google.com, pub-3521758178363208, DIRECT, f08c47fec0942fa0 AUTOentusiastas Classic (2008-2014)
Foto: Agêncio O Globo


Não é preciso falar em números, a imprensa já falou bastante a respeito e todos devem ter lido ou assistido os noticiários sobre o grave engavetamento ontem na Rodovia dos Imigrantes, trecho do planalto, sentido norte. O que quero falar é sobre esse tipo de grave acidente.

O motorista brasileiro, em especial o dessa região do País, não é treinado para dirigir na neblina ou, pior, é destreinado por meio das operações-comboio efetuadas pela Polícia Rodoviária. O que tenha eventualmente aprendido tende a ser esquecido e tudo se complica e fica mais arriscado quando ele ou ela se depara com nevoeiro sem a "proteção" do famigerado comboio.

Dirigir no nevoiro é difícil, mas não é pior coisa deste mundo - se via estiver preparada para isso, com sinalização específica como luzes estroboscópicas nas margens que são acesas quando houver neblina, combinadas com indicação da velocidade segura no momento, velocidade essa que é variável segundo as condições de visibilidade. Não é utopia e nem tão caro que uma concessionária de rodovia, como a Ecovias, não possa implantar.


Novo Chevrolet Cruze

Preços de automóveis vêm sendo alvo de bastante controvérsia nos últimos meses. O inconformismo de muitos, repetido com bastante freqüência neste AE, com o que se pede por um carro, utilitário, picape ou SUV no Brasil, comparado com diversos países e até com nossos vizinhos, que compram exatamente os mesmos modelos daqui por muito menos, é plenamente justificável.

Não seria diferente no caso do mais recente lançamento da Chevrolet, o Cruze.

O que pretendo discutir neste espaço é talvez mais um pouco do mesmo tema, tentar adicionar mais alguns ingredientes e compreender qual a possível estratégia da turma de marketing e vendas da GM.

O lançamento oficial do Cruze deu-se na última sexta-feira, 9 de setembro. Algumas semanas antes, o pessoal daqui discutiu bastante, até fizemos nosso bolão. Ninguém trabalha no marketing GM, não havia informação privilegiada, mas foi interessante coletar a lógica de cada um por trás de sua aposta.



Muitos já devem ter assistido no YouTube ao magnífico filme do Lexus LFA batendo o recorde de Nürburgring para carros de produção em série.

O vídeo tem momentos espetaculares, assustadores, emocionantes. Para quem gosta de carros, de andar rápido, de pistas, de corridas, de limites, as imagens são quase que um sonho. E quem já andou lá (eu não), diz que esses pouco mais de sete minutos são algo difícil de imaginar. Se você ainda não viu, esse é o link.


À esquerda, a vista do piloto dos controles e painel do Cessna 210. À direita, o mesmo, em um Boeing 777. O primeiro, um pequeno avião de motor a pistão; o segundo, um enorme jato intercontinental. Comum aos dois, a cabine do piloto, os mesmos comandos básicos, sempre no mesmo lugar. Instrumentos em frente, controles de motor no centro. O piloto de um não encontra dificuldade em achar as coisas em outro. Mas o mesmo não ocorre nos automóveis. Está errado. tinha de haver padronização, tanto em nome da facilidade de dirigir, quanto, e principalmente, em nome da segurança.

Comando de luzes, por exemplo. Há interruptor por botão giratório no painel, como há a extremidade da alavanca de seta que é giratória. A indústria deveria escolher um e aplicar em todos os carros. Mesmo em produtos do mesmo fabricante encontram-se as duas soluções. O comando do limpador de pára-brisa é outro caso. Ora está à esquerda, ora está à direita da coluna de direção. O mais comum é à direita, mas existem vários casos de estar à esquerda.