muito abaixo do normal:
      1- Av. 9 de Julho (4 faixas com um canteiro central entre a 2 e a 3): 50 km/h.
      2- Av. Cassiano Ricardo (3 faixas bem largas): 60 km/h. Cabe ressaltar que nesse caso, a velocidade máxima foi reduzida de 70 para 60 km/h há pouco tempo.

      E cabe também um terceiro exemplo, que é a Avenida dos Astronautas, único acesso ao aeroporto da cidade e à fábrica da Embraer, com seus ridículos 60 km/h. Nesse ponto, onde trafego todos os dias a 5 anos, nunca tive problemas rodando a 80 km/h, e meu único acidente nesse trecho foi por descuido meu. Mas eu estava a bem mais que 80 por hora.

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    3. As ruas são para os carros, as ciclovias para bicicletas e calçadas são para pedestres, igualar velocidade máxima de carro ou onibus com ciclista e pior ainda pedestre é teoria largamente aceita em cidades idiotas (que tem um transito nada fluido). Seria bom que os defensores dessa teoria proibissem os trens bala e reduzissem o transporte coletivo para velocidades máximas absurdas que eles propoem e depois fossem obrigados a usar esses onibus e trens

      Andar na velocidade máxima já muito baixa das cidades só é convite para colisão se não souber dirigir mesmo, pois são baixas a ponto de dar sono. Duvido que vc goste muito de carros, pelo papo e pela completa falta de noção do que fala deve ser ciclista daqueles radicais e trolls e que deveria se manter longe de um carro pois claramente não sabe dirigir (como a maioria dos ciclistas desse tipo)

      No próximo onibus que tomar peça ao motorista para andar na velocidade da sua bicicleta se tiver ganas disso, de toda essa explicação na frente dos outros passageiros e seja espancado mas não obrigue os outros a isso

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    4. Anônimo,
      na verdade seria melhor recomendar andar acima da velocidade permitida, já que em quase todos os lugares essa velocidade é irrealmente baixa.
      Nâo acima descontrolada e desmilinguadamente. Um pouco acima. Um pouco. Pouco, não muito.

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    5. Nem a pau Juvenal!

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    6. Esse papo de que aumentar a velocidade não aumenta o fluxo é a maior mentira. É exatamente o contrário. Só existem 2 maneiras de se aumentar a capacidade de fluxo de um sistema, seja uma avenida, uma canização ou uma adutora de água: Ou se aumenta a seção, no caso das avenidas a pista, ou se aumenta a velocidade do fluxo. Não é à toma que as formulações básicas da mecânica dos fluidos são utilizadas em simulações de transito. Isso sim é assunto tecnico e não achismo.

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    7. Eu que publiquei o comentário acima.
      Para um blog de amantes de carros as criticas ao meu ponto de vista foram muito leves.
      Por favor sejam mais fortes em suas afirmações. Ainda tenho esperança de algum argumento técnico de vcs...

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    8. Anônimo das 14:19. Seu argumento da seção seria válido se todos "trafegassem" na mesma velocidade, sem ultrapassagens ou interrupções. O que não é o caso. E por sinal é o tema deste post: Arritmia.
      Portanto melhore seu argumento em prol da velocidade e aumento do fluxo. Não foi convincente.

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    9. Anônimo 09/04/13 12:29
      Em ponto algum eu sugiro aumentar velocidade, apenas trafegar à velocidade máxima da via. Agora, querer andar de bicicleta no trânsito urbano de uma cidade como São Paulo é o mesmo que querer andar de ciclomotor numa Autobahn. Simplesmente não dá. Ou você é dos que advogam que o tráfego deve ser lento para meia-dúzia andarem de bicicleta? Sejamos realistas, São Paulo não é Amsterdã.

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    10. " que melhora o fluxo é um controle rígido das velocidades, um sistema lógico com o menor numero de paradas em eixos viários e uma velocidade máxima menor que as atuais nas vias estruturais. Isso acima não é chute meu, é resultado de anos de simulações numéricas de trânsito e implantação em áreas testes que comprovaram estas hipóteses e agora são teorias largamente aceitas em cidades que levam o trânsito como um assunto técnico e não politico."


      Pois é, amigo anonimo. É possível ver claramente em São Paulo como isso tudo tem funcionado muito bem...kkkkkk

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    11. "Sempre que as condições permitirem". Pouca gente entende isso.

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    12. Perfeito! Gosto de carro, mas deixo meu Focus Hatch Ghia MK2,5 Manual na garagem sempre que posso, e vou ao trabalho de bicicleta e as vezes até de ônibus. Claro que moro numa cidade plana e de médio porte e isso ajuda muito, mas se todos tivessem um pouco de noção de coletividade, usariam o carro o minimo possível, principalmente dentro da cidade e no horários de pico. Não tem jeito, carro é sinônimo de egoismo, ainda mais aqui no Brasil.

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    13. Aléssio Marinho09/04/13 23:45

      Moro numa cidade quente e que chove todo dia. Vou deixar o conforto do meu carrinho com A/C pra andar num buzão lotado e onde mal se consegue respirar com tanto calor, ser maltratado pelos prestadores de serviço e ainda pôr em risco a minha segurança e ser assaltado ou me molhar todo (de suor ou chuva) e ainda correndo o risco de ser atropelado andando de bike?
      Passo, ando de camelo no fim de semana na praça perto da minha casa. É mais seguro.
      Na boa, quando vejo uma pessoa se deslocando por longas distâncias, como 10 ou até 40 km num dia pra ir ao trabalho e voltar tenho pena dessa pessoa, pois não é o cicloativismo que a faz ter essa "nobre" atitude mas a sua condição financeira, que não permite usar o transporte público sem faltar na sua mesa. Quem vive com pouco, sabe a falta que faz os 4,40 do ônibus diário. Quer um absurdo atestado de pobreza maior que esse? Se o ciclista pudesse, com certeza ele estaria dentro do ônibus, na sua motinha ou no seu carrinho usado com o Ipva atrasado. Feliz da vida.
      Conforto é bom, todo mundo quer e gosta.

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    14. Um argumento técnico... andando mais, por incrível que pareça, se anda mais! O trânsito é como um funil, se não tiver vazão suficiente, seja pela velocidade ou espaço (que no caso de São Paulo é cada vez menor), ocorre acúmulo em algum ponto (geralmente um semáforo, uma curva, uma rotatória, enfim algum elemento perturbador da fluidez). Recomendo que você esqueça isso de trafegar de bicicleta junto aos carros, pois na situação atual o risco é muito grande para você (não preciso lembrar dos vários casos de morte recentes).
      O Bob não falou nada de desrespeitar a velocidade e sim de tentar ser o mais ágil possível quando as condições assim permitirem. Qual o problema disso?

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    15. Bob e Paulo Roberto. Vcs tem razão sobre o texto não apresentar qualquer menção ao aumento de velocidade. Entretanto nas entrelinhas para a maioria dos leitores deste blog a instrução de "trafegar próximo do limite da via" significa "pise fundo"....
      Podem ver pelos comentários acima que vários entram na questão de que 60,70-90 por hora é "tranquilo" e que "nunca tive qualquer problema".
      Acredito que a discussão "São Paulo" não é "Amsterdam" não é o foco deste post especifico. O tema é a "arritmia".
      O que eu concordo plenamente que é um sério problema. O ideal seria todos trafegarem em velocidades semelhantes e com agilidade. O que eu quero deixar claro é que trafegar em velocidade semelhantes não necessáriamente significa todos trafegarem rápido. Pois as cidades (com raras vias expressas) estão cada vez mais perigosas para pedestres, ciclistas e tb para motoristas pq as velocidades são muito elevadas para a localização e condicoes da via.
      Minha sugestão é sempre uma discussão com argumentos e não estereotipar quem vc não conhece. O que infelizmente é o padrão da maioria dos leitores deste blog, quando alguem não concorda com um ponto de vista.

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    16. Engano seu, o problema não é a velocidade, por mais que tentem fazer a gente acreditar. Nosso problema é de educação mesmo. De falta de cultura automobilística que a falta de fiscalização agrava. A essência do carro é trafegar em velocidade. O quão rápido é ditado primeiramente pelas normas, depois pela habilidade e noção de cada motorista/cidadão. É possível andar rápido demais com a bicicleta, por exemplo, é só observar quantos inconsequentes usam a bicicleta inadequadamente no parque do Ibirapuera. Não estou estereotipando nada, mas ao cobrar embasamentos técnicos eu sugeriria que você não despejasse o velho discurso da mídia de excesso de velocidade, excesso de veículos etc., pois isso, como você mesmo constatou, não tem espaço aqui.
      No limite da via significa somente no limite da via, que foi devidamente (quer dizer geralmente devagar demais) sinalizado pela autoridade de trânsito. Se uma avenida está sinalizada como 60 km/h, é perfeitamente seguro trafegar por ali a essa velocidade. O que impede que esse limite seja alcançado são motoristas lerdos demais, caçambas, buracos, lombadas etc. O problema é outro, não o carro. Ele foi feito para trafegar rápido, senão não teria sido inventado, a carruagem já dava conta. Eu recomendo que você pare de estereotipar (suas palavras) quem gosta de automóvel e frequenta este blog achando que vão entender isso ou aquilo. Está na hora de começarmos (todos nós) a pensar por conta própria, sem tanta interferência de bobagens da mídia que só se preocupa com seus próprios interesses, pode ter certeza. Quase nenhuma notícia hoje é puramente notícia, mas sim opinião do veículo de comunicação disfarçada de notícia.

