PÉ DE BOI

A expressão "pé de boi" veio para batizar o Fusca mais simples da linha, que era ainda mais espartano que o já básico Fusquinha. Acabou sendo sinônimo de carro básico, com somente o essencial.

Essa propaganda da linha Uno 86 mostra que o atual Mille é até melhor acabado, se comparado com o Uno S aí de cima, o modelo mais barato à época. Um amigo teve um S 85 igual ao da foto, só que branco, andei um par de vezes nele. Bancos de vinil, ausência de tampa de porta-luvas, rodas sem calotas, retrovisor externo só do lado esquerdo. A 5a. marcha era opcional e, se não me falha a memória, os encostos de cabeça dianteiros também.

Sinceramente? Se me arrumassem um igualzinho ao da foto, mas com ar-condicionado para não tostar nos bancos de vinil e com motor Fire, mais possante que o de 1,3 litro de então, eu ia curtir.

AC

34 comentários :

  1. Mister Fórmula Finesse01/11/10 09:47

    AC, um carrinho desses é realmente um paradoxo: não têm quase nada de conforto, mas na safra atual, têm um motorzinho que adora girar e surpreender pela sua elasticidade e fome de correr.

    Meu segundo carro é um fire duas portas que têm verdadeira fome de abreviar distâncias. Tenho até vergonha de lembrar da potência cifrada no manual de instruções, parece algo mais adequado a um cortador de grama...mas eu me consolo ao ver a diminuta massa que têm que ser deslocada, pouco mais de setecentos e trinta quilos sem os fluidos, quase um monoposto....

    O carrinho retoma velocidade com um apetite comparável aos melhores um ponto quatro do mercado - linha GM - e em absoluto, não deixa nada a desejar em desempenho no mundo real, quando o acelerador não precisa ficar premido à fundo o tempo todo.

    Sua quarta marcha acaba nos 160 indicados, e só uma descida para ele conseguir mais em quinta...mas eu realmente não preciso mais do que isso, pois sua competência para rodar com celeridade em todas as situações de trânsito e rodovias são predicados dos mais sedutores quando penso que estou açoitando um "mero mil".

    Sair dele e dirigir um outro popular é quase como saltar no vácuo, retomadas (novamente) e acelerações expeditas sem precisar esticar toda a corda, são algo de outro quilate...realmente.

    Por isso além de máquinas classudas e poderosas, sou fã dessas coisinhas leves e delgadas, que mesmo munidas de motores pequenos, giram como um autorama e conseguem proporcionar bons momentos de satisfação ao volante.

    Ou talvez...eu seja realmente mesmo muito simplório!

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  2. Discordo só em relação ao motor Fire, acho o Fiasa bem mais dviertido.

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  3. O primeiro Mille em si já era mais bem acabado que o Uno S. Entre outros detalhes, tinha forro na coluna C, coisa que o S nunca teve.
    Sobre rodas com calotas completas, isso foi apenas um recurso para seguir aquilo que o Celta introduziu em seu lançamento. E talvez fosse bom falar do quão inconvenientes são as calotas no dia a dia de um carro. Se encaixadas por pressão, são susceptíveis a roubo. Se encaixadas pelos parafusos, ficam ligeiramente sobrepostas às rodas, correndo o risco de serem raspadas, ou susceptíveis a derreterem na altura dos parafusos em caso de situações em que os freios sejam muito exigidos.
    Aliás, seria legal se falassem de rodas de aço com desenho bonito e criativo, que por si só ficavam expostas sem qualquer quebra de estética do veículo. Exemplos disso: roda do Del Rey básico (aquela pintada de preto e prata), roda "gominho" do Opala, roda do Dodginho, roda do Camaro novo em versão básica e por aí vai.

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  4. Mister Fórmula Finesse01/11/10 10:15

    Luís: acho que em situações extremas como explorar a velocidade final (quem em "mil's, nada têm de muito extremo), talvez o Fiasa poderia exibir um último suspiro a mais no marcador do velocímetro.

