SATURN VUE RED LINE: "BARBADA" ENTUSIASTA


Vue Red Line, modelo 2004: diferente.
A Saturn está morta. E não se trata apenas de figura de linguagem, como nos textos do Marco Antônio Oliveira, quando ele mata alguma marca.
O site da extinta divisão da General Motors mostra moldelos 2009, tem links para a área de serviços, para carros usados e para eventuais substitutos dentro da GM. Alguns substitutos são um pouco fora do orçamento de quem comprava os Saturn mais baratos, como sugerir um Cadillac para quem anda de Saturn L-series, por exemplo.
A data certa da morte pouco importa. Mas em 5 de junho de 2009 foi anunciado que estava em andamento uma tentativa de negociação da marca entre a General Motors e Roger Penske. Esta é a última notícia no excelente site de Informações para a Imprensa da General Motors, de onde tiramos as fotos que ilustram esse texto. Em setembro de 2009 era anunciado que não haveria negócio, e a marca iniciava sua desativação.
Este lacônico fim pode ter sido causado principalmente pelo direcionamento que foi dado uns anos atrás, de modificar os produtos GM para que eles atendessem o gosto da maioria dos compradores. A GM sofria muito, principalmente nos interiores de seus modelos, em quase todas as divisões. Muitos eram, além de efetivamente mal-acabados, de gosto e aparência duvidosos.
O direcionamento de maior luxo, conteúdo e aparência mais agradável à maioria (sempre ela!) talvez não tenha funcionado para a Saturn, uma divisão criada com o objetivo de ser uma GM diferente.
Painel de instrumentos do Vue. Sem excessos.
Desde a primeira fábrica em Spring Hill, cidade com vinte e três mil habitantes no Tennesse, moderna e com muita natureza em volta, até o uniforme dos vendedores das concessionárias, bermuda e camiseta em locais de clima quente, tudo na Saturn era mais descontraído, mais simples, em comparação ao padrão de desejo do consumidor americano médio.
Pesquisas de satisfação mostravam que os carros nem eram muito bons, principalmente nos primeiros anos, de 1990 a 1995, mas o serviço do concessionário deixava o cliente satisfeito. Algumas inovações de engenharia desenvolvidas pela General Motors eram trazidas para o mercado através da divisão Saturn, que não seriam possíveis dentro de uma Buick, por exemplo. Uma delas foi o SC2 de 1999, um cupêcom porta traseira "suicida", sem coluna "B" (central), como em algumas picapes de cabine extendida. Esse conceito foi empregado também no Ion, sucessor do SC2.
SC2, lançado em 1999.
Saturn Ion Quad.
Se pode parecer simples, imagine que nessa época já haviam leis de impacto lateral que os carros novos deveriam atender. Em um carro sem a coluna "B", onde se fixam as portas traseiras, isso não é nada fácil.
Uma outra inovação, e que deveria ser adotada por mais empresas, foram os painéis externos das portas em plástico. Já falamos deles aqui, e não existe melhor solução para evitar o prejuízo daqueles ridículos amassados de batidas de portas do vizinho. Infelizmente, solução morta mesmo dentro da General Motors, hoje. Um desperdício de tecnologia e conhecimento adquirido, e o fim de um diferenciador de mercado.
Apesar de ser considerada como uma marca de pouco valor e não muito desejável, produziu ao menos um carro bastante interessante, com desempenho muito bom, que nem é um cupê ou sedã, por isso mesmo notável. Trata-se do Vue Red Line.
De 2004 a 2007, em uma parceria com a Honda para fornecimento de trens de força, a GM fabricou o pequeno utilitário esportivo Vue como os motores V-6 de 3,5 litros, batizado de L66, com 253 cv, acoplados a uma caixa automática de 5 marchas, também da Honda.