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    17. Paulo Roberto, Obrigado por sua réplica. Concordo parcialmente com vários pontos. Mas como vc mesmo falou. Este forum não é o local para ponto de vistas como o meu.
      Encerro aqui.
      Se o Bob quiser publicar (acho pouco provável pois não é o foco do blog) um complemento a "Arritmia" do trânsito existe toda a informação disponível em:
      w w w. lth.se /fileadmin /tft /dok /KFBkonf / 6Bergerlinauer.PDF
      w w w .monash. edu.au /miri /research /reports/muarc276. pdf
      cyclingconf .org. nz /system/files /NZCyclingConf09_4B_Woodward-ReducedSpeeds. pdf
      w w w . internationaltransportforum.org /jtrc /CongestionSummary. pdf

      O links acima (retirar os espaços) são apenas alguns de muitos estudos com base na metodologia ciêntifica sobre o tema. Em geral eles chegam a conclusões semelhantes: engenharia a planejamento deixam os congestionamentos menores, as ruas mais seguras, e sendo mais seguras mais pessoas utilizam bicicleta ou trafegam a pé deixando muito espaço para os auto entusiastas trafegarem com suas máquinas. (inclusive eu, eventualmente).
      Obrigado pela atenção.

      Anônimo09/04/13 12:29

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    18. ""O que melhora o fluxo é um controle rígido das velocidades, um sistema lógico com o menor numero de paradas em eixos viários e uma velocidade máxima menor que as atuais nas vias estruturais"" By Anonimo.

      Isso mais parece uma justificativa para a indústria irracional da multa, do que um proposta de solução para a fluidez do trafego urbano

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  5. Aqui o atraso é cultural. Tolerado por muitos. As pessoas demoram para acelerar o verde. Tanto que reclamam quando recebem uma buzinadinha de aviso que o semáforo está verde. Mas passar no amarelo a toda, inclusive no vermelho é normal.
    Não deveria ser ao contrário?

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    1. Filipe_GTS09/04/13 13:52

      Ótima observação.

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    2. Em Buenos Aires notei que é raríssimo alguem passar no vermelho. No entanto, quase todos arrancam muito rapidamente quando surge o verde. É o ideal.

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    3. Anônimo 09/04/13 14:28
      Essa foi na mosca! Isso mesmo!

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    4. Lucas dos Santos09/04/13 18:55

      Aqui na minha cidade os semáforos são temporizados. Há seis luzes vermelhas e seis luzes verdes. Isso realmente ajuda o pessoal a arrancar mais rápido. O problema é que agora está, digamos, "rápido demais".

      A maioria dos motoristas aqui arranca ainda na última luz vermelha, ao invés de esperar a luz verde e, com isso, atrapalha a travessia de pedestres.

      E por falar em pedestres, não sei por que razão não há mais semáforo de pedestres nos cruzamentos da minha cidade. O pedestre agora precisa ficar de olho no semáforo temporizado e nos carros para saber quando pode atravessar. Mas há situações em que, dependendo da localização do semáforo, não dá para visualizá-lo, tornando a travessia arriscada.

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  6. Eu ja falei aqui nesse forum...
    O que atrapalha sao os dominguieros que ficam na pista da esquerda andando mais lento que o fluxo normal.
    Esses mesmos domingueiro tambem atrapalham na cidade , pois estao sempre mais devagar que o trafego.
    Adoro dirigir.. mas cada vez mais me aborreço qdo dirijo.
    Nao aguento mais! Cade meu Lexotan??

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    1. Verdade, passei por isso nesse fim de semana, na rodovia Anhanguera. O domingueiro estava lá tranquilamente a 70 km/h na esquerda, e a direita totalmente livre. E o mais incrível foi que ele ainda ficou bravo quando eu pedi passagem.

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  7. Já vi em muitos foruns essa questão de manter a marcha engatada durante o semáforo vermelho. Eu mesmo SEMPRE que no transito mantenho a marcha engata e, no caso do carro estar parado, a primeira. Porém já vi que muitos não tem esse comportamento e a principal alegação é de que "diminui a vida útil dos componentes da transmissão", como cabo de embreagem e mola (em caso de embreagem mecânica) ou atuador hidráulico (em caso de embreagem hidráulica). Há quem diga que até mesmo diminui a vida útil da embreagem o que certamente é mito, uma vez que o pedal de embreagem esteja devidamente pressionado (totalmente, para que não haja atrito da embreagem com o volante do motor).

    Alguém sabe dizer se esse desgaste realmente procede e até onde que ele é de fato prejudicial? Pois sinceramente não acredito que esse desgaste seja tão relevante assim, dai minha preferência para ajudar na fluidez do trânsito.

    Mendes

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    1. Pode até não prejuducar o sistema de embreagem, mas sem dúvida fazer isso preso num congestionamento enche o saco e cansa muito a perna.

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    2. Não sei responder do ponto de vista técnico, mas posso dizer o seguinte:
      Usar os faróis desgasta as lampadas, usar os piscas idem. Usar os freios gasta pastilhas. Quem quer fazer esse tipo de economia porca, comprometendo a segurança e/ou a fluidez do transito, que deixe o carro em casa e use transporte coletivo...

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    3. Trabalhei na engenharia de um fornecedor deste tipo de componentes durante um tempo. Do ponto de vista técnico, acredito que o desgaste do cabo de embreagem e mola (em caso de embreagem mecânica) ou atuador hidráulico (em caso de embreagem hidráulica) não sejam alterados de forma a afetar significativamente a vida útil dos mesmos. Quanto ao conjunto de embreagem em si, contanto que o condutor tenha a certeza de que não esteja havendo trasmissão de torque, ou em outras palavras, a certeza de a embreagem estar totalmente desacoplada do volante do motor, não há alteração no desgaste.

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    4. André Castan09/04/13 23:41

      ADG da HIGH TORQUE, que aliás entende muito de mecânica, já fez um vídeo sobre isso. Segundo ele o sistema sofre desgaste sim, pois o mesmo está trabalhando. Eu também costumava deixar engatado, mas após esse vídeo mudei minha postura. Deixo em ponto morto e fico atento para engatar rapidamente e arrancar logo.

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    5. Anônimo09/04/13 14:30 e Victor Xavier, é exatamente desse jeito que eu penso, desgaste, até mesmo em buchas de suspensão com o carro parado, agora deixar no neutro no sinal vermelho e depois quando abre o sinal o cara ter que 'catar' a marcha e ainda reclamar quando é apressado é o cúmulo na minha opinião.

      No carro que dirijo tenho total certeza do desengreno, pois ao voltar o pedal pra posição original ainda há uma especie de margem até a embreagem de fato causar movimento ao veículo.

      Anônimo09/04/13 14:22, então sorte a minha, pois apesar do transito com o tempo piorar na minha cidade, ainda estamos longe de ser como grandes capitais. Sem contar que com um bom trambulador, trocar marchas acaba sendo mera terapia num transito caótico para um bom apreciador de um câmbio mecânico

      Obrigado pelas respostas :)

      Mendes

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    6. Sempre tive essa duvida. Mas eu tenho um polo 2008 que comprei zero, e esta com 84.000+ km, e ate hoje o sistema de embreagem/cambio esta em perfeito estado. E eu NUNCA deixo em ponto morto. se tiver desgaste deve ser minimo, insignificantemente ao longo prazo....

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  8. Bob, não é a Marginal do Rio Tietê que termina na Via Dutra?

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    1. Não. É a Salim Farah Maluf.

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    2. Pois é. E pela marginal Tietê que se acessa a Dutra. Se bem que trafegando pela marginal Pinheiros pelo sentido Castello, após o Cebolão, inicia a Tietê.

      Se for pensar assim é uma reta só mesmo, e sem semáforos.

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    3. Fábio, é isso mesmo, mas o que o Bob quis dizer é que dá pra pegar a toda a Marginal Pinheiros, seguir o caminho pelo cebolão, toda a Marginal Tietê e a Dutra sem encontrar com nenhum semáforo no caminho...

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    4. Na verdade a marginal Tiete termina na Ayrton Senna, existe uma saida pra Dutra, a Dutra sim termina ou começa (aí eu não sei) na marginal Tiete.

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    5. Já que é assim, dá pra pegar a Castelo lá no fim, pra lá de Iaras, e vir até a lagoa Rodrigo de Freitas sem pegar um mísero semáforo!
      Tanto a marginal tiete como a pinheiros começam onde elas se encontram, ou seja, ali pelo cebolão. A tiete termina onde começa a Ayrton Senna e a pinheiros termina na av. Interlagos.

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  9. Interessante post, prezado Bob.
    Se me permite, só acrescentaria à sua lista o seguinte:
    11. Em vias com duas ou mais faixas no mesmo sentido, sempre que possível, utilize a(s) faixa(s) mais à direita (deixe livre a faixa da esquerda para ultrapassagens) e, desta forma, sempre permita a passagem de veículos que estejam trafegando em velocidade maior que a sua (mesmo que acima do limite da via).

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    1. O problema é que as faixas da direita são detonadas pelos amigos caminhoneiros que carregam 90 ton nos seus MB 1113 que suportam originalmente 11 ton e pelo pessoal que remenda asfalto que não conhece a regua de aluminio utilizada pelos pedreiros para nivelar o cimento do piso em qualquer obra.

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    2. Heron Santos
      Mas aí entra o problema do ego, "eu sou importante, o sou o bom, "quem anda na direita é a ralé"...Já falei muito a respeito disso aqui no AE.

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    3. Fazer pavimentos é uma coisa complicada. E como fazer direito sai caro, dão apenas uma camada de asfalto pra ficar bonitinho, com a estrutura por baixo toda podre.

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  10. Bob, onde assino? Perfeito!

    Sempre falo para minha patroa, comentando sobre alguns "tartarugas" que encontramos pela frente: "Lugar de parar é no estacionamento. Quer andar devagar, encosta na direita".

    Concordo com o Tuhu. As pessoas só olham para o próprio umbigo. Até nos corredores de supermercados. Inclusive os donos, que entopem os corredores com mercadorias "em promoção"...