    Mas em retomadas fortes e em condução diária, mesmo que veloce, o fire é sempre mais macio, econômico e prestativo.

    O fiasa girava bem, mas era áspero como sabão de borracheiro...

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  5. Um dos maiores ícones do design automotivo na história.

    Até hoje me surpreendo com alguns detalhes da simplicidade bem resolvida, principalmente em fotos de época com essa qualidade.

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  6. Mister Formula: concordo com vc, mas ainda assim prefiro o Fiasa no dia-a-dia. Já tive 3 Palios, dois deles Fire e um Fiasa que gostei tanto que fiquei com pena de vender e ele ficou como carro reserva aqui em casa.

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  7. Mister Formula Finesse, admito ter saudades do Fiasa graças à alegria com que ele subia de rotação, mas o Mille Fire é realmente muito esperto, com aquele motor projetado para levar o pesado Siena em uma carroceria muito mais leve e aerodinâmica. Aliás, alguém pode me explicar como o Palio consegue ter aerodinâmica levemente pior e menos espaço interno que o Uno?
    Acho que uma das mais agradáveis lembranças que tenho do Mille foi um bate-volta São Paulo - Bauru - São Paulo com o Uno Mille EP de um tio meu para buscar minha tralha de faculdade que tinha ficado na república em que eu vivia. Nume época com muito menos radares do que hoje, a volta no período noturno foi quase o tempo todo com o velocímetro entre 130 e 150, com a traseira baixa devido ao peso e o motorzinho pedindo que afundasse mais ainda o pé...

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  8. Anônimo,

    O primeiro Mille em compensação não tinha encostos de cabeça dianteiros, coisa que o S já oferecia. Senão me engano o Mille na série Brio adicionou os encostos dianteiros e melhores forrações e depois viraram item de série.

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  9. Se tivesse dinheiro sobrando, compraria um destes últimos Mille para "guardar", pelo que representou na história da indústria automobilística nacional, e também por o considerar tão sucessor do Fusca quanto o Gol (ou mais até, se comparados os preços iniciais), nessa coisa de ser um "pé-de-boi", ou seja, um carro extremamente simples, de custo inicial baixo (padrões tupiniquins, bem entendido), manutenção fácil, e bastante econômico (também mais até que o Gol).

    Mr. Car.

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  10. Rodrigo Laranjo01/11/10 13:40

    o Uno é um Fusca quadrado. Tive dois, e se encontrasse hoje o meu primeiro Uno em algum lugar, o meu "tubamóvel", venderia até meus Opalas para comprá-lo.

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  11. Mister Fórmula Finesse01/11/10 15:33

    Bianchini; é isso ali mesmo, assim como o fusca, histórias saborosíssimas com o uno devem pulular por ali na mente e coração de vários entusiastas.

    Vou mais além, assim como o fusca, o uno mille - muito por seu vanguardismo de preço - foi uma escola de pilotagem bem adequada a uma nova geração de motoristas.

    Como explorar o pequeno motor em altos giros, trocas rápidas de marchas para aproveitar o pouco torque, andar sempre de modo otimizado para faze-lo render...e com o respaldo de uma ótima suspensão; que no casos dos fuscas, muitas vezes significava brincar com a tênue linha entre capotar ou corrigir magistralmente.

    O pessoal "tinha que se puxar" para enfrentar chevettes, gols AE e outros do pedaço.

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  12. Que coincidência, acabei de revirar os baús e estava olhando um encarte especial da revista Oficina Mecânica sobre o lançamento do Uno Mille, creio que 1990 ou 1991.

    Encarte de luxo: assinam os textos Josias Silveira, Ricardo Caruso, Cláudio Carsughi e... Bob Sharp. :)

    Se interessar, passo pelo scanner e subo pra alguem site de hospedagem de imagens.