A linha Red Line era o nome utilizado para os modelos de tendência esportiva, que, somados aos carros bastante básicos da Saturn, resultavam em soluções atraentes. O negócio com a Honda era bem fora dos padrões GM, e aproveitou-se a única marca fora desse padrão para fazer a experiência. Elogiados quase que unanimemente, ninguém poderia dizer que um motor Honda não iria melhorar a imagem do carro.
Custava 28 mil dólares no lançamento, bastante caro, mas era um produto diferenciado nessa faixa de utilitários esportivos de pequeno porte. Com tração integral opcional, acionada automaticamente pela perda de aderência da tração dianteira, o Vue Red Line é excelente para dirigir, e hoje, a menos de 10 mil dólares por um bom exemplar, uma grande barbada para quem gosta desse tipo de caixote de carregara tralhas com um desempenho e dinâmica decentes.
Sobre o desenho, ou o estilo, esse Saturn e todos os outros sempre foram polêmicos. Coerente com a proposta da marca, de ser simples e sem frescuras, eu o classificaria como mais um carro inconfundível, daqueles com "carronalidade".
Pode ser considerado uma semi-reencarnação (ou seria reencarração?) do GMC Typhoon, sem a desvantagem da carroceria com apenas 2 portas, mas com desempenho menos alucinante, já que o Typhoon (Blazer) e o Syclone (S-10) eram quase absurdos para um caminhãozinho.
O Vue vai a 60 mph (96,5 km/h) em 7 segundos e uns trocados e faz o quarto de milha em pouco mais de 15 s. O comportamento e a estabilidade, segundo as avaliações de revistas, estava muito mais próximo de sedãs esportivos do que o normal dos SUVs.
A direção rápida era a característica mais diferente em relação às "peruonas" de família. Para nós, essa é a característica que mais o faz carro de entusiasta, pois em utilitários normais, a direção é sempre muito desmultiplicada, levando a um excesso de voltas de batente a batente, tudo projetado de modo a não permitir que o motorista balance o carro de forma rápida de um lado a outro, passando uma maior sensação de segurança contra capotagens. Um caso típico de antientusiasmo que não acontece no Vue Red Line.
Em 2008 o Vue mudou completamente, ficando quase idêntico ao Chevrolet Captiva que temos aqui no Brasil, excessivamente luxuoso para um Saturn. Passou a ser mais um Chevrolet com emblemas diferentes.
Perda de identidade da marca Saturn, que sem dúvida contribuiu para o seu desaparecimento.
JJ

22 comentários :

  1. Poxa, uma pena.
    Gostava muito do roadster Sky.

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  2. O pior de tudo não foi a GM matar a Saturn, e sim matar a Pontiac.
    Pra acabar de estragar tudo: matar a Pontiac, logo após o recém-lançado G8 (um carro fenomenal) e manter a Buick??? Definitivamente esses caras da GM não sabem o que fazem.

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  3. Muito legal o texto, JJ. Parabéns.
    Eu não conhecia nada destes detalhes da história da Saturn.
    Só achava que ela fabricava carros feios pacas...
    Valeu.

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  4. Juvenal, ótimo post.

    A idéia da GM já tem em seu nome a idéia fundamental que norteia suas ações.

    Hoje em dia falam de "Long Tail" para a sobrevivência no mercado.

    Que ironia.

    Um abraço,

    Rafael Aun

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  5. Aquela porta traseira suicida do SC2 parece a do atual Mazda RX-8:

    http://www.youtube.com/watch?v=rBBx22k0g4k

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  6. Colocar relação baixa em utilitário? É pedir para matar as vovós americanas.

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  7. O Captiva não tem nada de luxuoso. Aquele tom de bege no acabamento interno é só pra enganar.

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  8. Não quero desejar mal a ninguém, mas a GM é que deveria ter sido extinta e não apenas as marcas paralelas.

    Se não fosse o governo intervir, a seleção natural das "espécies" automobilísticas teria seguido seu curso natural e deixado esse gigante preguiçoso e presunçoso definhar, que convenhamos é o que merece(ia)

    Monte de carro feio com acabamento sofrível e projeto antigo...