    Tem também os "espertos": você deixa uma distância de segurança do carro da frente e alguém ultrapassa justamente para ocupar aquele espaço.

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    1. Os espertos são os que me dão mais raiva no trânsito, chegando na minha faculdade eu fico em uma pista simples de mão dupla e sempre há engarrafamento la e o pior é que sempre tem um esperto pra ir pela contramão, passando todo mundo pra forçar uma entrada quando alguém vier no sentido contrário.
      Bom é não dar espaço pra ele e ver o esperto parado de frente com outro carro implorando pra alguém deixar entrar.

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  11. Viajo a SP de carro a mais de 10 anos periodicamente e sempre elogiei o paulistano pela cordialidade no trânsito que é infinitamente maior que na minha cidade (Timbó-SC), SEMPRE que precisei trocar de faixa ou sair de algum lugar prontamente alguém sempre deu espaço para praticar a manobra.
    Semana passada viajei até o RJ e me espantei com tamanha falta de educação e cordialidade no trânsito, parecia uma selva ou guerra no salve-se quem puder.
    Percebi que se eu precisasse trocar de faixa bastava não ligar a seta pois se o fizesse alguém sempre acelerava para eu não entrar na frente de ninguém, e assim cheguei a conclusão que o RJ consegue ter um dos piores motoristas do Brasil.

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    1. Reiter,

      E vou a Timbó (SC) todos os dias. Há ocasiões em que até duas ou três vezes no mesmo dia.

      Sem desmerecer a cidade, que gosto muito, não posso dizer o mesmo de seus motoristas, que considero os piores do país.

      Eita turminha de motoristas mal-educados. Homens, mulheres e até mesmo os jovens, são uns piores que os outros.

      Urge uma campanha urgente para que esses motoristas aprendam que se forem educados, todos lucrarão.



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    2. O pessoal fala que quem dirige em SP dirige em qualquer lugar. Eu discordo. O trânsito de SP é infinitamente mais civilizado que em outras cidades que tive o desprazer de dirigir (São José dos Campos, Jacareí e Taubaté, principalmente). O único problema de SP é a sinalização viária, problema esse facilmente contornado com um GPS.

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    3. Esse mesmo comportamento do carioca também é muito "apreciado" em Campinas/SP - bem como não sinalizar a maioria das manobras, ou então "encostar" no carro da frente quando o mesmo estiver sinalizando para manobrar em uma vaga.

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    4. É por estas e outras que tenho carro praticamente só para viajar. Rodar no Rio é garantia absoluta de stress. E parar também é: falta de vagas, e milhares de membros de uma das maiores escórias da raça humana: os vermes malditos dos infernos conhecidos popularmente por flanelinhas.

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    5. Reiter

      Fiquei besta!
      Se você elogia os meus conterrâneos fico imaginando como são os seus.

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    6. CCN 1410
      Não só em Timbó, mas em todas as cidades de SC que já dirigi percebo que não existe um pingo de cordialidade, ao contrário de SP CAPITAL que acho muito bom de andar, pois a grande maioria já percebeu que se todos colaborarem todos saem ganhando.
      Sempre percebi esse abismo cultural, principalmente quando morei em SP alguns meses e voltando pra cá toda hora me surpreendia com o quanto o povo daqui é atrasado, mas se vc nunca dirigiu no RIO podes acreditar com toda a certeza que lá é MUITO pior que aqui e SP, e com toda certeza merecem o título que piores motoristas do Brasil, uma pena visto a beleza natural da cidade.

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    7. Mr. Car09/04/13 13:56 Pensei que fosse só em São Paulo que tivesse esses malas ,como aborrecem! ,você não pode encostar o carro que já ouvi:"pode toma conta dotô? ".

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    8. Caramba! Nasci e vivo em SP desde que nasci, e estou quase tendo um "Dia de Fúria" por causa do transito, e vcs vem me dizer que as outras cidades são piores? Eu hein....

      Se bem que em SP mesmo, vai dirigir na periferia pra ver: ruas mal planejadas, apertadas, o povo todo andando no meio da rua, os manos dirigindo de qualquer jeito... tá louco.

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    9. Paulo, sou de S José dos Campos e você não é o primeiro a falar isso. Dá até vergonha...

      João Paulo

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    10. Só a título de comparação, estive em viagem pelo sul do país durante 20 dias no final do ano passado. Rodei 8 mil km entre sair de BH e voltar. Posso garantir que são melhores motoristas que os belorizontinos.
      Belorizontino não dá seta, acelera se você indica a intenção de mudar de faixa, se arrasta na faixa da esquerda, cruza todas as faixas de rolamento de uma só vez quando precisa entrar em alguma via ou alça e jamais respeitam os motociclistas, fazendo de tudo pra tornar a vida do amigo de duas rodas mais complicada do que já é.

      Hoje mesmo, parado em um semáforo, na faixa da direita, atrás do terceiro veículo da fila, o bendito senhor que estava à minha esquerda investiu sobre minha moto na tentativa de acessar um complexo de lojas. A intenção era passar por cima, obviamente.

      Durante o tempo em que morei em SP, nunca pude reclamar do comportamento do paulistano no trânsito. O mesmo não posso dizer de algumas cidades do interior desse estado. É dureza!

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    11. Como belorizonte e tendo dirigido em SP concordo com você. Aqui os motoristas são piores e os motociclistas cortam por todos os lados.

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    12. O pessoal de fora que visitou ou se mudou recentemente pro Rio e se assustou com o trânsito e o comportamento dos motoristas, provavelmente andou em áreas como Centro, Zona Sul, Barra, Tijuca, etc. que ainda são relativamente civilizadas.

      Pode ser difícil de acreditar, mas na periferia a coisa consegue ser muito pior. É um verdadeiro Mad Max. Acho que até o trânsito da Índia é menos selvagem.


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    13. Realidade do trânsito carioca: todos dirigem muito acima do limite de velocidade, e reduzem à quase metade da velocidade no radar. É extremamente irritante, pois não dá pra dirigir pela direita junto com os ônibus, caminhões e buracos, e você é sumariamente atropelado pela esquerda quando está ultrapassando esses veículos lentos. E quando chega ao radar, o infeliz passa lentamente no meio da pista, e você é obrigado a reduzir junto.

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  12. Bob, o item 6 - Trafegue à velocidade máxima da via sempre que as condições permitirem - chamou-me atenção.
    Na cidade onde moro, existe uma avenida cuja velocidade máxima é 60 km/h em alguns trechos. Porém, em um deles ocorre uma "armadilha": existe uma lombada, onde indica que a velocidade é de 30 km/h - obviamente velocidade reduzida para transpor o obstáculo.
    Porém, o comportamento óbvio do motorista é imprimir maior velocidade para voltar aos 60 km/h. Existe um radar, mais ou menos 300 metros depois da redução, onde o motorista desavisado passaria a 60 km/h. Ocorre é que no trecho deste radar, a velocidade é 50 km/h. E como sei disso? É porque a placa que indica a velocidade está do outro lado da via, no sentido contrário! E pior: até poucos dias atrás, quando passei por lá, não haviam colocado uma placa de sinalização indicando a velocidade correta.
    Ou seja, as autoridades não colaboram para o bom fluir do trânsito. E diga-se de passagem, essa está localizada em uma das regiões mais populosa da cidade.

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    1. Fábio Vicente,
      Mais uma prova do descaso das autoridade de trânsito no Brasil. Tomar essas providências simples? Dá um trabalho...

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    2. Só de descer a Imigrantes, o que dá medo é radar e multa, não a rodovia em si. Fica muito difícil de imprimir um ritmo fluido à viagem se não se conhecer previamente as arapucas de arrecadação.

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  13. "Muitos leitores já devem ter notado. O sinal abre e arrancamos normalmente, mas uma consulta ao espelho interno mostra que o carro de trás ficou longe.

    Estamos numa rua de duas faixas, mão e contramão, onde não se pode ultrapassar. Há um carro à frente, porém ele segue mais lento que o razoável e bem abaixo do limite de velocidade ali."

    Por essas e outras eu só tiro o carro da garagem se for estritamente necessário. Não tenho mais paciência para ficar "preso" atrás desse tipo de motorista...

    Sobre os "10 mandamentos", eu procuro cumprir todos e, em relação ao 10º, instalei um som com Bluetooth no carro. Se bem que, ultimamente, tenho preferido não atender nenhuma ligação, no trânsito.

    PS: Queria entender que utilidade o povo vê em instalar um DVD player no painel. Prá mim, ou você dirige ou você assiste o DVD. Fazer os dois ao mesmo tempo, além de também prejudicar o trânsito (o cidadão acaba dirigindo mais lentamente), uma hora pode causar um acidente...

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    1. Eu instalei um mais por causa dos caronas mesmo, já que na maior parte do tempo a tela só exibe meus arquivos MP3 e suas pastas.

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  14. E agora José, digo, Bob...

    Domingo à tarde, ao trafegar pela rodovia SC 418, que faz a ligação entre as cidades de Pomerode e Blumenau em Santa Catarina, pude observar a insensatez dos profissionais responsáveis pelo trânsito neste estado.

    Logo na saída da cidade de Pomerode, tem placas alertando o uso de radares e que a velocidade máxima é de 60 km/h. Logo após, essa velocidade é aumentada para 80 km/h e logo reduzida para 50 km/h, mas que após um curto trecho, muda para 50 km/h, 60 km/h... 30 km/h, novamente 50, 60, 80, retorno novamente às velocidades anteriores e por aí vai, e em todo seu trajeto.

    Nesse dia não vi a polícia rodoviária no local, mas em diversas oportunidades os vi atuando com os famosos "secadores de cabelo" e por receio de levar multa, segui o trajeto 100% dentro da lei, o que causou furor entre os outros motoristas. Coitada da minha mãe...