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  13. tenho um pé de boi fire 2002 que faz 600km de media dentro da cidade , rodo 50km por dia e acreditem , não há carro melhor do que ele em termos de custo /beneficio, como recompensa aos bons trabalhos prestados , a cada 3 tanques recebe um de gasolina podium e ele adoora!!!

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  14. Daniel Shimomoto01/11/10 21:52

    Embora não esteja nem nunca tenha estado (o futuro a Deus pertence, entretanto...) ter um Fiat (qualquer que seja) reconheço: A "botinha ortopédica" da Fiat é valente e guerreira. Os Fiat's das Cias telefonicas que o digam, aguentando uns motoristas doidos e um monte de tralhas no teto e no porta-malas.

    Agora uma coisa é inegável: O Fiat fez escola no passado: Cambiar um Uno pré 96 era horrivel. O pior câmbio da industria automobilistica.

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  15. Rodrigo, muito bem lembrado sendo o Uno mais uma das geniais criações do mundialmente renomado Giorgetto Giugiaro. Ainda bem q a VW comprou a Italdesign pq o herdeiro não tem nem 10% do talento/eficiência do pai...

    Daniel Shimomoto, vc está falando do câmbio pré-96 pq não dirigiu os 147! Eu dirigi a gloriosa Fiat Panorama 1300 da mama e nunca tive stress nenhum... Saudades desse carro, era verde metálico, rodas de magnésio polidas pessoalmente por mim... Linda! Fala mau desse carro na minha frente para vc ver! KKKK

    Abraços

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  16. Italo,

    É interessante a digitalização deste encarte da revista Oficina Mecânica nº 49, de agosto de 1990. Pelo menos gostaria de relê-lo. Precisa algum administrador do blog se manifestar para a operacionalização disto, se for possível.Grato!

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  17. Só consigo pensar maldades...
    Essa economia toda se traduz na minha cabeça como LEVEZA!

    Um motorzinho melhor e o bixinho deve andar...

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  18. Daniel Shimomoto02/11/10 00:25

    Lawrence Jorge R S

    Tudo bem? Me referi a esse cambio pois lembro-me de duas coisas marcantes: De um 147 (Spazio) que existia na firma do meu pai que vivia com o cambio quebrado e de um Uno Eletronic (daqueles que tinha o emblema da Alvorada atrás) 93/94 que meu tio comprou: A porcaria (com todo respeito a palavra porcaria) desde Uno zero km tinha um cambio tão ruim que não se sabia ao certo, a marcha que entraria. só se sabia que para cima entraria alguma das marchas ímpares e para baixo, uma das pares, sem se saber qual ao certo...O pior câmbio que eu vi na minha vida de motorista em um carro tecnicamente sem problema de cambio. Nem meu Fusca quando estava, depis de 300 mil km com os garfos gastos tinha um engrenamento tão ruim.

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  19. Daniel Shimomoto, tudo blz e aí?!

    Claro que falei brincando, o câmbio dos Fiats mais antigos realmente não é lá essas coisas.

    Mas quebrar ou ter funcionamento falho eu nunca vi... E olha q não estou ganhando nada da Fiat... Rs

    Minha mãe teve uma 147 1300 Gls 1978, essa Panorama q me referi... Depois meu pai teve um Uno SX 1300 com carburador duplo q era uma porcaria pq o motor morria muito em marcha lenta (disseram q era a 1 série desse carro e nunca consertaram o problema como deveriam) mas quando funcionava em alto giro andava igual 1.8...
    Depois meu irmão teve outro uno mile 1990 ou 91... Minha irmã teve outro mile 96... E nunca nenhum desses teve queixa de câmbio quebrado...

    Agora todos dirigiam muito bem e civilizadamente, sempre respeitando o limites do carro e sem estripulias maiores. A Panorama fez motor para vc ter uma noção de como o carro andou, e tirando o SX com o carburador defeituoso, que eu descofio não era isso pq trocou várias vezes e não resolveu, nenhum dos fiat teve problemas. Os carros aguentam um castigo! Uma pena vc ter tido esses aborrecimentos.