    AB

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  9. O Vue de segunda geração não pode ser considerado um Chevrolet com outros emblemas, ao menos em nível mundial.
    O veículo só é vendido como Captiva no Brasil, na Colômbia e no México. A marca Saturn só existiu oficialmente nos EUA e no Canadá, ainda que de 1992 a 2003 os carros tenham sido exportados para Taiwan.

    É mais adequado dizer que o Vue é um Opel Antara com outros emblemas, até porque no fim da Saturn estavam tentando sincronizá-la com a Opel, não sendo por acaso a importação do Astra C belga para suceder o Ion, bem como a criação do Aura e sua aparência de Vectra C esticado.
    Ainda voltando ao Vue, vale lembrar que os modelos Red Line usavam motores V6 iguais aos dos Vues normais, sendo a diferença na suspensão e em outros detalhes. Na segunda geração do modelo, o motor já era o 3.6 V6 24v que conhecemos aqui no Omega e na Captiva, sendo as diferenças na suspensão, na possibilidade de trocar as marchas manualmente e em detalhes externos. Esta versão já tem a vantagem de ter um coração da própria GM (ainda que esse motor tenha sido projetado em conjunto com a Suzuki).

    O grande erro da GM foi ter criado a marca Saturn. Tudo aquilo que a Saturn fez daria para ter sido feito com as divisões existentes da GM.
    Rede de assistência de qualidade e capaz de fidelizar clientes como fez a Saturn? Será mesmo tão impossível de fazer para Chevrolet, Buick e o que mais houver?

    Fábricas moderníssimas? Também não é nada impossível de fazer e, mais ainda, deveria ter sido feito nas fábricas já existentes.
    Painéis de plástico na carroceria? Esse foi feito em outras marcas do grupo, estando as minivans Lumina APV, Pontiac Trans Sport e Oldsmobile Silhouette de prova disso.

    O grande problema em relação ao material plástico foi a qualidade percebida, que é diferente da qualidade real de um produto. Qualidade percebida é aquela impressão que é passada ao consumidor. O plástico usado pela GM precisava de um bom espaço de dilatação. Com isso, os vãos da carroceria de um Saturn tinham de ser maiores que os de outros carros do grupo integralmente de metal.
    O uso de plástico na carroceria não é nenhum problema. Por aqui temos a Scénic e o Clio usando para-lamas dianteiros de plástico e nunca ouvi qualquer pessoa reclamando de vãos de carroceria excessivamente grandes nesses modelos. Aliás, os vãos desses carros parecem-me totalmente em conformidade com o que era possível à época de seus projetos.

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  10. Alexandre, a coisa não é tão simples assim. A GM é um dos maiores empregadores dos EUA e diversos estudos mostraram que o impacto social de sua falência seria muito maior que aquele causado por sua reestruturação.
    E a GM reestruturada (General Motors Company) está se saindo bem, pagando os empréstimos governamentais sem maiores problemas e já se preparando para o IPO. Também tem mandado bem nos carros que apresenta, algo que em parte podemos agradecer a Bob Lutz. Vale lembrar que a nova GM é uma companhia nova e independente da velha GM.

    A velha GM (General Motors Corporation) faliu sim, tendo seu nome inclusive mudado para Motors Liquidation Company e atualmente com sua falência sendo cuidada por juiz. A velha GM vendeu seus ativos saudáveis (Chevrolet, Buick, GMC e Cadillac, a grosso modo) para a nova GM, que também tornou-se dona de todos os ativos internacionais, exceto a Saab, recentemente vendida à Spyker.
    A Pontiac chegou a ser vendida à nova GM, mas já está sendo descontinuada. Talvez a venda para a nova GM indique algum interesse em ressuscitar a marca no futuro.