    Aí eu pergunto como agir nesses casos, sabendo que os policiais daqui são totalmente diferentes dos norte americanos e que se o caso acima citado fosse aqui, todos os veículos acima da velocidade seriam autuados e o tartaruga elogiado por obedecer as leis.

    É bom lembrar também, que em nosso país, as leis ou são oito ou oitenta, vide a lei seca por exemplo. Quando os responsáveis tem disposição, multam o que aparecer pela frente, como meu vizinho que recebeu multa por estar a 54 km/h, porque a máxima permitida é de 50 km/k no trajeto em que estava. Passo pelo mesmo local diariamente e posso afirmar que aquele trecho mais parece uma pista de corridas nos outros dias.

    E agora, o que devemos fazer?

    Quanto aos teus comentários, estão certíssimos, desde que a "LEI" seja cumprida.

    Hoje mesmo pela manhã vi um cidadão bebendo cerveja enquanto dirigia, como se fosse à coisa mais normal do mundo.

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    1. "meu vizinho que recebeu multa por estar a 54 km/h, porque a máxima permitida é de 50 km/k no trajeto em que estava. Passo pelo mesmo local diariamente e posso afirmar que aquele trecho mais parece uma pista de corridas nos outros dias."

      Mais uma prova de que aqui é o país dos espertos, malandros e desonestos. Se você passa pouco acima do limite da via, normalmente em velocidade mais baixa do que a via DE FATO permite, você é multado, mas o Gerson trafega o tempo todo bem acima dos limites da via e não é multado por "ter as manhas" do local, ter sido avisado sobre presença de policiais, radares, etc.

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  15. Com carro automatico na sinaleira, eu fico com o pé esquerdo no freio e o direito pronto para acelerar. O tempo de reação é menor que o de um motoboy com pressa.

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  16. Sr Bob, veja esse link.
    Nada a ver e tudo a ver: Tolerancia zero no transito da arabia saudita.
    Matéria saiu agora no terra.

    http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/arabia-saudita-decapita-com-espada-acusado-de-matar-3-em-colisao,9ca77a21e96ed310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

    Luiz CJ.

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    1. Luiz CJ
      Complicado, o negócio lá. Acho exagerado, executar alguém por crime de trânsito, mesmo com mortes.

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    2. Bob,

      Esse cara era metido a drifter. Ele assumiu o risco de matar, e matou três inocentes. Ele era um assassino, e assassino na Arábia Saudita tem o que merece.

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  17. Todo mundo tem direito à tudo mas não se sente responsável por nada.
    Esse pessoal pensa que o problema do trânsito é sempre por causa dos outros.

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    1. Aléssio Marinho09/04/13 23:56

      O Brasileiro sabe de cor e salteado os seus direitos.

      Mas os seus deveres e obrigações ele esquece num passe de mágica. Esse traço da nossa cultura que ninguém consegue enteder.

      O meu direito começa onde termina o seu, certo?

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  18. Aqui em Curitiba temos um sistema de sincronização chamado de "onda verde", em que trechos de tráfego mais intenso entre regiões do centro e centro-bairro têm seus semáfaros sincronizados de uma maneira bem eficiente. Em horários de menor movimento, não raras as vezes cubro a distância de + ou - 8 kilômetros entre minha casa e o centro em torno de 10 minutos, pegando 1 ou nenhum dos semáfaros fechados. Não precisa sequer correr, basta manter uma velocidade média constante e ser um pouco eficiente nas acelerações que todo o fluxo lhe beneficia.
    O maior problema do tráfego ruim são os maus motoristas, os gérsons e os egoístas. Há muitas pessoas boas dirigindo, mas você só precisa de um par de maus motoristas para começar um congestionamento, e aí não há ampliação de vias que resolva.
    Quanto a manter a marcha engatada, substituí este método nos manuais pela simples observação dos semáfaros para pedestres, que adiantam com boa margem a abertura do semáfaro para os carros. Até nos automáticos vale a pena segurar no freio e imprimir um pouco de pressão no pedal do acelerador 1 ou 2 segundos antes da transição para o verde. Largar bem e atingir a velocidade máxima da via no menor tempo possível é muito mais eficiente do que transitar a 10 ou 20 km/h acima da velocidade permitida e ser lerdo para atender os sinais, como muitos fazem.

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    1. Quilômetro. Quilômetro! Assim, com "qu", está bem? Não precisa repetir por muitas vezes, mas o faça por algumas até aprender.

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    2. No SI o prefixo é kilo, com k minúsculo. É assim em inglês, alemão, francês, polonês, italiano e o que mais for. Me lixo se acham que Camões é gostoso demais para ter k no seu alfabeto, deturpar um padrão internacional por um preciosismo barato de um idioma que engole tantos estrangeirismos como o nosso é que é aberração ao meu ver.

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    3. Camões não tem nada com isso, meu caro. Pesquise sobre a arbitrária reforma da língua portuguesa de 1943 e entederás porque quilômetro se escreve com 'qu'.

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    4. Idioma de Camões...
      Francamente acho que está insistindo em um ponto inócuo, anônimo. Se quiser continuar com sua pedância, não serei eu o sujeito deselegante que lhe vai sugerir onde colocá-la.

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    5. O Charles ilustra bem como é o brasileiro. Mas alguém já disse: corrija um sábio e o tornará ainda mais sábio; corrija um idiota e ganhará um inimigo.

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    6. charles, as vezes funciona. Mas quando tem motorista que trafega acima do limite da via ele chega no sinal antes de abrir e freia. Vc vem atrás e freia pq ele freiou. O que tá atrás de vc freia pq vc freiou, e assim por diante. Uma "bola de neve de freios". A retomada de todos faz com que quase todos percam a sincronização adiante, menos o motorista que passou acima da velocidade e causou a "arritmia" no sistema planejado.
      Portanto se existisse um controle de velocidade máxima, por exemplo a cada sinaleiro, todos teriam utilizado o sistema viário, com segurança, rapidez e exatamente como foi planejado.
      Isso é muito sensível nos casos da Av Silva Jardim, Av. Visconde de Guarapuava, Av. das Torres, Rápidas Portão e Santa Candida e outras vias de CWB.

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    7. Anônimo 14:25h, antes de vir falar qualquer coisa envolvendo meu nome ou me rotular, mostre sua cara. perfil de "brasileiro" é fazer critica leviana. Já te expliquei meu motivo pelo "k", não gostou? Que pena. não sou iletrado e até uma criança sabe usar um dicionário. Quem está criando inimizade é você. Quem está arrotando o obvio travestido de sabedoria é você. E outra, "corrigir" na arrogância é provocação, não favor.

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    8. Anonimo 18:59, o problema dos controladores de velocidade é que, de tanto medo de ser multado, o motorista médio daqui passa a uns 20km/h abaixo do limite. acho que o efeito pode até ser mais prejudicial do que benéfico.

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    9. Charles,

      Minha sugestão seria na placa: Máxima 50km/h - Recomendada: 45km/h sendo a sincronização dos sinaleiros na velocidade recomendada.
      Alguma idéia assim.
      Obrigado,
      Anonimo 18:59.

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    10. Dei uma dica pensando tornar alguém mais sábio e ganhei um inimigo. O brasileiro médio é assim, não aceita ser corrigido. Não se prenda a rótulos, você se comunica. Não gosta muito das letras maiúsculas, é verdade, mas se comunica.

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  19. Bem pior É o Ze mane que gosta de sombra, O sinal fecha la na frente mas 30m m antes do sinal tem uma sombra ai ele para na sombra .É mole?
    E o educadinho? Aquele que o sinal esta verde para veiculos mas ele insistem em dar a preferencia ao pedestre.ja vi um educandinho causar um acidente fatal,parou buzinou insistiu com o senhor para atravessar a rua e não sinalizou para uma moto que vinha atras.

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    1. sabidão
      Essa do calorento parar na sombra é de doer. Uma vez, num daqueles dias bem ensolarados, o idiota parou na sombra e o carro sumiu no contraste com a luz. Essa tive a paciência de avisá-lo. Já no caso do acidente fatal o culpado foi única e exclusivamente o motociclista, desculpe-me discordar. Em zona de semáforo, principalmente com faixa de pedestres, não se passa direto se houver carro parado, mesmo que o sinal esteja verde. Até sem semáforo, mas com faixa, o cuidado deve ser o mesmo. Carro parado na faixa de rolamento é sinal de alguma anormalidade.

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    2. O educadinho está absolutamente certo. O pedestre tem preferência para terminar a travessia mesmo que o sinal já tenha fechado para ele no meio do caminho. Você queria o que, que o educadinho tivesse arrancado em cima do pedestre?

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    3. Putz, uma vez peguei um educadinho na minha frente, deixou 1 passar, depois outro e mais outro....

      Faixa de pedestre sem semáforo: a preferência é dele, é lei. O pedestre iniciou a travessia e o semáforo abriu: a preferência também é dele. Agora, o semáforo já está aberto e o cara fica pedindo pra todo mundo atravessar...

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    4. Sabidão, pero no mucho.

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    5. Concordo com você. Não tem sentido parar na faixa com o sinal verde pros carros. Reduzir a velocidade, tudo bem. Do contrário, isso pode até ser pior pro pedestre que pode ser atropelado por outro carro vindo de outra pista. Não custa nada o pedestre esperar o sinal ficar verde.

      João Paulo

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    6. Anônimo09/04/13 14:43 Seu pensamento é errado ,se fosse assim não deveria ter o semáforo,logico,o motorista não poderá sair atropelando as pessoas,mas motoristas e pedestres, todos tem que seguir regras.

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    7. Pq eu estou errado?

      Se tem uma faixa sem semáforo e tem pedestre, logicamente eu respeito. Se o pedestre já iniciou a travessia e o semáforo abriu, eu espero pacientemente a travessia, pois além de estar no código de transito, eu também sou pedestre.