    Abraços

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  20. Tenho a sorte de ter na minha garagem um 1.6r mpi 93 branco , o tal do panda , e posso diser que é uma das coisas mais divertidas que ja foram inventadas pela fiat . Ele é o exemplo do carrinho italiano divertido , 95 cavalos , 800 e poucos kilos , motor sevel 1.6 , ainda não conheci alguem que não o pilotasse sorrindo pelas reações diretas e motorzinho nervoso. O ideal pra mim seria que a fiiat antes de descontinuar o quadradinho , soltace uma verção duas portas 1.4 evo e o mesmo trabalho de suspenção e cambio dos R pra fechar com chave de ouro a produção .

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  21. Deph, vc tem excelente gosto para carros!

    Se o SX 85 do meu pai 1300 com carburador duplo já era divertidíssimo fazendo muito carro teoricamente mais potente passar vergonha, o 1.6R deve ser maneiríssimo. Me lembro dos comparativos da época...

    Colocaram o 1.6R contra XR3, GSi e GTi... Claro que o 1.6R perdia em muitos testes... Mas se não me engano ganhava em um ou dois quesitos, o q era uma vergonha para os outros muito mais caros e potentes. Em termos de custo/benefício ganhava disparado!

    A sua idéia é excelente de uma edição esportiva de despedida, mas duvido muito que a Fiat o faça pq ia ficar muito bom! E cá entre nós o design original foi muito deformado em sucessivos facelifts. Com certeza ofuscaria os modelos mais novos e caros! Rs

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  22. Rodrigo,

    tive um Brio, os bancos continuavam meio curvim, meio tecido, mas era um tecido melhorzinho. Acho que nele as 5 marchas já eram de série e o melhor, carburador duplo e até generoso pro milzinho. Como era atrevido o Unozinho, seu pequeno Fiasa girava como se não houvesse amanhã.

    Deph,

    tive um R 91 a alcool, meio raro, até porque veio depois da crise do alcool e a gente só encontrava carro à gasolina a venda. Achei esse (fui o segundo dono) e pirei, era a mosca branca que eu queria, pois branca e a alcool. Menos idade e menos juizo e uma namorada em Minas Gerais me colocavam com ele quase todo fim-de-semana na BR-040. 88 cv e caixa de relações próximas já proporcionavam boa diversão. O problema é que o motor era manso (igual dos Premios e Elbas) e como não girava tanto assim, a caixa ficava curta. Merecia uma árvore de comando de válvulas com perfil levemente mais agressivo, pra levar pelo menos umas 500 rotações acima. O mpi deve ser o carro que tive corrigido, com motor mais forte e caixa melhor.

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  23. Mister Formula,

    sonhar não custa nada, não é ? Já pensou como seria fácil fazer um esportivo barato se a Fiat realmente quisesse ? Pegue um Mille 2 portas, acrescente o tal do motor de 1 litro EVO (75 cv a 6250 rpm), as relações de marcha usadas no Palio 1-litro (mais próximas), quadro de instrumentos com contagiros, um tecido xadrez nos bancos, rodas de aço 14 calçadas com 175/60-14 e pronto. Não ia andar horrores, claro, mas ia ser legal pacas.