    Parte dos projetos das marcas defuntas foi passada para a nova GM. O Buick Regal recentemente lançado na China e nos EUA, e que não passa de um Opel Insignia com outros logotipos, era originalmente para ser o novo Saturn Aura.
    Porém, infelizmente ficaram para trás coisas boas da velha GM, como a plataforma Kappa (Saturn Sky e Pontiac Solstice). Essas esperam compradores.

    Ainda de ativos da velha GM recentemente vendidos, temos o caso da fábrica de Wilmington (Delaware), vendida à Fisker Automotive (que faz o Karma e quer fazer um elétrico de autonomia estendida mais barato). A fábrica de Delaware era a que fazia os carros de plataforma Kappa (Solstice e Sky).

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  11. Antes da Saturn, o "boi de piranha" da GM foi a Oldsmobile. Talvez por sua posição intermediária entre as marcas do grupo - em geral, seus carros não eram tão esportivos quanto os Pontiac, nem tão luxuosos quanto os Buick -, a Olds tornou-se candidata natural para testar soluções técnicas menos convencionais, tais como motores V-8 com válvulas no cabeçote (os famosos Rocket de 1949), turbocompressores (no Jetfire de 1962), tração dianteira (no Toronado de 1966), motores diesel (a partir de 1978) e até calibragens de suspensão mais firmes, na contramão da preferência norteamericana (o Olds 442 da década de 1960 era considerado mais estável que o sacrossanto GTO).

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  12. Anônimo, concordo com vc que a falência da "GeMe" seria pior do o investimento para salvá-la, mas como estamos acostumados a ver, a coisa mudou de nome, fez uma perfumaria aqui ou ali, mas continua sendo a gigante antiquada e pretensiosa de sempre.

    Os carros continuam com acabamento péssimo, design sofrível e rede de assistência despreparada.

    Claro que não dá pra mudar tudo instantaneamente, mas não vejo como a empresa conseguirá voltar a ter a imagem (percepção do consumidor) ou padrão de qualidade que tinha há alguns anos, pelo menos aqui no Brasil.

    Até a Fiat consegue ter acabamento melhor, dentro das categorias em que compete...

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  15. Alexandre, de fato a GM brasileira há muito deve uma volta àquilo que foi. A americana já renovada está mandando muito bem em sua terra natal. Em maio deste ano, as quatro divisões restantes (Chevrolet, Buick, GMC e Cadillac) estão vendendo juntas mais do que as oito existentes em maio passado. Fora isso, de maio/2009 a maio/2010, o Camaro vendeu 20 mil unidades a mais que o Mustang no mesmo período.
    Vejo na GMB uma situação parecida com a que a americana viveu nos anos 1980 e 1990: produtos medíocres, motores antiquados e beberrões, contínua reciclagem de velhas plataformas e vendendo para um proprietário que vê carro como um eletrodoméstico sobre quatro rodas.

    A GM americana nesses tempos até que vendia bem, mas às custas de muitas promoções e descontos, bem como altas vendas para frotas. E a cada oscilaçãozinha, o fantasma da crise vinha assombrar com assombrações bem cabulosas.
    A GM brasileira segue vendendo bem, mas às custas de muitas promoções, descontos e frotas. Como a única divisão que vende aqui é a Chevrolet, fica mais livre que a matriz de oscilações. E, claro, o Brasil não sofreu com a crise do jeito que os EUA sofreram. Porém, com os produtos que vem oferecendo, também começa a enfrentar problemas na parte dos distribuidores. Vide o recém-desfeito casamento com a Caltabiano, justamente por causa de Celtas, Prismas, Agiles e outros veículos lamentáveis com motores antiquados e plataformas excessivamente reaproveitadas.