      Agora, essa semana peguei um motorista sonso na minha frente, que deixou os pedestres atravessarem depois que o semáforo abriu. E aí começou a aparecer um monte de espertinho pra atravessar depois, e depois e depois.... quase que o resto da rua pega outra fase de farol fechado. Me fiz entender agora?

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    8. Não pessoal ! não foi na troca de sinal Não, varios carros passavam no Verde e veio o educadinho meteu o pe no freio buzinou para o idoso e o idoso vacilou mas foi e ai a motoqueiro conseguiu desviar do carro e pegou o idoso.

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  20. BS, você me fez lembrar dos meus tempos de motocicleta.

    Lembro que nos anos 80 eu lia muito sobre motos e lembro de ter lido em uma revista que uma boa norma de segurança para motociclistas era sempre parar engatado, pois como também existe a norma de segurança de parar mantendo o pé esquerdo no chão e o direito segurando a moto com o freio traseiro, em caso de possível acidente, o tempo de reação seria muito mais rápido.

    Essa norma de segurança salvou a minha vida.
    Um dia, em 1986, eu estava parado no cruzamento entre a Avenida Tiradentes e a Avenida do Estado, sentido centro-bairro, quando vi um caminhão crescendo no meu retrovisor. Só deu tempo de acelerar e virar a esquina.
    O motorista do caminhão vinha carregado e embalado, e foi muito otimista sobre a capacidade de frenagem do caminhão. Ele só conseguiu parar efetivamente no meio do cruzamento, após colidir com alguns veículos que atravessavam o cruzamento.
    Felizmente, o acidente não passou de danos materiais, mas se eu não tivesse parado engatado, hoje não estaria escrevendo isso aqui.

    Ainda hoje paro engatado, mesmo de carro. Fora o ganho em segurança, ganha-se muito em agilidade.

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    1. André,
      Que coisa, você nunca me contou isso. Ficar engatado salvou-lhe a vida mesmo!

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    2. E de quebra não teríamos lido a excelente série de "posts" sobre o mundo das válvulas. Bricadeira!

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    3. André Dantas09/04/13 13:29 Você fez o que faço e que muita gente não faz: usar o retrovisor,tanto em movimento quanto parado .

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    4. Aléssio Marinho10/04/13 00:02

      Acho moto legal, tenho carteiraa até mas não me sinto seguro nelas pelo simples fato de não conseguir enxergar corretamente pelos retrovisores. Não acho uma posição legal como
      E nem sou tão gordo assim...rsrsr

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    5. E os idiotas que preparam o currículo das autoescolas insistem em dizer que você deve desengatar quando para no sinal...

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    6. Comigo aconteceu algo mais bizarro ainda. Não sei se alguém conhece São José dos Campos, mas estava eu saindo da rua da minha casa, em frente ao Policlin, e parei no semaforo vermelho. Isso era 23h30, 23h40 mais ou menos, pq entro 00h no serviço. Sinal abriu, engatei a primeira pra cruzar a 9 de julho. De repente olhei pra direita por algum motivo, e só vi o caminhão da Urbam (serviço de coleta de lixo) crescendo. Só deu tempo de pensar "f#@&$" e continuar minha trajetoria, pq meu 1,0l não ia conseguir acelerar mais do que estava no momento. Sei que foi o tempo de eu passar, olhar no retrovisor e o caminhão já tinha passado por onde eu tava. Foi mais uns 20 minutos de coração saindo pela boca depois dessa...

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  21. Esqueceu de citar que quando for fazer a conversão não precisa reduzir a 0 KM/H ,e sobre a frase :"Falta a muitos motoristas a noção",pois é ,o que mais tem é motorista sem noção .

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  22. Qual é o veículo que causa lentidão na foto... um?

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    1. Anônimo 09/04/13 13:41
      Foi só uma ilustração da situação. Claro que há outros mais adiante.

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  23. Gabriel FT09/04/13 13:41

    Esse tópico me fez lembrar um vídeo interessante que foi feito na Nova Zelândia. Não é um estudo científico. Apenas uma constatação empírica que pode ter a influência de diversos fatores diferentes interferindo nos resultados, sem necessariamente ser o semáforo o único fator decisivo, mas que é interessante para levantar a questão.

    http://www.youtube.com/watch?v=hFOo3e0nxSI

    Curitiba é um belo exemplo de uma cidade mal projetada. Muitos cruzamentos, muitos semáforos, muitos motoristas lerdos e pouquíssimas trincheiras e viadutos. Ruim para os motoristas, ruim para os ciclistas, ruim para os pedestres e ruim para o meio ambiente.

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  24. Não é preciso ser radical em relação à marcha engatada. Dá para ficar em ponto-morto com o carro parado. A dica é, caso não haja semáforo temporizado para avisar a hora de engatar a marcha, prestar atenção ao semáforo da via transversal. Se o mesmo estiver no amarelo, hora de engatar a marcha e, com isso, já estar preparado para quando der verde para a via em que você se encontra. Dependendo da situação, o parâmetro pode ser o semáforo de pedestres: se o mesmo ficar vermelho, hora de engatar a primeira marcha.

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    1. Concordo!
      Se você for um dos primeiros da fila, basta olhar o semáforo da via transversal e quando o mesmo mudar para amarelo engatar a primeira marcha.
      Se for um dos últimos nem precisa esquentar a cabeça...

      _____
      42

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    2. Eu ia falar exatamente isso.

      João Paulo

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    3. Anônimos 09/04/13 13:45, 15;25 e André Luís
      Sabem como faço? Assim que o carro pára, coloco em ponto-morto. Partindo do pressuposto que conhecemos o tempo da maioria dos sinais ou, quando não, dificilmente encontramos um rápido, espero um tempo que me pareça razoável e engato a primeira. Dá certo na maior parte das vezes.

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    4. Uma coisa que ajuda também é conseguir ver através dos outros veículos. Conforme vemos luzes de freio se apagando, significa que já devemos estar com a marcha engatada e prontos para sair.

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    5. Normalmente me atento aos sinais de pedestres, pois eles começam a piscar antes do sinal de fluxo transversal 'amarelar'.

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  25. Excelente post! Vou propagar para os amigos na internet. Aqui no Rio de Janeiro de cara me lembro de um ponto onde há imensa arritmia por extrema FALTA DE NOÇÃO de grande parte dos motoristas.

    Justamente na AUTO-ESTRADA LAGOA-BARRA, na Gávea, sentido Barra da Tijuca. O trecho é exatamente na subida do "túnel-acústico" que fica ao lado da PUC. A Avenida inicialmente tem 4 faixas no mesmo sentido, quatro! E na subida do túnel passa a ter somente duas! Semáforo só existe 10km depois, lá na Barra. Como pode engarrafar? A subida do túnel é algo íngreme e isso precisa urgentemente ser sinalizado. Incrível como as pessoas não percebem o quanto prejudicam a si mesmas ao subirem aquele trecho como umas lesmas se arrastando! E nem é economia porca de combustível, é falta de noção mesmo.

    E mais incrível ainda é termos companhias de engenharia de tráfego que não consigam perceber que ali é MUITO necessário que se sinalize para que o fluxo ande com presteza. Precisam educar, ensinar. Uma faixa escrito SUBIDA ÍNGREME, ACELERE, MANTEHA O RITMO DO FLUXO já faria maravilhas.
    Roberto Mazza

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    1. Roberto Mazza
      Isso de não acelerar na subida é bastante comum. Temos um caso semelhante aqui em São Paulo, na 23 de Maio depois do Obelisco sentido norte. Sua sugestão de avisar o motorista para acelerar é perfeita. Como resolveria!

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    2. Mazza, ali ainda tem a desculpa da terceira faixa na subida, os ônibus sobem ali e quando chegam na entrada do túnel acústico tem que entrar na faixa à esqueda, complicando o tráfego.
      Mas na ponte Santos Dumont, após o shopping Via Parque, não há estreitamento viário algum, só estreitamento mental dos maus motoristas mesmo, pois sempre a velocidade reduz demais na subida causando arritmia, para depois dissipar na descida.

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    3. Hum, penso que aqui em SP é diferente do RJ neste aspecto.
      Normalmente aqui, quando chega perto de uma subida, todo mundo, até a mais pacata idosa, reduz marcha e pisa tudo até cortar o giro.
      Deve ser pra "pegar embalo", aí aproveitam e percorrem a subida toda. Mas é engraçado de se ver. E nem reclamo, antes isso do que ter que ficar a subida toda atrás de uma lesma...

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  26. O carro marron da foto seria aquele Palio cor de vinho?

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    1. Anônimo 09/04/13 14:00
      Você manda! (rs)

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    2. Não sei o nome da cor mas creio que saiu na linha 2001 e ficou um bom tempo - meu cunhado teve um Siena 2003 dessa cor.

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  27. Barra da tijuca, da Cidade das Artes em diante, sentido Recreio. BIZARRO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Vida infernal. Via de 80km/h com todos a 60km/h, seja na esquerda ou na direita, e na via central!! ARGH!! INFERNO!!

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    1. Verdade, é irritante. Mas é medo de pardal, essa praga nojenta. Se o limite fosse 80 e só multasse a uns 95 (uns 20% de tolerância) as pessoas talvez tivessem coragem de andar a 80 indicados. E depois da Cidade das Artes a avenida tem uma pista de rolamento a menos por conta do BRT, basta um nó cego se arrastando para bagunçar tudo. Com 3 pistas é menos grave.

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    2. Aqui em Bauru foram retiradas algumas lombadas eletrônicas por falta de interesse da empresa de prorrogar o contrato. Numa avenida que uso com freqüência, de limite 60 km/h, o que ocorreu foi aumento da fluidez no trecho onde ficava a lombada, pois os IDIOTAS que passavam a 35, 40 km/h passam por volta de 60 km/h, agora. E não vi ninguém "voando" no trecho. MALDITA indústria das multas!