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  24. Shimomoto e Lawrence
    Já o disse em outras oportunidades: o problema do câmbio do 147 era devido a dois fatores cumulativos. Um, a escolha do sincronizador de 1a-2a tipo Porsche, eficiente e durável porém de engate duro. Outro, uma embreagem que não desacoplava toda quando se usava tapetes adicionais, faltava curso. Tanto que era alta a incidência de ré arranhando ao engatar, cuja causa única é embreagem que não desacopla totalmente. E se a ré arranhava, era claro que a primeira ficava mais dura do que já era normalmente. Não arranhava porque havia o sincronizador. Para resolver, a Fiat passou o sincronizador 1a-2a para BorgWarner, como já era o de 3a-4a. Só que por falta de comunicação o pessoal de chassi resolveu alterar a varetagem da alavanca de câmbio, aumentando curso para aliviar carga de engate por meio de complexo sistema de braço e barra de reação, em oposição ao varão único original. Resultado: desastre total. A alavanca ficou vaga, sem precisão e com curso lateral, de seleção de canal, grande demais. A adoção do novo sincronizador teria sido bastante para resolver boa parte do problema, que muitos, ao voltarem para o varão de câmbio único inicial, constataram. Esse comando de projeto original era perfeito, inclusive a boa característica de segunda para terceira ser movimento reto à frente, sem precisar caçar o canal 3a-4a. Outra característica que fez muitos pensarem que a primeira do 147 não era sincronizada era o fato de deslocamento da luva sincrônica 1a-2a ao engatar a primeira produzir leve ruído de marcha arranhando, causado pelo rápido encontro com a engrenagem intermediária de ré, mas que em nada prejudicava. Mais tarde, já no Uno, a Fiat corrigiu a relação do pedal de embreagem, dando-lhe margem para o uso de tapetes adicionais.

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    1. Explicação de um fato histórico, que eu sempre quis saber!

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  25. Claudio Drummond02/11/10 14:52

    Mister Formula Finesse
    Alem de tudo que voce disse, ainda tem o fato de que quando saio do meu Economy 2 pts, com AC e DH, e entro, por exemplo, em um Celta, a sensação de claustrofobia surge rapidamente.
    Bob
    Como sempre...Bob, sem mais o que dizer...
    Abraços

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  26. Alexandre Cruvinel,

    custo por custo, um motor 1.4 custa praticamente o mesmo que um 1.0. Que tal acrescentar isso na sua receita? As peças estão todas na prateleira... Ah, se tiver um cabeçote 16 v sobrando, é bem-vindo!

    Abraço

    Lucas crf

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  27. Valeu Bob! Impressionante como pequenos detalhes fazem muita diferença!

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  28. Thiago (e a quem mais interessar), segue o link do encarte:

    http://www.mediafire.com/?2vdxkr4b9lopaoy

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  29. Eu dirijo diariamente um Uno S 1988 1300. Pé-de-boi, quatro marchas, "pelado". É extremamente divertido, robusto, simples, e acima de tudo, LEVE, um termo que parece estar fora do vocabulário dos engenheiros da atualidade. Na minha opinião, no Brasil ele é tão lendário como o Fusca.

    E o FIASA nunca me deu motivos para queixas, já cansei de andar na frente de 1.0 atuais, principalmente em subidas, com um carrinho de vinte e poucos anos atrás.

    Os únicos pontos débeis são o engate do câmbio, que precisa ser sempre "ensaiado" e o barulho interno em vias de ruim pavimentação...

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  30. Antes de sair de linha a Fiat poderia fazer um pseudo-esportivo ou algo que falasse "este é o fim do Uno quadrado, valeu pessoal obrigado..."

    "E aí? Qual carro você tem? Um Fiat?"

    Já repararam nesta pergunta do dia a dia? Reparem que a maioria das pessoas o chamam simplesmente de Fiat, outras chamam de Uno e quase ninguém o chama de Mille (seu nome atual). Isto não acontece com o Palio, curioso não?

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  31. ITALO,

    Obrigado por escanear e disponibilizar a nós!
    Abraço

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  32. Bela matéria!!!


    Sou um feliz proprietário de um 1.6R 1990 a 6 anos.

    Carro ágil, gostoso de ser guiado, um foguetinho mesmo.

    Um videozinho dele: http://vimeo.com/5021967

    Abs!

    Digo Garcia
    Administrador Clube do Uno Brasil
    www.clubedounobrasil.com.br

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  33. Economizavam demais na segurança, mesmo não sendo obrigatório naquela época já deveriam botar retrovidores dos dois lados e encosto de cabeça para todos os ocupantes, até o 5°.

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