    Se a GMB sofrerá uma crise como a matriz sofreu e da qual se recobrou bem? Talvez seja necessário isso acontecer para que tenhamos coisas melhores que os pois-és que eles vêm apresentando nos últimos anos.
    Aliás, fica uma sensação de que a GMB não está seguindo o bom rumo que as outras unidades do grupo mostram ter. Além da americana renovada e prestes a ter um novo IPO, temos o bom desempenho da filial chinesa, bem como a Opel apresentando produtos altamente competitivos, como os recentes Insignia, Astra D e Meriva B. E a brasileira, o que tem mostrado de bom com uma infraestrutura tão boa quanto a das filiais? Convenhamos que é um desperdício daqueles usar complexos como os de São Caetano e Indaiatuba para reciclar plataforma de Corsa e vendê-la nas formas de Celta, Prisma e Agile. Tudo bem que a filial brasileira foi incumbida de fazer a pick-up média a substituir não só a S10, mas também a Colorado/Canyon no planeta, mas ainda assim é muito pouco.

    Está faltando um Bob Lutz para a GMB.

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  16. João Gabriel Porto Bernardes04/06/10 18:59

    Ai que saudades do Opala e do Chevette...

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  17. É até engraçado, mas todas as vezes que a GM americana põe na cabeça que vai fazer um carro pequeno melhor que os da concorrência acaba metendo os pés pelas mãos. Foi assim com a suspensão traseira do Corvair, o motor do Vega e a perda de foco da Saturn. Acho que no fundo, no fundo, ainda existe na psiquê da GM a esperança de que o relógio ande para trás e faça que Impalas e Bel Airs voltem a reinar no planeta terra. Vai precisar de muitas horas de análise pra resolver isso.

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  18. Aparentemente, após a reestruturação a GM americana está lentamente voltando a ser uma sombra do que era. Isso, contudo, não apaga o fato da imbecilidade que foi extinguir uma das divisões mais carismáticas para o público americano (a Pontiac) e o enorme desperdício que foi deixar de aplicar o que foi desenvolvido com a divisão Saturn.
    Quanto à GMB, como comentei com um amigo outro dia, sou fã da Chevrolet, mas da Chevrolet de gravatinha azul, pois essa de gravatinha dourada é um lixo. Não existe salvação quando o pessoal da Contabilidade é o único a dar as cartas na empresa, enquanto a Engenharia e o Marketing tem de abaixar a cabeça.

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  19. Bera Silva05/06/10 14:34

    Juvenal, peça ao prof. Waldemar para publicar algo sobre a Saturn.
    E continue contando histórias da Saturn, pois aqui no Brasil não existem nenhuma informação sobre ela.

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  20. Bussoranga, não sei se por ter crescido em meio à fatos e fotos sobre a Buick e com o sonho de reencontrar o Roadmaster Dynaflow 1950 do meu avô, tenho muito mais simpatia por esta do que pelas outras divisões, à exceção da Cadillac. Não que eu veja a morte da Saturn como algo bom, longe disso, eram carros extremamente desejáveis e que remetiam levemente ao tempo do motor-volante-braço-coração.

    Paulo Levi, pode saber que eu sou um dos que, há um bom tempo, precisa de milhares de horas de análise para resolver o trauma da não existência Impalas e Bel-airs na atualidade.

    Realmente o Vue parece chamar muita atenção, vou procurar mais sobre ele.

    Post daqueles que nos pegam pela dobrinha do fígado, JJ. Vai me fazer refletir muito por um bom tempo.

    Grande abraço!

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  21. All,

    Buick é historicamente importante. A Buick foi a base na qual Durant ergueu sua GM, e portanto foi a primeira marca, e deveria ser a última a ir!

    Eu não quero viver para ver uma GM sem Buick e/ou Chevrolet, as marcas criadas por Durant. O resto é resto, existem zilhões delas já mortas. Até Cadillac pode ir antes.

    Grande post, JJ!

    MAO

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  22. É uma pena! Uma marca "bem falada" pelo atendimento em sua rede, que procurava inovar, tinha originalidade e talz... indo pra caixa... e nós aqui tendo que aguentar a propaganda da Copa da Hyundai!!!
    TCHA TCHA!!! PQP!!!

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