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  28. Bob

    Aproveitando o tema, você sabe a quantas anda o processo que o MP abriu para investigar a CET-SP e seus limites ridículos de velocidade?

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  29. 9. "Embora não economize combustível, use o freio para desacelerar o carro, não o freio-motor."
    Bob, essa atitude seria apenas para acionar as luzes de freio, deixando o motorista de trás mais experto antes de uma parada? Não entendi muito bem se ajuda no fluxo.

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    1. Reduzir a marcha ao invés de parar é sempre vantajoso para o fluxo. Isso é perceptivel em algumas situações de engarrafamento em estradas, nas quais os caminhões na faixa da direita costumam manter um ritmo mais lento, porem mais constante, e acabam andando mais do que a faixa da esquerda, que anda mais rápido mas logo para.

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    2. Uso os freios ao mínimo e o freio-motor ao máximo e garanto que meus atos não trancam o trânsito. Dependendo da situação, dá para deixar o carro ir se arrastando um pouco, como ao se ver o sinal fechado e ainda ter uns 100 a 200 m até a parada definitiva. Caso o carro esteja chegando muito velozmente ao ponto de parada, reduza-se uma marcha e ele continuará em freio-motor (e consequentemente em cut-off), apenas com maior desaceleração.
      Dependendo da situação, consegue-se que o carro não pare e, antes de onde seria a parada, voltar a se movimentar porque o sinal está verde. Economiza-se combustível e, ao mesmo tempo, aumenta-se a durabilidade das pastilhas, fora a tal facilidade de fazer uma retomada em vez de sair do zero.

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  30. Uma coisa que eu acho muito errado é quando o carro de trás cola no da frente quando parado na sinaleira. Depois que a sinaleira abre o carro de trás acaba esperando o da frente se distanciar para começar a andar. Se tivesse mais afastado poderia estar arrancando ao mesmo tempo que o carro da frente.

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    1. Uma dica que pode ser dada no caso da distância entre carros quando o sinal fecha é que ela pode ser menor do que aquela aplicada em movimento. O parâmetro que utilizo é a parte inferior do para-choque do carro da frente. Se não consigo vê-la pelo para-brisa de meu carro, então sei que é hora de parar. Outra boa referência é o reflexo do carro (ou do farol, se for de noite) na lataria alheia. Se você começar a vê-lo bem definido (ou conseguir ver definidas as linhas do farol de seu carro, se for noite), já sabe que é hora de apertar o freio.

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  31. Reiter 09/04/13 12:50

    Não é impressão tua não! Já morei em Goiânia e em Porto Alegre. Há 4 meses estou morando no Rio, e o nível dos motoristas do Rio é disparado o pior, realmente um salve-se quem puder, principalmente os motoristas de ônibus, Vans e táxis.
    A foto retrata fielmente a realidade, pois 75 a 80% das tranqueiras, quando são automóveis, são motoristas de Mille e Palio (podem observar na prática, tanto nas cidades quanto nas estradas)

    Vinícius

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  32. Foi uma ilustração de um baita engarrafamento que não tem nada a ver com quem anda mais lento que o tráfego isso sim!

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    1. Anônimo 09/04/13 16:05
      Você chama isso de engarrafamento?

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  33. Eis como desarmar a arritmia: http://trafficwaves.org Se apenas três ou quatro motoristas fizerem isto, a arritmia estará desarmada em pouco tempo. Chamemos esta técnica de desfibrilador de tráfego. :-)

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  34. Uma curiosidade: nos EUA, onde quase todo carro e automático, carro com cambio manual provoca arritmia nos semáforos, já que ele quase pára entre 1a e 2a e depois tranca o embalo entre 2a e 3a, ou pelo menos é preciso frear para não o abalroar. :-)

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    1. Aqui ocorre a mesma coisa, e isso que aqui manual é o padrão, e todos batem no peito dizendo que são os ases da caixa manual, que automático é pra quem não sabe dirigir...

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    2. Dirijo carro 1,0 velho e anêmico e saio na frente de quase todos no trânsito, saindo junto com motos, inclusive. Essa quase parada deve ser mais problema do motorista que do carro.

      Quando eu estava aprendendo a dirigir, meu sonho de consumo era um carro automático, assim como vejo que pessoas com pouca prática que também preferem (ou querem) automático. Não que seja o tipo de carro apenas pra quem não sabe dirigir, mas manual é pra quem GOSTA de dirigir.

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  35. E apenas lembrando: o sinal verde no trânsito não é o mesmo "sinal verde" das competições automotivas (para as que ainda usam esta cor para autorizar a largada dos veículos).

    Da mesma forma que os conselhos deste artigo tem como origem o bom-senso, é prudente verificar se não existe algum pedestre atravessando a faixa em passo rápido (ou correndo), e que o veículo venha a colidir com o pedestre (ou o pedestre colidir com o veículo) no momento da partida do veículo. Também é bom ficar atento se algum veículo desrespeitou (ou está em vias de desrespeitar) o tempo limite para travessia no outro lado do cruzamento, ao atravessar o cruzamento quase em semáforo vermelho (ou em vermelho mesmo), e assim colidir com o veículo onde a passagem acabara de ser permitida. Ou seja, mesmo em sinal verde", antes de partir, fique atento à algum pedestre, ciclista, ou aquele veículo que calculou errado o tempo de trajetória (o tal "dá pra passar"). Quanto maior o cruzamento (maior tempo para cruzar a intersecção), maior o cuidado.

    Colisões e atropelamentos também atrasam o trânsito, e podendo evitá-las, quem sabe até poupamos vidas (aborrecimentos e prejuízos materiais também); seja de quem for a culpa (provocador), façamos a nossa parte em evitar acidentes.

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    1. Bem observado, Allan: sinal verde, no trânsito, não funciona como em um grid de largada. Da mesma forma que é irritante um sujeito ficar marcando bobeira por nada quando abre o sinal, também o é o infeliz imediatamente atrás buzinar um micro-segundo após a abertura do mesmo, ainda que vendo que um idoso ou mulher com carrinho de bebê não terminou de atravessar, impedindo o primeiro carro da fila de "largar".

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  36. Autoridades do RJ, tirem esse semáforo da Lagoa Rodrigos de Freitas pois está atrapalhando nosso trânsito, rs...

    Bob, no item 4, isso prejudica a embreagem?

    Eu sempre imaginei nesses casos de vias com semáforo, como seria se todos arrancássemos como num grid de F1: sinal verde, todos aceleram...
    O difícil seria combinar com todos... é, não daria certo!

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  37. Caro Bob,
    Permita-me discordar em partes do item "4. Esteja com a 1ª engatada antes de o sinal mudar para verde.". Se for o primeiro da fila é prudente estar em ponto morto e engatar a primeira marcha somente ao abrir o sinal, previne aquela típica colisão na qual o outro motorista "fura" o sinal acreditando que vai dar tempo de passar. Aliás, é o mesmo pensamento de quem se acidenta nas passagens de nível pelo Brasil afora.

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    1. A sua dica só vale para quem arranca cegamente sem olhar para os lados antes. Quem está atento no trânsito fica com a marcha pronta para arrancar.

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  38. São Paulo se transformou em um Pandemônio..... o Excelentíssimo Sr. Kassab mandou abaixar a velocidade de quase todas as vias principais e deu no que deu.... me sinto andando em um comboio em vias como a 23 de Maio, Radial Leste, Nações Unidas entre outras.... a CET diz que é para diminuir o número de atropelamentos... quem atravessa na 23 de Maio? É para roubar mesmo o motorista desavisado que não conhece os pontos de radar... é ridículo...

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  39. Estou me sentindo tão consolado com este post meus caros... pena que eu leio e confesso ter perdido o 'fôlego' de mostrar tantos erros, pois pensa-se em apenas que os 'carros são inimigos'... é uma miopia generalizada e todo mundo acha quanto mais lento, melhor...
    Eu sempre usei a equação de 'Fluxo = Velocidade x Área' no trânsito também, mas conseguirar fazer um milagre...
    Simplesmente agora resolveram pegar a mesma via, como a Avenida Maracanã aqui no RJ, que tinha 2 faixas e 'expandi-la' (Velocidade menor, mas Área maior né...) apagando duas faixas e pintando 3 faixas!!!!
    Só que o trânsito claro que não melhorou, pois agora me sinto esmagado pelo carro ao lado, não tem uma distância segura e a qualquer oscilada no trajeto da outra faixa, os motoristas pisam no freio com receio de choque... aíiii vejo que o vídeo do texto aplicado na prática.
    Não sei mais o que esperar...

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    1. Não só a Av. Maracanã como a Ponte Pres. Costa e Silva, a Rio Niteroi e voltando mais ainda no tempo, a Av. Brasil. Eliminaram o acostamento, fizeram umas pequenas baias e pronto. Dois ônibus não conseguem trafegar paralelamente.

      Bob, também tenho notado que os motoristas parecem andarem anestesiados em seus carros filmados. Os semáforos sinalizam o verde, "abrindo", e ninguém arranca! Ficam esperando não sei oquê, dando início ao buzinaço e, quando arrancam, apenas mais três ou quatro automóveis conseguem cruzar a via a tempo e pronto, fica vermelho, "fechando" novamente.

      Talles

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    2. Talles
      Tenho a mesma impressão, anestesia geral nos carros filmados.

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    3. Esse pessoal arranca super devagar demais e depois anda tão rápido que chega a ser perigoso para os outros.

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    4. "Bob, também tenho notado que os motoristas parecem andarem anestesiados em seus carros filmados. Os semáforos sinalizam o verde, "abrindo", e ninguém arranca! Ficam esperando não sei oquê, dando início ao buzinaço e, quando arrancam, apenas mais três ou quatro automóveis conseguem cruzar a via a tempo e pronto, fica vermelho, "fechando" novamente."

      Já vi muita gente, enquanto espera o semáforo abrir, ficar digitando alguma coisa no celular (muitas vezes até com o carro em movimento!?!). Isso pode ser uma das causas deste "torpor"...

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    5. Geralmente o que o filme está ocultando é a distração no celular, no smartphone etc. Pode reparar.

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  40. Bob, você esqueceu aquele hábito quando o transito tá "engarrafado": o de ficar andando em primeira ou segunda devagar esperando parar de novo. Acho incrível como logo após passar um farol verde a velocidade pula de 20~40km/h para a 50~60km/h (em geral 10km/h abaixo do limite da via). Eu achava que era só quando havia radar nos semafaros, mas aposto que é o pensamento "ah, vai parar de novo mesmo...". Nisso só quem acordou "iluminado" se dá bem de ficar trocando de faixa toda hora porque sempre vai estar nos "buracos" certos. Já quem acordou azarado vai estar sempre encaixotado :(

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  41. Para também usar um termo médico, o novo prefeito árabe de São Paulo (saudades do "velho" prefeito árabe, que fazia avenidas e alargava ruas...) divulgou seu programa para instituição de ATEROSCLEROSE nas principais e saturadas vias da cidade, retirando aos automóveis as duas pistas da esquerda - reservando-as para ônibus - e a pista da direita - destinada às bicicletas.

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  42. João Carlos09/04/13 21:23

    O outro lado é a má formação do motorista. Muitos - acho que a maioria - não sabem dar desempenho ao motor.

    Outro dia li num forum a pessoa dizer que teve que fazer o motor sofrer para tentar chegar com ele aquecido ao Controlar. Só que o sofrer dele era usar o motor a 3500 rpm... Como não temos carros diesel no Brasil, dá pra ter uma noção do nível.

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    1. Esses dias tive que ouvir de uma colega de trabalho que ela nunca compraria meu carro, porque eu estico muito as marchas. Só que tenta andar em um Celta 1,0l passando marcha a 3000 giros: vc passa raiva! Eu passo marcha a quase 6000, porque a faixa vermelha começa em 7000 e o torque máximo do motor é com 5250, se nao me engano.

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  43. Devemos "interpretar" o que o Bob escreveu. Cada um dos mandamentos sempre deve ser seguido com bom senso. E a falta dele é, ao meu ver, o que causa essa interferência no trânsito. Devíamos aprender a dirigir com as formigas.

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  44. Bob;

    Li um livro interessante sobre esse assunto. É um texto de Administração da Produção, escrito em forma de "romance" (se é que há romance nesse assunto...) mas que fala justamente sobre o tema do post de hoje.

    O livro chama-se "A Meta" de Eliyahu Goldratt. Devia ser cartilha para ser presidente do CET.

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  45. Um dos primeiros posts reclamou sobre ausência de uma explicação técnica. Então vamos lá:
    Quando todos os veículos param num semáforo, a distância entre eles reduz para uns 80cm mais ou menos. Na hora que o semáforo abre, temos a seguinte sequência: a reação do motorista à luz verde, ele aguarda o veículo da frente se distanciar e aí sim, ele parte também. Imagine numa fila única de veículos todos eles aguardarem o veículo à sua frente se distanciar para arrancar. A questão da assimetria proposta no artigo entendo como o grau de aversão ao risco de colisão de cada motorista com relação à velocidade e distância do veículo à frente. Por fim o fator cultural e educação, como mencionado acima também conta: o brasileiro em geral não gosta de dar passagem pela esquerda, se acha dono da rodovia ou tem a síndrome do guarda de trânsito.

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  46. Eu realmente já tinha notado que a maioria dos congestionamentos são causados pela dita arritmia. O problema é a grande quantidade de "motoristas" que, na maior da muvucas, dirigem como se estivessem sosinhos na rua. Falta de sintonia ou teimosia mesmo?

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  47. Bob,
    Perfeito seu post !! Vc sintetizou algo que há muito me incomoda no trânsito. Como faz falta a cultura do coletivo nas ruas, como predomina a do "eu" !!

    Como há muito diz o ditado popular, "muito ajuda quem não atrapalha". Falta esse ensinamento a muitos dos nossos motoristas, infelizmente.

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  48. Cristiano Mendonça09/04/13 23:58

    Sem dúvida uma maneira não piegas e sem fobias(à velocidade)de encarar o tráfico.
    Esta visão devia ser inspiradora para campanha em nível nacional para reeducação de trânsito. Ao invés disso temos triste atuação piegas e tolerante com interesses privados de um lado e do outro um comportamento individualista,egocêntrico, que nada tem a ver com a visão de espaço coletivo.

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  49. Lorenzo Frigerio10/04/13 00:19

    Bob, podemos mudar o termo "arritmia" para "ressonãncia", pois essa é a conseqüência final de uma série de fatores, como os que você mencionou. Um ótimo lugar para se observar isso é a via Raposo Tavares. Existe um erro grotesco de design viário no trevo/viaduto da Av. São Camilo. Você vem de Cotia, passa no retão em frente ao Shopping Granja Vianna e, de repente, há um verdadeiro "S" na estrada, ou seja, logo antes do pontilhão a estrada se curva para a esquerda, para depois curvar-se para a direita e, então, para a esquerda novamente. Trata-se de um lugar em que qualquer engenheiro que se preza com meia dúzia de neurônios na cabeça teria simplesmente colocado uma reta. Do jeito que está, a "barriga" da curva fica logo sob o viaduto e os carros que pretendem virar à direita para subir nele engrossam essa "barriga", criando uma espécie de "coágulo", que representa uma enorme restrição aos veículos que seguem em frente. A conseqüência é um congestionamento diário entre o Km 30 e o Km 23, no qual todos os outros problemas citados, como carros que demoram demais para reagir ao trânsito que começa a andar (a ressonância clássica), acontecem.
    O "S" também representa uma restrição ao trânsito no sentido interior.
    Mas o mais absurdo é que não existe uma razão para essa "obra de arte". O tal "S", e por conseguinte a "barriga", jamais existiria se o terreno que ali existe (se não me engano pertencente à GE mas com um recuo generoso) tivesse sido desapropriado para a construção ou duplicação da estrada. Pois não só não fizeram isso, criando o "S", como plantaram o viaduto bem em cima, impedindo para sempre qualquer conserto do problema. Vale a pena dar uma olhada nesse lugar no Google Earth - o vacilo é ESCANCARADO - para ver o padrão da engenharia viária praticada no Brasil.

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  50. Lorenzo
    Conheço bem aquele ponto, é exatamente como você descreveu. Engenharia rodoviária porca.

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  51. Bob, parabéns por esta postagem e franqueza ao levar à mesa de discussões um tema como este.

    Permita-me fazer algumas sugestões:

    Quando há uma blitz da polícia, é importante que, após passar pela barreira, que o motorista não continue em 1a. marcha por mais 1km, com medo de levar multa do policial.

    Quando há um acidente, os motoristas ou assumem seu lado CSI e tentam adivinhar o que ocorreu ou entram em estado contemplativo/sádico e ficam observando o acidente até sumir lentamente de seu campo de visão. No caso do acidente, ou ajuda a(s) vítima(s), estacionando seu carro em um local seguro e que não atrapalhe o trânsito ou "passe batido".

    Antes de ir a um local que não conheça, verifique a rota quando for possível para não atrapalhar o trânsito procurando pelo endereço ou para fazer aberrações tais como a que presenciei na Av. 23 de Maio em São Paulo, quando uma idiota (não tenho outra palavra para qualificá-la) simplesmente parou o carro na 3a faixa da avenida ao perceber que perdeu a acesso ao Túnel Ayrton Senna.

    Faça a manutenção preventiva de seu carro para evitar que ele pare na via por falta de manutenção.

    Alguém deveria contar para alguns motoristas que eles não dirigem um Hummer H1 e, portanto, não precisam ocupar maius que uma faixa de rodagem.

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  52. De vez em quando, eu fico imaginando se todos os carros parados no semáforo arrancassem ao mesmo tempo, igual em uma corrida. Acho que faria um bem muito grande pra fluidez do transito.

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    1. Mais carros conseguiriam passar por cada ciclo e certamente tudo andaria melhor

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  53. Muito bom texto. Sou de Brasília e já viajei por várias cidades e considero os motoristas daqui os mais "lerdos" do país. Creio que Brasília seja campeã nacional dos "congestionamentos fantasmas", ou seja, que terminam e começam sem nenhuma justificativa aparente.

    Um dos principais motivos em minha opinião é justamente a cultura "Em Brasília não se buzina", tem inclusive placa com esses dizeres chegando em Brasília. Ou seja ainda se "orgulham" disso. Em cidades como Goiânia e São Paulo, se vc demorar um décimo segundo para arrancar, já toma uma buzinada. Resultado? Motoristas mais espertos, afinal ninguém gosta de tomar buzinada. Em Brasília é ao contrário, realmente aqui só se buzina se vc tomar aquela fechada que quase te joga fora da pista.

    Outra solução simples que ajuda muito são justamente os semáforos com temporizadores, chegaram a instalar aqui alguns e depois inexplicavelmente retiraram, não tem mais nenhum na capital.

    É por essas e outras que Brasília caminha a passos largos para ter um trânsito igual ou pior do que São Paulo. (Lembrando ainda que temos seguramente o pior transporte público do país).

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    1. Aléssio Marinho10/04/13 10:08

      Julio Gonçalves;

      Discordo da sua opinião. Morei em Brasília por 27 anos e atualmente moro em Belém. Viajei o país inteiro de carro e posso afirmar que o tráfego da capital ainda é o melhor do país, sem sombra de dúvida.
      A formação do motorista ainda é a melhor que a geral. Repare nos feriados, como o pessoal tem uma desenvoltura natural ao pegar uma estrada e andar forte.
      Lembra-se de quando começou a instalação dos pardais e da faixa de pedestre? Festival de colisões pq todo mundo andava forte. Velocidade média nos eixinhos era de 100 kh/h, com limite de 60.
      Não existe cidade brasileira aonde se usa as faixas de aceleração e desaceleração com tanta tranquilidade quanto aí. O pessoal de Goiânia até hoje não entende como nas tesourinhas existe a placa de "dê a preferência" em vez do "pare", e por hábito acaba detendo o carro em vez de prosseguir com atenção, ou entrar no "balão" sem precisar parar na faixa da direita, e na esquerda novamente o "dê a preferência". Em Gyn até semáforo nos "queijinhos" já instalaram, mesma coisa em Palmas. No meu ver totalmente desnecessário. Imagina um semáforo em cada rotatória das entrequadras do plano? Parava tudo de vez.
      Me orgulho das placas nas Br´s onde informam que em Brasília se evita buzinar. Passe um dia aqui em Belém e veja o inferno que é trafegar em qualquer rua, o quanto incomoda e irrita tal procedimento. Falta de civilidade e educação. Valores estes que aprendi a ter desde jovem ao volante.
      Nossa capital está saturada de veículos numa proporção maior que SP. E ainda assim se anda melhor.

      Tempos atrás assisti a uma matéria com o Diretor do Detran-DF, que fora questionado sobre o aumento dos atropelamentos nas faixas. O cara simplesmente disse que iriam fazer uma campanha educativa. Mas ficou claro na matéria que ele não sabia o que estava falando e ocupava o cargo por indicação partidária e havia vindo "de fora" pois não sabia que esse mesmo tipo de campanha havia se iniciado a 15 anos antes, durante o primeiro governo desse mesmo partido.
      Nunca pensei que fosse dizer isso, mas no tempo do Luiz Miura no Detran, a coisa funcionava.

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    2. Julio Gonçalves

      Já ouviu falar de uma coisa chamada Código de Trânsito? Tem que se ter orgulho de não se buzinar por qualquer coisa mesmo. Infelizmente, quem não faz mais que a obrigação, seguindo uma simples lógica, tem que ganhar medalha nesse país, de tão raro que é. E esse seu comentário explica porque o trânsito está essa naba.

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  54. Dr. Traffic Calming10/04/13 08:49

    A Capital Mundial das Placas de Trânsito, entre várias barbaridades de SP é vítima, também tem a irresponsável largada 4 X 3: voce para em quatro faixas, em determinados cruzamentos semaforizados, para imediatamente após encontrar 3 faixas, e salve-se quem puder, problema dos motoristas. A Máfia Nacional do Trânsito opera desde Brasília, onde criam-se leis, regulamentações, etc suspeitas. Operam em parceria com outras Máfias, como a Verticalização Imobiliária, que destruiu Moema (para quem conheceu antes) e está tentando fazer o mesmo no Planalto Paulista). Nos Estados, atuam através de seus braços operacionais como empresas mistas, comissionados, etc. A Máfia das Placas, por exemplo, entope a cidade com as mesmas, ignorando inclusive a recomendação do DENATRAN sobre o Princípio da Suficiência na Sinalização; a Máfia dos semáforos duplicam os mesmos, com a mesma função, na mesma haste. A Máfia das lombadas eletrônicas continua tentando colocar seus monstrengos pela cidade. Agora temos o semáforo com temporizador, com diversos questionamentos sobre suas eventuais vantagens, servindo mesmo para boas largadas de dragsters, F1 e assemelhados. Lembrando que sempre, tudo é muito bem pago pelos cofres publicos. Em SP já não se dirige, o que fazemos é percorrer determinado trecho,procurando observar todas placas e agora também, as faixas existentes, a maioria para informar o óbvio (ex. as faixas sobre a utilização da ciclovia da R. do Libano/Indianópolis, trocadas semanalmente, informando o que já está já informado pelas numerosas placas e pintura na pista. Mais um engodo proporcionado pela empresa de economia mista que supostamente gerencia o trânsito de SP. Gastos dirigidos, como mensalões. São Paulo, pobre cidade rica, vive um circo ilusões e é refém de todo tipo de Máfia.

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  55. Bob, parabéns pelo texto. Certamente se todos seguissem essas dicas o trânsito mesmo intenso, seguiria bem melhor. Apenas vou discordar em parte da sugestão do item 4. Digo em parte, pois eu mesmo procuro acetar o tempo do semáforo e engatar a primeira pouco antes do sinal ficar verde. E em locais que conheço bem costumo acertar, mas mais importante do que estar com a marcha engatada á estar atento ao semáforo, pois o ato de engatar a marcha é extremamente rápido em qualquer carro e se todos o fizerem assim que o sinal ficar verde o trânsito não empaca. Sem contatar que quem está do segundo lugar na fila pra trás tem um tempo algo maior para a operação, basta que todos estejam atentos e a “arritmia” não acontece, pois a atenção é o aspecto chave. O que está acontecendo é que as pessoas cada vez mais tentam “aproveitar” o tempo parados, ainda mais nos últimos tempos com os smartphones, para ler e mandar mensagens, entrar no perfil do Facebook e por aí vai. Aliás antes muitos já procuravam alternativas para o que fazer nesses momentos, mas tenho visto que o problema piorou com os novos “aparelhinhos”. De certa forma é ate compreensível, pois o cansaço é grande no trânsito das grandes cidades e mesmo que não está ligado neles corre o risco de perder a atenção apenas pelo cansaço. O importante pra todos é lembrar que se está guiando um automóvel e aguardar com atenção um semáforo abrir faz parte disso. Uma questão de foco. Em minha opinião tudo se resume em dois conceitos: atenção (ou foco) e lembrar o próximo. O problema é que este último anda cada vez mais esquecido.
    Cláudio

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  56. O problema é que brasileiro gosta de dirigir carro manual como se fosse automático, mas rejeita câmbios automáticos por "serem mais caros" "darem mais manutenção" "gastar mais combustível" etc etc

    E ficamos no círculo vicioso, que só será rompido após a "memória cultural coletiva" de "dirigidores de fusca, kombis e variants" se dissipar no tempo de umas três ou quatro gerações.

    Porque "dirigidores de fusca"? Porque são pessoas que dirigem carros atuais como se fossem fuscas, que tinham apenas quatro marchas, que "não podia acelerar muito pois aumentar a rotação estraga motor", que ficam na quarta marcha sem reduzir, mesmo que o carro esteja lento, pois "reduzir marcha estraga motor" e vários outro mitos que afetam a condução das pessoas.

    Inclusive afetam o modo como os carros atuais são projetados e construídos, com marchas curtas, apesar dos carros modernos possuírem câmbios de 5 marchas, pois brasileiro não gosta de reduzir de 5.ª marcha para a quarta na pista para ultrapassar, não gosta de reduzir da quarta ou terceira para a segunda marcha para transpor lombadas etc etc. Aí temos câmbios de marchas curtas, equipando carros cujos motores perfeitamente aceitariam câmbios do tipo 4+E que seriam muito mais econômicos.

    Com tudo isso, acho que o ideal para o Brasil seriam carros elétricos ou híbridos de uma vez, aí o brazuca típico poderá dirigir sem ter que se preocupar em trocar marchas, e o carro sempre estará numa faixa de rotação ótima. Mas como a memória coletiva dos dirigidores de fusca ainda predomina, qualquer solução que pareça muito inovadora será considera como complica e sofrerá rejeição, inspirará medo e será vítima do ludismo típico do brazuca médio.

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  57. Muito comum nas rodovias em torno de Porto Alegre. O mais comum e irritante que vejo, é na auto estrada Freeway (já devem ter ouvido falar), com 3 pistas e limite de velocidade máxima de 100Km/h, a PRF desfilando com suas viaturas a 50~60Km/h e os motoristas com medo de ultrapassar, iniciam congestionamentos!

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  58. Dr. Traffic Calming11/04/13 17:33

    Piada do Ano: CET admite situação precária e pede doações em São Paulo! Belo factóide falacioso,e posando de vítima! E com apoio da Mídia Papagaio Amestrado, que só repete press releases e nada questiona. Era só cortar os gastos com placas e semáforos duplicados, campanhas falaciosas, e outros gastos dirigidos. Que empresa é essa? Que gestão empresarial viciada é essa que socializa as despesas e privatiza o lucro para acionistas e gasta mais do que arrecada principalmente com questionáveis gastos dirigidos?

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    1. Pois é, custei a acreditar quando vi o noticiário de ontem...
      E o secretário de transportes, um rematado facínora político, dando explicações, como se tudo fosse muito normal.
      Eis aí a prova da incompetência.
      Eis aí a prova de que EXISTE roubalheira.
      Estão assumindo a total incapacidade de gerir o que quer que seja, não servem nem para síndico de condomínio.
      Com a palavra o Ministério Público.

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  59. Os engarrafamentos são causados por estes motoristas mesmo, na maioria das vezes. O sinal abre e eles vão ver onde está a alavanca do câmbio...daí pensam: que marcha eu coloco?....É dose e estressante. Gente lerda e sem condições.

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  61. Talvez o motorista do carro marrom (vinho) esteja procurando um endereço, ja aconteceu comigo isso, em SC a impressão é que ninguem tem paciencia.

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  62. Rafael Pinto15/04/13 14:53

    Eu acho que o pessoal poe o carro no ponto morto devido à "lendas urbanas" de que se alguém bater atrás, não estraga a embreagem. Sempre ouvi isso do meu pai e avô!

    Concordo em partes com o item: 4. Esteja com a 1ª engatada antes de o sinal mudar para verde.

    Sempre vejo onde moro (na Vl Mariana) "espertinhos" passarem no sinal quando logo mudou para o vermelho.

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  63. Não somos cardume de sardinhas, mas seria interessante se tivéssemos a capacidade de sincronizar nosso comportamento em trânsito.

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